10.01 Os Chakras I 20 jan 2015

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10.01 Os Chakras I 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos Os Chakras Vamos falar aqui sobre os Chakras.
  2. 2. Você verá em algumas de nossas apresentações tanto a grafia chakras como também chacras. Estudos Dirigidos Os Chakras
  3. 3. Segunda Parte Capítulo 7 Cada chakra parece um vórtice de uma cor diferente e segue as cores do arco-íris. A lista abaixo mostra os chakras do corpo emocional e suas cores: 1. vermelho — Base 2. vermelho-laranja — Sacro 3. amarelo — Plexo solar 4. verde relvoso brilhante — Coração 5. azul-celeste — Garganta 6. anil — Cabeça 7. branco — Coroa A descrição é feita pela curadora Barbara Ann Brennan. FIM Observe que aqui a autora e curadora trata de estudar o chakra Sacro quando outros autores estudam o chakra Esplênico.
  4. 4. Note na imagem ao lado, e através das imagens mostradas, chacras localizados tanto na região anterior como na região posterior de nosso corpo. Estudos Dirigidos Os Chakras
  5. 5. Isto é apenas para informá-los que alguns “terapeutas” ou “curadores” estudam e tratam não apenas os chacras anteriores, como também os chacras posteriores. Portanto, não estranhem quando isso acontecer. Estudos Dirigidos Os Chakras
  6. 6. Os Chakras “os Chakras que presidem a vida espiritual, localizados na cabeça e outras partes superiores, têm velocidade superior aos chakras de vida vegetativa, que presidem atividades fisiológicas e se situam em partes inferiores do tronco.” “A atividade desses vórtices é aumentada pela evolução da pessoa ou por energia projetada de fora, especialmente para esse fim. Provocada, a aceleração dos chakras, corresponde a um desenvolvimento espiritual, com grande benefício para a criatura — que se torna mais vitalizada e ativa; se forem ativados os Chakras superiores, aumentam os poderes psíquicos.”Página 86 e 87. FIM
  7. 7. Os chakras dão a impressão de funcionar como os vórtices fluidos com os quais estamos familiarizados na água ou no ar, como remoinhos, ciclones, trombas d’água e furacões. Primeira Parte Capítulo 7
  8. 8. 3. depois, para o sangue, a fim de alimentar o corpo. Primeira Parte Capítulo 7 Cada chakra está associado a uma glândula endócrina e a um plexo nervoso principal. 1. Os chakras absorvem a energia universal ou primária (ch’i, orgone, prana, etc.) 2. decompõem-na em suas partes e, em seguida, mandam-na, ao longo de rios de energia chamados nadis, para o sistema nervoso, as glândulas endócrinas e, Energia primária que entra. Chakras Energia secundárias que saem. Sistema nervoso Sistema endócrino Nadis Sangue
  9. 9. Quarta Parte Capítulo 15 Como se vê na figura ao lado os chakras parecem vórtices de energia constituídos de certo número de cones energéticos espiralados menores. (...) um chakra desequilibrado resultará uma doença. Quanto mais desequilibrado estiver o chakra, tanto mais grave será a doença. Sobre os chakras adultos estende-se uma tela protetora. Num sistema saudável os cones espiralados giram rítmica e sincronicamente com os outros, captando energia do CEU (Campo de Energia Universal) e enviando-a para o centro, a fim de ser usada pelo corpo. Cada cone se afina com uma frequência específica de que o corpo precisa para funcionar com saúde. Num sistema doentio, porém, os vórtices não trabalham sincronicamente. Os cones de energia que os constituem podem ser rápidos ou lentos, espasmódicos ou dese- quilibrados. Às vezes se observam rompimentos no padrão de energia. Um cone espiral pode desmoronar ou inverter-se plena ou parcialmente. Essas perturbações relacionam-se com alguma disfunção ou morbidez do corpo físico nessa área. FIM Falaremos mais adiante sobre esta “tela”.
  10. 10. No livro O Duplo Etérico, as duas funções principais do chacra etérico são: Estudos Dirigidos Os Chakras 1º Absorver e distribuir o fluido vital (o prâna) no corpo etérico, e deste ao corpo físico, mantendo assim a vida; 2º Servir de intermediário entre as energias vindas do Corpo Físico e do Corpo Astral, conforme o chacra correspondente.
  11. 11. Qual o papel dos centros vitais no intercâmbio mediúnico? Mediunidade Raul - Encontramos os centros vitais como sendo representações do corpo psicossomático ou perispírito, correspondendo aos plexos no corpo físico. São verdadeiras subestações energéticas. À proporção que encontramos no mapa fisiológico do indivíduo, os diversos entroncamentos nervosos, de vasos, de veias, temos aí um foco de expansão de energia. O nosso centro coronário, que é a porta que se abre para o cosmo, é a “esponja” que absorve o influxo de energia e o distribui para o centro cerebral, para o centro laríngeo, e, respectivamente, para outros cen- tros que se distribuem com maior ou menor intensidade, através do corpo. Sabemos que tais energias, antes de atingir o corpo físico, abrigam-se no corpo espiritual. Do mesmo modo como se tivéssemos uma grande cisterna de água abastecendo uma ci- dade, tendo em cada residência a nossa particular, verificamos no organismo a grande “cisterna” que absorve as energias de maior vulto, que é o citado centro coronário, e as pequenas “cisternas” que vão atendendo às outras regiões: o centro cerebral atendendo às funções intelectivas do homem, acionando as funções da mente; o centro laríngeo res- ponsável pela respiração, pela fala e todas as funções importantes do aparelho fonador; temos o centro cardíaco que está ativando as emoções, as emissões do sentimento do homem, atuando sobre o músculo cardíaco. CONTINUA
  12. 12. Mediunidade Conhecemos o centro gástrico responsável pela digestão energética e naturalmente achamos aí, no campo da mediunidade, uma contribui- ção muito grande, porque os médiuns invigilantes ou que estão nas li- des sem o devido policiamento, sem as devidas defesas, quando en- tram em contato com atormentados, sentem as tradicionais náuseas, absorvendo energias que os alimentam de maneira negativa e provo- cam mal-estares de repercussão no soma, no corpo físico; a dor de ca- beça, tão comum aos médiuns, são energias atingindo o centro cere- bral. Lembramos, ainda, o centro esplênico, responsável pela filtragem de energia, atuando sobre o baço, do mesmo modo que este é respon- sável pelo armazenamento do sangue, pela filtragem; e, achamos o centro básico ou genésico, por onde absorvemos a energia provinda dos minerais, do solo, o chamado pelos jogues de “kundalini” ou “fogo serpentino”. Esses centros espalhados são tidos como os mais importantes, mas, ao longo do corpo, te- mos vários outros centros por onde as energias penetram ou por onde elas são emitidas. Dessa forma, os centros de força são distribuidores de energia ao longo do corpo psicosso- mático que têm a função de atender ao corpo somático. Identificamos a correspondência das veias, das artérias e dos vasos no corpo físico com as “linhas de força” do corpo peris- piritual. Eis porque, quando recebemos o passe, imediatamente, sentimos bem-estar, nos sentimos envolvidos numa onda de leveza que normalmente provoca-nos emoção. CONTINUA
  13. 13. Mediunidade Porque as energias penetram o centro coronário e são distribuídas por essas “linhas de força”, à semelhança de qualquer medicamento, elas vão atingir as áreas carentes. Se estivermos com uma problemá- tica cardíaca, por exemplo, não haverá necessidade de aplicarmos as energias sobre o músculo cardíaco, porque em penetrando nossa in- timidade energética, aquele centro lesado vai absorver a quantidade, a parcela de recursos fluídicos de que necessita. Do mesmo modo, se temos uma dor na ponta do pé e tomamos um analgésico, que vai pa- ra o estômago, a dor na ponta do pé logo passa. Então, o nosso cosmo energético está, como diz a Doutrina Espírita, ligado célula por célula ao nosso corpo somático. Por isso, os centros de força do perispÍrito têm seus correspon- dentes materiais nos plexos do corpo carnal, ou, diríamos de melhor maneira, os plexos do corpo carnal são representantes materiais, são a expressão materializada dos fulcros ener- géticos ou dos centros de força, ou, ainda, dos centros vitais do nosso perispírito. FIM
  14. 14. Capítulo 12 Fatores Bloqueadores BLOQUEIOS ENERGÉTICOS O estudo da holossomática (holo = todo e soma = todo/inteiro, con- junto de veículos de manifestação) e as observações de projetores conscientes indicam que a consciência (Espírito) comanda o corpo físico através das energias conscienciais do holochacra (corpo etéri- co). Ou seja, os chacras, em conjunto, atuam como interface entre o psicossoma (corpo astral) e o soma. Seguindo esta linha de raciocínio, vê-se que bloqueios energéticos no crânio em geral, do frontochacra e principalmente do coronochacra, limitam a intensidade e afetam a qualidade do fluxo de informações entre o paracérebro e o cérebro físico. Sendo o paracérebro a mais acessível fonte de memórias que transcendem a vida atual, entende-se que estes bloqueios dificultam as retrocognições (lembranças do passado) lúcidas e, inclusive, as rememorações de projeções conscientes. É este mesmo mecanismo que torna mais fácil recuperar informações de outras vivências estando o indivíduo projetado, ou parcialmente desconectado, como no caso do estado hipnagógico ou da hipnose. FIM
  15. 15. Capítulo IV Segundo as fontes de referência esotéricas, o corpo astral, da mesma forma que o corpo etérico, também tem sete chakras principais. Eles são chamados de contrapartes astrais dos chakras. Assim como os chakras etéricos, eles também transformam energia e são parte integrante do nosso sistema energético sutil expandido. Os centros astrais são transmissores e receptores de energia astral; esta, por sua vez, é reduzida e passada para os chakras etéricos, onde, através dos nádis, as energias são traduzi- das em função nervosa e glandular. Como o corpo astral está envolvido na expressão das emoções, os chakras astrais proporcionam uma ligação de energia sutil através da qual o estado emocional de uma pessoa pode prejudicar ou fortalecer a sua saúde. FIM
  16. 16. Capítulo VII (...) Os chakras, os nádis, os meridianos e os corpos sutis são par- tes inseparáveis da nossa anatomia expandida. Essas estruturas sutis nos permitem entrar em contato com o universo multi- dimensional de que fazemos parte. Os corpos sutis têm funções específicas que influenciam o modo como a personalidade do indivíduo se expressa no plano físico. As forças sutis ajudam a determinar a vitalidade, a força de vontade e a expressão criativa dos seres humanos enquanto eles se esforçam por compreender o significado de suas existências na Escola da Vida Terrena na qual optaram por encarnar. Quando as conexões entre o Eu superior e a personalidade física são interrompidas ou bloqueadas, manifestam-se o egocentrismo, a alienação e os sentimentos de isolamento. FIM
  17. 17. Capítulo VII O corpo físico é o componente de maior densidade entre os diversos campos de energia interativos. Cada um desses campos ou corpos de luz de dimensões superiores está ligado à estrutura celular através de uma complexa rede de fios energéticos. Essas energias da rede vital permitem que as forças vibracionais superiores se manifestem no corpo físico por meio de seus efeitos orientadores sobre os padrões de crescimento celular e sobre a expansão da consciência humana. Essa rede multidimensional permite que energias de diferentes caracte- rísticas vibracionais fluam para o interior do corpo e influenciem os pro- cessos fisiológicos tanto no nível celular como no nível do organismo co- mo um todo. As energias sutis entrantes precisam primeiramente passar por transformadores redutores especializados a fim de poderem integrar-se apropria- damente à matriz celular. Esses extraordinários centros, conhecidos como chakras, proces- sam energia vibracional de frequências específicas. Através do nosso notável sistema endó- crino, os chakras transformam em manifestações biológicas os inputs vibracionais dos corpos etérico, astral e de outros corpos de dimensões superiores. As glândulas endócrinas são parte de um poderoso sistema-mestre de controle que in- fluencia a fisiologia do corpo desde o nível da ativação dos genes até o do funcionamento do sistema nervoso central. Os chakras, portanto, têm a capacidade de afetar o nosso comportamento e disposição de ânimo através das influências hormonais sobre a atividade cerebral. CONTINUA
  18. 18. Capítulo VII Pesquisas recentes na área da psiconeuroimunologia começaram a indi- car a existência de conexões mais profundas do que antes se admitia entre o cérebro, o sistema endócrino e o sistema imunológico. Somente agora as relações entre stress, depressão e debilidade imunológica estão encontrando crescente aceitação. Os chakras desempenham um papel fundamental na regulação de diversos estados de consciência, espe- cialmente no que diz respeito à natureza emocional das pessoas. Como o equilíbrio emocional interior depende parcialmente do perfeito funcio- namento dos chakras e dos corpos sutis, uma melhor compreensão dos chakras acabará nos proporcionando informações a respeito do modo pelo qual diferentes estados emocionais podem produzir doença ou bem-estar. FIM
  19. 19. Primeira Parte Capítulo 7 Os chakras do corpo áurico têm três funções principais: 1. Vitalizar cada corpo áurico e, assim, o corpo físico. 2. Provocar o desenvolvimento de diferentes aspectos da autocons- ciência. Cada chakra está relacionado com uma função psicológica especifica (nível etérico, emocional, mental, etc). (...) 3. Transmitir energia entre os níveis áuricos. Toda camada áurica tem seu próprio conjunto de sete chakras maiores, cada qual localizado no mesmo lugar do corpo físico. Como cada camada sucessiva existe em oitavas de frequência que aumentam cada vez mais, isso é possível. Para o quarto chakra, por exemplo, há realmente sete chakras, cada qual de uma faixa de fre- quência mais elevada do que a anterior. Esses chakras parecem estar aninhados dentro uns dos outros, como se fossem lentes que se encaixam. Cada chakra em cada camada mais elevada estende-se ainda mais no campo áurico (até a borda de cada camada áurica) e é ligeiramente mais largo do que o que lhe fica abaixo.3 exemplos
  20. 20. De acordo com o seu desenvolvimento, e as atividades, os chacras do corpo etérico possuem a função de bloquear as informações vindas do plano astral, quando estamos desdobrados. Estudos Dirigidos Os Chakras
  21. 21. Queremos dizer com isso que, existe a impossibilidade de transmitir à memória cerebral física de nossas lembranças, das experiências astrais, devendo-se ao desenvolvimento insuficiente dos chacras etéricos. Estudos Dirigidos Os Chakras
  22. 22. Muitas pessoas apesar de estarem despertas e conscientes no mundo espiritual, ao retornarem para o corpo físico, dificilmente conseguem lembrar o que se passou por lá, e isso é devido ainda ao desenvolvimento destes chacras. Estudos Dirigidos Os Chakras
  23. 23. E isso foi visto quando falamos sobre o “despertamento” dos chacras. Estudos Dirigidos Os Chakras
  24. 24. E este desenvolvimento, ou despertar, dos chacras não tem relação nenhuma com as qualidades morais. Pois os dois desenvolvimentos são distintos. Estudos Dirigidos Os Chakras
  25. 25. Queremos deixar aqui uma outra observação importante sobre os Chakras. Estudos Dirigidos Os Chakras
  26. 26. Alguns autores descrevem como sexto chakra principal o Sacro, e como vimos neste estudo falamos do Chakra Esplênico. Por isso, vários autores divergem na quantidade dos principais chakras, uns dizem serem sete e, outros, oito. Por isso, estamos esclarecendo isso a você! Estudos Dirigidos Os Chakras
  27. 27. Por exemplo, no site do IBBIS eles apresentam dez chakras, no qual denominam, como primordiais. São eles... Estudos Dirigidos Os Chakras Coronário Cerebral ou Frontal Ajna Laríngeo ou da Garganta Cardíaco Gástrico ou Solar Esplênico Umbilical Genésico ou Sexual (Básico) Fundamental Chakras Primordiais Cardíaco posterior (Umeral)
  28. 28. E dividem os Chacras em: mínimos, menores, maiores, secundários, principais e primordiais. Estudos Dirigidos Os Chakras Coronário Cerebral ou Frontal Ajna Laríngeo ou da Garganta Cardíaco Gástrico ou Solar Esplênico Umbilical Fundamental Chakras Primordiais Cardíaco posterior (Umeral) Genésico ou Sexual (Básico)
  29. 29. Os centros de força são fulcros energéticos, que, por automa- tismo adquirido na esteira milenar da evolução, regem os tri- lhões de células do corpo físico e igualmente as células em ou- tra faixa vibratória, do corpo etérico e astral, imprimindo em cada unidade os impulsos construtivos ou destrutivos da cons- ciência imortal. Existem nas várias camadas multidimensionais ou corpos, interagindo e se correlacionado, formando uma ca- deia de recepção, armazenamento e emissão de energias su- tis, oriundas de cada individualidade e do oceano infinito onde vivemos, nos movemos e existimos. São encontrados às cente- nas em todo o nosso complexo fisiopsíquico, mas aqui, desta- camos apenas os primordiais classificando em dez, (...)
  30. 30. Além das atribuições fisiológicas, os centros vitais também desempenham funções psíquicas e estão relacionados com cer- tas capacidades de percepções, sendo núcleos importantíssi- mos em vários processos mediúnicos. Isso porque os chakras formam uma rede complexa de assimilação, armazenamento e emissão de vibrações ou energias mentais ou sutis, e hoje, pe- los conceitos da física quântica, não só a energia, mas até a matéria pode ser descrita como informação ou como um gran- de pensamento. Os centros de força seriam por assim dizer os portais dimensionais por onde fluiriam as correntes mentais que assimilamos e emitimos em regime de reciprocidade ou sintonia durante as diversas manifestações medianímicas.
  31. 31. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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