08.01 A Aura I 20 jan 2015

588 visualizações

Publicada em

08.01 A Aura I 20 jan 2015

Publicada em: Espiritual
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
588
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
23
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

08.01 A Aura I 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos A Aura Vamos falar aqui sobre a Aura.
  2. 2. Primeira Parte Capítulo 7 Existem, por conseguinte, localizações específicas, no interior do nosso sistema de energia, para as sensações (etérico), as emoções (astral/emocional), os pensamentos (mental), as lembranças e para outras experiências não-fisicas (corpos mais superiores) que costu-mamos confiar aos nossos médicos e terapeutas. Se compreender-mos o modo com que nossos sintomas físicos se relacionam com essas localizações, ser-nos-á mais fácil compreender a natureza das diferentes enfermidades e também a natureza da saúde e da doen-ça. Dessa forma, o estudo da aura pode ser uma ponte entre a medi-cina tradicional e nossas preocupações psicológicas. Vemos assim então, através deste pequeno texto, da curadora Barbara Ann Brennan, que a Aura é composto de todos os corpos espirituais. E conforme a sua localização, poderemos identificar em que corpo (camada) existe a enfermidade, o problema. Onde achamos estar afetando, e apenas relacionado, ao corpo físico!
  3. 3. Quarta Parte Capítulo 15 Muito mais do que um meio ou um campo, a aura é a própria vida. Cada camada é um corpo, tão real, tão vivo e tão ativo quanto o corpo físico. Cada corpo existe numa realidade consciente que, de certas maneiras, semelha e, de outras, dessemelha a realidade física. Em certo sentido, cada camada existe num mundo próprio, mas esses mundos estão interligados e imersos no mesmo espaço em que experimentamos a realidade física. FIM
  4. 4. (...) Nenhuma distinção se faz entre as camadas, que parecem estar misturadas umas dentro das outras e agir juntas na maioria das interações descritas. Na maior parte do tempo experimentamos nossas emoções inferiores, processos bási- cos de reflexão e sentimentos interpessoais misturados e confusos. Não somos muito bons no distinguí-los em nós mesmos. Um pouco dessa mistura chega até a aparecer na aura. Muitas vezes o corpo mental e o emocional parecem agir como uma forma confusa. Primeira Parte Capítulo 7 A Percepção do Campo (da aura) Urge lembrar que, quando abre sua visão clarividente, você provavelmen- te, só percebe as primeiras camadas da aura. E é provável também que não seja capaz de distinguir entre elas, pois só verá cores e formas. À medi- da que progredir, porém sensibilizar-se-á para frequências cada vez mais al- tas, de modo que poderá perceber os corpos mais elevados. Também será capaz de distinguir camadas e focalizar a camada da sua escolha. CONTINUA (...) através do processo terapêutico ou de qualquer outro proce- sso de crescimento, as camadas do nosso ser se tornam mais distin- tas. O cliente é muito mais capaz de distinguir entre emoções bási- cas, processos de reflexão e as emoções mais elevadas do amor incondicional associadas aos níveis áuricos superiores.
  5. 5. Primeira Parte Capítulo 7 A distinção se faz por meio do processo de compreensão das rela- ções de causa e efeito (...). Ou seja, o cliente começa a compre- ender como o seu sistema de crenças influi nas ideias no corpo mental, e como isso, por seu turno, influi nas emoções, depois no etérico e, finalmente, no corpo físico. A Percepção do Campo (da aura) FIM Com essa compreensão, podemos distinguir entre as camadas do cam- po áurico, que se tornam realmente mais claras e mais distintas à propor- ção que o cliente se torna mais claro, com maior auto-compreensão entre sensações físicas, sentimentos emo- cionais e pensamentos, e age conse- quentemente.
  6. 6. Primeira Parte Capítulo 7 O Campo da Energia Humana é a manifestação da energia uni- versal intimamente envolvida na vida humana. Pode ser descrito como um corpo luminoso que cerca o corpo físico e o penetra, emite sua radiação característica própria e é habitualmente de- nominado “aura”. O CAMPO DA ENERGIA HUMANA OU A AURA HUMANA A aura é a parte do CEU associada a objetos. A aura humana, ou Campo da Energia Humana (CEH), é a parte do CEU associada ao corpo humano. Estribados (fundamentado, apoiado) nas suas observações, os pesquisadores criaram modelos teóricos que di- videm a aura em diversas camadas. Essas camadas, às vezes, chamadas corpos, se interpenetram e cercam umas às outras em camadas sucessivas. Cada corpo se compõe de substâncias mais finas e de “vibrações” mais altas à medida que se afasta do corpo físico. CEU – Campo de Energia Universal – Na Doutrina dos Espíritos é denominado Fluido Cósmico Universal. FIM
  7. 7. Multicolorida Ouro Azul-claro Multicolorida opalescente Primeira Parte Capítulo 7 A Aura normal
  8. 8. “O processo de fundir-nos com as coisas que nos cercam é outra ma- neira de descrever a experiência de uma percepção ampliada. “Voltemos a considerar, por exemplo, a vela e sua chama. “Normalmente nos identificamos com um corpo (a cera e o pavio) dotado de consciência (o fogo). Quando ingressamos num estado de consciência ampliada, vemo-nos também como a luz que vem da chama. Onde começa a luz e onde termina a chama? Parece haver ali uma linha divisória, mas onde está ela exatamente quando olhamos mais de perto? A chama é completamente penetrada pela luz. “A luz da sala, que não provém da vela (mar de energia), penetra a chama? Penetra. Onde começa a luz da sala e onde termina a luz da vela? De acordo com a física, não há limite para a luz de uma vela, que se estende ao infinito. Onde fica, então, o nosso limite final? Segundo minha experiência da Alta Percepção Sensorial, resultante de uma consciência ampliada, não existe limite.” Primeira Parte Capítulo 1 Os termos usados acima, como: Alta Percepção Sensorial, estado de consciência ampliada e percepção ampliada serão vistos ao longo destes nossos estudos. FIM
  9. 9. Imagem Fonte: www.ibbis.org.br Nesta imagem ao lado temos uma representação da Aura. Retirado do site do IBBIS. A Aura. Corpo Físico Corpo Etérico Corpo Astral Corpo Mental Corpo Causal Chakras camada fina cinza azulada camadas rosas camadas amarelas camadas violetas
  10. 10. Imagem Fonte: www.ibbis.org.br A Aura. A Aura na verdade está representada, ao lado, pela composição de todos os corpos espirituais, com suas respectivas colorações. Corpo Físico Corpo Etérico Corpo Astral Corpo Mental Corpo Causal Chakras camada fina cinza azulada camadas rosas camadas amarelas camadas violetas
  11. 11. Imagem Fonte: www.ibbis.org.br A Aura. O site nos dá uma informação: “as repetições de algumas camadas foi a tentativa de mostrar a expansão e contração do nosso complexo, sob a regência das irradiações do Espírito imortal.” Corpo Físico Corpo Etérico Corpo Astral Corpo Mental Corpo Causal Chakras camada fina cinza azulada camadas rosas camadas amarelas camadas violetas
  12. 12. Mais imagens de Auras... Fonte: Google Imagens
  13. 13. Mais imagens de Auras... Fonte: Google Imagens
  14. 14. Segunda Parte Capítulo 4 “No período compreendido entre os últimos quinze e vinte anos (...), quase todos estávamos começando a usar tais conceitos (ela fala sobre a Teoria de Campo e a interação entre eles) na descrição de nossas interações pessoais. Estamos começando a admitir que nós mesmos somos compostos de campos. Sentimos outra presença na sala sem ver nem ouvir ninguém (interação de campo); falamos em boas ou más vibrações, em mandar energia para os outros, ou em ler os pen-samentos dos outros. Sabemos imediatamente se gostamos ou não de alguém, se nos daremos bem ou mal com esse alguém. Esse “saber” pode ser explicado pela harmonia ou desarmonia de nossas interações de campo.” Barbara Ann Brennan FIM
  15. 15. Segunda Parte Capítulo 4 Verifica-se grande dose de interação entre as pessoas no nível astral. Grossas bolhas de cor de várias formas movem- se, rápidas, de um lado a outro da sala, entre as pessoas. Algumas são muito agradáveis e outras o são muito menos. Você pode sentir a diferença. Você pode sentir-se constran- gido por causa de alguém do outro lado da sala que, apa- rentemente, nem sequer se deu conta da sua presença; em outro nível, contudo, muita coisa está acontecendo. Tenho visto pessoas de pé, ao lado uma da outra, no meio de um grupo, fingindo não dar pelas respectivas presenças, quan- do, no nível da energia, se verifica plena comunicação, com grandes quantidades de formas de energia movimentadas entre elas. Você mesmo, sem dúvida, já experimentou isso, sobretudo entre homens e mulheres. Não se trata apenas da linguagem do corpo; há um fenômeno energético real que pode ser percebido. Quando um homem ou uma mulher, por exemplo, imaginam estar fazendo amor com al- guém, digamos, num bar ou numa festa, produz-se um verdadeiro teste nos campos da energia para averiguar se os campos são síncronos e se as pessoas são compatíveis. FIM
  16. 16. Quando o bebê fixa a atenção num objeto no plano físico, a aura se torna tensa e brilhante, sobretudo ao redor da cabeça. Terceira Parte Capítulo 8 Depois, à proporção que essa atenção se dissi- pa, a cor da aura desaparece gradualmente; entretanto, preserva parte da experiência em forma de cor da aura. Cada experiência acrescenta um pouco de cor à aura e lhe realça a individualidade. Dessarte (assim), o trabalho de construção da aura também prossegue e continua dessa ma- neira por toda a vida, de modo que todas as experiências de vida de uma pessoa podem ali ser encontradas. FIM
  17. 17. Terceira Parte Capítulo 11 A aura é realmente o “elo que faltava” entre a biologia e a medicina física e a psicoterapia. É o “lugar” em que se localizam todas as emoções, pensamentos, lembranças e padrões de comportamento que discutimos sem parar na terapêutica. Não estão apenas suspensos em algum lugar de nossa imaginação, senão localizados no tempo e no espaço. Pensamentos e emoções movimentam-se entre as pessoas no tempo e no espaço através do campo da energia humana, e seu estudo é o modo de se conseguir um instrumento para lidar com essa atividade. À medida que me tomei mais hábil em ver a aura, comecei a tentar correlacionar meus achados com o estado pessoal de cada sujeito. Concluí então que as pes- soas ostentam cores vivas quando empenhadas em sentimentos ou ações. Quan- do estão quietas, o campo áurico volta a um estado “normal” estável. FIM
  18. 18. “Vi que o campo de energia está intimamente associado à saúde e ao bem-estar da pessoa. “Em compensação, a pessoa saudável mostra cores brilhantes, que fluem com facilidade num campo equilibrado.” “Essas cores e formas são peculiares a cada doença. “Se esta não for sadia, o mal se evidenciará no campo de energia como um fluxo desequi- librado de energia e/ou uma energia estag- nada que deixou de fluir e aparece com cores escurecidas. Primeira Parte Capítulo 1 FIM
  19. 19. A cor azul geralmente se transforma numa cor amarela em torno da cabeça, a uma distância aproximada de três ou quatro polegadas (76,17 ou 101,56 mm). Existem, de ordi- nário, jorros do azul mais claro vindos das pontas dos dedos das mãos e dos pés e do cocuruto da cabeça. Descobri que a maioria das pessoas é capaz de ver os jorros saindo das pontas dos dedos com alguns minutos de prática e instru- ções precisas. Conquanto esses jorros sejam azuis na maior parte do tempo, suas cores variam nas áreas vermelhas e purpúreas também. Podem ser de qualquer cor. Terceira Parte Capítulo 11 De um modo geral, descobri que a aura “normal” ou “quiescente” se pare- ce como a figura abaixo. Uma camada pulsante púrpura-azulada, escura ou clara, sai um quarto de polegada (6,34 mm) até uma polegada e meia (38,08 mm) para fora da pele. Pulsa constantemente a uma velocidade aproximada de 15 pulsações por minuto. As pulsações costumam produzir um movimento ondulado, que desce pelos braços, pelas pernas e pelo tronco. A princípio, ela é cercada de uma camada nevoenta, entre o azul-claro e o cinzento, muito mais brilhante perto do corpo, mas que se vai dissipando à proporção que aumenta a distância do corpo. FIM
  20. 20. Terceira Parte Capítulo 11 Se a pessoa tiver um sentimento forte, sua aura quiescente será, de re- pente, impregnada de outra cor e de outra forma correlacionadas com o seu estado emocional. A seguir, depois que os tons do sentimento se esmaecem, a aura recupera a aparência original. O período de tempo que isso dura varia com o individuo e depende de diversos fatores. Se a pessoa não liberou o sentimento, este permanecerá em sua aura (geralmente desmaiado) até que ela o faça. Se ela liberar parte do sentimento, essa parte será liberada. As cores e formas podem brilhar rapidamente e sair do campo áurico, ou podem simplesmente dis- sipar-se por um período que vai de poucos minutos a algumas semanas. Elas podem até receber outra cor sobre a primeira ou ser mascaradas por outras cores e formas, num efeito de várias camadas. Algumas formas, (...), ficam na aura anos a fio. Todo pensamento, todo sentimento e toda experiência que uma pessoa tem influi na sua aura e a modifica. Alguns efeitos perduram para sempre. FIM
  21. 21. Vamos ver a seguir uma descrição de uma pessoa muito zangada. Relatado pela curadora Barbara Ann Brennan. Estudos Dirigidos A Aura
  22. 22. Como será que a aura desta pessoa se apresenta? Vamos ver... Estudos Dirigidos A Aura
  23. 23. “(...) será capaz de enxergar uma névoa vermelha em torno dessa pessoa. Se quiser descobrir o que está acontecendo com ela num nível mais profundo, poderá localizar a causa da zanga, não só no presente, mas também no modo com que ela se relaciona com a experiência da infância e com os país. Debaixo da névoa vermelha, aparecerá uma substância cinzenta, densa, semelhante a um fluído, que transmite uma tristeza pesada. “Focalizando a essência dessa substância cinzenta, você, provavel- mente, será capaz de ver a cena infantil que originou esse sofrimento profundamente enraizado. Verá também como a zanga faz mal ao corpo físico. Verá que a pessoa costuma reagir com raiva a certas situações, quando talvez fosse mais útil liberar o choro para pôr fim à situação. (...) Primeira Parte Capítulo 1 FIM
  24. 24. Terceira Parte Capítulo 11 Uma pessoa zangada apresenta uma cor ver- melho-escura. Quando a zanga se manifesta, desprende-se da pessoa em forma de jatos de luz feito relâmpagos ou centelhas redondas, que se alongam do corpo, como mostra ao lado. Vi tudo isso muitas e muitas vezes em grupos e sessões. Em compensação, na figura ao lado, temos um exemplo em que a pessoa não liberou a raiva nem a dor. Assim que o ponto vermelho emergiu da área da garganta, movimentou-se lentamente para fo-ra. Um momento depois, o líder do grupo dirigiu-lhe um comen-tário que me pareceu capaz de magoar. Nesse instante a mancha vermelha recuou depressa, movendo-se na direção do seu corpo, e entrou na área do coração. Quando lhe atingiu o coração, ela se pôs a chorar. O choro não era do tipo catártico, senão do tipo: “po-bre de mim, que sou a vitima”. Minha interpretação do aconteci-mento foi que ela apunhalou o próprio coração com a sua raiva. FIM
  25. 25. Vamos ver outras descrições de auras. Estudos Dirigidos A Aura
  26. 26. A Figura ao lado mostra a aura normal de um ho- mem. Terceira Parte Capítulo 11 Quando ela canta, sua aura se expande e ilumina. Lampejos brilhantes, semelhantes a relâmpagos, e centelhas de coloração azul-violeta iridescente co- meçam a partir logo após o movimento de inalação, antes que ele encete cada novo verso. À proporção que o público se torna mais atento, a aura geral se expande. Grandes arcos de luz se estendem do can- tor para o público, e as duas auras se ligam. Formas mútuas principiam a ser construídas, à medida que fluem sentimentos entre o ar- tista e o público. Essas formas de consciência de energia relacionam-se, na estrutura e na cor, com os pensamentos e sentimentos mútuos do grupo e com a música que está sendo criada. Terminado o canto, as formas são desligadas e quebradas pelos aplausos, que atuam como um apagador, que limpa o campo para a criação seguinte. Tanto o artista quanto o público são ativados pela absorção da energia criada pela música. Parte da energia será interiori- zada para romper obstruções mantidas no corpo, e parte será utilizada na criação seguinte. FIM
  27. 27. Terceira Parte Capítulo 11 Quando outra pessoa discorre sobre o seu tema favorito, sua aura se expande e tor- na-se amarelo-ouro com centelhas auri- argênteas ou azuis iridescentes, quais se vêem na figura ao lado. Ocorre o mesmo fenômeno do orador e seu público, desta feita com ênfase dirigida às energias men- tais, que se apresentam com a cor amarelo-ouro. Após a palestra, sua aura continua ampliada por algum tempo, visto que ele exulta com o trabalho feito. Registrou-se um intercâmbio de consciência da ener- gia. Parte do público vibra, agora, mais no seu nível. A figura ao lado mostra a aura de um homem que fala com paixão sobre educação. Os que o ouvem pegarão provavelmente um pou- co da sua cor, entre castanho e cor-de-rosa. Isso ocorre por um processo de elevação das próprias vibrações ao seu nível através da indução harmoniosa. Fulge o amor como suave e bela rosa na aura e, às vezes, também campeia laivos de ouro. Os sentimentos espirituais têm uma série de cores: azul para o que fala a verdade, púrpura para a espiritualidade e ouro argênteo para a pureza. FIM
  28. 28. Terceira Parte Capítulo 11 As pessoas, às vezes, irradiam cores semelhantes às que gostariam de ostentar. A figura ao lado mostra uma mulher depois de dirigir uma aula de energética do núcleo (aula de exercício físico con- centrada em exteriorizar sentimentos que ajudem os alunos a compreender sua psicodinâmíca). O verde, que ela usa amiúde, está associado à saúde física e à cura. Em outro exemplo, na figura ao lado, um homem irradia com frequência a cor lilás, que corresponde a uma das suas camisas favoritas. Essa cor parece corresponder nele a sentimentos de amor e à sua- vidade. FIM
  29. 29. Terceira Parte Capítulo 11 Estes são apenas alguns exemplos de como o campo da energia humana está inerente- mente ligado a tudo o que vemos ocorrendo num nível puramente físico e psicológico. O medo, por outro lado, assume na aura uma aparência espinhosa, cin- zento-esbranquiçada, como em “branco de medo”. Tem o aspecto de- sagradável e um cheiro repulsivo. A inveja parece escura, de um verde sujo e pegajoso, como em “verde de inveja”. A tristeza é cor de cinza, escura e pesada, como nas histórias em qua- drinhos de pessoas que têm nuvens torvas sobre a cabeça. A frustração e a irritabilidade assumem provavelmente tons avermelha- dos escuros (vermelho de raiva), mas são sobretudo aparentes por suas vibrações irregulares, que batem de encontro ao campo da energia de outra pessoa, provocando sensações muito desagradáveis. Nossos amigos costumam reagir a essa interferência tentando elidir (omitir) uma expres- são direta de sentimentos negativos, muito mais agradáveis de se contatarem. Alguém perguntará, por exemplo: “Você está zangado?” E o outro deixará escapar, exacer- bado: “Não!” Dessa maneira, libera-se um pouco dessa interferência aborrecida. FIM
  30. 30. Terceira Parte Capítulo 11 “Quando Susan chegou à sessão, certa manhã, mostrava-se aparentemen- te muito feliz e alegre. Falou sobre a semana que passara com o marido. Enquanto falava e gesticulava, atirou para cima uma nuvem cor-de-rosa e branca de “felicidade” (Figura abaixo). “Essa felicidade, contudo, estava servindo para encobrir sentimentos mais profundos, revelados pelo campo de energia. Minhas observações indica- ram a existência de uma obstrução, visível como uma mancha cinzenta escura no plexo solar (área do estô- mago), relacionada com o medo e outros sentimentos. “A obstrução secundária estava na testa (cinzento mais claro, indicativo de confusão mental), diretamente ligada à dor emocional no coração (vermelho). “Ela exibia muita atividade mental (alta energia) dos lados da cabeça (amarelo). E evidenciava também muita energia vital, de natureza sexual, vibrante, na pelve (vermelho-alaranjado).” CONTINUA
  31. 31. Terceira Parte Capítulo 11 “À medida que ela continuava a mover os braços e a falar alegremente, a- tirando para cima nuvens fofas, cor-de-rosa e brancas, a energia amarelo- brilhante, que se irradiava dos lados da cabeça, entrou a encobrir ou mas- carar a área do problema cinzento na testa. “Ela procurava literalmente convencer-se de que estava feliz mascarando a energia cinzenta com a energia amarela (mental). Quando descrevi o que eu estava vendo, ela deixou ime- diatamente de criar a “falsa” nuvem cor-de-rosa. A área cinzenta na cabe- ça recuperou a extensão original. “A serenidade de Susan transformou-se em medo e dor emocional. Em seguida, ela confessou o que estava realmente acontecendo. (...)” FIM
  32. 32. Vamos ver agora uma descrição de uma pessoa que fez uso de droga. Estudos Dirigidos A Aura
  33. 33. Terceira Parte Capítulo 11 Drogas como o LSD, a maconha, a cocaí- na e o álcool prejudicam as cores bri- lhantes e saudáveis da aura e criam o “muco etérico”, exatamente como faz a doença. A figura ao lado mostra o efeito da ina- lação de cocaína sobre a aura da pes- soa. Todas as vezes que ela cheirava cocaína no sábado à noite, na sessão das tardes de terça- feira apresentava uma porção de muco etérico cinzento, pegajoso, no lado direito do rosto e da cabeça, ao passo que o lado esquerdo continuava relativamente claro. Perguntei-lhe se usava mais uma narina do que a outra; ela achava que não. Minhas repetidas confron- tações — eu poderia dizer todas as vezes que ela o fazia — e uma descrição vivida do seu “muco etérico” ajudaram-na a suspender o hábito. FIM
  34. 34. Além do que vimos, até agora, a aura também consegue impregnar os ambientes com a sua energia. Vejam isso a seguir. Estudos Dirigidos A Aura
  35. 35. Terceira Parte Capítulo 8 Os adultos (além das crianças) também impregnam seu espaço com a própria energia. Esses espaços psíquicos são ninhos seguros em que as pessoas podem viver e ter o seu ser. Tente sentir os espaços psí-quicos que os outros criam. Você pode aprender muita coisa com eles – tanto a respeito de si mesmo quanto do dono do espaço. Basta que você comece a afinar-se com os espaços que visita regularmente. En- tre na sala do seu amigo. Como se sente? Gosta dela? Quer ficar ai ou prefere sair? Se tiver filhos, vá ao quarto de cada um deles. Sinta a diferença da energia em cada quarto. Como se ajusta ela ao seu filho? Que parte dele expressa? A cor é a cor certa para ele, ou é uma cor que você lhe impôs ao espaço? Pense nisso. Tente fazer o mesmo com as diferentes lojas em que entra. Eu, pessoalmente, acho impossível permanecer em algumas lojas por causa da energia que delas emana. FIM
  36. 36. Veja agora o que ela fala sobre a importância de compreendermos a estrutura de nossa aura. Alteramos o texto, para o futuro, o dia em que o homem começar a estudar mais sobre o assunto e, com isso, a buscar entender o funcionamento de seu(s) corpo(s). Estudos Dirigidos A Aura
  37. 37. “Nossas vidas começarão a modificar-se de maneiras que nunca teríamos esperado. Compreende(re)mos a relação entre causa e efeito; Ve(re)mos que nossos pensamentos influem em nossos campos de energia, os quais, por seu turno, influem em nosso corpo e na nossa saúde. Descobri(re)mos que podemos redirigir nossa vida e nossa saúde. Descobri(re)mos que criamos nossa própria experiência da realidade através desse campo. O Campo de Energia Humana (aura) é o meio por cujo in- termédio têm lugar as nossas criações, e pode ser, portan- to, a chave para descobrir como ajudamos a criar a nossa realidade e como poderemos modificá-la, se assim o dese- jarmos. Torna-se-á o meio pelo qual encontra(re)mos maneiras de chegar ao interior do nosso ser mais profundo, a ponte para a nossa alma, para a nossa vida privada interior, para a cen- telha do divino que cada um de nós tem dentro de si.” Primeira Parte Capítulo 2 FIM
  38. 38. Primeira Parte Capítulo 2 E finalizamos assim... ainda com suas palavras... “Quero animá-lo a mudar o seu “modelo” pessoal do que você é... “Você verá que seus atos e seus sistemas de crença afetam e ajudam a criar a sua realidade, para melhor e para pior. “Assim que você o enxergar, compreenderá que tem o po- der de alterar as coisas que não gosta e de relevar as de que gosta em sua vida. “Isso exige muita coragem, busca pessoal, trabalho e sin- ceridade. “Não é um caminho fácil, mas é, sem sombra de dúvida, um caminho que vale a pena.” FIM
  39. 39. Capítulo XI Da Aura Humana O nosso corpo físico e material é envolvido numa atmosfera fluídica, irradiando em volta de todos os indivíduos e interpenetrando-os, po- licroma, estabelecendo-se em cambiantes ricamente coloridos e deli- cadamente matizados, umas vezes concêntricos, outras vezes num turbilhão arcoirisado, irregularmente ovóide, de diâmetro e luminosi- dade variáveis, sendo constituída por vibrações das diferentes cama- das do perispírito. É a aura humana. A aura é o espelho mágico onde se vão refletir todos os nossos estados de consciência, desde os mais abnegados rasgos de altruísmo até a mais degradante e abjeta perversão moral; desde os clarões rutilantes do gênio aos trêmulos e vagos lampejos da embrionária intelectuali- dade do selvagem. Ali se incrustam, como pinceladas, mais ou menos indeléveis, as negruras e estigmas dos nossos vícios e paixões animalizados, assim como as radiantes luminosidades da nossa elevação e progresso moral, inscrevendo nas matérias astral e mental, altamente quintes- senciada, todo o drama trágico das nossas emoções e sentimentos, e ainda todo o pro- gresso intelectual concreto e abstrato. CONTINUA
  40. 40. Todo o dinamismo anímico tem ali a sua sede, e a luz — Eterna Luz — é a sua linguagem e expressão, e o índice seguro da sua evolução moral e mental. Capítulo XI Da Aura Humana Os videntes, por vezes, ficam como ofuscados ao pretenderem enfren- tar as auras aurifulgentes das entidades elevadas na Hierarquia espiri- tual cósmica. Cromaticamente, as auras podem ir da opacidade e negrura da noite caliginosa à luminosidade luarina, e, para os eleitos, atingir mesmo o resplendor solar. A leitura e interpretação das auras, quer de encarnados, quer de desencarnados, demanda algum estudo e muita experiência, quando pretendamos entrar nos seus pormenores e minúcias e descer aos seus matizes mais recônditos e misteriosos. Mas para aquilatar do seu grau evolutivo moral e intelectual, e, sobretudo, da tendência para o bem ou para o mal, a tarefa simplifica-se em extremo, pois tudo se resume no grau de luminosidade e nas cores fundamentais predominantes, já hoje admirável catalogadas por alguns experimen-tadores: — Leadbeater, Hooker, C. Lancelin, Kerner, etc. FIM
  41. 41. Quinta Parte Capítulo 23 (raiva livre ou expressa) (raiva contida) (energia curativa, alimentadora) (capaz de comunicar-se bem)
  42. 42. Capítulo XI Da Aura Humana Relação de cores para as auras e formas-pensamentos Negro — ódio, ruindade, perversidade. Vermelho sanguíneo — sensualidade. Castanho — avareza. Alaranjado — orgulho, ambição. Carmezim, rosa — amor, dedicação desinteressada. Lilás — abnegação, altruísmo. Amarelo — intelectualidade. Castanho esverdeado — inveja, ciúme. Cinzento plúmbeo — abatimento profundo. Azul — sentimento religioso. Azul cobalto — dedicação a um nobre ideal espiritual. Azul lilás luminoso - elevadas e puras aspirações espirituais FIM Aqui, na Terra, a palavra mascara o sentimento, reinando a hipocrisia e a astúcia; mas no Mundo Astral — pensamentos, sentimentos e intenções — são transparentes como cristal através das nossas auras. Toda a mecânica astral é tecida de vibrações, mais ou menos luminosas, com significação própria e determinada, expressas nas respectivas cores das auras. Vermelho — cólera. Castanho cinzento — egoísmo. Cinzento lívido — medo, pavor, receio.
  43. 43. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

×