05.02 O Corpo Mental II 20 jan 2015

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05.02 O Corpo Mental II 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos O Corpo Mental Voltamos com o nosso assunto...
  2. 2. Capítulo 12 Corpo Mental Características do Corpo Mental... O corpo mental caracteriza-se por ser disforme, ou seja, não mantém a forma do corpo humano, como o psicossoma (corpo astral). Geralmente, no plano mental, apresenta-se como um corpo ovalado, nebuloso e extremamente luminoso. Manifesta-se no plano ou dimensão mental, acima do alcance dos sentidos humanos. É imperceptível aos sentidos humanos porque transcende a forma e o espaço conforme são percebidos pelo ser humano. FIM O corpo mental está associado à função intelectiva. (A função intelectiva é a do pensamento, dos processos mentais: percepção de impressões, formação de representações e conceitos, raciocínio, comparação, negação, formação de palavras, linguagem, entre outros exemplos.)
  3. 3. Capítulo 15 O Pensamento e as Contaminações Fluídicas Apesar de o cérebro ser umas das partes mais complexas e intrigantes do organismo humano, ele não produz o pensamento, à semelhança de certas glândulas, que, por sua vez, segregam hormônios. O cérebro é apenas o con- tinente, a consciência é o conteúdo. Devido à sua consciência, o homem é muito mais importante do que a soma de suas partes. A consciência e o pensamento assumem relevância e superam o papel desempenhado pelo cérebro – veículo que a consciência utiliza para manifestar-se. FIM
  4. 4. O espírito, o eu superior ou consciência plena aciona pelo pensamento os intricados mecanismos da mente, atuando no psicossoma e no duplo etérico ou no corpo físico, conforme a modulação das ondas mentais geradas na intimidade. Capítulo 06. O Estudo da Mente. Sob essa ótica, a mente é a base sobre a qual o espírito manifesta seu intelecto e promove no mundo as modificações necessárias ao progresso. Pela mente, o ser plasma sua própria atmosfera e seus sentimentos, im- primindo em si mesmo a máscara do egoísmo, do pessimismo e do terror, ou expressa-se pelo otimismo, nos planos mais sutis. Sua atitude mental é fator determinante na própria evolução e na do mundo. Pela mente, o espírito exprime-se com o pensamento através de ondas e raios, corpúsculos mentais ou imagens; o corpo astral ou emocional, equivalente, na terminologia espírita, ao Perispírito, sente e deseja, enquanto o corpo físico atua e executa no mundo das formas. FIM
  5. 5. Temos então aqui ao lado a projeção do corpo mental! Estudos Dirigidos O Corpo Mental
  6. 6. Aqui vemos uma outra projeção do corpo mental, envolta do corpo físico. Estudos Dirigidos O Corpo Mental
  7. 7. Estudos Dirigidos O Corpo Mental Nosso corpo mental não tem a forma humana. Porém, quando adquirimos a capacidade (pela evolução) de nos desdobrarmos com este corpo, plasmamos a nossa forma humana para percorrermos livremente através do plano mental.
  8. 8. Nesta projeção ao lado, temos a representação do Corpo Mental Inferior, com os demais corpos inferiores. Estudos Dirigidos O Corpo Mental Corpo Mental Corpo Astral Corpo Físico Corpo Etérico Fonte: www.ibbis.org.br
  9. 9. É onde reside a inteligência, mentalidade, reflexão, raciocínio, associação de ideias, percepção. Este é o corpo onde estão as energias criadas pelos nossos pensamentos. Estudos Dirigidos O Corpo Mental Corpo Mental Corpo Astral Corpo Físico Corpo Etérico Fonte: www.ibbis.org.br
  10. 10. E nesta projeção ao lado, temos a representação do Corpo Mental Superior ou Corpo Causal, com os demais corpos inferiores. Estudos Dirigidos O Corpo Mental Corpo Causal Corpo Mental Corpo Astral Corpo Físico Corpo Etérico Fonte: www.ibbis.org.br
  11. 11. O Corpo Mental. É onde reside a vontade, desejos, força, imaginação, determinação. Este é o corpo onde estão as energias criadas pela nossa vontade, desejos, força, imaginação, determinação. Estudos Dirigidos O Corpo Mental Corpo Causal Corpo Mental Corpo Astral Corpo Físico Corpo Etérico Fonte: www.ibbis.org.br
  12. 12. O Corpo Mental. Estudos Dirigidos O Corpo Mental Corpo Causal Corpo Mental Corpo Astral Corpo Físico Corpo Etérico Fonte: www.ibbis.org.br O espírito Joseph Gleber diz que “(...) o corpo mental é o responsável pela manifestação do intelecto e dos sentimentos, o psicossoma (corpo astral), por estar mais perto vibratoriamente do corpo físico e do duplo etérico, é o responsável pelas emoções, daí ser classificado por esoteristas e espiritualistas como corpo emocional.”
  13. 13. “Toda percepção é mental.” “Ainda mesmo no campo de impressões comuns, embora a criatura empregue os ouvidos e os olhos, ela vê e ouve com o cérebro, e, ape- sar de o cérebro usar as células do córtex para selecionar os sons e imprimir as imagens, quem vê e ouve, na realidade, é a mente. Todos os sentidos na esfera fisiológica pertencem à alma, que os fixa no corpo carnal, de conformidade com os princípios estabelecidos para a evolução dos Espíritos reencarnados na Terra.” “Surdos e cegos na experiência física, convenientemente educados, podem ouvir e ver, através de recursos diferentes daqueles que são vulgarmente utilizados.” “Em suma, nossa mente é um ponto espiritual limitado, a desenvolver-se em conhecimento e amor, na espiritualidade infinita e gloriosa de Deus.” FIM Capítulo 12 Clarividência e Clariaudiência
  14. 14. “O espírito humano lida com a força mental, tanto quanto maneja a eletricidade, com a diferença, porém, de que se já aprende a gastar a segunda (eletricidade), no transformis- mo incessante da Terra, mal conhece a existência da pri- meira (força mental), que nos preside a todos os atos da vida.” “A rigor, portanto, não temos círculos infernais, de acordo com os figurinos da antiga teologia, onde se mostram indefi- nidamente gênios satânicos de todas as épocas e, sim, esfe- ras obscuras em que se agregam consciências embotadas na ignorância, cristalizadas no ócio reprovável ou confundidas no eclipse temporário da razão. Desesperadas e insubmissas, criam zonas de tormentos reparadores. Semelhantes criaturas, no entanto, não se regeneram à força de palavras.” “Necessitam de amparo eficiente que lhes modifique o tom vibratório, elevando-lhes o modo de sentir e pensar.” Capítulo 1. Ouvindo Elucidações. FIM Ministro Flácus
  15. 15. Capítulo 4. Numa Cidade Estranha. O registro de nossa vida opera-se em duas fases distintas, perseverando no exterior, através dos efeitos de nossa atuação em criaturas, situações e coisas, e persistindo em nós mesmos, nos arquivos da própria consciência, que recolhe matematicamente todos os resultados de nosso esforço, no bem ou no mal, ao interior dela própria, O espírito, em qualquer parte, move-se no centro das criações que desenvolveu. Instrutor Gúbio FIM
  16. 16. Capítulo 12. Petitinga tocou-lhe o chakra cerebral, impondo-lhe com energia e doçura: – François-Piérre (nome do passado), recorde-se... do dia... Recorde-se (narra alguns fatos do ocorrido) Recorde-se... Volte ao passado... O paciente, tomado de angústia indefinível, gritou, estentórico: – Recordo-me! Revejo-me... FIM
  17. 17. Capítulo 17. (...) o Mentor propôs, em um transe superficial hipnótico, que ele (o espírito obsessor) recuasse. A palavra doce e profunda penetrou-lhe nos arquivos do inconsciente, direcionando-o a determinado período próximo, e ele exclamou: – Vejo-me em uma furna sombria... FIM
  18. 18. Capítulo 23. Aproximou-se do celerado (malvado, perverso), e em tom enérgico, indu- ziu-o ao sono da consciência, a fim de que pudessem despertar os arqui- vos do inconsciente profundo, onde estavam registrados os acontecimen- tos a que se reportava... FIM
  19. 19. No capítulo 12 do livro “Além da Matéria”, sobre a divisão do Corpo Mental, encontramos: “São subdivisões necessárias e importantes do corpo mental, a fim de que se entendam certos mecanismos de manifestação da consciência.” Vamos ver então, a seguir, como este corpo se manifesta... Estudos Dirigidos O Corpo Mental
  20. 20. O Corpo Mental se manifesta como: Mental Inferior ou Concreto Mental Superior ou Abstrato Tem a função intelectiva de englobar as per- cepções que sensibilizam os cinco sentidos comuns ao homem terreno. (A função intelectiva é a do pensamento, dos processos mentais: percepção de impressões, formação de representações e conceitos, raciocínio, comparação, negação, formação de palavras, linguagem, entre outros exemplos.) É o corpo cognitivo, cujo raciocínio é natural- mente seletivo e impressiona diretamente o sistema nervoso. Está diretamente relacionado à personalida- de encarnada. O mental inferior é conhecido também como mente objetiva, pois é o responsável pelo ra- ciocínio, o intelecto calculista e relaciona-se com as formas de vida física. Elabora e estrutura princípios e idéias abstratas, buscando a síntese e conclusões que definirão as ações do indivíduo. A mente espiritual é a responsável pelo racio- cínio criativo, e em sua intimidade são elabora- das as intuições para o progresso científico da humanidade. Sua estrutura superior capacita o corpo mental para a elaboração de teorias e de avaliações. Quando o mental superior está viciado e atra- vés dele o homem entra em conexão com os conceitos de poder temporal, domínio de cons- ciências, mando desmedido e tirania, esse cor- po fragmenta-se, adoece e perturba profunda- mente a personalidade. CONTINUA
  21. 21. O intelecto expresso na vida mental organi- zada é a marca da humanidade – o selo do homem em meio às manifestações da vida animalizada. Através da função intelectual o ser se expres- sa como indivíduo, pois já deve ter superado a fase das emoções, das paixões e dos instin- tos. Analisa, calcula e raciocina, proporcionando ao espírito a noção de ser e existir. Com o intelecto o homem consegue com- preender a sua relação com o mundo que o cerca, formando a consciência própria, reconhecendo-se como sujeito – o Eu. Essa dimensão da vida – o corpo mental in- ferior ou corpo do intelecto – é responsável pelo domínio das emoções. É conhecido como superconsciente nos regis- tros espíritas e é a fonte dos mais sublimes desejos, pensamentos e inspirações nobres e elevadas; representa a intuição pura. Assim como o conteúdo instintivo representa uma fase animal, emocional e os arquivos das Experiências milenares, o corpo mental supe- rior corresponde ao porvir, à inspiração. O conteúdo instintivo a que se refere o autor compreende alguns mecanismos orgânicos: as funções internas do orga- nismo, os cinco sentidos, as emoções físicas (sensação de dor ou prazer; interpretação de sabores e odores), os refle- xos, os risos e bocejos. Produz o elo de ligação com as forças que en- gendram o progresso do mundo. É dessa dimensão cósmica que o ser vivo ban- ha-se na fonte sublime da própria vida, traçan- do suas metas quanto ao futuro. CONTINUA O Corpo Mental se manifesta como: Mental Inferior ou Concreto Mental Superior ou Abstrato
  22. 22. Utiliza-se das experiências adquiridas e ar- quivadas na fase instintiva da subconsciência de forma a canalizar os recursos aí armaze- nados para o crescimento. A consciência do corpo mental abrange um espaço muito reduzido, limitado, o que po- derá gerar uma deturpação da realidade. Como está inserido no contexto do aqui e agora, corre o risco de se exaltar diante dos Fenômenos do mundo das formas. Nesse ca- so o homem poderá sucumbir, deixando os conteúdos do instinto arquivados no sub- consciente predominarem sobre os atributos do corpo mental inferior, ou intelecto. A ação do campo mental inferior é interme- diária entre a dimensão espiritual propria- mente dita e a fase instintiva ou entre o cor- po emocional e o mental abstrato, superior. Quanto mais predomina o corpo mental supe- rior, menos força e influência exercem o con- teúdo instintivo do corpo emocional e a ação intelectiva do mental inferior. A atuação desse elemento divino representado Pela superconsciência supera os domínios do intelecto. De um lado, a força instintiva instiga o homem ao retorno às práticas inferiores, aos desejos e aos comportamentos antigos. De outro, a ação mais espiritual do corpo mental inspira-o a prosseguir desligando-se das emoções, da ma- téria e elevando-se cada vez mais à manifesta- ção plena do ser. O homem fica dividido entre os dois apelos, e a pressão exercida por essas forças e pelas influências do contexto reencar- natório e do mundo extrafísico é que forja seu caráter, sua identidade espiritual. FIM O Corpo Mental se manifesta como: Mental Inferior ou Concreto Mental Superior ou Abstrato
  23. 23. (...) a vida mental superior só será conquistada à medida que o ho- mem desfizer as algemas que o prendem às forças inferiores das pai- xões e das sensações puramente materiais. Capítulo 15 O Pensamento e as Contaminações Fluídicas FIM O espírito liberto da matéria pelo fenômeno da morte física de maneira alguma manifesta poderes mentais superiores se, antes, não os houver conquistado e desenvolvido nas experiências laboriosas em contato com a matéria. É a resistência às dores e aos sofrimentos, às intempéries da existência e às vicissitudes da vida social que forja a vontade firme, disciplinando assim o pensamento para a elaboração de material psíquico superior. Portanto, tanto para o espírito encarnado como para o desencarnado, o domínio do corpo mental e das criações mentais de natureza sublime é produto da peregrinação na vida material, onde o ser desenvolve o seu senso criador. As conquistas de um corpo mental superior dormitam na intimidade do espírito como pro- Duto de esforço individual – jamais são concedidas ao ser como privilégios injustificáveis ou dons imerecidos. Naturalmente que no mundo espiritual o ser encontra recursos para o desenvolvimento de seu corpo mental e das potencialidades que aí se encontram adormecidas, mas somente na prática, em contato com os problemas cotidianos que a vida material proporciona, é que o ser alcança êxito na elaboração do pensamento organizado, disciplinado e superior.
  24. 24. Capítulo 16 A Vida Mental e a Força da Palavra FIM NA ANÁLISE DA VIDA MENTAL, do potencial criador e das atividades do corpo mental, sabemos que toda força desencadeada pela mente pode se revestir de um vocabulário apropriado, que espelhe mais ou me- nos a qualidade e intensidade da forma-pensamento. Surge assim a palavra como expressão da vida mental, que se reveste do vocabulário para se manifestar no cotidiano. A palavra escrita ou falada expressa a própria natureza do pensamento criador e produz, pela vibração sonora, as transformações equivalentes à força mental e à qua- lidade do pensamento que lhe deu origem.
  25. 25. Vejam agora o que o espírito Joseph Gleber fala a respeito do efeito do desequilíbrio no Corpo Mental... “A fonte dos males ou das desarmonias que são conhecidas como enfermidades pode ser en- contrada em qualquer dos corpos de manifes- tação da consciência.” “Quando é o Corpo Mental que está desorganizado, as enfermidades se manifestam no campo psicoló- gico ou no mental, exigindo também grandes dis- pêndios de energia, a fim de reequilibrar o indivíduo.” Capítulo 03 Saúde, Enfermidade e Auto-Amor FIM
  26. 26. Capítulo 4 Holossoma MENTALSOMA Veículo de manifestação que, em nosso nível evolutivo, confunde-se com a própria consciência, já que até hoje não foi observada nenhu- ma forma de projeção em que a consciência abandonasse o mental- soma ou nenhuma forma de percepção ou manifestação que fosse além da dimensão mental. Este veículo já foi estudado por escolas orientalistas, entre elas a teosofia, com o nome de corpo mental. O mentalsoma é a sede primordial da consciência, origem dos atri- butos conscienciais do discernimento, lucidez, racionalidade e holo- memória. É o repositório central, primário, de todas nossas experiên- cias evolutivas. Este veículo transcende completamente as noções humanas de espaço, tempo, forma, emoção e sexo. Não é um corpo em si, pois não tem tamanho ou limites. Contudo, pode sediar a consciência durante projeções mentalsomáticas, nas quais, muitas vezes, o indiví- duo sente-se de consciência expandida (cosmoconsciência, samadhi, satori, nirvana), conectado profundamente com tudo e com todos, sendo conhecedor de todas as respostas e estando completamente livre de restrições. CONTINUA
  27. 27. Capítulo 4 Holossoma Em nossa sociedade humana patológica, observa-se ainda pouca atuação dos mentais somas em seu mais alto nível. As limitações evo- lutivas mais patentes neste planeta — reduzido nível de lucidez ou autoconscientização multidimensional, materialismo, egocentrismo, falta de universalismo, ausência de cosmoética, etc. — são, na verda- de, indicações da imaturidade do próprio mentalsoma. FIM
  28. 28. OS CORPOS DO HOMEM No plano físico atuamos com um corpo físico denso, formado de carne e ossos. Com ele podemos agir e influir no mundo material. Para esse corpo, formado de substâncias grosseiras (minerais, carbono e água) precisamos de uma contraparte energética que proporcione vida e energia a esse conglomerado de moléculas materiais. Para isso, existe o corpo físico ener- gético que ocupa o mesmo lugar no espaço e tem a função de transmitir vitalidade ao corpo denso. Por isso é também deno- minado corpo vital, corpo pránico (1), corpo etérico ou duplo (2) etérico. A nomenclatura varia conforme a escola filosófica. É deste corpo que se forma o ectoplasma, mencionado no espiritismo. (1) Prána é o nome sânscrito que designa qualquer tipo de energia, desde que manifestada biologicamente. (2) Chamado “duplo” porque reproduz com exatidão todos os órgãos do corpo físico denso; “etérico”, porque na época em que essa nomenclatura foi suscitada no Ocidente, supunha-se que o espaço sideral fosse preenchido por uma substância denominada éter. Numa oitava acima do corpo físico energético possuímos um corpo emocional, também chamado corpo astral ou corpo de desejos, destinado a atuar no plano emocional ou quarta dimensão. Como o seu nome sugere, é onde se processam as emoções. CONTINUA
  29. 29. OS CORPOS DO HOMEM Subindo mais na escala de sutilização, na próxima dimensão encontramos os corpos mental inferior (ou concreto) e superior (ou abstrato). Embora ambos se encontrem no nível que a no- menclatura ocidental convencionou chamar de mental, exercem atribuições bem diferentes. O mental concreto é a ferramenta utilizada para a visualização de imagens, sons, funções matemá- ticas e outras tarefas denominadas concretas e consideradas inferiores no âmbito da mente. É o aparato que permite ao homem desenvolver a tecnologia. Já o mental abstrato ou superior possui atributos subjetivos, tais como conceber nobres ideais ou elaborar complexas abstrações filosóficas. Ainda é muito pouco utilizado pelo Ser Humano. Em seguida vem o veículo intuicional, ou buddhi. É nele que se processa a meditação (ou intuição linear), um fenômeno de consciência expandida ao nível da superconsciência. Nesse patamar ocorrem os fenômenos de conhecimento direto, sem a interferência do intelecto, da lógica ou da razão. Finalmente, chegamos ao ápice da evolução humana, a Mônada, unidade indivisível, cerne da individualidade. Da Mônada provêm a vida em estado essencial e a consciência pura. Essa consciência e essa força vão descendo de um veículo mais sutil ao imediatamente mais denso e assim sucessivamente até chegar ao plano material que é o mais denso de todos, onde se situa o corpo físico. FIM
  30. 30. COMO A ENERGIA FLUI DE UMA DIMENSÃO PARA OUTRA Para quem está travando contato pela primeira vez com estes conceitos (o de termos vários corpos), vamos explanar de outra maneira. Todo o mundo reconhece que possuímos o corpo físico denso, pois ele está aqui, podemos vê-lo e tocá-lo. Mas também podemos facilmente reconhecer que seria inerte se não houves- se dentro dele uma energia, prána, que ocupa a mesma extensão e formato do corpo físico denso. Cada órgão físico denso possui uma contraparte física energética. Assim, temos um coração material e nele um outro coração formado só por energia vital; possuímos um fígado e no mesmo lugar um outro órgão idêntico só que constituído exclusivamente de energia. Os órgãos energé- ticos têm a função de transmitir energia aos seus homônimos densos. Pois bem, o organismo formado por esse prána é denominado corpo energético, ou pránico, ou vital, porque é composto de energia e essa energia é de natureza física. Também conseguimos compreender que todos temos uma emoção. O conjunto do meca- nismo emocional é denominado corpo emocional. Admitimos que temos uma mente. É o corpo mental. Outrora, pensava-se que a mente ficasse restrita ao cérebro. Hoje, sabe-se que a mente humana está em toda parte em que houver uma célula viva do seu organismo e até além dele. CONTINUA
  31. 31. FIM COMO A ENERGIA FLUI DE UMA DIMENSÃO PARA OUTRA O que vem depois do corpo mental muita gente já experimen- tou. Trata-se da intuição. Existe um nível de sutileza denominado plano intuicional. Atuamos nele com um organismo construído dessa mesma substância, formando o corpo intuicional. Já a Mônada não é um corpo. É algo de difícil definição. No Vêdánta é denominada Átma (1), que se traduz como alma (2) ou espírito. No Sámkhya, conhecemo-la pelo nome de Púrusha, cuja tradução é Homem, Ser Humano. Outras escolas batizaram- na de Self, Si Mesmo, o Ser, Chispa Divina, Chispa de Vida, Partícula do Absoluto, etc. Aplicam-se diferentes nomenclaturas porque mui-tas são as correntes filosóficas, muitas são as culturas, muitas são as épocas. Cada qual tenta explicar esse princípio com as suas palavras e com as suas comparações. (1) A fim de não parecer que este autor está fazendo confusão entre o Sámkhya e o Vêdánta, sempre que possível vamos traduzir o vocábulo Átma pela palavra Mônada. (2) Alguns etimologistas defendem que a palavra ānima, do latim, que deu origem a alma na língua portuguesa, ter- se-ia originado no vocábulo átma, do sânscrito.
  32. 32. “Efetivamente, em novas condições na vida espiritual, passamos a apreciar, com mais segurança, o corpo abandonado à Terra, penetrando os segredos de sua formação e desenvolvimento, sustentação e desintegração, mas somos desafiados pelos enigmas do novo instrumento que passamos a utilizar. Lidamos, na Vida Maior, como carro sutil da mente, pelo menos na esfera em que nos situamos, acentuando, pouco a pouco, os nossos conhecimentos, quanto às peculiaridades que lhe dizem respeito.” Capítulo 21. FIM
  33. 33. “– Como vemos, na mente reside o comando. A consciência traça o destino, o corpo reflete a alma. Toda agregação de matéria obedece a impulsos do espírito. Nossos pensamentos fabricamas formas de que nos utilizamos na vida.” Capítulo 29. FIM
  34. 34. “O homem vulgar ignora que toda manifesta- ção de ordem, no mundo, procede do plano superior. A natureza agreste transforma-se em jardim, quando orientada pela mente do homem, e o pensamento humano, selvagem na criatura primitiva, transforma-se em potencial criador, quando inspirado pelas mentes que funcionam nas esferas mais altas. Nenhuma organização útil se materializa na crosta terrena, sem que seus raios iniciais par- tam de cima.” Lísias Capítulo 8. Organização de Serviços. FIM
  35. 35. Capítulo 7. Quadro Doloroso. – A mente estuda, arquiteta, determina e materializa os desejos que lhe são peculiares na matéria que a circunda, – esclareceu Gúbio, atencioso, – e essa matéria que lhe plasma os impulsos é sempre formada por vidas inferiores inumeráveis, em processo evolutivo, nos quadros do Universo sem fim. FIM
  36. 36. Capítulo 1 Estudando a Mediunidade ―Nossa mente é, dessarte (assim), um núcleo de forças inteligentes, gerando plasma sutil que, a exteriorizar-se incessantemente de nós, oferece recursos de objetividade às figuras de nossa imaginação, sob o comando de nossos próprios desígnios. “A ideia é um ser organizado por nosso Espírito, a que o pensamento dá forma e ao qual a vontade imprime movimento e direção. “Do conjunto de nossas ideias resulta a nossa própria existência.” Instrutor Albério
  37. 37. Capítulo 20 Fisiopatologia da Arrogância Como sabemos, todo o dinamismo que impera no ser, seja o con- junto das energias que modelam o perispírito ou os impulsos que estruturam e sustentam o mundo orgânico, emana da força men- tal, potência suprema a serviço do espírito em evolução. Força que é um composto de oscilações energéticas projetadas pelo "eu” espiritual, qual vórtice de irradiações tecidas ao seu redor, con- figurando-se como um fulcro essencialmente dinâmico, adensando- se no meio em que se projeta. Detendo em si todo o poder da criação, sua máxima pujança não pode ainda ser estimada, cientes de que utilizamos no momento uma ínfima parte de seu inapreciável potencial divino. A própria matéria que nos sustenta, seja a do corpo físico ou a do corpo perispiritual, é expressão diferenciada de adensamento des- se poderoso fluxo dinâmico, motor do universo. FIM
  38. 38. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com

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