04.04 O Corpo Astral IV 20 jan 2015

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04.04 O Corpo Astral IV 20 jan 2015

  1. 1. Voltamos com o nosso assunto... Estudos Dirigidos O Corpo Astral
  2. 2. Vamos ver a seguir um pouco sobre o Corpo Astral, direto do Departamento de Planejamento de Reencarnações, do livro “Missionários da Luz”. Estudos Dirigidos O Corpo Astral
  3. 3. Capítulo 12. Preparação de Experiências. Constituía-se o movimentado centro de serviço de vários prédios e nume- rosas instalações. Árvores acolhedoras enfileiravam-se através de exten- sos jardins, imprimindo encantador aspecto à paisagem. Reconheci logo que o instituto se caracterizava por grande movimento. Entidades insu- ladas ou em pequenos grupos iam e vinham, estampando atencioso inte- resse na expressão fisionômica. Pareciam sumamente despreocupadas de nossa presença ali, porque, quando não passavam sozinhas, ao nosso lado, engolfadas em profundos pensamentos, iam em grupos afetuosos, alimentando discretas conversações, multo graves e absorventes, ao que me parecia. Muitos desses irmãos, que passavam junto de nós, empu- nhavam reduzidos rolos de substância semelhante ao pergaminho ter- restre, relativamente aos quais não possuía eu, até então, a mais leve notí- cia. Alexandre, porém, como sempre, veio em socorro de minha estranheza, explicando, bondo- samente: – As entidades sob nossos olhos são trabalhadores de nossa esfera, interessados em reencar- nações próximas. Nem todos estão diretamente ligados ao semelhante propósito, porque grande parte está em trabalho de intercessão, obtendo favores dessa natureza para amigos íntimos. Os rolos brancos que conduzem são pequenos mapas de formas orgânicas, elabora- dos por orientadores de nosso plano, especializados em conhecimentos biológicos da exis- tência terrena. Conforme o grau de adiantamento do futuro reencarnante e de acordo com o serviço que lhe é designado no corpo carnal, é necessário estabelecer planos adequados aos fins essenciais. CONTINUA
  4. 4. Capítulo 12. Preparação de Experiências. – E a lei da hereditariedade fisiológica? perguntei. – Funciona com inalienável domínio sobre todos os seres em evolução, mas sofre, naturalmente, a influência de todos aqueles que alcançam qualidades superiores ao ambiente geral. Além do mais, quando o inte- ressado em experiências novas no plano da Crosta é merecedor de ser- viços “intercessórios”, as forças mais elevadas podem imprimir certas modificações à matéria, desde as atividades embriológicas, determinan- do alterações favoráveis ao trabalho de redenção. A essa altura da palestra esclarecedora, Alexandre convidou-me a trans- por o limiar. (...) Felicitavam-me o íntimo as melhores e mais confortadoras impressões, não só pela recepção carinhosa, senão também pelo ambiente educativo. Não longe de nós, em luminosos pedestais, descansavam duas maravilhas da estatuária, a figuração delicada de um corpo masculino e outro modelo feminino, singularmente belo pela perfeição anatômica, não somente da forma em si, mas também de todos os órgãos e as mais diversas glândulas. Através de disposições elétricas, ambas as figurações palpitavam de vida e calor, exibindo eflúvios luminosos, quais os homens e mulheres mais evolvidos na esfera carnal. Explica Alexandre: “(...) o corpo físico na Crosta Planetária representa uma bênção de Nosso Eterno Pai. Constitui primorosa obra da Sabedoria Divina, em cujo aperfeiçoamento incessan- te temos nós a felicidade de colaborar. Quanto devemos à máquina humana pelos seus milê- nios de serviço a favor de nossa elevação na vida eterna? Nunca relacionaremos a extensão de semelhante débito.” CONTINUA
  5. 5. André Luiz tem a seguinte dúvida: – Todos os núcleos de espiritualidade superior mantêm círculos de tra- balho dessa natureza? Capítulo 12. Preparação de Experiências. E o Instrutor Alexandre responde: – Em todas as colônias de expressão elevada, essas tarefas são desem- penhadas com infinito carinho. O auxílio à reencarnação de companhei- ros nossos traduz o nosso reconhecimento ao aparelho físico que nos tem proporcionado tantos benefícios; através do tempo. Outra dúvida de André Luiz: – E aqueles que regressam à Crosta, partindo das regiões mais baixas, terão o mesmo generoso auxílio? Responde então Alexandre: – Se for ele criatura de razão esclarecida, embora não iluminada, permanecia após a morte em estado de queda e não deve ter voltado à bendita oportunidade da escola física sem o trabalho “intercessório” e forte ajuda de corações bem-amados de nosso plano. Nesse caso, terá recebido a cooperação de benfeitores, situados em posições mais altas, que lhe terão endossado as promessas no serviço regenerador. Se ele foi, porém, criatura em esforço pura- mente evolutivo, circunstância essa na qual não teria regressado em condições amargurosas, contou ele naturalmente com o abençoado concurso dos trabalhadores espirituais que velam, na Crosta, pela execução dos trabalhos reencarnacionistas, em processos naturais. CONTINUA
  6. 6. Capítulo 12. Preparação de Experiências. Aproximando-nos dos pavilhões de desenho, onde numerosos coopera- dores traçavam planos para reencarnações incomuns, foi o meu novo companheiro procurado por uma entidade simpática que lhe pedia infor- mações. Manassés apresentou-ma, otimista. Tratava-se dum colega que, depois de quinze anos de trabalho nas atividades de auxílio, regressaria à esfera carnal para a liquidação de determinadas contas. O recém-chegado parecia hesitante. Via-se-lhe o receio, a indecisão. – Pode informar se o meu modelo está pronto? – Creio que poderá pro- curá-lo amanhã – tornou Manassés, bem disposto –; já fui observar o gráfico inicial e dou-lhe parabéns por haver aceitado a sugestão amorosa dos amigos bem orientados, sobre o defeito da perna. Certamente, lutará você com grandes dificuldades nos princípios da nova luta, mas a resolução lhe fará grande bem. – Sim – disse o outro, algo confortado –, preciso defender-me contra certas tentações de minha natureza inferior e a perna doente me auxiliará, ministrando-me boas preocupações. Ser-me-á um antídoto à vaidade, uma sentinela contra a devastação do amor-próprio exces- sivo. – Muito bem! – respondeu Manassés, francamente otimista. – E pode informar-me ainda a média de tempo conferida à minha forma física futura? – Setenta anos, no mínimo – redargüiu meu novo companheiro, contente. CONTINUA
  7. 7. Capítulo 12. Preparação de Experiências. O outro fixou uma expressão de reconhecimento, enquanto Manassés continuava: – Pondere a graça recebida, Silvério, e, depois de tomar-lhe a posse no plano físico, não volte aqui antes dos setenta. Trate de aproveitar a opor- tunidade. (...) André Luiz faz uma pergunta interessante... para aqueles que podem escolher... – Naturalmente – continuei, curioso – terá escolhido um organismo ir- repreensível. Meu novo companheiro mostrou significativa expressão fisionômica e acentuou: – Nenhum dos que tenho visto partir, embora os méritos de que se encontravam revestidos, escolheram formas irrepreensíveis, quanto às linhas exteriores. Solicitaram providências em favor da existência sadia, preocupando-se com a resistência, equilíbrio, durabilidade e forta- leza do instrumento que os deveria servir, mas pediram medidas tendentes a lhes atenuarem o magnetismo pessoal, em caráter provisório, evitando-se-lhes apresentação física muito pri- morosa, ocultando, assim, a beleza de suas almas para a eficiente garantia de suas tarefas. Assim procedem, porquanto, vivendo a maioria das criaturas no jogo das aparências, quando na Crosta Planetária, incumbir-se-iam elas próprias de esmagar os missionários do Bem, se lhes conhecessem a verdadeira condição, através das vibrações destruidoras da inveja, do despeito, da antipatia gratuita e das disputas injustificáveis. CONTINUA
  8. 8. Em vista disso, os trabalhadores conscientes, na maioria das vezes, or- ganizam seus trabalhos em moldes exteriores menos graciosos, fugindo, Por antecipação, ao influxo das paixões devastadoras das almas em de- sequilíbrio. Capítulo 12. Preparação de Experiências. Em seguida, convidado pelo meu novo amigo, penetrei numa das depen- dências consagradas aos serviços de desenho. Pequenas telas, demons- trando peças do organismo humano, estavam ordenadamente em todos os recantos. Tinha a impressão fiel de que me encontrava num grande centro de anatomistas, cercados de auxiliares competentes e operosos. Espalhavam-se desenhos de membros, tecidos, glândulas, fibras, órgãos de todos os feitios e para todos os gostos. – Como sabe – observou Manassés, cuidadoso –, no serviço de recapitulação ou de tarefas especializadas na superfície do Globo, a reencarnação nunca pode ser vulgar. Para isso, tra- balham aqui centenas de técnicos em questões de Embriologia e Biologia em geral, no sen- tido de orientar as experiências individuais do futuro de quantos irmãos se ligam a nós no esforço coletivo. Sentindo espontânea veneração, contemplei os servidores que se inclinavam atenciosos, ar- quitetando o porvir de muitos companheiros. Como era complexa a oportunidade de renas- cer! Que atividades intensas exigiam dos benfeitores espirituais! Ao meu gesto de estranhe- za, respondeu Manassés numa síntese expressiva: CONTINUA
  9. 9. Capítulo 12. Preparação de Experiências. – Você não ignora que os homens ainda selvagens ou semi-selvagens, embora utilizando os recursos sempre sagrados da Natureza, edificam suas habitações em moldes mais simples e rudimentares; todavia, o homem que já atingiu certo padrão de ideal, desenvolvendo faculdades superiores, constrói o lar, organizando plantas prévias. Indicando o quadro interior, extremamente movimentado, acrescentou, sorridente: – Não estamos aqui senão cogitando, igualmente, de projetos para futu- ras habitações carnais. O corpo humano não deixa de ser a mais impor- tante moradia para nós outros, quando compelidos à permanência na Crosta. Não podemos esquecer que o próprio Divino Mestre classificava-o como templo do Senhor. Manassés faz a seguinte pergunta a uma futura reencarnante: – Já recebeu todos os projetos? – Sim – respondeu ela –, não somente os que se referem aos meus pobres filhos, mas tam- bém a planta relativa à minha própria forma futura. – Está satisfeita? – Muitíssimo! – redargüiu a dama. – Na lei do Pai, a justiça está cheia de misericórdia e continuo na condição de grande devedora. CONTINUA
  10. 10. E Manassés explica para André Luiz: – A experiência ser-lhe-á bem dura, porque dois dos rapazes deverão regressar na condição de paralíticos, um na qualidade de débil mental e, para auxiliá-la na viuvez precoce, terá tão-somente a filha, que, por si mesma, será também portadora de prementes necessidades de retificação. Capítulo 12. Preparação de Experiências. Segue uma outra situação bem interessante... (...) outra irmã se acercou de nós, procurando por Manassés. Depois das saudações afetivas, explicou-se ela, gentil, dirigindo-se ao meu novo amigo: – Desejo sua obsequiosa interferência na retificação do meu plano. E abrindo pequeno mapa, onde se via desenhado com extrema perfeição um organismo de mulher, acentuou: – Veja bem o meu projeto para o sistema endocrínico. Sei que os amigos me favoreceram, planejando-o com muita harmonia nas menores disposições; entretanto, desejaria modifica- ções... – Em que sentido? – indagou o interpelado, surpreso. A recém-chegada indicou os pontos do projeto onde se localizava o colo e falou: CONTINUA
  11. 11. Capítulo 12. Preparação de Experiências. – Fui advertida por benfeitores daqui, no sentido de não me apresentar na Crosta, dentro de linhas impecáveis para a forma física e, em razão disso, para que eu tenha mais probabilidades de êxito em meu favor, na tarefa que me proponho desempenhar, estimaria que a tireóide e as paratireói- des não estivessem tão perfeitamente delineadas. Como sabe, Manassés, Minha tarefa não será fácil. Devo reaver um patrimônio espiritual de gran- des proporções. Preciso fugir de qualquer possibilidade de queda e a per- feita harmonia física me perturbaria as atividades. O novo companheiro endereçou-me expressivo olhar e disse-lhe: – Tem razão. A sedução carnal é imenso perigo, não só para aqueles que emitem a sua influenciação, como também para quantos a recebem. – Prefiro a fealdade corpórea – tornou ela. – Não estou interessada num corpo de Vênus e, sim, na redenção de meu espírito para a Eternidade. Manassés prometeu interpor os seus bons ofícios... Desejando, porém, prosseguir nos esclarecimentos, quanto ao serviço reencarnacionista, Manassés tomou pequeno gráfico e, apresentando-me as linhas gerais, acentuou: – Aqui temos o projeto de futura reencarnação dum amigo meu. Não observa certos pontos escuros, desde o cólon descendente à alça sigmóide? Isso indica que ele sofrerá uma úlcera de importância, nessa região, logo que chegue à maioridade física. Trata-se, porém, de escolha dele. CONTINUA
  12. 12. Capítulo 12. Preparação de Experiências. E porque extrema curiosidade me vagueasse nos olhos, Manassés explicou: – Esse amigo, faz mais de cem anos, cometeu revoltante crime, assassi- nando um pobre homem, a facadas; logo que se entregou ao homicídio, como acontece muitas vezes, a vítima desencarnada ligou-se fortemente a ele, e da semente do crime, que o infeliz assassino plantou num mo- mento, colheu resultados terríveis por muitos anos. Como não ignora, o ódio recíproco opera igualmente vigorosa imantação e a entidade, fora da carne, passou a vingar-se dele, todos os dias, matando-o devagar- zinho, através de ataques sistemáticos pelo pensamento mortífero. “Em suma, quando o homicida desencarnou, por sua vez, trazia o organismo perispiritual em dolorosas condições, além do remorso natural que a situa- ção lhe impusera. Arrependeu-se do crime, sofreu muito nas regiões purgatoriais e, depois de largos padecimentos purificadores, aproximou-se da vítima, beneficiando-a em louváveis ser- viços de resgate e penitência. Cresceu moralmente, tornou-se amigo de muitos benfeitores, conquistou a simpatia de vários agrupamentos de nosso plano e obteve preciosas interces- sões.” “Entretanto... A dívida permanece. O amor, contudo, transformou o caráter do trabalho de pagamento. O nosso amigo, ao voltar à Crosta, não precisará desencarnar em espetáculo san- grento, mas onde estiver, durante os tempos de cura completa, na carne que ele outrora me- nosprezou, carregará a própria ferida, conquistando, dia a dia, a necessária renovação.” CONTINUA
  13. 13. “Experimentará desgostos, em virtude do sofrimento físico pertinaz, lutará incessantemente, desde a eclosão da úlcera até o dia do resgate final no aparelho fisiológico; entretanto, se souber manter-se fiel aos compromis- sos novos, terá atingido, mais tarde, a plena libertação.” Capítulo 12. Preparação de Experiências. Enquanto fixava no projeto minha melhor atenção, Manassés continuava: – Segundo observamos, a justiça se cumpre sempre, mas, logo que se dis- ponha o Espírito à precisa transformação no Senhor, atenua-se o rigoris- mo do processo redentor. O próprio Pedro nos lembrou, há muitos sécu- los, que “o amor cobre a multidão dos pecados”. Examinei, impressionado, a planta educativa e, porque não encontrasse palavras bastante claras para pintar minha admiração, silenciei comovidamente. Compreendendo-me o estado d’alma, o companheiro continuou: – São inúmeros os projetos de corpos futuros em nossos setores de serviço. Depreende-se, da maioria deles, que todos os enfermos na carne são almas em trabalho da ingente con- quista de si próprias. Ninguém trai a Vontade de Deus, nos processos evolutivos, sem graves tarefas de reparação, e todos os que tentam enganar a Natureza, quadro legítimo das leis di- vinas, acabam por enganar a si mesmos. A vida é uma sinfonia perfeita. Quando procuramos desafiná-la, no círculo das notas que devemos emitir para a sua máxima glorificação, somos compelidos a estacionar em pesado serviço de recomposição da harmonia quebrada. FIM
  14. 14. Capítulo 47 A Volta de Laura – E não podemos esquecer que Laura volta à Terra (ela iria reencarnar) com extraordinários créditos espirituais. Ainda hoje, o Gabinete da Governadoria forneceu uma nota ao Ministério do Auxílio, recomendando aos cooperadores técnicos da Reencarnação o máximo cuidado no trato com os ascendentes biológicos que vão entrar em função para constituir o novo organismo de nossa irmã. – Ah! é verdade – disse ela –, pedi essa providência para que não me encontre demasiadamente sujeita à lei da hereditariedade. Tenho tido grande preocupação, relativamente ao sangue. FIM – Repare – disse o interlocutor, solicito – que o seu mérito em "Nosso Lar" é bem grande, porquanto o próprio Governador determinou medidas diretas.
  15. 15. Observem agora no livro “Evolução em Dois Mundos” como se dá a questão de nossa encarnação e hereditariedade... Estudos Dirigidos O Corpo Astral
  16. 16. Capítulo 7 Evolução e Hereditariedade Hereditariedade e Afinidade Nas épocas remotas, os Semeadores Divinos guiavam a elaboração das formas, traçando diretrizes ao mundo celular, em favor do princípio in- teligente, então conduzido ante a sociedade espiritual como a criança irresponsável ante a sociedade humana; todavia, à medida que se lhe alteia o conhecimento, passa a responsabilizar-se por si mesmo, pavi- mentando o caminho que o investirá na posse da Herança Celestial no regaço da Consciência Cósmica. Com alicerces na hereditariedade, toma a forma física e se desvencilha dela, para retomá-la em nova reencarnação capaz de elevar-lhe o nível cultural ou moral, quando não seja para refazer tarefas que deixou viciadas ou esquecidas na retaguarda. Contudo, ligado inevitavelmente aos princípios de sequencia, é compelido a renascer na Terra, ou a viver além da morte, com raras exceções, entre os seus próprios semelhantes, porquanto hereditariedade e afinidade no plano físico e no plano extrafísico, respectiva- mente, são leis inelutáveis, sob as quais a alma se diferencia para a Esfera Superior, por sua própria escolha, aprendendo com larga soma de esforço a reger-se pelo bem invariável, que, em lhe assegurando equilíbrio, também lhe confere poder sobre os fatores circuns- tanciais do próprio ambiente, a fim de criar valores mais nobres para os seus impulsos de perfeição. CONTINUA
  17. 17. Capítulo 7 Evolução e Hereditariedade Hereditariedade e Conduta Portanto, como é fácil de sentir e apreender, o corpo herda natural- mente do corpo, segundo as disposições da mente que se ajusta a outras mentes, nos circuitos da afinidade, cabendo, pois, ao homem responsável reconhecer que a hereditariedade relativa mas compul- sória lhe talhará o corpo físico de que necessita em determinada en- carnação, não lhe sendo possível alterar o plano de serviço que mere- ceu ou de que foi incumbido, segundo as suas aquisições e necessida- des, mas pode, pela própria conduta feliz ou infeliz, acentuar ou esba- ter (atenuar) a coloração dos programas que lhe indicam a rota, atra- vés dos bióforos ou unidades de força psicossomática que atuam no citoplasma, projetando sobre as células e, consequentemente, sobre o corpo os estados da mente, que estará enobrecendo ou agravando a própria situação, de acordo com a sua escolha do bem ou do mal. FIM
  18. 18. Vamos voltar e ver agora um trecho do livro “Memórias de um Suicida”, falando sobre o Departamento de Reencarnação... Estudos Dirigidos O Corpo Astral
  19. 19. “Nesse Departamento vereis que sobressaem, pela sua invulgar impor- tância, os laboratórios onde se concertam planos para o melindroso certame, onde são preparados os desenhos e mapas para os futuros corpos a serem habitados pelos delinqüentes cuja tutela nos seja tem- porariamente confiada.” “Se este for suscetível de renascer com envoltório carnal deformado, ou adquirir enfermidade como a cegueira, por exemplo, na seqüência da existência, ou ainda acidentar-se em seu decurso, tornando-se muti- lado, o mapa que lhe seja destinado será traçado com as necessárias indicações, pois já sobre o seu organismo perispiritico existirá o sinal da O Manicômio futura deformidade física, porque o seu estado mental e vibratório, coagido pelos remor- sos, imprimiu na poderosa sensibilidade daquela sutil organização a vontade de se tornar mutilado, cego, mudo, etc, etc, a fim de expiar o mau passado, como vem sucedendo con- vosco mesmo, caro irmão Sobral, que vos tendes fortemente impressionado com o caso das próprias mãos... (Sobral assassinou a esposa com as próprias mãos e depois cometeu o suicídio)” “Necessariamente, a preparação de tais debuxos estará sempre a cargo de técnicos côns- cios do alto encargo que lhes é conferido, o que indicará serem eles Espíritos merecedores da plena confiança dos diretores desta Colônia.” CONTINUA
  20. 20. O Manicômio “Uma vez concluídos serão encaminhados à direção dos gabinetes de análises, os quais realizarão os serviços comparativamente com as premências expiatórias do interessado, levantando a justiça dos méritos que tenha, curvando-se às injunções das desvantagens dos deméritos, tudo concorde com as conclusões anteriormente feitas pela seção de ‘Programação das Recapitulações’.” FIM “Quanto seja possível para suavizar as penúrias das provações, será por lei concedido ao delinqüente que voltar a renascer na Terra. De outro lado, suas forças morais e suas capacidades de resistência serão igual- mente balanceadas.”
  21. 21. Era quando a chefia do Departamento expedia ordens à direção do Labo- ratório de Restringimento para iniciar a operação magnética necessária ao caso do renascimento, assim como a respectiva atração para o feto, cujos elementos biológicos já se encontrariam em processo de desenvol- vimento no óvulo fecundado, no santuário das entranhas maternas, as quais mais não seriam, então, do que o prosseguimento do mesmo Labo- ratório, uma como dependência temporária, ou de emergência, do De- partamento de Reencarnação, sujeita à vigilância dos técnicos incumbidos do magnificente serviço e dos guias missionários do Espírito que, assim constrangido e restringido em suas vibrações normais, ia modelando o corpo à proporção que se adiantava o fenômeno da ges- tação. E explicaram-nos, ainda, que o molde ideal para se definir a forma desse feto em elaboração seria justamente o corpo astral que no momento trazíamos — o perispírito —, o que ampla- mente ao nosso entendimento esclareceu quanto ao que viria a ser o futuro corpo que ocu- paríamos, estruturado sob o magnetismo doentio de vibrações oriundas de grandes desgra- çados, como nós, segundo o que, com efeito, já nos haviam participado os pacientes men- tores! Uma vez concluídos os penosos prelúdios, advinham as fases das reali- zações. Mais adiante... Prelúdios de Reencarnação CONTINUA
  22. 22. Não nos permitiram entrada no "Laboratório de Restringimento", assim como não fora permitida a visita aos gabinetes de Análises. Prelúdios de Reencarnação No entanto, informaram-nos de que, ao se internar no Laboratório, não se prenderia a ele o condenado. Ao contrário, poderosas correntes mag- néticas que partiriam das próprias forças ilimitadas e divinas, que man- têm o Universo, impeliam-no para o corpo que deveria habitar, afinan- do-o com este, ao mesmo tempo que harmonizava o seu perispírito ao daquela que consentira, voluntariamente ou constrangida por um dispo- sitivo da Grande Lei, em ser sua mãe, para com ele sofrer e chorar a con- seqüência dramática e irremediável do suicídio, de delitos graves e de- sonrosos! Que, durante a época dessa atração, que se opera lentamente, à proporção que a gestação progride, vai o condenado perdendo a pouco e pouco a faculdade das recordações do pró- prio passado, uma vez que seu corpo astral sofreu restringimentos necessários ao fenômeno da modelagem do feto, coisa que se verifica também graças ao auxílio magnético e vibrató- rio dos psiquistas afetos ao delicado certame, sobre a vontade e sobre as vibrações mentais do paciente. CONTINUA
  23. 23. Que, à proporção que se adianta o estado de gestação no seio materno, suas vibrações, mais e mais se comprimindo, vão calcando mui profun- damente, na organização astral, as lembranças, as recordações, as im- pressões vivazes dos dramas dolorosos por ele vividos no pretérito, pro- duzindo-se então o Esquecimento imposto como acréscimo de Miseri- córdia pelo Legislador Supremo, condoído das desgraças que adviriam se os homens pudessem recordar livremente os verdadeiros motivos por que nascem na Terra em condições lastimosas, muitas vezes lutando e chorando do berço ao túmulo! Prelúdios de Reencarnação FIM
  24. 24. Observaram como o Corpo Astral pôde ser visto antes mesmo de se encarnar e até mesmo “escolhido” pelos que reencarnariam. Mas isso não é em todos os casos. Na verdade, cada caso é um caso... Estudos Dirigidos O Corpo Astral
  25. 25. Veja agora o processo de regressão que é feito com Camilo para que ele mesmo trace seu próprio futuro a partir da análise de seu próprio passado. Estudos Dirigidos O Corpo Astral
  26. 26. Então, harmonizando minhas próprias vontades com as dos tutelares que me dirigiam, não sei positivamente descrever o que se desenrolou em meu ser! O “Homem Velho” Vi Epaminondas e a equipe de seus auxiliares acercarem-se de mim e me envolverem em estranhos jatos de luz. Invencível delíquio tonteou-me o cérebro como se das potências sagradas do meu "eu“ repercussões ex- cepcionais se levantassem, erguendo dos repositórios da alma, para se reanimarem em minha presença, toda a longa série de vidas planetárias que eu tivera no uso da responsabilidade e do livre-arbítrio! Necessariamente, as demoras no Invisível entre uma e outra reencarnação acompanharam os dramas imensos passados na Terra, inseparáveis que são tais estágios das conseqüências acarretadas pelos atos praticados no setor terreno. Tive a impressão extraordinária e magní- fica de me achar diante do meu próprio "eu" — ou do meu duplo —, se assim me posso ex- pressar, tal como à frente de um espelho passasse a assistir ao que em minha própria me- mória se ia sucedendo em revivescência espantosa! A palavra irresistível do instrutor repercutiu, qual clarinada dominadora, pelo interior do meu Espírito apaziguado pela vontade de obedecer, e invadiu todos os escaninhos de minha Consciência, qual a irrupção de vagas que saltassem diques e se projetassem num impulso incoercível, inundando região indefensa: CONTINUA
  27. 27. O “Homem Velho” "— Eu te ordeno, Alma criada para a glória da eleição no Seio Divino: Volta ao ponto de partida e estuda no livro que trazes dentro de ti mes- ma as lições que as experiências proporcionam! E contigo mesma apren- de o cumprimento do Dever e o respeito à Lei d’Aquele que te criou!” Lentamente, senti-me envolver por singular entorpecimento, como se tudo ao meu redor rodopiasse vertiginosamente... Sombras espessas, quais nuvens ameaçadoras, circundavam- me a fronte... Meu pensamento afastou-se do anfiteatro, de Cidade Esperança, da Colônia Correcional... Já não distinguia Epaminondas, sequer o conhecia, e nem me recordava de meus companheiros de infortúnio... Todavia, eu não adormecera! Continuava lúcido e racio- cinava, refletia, pensava, agia, o que indica que me encontrava na posse absoluta de mim mesmo... embora retrocedesse na escala das recordações acumuladas durante os séculos!... Perdi, pois, a lembrança do presente e mergulhei a Consciência no Passado... “Traça, depois, tu mesma, os programas de resgates e edificação que te convêm, a fim de que a ti mesma devas a glória que edificares para al- çares vôos redentores até o Seio Eterno de onde partiste!..." Então, senti-me vivendo no ano trinta e três da era cristã! Eu, porém, não recordava, sim- plesmente: — eu vivia essa época, estava nela como realmente estive! CONTINUAEle então narra e descreve a encarnação que teve naquele período...
  28. 28. O “Homem Velho” Seguira, não obstante, o curso do tempo arrastando-me a lutas constan- tes. Reencarnações se sucederam através dos séculos... Eu pertencia às trevas... e durante o intervalo de uma existência a outra, aprazia-me per- manecer nas inferiores camadas da animalidade! Depois... Convites reiterados para os trabalhos de regeneração recebia eu em quaisquer planos a que me impelisse a sequência do existir, fosse na condição de homem ou na de Espírito despido das vestes carnais, por- quanto também nas regiões astrais inferiores ecoam as doçuras do Evan- gelho e a figura sublime do Crucificado é apontada como o modelo gene- roso a imitar-se! Mas fazia-me surdo, enceguecido pela má-vontade dos instintos, tal como sucede a tantos outros... Posso até asseverar que nem mesmo chegava a perceber com a devida clareza a diferença existente entre a encarnação e a estada no Invisível, pois era o meu modo de ser sempre o mesmo: a animalidade! Hoje sei que a lei imanente do Progresso, qual ímã sábio e irresistível, me impelia para no- vas possibilidades em corpos carnais, sob orientação de devotados obreiros do Senhor, fa- zendo-me renascer como homem a fim de que os choques da expiação e as lutas incessan- tes inerentes às condições da vida na Terra, os sofrimentos inevitáveis, oriundos do estado de imperfeição tanto do planeta como da sua Humanidade, me desenvolvessem lentamen- te as potências da alma embrutecida pela inferioridade. CONTINUA
  29. 29. Na época a que me reporto, no entanto, nada disso percebia, e tanto a existência humana como o interregno no além-túmulo se me afiguravam uma e a mesma coisa! O “Homem Velho” Todavia, minhas renovações carnais sempre se realizaram entre povos cristãos. Tudo indica, na vida laboriosa e disciplinada do Invisível, que os Espíritos são registrados em falanges ou colônias, e sob seus auspícios é que se educam e evolvem, sem se desagregarem de sua tutela senão já quando completado o ciclo evolutivo normal, isto é, uma vez adquiridos cabedais que lhes permitam transmutações operosas e úteis ao bem próprio e alheio. O certo é que nunca me desloquei das Gálias ou da Ibé- ria, até o momento presente. E o relato de Camilo segue, mas não precisamos colocar aqui... Vamos então prosseguir com o nosso estudo. FIM
  30. 30. Vamos ver agora uma informação muito interessante e importante. A perda do corpo astral! Estudos Dirigidos O Corpo Astral
  31. 31. – “Viste companheiros – prosseguiu o orientador –, que se desfizeram dele, rumo a esferas sublimes, cuja grandeza por enquanto não nos é dado sondar, e observaste irmãos que se submeteram a operações redutivas e desintegradoras dos elementos perispiríticos para renascerem na carne terrestre. Os primeiros são servidores enobrecidos e gloriosos, no dever bem cumprido, enquanto que os segundos são colegas nossos, que já merecem a reencarnação trabalhada por valores intercessores, mas, tanto quanto ocorre aos companheiros respeitáveis desses dois tipos, os ignorantes e os maus, os transviados e os criminosos também perdem, um dia, a forma perispiritual. Capítulo 6 Observações e Novidades. “Segunda Morte” “(...) Já ouviste falar, de certo, numa “segunda morte”... – Sim – acentuei –, tenho acompanhado vários amigos à tarefa reencarnacionista, quando, atraídos por imperativos de evolução e redenção, tornam ao corpo de carne. De outras vezes, raras aliás, tive notícias de amigos que perderam o veículo perispiritual, conquistando planos mais altos. Gúbio sorriu e considerou: – Sabes, assim, que o vaso perispirítico é também transformável e perecível, embora estruturado em tipo de matéria mais rarefeita. – Sim... – acrescentei, reticencioso, em minha sede de saber. FIM Nesta conversa percebemos 3 situações onde pode haver a perda do perispírito. (Ver o estudo sobre os OVÓIDES.) 1ª 2ª 3ª
  32. 32. Vejam agora um outro texto e conceito sobre a perda dos corpos! Estudos Dirigidos O Corpo Astral
  33. 33. Capítulo 6 Serialidade Existencial 1ª, 2ª, E 3ª DESSOMAS Dessoma é definida como a desativação de um determinado veículo de manifestação. A consciência (Espírito) em si não morre, porém abandona um ou mais de seus corpos, causando a desagregação ou dissipação dos mesmos. Assim, se temos vários corpos, podemos esperar por alguns tipos de dessomas ou mortes. 1 ª dessoma - É a morte comum, observável, do soma. É também a morte legal, que estabelece o fim da pessoa física ou do cidadão. Corresponde ao desprendimento do psícossoma (corpo astral) com o mentalsoma (corpo mental) dentro, concomitantemente à descone- xão das energias do cordão de prata, as quais mantinham, até aquele momento, o corpo físico vivo. Em resumo, é a desativação do soma e do cordão de prata. Em geral, os amparadores do dessomando o auxiliam durante esta transição. 2ª dessoma - Processo de dissipação dos vestígios de energias holochacrais (corpo etérico) ainda presentes na estrutura do psicossoma após a primeira dessoma. O intervalo de tempo entre a primeira e a segunda dessomas varia muito de consciência para consciência, de acordo com seu nível evolutivo e homeostase holossomática (de todos os corpos), podendo ir da escala de horas a décadas. Similar à condição da projeção lastreada, a consciência extrafísica (desencarnado) que ainda não passou pela 2ª dessoma tem dificuldades com os mecanismos de mudança de dimensão, volitação e manutenção de sua lucidez, entre outras. CONTINUA
  34. 34. Capítulo 6 Serialidade Existencial Para algumas consciências (Espíritos), a 2ª dessoma nunca chega a ocorrer, de forma que estas ressomam, ou renascem, ainda com as energias quase físicas de sua última (ou últimas) seriéxis (existências anterioriores). Neste último caso, a consciência intrafísica (encarnado) terá uma vida de maior restringimento, apresentando um parapsi-quismo bloqueado e pensenes (pensamento + sentimento + energia) bastante materialistas (seriéxis trancada) devido à presença de um holochacra (corpo etérico) fóssil. Na média, para consciências mais sãs e lúcidas, este período é de aproximadamente 3 dias. Consciências que passam pela 2ª dessoma apresentam, durante a vida, maior soltura holochacral; amplitude de entendimento da existência física e de seus mecanismos; maior predisposição a experiências parapsíquicas; sensibilidade às energias; e projeções conscientes (seriéxis alternante). Enquanto os amparadores auxiliam durante a 1 ª dessoma, na 2ª atua mais o orientador evolutivo. 3ª dessoma - Conhecida no oriente como moksha (a liberação), é a saída definitiva do mentalsoma com a desativação do psicossoma. Em certas situações, se supõe que a 3ª ocorra juntamente com a 1 ª e 2ª dessomas, condição na qual a consciência desmaterializa todos seus outros veículos. Após a 3ª dessoma, a consciência está livre dos compromissos intrafísicos e do longo ciclo de ressomas, seriéxis, ou vidas físicas. Neste estado é chamada, na Conscienciologia, de Consciência Livre, quando a individualidade inicia outra fase ou curso evolutivo na dimensão mental, etapa esta que ainda mal compreendemos. FIM
  35. 35. Antes de continuarmos o nosso assunto sobre o Corpo Astral devemos ficar atentos a novas observações e sobre algo que sutilmente nos foge a nossa percepção.
  36. 36. Se o Corpo Físico é uma cópia do Corpo Astral. E se o Físico possui um corpo, ou duplo, energético, o Corpo Astral também poderia possuir algo similar, com sua ligação ao corpo etérico/físico. Corpo Físico e Corpo Etérico Corpo Astral
  37. 37. Cordão de Prata Corpo Físico e Corpo Etérico Corpo Astral Só que este corpo “energético” do Corpo Astral é bem mais sutil do que o do Físico. E é este corpo que deve fazer a ligação e a troca de energia com o duplo etérico, através do “Cordão de Prata”. Assunto esse que ainda veremos.
  38. 38. Observem este pequeno trecho do livro “Memórias de um Suicida”, onde três encarnados são levados em desdobramentos para uma “conversa”...
  39. 39. Os três eram como que protegidos por tenuíssimo envoltório que se diria de cristal, cuja forma correspondia exatamente à da silhueta que traziam, e deles se desprendia estreita faixa luminosa, estenden- do-se, alongando-se como se estivesse atada ao tronco de prisão in- vencível! (19) (19) Trata-se do revestimento de fluidos vitais próprios de todos os seres vivos e do corpo fluídico que une o Espírito ao corpo material, durante a encarnação, respectivamente. Neste livro temos várias vezes a informação de que, quando o espírito se suicida, não é feito corre-tamente o desenlace do Corpo Físico. Ou seja, o desligamento com os demais corpos, superiores, não é feito, mas sim rompidos. O livro menciona justamente estes laços fluídicos, dos suicidas, que são rompidos. No desencarne normal este laço é desfeito normalmente. Estudaremos mais sobre este as-sunto adiante, nos estudos sobre o “Desdobramento dos Corpos”, nos estudos sobre o “Fluido Vital”, e em outros slides. Apenas queremos alertar que o Corpo Astral também tem seu corpo constituído por um campo/corpo energético. FIM A Cada um Segundo suas Obras
  40. 40. E ainda falando sobre esta possibilidade, vamos lembrar que a autora e curadora Barbara Ann Brennan conseguia identificar, em sua clarividência, dois campos no qual chamou o primeiro de Corpo Emocional e o outro de Nível Astral. Estudos Dirigidos O Corpo Astral
  41. 41. Vamos lembrar aqui que o que chamamos de corpo é na verdade um campo de energia onde se compacta em seu centro a forma humana, idêntica ao corpo físico. E este campo, por sua vez, forma a sua própria “aura”. E é nesta “aura” que ficam impregnadas as nossas vibrações de sentimentos, emoções, paixões, sensações, etc (*). (*) Veremos esse assunto em formas-pensamento.
  42. 42. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com O Corpo Astral

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