01.01 Os Corpos, Veículos, Campos 20 jan 2015

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01.01 Os Corpos, Veículos, Campos 20 jan 2015

  1. 1. Estudos Dirigidos Os Corpos, Veículos, Camp Vamos falar aqui, inicialmente, sobre os Corpos, Veículos, Campos, que o Ser Humano é composto.
  2. 2. Estudos Dirigidos Sim, isso mesmo, corpos! Descobrimos que não possuímos apenas o nosso corpo físico! Os Corpos, Veículos, Camp
  3. 3. Estudos Dirigidos Os Corpos, Veículos, Camp Diversas pesquisas foram feitas e diversos experimentos foram realizados.
  4. 4. Estudos Dirigidos Os Corpos, Veículos, Camp E descobrimos então que o corpo físico poderia ser separado, e outros corpos foram se mostrando!!!
  5. 5. Estudos Dirigidos Os Corpos, Veículos, Camp Lembrando que alguns autores preferem usar os termos DISSOCIAR, em vez de separar, e EXTERIORIZAR, em vez de mostrar (para o exterior). Separado = Dissociado Se mostrar = Exteriorizar
  6. 6. Estudos Dirigidos Traremos a seguir alguns trechos de um livro que aborda este assunto. Os Corpos, Veículos, Camp
  7. 7. Capítulo 05 Consciência Capítulo 07 Os Sete Níveis e Subníveis da Consciência O homem é um ser multidimensional e muito representativo na escala da evolução da consciência. Entretanto, o homem não é o ser. Ele é a manifestação do ser na esfera ou dimensão física. O substrato do princípio espiritual, o princípio de consciência primor- dial a que chamamos de espírito é o fundamento de toda manifesta- ção inteligente e consciente na criação. O espírito é mais que energia e, ainda que fosse energia, esta não existe sem um fundamento irre- dutível, um substrato. O espírito precisa de veículos de manifestação ou corpos, para se relacionar no mundo entre as diversas dimensões em que atua. A consciência ou o Si não se confunde com seus veículos de manifes- tação. FIM De acordo com os estudos de diversas escolas do pensamento, o ho- mem é um ser de aspecto setenário, ou seja, sua constituição hiper- física se manifesta através de sete dimensões ou sete princípios.
  8. 8. Estudos Dirigidos Os Corpos, Veículos, Camp Fonte: Dicionário Priberam da Língua Portuguesa (30 julho 2014) veículo (latim vehiculum, -i) s. m. 1. Qualquer meio de transporte. 2. Viatura, carro, automóvel. 3. Aquilo que conduz, auxilia ou promove. 4. Meio de transmissão, de propagação ou de divulgação. Vamos dar aqui alguns conceitos do termo veículo, já que também, como puderam ver, poderemos utilizá-lo quando falarmos de nossos corpos.
  9. 9. Estudos Dirigidos Apresentaremos durante estes nossos estudos alguns outros personagens, desenhos, imagens e simulações para melhor fixarmos o nosso assunto, com outros textos de livros. Os Corpos, Veículos, Camp
  10. 10. Estudos Dirigidos Vamos ver então como poderemos representar todo estes nossos “veículos”, ou corpos. Os Corpos, Veículos, Camp
  11. 11. Estudos Dirigidos E para isso vou pedir a ajuda, e apresentar, para você, meu amigo Lego! Os Corpos, Veículos, Camp
  12. 12. Estudos Dirigidos Vamos escurecer o nosso quadro, nos próximos slides, e ver a seguir os nossos desenhos e esquemas... Os Corpos, Veículos, Camp
  13. 13. Estudos Dirigidos Os Corpos, Veículos, Camp Descobrimos então que não possuímos apenas esse nosso corpo, o físico.
  14. 14. Estudos Dirigidos Os Corpos, Veículos, Camp Através dos tempos o homem foi descobrindo as nossas outras formas mais sublimes de manifestação e uso...
  15. 15. Estudos Dirigidos Os Corpos, Veículos, Camp Nos próximos slides veremos estes corpos mais detalhados!
  16. 16. 01 – Alma ou Espírito 02 – Corpo Budhi 03 – Corpo Mental Superior 04 – Corpo Mental Inferior 06 – Corpo Etérico 07 – Corpo Físico Usaremos esta classificação (sete corpos) para este nosso estudo, mas devemos esclarecer que esta classificação pode não ser a definitiva. Composição do Ser Humano Também chamado de: O Agregado Humano agregado = reunião, conjunto. 05 – Corpo Astral Esquema divulgado e estudado pela Internet
  17. 17. Composição do Ser Humano O Agregado Humano O Homem Setenário de acordo com a milenar concepção setenária, originária da antiga tradição oriental. Esquema divulgado e estudado pela Internet
  18. 18. Para este nosso estudo, e para uma simplificação, poderemos usar este nosso modelo acima. Os corpos mais externos terão formas ovaladas. Novamente, temos abaixo, o nosso modelo original...
  19. 19. Os corpos se interpenetram. Nosso modelo com formas ovaladas. Nosso modelo em volta do corpo físico.
  20. 20. São esses sistemas de dimensões mais elevadas, a nossa assim chamada anatomia dos sistemas energéticos sutis, que a ciência ainda não reconhece. (...) Prefácio Apesar de o cérebro ser um biocomputador complexo, ele ainda tem necessidade de um programador para instruir o sistema nervoso a respeito das coisas que tem de fazer e de como deve agir. Essa entidade consciente que utiliza o biomeca- nismo do cérebro e do corpo é a alma ou espíritohumano. O que chamamos de domínio espiritual faz parte de uma série de sistemas energéticos de dimensões mais elevadas e que estão em contato direto com o hardware que conhecemos pelo nome de cérebroe corpo. FIM MENTAL ASTRAL ETÉRICO FÍSICO CAUSAL
  21. 21. Capítulo I Em vez de recorrer aos tratamentos cirúrgicos ou farmacológicos convencionais, a medicina vibracional procura tratar as pessoas com energia pura. Essa perspectiva teórica baseia-se na compreensão de que o arranjo molecular do corpo físico é na verdade uma complexa rede de campos de energia entrelaçados. A rede energética, que representa a estrutura física/celular, é organizada e sustentada pelos sistemas energéticos "sutis", os quais coordenam o relacionamento entre a força vital e o corpo. Há uma hierarquia de sistemas energéticos sutis que coordena tanto as funções eletrofisiológica e hormonal como a estrutura celular do corpo físico. É basicamente a partir desses níveis de energia sutil que se originam a saúde e a doença. Esses singulares sistemas de energia são intensamente afetados tanto pelas nossas emoções e nível de equilíbrio espiritual como pelos fatores ambientais e nutricionais. Essas energias sutis afetam os padrões de crescimento celular tanto positiva como negativamente. FIM
  22. 22. Capítulo I Existe um aspecto da fisiologia humana que os médicos ainda não compreendem e que relutam conhecer. A conexão invisível entre corpo físico e as forças sutis do espírito detémas chaves para a compreensão dos relacionamentos internos entre matéria e energia. FIM MENTAL ASTRAL ETÉRICO FÍSICO CAUSAL Quando os cientistas começarem a compreender o verdadeiro relacionamento existente entre a matéria e energia, estarão mais perto de compreender o relacionamento entre a humanidade e Deus.
  23. 23. Capítulo IV “(...) iremos estudar (no livro) o prolongamento dos nossos sistemas físicos através de sistemas superiores de energia. Esses sistemas de energia sutil desempenham um papel essencial no ser humano. O sistema físico, longe de ser fechado, é apenas um dos diversos sistemas interativos que coexistem num equilíbriodinâmico. “O que talvez pareça ser um radical desvio do pensamento convencional é a proposição de que todos esses sistemas estão fisicamente sobrepostos um ao outro exatamente no mesmo espaço. Esses sistemas energéticos superiores, chamados de corpos sutis, são na verdade constituídos de matéria com características de frequência diferentes daquelas do corpo físico.” FIM
  24. 24. Naturalmente, muito embora estejamos lidando com diferentes níveis de substância energética, precisamos ter em mente que cada um dos corpos está na verdade espacialmente superposto à forma física. A clareza e a definição com que uma pessoa sensível a forças psíquicas consegue perceber o campo da aura de alguém talvez dependa de qual seja o nível mais elevado com o qual sua consciência consegue sintonizar-se. As pessoas supranormais que conseguem ver apenas uma estreita faixa de energia em torno do corpo provavelmente têm capacidade para sintonizar apenas o corpoetérico. Capítulo IV (...) as interações energéticas que se originam nos níveis sutis superiores, como no nível mental, por exemplo, exercem inicialmente sua influência sobre o veículo astral. Da mesma forma, as alterações no veículo astral são transmitidas ao veículo etérico e, daí, através da interface físico-etérica, para o corpo físico, onde se dá a sua expressão final. Os inputs energéticos originários do nível causal também precisam passar pelo nível mental e, em seguida, pelos outros níveis energéticos inferiores. MENTAL ASTRAL ETÉRICO FÍSICO CAUSAL CONTINUA
  25. 25. Já os supranormais que conseguem ver não só o corpo etérico mas também as formas ovóides expandidas, cores e imagens (corpos de pensamento) na parte externa do campo da aura têm a capacidade de sintonizar suas consciências com o nível astral, mental e com outros níveis superiores. Nesses níveis superiores de forma e consciência as contrapartes energéticas sutis dos chakras têm a capacidade de perceber e processar energias relacionadas com seus próprios níveis de substância. Capítulo IV FIM MENTAL ASTRAL ETÉRICO FÍSICO CAUSAL
  26. 26. Capítulo IV (...) podemos ver o quanto a verdadeira natureza dos seres humanos é desconhecida ou mal compreendida pela atual geração de pensadores científicos. Nossos diversos corpos sutis parecem ter evoluído por razões que não estão relacionadas apenas com a manutenção das funções fisiológicas do corpo físico. Embora tenhamos considerado nossos corpos sutis como campos energéticos associados à dimensão física, esses campos energéticos não são gerados pelos nossos corpos físicos. São os campos energéticos que dão origem à matéria física e não o contrário! (...) (...) Os campos energéticos sutis precedem e organizam a formação do corpo físico enquanto veículo de expressão das nossas energias conscientes superiores. FIM MENTAL ASTRAL ETÉRICO FÍSICO CAUSAL
  27. 27. Capítulo V Graças à moderna física quântica, sabemos que o corpo físico é, na verdade, um extraordinário agregado de partículas de matéria física que, em última análise, são constituídas de luz congelada. Esse corpo físico de luz está em contato com outros corpos de luz, constituídos de matéria energética sutil, que apresentam níveis de frequência mais elevados do que aqueles que o olho físico consegue perceber. O mecanismo de contato entre o corpo físico e esses sistemas energéticos superiores constitui um notável elemento da nossa anatomia sutil conhecido como interface físico-etérica. O componente dessa interface com o qual estamos mais familiarizados é o sistema de meridianos acupunturais. FIM
  28. 28. Capítulo IX Cada ser humano é um entrelaçamento organizado de vários corpos de diferentes frequências vibracionais. Graças às nos- sas ligações com os chakras e com nossos corpos de frequên- cias superiores, somos capazes de assimilar energia e informa- ções provenientes dos níveis mais elevados do nosso ser. A energia e as informações que se originam no nível da alma sofrem progressivas transformações e traduções até se manifestarem na forma de uma personalidade consciente que precisa existir no veículo molecular/celular no nível do plano físico. Em virtude da natureza limitada do cérebro físico, em seu atual nível de expressão linear, nós ficamos presos à perspectiva de uma estrutura espaço/tempo aparentemente fixa. Assim, o universo multidimensional está além da nossa pouca desenvolvida capacidade de compreensão. FIM
  29. 29. Capítulo IV As experiências de cada existência são processadas inicialmente nos níveis astral e mental, mas integradas de forma mais completa no nível causal e nos níveis espirituais superiores. Estes últimos níveis são mais permanentes, ao passo que os veículos energéticos inferiores são dispositivos de aprendizado transitórios. É por isso que o corpo causal às vezes é chamado de Verdadeiro Self. (...) FIM (...) O conhecimento adquirido pelo ego durante as experiências vividas no nível do simulador físico são absorvidas e processadas no nível causal e em outros níveis superiores, onde todo o conhecimento empírico das existências anteriores é armazenado. Assim, a visão causal da realidade nos permite ver a vida a partir de uma perspectiva mais ampla do que aquela que nos é proporcionada pelos mecanismos perceptuais do plano físico. MENTAL ASTRAL ETÉRICO FÍSICO CAUSAL
  30. 30. Primeira Parte Capítulo 7 Cada camada (corpo) penetra completamente todas as camadas (corpos) situadas abaixo dela, incluindo o corpo físico. Dessarte (assim), o corpo emo- cional se estende além do cor- po etérico e incluí tanto o cor- po etérico como o corpo físico. Na realidade, cada corpo não é uma “camada”, embora seja isso o que podemos perceber. É, antes, uma versão mais dilatada do nosso eu, que carrega dentro em si as outras formas, mais limitadas. Do ponto de vista do cientista, cada camada pode ser considerada um nível de vibrações mais elevadas, que ocupa o mesmo espaço dos níveis de vibração inferiores e se estende além deles. Visando perceber cada nível consecutivo, o observador terá de mover-se com a consciên- cia para cada novo nível de frequência. CONTINUA A autora e curadora Barbara Ann Brennan chama de Alta Percepção Sensorial (clariaudiência, clarividência, clarissenciência ou leitura psíquica) a capacidade de ver estas camadas, corpos.
  31. 31. Primeira Parte Capítulo 7 Temos, assim, sete corpos que ocupam todos o mesmo espaço ao mesmo tempo, cada qual se estendendo para fora além do último, coisa a que não estamos acostumados na vida “normal” de todos os dias. Muitas pessoas presu- mem erroneamente que a aura se parece com uma cebo- la, da qual se descascam ca- madas sucessivas. Não é assim. CONTINUA As camadas estruturadas contêm todas as formas que o corpo físico possui, incluindo os órgãos internos, os vasos sanguíneos, etc., e formas adicionais, que o corpo físico não contem.
  32. 32. Um fluxo vertical de energia pulsa para cima e para baixo do campo da medula espinhal. Estende-se para fora, além do corpo físico, acima da cabeça e abaixo do cóccix. Chamo-lhe corrente principal de força verti- cal. Existem no campo vórtices turbilhonantes, em forma de cones, chamados chakras. Suas pontas apontam para a corrente principal de força vertical, e suas extremidades abertas se estendem para a borda de cada camada do campo em que estão localizados. (Veremos este assunto [chakras] mais adiante) FIM Olhando para nós mesmos de uma perspectiva mais ampla do que o fizemos antes, vemos que somos muito mais do que os nossos corpos físicos. Somos feitos de camadas sobrepostas de energia e de consciência. Quarta Parte Capítulo 15 Primeira Parte Capítulo 7
  33. 33. CONCEITUAÇÃO O objeto central de estudos das ciências Conscienciologia e Proje- ciologia é a consciência e, inevitavelmente, suas distintas formas de manifestação. Consciência é entendida, dentro destas ciências, não somente co- mo o estado consciente ou como a voz interna da razão e da ética pessoal (superego), e sim como a própria entidade que é capaz de ser ou estar consciente. Neste sentido, como base ou substrato da individualidade inteligente, muito além da matéria e da energia, consciência pode ser entendida por muitos como espírito, alma, eu, essência, atman, self, ou mesmo, com certa aproximação, ego e personalidade. Nesta acepção entende-se que somos consciências e não que temos consciências. Muitas vezes ouve-se as pessoas dizendo: "Minha consciência (ou alma, ou espírito) saiu de mim esta noite". Neste caso é fácil perceber a má interpretação do indivíduo que se identifica com seu corpo e pensa que este possui uma consciência, quando o correto é justamente o oposto: somos todos consciências, as quais possuem corpos. Capítulo 2 Consciência e Seus Atributos FIM
  34. 34. Capítulo 4 Holossoma HOLOSSOMA Holo = inteiro, todo. Soma = corpo. A consciência em si não é matéria nem energia, estando além das limitações de espaço, tempo e formas. Contudo, para que a cons- ciência possa se manifestar efetivamente em dimensões mais densas, como a dimensão intrafísica (nossa dimensão), esta se vale de veículos energético-materiais para sua manifestação. Cada veículo manifesta atributos específicos da consciência, estan- do cada um deles adaptado à sua faixa dimensional específica. No seu conjunto, estes veículos são chamados de holossoma e, no caso da consciência intrafísica, é composto pelos seguintes corpos: Soma (corpo físico) Holochacra (corpo etérico) Psicossoma (corpo astral) Mentalsoma (corpo mental) * Estudaremos cada um deles depois. FIM HOLOSSOMA Conjunto de Veículos de Manifestação da Consciência ou Espírito.
  35. 35. CORPOS DO HOMEM E PLANOS DO UNIVERSO Como assim, “corpos” do homem? Não temos um só corpo? Na verdade, temos vários corpos, de diferentes naturezas, substâncias e níveis de sutileza. O que normalmente chamamos corpo é apenas o envoltório mais grosseiro, de natureza física, constituído por substâncias materiais. Ele se manifesta na 3ª dimensão. Além desse corpo visível, possuímos outros, invisíveis, de diferentes “materiais” e que têm a mesma forma do corpo físico. Cada qual está numa dimensão diferente (4ª, 5ª, 6ª e 7ª dimensão) e cada um tem sua função específica. FIM MENTAL ASTRAL ETÉRICO FÍSICO CAUSAL
  36. 36. A CONSCIÊNCIA PROVÉM DA MÔNADA (...) na verdade tudo começa lá nos planos mais sutis e vai descendo os níveis de densidade. A origem de tudo é a Mônada. Essa fonte eterna de força, vida e consciência terá que ir reverberando sua força, vida e consciência para o plano imediatamente abaixo do monádico, que vem a ser o plano intuicional, deste para o mental, deste para o emocional e deste para o físico. Uma energia absolutamente abstrata e subjetiva não teria como se insuflar e manifestar-se num plano tão concreto quanto o material, se não ocorresse essa retransmissão de um plano mais sutil para o imediatamente inferior, não tão sutil quanto o que lhe estivesse acima, mas nem tão denso e bruto quanto os que lhe estivessem abaixo. Chegando o trinômio força, vida e consciência do Átma ou Púrusha, descendo de plano em plano até chegar ao corpo emocional, este passa dos chakras astrais para os chakras idênticos e homônimos que estão situados na mesma localização no corpo físico ener- gético. O corpo energético é também chamado de duplo etérico por possuir um duplo de todos os órgãos físicos densos, só que formados por energia. Uma vez vitalizado através dos seus centros de força – os chakras – com a força que vem de cima, repassa ao veículo que lhe está abaixo, transmitindo a vitalidade do coração energético ao coração material; dos pulmões energéticos, aos pulmões materiais; do fígado energético, ao fígado material; e assim por diante. FIM
  37. 37. Além de muitos outros fenômenos anímicos e espíritas, a dissociação e exteriorização do duplo humano com todos os seus poderes físicos e psíquicos e, paralelamente, a materialização das almas falecidas - vulgarmente chamadas espíritos -, revestindo também integralmente todas as suas qualidades físicas e faculdades anímicas que os indivi- dualizaram durante o último estágio terrestre, provam duma forma concludente que a morte é, em última análise, o prolongamento e a projeção da Vida nos Mundos supraterrestres sem nada perder da sua individualidade integral terrestre; quer morfológica, quer psíquica, no seu duplo aspecto: mental e emocional. O Além-túmulo patenteia os mesmos afetos e os mesmos ódios, iguais vícios e semelhantes virtu- des, que constituíam o valor moral terrestre dos falecidos, das almas desencarnadas. O homem possui, pois, uma organização dual: um organismo físico, corporal, dominado e orientado por um organismo psíquico, espiri- tual, que, em certas circunstâncias da vida terrestre, se liberta tempo- rariamente do seu subordinado, e, pela morte, adquire plena indepen- dência e completa liberdade nos Mundos astral e espirituais. FIM Capítulo I Do Complexo Humano Dissociação = Dissociar = Separar Exteriorização = Exteriorizar = Fazer se mostrar
  38. 38. Capítulo V Experiências do Coronel A. Rochas D’Aiglun Foi o coronel Albert de Rochas d’Aiglun, antigo diretor da Escola Po- litécnica de Paris, o inovador do metapsiquismo experimental, revo- lucionando toda a psicologia, arrancando a alma humana dos domí- nios obscuros da abstração e da metafísica, fazendo-a entrar no cam- po da observação e da análise direta, com a sua imortal descoberta da exteriorização do duplo, no fim do século passado (século XIX), quando pretendia estudar os resultados suscetíveis de serem obtidos com uma magnetização profunda, contínua, que fez persistir sobre o passivo (pessoa submetida a experiência) durante horas, a fim de observar os efeitos duma hipnose profunda e intensa. A memorável descoberta do desdobramento do duplo humano, fazendo ruir os melhores alicerces do materialismo reinante, abriu um novo ciclo à operatividade do psiquismo anímico rasgando-lhe novos e dilatados horizontes, tão imprevistos quanto profícuos nos seus resultados ulteriores. FIM Assim foi descoberto, cientificamente, e por processos magnéticos, o desdobramento do duplo humano, ponto de partida para as célebres descobertas e estudo da exteriorização da motricidade e de sensibilidade que imortalizaram o nome do sábio Rochas d’Aiglun e dos seus eminentes continuadores, que imprimiram uma nova orientação ao estudo experimental da dinâmica psíquica, chamando ao campo da investigação e experimentação laboratorial um grande número de fenômenos supranormais e hiper-físicos, deformados no espesso véu da superstição e do milagre.
  39. 39. Estudos Dirigidos Os Corpos, Veículos, Camp Vamos apresentar aqui as conclusões que chegaram alguns pesquisadores e estudiosos, incluindo o Cel. de Rochas, a respeito do agregado humano, extraídas do livro “Da Alma Humana”, nas Considerações Gerais.
  40. 40. Capítulo X Considerações Gerais 1ª) — O corpo humano, por uma expe- rimentação hipnomagnética metódica e proficientemente dirigida, é suscetível de ser desdobrado e exteriorizado em dois corpos distintos, demonstrando, assim, a natureza dual do agregado humano: o corpo físico ou sarcossoma, e o corpo psíquico, veículo e instrumen- to das faculdades anímicas normais e supranormais, podendo ser dissociados os seus aerossomas e estudados separadamente. FÍSICO PSÍQUICO 2ª) — O corpo anímico, envolvendo todo o psiquismo humano, quando projetado para fora da periferia do corpo físico, transporta com ele, não só um princípio vital (duplo eté- rico), mas também a inteligência, a sensibilidade, a vontade, a memória e a consciência, ficando o corpo físico desprovido das suas faculdades psíquicas, apenas reduzido à vida vegetativa atenuada. CONTINUA Sarco = Carne, Músculo. // Aero = Ar. // Soma = Corpo.
  41. 41. 3ª) — O corpo anímico integral, designado geralmente pelo nome de duplo (bilocação, bi-corporeidade) por representar a configuração do corpo físico donde emanou, ainda que invisível, por vezes, aos sentidos físicos, é suscetível de ser fotografado e reproduzir moldagens da sua face e membros, impressões digitais e palmares, em substâncias plásticas como a parafina, argila, negro de fumo, etc., podendo densificar-se gradualmente até uma completa corporização idêntica ao corpo físico donde se exteriorizou. Capítulo X Considerações Gerais 4ª) — O duplo, contendo o dínamo-psiquismo humano, pode dissociar-se em vários corpos anímicos, cujo número tem sido variável de experimentador para experimentador, diferenciados pela natureza e quintessenciação da sua matéria fluídica e hiperfísica, e pelas suas funções psíquicas (almas secundárias, aerossomas). 5ª) — O desdobramento do duplo pode ser espontâneo (aparições inesperadas do fantas- ma dos vivos) e provocado experimentalmente por vários processos, sendo preferível o processo hipomagnético. CONTINUA FÍSICO PSÍQUICO
  42. 42. FIM 6ª) — Desde que o duplo funciona livremente fora do corpo físico, com o seu psiquismo e podendo manifestar-se na plenitude da sua consciência, a alma que o dirige pode ser considerada como subsistindo à morte e à desagregação celular do corpo físico, e a sobrevivência um fato positivo confirmado experimen- talmente. Capítulo X Considerações Gerais Veremos nos estudos, mais adiante, que na exteriorização e na dissossiação dos corpos o duplo descrito pelo de Rochas acontecia com a saída do corpo etérico. Mas veremos que este corpo não se afasta muito do corpo físico. E quando ocorre a morte física ele também se acaba. Por isso neste último desenho deixamos o duplo junto ao corpo físico. FÍSICO PSÍQUICO
  43. 43. Estudos Dirigidos Vamos ver algumas tabelas, e esquemas, com essas “divisões” do Ser Humano. Os Corpos, Veículos, Camp
  44. 44. Planos Corpos Esoterismo em Geral Espiritismo (Allan Kardec) Plano Átmico Corpo Divino Corpo Átmico Espírito Plano Búdico Corpo Búdico Corpo Búdico Plano Mental Superior Corpo Nirvânico Corpo Mental Superior Corpo Causal Perispírito Plano Mental Inferior Corpo Mental Corpo Mental Inferior Corpo Mental Plano Astral Corpo Astral Corpo Astral “Plano Etérico” Duplo Etérico Corpo Etérico Plano Físico Corpo Físico Corpo Físico Corpo Físico Tabela comparativa – Corpos Espirituais Obs.: O Plano Monádico não está inserido na tabela.
  45. 45. Outra tabela comparativa Fonte: Ilustração da tabela e da referência do livro http://autocura.wordpress.com/2011/03/
  46. 46. Capítulo VII Experiências de Charles Lancelin
  47. 47. ESQUEMA DA COMPOSIÇÃO DO HOMEM (Almas secundárias ou aerossomas) Espírito Alma (Princípio fluídico e hipefísico) Corpo Físico — Princípio fundamental, dominando todo o agregado humano, em relação com o Plano divino. Alma Consciencial Alma Intuitiva Alma Moral Alma Causal Alma Inteligente (corpo mental) Alma Sensitiva (corpo astral) Alma Vital (duplo etérico) — único elemento estudado pela Ciência oficial. Elementos constituintes do corpo do espírito. Elemento misto, unindo os elementos superiores (espirituais), aos elementos inferiores (anímicos). Elementos constituintes da alma do corpo físico. Capítulo X Considerações Gerais
  48. 48. Capítulo X Considerações Gerais
  49. 49. Página 83.
  50. 50. “Nesses estratos (divisão, camada), cada série ou corpo tem denominação e características distintas, funções específicas e manifestação limitada ao campo ou dimensão a que está adstrito (dependente, ligado), pois cada um desses corpos vibra em universo dimensional distinto.” Corpos espirituais Corpos materiais Átmico Búdico Mental Superior Mental inferior Astral Etérico Eu Tríade Divina Individualidade (Ternário Superior) Ego Quaternário Inferior Personalidade Somático Página 59. FIM
  51. 51. Estudos Dirigidos Vamos dar uma pausa por aqui. http://vivenciasespiritualismo.net/index.htm Luiz Antonio Brasil Périclis Roberto pericliscb@outlook.com Os Corpos, Veículos, Camp

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