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• Camus é um objeto de pesquisa muito
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• Pesquisa não se iniciou no CIP, mas de
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Problemas
• Transformá-la em um livro voltado aos
profissionais de jornalismo?
• Conectar a pesquisa com a filosofia, com ...
Jornalismo clandestino é honrável porque é uma prova de
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saudável, tudo o ...
A profissão que envolve o julgamento diário das manchetes,
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Referências
• Na Antropologia: Stuart Hall e a
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• Na Sociologia: Érik Neveu e suas
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Referências
• No Jornalismo Opinativo e na Ética:
Luís Beltrão, Eugênio Bucci e Clóvis de
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Um jornalista que relê seu artigo publicado e não questiona se ele
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Talvez a história tenha um fim; nossa tarefa, no
entanto, não é terminá-la, mas criá-la à
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Análise
Literária
• Comparação de trechos;
• Ensaios como desenvolvimento;
• Literatura como fonte;
• Jornalismo como expr...
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Filósofo, Camus? Não, se os parâmetros –
ocidentais – forem Platão, Kant, Hegel, Russel,
Wittgenstein, Popper, Sartre... C...
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mundo (ou limitar o próprio, o que dá no
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Ficção: Fonte de Ideias;
Ensaio: Formalização de Ideias;
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Filosofia: Discussão e crítica ...
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Palestra: Albert Camus, o jornalismo e a moral em filosofia na FFLCH-USP

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Palestra sobre o escritor, jornalista e intelectual Albert Camus para promover o jornal Discurso Sem Método.

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Palestra: Albert Camus, o jornalismo e a moral em filosofia na FFLCH-USP

  1. 1. OO JORNALISTAJORNALISTA ALBERT CAMUSALBERT CAMUS UM ESTUDO DE SEUS ARTIGOS NO JORNAL CLANDESTINO COMBAT, ENTRE 1944 E 1947 Uma pesquisa do Centro Interdisciplinar de Pesquisa da Faculdade Cásper Líbero
  2. 2. A Pesquisa • Camus é um objeto de pesquisa muito conhecido; • Pesquisa não se iniciou no CIP, mas de leituras do Ensino Médio; • Buscou não apenas o escritor, mas sim uma investigação de seu engajamento político e jornalístico.
  3. 3. Problemas • Transformá-la em um livro voltado aos profissionais de jornalismo? • Conectar a pesquisa com a filosofia, com a história da Segunda Guerra Mundial ou mantê-la no jornalismo? • Extender o estudo como mestrado ou doutorado?
  4. 4. Jornalismo clandestino é honrável porque é uma prova de independência, porque envolve um risco. É bom, é saudável, tudo o que tem haver com os atuais eventos políticos têm se tornado perigoso. Se há algo que nós não queremos ver novamente, é a proteção da impunidade por trás de quem com um comportamento tão covarde e com muitas maquinações uma vez teve refúgio. (CAMUS ALBERT In: LEVI-VALENSI, Jacqueline. Camus at Combat: Writing 1944-1947. 2006. p. 9)
  5. 5. A profissão que envolve o julgamento diário das manchetes, sob o critério de discernir o que o senso comum e a base intelectual requisitam, não vive sem perigos. Esperando o melhor, você gasta muito de seu tempo julgando o que é pior ou até o que apenas é menos pior. Em resumo, você adota uma atitude sistemática do julgar, como o professor acadêmico, ou o professor de ética. Nesse ramo, isso é um passo para a presunção e a idiotice. (CAMUS, Albert. In: LEVI-VALENSI, Jacqueline. Camus at Combat: Writing 1944-1947. 2006. p. 118)
  6. 6. Referências • Na Antropologia: Stuart Hall e a Cultural Studies de Birmingham; • Na Sociologia: Érik Neveu e suas pesquisas sobre o jornalismo; • No Ensaísmo: Manuel da Costa Pinto;
  7. 7. O que nós queremos? Uma imprensa que seja clara e viril e escreva em um estilo decente. Quando nós sabemos, como nós jornalistas temos conhecimento nestes últimos quatro anos, que escrevendo um artigo pode levar você até a prisão ou te matar, fica claro que as palavras tem valor e devem ser mensuradas cuidadosamente. O que nós estamos esperando é restaurar a responsabilidade jornalística com o público. Albert Camus (CAMUS, Albert. In: LEVI-VALENSI, Jacqueline. Camus at Combat: Writing 1944-1947. 2006. p. 22)
  8. 8. Referências • No Jornalismo Opinativo e na Ética: Luís Beltrão, Eugênio Bucci e Clóvis de Barros Filho; • Fonte primária dos artigos no jornal Combat: Jacqueline Lévi-Valensi; • Fonte biográfica: Olivier Todd.
  9. 9. Um jornalista que relê seu artigo publicado e não questiona se ele está certo ou errado, quem não experimenta um pingo de dúvida ou escrúpulos, e quem em algumas noites não se desespera em se tornar igual ao absurdo mas necessário trabalho que ele fez do começo ao fim da semana – em resumo, um jornalista que não se julga diariamente – não está capacitado em sua profissão e abraça a maior das responsabilidades diante de nossos olhos e dos olhos deste país. (CAMUS, Albert. In: LEVI-VALENSI, Jacqueline. Camus at Combat: Writing 1944-1947. 2006. p. 94)
  10. 10. Talvez a história tenha um fim; nossa tarefa, no entanto, não é terminá-la, mas criá-la à imagem daquilo que doravante sabemos ser verdadeiro. A arte, pelo menos, nos ensina que o homem não se resume à história, que ele encontra também uma razão de ser na ordem da natureza. (CAMUS, Albert. O Homem Revoltado. 2005. p.317)
  11. 11. Análise Literária • Comparação de trechos; • Ensaios como desenvolvimento; • Literatura como fonte; • Jornalismo como expressão.
  12. 12. Para Michel Onfrey: Albert Camus é filósofoAlbert Camus é filósofo Herdeiro de Friedrich Nietzsche Cético e autocrítico Na biografia de Olivier Todd: Camus diz que não filósofoCamus diz que não filósofo, E disse que era vítima de uma moda da época.
  13. 13. Filósofo, Camus? Não, se os parâmetros – ocidentais – forem Platão, Kant, Hegel, Russel, Wittgenstein, Popper, Sartre... Camus repetiu que não era filósofo, e sobretudo que não era um existencialista, mas, vítima de uma coqueteria cultural francesa (TODD, Olivier. Albert Camus: Uma vida. 1998. p. 773)
  14. 14. Pensar é antes de mais nada querer criar um mundo (ou limitar o próprio, o que dá no mesmo). O filósofo, mesmo que seja Kant, é criador. Tem seus personagens, seus símbolos e sua ação secreta. (CAMUS, Albert. Mito de Sísifo. 2006. p. 114 e p. 115)
  15. 15. Ficção: Fonte de Ideias; Ensaio: Formalização de Ideias; Jornalismo: Expressão das Ideias. Filosofia: Discussão e crítica de IdeiasFilosofia: Discussão e crítica de Ideias Áreas interligadas na carreira e vida de Camus.
  16. 16. Obrigado pela atenção!Obrigado pela atenção!

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