Eficiência energética - Os novos caminhos da construção

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Eficiência energética - Os novos caminhos da construção

  1. 1. OS NOVOS CAMINHOS DA CONSTRUÇÃO Engª. Mário S. Almeida Engª. MSc. Natasha Thomas Engº. Thales de Azevedo Filho CASE DA SEDE SINDUSCON - BA
  2. 2. NOVA SEDE 1.  CONCEPÇÃO 2.  REALIZAÇÃO 3.  ATRIBUTOS DE SUSTENTABILIDADE 4.  RESULTADOS
  3. 3. NOVA SEDE CONCEPÇÃO Eng. MSc. Natasha Thomas
  4. 4. LOCALIZAÇÃO Localização Rua Minas Gerais / Rua Paraíba – Pituba
  5. 5. ANTIGA SEDE Fundação 1952 Aquisição da Sede na Pituba 1984
  6. 6. NOVA SEDE A Presidência define como requisitos mínimos: §  Incorporar Inovações Tecnológicas §  Adotar ao máximo critérios de sustentabilidade. §  Maximizar a eficiência energética §  A edificação deverá ser uma construção modelo. §  Ser um ambiente multiplicador de novas ideias para construção civil DESAFIOS: §  EQUACIONAR A VIABILIDADE ECONÔMICA. §  RECURSOS PRÓPRIOS §  FINANCIAMENTO §  PARCERIAS
  7. 7. EDIFICAÇÃO IDEAL CONCEITO DE UMA EDIFICAÇÃO SUSTENTÁVEL O que ocorre com Edifícios mais bem planejados, com inovações tecnológicas, critérios de sustentabilidade, com mais eficiência energética, materiais adequados e ecologicamente arquitetados ? §  Terão custos operacionais mais baixos como também de manutenção, maior vida útil, garantem o valor patrimonial e a satisfação de usá-los.
  8. 8. VIABILIDADE EQUACIONAR TODOS ESSES ATRIBUTOS A VIABILIDADE TÉCNICA-ECONÔMICA 25 20 15 10 5 0 8% +8%
  9. 9. VIABILIDADE
  10. 10. CERTIFICAÇÃO Para validar todos esses critérios será necessário a certificação, auditada por uma Agência credenciada e acompanhada por uma Consultoria especializada. Foi escolhido o processo “AQUA”, de origem francesa, auditado pela Fundação Vanzolini e tendo como consultora a PROACTIVE.
  11. 11. PROCESSO AQUA Categorias da Qualidade Ambiental do Edifício - QAE
  12. 12. CERTIFICAÇÃO A CERTIFICAÇÃO SERÁ FEITA EM QUATRO FASES DISTINTAS §  PROGRAMA - §  CONCEPÇÃO – PROJETO §  REALIZAÇÃO – OBRA §  OPERAÇÃO - USO
  13. 13. CERTIFICAÇÃO
  14. 14. CERTIFICAÇÃO PROCEL EDIFICA Busca a eficiência energética do edifício como um todo, avaliando os sistemas individuais da ENVOLTÓRIA, ILUMINAÇÃO e CONDICIONAMENTO DE AR.
  15. 15. 15 NOVA SEDE Características
 do novo edifício 9 PAVIMENTOS + COBERTURA, SENDO: §  SUBSOLO: Garagem + serviços §  TÉRREO: Acesso principal +estacionamento §  1º E 2º PAV. INTERLIGADOS : Centro de convenções Auditório + salas técnicas + terraço §  3º PAV.: Presidência + administração §  4º AO 7º PAV.: A serem locados §  COBERTURA: Será um telhado verde para eventos e exposição permanente de equipamentos da própria edificação CORTE
  16. 16. EDIFÍCIO TRATAMENTO DIFERENCIADO DAS FACHADAS, DE ACORDO COM A SUA ORIENTAÇÃO CARDINAL QUINTA FACHADA – COBERTURA Telhado verde, Placas fotovoltaícas, Energia eólica FACHADA SUDESTE (fundos) FACHADA NORDESTE (lateral) FACHADA SUDOESTE (lateral) Proteção solar, Vidros refletivos FACHADA NOROESTE (frente)
  17. 17. ECO CONSTRUÇÃO ARQUITETURA SUSTENTÁVEL Área  do  auditório 159,03  m² §  100% dos ambientes internos com acesso á iluminação natural §  Flexibilidade de Layout §  Acessibilidade total de PNE §  Coleta seletiva em cada pavimento
  18. 18. ECO CONSTRUÇÃO USO DE MATERIAIS DE BAIXO IMPACTO AMBIENTAL
  19. 19. ECO CONSTRUÇÃO FORRO, DIVISÓRIAS, PORTAS E PAINÉIS ACÚSTICOS
  20. 20. EDUCAÇÃO PROGRAMA VISUAL INTERATIVO §  Vitrine dos conceitos e soluções de sustentabilidade na construção e dos fornecedores parceiros §  Demonstração da viabilidade técnica §  Fórum de debate §  Espaço multiplicador de ideias
  21. 21. O EDIFÍCIO Além de todo seu conteúdo de inovação tecnológica, de atributos de sustentabilidade e eficiência ele se propõe a : §  Modificar o sitio, hoje carente de uma requalificação urbana §  Transformar num ponto de interesse permanente do saber §  Interagir com o seu entorno. Relógio de sol Placa indicativa da geolocalização QR Code *
  22. 22. NOVA SEDE REALIZAÇÃO Eng.  MSc.  Natasha  Thomas
  23. 23. ECO CONSTRUÇÃO DESCONSTRUÇÃO SELETIVA DA ANTIGA SEDE §  Reaproveitamento máximo dos materiais, mitigando os efeitos indesejáveis à vizinhança e ao seu entorno §  Materiais, aparelhos e equipamentos doados para ONG’s ou reciclados
  24. 24. ECO CONSTRUÇÃO REDUÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS Uso do resíduo Classe A na base do subsolo 24,2% dos agregados da obra foram utilizados na base do subsolo
  25. 25. ECO CONSTRUÇÃO CANTEIRO DE OBRA SUSTENTÁVEL CONSUMOS • MATERIAIS • GESTÃO DA ÁGUA • EFICIÊNCIA ENERGÉTICA QUALIDADE INTRINSECA • SAÚDE E SEGURANÇA • INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS • INOVAÇÃO TECNOLÓGICA EMISSÕES • RESÍDUOS • POLUIÇÃO DO AR • POLUIÇÃO DA ÁGUA E SOLO INTERFACES COM MEIO EXTERIOR • QUALIDADE URBANA E DO ENTORNO • POLUIÇÃO SONORA • POLUIÇÃO VISUAL
  26. 26. INTEGRAÇÃO Concurso Arte Grafite - Tapumes 1° Lugar
  27. 27. ECO CONSTRUÇÃO GESTÃO DA ÁGUA - Planos para escoamento, drenagem e tratamento das águas superfíciais e pluviais
  28. 28. ECO CONSTRUÇÃO GESTÃO DA ÁGUA •  Reaproveitamento das águas cinzas no canteiro
  29. 29. ECO CONSTRUÇÃO POLUIÇÃO DA ÁGUA E DO SOLO •  Controle e coleta dos efluentes, pre-tratados antes de lançarem na rede pública
  30. 30. ECO CONSTRUÇÃO REDUÇÃO DA GERAÇÃO DE RESÍDUOS Plano de gestão dos resíduos da Construção Geração de resíduos por material e percentual de andamento da obra.
  31. 31. ATRIBUTOS CONDICIONAMENTO DE AR Eng. Mário Sergio Almeida
  32. 32. CONDICIONAMENTO DE AR §  EXAUSTÃO MECÂNICA DOS AMBIENTES §  RENOVAÇÃO DE AR INTERIOR §  CONTROLE DA TAXA DE CO2 §  CLIMATIZAÇÃO AMBIENTAL
  33. 33. CONDICIONAMENTO DE AR SISTEMA DE AR CONDICIONADO A GÁS NATURAL (GHP – Gas Heat Pump) •  Redução no consumo de energia elétrica de até 91% utilizando GHP •  Economia Anual – 24 % •  Não polui o meio ambiente: o gás natural reduz sensivelmente a emissão de poluentes, porque os produtos resultantes da combustão são inodoros, isentos de óxido de enxofre e partículas de fuligem.
  34. 34. CONDICIONAMENTO DE AR Controle da taxa de CO2 por ambiente pela variação do volume de ar exterior de renovação VRV TAXA DE RENOVAÇÃO 27m³/p.h ANVISA
  35. 35. CONDICIONAMENTO DE AR Renovação com o ar exterior com regeneração da energia térmica pela troca de calor com o ar que retorna dos ambientes e que será lançado para atmosfera RETORNO DO AR 22°C AR DE RENOVAÇÃO 27°C EXAUSTÃO DO AR 32°C AR EXTERNO 37°C 22°C 32°C 37°C 27°C Redução de consumo de energia de 30 a 40%
  36. 36. ATRIBUTOS GESTÃO DA ÁGUA Eng. Thales de Azevedo Filho
  37. 37. SUSTENTABILIDADE GESTÃO DAS ÁGUAS §  Aproveitamento das águas pluviais §  Reuso das águas cinzas §  Recuperação da água de condensação do sistema de ar condicionado Tratada torna-se “água de reuso” para utilização nas descargas dos vasos sanitários e na irrigação. •  Redução do consumo de água total utilizando a água de reuso, é da ordem de 54%. http://guiadaarquitetura.blogspot.com.br
  38. 38. SUSTENTABILIDADE Telhado Verde Fonte:
  39. 39. ECO CONSTRUÇÃO ARQUITETURA SUSTENTÁVEL – TELHADO VERDE E JARDINS VERTICAIS ü  ü  ü  ü  Redução da reflexão eliminando as “ilhas de calor” Redução de 3-5ºC da temperatura do pav. inferior Melhor conforto acústico Retarda as contribuições para a rede pública
  40. 40. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Recuperação de água de condensação 0,80 lts/TR.h §  CARGA TERMICA DA SEDE – 77,11TR’s • 77,11 TR = 61,70 litros por hora • 617 litros por dia •13.374 litros/mês •Descarga média – 4,5 litros por acionamento •3016 acionamentos/mês •137 acionamentos/dia •Utilização por pessoa/dia = 3 vezes •45 pessoas utilizarão por dia
  41. 41. SUSTENTABILIDADE Aproveitamento da energia potencial da rede de distribuição de água da Embasa e transferência da pressão disponível
  42. 42. SUSTENTABILIDADE Caixas de descargas com duplo acionamento e volume reduzido Descarga de 6 Litros Descarga de 3 Litros
  43. 43. SUSTENTABILIDADE Mictório sem água Sifão
  44. 44. SUSTENTABILIDADE Medição individual de água Conforme Legislação Municipal todos as salas terão medição individual de água. Os hidrômetros serão instalados nos pavimentos e serão do tipo , para medição remota.
  45. 45. SUSTENTABILIDADE Torneiras com economizadores Ao misturar ar com a água ou fazê-la aspergir, podemos reduzir a vazão sem diminuir o conforto do usuário. 8 lts/min 4lts/min -50% 2 lts/min -75%
  46. 46. SUSTENTABILIDADE Torneiras de fechamento automático em todos os pontos de utilização •  Evita desperdício. •  Previne operação com descuido. •  Antivandalismo. Todos esses equipamentos garantem uma economia significativa de água
  47. 47. SUSTENTABILIDADE Restritores de vazão §  Utilização na zonas de pressão superior a 10 mCA ou 1bar. §  Evita o desperdício pelo controle da vazão.
  48. 48. SUSTENTABILIDADE Todos esses equipamentos garantem uma economia significativa de água ü  As torneiras serão responsáveis por um ganho de 75% do consumo ü  Os chuveiros contribuem para uma economia de 33% do consumo ü  Vasos sanitários participam com uma redução de 90% ü  A redução do consumo total de água potável será da ordem de 54% se comparado a uma instalação convencional.
  49. 49. SUSTENTABILIDADE TUBO PESCADOR DE INCÊNDIO Serão utilizados nos reservatórios superiores para promover a movimentação e renovação de toda a reserva de água para combate a incêndio. BARRILETE DE DISTRIBUIÇÃO USO DOMÉSTICO *Permite a substituição de toda RTI. Principio do Sifão
  50. 50. SUSTENTABILIDADE Infiltração do excedente de águas pluviais para o solo, o que favorece o ciclo da água com pisos e passeios permeáveis Todos esses equipamentos garantem uma economia de 35 a 40% de água Aumento no coeficiente de permeabilidade de 38,36%
  51. 51. ECO CONSTRUÇÃO PAISAGISMO Bambu Orquídea Alamanda amarela Palmeira Areca •  •  •  •  Rápido crescimento Porte arbustivo e entouceirada. Eficaz no combate a poluição interna dos ambientes. Pouca manutenção. Alfinete Dianela Espécies nativas, bem adaptadas e com baixa necessidade de manutenção e consumo de água, resistentes ao clima, salitre, vento e sol.
  52. 52. ATRIBUTOS GESTÃO DE ENERGIA Eng. Thales de Azevedo Filho
  53. 53. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Utilizar todas as fontes de energia de maneira racional diminuindo as perdas. Consiste em usar menos energia para obter-se o máximo de rendimento. Todos esses equipamentos garantem uma economia de 35 a 40% de água
  54. 54. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA FACHADA BIOCLIMÁTICA
  55. 55. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Aproveitamento da Iluminação Natural Até 80% de economia de energia na iluminação
  56. 56. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA GESTÃO INTEGRADA DA ILUMINAÇÃO E DA CLIMATIZAÇÃO
  57. 57. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Descartado totalmente o uso de lâmpadas Incandescentes 95% Calor 5% Luz
  58. 58. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Lâmpadas LED acionadas por sensores de presença nas áreas comuns e de permanência eventual LED - SMD Redução de consumo de 40 a 50%
  59. 59. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Redução das perdas no sistema de distribuição de energia 5% 17% Todos esses equipamentos garantem uma economia de 35 a 40% de água Perda de energia elétrica no Brasil Perda de carga admissível Adotado  0,5%  
  60. 60. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Utilização de energia fotovoltaica e eólica SISTEMA HIBRIDO
  61. 61. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA SISTEMA DE GERAÇÃO HIBRIDA §  §  §  17 PLACAS – 4,16kWp SENDO UM MÓDULO DE DEMONSTRAÇÃO 1 AEROGERADOR DE 1,46kWp TOTALIZANDO – 5,62 kWp
  62. 62. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA GERADOR A GÁS NATURAL •  •  Baixa emissão de CO2 Suprimento de combustível por rede pública Menor nível de ruído Dispensa armazenamento de combustível - DIESEL Redução de odores Menos poluição •  Menor custo operacional •  •  •  • 
  63. 63. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA AQUECEDOR COM RECUPERAÇÃO DE CALOR GANHO DE GÁS 30%
  64. 64. SEGURANÇA Proteção contra choques elétricos DR §  Dispositivos de proteção de correntes residuais de fuga. §  Proteção Contra Incêndio.
  65. 65. SEGURANÇA Proteção contra surtos de tensão DPS §  Proteção contra acidentes provocados nas redes de distribuição de energia elétrica. §  Descargas atmosféricas.
  66. 66. ATUALIDADE Aspiração Central de Lixo
  67. 67. MOBILIDADE Bicicletário com vestiários e cabines de banho
  68. 68. ALTERNATIVA ENERGÉTICA Pontos para reabastecimento de carros e bicicletas elétricas
  69. 69. NOVA SEDE RESULTADOS Eng. Thales de Azevedo Filho
  70. 70. ECO GESTÃO SIMULAÇÃO ENERGÉTICA DA ENVOLTÓRIA, ILUMINAÇÃO, AR CONDICIONADO •  Modelagem tridimensional da edificação •  Características térmicas dos materiais •  Carga térmica proveniente da população do edifício •  Informações técnicas dos equipamentos elétricos do edifício •  Avaliação da Envoltória – Transmitância térmica (Uedf) •  Avaliação do Sistema de ar-condicionado, ventilação, exaustão •  Análise do sistema de iluminação
  71. 71. ECO GESTÃO SIMULAÇÃO ENERGÉTICA DA ENVOLTÓRIA, ILUMINAÇÃO, AR CONDICIONADO •  Redução na transmitância térmica •  Redução do consumo de energia para iluminação •  -21% – 46% Redução do valor absoluto das necessidades energéticas totais, para iluminação e ar condicionado – 73% ABNT NBR – 15220-3 - Zona Climática n°8
  72. 72. ECO GESTÃO BUILDING MANAGEMENT SYSTEM - BMS Interação através da integração dos sistemas Dali KNX/EIB   LighOng  Control BMS KNX/EIB Bus line 73 BACnet/IP,  100baseT  Ethernet BACnet  MS/TP,  ARCNET  
  73. 73. ECO GESTÃO As informações de desempenho ambiental podem ser mostradas em monitores e em tempo real para os ocupantes do empreendimento. 74
  74. 74. ECO GESTÃO VIABILIDADE ECONÔMICA      Custo  Sustentabilidade    -­‐  Obra        InvesFmento  Água        InvesFmento  Energia        InvesFmento  ClimaFzação        InvesFmento  arquitetura        InvesFmento  conforto/saúde      Total  Projetos    Sustentabilidade      CUSTO  TOTAL  SUSTENTABILIDADE Payback  –  InvesOmento  Água,  Energia  e  ClimaOzação 13,0% 0,8% 5,3% 2,3% 2,5% 2,1% 2,6% 15,6% 5,48  anos
  75. 75. VIABILIDADE SUSTENTABILIDADE É UM BOM NEGÓCIO...?! Economia  de  Água POPULAÇÃ ESTIMADA CONSUMO PER CAPITA .DIA 50 litros CONSUMO ANUAL 3.168 m³ GANHO COM REÚSO 1.563m³   C O N S U M O   T O T A L 240 PESSOAS 1.563 m³ ÁGUA DE CONDENSAÇÃO 3.168m³   162 m³ 162m³   ECONOMIA 1.725 m³ CUSTO DA ÁGUA R$ 24.886,75 CUSTO DO ESGOTO 80 % R$ 19.909,40 TOTAL R$ 44.796,15 1.458m³   Consumo  Convencional Consumo  com  Reúso Ganho  anual Água  de  Condensação   Consumo  EfeFvo  
  76. 76. VIABILIDADE SUSTENTABILIDADE É UM BOM NEGÓCIO...?! Economia  de  Energia  Elétrica CONSUMO ANUAL COM ILUMINAÇÃO C u s t o   O p e r a c i o n a l 130588 Ganho  anual Consumo  EfeFvo 60.047 kW.h R$ 26.252,54 GANHO ANUAL COM GERAÇÃO LOCAL 8.308,60 Kw.h TARIFA B3 - R$0,4372 kW.h R$ 3.632,52 TOTAL ANUAL R$ 29.885,06 8308 62233 Consumo  Convencional - 46% TARIFA B3 - R$0,4372 kW.h 60047 GANHO ANUAL 130,538 kW.h Consumo  Eficiente Geração  Local
  77. 77. VIABILIDADE SUSTENTABILIDADE É UM BOM NEGÓCIO...?! Economia  de  Ar  Condicionado CONSUMO ANUAL VRF ELÉTRICO C u s t o   O p e r a c i o n a l R$  105,584 Consumo  Anual  VRF  Elétrico Consumo  Anual  GHP  -­‐  GN Ganho  anual Consumo  Anual  GHP  -­‐  GN Consumo  Anual  VRF  Elétrico R$108.794,00 R$ 26.124,00 INVESTIMENTO EQUIPAMENTO VRF ELÉTRICO R$608.300,00 INVESTIMENTO EQUIPAMENTO GHP-GN R$  134,918 CONSUMO ANUAL GHPGN GANHO ANUAL R$  29,334 R$134.918,00 R$ 655.040,00 ADICIONAL INVESTIMENTO R$ 46.740,00 PAYBACK 1,59 ANO
  78. 78. VIABILIDADE SUSTENTABILIDADE É UM BOM NEGÓCIO...?! Economia  Da  Roda  Entalpica 102.02 81.01 Carga  Termíca  SEM  Roda   Entalpica   Carga  Termíca  COM  Roda   Entalpica Ganho  anual  em  TR Carga  Termíca  COM  Roda  Entalpica Carga  Termíca  SEM  Roda  Entalpica   CARGA TÉRMICA SEM RODA ENTALPICA 102,02 TR CARGA TÉRMICA COM RODA ENTALPICA 77,11 TR + 3,89 TR 81,00 TR GANHO EFETIVO 21.01 C u s t o   O p e r a c i o n a l 21,02 TR ECONOMIA EFETIVA ANUAL R$ 35.012,00
  79. 79. VIABILIDADE SUSTENTABILIDADE É UM BOM NEGÓCIO...?! OPERACÃO DOS SISTEMAS BÁSICOS CUSTO SEM ATRIBUTO SUSTENTABILIDADE R$ 82.536,37 R$ 57.071,21 GANHO COM ATRIBUTO SUSTENTABILIDADE R$ 44.796,15 R$ 36.448,52 R$ 134.918,00 R$ 26.124,00 RODA ENTALPICA R$ 35.012,00 R$ 35.012,00 TOTAIS 309.537,58 142.380,67 ÁGUA ENERGIA ARCONDICIONADO GANHO EFETIVO 45,99%
  80. 80. AGRADECIMENTOS RECONHECIMENTO PROJETISTAS E CONSULTORES PARCEIROS
  81. 81. AGRADECIMENTOS RECONHECIMENTO FORNECEDORES PARCEIROS
  82. 82. AGRADECIMENTOS RECONHECIMENTO FORNECEDORES PARCEIROS
  83. 83. AGRADECIMENTOS RECONHECIMENTO CONSTRUTORES PARCEIROS
  84. 84. AGRADECIMENTOS RECONHECIMENTO EMPRESAS CONTRATADAS
  85. 85. PARA REFLETIR “O MUNDO É DOS QUE IMAGINAM. É DOS QUE ANTECIPAM DESEJOS. DOS QUE INOVAM E DOS QUE, INCANSÁVEIS COMO A PRÓPRIA INOVAÇÃO, VÃO LÁ E SE REINVENTAM.” GRUPO  BUENO  NETO
  86. 86. OBRIGADO Convidamos a todos a nos acompanhar nos NOVOS CAMINHOS DA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL Vamos nessa….

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