As doenças sexualmente transmíssíveis

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As doenças sexualmente transmíssíveis

  1. 1. As doenças sexualmente transmissíveis.<br />Fonte:notapositiva@sapo.pt<br />
  2. 2. INTRODUÇÃO<br />Este trabalho foi realizado no âmbito da disciplina de Sociedade Tecnologica e Ciência a pedido da Drª Deolinda Silva e da DrªIsabel Martins . Este trabalho vai ser apresentado sobre a forma de power point.Aviso desde já que contém imagens que podem ferir a susceptibilidade das pessoas ao verem este trabalho, pelo que peço desde já as minhas desculpas<br />
  3. 3. Como tema do trabalho, optei por tratar um dos problemas mais graves e sérios do nosso tempo, ou seja, resolvi fazer este trabalho sobre as doenças sexualmente transmissíveis. <br />
  4. 4. Com este trabalho pretendo falar, problematizar, reflectir e comentar os vários tipos de doenças sexualmente transmissíveis, os seus efeitos e sintomas no nosso organismo, formas de transmissão entre indivíduos, tratamentos, comportamentos e formas de prevenção face aos agentes contagiosos <br />
  5. 5. As doenças sexualmente transmissíveis (ou doenças venéreas), também chamadas DST´s são, tal como o nome sugere, doenças infecciosas que se propagam essencialmente através de contactos sexuais.Afectam geralmente o aparelho reprodutor de ambos os sexos.<br />
  6. 6. Quem nunca ouviu falar do Síndrome da ImunoDeficiência Adquirida, mais conhecida como SIDA? A SIDA, apesar de ser a mais mortífera das DST actualmente, é apenas uma delas e no entanto é responsável por 3 milhões de mortes todos os anos.<br />
  7. 7. A SIDA, Síndrome da ImunoDeficiência Adquirida é uma doença provocada pelo VIH, Vírus da ImunoDeficiência Humana. O VIH como vírus que é possui uma enzima transcriptase reversa que substitui o seu genoma no genoma humano das células infectadas, tornando-as produtoras de mais vírus VIH.<br />
  8. 8. Mas o que faz o VIH tão mortífero não é o facto de fazer isto mas sim o facto das células-alvo serem principalmente os linfócitos T4 (e também os macrófagos), que são os leucócitos que orientam e coordenam todas as defesas do sistema imunitário. <br />
  9. 9. Sob a acção do vírus o sistema imunitário fica enfraquecido e exposto às doenças oportunistas (como a gripe, a tuberculose, a epidemia...). A SIDA é uma doença que causa alguns sintomas de mau estar durante as 2 a 4 semanas após a infecção mas que demora vários anos a enfraquecer e a actuar sobre o organismo humano.<br />
  10. 10. Por fim, quando o seropositivo já tem efectivamente SIDA começa a perder peso, a ter febre, anemia e outros sintomas graves, até que o organismo fica tão debilitado que doenças normalmente fáceis de serem destruídas pelo sistema imunitário levam à morte do ser humano.<br />
  11. 11. Existem muitas maneiras de transmissão da Sida, a saber: contacto sanguíneo, através de sémen e fluídos vaginais (o sémen é mais virulento), através de sexo oral, vaginal e anal (o anal é o mais perigoso), através de partilha de seringas infectadas e também de mãe para filho durante a gestação, parto ou amamentação. <br />
  12. 12. Não existe cura ou vacina para o VIH, existindo no entanto tratamentos que retardam o efeito do vírus com alguns “cocktails” de drogas Infelizmente, devido à rápida multiplicação do vírus, este torna-se rapidamente imune às drogas utilizadas.<br />
  13. 13. HEPATITE B<br />A hepatite B é a par da SIDA a outra DST que pode provocar a morte. A hepatite B é causada pelo vírus da hepatite B (VHB) e é a hepatite mais perigosa.<br />
  14. 14. É uma doença que ataca o fígado, criando cirroses hepáticas e podendo mesmo causar cancro no fígado. <br />
  15. 15. O VHB transmite-se da mesma maneira que o vírus do HIV (durante as relações sexuais, através de seringas e de mãe para filho) sendo no entanto 50 a 100 vezes mais infeccioso que o HIV e muito mais resistente que este, podendo, por exemplo, sobreviver pelo menos uma semana fora do organismo humano.<br />
  16. 16. Não existe tratamento médico do vírus da hepatite b, havendo contudo uma vacina eficaz para combater esta doença, com sucesso que ronda os 95%.<br />
  17. 17. Sendo assim, a melhor maneira de combater esta doença é através da produção de anticorpos pelo organismo. Caso o organismo esteja debilitado e tal produção for afectada, o indivíduo poderá correr sérios riscos de vida.<br />
  18. 18. HERPES GENITAL<br />
  19. 19. O herpes genital provoca uma infecção nas mucosas dos órgãos reprodutores feminino e masculino, mais concretamente na glande e prepúcio do pénis ou na vulva e na vagina, podendo ainda aparecer no ânus.<br />
  20. 20. Esta úlceras podem ser bastante dolorosas, levando à dificuldade em urinar ou mesmo à dificuldade em andar nos indivíduos infectados. Pode causar impotência nos homens.<br />
  21. 21. Sendo uma DST viral e incurável, que reaparecerá periodicamente provocando novamente lesões e dores. Não existe cura para o herpes mas existem tratamentos que reduzem a duração do ataque, assim como se pode diminuir o número de surtos periódicos. <br />
  22. 22. O herpes transmite-se durante as relações sexuais, tanto em sexo vaginal como anal e oral. O herpes pode ser transmitido ao feto, o que pode ser perigoso visto as suas defesas serem fracas e como tal, o vírus pode causar danos ao nível da pele, articulações, fígado e pulmões <br />
  23. 23. VÍRUS DO PAPILOMA HUMANO<br />O vírus do papiloma humano (VPH) é um vírus que se pensa afectar cerca de 30% das mulheres entre os 15 e os 60 anos e é uma das DST mais comum.<br />
  24. 24. O VPH vive nas mucosas genitais, nomeadamente pénis, vagina, vulva e também no colo do útero. Este vírus causa dores intensas nas vias genitais e verrugas (denominadas condilomas) e pensa-se que está fortemente ligado ao cancro do colo do útero.<br />
  25. 25. Este vírus transmite-se por contacto sexual, através da pele (entre superfícies vivas e susceptíveis) e também durante a gestação da mãe para o feto<br />
  26. 26. Hoje em dia não existe cura para este vírus ,havendo no entanto alguns tratamentos, nomeadamente a destruição química e física da zona afectada. <br />
  27. 27. Caso tratado nas fases iniciais, este vírus tem 90% de probabilidade de ser eliminado mediante estes tratamentos. Ou seja, devemos estar atentos o mais possível a tal doença pois caso se expanda rapidamente, torna-se difícil de tratar, até porque as áreas afectadas pelo vírus serão de muito maior dimensão.<br />
  28. 28. Estas são as DST cujo agente infeccioso é um vírus, sendo por isso as mais difíceis de tratar (não há cura para estes vírus). Felizmente nem todas as DST são virulentas, havendo outras que são causadas por bactérias. <br />
  29. 29. A gonorreia é uma das mais graves DST que existem. A gonorreia é uma doença causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae e pode causar sérios problemas aos infectados. <br />
  30. 30. Os primeiros sintomas da gonorreia no homem são dores durante o acto de urinar assim como a secreção de algum pus.Geralmente, os homens são mais afectados pela gonorreia.<br />
  31. 31. Nas mulheres apresentam sintomas da doença, a maioria das mulheres sofre apenas de sintomas ligeiros, podendo no entanto sofrer de sintomas graves como infecções nos constituintes do sistema reprodutor, dor pélvica ou dor durante o acto de urinar, dores fortes durante o coito ou mesmo libertação de pus. <br />
  32. 32. A gonorreia, se não for tratada devidamente, pode também causar infertilidade nas mulheres e esterilidade nos homens, assim como doenças nas articulações, coração ou cérebro.<br />
  33. 33. Sexo oral conduz também à gonorreia na garganta, (faringite gonocócica) que provoca dores de garganta e mal-estar ao engolir.<br />
  34. 34. A gonorreia transmite-se nas relações sexuais (vaginal, anal e oral), assim como pode ser transmitida através do contacto com roupa interior ou toalhas contaminadas.<br />
  35. 35. A gonorreia tem cura pois a bactéria da gonorreia pode ser combatida com antibióticos. Ainda assim, a pessoa infectada deve verificar se esta foi eliminada do organismo após terminado o tratamento pois há a possibilidade de resistência da cultura de bactérias.<br />
  36. 36. Tal como a gonorreia, a sífilis é uma DST que é provocada por uma bactéria, mais concretamente a bactéria Treponema pallidum. <br />
  37. 37. A sífilis pode ser dividida em vários tipos em função do seu estado de evolução ou da sua transmissão: sífilis primária, secundária, terciária, latente e congénita.<br />CONGÉNITA PRIMÁRIA SECUNDÁRIA <br />TERCIÁRIA<br />
  38. 38. Depois desta fase aparecem umas feridas (sifilomas) na vulva, clitóris, à volta do meato urinário, no ânus, boca, colo do útero (cérvix) e no pénis, mais propriamente no prepúcio. <br />
  39. 39. Aparecem erupções cutâneas, perda de cabelo em tufos, manchas brancas no céu da boca e na língua, febre, mal-estar, garganta dorida, perda de peso, anemia, vómitos e até mesmo anorexia. <br />
  40. 40. Durante esta fase, a sífilis pode atacar ossos, o que será doloroso, e pode ainda (estes são os efeitos mais perigosos) criar perturbações no sistema nervoso e no sistema circulatório, chegando mesmo a criar um aneurisma da artéria aorta, que poderá levar a um ataque cardíaco no futuro. <br />
  41. 41. A Sífilis é transmitida por contacto sexual ou de mãe para filho durante a gestação. É ainda importante notar que se o feto contrair sífilis durante a gestação tem uma grande probabilidade de morrer<br />
  42. 42. Nessa altura, alguns anos depois do nascimento ou ainda que sobreviva padecerá de várias doenças graves, entre elas por exemplo alterações no ossos e dentes, maxilares subdesenvolvidos, anemia, icterícia, pseudoparalisia, rinite, entre outras. <br />
  43. 43. A morte por sífilis congénita dá-se geralmente por hemorragia pulmonar.Havendo no entanto cura para a sífilis durante a gestação, sem perigo de danificar o feto.<br />
  44. 44. A sífilis tem cura e geralmente é tratada com antibióticos (visto ser uma doença causada por uma bactéria), mais concretamente com penicilina ou eventualmente com doxicilina ou tetraciclina (caso o doente seja alérgico a esta).<br />
  45. 45. A clamídia é uma DST parecida com a gonorreia pois também ela é uma doença muito comum, curável com antibióticos e está inclusive muitas vezes associada à gonorreia. <br />
  46. 46. A clamídia é uma doença provocada pela bactéria Clamydia trachomatis (daí o nome Clamídia) e apesar de pouco conhecida, só nos Estados Unidos existem cerca de 3 a 4 milhões de casos desta doença.<br />
  47. 47. A clamídia manifesta-se depois do contágio e pode ter vários sintomas, de entre os quais: o aparecimento de dor no baixo ventre, vontade frequente de urinar, corrimento vaginal causado pelo inflamação no colo do útero, dor durante as relações sexuais <br />
  48. 48. Nos homens, há também a libertação de uma secreção uretral transparente e fluído, dor ao urinar e nos testículos e também, tal como nas mulheres, irritação nos olhos casos estes estejam infectados.<br />
  49. 49. Caso não seja tratada, a clamídia pode provocar infertilidade e esterilidade, dores pélvicas crónicas, assim como pode originar reumatismo, apendicite e a doença inflamatória pélvica nas mulheres (inchaço nas trompas de Falópio que pode originar infertilidade) e pode criar perturbações no feto, nomeadamente um nascimento prematuro, cegueira, artrite e meningite.<br />
  50. 50. A clamídia tal como a sífilis e a gonorreia possui cura, e esta baseia-se na utilização de fármacos (antibióticos) que atacam e destroem as bactérias. Deve ser tratada rapidamente, essencialmente para evitar problemas de fertilidade futuros.<br />
  51. 51. ÚLCERA MOLE VENÉREA é uma doença sexualmente transmissível essencialmente tropical, sendo por isso rara na Europa. Ainda assim, o número de casos tem vindo a aumentar nos últimos anos.<br />
  52. 52. A úlcera mole venérea é uma doença perigosa pois aumenta a probabilidade de uma pessoa se infectar com o VIH.<br />
  53. 53. Os sintomas da úlcera mole manifestam-se entre 3 a 7 dias depois do indivíduo ser infectado (normalmente uma semana, mas pode chegar a duas) e quando esta começa a actuar o indivíduo começa a desenvolver pequenas bolhas com pus (que provocam bastante dor) nos órgãos reprodutores e à volta do anus.<br />
  54. 54. Depois, estas bolhas rompem, formando úlceras que podem aumentar de tamanho e unir-se. Os gânglios linfáticos da virilha podem criar um abcesso com acumulação de pus e pele muito vermelha e brilhante que se pode rasgar, libertando o pus.<br />
  55. 55. Por fim e como um dos últimos grupos de doenças sexualmente transmissíveis, temos as DST cujo agente infeccioso são parasitas. Estas doenças são geralmente as menos problemáticas das DST, sendo no entanto muito incómodas e devem ser tratadas adequadamente.<br />
  56. 56. TRICOMONÍASE<br />O trichomonas vaginalis é o protozoário responsável por esta doença, a tricomoníase.<br />
  57. 57. Esta doença é uma das poucas DST que tem poucos efeitos sobre o ser humano. O homem é pouco afectado por esta doença pois ela foca-se mais nas mulheres. <br />
  58. 58. Nas mulheres a infecção provoca a secreção de um líquido de cor verde-amarelada com cheiro intenso proveniente da vagina, a vulva pode ficar irritada e com ardor causando comichão, dor durante o coito, e esta pode mesmo infectar e inflamar (incluindo os lábios).<br />
  59. 59. A tratamento da tricomoníase faz-se com medicamentos próprios, geralmente metronidazol, que elimina rapidamente o protozoário.<br />
  60. 60. PEDICULOSE PÚBICA<br />
  61. 61. Outra doença que é provocado por parasitas, nomeadamente o artrópode Phtirius pubis, também chamados comummente de chatos, que afectam as zonas púbicas.<br />
  62. 62. Como principais sintomas temos um ardor e uma comichão intensas nas zonas afectadas, assim como lesões na pele e picadelas semelhantes às dos mosquitos nas zonas afectadas.<br />
  63. 63. A pediculose pública pode ser transmitida por contacto sexual entre as zonas afectadas, contacto entre roupa ou toalhas de pessoas infectadas e também devido à falta de higiene. <br />A pediculose trata-se com a aplicação de um loção nas zonas infectadas de modo a eliminar os parasitas. Deve-se também lavar em água quente os lençóis e peças de vestuário que possam ainda conter restos de parasitas de forma a impedir a reinfestação.<br />
  64. 64. ESCABIOSE <br />
  65. 65. A escabiose, mais conhecida como sarna, é também uma DST, por sinal bastante incómoda.<br />
  66. 66. Esta doença tem como agente infeccioso o ácaro. A escabiose caracteriza-se por uma comichão intensa, assim como pequenas feridas avermelhadas provocadas pelos parasitas que se forem coçadas formam crostas.<br />
  67. 67. CANDIDÍASE<br />A candidíase é uma doença sexualmente transmissível que é diferente das outras visto  ser originada por um fungo, mais propriamente o fungo que apesar de não ser muito habitualmente transmitida por contacto sexual, ainda assim pertence ao grupo das doenças sexualmente transmissíveis. <br />
  68. 68. Esta doença afecta mais as mulheres que os homens, principalmente quando estas tomam medicamentos e antibióticos que alteram as condições da vagina (nomeadamente diminuição da sua acidez), o que provoca a infecção.<br />
  69. 69. Nas mulheres os principais sintomas são secreção de uma espécie de pus, irritação e inflamação na vagina e vulva que pode mesmo gretar ou ficar coberta com uma substância parecida com queijo branco. <br />
  70. 70. Já no homem a glande e o prepúcio podem irritar-se, provocando dor durante o coito ou quando este urina, pode libertar um secreção, pode ficar com pequenas úlceras na extremidade do pénis com crostas que podem estar cobertas com uma substância similar a queijo branco.<br />
  71. 71. Como tratamento são utilizados antifúngicos nas zonas infectadas depois de previamente lavadas. Também se podem administrar medicamentos por via oral. <br />
  72. 72. As mulheres que usam contraceptivos orais devem parar a sua ingestão durante vários meses pois podem piorar a infecção. A candidíase pode-se transmitir durante as relações sexuais, contacto entre roupa contagiada e roupa húmida.<br />
  73. 73. COMPORTAMENTOS E PREVENÇÃO<br />Como poderam observar existem pelo menos um dúzia de DST perigosas (e estas são apenas as mais conhecidas), portanto o perigo é muito. Devemos assim reflectir sobre o tipo de atitude que devemos ter em relação às DST.<br />
  74. 74. Este deve ser o primeiro passo e é sem dúvida o mais importante pois se há doenças sexualmente transmissíveis com cura, também é verdade que há outras que não têm cura.<br />
  75. 75. Assim, acho que nunca devemos adoptar atitudes de risco, nomeadamente partilha de seringas ou agulhas (de facto, a própria toxicodependência deve ser evitada pois também ela proporciona um comportamento de risco).<br />
  76. 76. Assim devemos ter cuidados com a nossa higiene e, acima de tudo, devemos praticar sexo seguro ,ou seja devemos optar por ter poucos parceiros sexuais.<br />
  77. 77. Também devemos sempre usar preservativo. Este é o único método contraceptivo que pode realmente impedir a passagem e a infecção de uma DST durante as relações sexuais. <br />
  78. 78. É contudo importante notar que só a abstinência sexual, conjugada com cuidados de limpeza e de não partilha de seringas ou objectos cortantes entre potenciais infectados é 100% segura, pois mesmo a utilização do preservativo tem falhas.<br />
  79. 79. Este pode ser mal colocado, o que resulta no seu rebentamento ou saída durante o coito, e até é possível a passagem de certos vírus através dos poros do preservativo (se bem que este acontecimento é altamente improvável e muito raro).<br />
  80. 80. Devemos também salientar o cuidado que os profissionais de saúde devem ter ao contactarem com doentes, se bem que esses estão bem informados e preparados.<br />
  81. 81. Para terem uma ideia, só a SIDA matou 20 milhões de pessoas nos últimos 20 anos, calcula-se que 45 milhões estejam infectadas e que mais de 3 milhões morrem agora todos os anos devido a esta doença. Também a hepatite B regista a cada ano 300 000 novos casos e 4000 mortes só nos EUA.<br />
  82. 82. As DST são um mal que afligem a humanidade há séculos mas estão agora a tornar-se numa das maiores pragas do século XX e XXI e devem ser levadas muito a sério.<br />
  83. 83. A diferença entre um seropositivo e um seronegativo pode estar muitas vezes numa simples decisão sensata de sexo seguro, e essa decisão terá reflexo na vida dessa pessoa durante vários anos.<br />
  84. 84. Por isso, deixo aqui o meu apelo: pratiquem sexo seguro e evitem ao máximo o contágio, pois esse pode ser um passo decisivo na vossa vida e que fará  toda a diferença.<br />
  85. 85. Caso sejam contagiados por qualquer tipo de DST, é necessário agir o mais depressa possível para tentarem curar ou minimizar os danos futuros. Contactem o vosso médico e não se envergonhem ou poderão arrepender-se da vossa demora e embaraço.<br />
  86. 86. CONCLUSÃO<br />Este trabalho foi realizado com empenho e para sensibilizar para o cumprimento de alguns cuidados no sentido de uma melhor qualidade de vida.<br />
  87. 87. Assim, pretendi informar e alertar todos sobre os verdadeiros perigos das doenças sexualmente transmissíveis e penso que, depois de lerem o quanto são perigosas e prejudiciais as DST para a saúde, pensarão duas vezes antes de praticarem sexo inseguro.<br />
  88. 88. Para finalizar gostaría de acrescentar que gostei de realizar este powerpoint pois adquiri muita informação nova e estar informado é o primeiro passo para a prevenção.<br />
  89. 89. ESPERO QUE GOSTEM<br />BIBLIOGRAFIA<br />http://www.roche.pt/sida/o_que_e_a_sida<br />http://www.medicosdeportugal.iol.pt<br />http://pt.wikipedia.org/wiki/dst<br />http://www.esec-tondela.rcts.pt<br />http://www.arsc.online.pt<br />http://www.dianova.pt<br />http://www.manualmerck.net<br />http://www.dermatologia.net<br />http://www.abcdocorposalutar.com.br<br />http://www.abcdasaude.com.br<br />http://www.nossoscaesegatos.hph.ig.com.br<br />http://www.multikulti.org.uk/pt/health<br />http://www.saudevidaonline.com.br<br /> <br />

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