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Presidente
Luciana Dummar
Coordenação da Universidade Aberta do Nordeste
Sérgio Falcão
Coordenação do Curso
Sílvio Mota
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Apresentação
A educação brasileira tem sofrido profundas
e significativas mudanças nos últimos anos. Des-
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1. Objetivos
• Disponibilizar materiais didáticos que orien-
tem os estudantes no novo modelo de prova
do Enem, adotado ...
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4. Matrizes de Referência do novo Enem
Para cada área de conhecimento do Enem foi
definida um conjunto de competências e ...
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a) renegociar suas dívidas com o banco.
b) pegar emprestado de José o dinheiro referente à quita-
ção das duas dívidas.
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ficial e seu impacto s...
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mada de ozônio. A nova ordem ambiental inter-
nacional; políticas territoriais ambientais; uso e
conservação dos recurs...
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Linhas Telefônicas e Fax
• Serão disponibilizadas as linhas:
(85) 3255.6327/ 6328/ 6343
e o fax (85) 3255.6271 para ate...
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José Juarez de Lima Filho
Bacharel em Direito pela Universidade
Federal do Ceará. MBA em Gestão Edu-
cacional pela Facu...
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Pré-seleção e aprovação
Encerrado o prazo de inscrição, o Sistema do
ProUni classifica os estudantes, de acordo com as
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O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) é o sis-
tema informatizado, gerenciado pelo Ministério
da Educação, por meio do qual...
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  1. 1. 1 Universidade Aberta do Nordeste e Ensino a Distância são marcas registradas da Fundação Demócrito Rocha. É proibida a duplicação ou reprodução deste fascículo. Cópia não autorizada é Crime. www.opovonoenem.com.br orientações gerais
  2. 2. Presidente Luciana Dummar Coordenação da Universidade Aberta do Nordeste Sérgio Falcão Coordenação do Curso Sílvio Mota Coordenação Editorial Eloísa Vidal Coordenação Acadêmico-Administrativa Ana Paula Costa Salmin Coordenação de Design Gráfico Deglaucy Jorge Teixeira Projeto Gráfico e Capas Mikael Baima Suzana Paz Welton Travassos Editoração Eletrônica Mikael Baima Welton Travassos Ilustrações Suzana Paz Revisão Wilson Pereira da Silva © 2010 by Edições Demócrito Rocha UNIVERSIDADE ABERTA DO NORDESTE Av. Aguanambi, 282 - Joaquim Távora - 60.055-402 - Fortaleza - Ceará - Brasil Fones: (85) 3255-6327 / 3255-6328 / 3255-6343 / Fax: (85) 3255-6271 Site: www.fdr.com.br E-mail: uane@fdr.com.br Todos os direitos desta edição reservados à Fundação Demócrito Rocha Universidade Aberta do Nordeste O povo no Enem /Mota, Sílvio Henrique Araújo... [et.al] – Fortaleza: Fundação Demócrito Rocha /Universidade Aberta do Nordeste , 2010. 272 p. (Curso em 17 Fascículos) ISBN 978-85-7529-458-1 Em parceria com Colégio 7 de setembro I. Enem II. Educação III. Ensino a Distância IV. Título V. Lima Filho, José Juarez CDU 37.018.43 P739
  3. 3. 3 Apresentação A educação brasileira tem sofrido profundas e significativas mudanças nos últimos anos. Des- de que o modelo de avaliação do Exame Nacio- nal do Ensino Médio (Enem) – interdisciplinar e com ênfase na relação dos conteúdos com a “realidade” dos alunos – ganhou espaço entre as escolas e conquistou a preferência de muitos educadores, o antigo currículo enciclopédico e pautado na memorização mostrou que está com os dias contados. Da primeira edição em 1998 a esta última (sem dúvida a mais polêmica), o exame promoveu grandes transformações na forma como enxerga- mos e fazemos educação no país. As instituições de ensino superior passaram a usá-lo como parte de seus processos seletivos e, mais recentemente, algumas decidiram empregá-lo em substituição total a seus antigos vestibulares. Em 2004, com a criação do ProUni, as universidades particulares fizeram dele critério único para seleção dos alu- nos que concorrem às bolsas. O Enem foi criado para aferir e valorizar as competências e habilidades básicas desenvolvidas, transformadas e fortalecidas com a mediação da escola. Mais até que o conteúdo puro e simples: na hora do teste, não interessa se o aluno tem na ponta da língua o significado de prosopopeia ou catacrese – é infinitamente mais importante que ele consiga ler e compreender plenamente o sen- tido do texto com o qual será confrontado. Afinal, os conhecimentos são construídos por estruturas mentais que vão muito além da memória. É verda- de que ela é de fundamental importância para que consigamos desenvolver essas estruturas, mas, sozinha, a memória não consegue formar alunos capazes de compreender o mundo extremamente complexo com o qual convivem diariamente, com- posto por rápidas e constantes transformações so- ciais, econômicas e tecnológicas. Mais do que reter um grande universo de da- dos, o estudante (ou qualquer um de nós) precisa saber refletir acerca dos valores, atitudes e conheci- mentos que pautam sua vida em sociedade. A ma- triz que estrutura o Enem foi montada justamente em observação a isso: as teorias, as leis, o espaço geográfico, a ética, a política e os meios de comu- nicação (alguns dos temas centrais para a constru- ção do conhecimento) estão todos lá, ano após ano, traduzidos em questões do exame e devidamente transformados em conceitos formais das ciências. A Universidade Federal do Ceará (UFC) e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecno- logia do Ceará (IFCE) anunciaram recentemente que o Enem será utilizado como processo seletivo dos cursos de graduação em 2011. A UFC usará para 100% das vagas e o IFCE para 40%. Ou seja, os estudantes cearenses, para conquistar vagas nas duas instituições federais, terão que mostrar suas competências e habilidades no Enem, parti- cipando do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e concorrendo no âmbito nacional. O Colégio 7 de Setembro e a Fundação De- mócrito Rocha, cientes de sua responsabilidade social e educacional com a população cearense, conceberam o projeto O POVO no Enem visan- do socializar e ampliar oportunidades para os jo- vens estudantes que se deparam com esse novo desafio. A excelente preparação do corpo técnico do Colégio 7 de Setembro - associada à experi- ência da Fundação Demócrito Rocha, por meio da Universidade Aberta no Nordeste (UANE), serão colocadas à disposição de estudantes das escolas públicas e privadas e dos egressos do ensino médio, na busca por vagas na UFC e no IFCE. Silvio Mota Supervisor Geral de Pré-Universitário do Colégio 7 de Setembro
  4. 4. 4 1. Objetivos • Disponibilizar materiais didáticos que orien- tem os estudantes no novo modelo de prova do Enem, adotado como processo seletivo para admissão dos cursos de graduação da UFC e IFCE. • Colaborar com a preparação dos egressos e alunos do Ensino Médio para obtenção de uma vaga em cursos de graduação nas Ins- tituições de Ensino Superior que adotaram o Enem como processo seletivo. • Contribuir para a melhoria da qualidade da educação pública cearense. 2. Público-alvo • Alunos regularmente matriculados no Ensino Médio nas escolas públicas e privadas. • Alunos que estão cursando Educação de Jo- vens e Adultos. • Concludentes do Ensino Médio que vão se submeter a processo seletivo em Instituição de Ensino Superior. 3. A Prova do novo Enem O novo Enem é constituído por um conjun- to de 4 provas, com 180 questões e uma reda- ção aplicadas em dois dias. Os principais focos das provas do Enem são a interdisciplinaridade e a contextualização. O exame, no entanto, exi- ge também domínio dos conteúdos trabalhados no Ensino Médio. Cada prova envolve uma área de conhecimento e consta de 45 questões, sendo que a área de Linguagens e Códigos tem também uma Redação. As áreas de conhecimento são as seguintes: • Linguagens, Códigos e suas Tecnologias: en- volve conhecimentos de Língua Portuguesa, Literatura e Língua Estrangeira Moderna (in- glês e espanhol). • Matemática e suas Tecnologias. • Ciências Humanas e suas Tecnologias, com questões de Geografia, História, Filosofia e Sociologia. • Ciências da Natureza e suas Tecnologias, que avalia conhecimentos de Física, Química e Biologia. No primeiro dia, com quatro horas e meia de duração, o aluno responde às 90 questões de Ci- ências Humanas e Ciências da Natureza. No se- gundo dia, com cinco horas e meia de duração, o estudante responde às 90 questões das outras duas áreas e elabora uma Redação. As questões são elaboradas com base na Ma- triz de Referência para o Enem, publicada pelo Ministério da Educação em maio de 2009. A matriz descreve cinco eixos cognitivos que são comuns às quatro áreas do conhecimento e à redação e pressupostos de amplo domínio para aqueles que concluem o Ensino Médio, que são: I. Dominar linguagens (DL): dominar a nor- ma culta da Língua Portuguesa e fazer uso das linguagens matemática, artística e cien- tífica e das línguas espanhola e inglesa. II. Compreender fenômenos (CF): construir e aplicar conceitos das várias áreas do conhe- cimento para a compreensão de fenômenos naturais, de processos histórico-geográficos, da produção tecnológica e das manifesta- ções artísticas. III. Enfrentar situações-problema (SP): selecio- nar, organizar, relacionar, interpretar dados e informações representados de diferentes formas para tomar decisões e enfrentar situ- ações-problema. IV. Construir argumentação (CA): relacionar informações, representadas em diferentes formas, e conhecimentos disponíveis em si- tuações concretas para construir argumenta- ção consistente. V. Elaborar propostas (EP): recorrer aos co- nhecimentos desenvolvidos na escola para elaboração de propostas de intervenção so- lidária na realidade, respeitando os valores humanos e considerando a diversidade so- ciocultural. As questões são corrigidas pela Teoria da Resposta ao Item (TRI), sistema que atribui pe- sos diferentes, ou seja, questões mais difíceis têm pontuação maior do que as outras questões consideradas mais fáceis.
  5. 5. 5 4. Matrizes de Referência do novo Enem Para cada área de conhecimento do Enem foi definida um conjunto de competências e habilida- des passíveis de serem exploradas nas questões das provas, como mostram os quadros a seguir. Linguagens, Códigos e suas Tecnologias 1. Aplicar as tecnologias da comunicação e da infor- mação na escola, no trabalho e em outros contex- tos relevantes para sua vida. 2.Conhecereusarlíngua(s)estrangeira(s) moderna(s) como instrumento (s) de acesso a informações e a outras culturas e grupos sociais. 3. Compreender e usar a linguagem corporal como relevante para a própria vida, integradora social e formadora da identidade. 4. Compreender a arte como saber cultural e estéti- co gerador de significação e integrador da organi- zação do mundo e da própria identidade. 5. Analisar, interpretar e aplicar recursos expressi- vos das linguagens, relacionando textos com seus contextos, mediante a natureza, função, organi- zação, estrutura das manifestações, de acordo com as condições de produção e recepção. 6. Compreender e usar os sistemas simbólicos das diferentes linguagens como meios de organização cognitiva da realidade pela constituição de signifi- cados, expressão, comunicação e informação. 7. Confrontar opiniões e pontos de vista sobre as dife- rentes linguagens e suas manifestações específicas. 8. Compreender e usar a língua portuguesa como língua materna, geradora de significação e inte- gradora da organização do mundo e da própria identidade. 9. Entender os princípios, a natureza, a função e o im- pacto das tecnologias da comunicação e da informa- ção na sua vida pessoal e social, no desenvolvimento do conhecimento, associando-o aos conhecimentos científicos, às linguagens que lhes dão suporte, às demais tecnologias, aos processos de produção e aos problemas que se propõem solucionar. Questão modelo (BROWNE, C. Hagar, o horrível. Jornal O GLOBO, Segundo Cader- no. 20 fev. 2009). A linguagem da tirinha revela: a) o uso de expressões linguísticas e vocabulário próprios de épocas antigas. b) o uso de expressões linguísticas inseridas no registro mais formal da língua. c) o caráter coloquial expresso pelo uso do tempo verbal no segundo quadrinho. d) o uso de um vocabulário específico para situações co- municativas de emergência. e) a intenção comunicativa dos personagens: a de estabe- lecer a hierarquia entre eles. Resposta C Matemática e suas Tecnologias 1. Construir significados para os números naturais, inteiros, racionais e reais. 2. Utilizar o conhecimento geométrico para realizar a leituraearepresentaçãodarealidadeeagirsobreela. 3. Construir noções de grandezas e medidas para a compreensão da realidade e a solução de proble- mas do cotidiano. 4. Construir noções de variação de grandezas para a compreensão da realidade e a solução de proble- mas do cotidiano. 5. Modelar e resolver problemas que envolvem variá- veis socioeconômicas ou técnico-científicas, usando representações algébricas. 6. Interpretar informações de natureza científica e social obtidas da leitura de gráficos e tabelas, rea- lizando previsão de tendência, extrapolação, inter- polação e interpretação. 7. Compreender o caráter aleatório e não-determi- nístico dos fenômenos naturais e sociais e utilizar instrumentos adequados para medidas, determi- nação de amostras e cálculos de probabilidade para interpretar informações de variáveis apre- sentadas em uma distribuição estatística. Questão modelo João deve 12 parcelas de R$ 150,00 referentes ao cheque especial de seu banco e cinco parcelas de R$ 80,00 referen- tes ao cartão de crédito. O gerente do banco lhe ofereceu duas parcelas de desconto no cheque especial, caso João quitasse esta dívida imediatamente ou, na mesma condição, isto é, quitação imediata, com 25% de desconto na dívida do cartão. João também poderia renegociar suas dívidas em 18 parcelas mensais de R$ 125,00. Sabendo desses termos, José, amigo de João, ofereceu-lhe emprestar o dinheiro que julgasse necessário pelo tempo de 18 meses, com juros de 25% sobre o total emprestado. A opção que dá a João o me- nor gasto seria:
  6. 6. 6 a) renegociar suas dívidas com o banco. b) pegar emprestado de José o dinheiro referente à quita- ção das duas dívidas. c) recusar o empréstimo de José e pagar todas as parcelas pendentes nos devidos prazos. d) pegar emprestado de José o dinheiro referente à quita- ção do cheque especial e pagar as parcelas do cartão de crédito. e) pegar emprestado de José o dinheiro referente à quita- ção do cartão de crédito e pagar as parcelas do cheque especial. Resposta E Ciências da Natureza e suas Tecnologias 1. Compreender as ciências naturais e as tecnologias a elas associadas como construções humanas, perce- bendo seus papéis nos processos de produção e no desenvolvimento econômico e social da humanidade. 2. Identificar a presença e aplicar as tecnologias asso- ciadas às ciências naturais em diferentes contextos. 3. Associar intervenções que resultam em degrada- ção ou conservação ambiental a processos produ- tivos e sociais e a instrumentos ou ações científi- co-tecnológicos. 4. Compreender interações entre organismos e ambiente, em particular aquelas relacionadas à saúde humana, relacionando conhecimentos científicos, aspectos culturais e características in- dividuais. 5. Entender métodos e procedimentos próprios das ci- ências naturais e aplicá-los em diferentes contextos. 6. Apropriar-se de conhecimentos da física para, em situações-problema, interpretar, avaliar ou plane- jar intervenções científico-tecnológicas. 7. Apropriar-se de conhecimentos da química para, em situações-problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas. 8. Apropriar-se de conhecimentos da biologia para, em situações-problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas. Questão modelo A atmosfera terrestre é composta pelos gases nitrogênio (N2 ) e oxigênio (O2 ), que somam cerca de 99%, e por gases traços, entre eles o gás carbônico (CO2 ), vapor de água (H2 O), meta- no (CH4 ), ozônio (O3 ) e o óxido nitroso (NO2 ), que compõem o restante 1% do ar que respiramos. Os gases traços, por serem constituídos por pelo menos três átomos, conseguem absorver o calor irradiado pela Terra, aquecendo o planeta. Esse fenô- meno, que acontece há bilhões de anos, é chamado de efeito estufa. A partir da Revolução Industrial (século XIX), a concen- tração de gases traços na atmosfera, em particular o CO2 , tem aumentado significativamente, o que resultou no aumento da temperatura em escala global. Mais recentemente, outro fator tornou-se diretamente envolvido no aumento da concentração de CO2 na atmosfera: o desmatamento. (BROWN, I. F.; ALE- CHANDRE, A. S. Conceitos básicos sobre clima, carbono, florestas e comunidades. A.G. Moreira & S. Schwartzman. As mudanças climáticas globais e os ecossistemas brasileiros. Brasília: Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, 2000 (adaptado). Considerando o texto, uma alternativa viável para com- bater o efeito estufa é: a) reduzir o calor irradiado pela Terra mediante a substituição da produção primária pela industrialização refrigerada. b) promover a queima da biomassa vegetal, responsável pelo aumento do efeito estufa devido à produção de CH4 . c) reduzir o desmatamento, mantendo-se, assim, o poten- cial da vegetação em absorver o CO2 da atmosfera. d) aumentar a concentração atmosférica de H2 O, molécula capaz de absorver grande quantidade de calor. e) remover moléculas orgânicas polares da atmosfera, di- minuindo a capacidade delas de reter calor. Resposta C Ciências Humanas e suas Tecnologias 1. Compreender os elementos culturais que consti- tuem as identidades. 2. Compreender as transformações dos espaços ge- ográficos como produto das relações socioeconô- micas e culturais de poder. 3. Compreender a produção e o papel histórico das instituições sociais, políticas e econômicas, associando-as aos diferentes grupos, conflitos e movimentos sociais. 4. Entender as transformações técnicas e tecnológicas e seu impacto nos processos de produção, no de- senvolvimento do conhecimento e na vida social. 5. Utilizar os conhecimentos históricos para com- preender e valorizar os fundamentos da cidada- nia e da democracia, favorecendo uma atuação consciente do indivíduo na sociedade. 6. Compreender a sociedade e a natureza, reconhe- cendo suas interações no espaço em diferentes contextos históricos e geográficos. Questão modelo Segundo Aristóteles, “na cidade com o melhor conjunto de normas e naquela dotada de homens absolutamente justos, os cidadãos não devem viver uma vida de trabalho trivial ou de negócios – esses tipos de vida são desprezíveis e incom- patíveis com as qualidades morais –, tampouco devem ser
  7. 7. 7 agricultores os aspirantes à cidadania, pois o lazer é indispen- sável ao desenvolvimento das qualidades morais e à prática das atividades políticas”. (VAN ACKER, T. Grécia. A Vida Cotidiana na Cidade-Estado. São Paulo: Atual, 1994) O trecho, retirado da obra Política, de Aristóteles, permi- te compreender que a cidadania: a) possui uma dimensão histórica que deve ser criticada, pois é condenável que os políticos de qualquer época fiquem en- tregues à ociosidade, enquanto o resto dos cidadãos tem de trabalhar. b) era entendida como uma dignidade própria dos grupos sociais superiores, fruto de uma concepção política pro- fundamente hierarquizada da sociedade. c) estava vinculada, na Grécia Antiga, a uma percepção política democrática, que levava todos os habitantes da pólis a participarem da vida cívica. d) tinha profundas conexões com a justiça, razão pela qual o tempo livre dos cidadãos deveria ser dedicado às ati- vidades vinculadas aos tribunais. e) vivida pelos atenienses era, de fato, restrita àqueles que se dedicavam à política e que tinham tempo para resol- ver os problemas da cidade. Resposta B 5. Objetos de conhecimento associa- dos às Matrizes de Referência Linguagem, Códigos e suas Tecnologias Estudo do texto: as sequências discursivas e os gêneros textuais no sistema de comunicação e informação - modos de organização da compo- sição textual; atividades de produção escrita e de leitura de textos gerados nas diferentes esferas sociais - públicas e privadas. Estudo das práticas corporais: a linguagem cor- poral como integradora social e formadora de identidade - performance corporal e identida- des juvenis; possibilidades de vivência crítica e emancipada do lazer; mitos e verdades sobre os corpos masculino e feminino na sociedade atual; exercício físico e saúde; o corpo e a expressão ar- tística e cultural; o corpo no mundo dos símbo- los e como produção da cultura; práticas corpo- rais e autonomia; condicionamentos e esforços físicos; o esporte;. a dança; as lutas; os jogos; as brincadeiras. Produção e recepção de textos artísticos: inter- pretação e representação do mundo para o for- talecimento dos processos de identidade e ci- dadania. Artes Visuais: estrutura morfológica, sintática, o contexto da obra artística, o contexto da comunidade. Teatro: estrutura morfológica, sintática, o contexto da obra artística, o contexto da comunidade, as fontes de criação. Música: es- trutura morfológica, sintática, o contexto da obra artística, o contexto da comunidade, as fontes de criação. Dança: estrutura morfológica, sintática, o contexto da obra artística, o contexto da comuni- dade, as fontes de criação. Conteúdos estruturan- tes das linguagens artísticas (Artes Visuais, Dan- ça, Música, Teatro), elaborados a partir de suas estruturas morfológicas e sintáticas; inclusão, di- versidade e multiculturalidade: a valorização da pluralidade expressada nas produções estéticas e artísticas das minorias sociais e dos portadores de necessidades especiais educacionais. Estudo do texto literário: relações entre produção literária e processo social, concepções artísticas, procedimentos de construção e recepção de tex- tos - produção literária e processo social; proces- sos de formação literária e de formação nacional; produção de textos literários, sua recepção e a constituição do patrimônio literário nacional; re- lações entre a dialética cosmopolitismo/localismo e a produção literária nacional; elementos de con- tinuidade e ruptura entre os diversos momentos da literatura brasileira; associações entre concep- ções artísticas e procedimentos de construção do texto literário em seus gêneros (épico/narrativo, lírico e dramático) e formas diversas; articulações entre os recursos expressivos e estruturais do tex- to literário e o processo social relacionado ao mo- mento de sua produção; representação literária: natureza, função, organização e estrutura do tex- to literário; relações entre literatura, outras artes e outros saberes. Estudo dos aspectos linguísticos em diferen- tes textos: recursos expressivos da língua, pro- cedimentos de construção e recepção de textos - organização da macroestrutura semântica e a articulação entre ideias e proposições (relações lógico-semânticas). Estudo do texto argumentativo, seus gêneros e recursos linguísticos: argumentação - tipo, gê- neros e usos em língua portuguesa - formas de apresentação de diferentes pontos de vista; or- ganização e progressão textual; papéis sociais e comunicativos dos interlocutores, relação entre
  8. 8. 8 usos e propósitos comunicativos, função socio- comunicativa do gênero, aspectos da dimensão espaço-temporal em que se produz o texto. Estudo dos aspectos linguísticos da língua por- tuguesa: usos da língua: norma culta e variação linguística; uso dos recursos linguísticos em rela- ção ao contexto em que o texto é constituído: ele- mentos de referência pessoal, temporal, espacial, registro linguístico, grau de formalidade, seleção lexical, tempos e modos verbais; uso dos recursos linguísticos em processo de coesão textual: ele- mentos de articulação das sequências dos textos ou à construção da microestrutura do texto. Estudo dos gêneros digitais: tecnologia da co- municação e informação: impacto e função so- cial; o texto literário típico da cultura de massa: o suporte textual em gêneros digitais; a caracte- rização dos interlocutores na comunicação tec- nológica; os recursos linguísticos e os gêneros digitais; a função social das novas tecnologias. Matemática e suas Tecnologias Conhecimentos numéricos: operações em con- juntos numéricos (naturais, inteiros, racionais e reais), desigualdades, divisibilidade, fatoração, razões e proporções, porcentagem e juros, rela- ções de dependência entre grandezas, sequên- cias e progressões, princípios de contagem. Conhecimentos geométricos: características das figuras geométricas planas e espaciais; grande- zas, unidades de medida e escalas; comprimen- tos, áreas e volumes; ângulos; posições de retas; simetrias de figuras planas ou espaciais; congru- ência e semelhança de triângulos; teorema de Tales; relações métricas nos triângulos; circunfe- rências; trigonometria do ânulo agudo. Conhecimentos de estatística e probabilidade: representação e análise de dados; medidas de ten- dência central (médias, moda e mediana); desvios e variância; noções de probabilidade. Conhecimentos algébricos: gráficos e funções; funções algébricas do 1.º e do 2.º graus, polino- miais, racionais, exponenciais e logarítmicas; equações e inequações; relações no ciclo trigono- métrico e funções trigonométricas. Conhecimentos algébricos/geométricos: plano cartesiano; retas; circunferências; paralelismo e perpendicularidade, sistemas de equações. Ciências da Natureza e suas Tecnologias • Física Conhecimentos básicos e fundamentais: No- ções de ordem de grandeza. Notação Científica. Sistema Internacional de Unidades. Metodolo- gia de investigação: a procura de regularidades e de sinais na interpretação física do mundo. Observações e mensurações: representação de grandezas físicas como grandezas mensuráveis. Ferramentas básicas: gráficos e vetores. Concei- tuação de grandezas vetoriais e escalares. Ope- rações básicas com vetores. O movimento, o equilíbrio e a descoberta de leis físicas: Grandezas fundamentais da mecânica: tempo, espaço, velocidade e aceleração. Relação histórica entre força e movimento. Descrições do movimento e sua interpretação: quantificação do movimento e sua descrição matemática e gráfica. Casos especiais de movimentos e suas regularida- des observáveis. Conceito de inércia. Noção de sis- temas de referência inerciais e não inerciais. Noção dinâmica de massa e quantidade de movimento (momento linear). Força e variação da quantidade de movimento. Leis de Newton. Centro de massa e a ideia de ponto material. Conceito de forças exter- nas e internas. Lei da conservação da quantidade de movimento (momento linear) e teorema do im- pulso. Momento de uma força (torque). Condições de equilíbrio estático de ponto material e de corpos rígidos. Força de atrito, força peso, força normal de contato e tração. Diagramas de forças. Identifica- ção das forças que atuam nos movimentos circula- res. Noção de força centrípeta e sua quantificação. A hidrostática: aspectos históricos e variáveis rele- vantes. Empuxo. Princípios de Pascal,Arquimedes e Stevin: condições de flutuação, relação entre dife- rença de nível e pressão hidrostática. Energia, trabalho e potência: Conceituação de trabalho, energia e potência. Conceito de ener- gia potencial e de energia cinética. Conserva- ção de energia mecânica e dissipação de ener- gia. Trabalho da força gravitacional e energia potencial gravitacional. Forças conservativas e dissipativas. A Mecânica e o funcionamento do Universo: Força peso. Aceleração gravitacional. Lei da Gra- vitação Universal. Leis de Kepler. Movimentos de corpos celestes. Influência na Terra: marés e va-
  9. 9. 9 riações climáticas. Concepções históricas sobre a origem do universo e sua evolução. Fenômenos Elétricos e Magnéticos: Carga elétrica e corrente elétrica. Lei de Coulomb. Campo elétrico e potencial elétrico. Linhas de campo. Superfícies equipotenciais.Poderdaspontas.Blindagem.Capa- citores. Efeito Joule. Lei de Ohm. Resistência elétrica e resistividade. Relações entre grandezas elétricas: tensão, corrente, potência e energia. Circuitos elétri- cos simples. Correntes contínua e alternada. Medi- dores elétricos. Representação gráfica de circuitos. Símbolos convencionais. Potência e consumo de energia em dispositivos elétricos. Campo magnéti- co. Imãs permanentes. Linhas de campo magnético. Campo magnético terrestre. Oscilações, ondas, óptica e radiação: Feixes e frentes de ondas. Reflexão e refração. Óptica geo- métrica: lentes e espelhos. Formação de imagens. Instrumentos ópticos simples. Fenômenos on- dulatórios. Pulsos e ondas. Período, frequência, ciclo. Propagação: relação entre velocidade, fre- quência e comprimento de onda. Ondas em dife- rentes meios de propagação. O calor e os fenômenos térmicos: Conceitos de calor e de temperatura. Escalas termométricas. Transferência de calor e equilíbrio térmico. Capa- cidade calorífica e calor específico. Condução do calor. Dilatação térmica. Mudanças de estado físico e calor latente de transformação. Comportamento de Gases ideais. Máquinas térmicas. Ciclo de Car- not. Leis da Termodinâmica. Aplicações e fenôme- nos térmicos de uso cotidiano. Compreensão de fe- nômenos climáticos relacionados ao ciclo da água. • Química Transformações Químicas: Evidências de trans- formações químicas. Interpretando transformações químicas. Sistemas Gasosos: Lei dos gases. Equação geral dos gases ideais, Princípio de Avogadro, con- ceito de molécula; massa molar, volume molar dos gases. Teoria cinética dos gases. Misturas gasosas. Modelo corpuscular da matéria. Modelo atômico de Dalton. Natureza elétrica da matéria: Modelo Atômico de Thomson, Rutherford, Rutherford-Bo- hr. Átomos e sua estrutura. Número atômico, nú- mero de massa, isótopos, massa atômica. Elementos químicos e Tabela Periódica. Reações químicas. Representação das transformações químicas: Fór- mulas químicas. Balanceamento de equações quí- micas. Aspectos quantitativos das transformações químicas. Leis ponderais das reações químicas. Determinação de fórmulas químicas. Grandezas Químicas: massa, volume, mol, massa molar, cons- tante de Avogadro. Cálculos estequiométricos. Materiais, suas propriedades e usos: Proprie- dades de materiais. Estados físicos de materiais. Mudanças de estado. Misturas: tipos e méto- dos de separação. Substâncias químicas: clas- sificação e características gerais. Metais e Ligas metálicas. Ferro, cobre e alumínio. Ligações metálicas. Substâncias iônicas: características e propriedades. Substâncias iônicas do grupo: cloreto, carbonato, nitrato e sulfato. Ligação iô- nica. Substâncias moleculares: características e propriedades. Substâncias moleculares: H2 , O2 , N2 , Cl2 , NH3 , H2 O, HCl, CH4 . Ligação Covalente. Polaridade de moléculas. Forças intermolecula- res. Relação entre estruturas, propriedade e apli- cação das substâncias. Água: Ocorrência e importância na vida animal e vegetal. Ligação, estrutura e propriedades. Sistemas em Solução Aquosa: Soluções verda- deiras, soluções coloidais e suspensões. Solu- bilidade. Concentração das soluções. Aspectos qualitativos das propriedades coligativas das soluções. Ácidos, Bases, Sais e Óxidos: definição, classificação, propriedades, formulação e no- menclatura. Conceitos de ácidos e base. Princi- pais propriedades dos ácidos e bases: indicado- res, condutibilidade elétrica, reação com metais, reação de neutralização. Transformações Químicas e Energia: Transfor- mações químicas e energia calorífica. Calor de reação. Entalpia. Equações termoquímicas. Lei de Hess. Transformações químicas e energia elétri- ca. Reação de oxirredução. Potenciais padrão de redução. Pilha. Eletrólise. Leis de Faraday. Trans- formações nucleares. Conceitos fundamentais da radioatividade. Reações de fissão e fusão nuclear. Desintegração radioativa e radioisótopos. Dinâmica das Transformações Químicas: Transformações Químicas e velocidade. Veloci- dade de reação. Energia de ativação. Fatores que alteram a velocidade de reação: concentração, pressão, temperatura e catalisador.
  10. 10. 10 Transformação Química e Equilíbrio: Caracte- rização do sistema em equilíbrio. Constante de equilíbrio. Produto iônico da água, equilíbrio ácido-base e pH. Solubilidade dos sais e hidróli- se. Fatores que alteram o sistema em equilíbrio. Aplicação da velocidade e do equilíbrio químico no cotidiano. Compostos de Carbono - Caracte- rísticas gerais dos compostos orgânicos. Princi- pais funções orgânicas. Estrutura e propriedades de Hidrocarbonetos. Estrutura e propriedades de compostos orgânicos oxigenados. Fermen- tação. Estrutura e propriedades de compostos orgânicos nitrogenados. Macromoléculas natu- rais e sintéticas. Noções básicas sobre polímeros. Amido, glicogênio e celulose. Borracha natural e sintética. Polietileno, poliestireno, PVC, Teflon, náilon. Óleos e gorduras, sabões e detergentes sintéticos. Proteínas e enzimas. Relações da Química com as Tecnologias, a Sociedade e o Meio Ambiente: Química no cotidiano. Química na agricultura e na saúde. Química nos alimentos. Química e ambiente. Aspectos científico-tecnológicos, socioeconô- micos e ambientais associados à obtenção ou produção de substâncias químicas. Indústria Química: obtenção e utilização do cloro, hidró- xido de sódio, ácido sulfúrico, amônia e ácido nítrico. Mineração e Metalurgia. Poluição e tra- tamento de água. Poluição atmosférica. Conta- minação e proteção do ambiente. Energias Químicas no Cotidiano: Petróleo, gás natural e carvão. Madeira e hulha. Biomassa. Bio- combustíveis. Impactos ambientais de combustí- veis fosseis. Energia nuclear. Lixo atômico. Vanta- gens e desvantagens do uso de energia nuclear. • Biologia Moléculas, células e tecidos: Estrutura e fisio- logia celular: membrana, citoplasma e núcleo. Divisão celular. Aspectos bioquímicos das estru- turas celulares. Aspectos gerais do metabolismo celular. Metabolismo energético: fotossíntese e respiração. Codificação da informação genética. Síntese protéica. Diferenciação celular. Principais tecidos animais e vegetais. Origem e evolução das células. Noções sobre células-tronco, clonagem e tecnologia do DNA recombinante. Aplicações de biotecnologia na produção de alimentos, fár- macos e componentes biológicos. Aplicações de tecnologias relacionadas ao DNA a investigações científicas, determinação da paternidade, inves- tigação criminal e identificação de indivíduos. Aspectos éticos relacionados ao desenvolvimento biotecnológico. Biotecnologia e sustentabilidade. Hereditariedade e diversidade da vida: Princí- pios básicos que regem a transmissão de carac- terísticas hereditárias. Concepções pré-mendelia- nas sobre a hereditariedade. Aspectos genéticos do funcionamento do corpo humano. Antígenos e anticorpos. Grupos sanguíneos, transplantes e doenças autoimunes. Neoplasias e a influência de fatores ambientais. Mutações gênicas e cromos- sômicas. Aconselhamento genético. Fundamen- tos genéticos da evolução. Aspectos genéticos da formação e manutenção da diversidade biológica. Identidade dos seres vivos: Níveis de organiza- ção dos seres vivos. Vírus, procariontes e euca- riontes. Autótrofos e heterótrofos. Seres unice- lulares e pluricelulares. Sistemática e as grandes linhas da evolução dos seres vivos. Tipos de ciclo de vida. Evolução e padrões anatômicos e fisiológicos observados nos seres vivos. Funções vitais dos seres vivos e sua relação com a adap- tação desses organismos a diferentes ambien- tes. Embriologia, anatomia e fisiologia humana. Evolução humana. Biotecnologia e sistemática. Ecologia e ciências ambientais: Ecossistemas. Fatores bióticos e abióticos. Habitat e nicho eco- lógico. A comunidade biológica: teia alimentar, sucessão e comunidade clímax. Dinâmica de po- pulações. Interações entre os seres vivos. Ciclos biogeoquímicos. Fluxo de energia no ecossiste- ma. Biogeografia. Biomas brasileiros. Exploração e uso de recursos naturais. Problemas ambientais: mudanças climáticas, efeito estufa; desmatamen- to; erosão; poluição da água, do solo e do ar. Con- servação e recuperação de ecossistemas. Conser- vação da biodiversidade. Tecnologias ambientais. Noções de saneamento básico. Noções de legisla- ção ambiental: água, florestas, unidades de con- servação; biodiversidade. Origem e evolução da vida: A biologia como ciência: história, métodos, técnicas e experimen- tação. Hipóteses sobre a origem do Universo, da Terra e dos seres vivos. Teorias de evolução. Explicações pré-darwinistas para a modificação
  11. 11. 11 das espécies. A teoria evolutiva de Charles Da- rwin. Teoria sintética da evolução. Seleção arti- ficial e seu impacto sobre ambientes naturais e sobre populações humanas. Qualidade de vida das populações humanas: Aspectos biológicos da pobreza e do desenvol- vimento humano. Indicadores sociais, ambien- tais e econômicos. Índice de desenvolvimento humano. Principais doenças que afetam a popu- lação brasileira: caracterização, prevenção e pro- filaxia. Noções de primeiros socorros. Doenças sexualmente transmissíveis. Aspectos sociais da biologia: uso indevido de drogas; gravidez na adolescência; obesidade. Violência e segurança pública. Exercícios físicos e vida saudável. As- pectos biológicos do desenvolvimento sustentá- vel. Legislação e cidadania. Ciências Humanas e suas Tecnologias Diversidade cultural, conflitos e vida em socieda- de: Cultura material e imaterial: patrimônio e diver- sidade cultural no Brasil. A Conquista da América. Conflitos entre europeus e indígenas na América colonial. A escravidão e formas de resistência indí- gena e africana na América. História cultural dos povos africanos. A luta dos negros no Brasil e o ne- gro na formação da sociedade brasileira. História dos povos indígenas e a formação sociocultural bra- sileira. Movimentos culturais no mundo ocidental e seus impactos na vida política e social. Formas de organização social, movimentos so- ciais, pensamento político e ação do Estado: Ci- dadania e democracia na Antiguidade; Estado e direitos do cidadão a partir da Idade Moderna; democracia direta, indireta e representativa. Re- voluções sociais e políticas na Europa Moderna. Formação territorial brasileira; as regiões brasi- leiras; políticas de reordenamento territorial. As lutas pela conquista da independência política das colônias da América. Grupos sociais em con- flito no Brasil imperial e a construção da nação. O desenvolvimento do pensamento liberal na sociedade capitalista e seus críticos nos séculos XIX e XX. Políticas de colonização, migração, imigração e emigração no Brasil nos séculos XIX e XX. A atuação dos grupos sociais e os grandes processos revolucionários do século XX: Revolu- ção Bolchevique, Revolução Chinesa, Revolução Cubana. Geopolítica e conflitos entre os séculos XIX e XX: Imperialismo, a ocupação da Ásia e da África, as Guerras Mundiais e a Guerra Fria. Os sistemas totalitários na Europa do século XX: nazi-fascista, franquismo, salazarismo e stali- nismo. Ditaduras políticas na América Latina: Estado Novo no Brasil e ditaduras na América. Conflitos políticos-culturais pós-Guerra Fria, re- organização política internacional e os organis- mos multilaterais nos séculos XX e XXI. A luta pela conquista de direitos pelos cidadãos: direi- tos civis, humanos, políticos e sociais. Direitos sociais nas constituições brasileiras. Políticas afirmativas. Vida urbana: redes e hierarquia nas cidades, pobreza e segregação espacial. Características e transformações das estruturas produtivas: Diferentes formas de organização da produção: escravismo antigo, feudalismo, capitalismo, socialismo e suas diferentes expe- riências. Economia agroexportadora brasileira: complexo açucareiro; a mineração no período colonial; a economia cafeeira; a borracha na Amazônia. Revolução Industrial: criação do sistema de fábrica na Europa e transformações no processo de produção. Formação do espaço urbano-industrial. Transformações na estrutura produtiva no século XX: o fordismo, o toyotismo, as novas técnicas de produção e seus impactos. A industrialização brasileira, a urbanização e as transformações sociais e trabalhistas. A globali- zação e as novas tecnologias de telecomunica- ção e suas consequências econômicas, políticas e sociais. Produção e transformação dos espaços agrários. Modernização da agricultura e estrutu- ras agrárias tradicionais. O agronegócio, a agri- cultura familiar, os assalariados do campo e as lutas sociais no campo. A relação campo-cidade. Os domínios naturais e a relação do ser huma- no com o ambiente: Relação homem-natureza, a apropriação dos recursos naturais pelas socie- dades ao longo do tempo. Impacto ambiental das atividades econômicas no Brasil. Recursos minerais e energéticos: exploração e impactos. Recursos hídricos; bacias hidrográficas e seus aproveitamentos. As questões ambientais con- temporâneas: mudança climática, ilhas de calor, efeito estufa, chuva ácida, a destruição da ca-
  12. 12. 12 mada de ozônio. A nova ordem ambiental inter- nacional; políticas territoriais ambientais; uso e conservação dos recursos naturais, unidades de conservação, corredores ecológicos, zoneamen- to ecológico e econômico. Origem e evolução do conceito de sustentabilidade. Estrutura interna da terra. Estruturas do solo e do relevo; agen- tes internos e externos modeladores do relevo. Situação geral da atmosfera e classificação cli- mática. As características climáticas do território brasileiro. Os grandes domínios da vegetação no Brasil e no mundo. Representação espacial: Projeções cartográficas; leitura de mapas temáticos, físicos e políticos; tec- nologias modernas aplicadas à cartografia. 6. O POVO no Enem - Recursos pedagógicos A figura 1 apresenta a configuração dos re- cursos pedagógicos síncronos e assíncronos que serão utilizados no curso. A utilização de mídias variadas parte do pressuposto de que o aluno aproveita da melhor forma os recursos aos quais ele estiver mais familiarizado ou te- nha mais interesse. Fascículos Impressos • 1 fascículo de Orientações Gerais sobre o curso. • 16 fascículos de conteúdo, com questões ela- boradas a partir das competências e habilida- des exigidas no novo Enem. • 1 capa para encadernar os fascículos. • Os fascículos irão circular gratuitamente sem- pre às terças-feiras, no O POVO, durante 17 (dezessete) semanas consecutivas. Se você não reside em Fortaleza ou não tem acesso ao jor- nal poderá adquirir os fascículos por meio de Mala Direta. Programas Televisivos • Emissão de teleaulas veiculadas pela TV O POVO (48 - canal aberto, 23 – Net, 11 – TV Show). Programas de Rádio • Emissão de 16 programas de rádio sobre te- mas relativos as áreas do Enem, destacando aspectos relevantes para o modelo de ques- tão que explora domínios cognitivos mais amplos. As radioaulas serão veiculadas pela rádio O POVO/CBN 1010 AM aos sábados, das 10h às 11h. Portal O POVO no Enem • Foi criado um domínio na internet – www.opovonoenem.com.br – no qual exis- tirá um Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) em que o aluno pode ter várias opções de interatividade síncronas e assíncronas, como mostra a figura 1. • Ao acessar o AVA ele poderá dirimir dúvidas, realizar Provas Simuladas com questões dos Enem desde 1998, que serão disponibilizadas de forma randômica e com gabarito on-line. • O aluno encontrará também indicações para cada área, nas quais estarão disponíveis maté- rias de interesse prioritário, recomendadas como Leitura Obrigatória, e outras matérias e links re- lacionados e que são considerados importantes para estudantes que vão se submeter ao proces- so seletivo para cursos de graduação. • No Portal, o aluno também encontrará os fas- cículos em pdf para download, podcast das radioaulas, vídeoaulas, etc. Linha 0800 • Será disponibilizada linha 0800 280 2210 para atendimento ao cursista das 8h às 18h, de se- gunda a sexta-feira. Figura 1: Estrutura pedagógica disponibilizada para alunos 1. Provas simuladas do Enem. 2. Banco de Questões dos Enem para provas randômicas e online 3. Textos e informações complmentares sobre o Enem 4. Dicas de como fazer a prova 5. Orientações sobre ProUni 6. Orientações sobre o Sisu 7. Matériais sobre o Enem
  13. 13. 13 Linhas Telefônicas e Fax • Serão disponibilizadas as linhas: (85) 3255.6327/ 6328/ 6343 e o fax (85) 3255.6271 para atendimento ao cur- sista das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira. Atendimento Eletrônico • O atendimento pode ser realizado pelos e-mails - opovonoenem@fdr.com.br; uane@fdr.com.br; tu- toria@fdr.com.br - para o qual você poderá enviar perguntas e dúvidas que serão respondidas nos programas de rádio. 7. Mala direta Se você está interessado(a) em participar do Curso, mas não reside em Fortaleza ou não tem acesso ao O POVO em sua cidade, poderá adquirir os fascículos por meio do serviço de Mala Direta. O investimento é de R$ 125,00 (cento e vinte e cin- co reais). Depois de preencher a ficha de inscrição, você deverá fazer um depósito bancário em favor da Fundação Demócrito Rocha. Em seguida, deverá enviar por fax: (85) 3255.6271 o comprovante do de- pósito, identificando o seu nome, CPF e o nome do curso.Assim você passará a receber, semanalmente, no endereço indicado na ficha de inscrição, os fascí- culos. Caso venha a mudar de endereço durante o período do Curso, avise à coordenação para que os fascículos sejam enviados para o novo local indica- do. Dados bancários: Banco Bradesco, Ag. 2367-1, c/c 10539-2 8. Equipe Técnica Ana Lourdes Barros Jucá Formada em Letras pela Universidade Federal do Ceará. Especialista em En- sino do Português (UFC). Especialista em Psicopedagogia (UFC). Professora de Língua Portuguesa. Coordenadora de Língua Portuguesa do Colégio 7 Setembro. Carlos Davyson Xavier Targino Licenciado em Matemática de Univer- sidade Federal do Ceará. Professor e Coordenador de Matemática do Colé- gio 7 de Setembro. Carlos Morel Lopes Graduado em Física pela Universida- de Federal do Ceará. MBA em Gestão Educacional pela Faculdade 7 de Se- tembro (em conclusão). Supervisor Pedagógico do Colégio 7 de Setembro Felipe Lopes Custódio. Bacharel em Química pela UFC. Licenciado em Química pela UECE. Mestre em Química Inorgânica pela UFC. Professor de Química do Colé- gio 7 de Setembro. Francisco Eudásio Ferreira Batista Mestre em Computação, área de con- centração: Informática Educativa, pela UECE. Especialista e Bacharel em Quí- mica pela UFC. Licenciado em Quími- ca pela UFC. Professor e Coordenador de Química do Colégio 7 de Setembro. Francisco José dos Santos Oliveira (Franzé Oliveira) Licenciatura em Geografia (UFC). Es- pecialização no Ensino de Geografia (UECE). MBA – Gestão Educacional (FA7). Jacqueline de Freitas Pessoa Graduada em Letras com habilitações em Língua Portuguesa e Língua In- glesa com suas respectivas Literaturas pela Universidade Federal do Ceará. Especialista em Linguística Aplicada pela Universidade Estadual do Ceará. Graduanda em Direito pela FA7. Pro- fessora e Coordenadora de Língua Estrangeira do Colégio 7 de Setembro João Bosco dos Santos Ribeiro Junior Graduado em Farmácia pela UFC. Li- cenciado em Biologia pela UECE. Espe- cialização em Coordenação Escolar pela Faculdade 7 de Setembro. MBAem Ges- tão Educacional pela Faculdade 7 de Se- tembro. Supervisor Pedagógico do Colé- gio 7 de Setembro. Professor de Biologia.
  14. 14. 14 José Juarez de Lima Filho Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Ceará. MBA em Gestão Edu- cacional pela Faculdade 7 de Setembro. Supervisor Pedagógico do Pré-Universi- tário do Colégio 7 de Setembro. Rogério Mendes Professor e coordenador de Biologia do Colégio 7 de Setembro. Bacharel em Farmácia pela UFC. Licenciatura Plena em Biologia pela UECE. Espe- cialização em Auditoria em Saúde - Associação Brasileira de Odontologia, ABO. Formação em Orientação Pro- fissional - Instituto do Ser. Formação em Psicodrama - Instituto de Psico- drama e Máscaras. Sílvio Henrique Araújo Mota Engenheiro com MBA em Gestão Educacional (em comclusão). Profes- sor de Matemática. Supervisor Geral do Pré-vestibular do Colégio 7 de Se- tembro. Ulisses Sampaio Castro Físico pela UFC. Especialista em Psi- copedagogia. MBA em Gestão Edu- cacional (em conclusão). Professor e Coordenador de Física do Colégio 7 de Setembro. Wagner José Silva de Castro Coordenador de História do Ensino Médio do Colégio 7 de Setembro. Licenciado em História pela UECE. Mestre em História Social pela UFC. Professor e Coordenador de História do Colégio 7 de Setembro. 9. O Enem e o ProUni O Programa Universidade para Todos (ProUni) tem como finalidade a concessão de bolsas de es- tudo integrais e parciais em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em institui- ções privadas de educação superior. Dirigido aos estudantes egressos do Ensino Médio da rede pública ou da rede particular na condição de bolsistas integrais, o ProUni seleciona os candidatos pelas notas obtidas no Enem. Para concorrer às bolsas, o candidato deve, também, ter renda familiar de até três salários mínimos por pessoa e satisfazer a pelo menos uma das condições: • Ter cursado o ensino médio completo em es- cola da rede pública. • Ter cursado o ensino médio completo em ins- tituição privada, na condição de bolsista inte- gral da respectiva instituição. • Ter cursado todo o ensino médio parcialmen- te em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada, na condição de bol- sista integral na instituição privada. • Ser portador de deficiência. • Ser professor da rede pública de ensino, no efetivo exercício do magistério da educação básica e integrando o quadro de pessoal per- manente de instituição pública e que esteja concorrendo a bolsas nos cursos de licencia- tura, normal superior ou pedagogia. Nesses casos não é considerado o critério de renda. Processo de inscrição no ProUni As inscrições são feitas exclusivamente pela in- ternet, acessando o Sistema do ProUni (SisProU- ni). Para efetuar a inscrição, o candidato deverá informar seu número de inscrição no Enem e seu número no Cadastro de Pessoa Física (CPF). Ao efetuar sua inscrição, o candidato também deverá informar um endereço de e-mail válido. No sistema, o candidato pode pesquisar as instituições e cursos participantes do Progra- ma. Ao efetuar a inscrição, o estudante escolhe a modalidade de bolsa e até cinco opções de ins- tituições de ensino superior, cursos, habilitações ou turnos dentre as disponíveis, conforme sua renda familiar per capita e sua adequação aos critérios do programa. As notas de corte de cada curso são informa- das diariamente pelo Sistema, em caráter exclu- sivamente informativo. O candidato pode acom- panhar as notas de corte e alterar suas opções até o encerramento do período de inscrição.
  15. 15. 15 Pré-seleção e aprovação Encerrado o prazo de inscrição, o Sistema do ProUni classifica os estudantes, de acordo com as suas opções e as notas obtidas no Enem. Os estu- dantes pré-selecionados devem comparecer às ins- tituições de ensino de posse dos documentos que comprovem as informações prestadas em sua ficha de inscrição. Para certificar-se da veracidade das in- formações prestadas, a instituição pode solicitar ao estudante a documentação que julgar necessária. Os candidatos aprovados terão seu nome re- gistrado no SisProUni, com emissão do Termo de Concessão de Bolsa. Finalizada a primeira etapa, é aberta uma segunda etapa de inscrição, destinada à pré-seleção de candidatos às bolsas que não foram ocupadas na etapa anterior, e que ocorre de forma similar. Os candidatos reprovados na primeira eta- pa podem se inscrever novamente, assim como os que não participaram da primeira etapa. Relação entre o ProUni e o Enem Só pode se candidatar ao processo seletivo ProUni, o estudante que tiver participado do Exa- me Nacional do Ensino Médio e obtido a nota mínima definida pelo MEC a cada ano. Essa nota representa a média das cinco notas obtidas nas provas do novo Enem. Não são consideradas as notas obtidas nos exames anteriores. Os resultados do Enem são usados como critério para a distribui- ção das bolsas de estudos. 10. O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) É o sistema informatizado, gerenciado pelo Mi- nistério da Educação, por meio do qual as institui- ções públicas de educação superior participantes selecionarão novos estudantes exclusivamente pela nota obtida no Exame Nacional de ensino médio. Inscrição no Sisu Podem se inscrever na seleção unificada os estu- dantes que fizerem o Enem. É importante ressal- tar que algumas instituições adotam notas mí- nimas para inscrição em determinados cursos. Nesse caso, no momento da inscrição, se a nota do candidato não for suficiente para concorrer àquele curso, o sistema emitirá uma mensagem com essa informação. Como funciona o Sisu O processo seletivo por meio do Sistema de Se- leção Unificada (Sisu) será realizado em três etapas: • Primeira Etapa • Segunda Etapa • Etapa Suplementar Acada etapa, o aluno faz sua opção, escolhendo o curso e a instituição para a qual deseja concorrer e efetua sua inscrição pelo sistema. O sistema se- leciona automaticamente os candidatos melhores classificados em cada curso de acordo com as suas respectivas notas, o número de vagas disponíveis e o número de inscritos. Os candidatos selecionados têm um prazo para efetuar sua matrícula na instituição para a qual foram selecionados. As vagas eventualmen- te não ocupadas são disponibilizadas na etapa seguinte, e os candidatos interessados podem participar novamente, fazendo nova inscrição para concorrer a essas vagas. As três etapas se- guem essa mesma dinâmica. A inscrição no Sisu As inscrições dos candidatos são feitas ex- clusivamente pela internet, no portal do MEC. Para se inscrever, o candidato deverá acessar o sistema (no campo “Acesse o Sistema de Seleção Unificada”, no alto da página principal) e infor- mar seu número de inscrição e a senha cadastra- da no Enem. Após estas informações, o sistema solicitará que o candidato crie uma nova senha, específica para o Sisu. O sistema também solicitará que o candidato in- forme um e-mail válido. Muita atenção ao cadastrar o e-mail, pois somente por meio dele o estudante poderá, caso necessite, recuperar sua senha do Sisu. Diferença entre o ProUni e o Sisu O Programa Universidade para Todos (ProU- ni) oferece bolsas de estudos em instituições priva- das de educação superior, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, a estudantes brasileiros, sem diploma de nível superior.
  16. 16. O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) é o sis- tema informatizado, gerenciado pelo Ministério da Educação, por meio do qual as instituições públicas de educação superior participantes se- lecionarão, a cada ano, novos estudantes exclusi- vamente pela nota obtida no Exame Nacional de Ensino Médio (Enem). 11. Calendário O calendário a seguir apresenta as datas de circulação dos fascículos e seus respectivos con- teúdos, sendo que cada fascículo explora com- petências e habilidades distintas de cada área do conhecimento. Fascí- culo Circulação Fascículo Progra- ma de Rádio Conteúdo 01 20/abr 24/abr CN + CH 02 27/abr 1/mai M + LC 03 4/mai 8/mai CN + CH 04 11/mai 15/mai M + LC 05 18/mai 22/mai CN + CH 06 25/mai 29/mai M + LC + R 07 1/jun 5/jun CN + CH 08 8/jun 12/jun M + LC + R 09 15/jun 19/jun CN + CH 10 22/jun 26/jun M + LC + R 11 29/jun 3/jul CN + CH 12 3/ago 7/ago M + LC + R 13 10/ago 14/ago CN + CH 14 17/ago 21/ago M + LC + R 15 24/ago 28/ago CN + CH 16 31/ago 4/set LEM Legenda: CN: Ciências da Natureza e suas Tecnologias CH: Ciências Humanas e suas Tecnologias M: Matemática LC: Linguagens e Códigos R: Redação PromoçãoParceriaPatrocinio Apoio Realização

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