Viagem de Uma Gota (Trab.2)

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Viagem de Uma Gota (Trab.2)

  1. 1. Viagem de uma gota de água <ul><li>Alunos: </li></ul><ul><li>Cláudia Escaleira; </li></ul><ul><li>Rodolfo Santos; </li></ul><ul><li>Sara Félix </li></ul><ul><li>Ano-Turma : 8ºE </li></ul>Trabalho de Geografia “ O meio natural: cursos de água”
  2. 2. <ul><li>Viagem de uma gota de água </li></ul><ul><li>Em cada slide escreve aquilo que a gota de água pode observar na sua viagem. </li></ul><ul><li>Não te esqueças de usar vocabulário geográfico que aprendeste nas aulas. </li></ul><ul><li>Escreve o teu nome no 1º slide. </li></ul><ul><li>Grava o teu trabalho. </li></ul><ul><li>Envia-o ao teu professor, por email ou para a plataforma “ e-Geografia ”. </li></ul><ul><li>Bom trabalho. </li></ul>Instruções
  3. 3. No princípio... 1 … uma gotita de água, passeava com as suas amigas, viajando numa nuvem. Do alto (na nuvem), observavam paisagens bonitas… Agora, passavam por montanhas pontiagudas. Não conseguiam perceber bem o que as revestia. Parecia cinza, mas, “Como havia cinza em altas montanhas, cobertas por nevoeiro?” – esta era a pergunta da gotita mais nova, que, apesar da sua tenra idade, era muito perspicaz…
  4. 4. 6 Entretanto, a gotinha mais nova, caiu da nuvem e foi de encontro a um “riozinho”, que corria num vale e cujo caudal era muito reduzido. Logo ela deduziu que se tratava do montante do rio, pois, para além do leito e do caudal serem “pequenos”, este “transportava” calhaus, que deveriam ter sido “arrancados” enquanto o rio corria. O vale em que estava inserido parecia um “U” bem aberto e a paisagem que se via (para trás dela) parecia uma colina.
  5. 5. 5 Descendo pelo “riozinho”, a gotinha foi dar a uma espécie de cascata, rodeada por vegetação e rocha nua.
  6. 6. 2 Continuou pela cas cata e, agora, estava num rio que corria com grande turbulência. Continuava a ter calhaus que a arranhavam. As margens do rio, eram constituídas por rocha.
  7. 7. 7 “ Ufa!” Finalmente veio parar a uma zona do percurso do rio que parecia ”correr com mais calma”. Tinha alguns meandros e a gotinha descia o rio às curvas, que estava inserido num vale aberto. Encontrava-se no curso médio do rio, onde o declive é mais suave, a velocidade da água é menor e as margens sofrem a erosão.
  8. 8. 8 “ Ena!” Agora o rio tinha ainda mais meandros! Que enjoo. As margens eram cobertas de verde vegetação e a gotita estava a descer o rio, que continuava calmo. O leito do rio era reduzido e transportava alguns balastros, mais ainda um pouco grandes.
  9. 9. 4 A paisagem que a gotinha observava era constituída por um vale aberto com “fundo” plano e verdejante, com muitas árvores. Lá ao longe, a gotinha observava colinas e respectivos vales.
  10. 10. 10 Agora, o rio tinha confluências, mas continuava a ter meandros e a nossa gotinha continuava “enjoada”. O rio encontrava-se numa planície, por isso, podia concluir que já estava na “zona final” do rio, ou seja, no Curso Inferior do rio. (Onde o declive era muito fraco, a velocidade muito reduzida, fraca a capacidade de desgaste). Agora, podíamos observar uma paisagem humanizada…
  11. 11. 3 Continuando a sua viagem, foi parar a uma zona do rio, inserido numa planície, onde o leito era extremamente largo (em comparação com a estrada). Aproximava-se da foz (jusante). As margens eram compostas por árvores.
  12. 12. 9 Agora, na estação do Verão, chegara perto da foz, onde o rio forma um estuário. O rio estava inserido numa planície e, agora que corria mais lentamente, apenas transportava areias. A jusante já via mar…
  13. 13. 11 Finalmente chegou à foz, que neste caso, é o mar.
  14. 14. Fim 12 Voltou a encontrar as suas amigas que fizeram todo o percurso da viagem na nuvem e, agora, eram “precipitadas”!

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