Coletividade - A origem da idéia.

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Coletividade - A origem da idéia.

  1. 1. PROGRAMA DE FORMALIZAÇÃO E GERAÇÃO DE NEGÓCIOS PARA MICRO EMPRESÁRIOS INDIVIDUAIS (EI) DO SETOR DE MANUTENÇÃO E SUPORTE EM TI
  2. 2. ESCOPO INICIAL A Central de Serviços e Suporte é o centro operacional de uma rede de negócios onde se estabelecem as relações de oferta de serviços profissionais qualificados de tecnologia da informação, e a demanda de pessoas físicas e jurídicas por suporte no uso desta tecnologia.
  3. 3. Profissionais Manutenção e Suporte Empresas de Suprimentos Lan Houses Lojas de Conveniência Digital Egressos Escolas Técnicas Mercado Usuário Pessoa Física Mercado MPEs Geral Polos e APLs Segmentos Diversos CENTRAL DE SERVIÇOS E SUPORTE
  4. 4. PÚBLICO ALVO O público alvo da Central de Serviços faz parte da cadeia de valor de TI, com as seguintes categorias principais: Profissionais (informais) de manutenção e suporte de TI. Egressos de Escolas Técnicas Profissionalizantes. MPEs de diversos segmentos usuários que demandam suporte profissional de instalação, treinamento, manutenção. Usuários pessoas físicas que demandam suporte profissional de instalação, treinamento, manutenção. Lan Houses com interesse na ampliação de seus serviços, no modelo LCD
  5. 5. METAS O projeto pretende atingir as metas quantitativas abaixo, em 18 meses: Cadastrar 1.600 Micro-Empresários Individuais no segmento de serviços de TI Cadastrar 400 Lan Houses do Rio de Janeiro que tenham aderido ao MEI Ativar 2.000 MPEs de outros segmentos, usuários da Central de Serviços Ativar 2.000 pessoas físicas, usuários da Central de Serviços
  6. 6. FASES DE EXECUÇÃO FASE 1: Pesquisa de mercado para identificação de oferta e demanda de serviços. FASE 2: Desenvolvimento de Marketing e Comunicação. FASE 3: Desenvolvimento do Processo de Formalização EI. FASE 4: Cadastramento do Público alvo FASE 5: Desenvolvimento da Central de Serviços - Plataforma WEB. FASE 6: Especificação e implantação da estrutura física da Central de Serviços. FASE 7: Operação assistida e ajustes na Central de Serviços
  7. 7. ESTRATÉGIAS DE ESTRUTURAÇÃO 1 - Tomar como base o legado dos projetos Sebrae C&S
  8. 8. FASES DE EXECUÇÃO 2 - Evolução da Central para o modelo...
  9. 9. FASES DE EXECUÇÃO 3 - Construção das REDES (os integrantes da COLETIVIDADE)
  10. 10. FASES DE EXECUÇÃO 4 - Integração entre as Redes. Rio TI Esportes e Rio TI Serviços
  11. 11. FASES DE EXECUÇÃO Estratégia de aproximação e integração das Redes. Promover adesão das Redes Rio TI Esportes e Rio TI Serviços ao Projeto Sebrae 2014.
  12. 12. ESTRATÉGIAS DE CONSTRUÇÃO E-mail Marketing Encontros Empresariais Ciclos de Palestras Cadastramento Automático Newsletter / Folhetos / Flyers Questionário de identificação e avaliação Atuação junto à governança dos Polos e Núcleos do Sebrae RJ Promoção de Rodadas de Negócios Participação em Feiras e Eventos
  13. 13. SITES DAS REDES
  14. 14. REDE RIO TI SERVIÇOS
  15. 15. REDE RIO TI ESPORTES
  16. 16. LAN HOUSES
  17. 17. EMPREENDEDOR INDIVIDUAL
  18. 18. A COLETIVIDADE NO AR!
  19. 19. A COLETIVIDADE PLENA!
  20. 20. BASES DE OFERTANTES Legado dos Projetos: Capital, Vale Médio Paraíba e Lan Houses. Cadastros das empresas dos projetos: Projeto Rio de Janeiro (Suporte e Suprimentos): 477 Empresas Projeto Médio Paraíba (Suporte e suprimentos): 103 Empresas Projeto Lan Houses (Lojas de Conveniência Digital): 121 Empresas
  21. 21. BASES DE OFERTANTES Projeto de Interiorização do Sindicato das Empresas de Informática. Cidade Nro de empresas Angra dos Reis 18 Barra Mansa 24 Cabo Frio 16 Campos dos Goytacazes 18 Macaé 52 Nova Friburgo 53 Petrópolis 206 Resende 21 Rio das Ostras 3 Teresópolis 54 Volta Redonda 34
  22. 22. BASES DE OFERTANTES Estimativa de Empreendedores Individuais e de Lan Houses no interior do Estado do Rio de Janeiro Empreendedores Individuais no estado: 9.000* Lan Houses no estado: 2.000* *estimado
  23. 23. BASES DE DEMANDANTES Núcleos Empreender (Sebrae RJ) Polos e APLs (Sebrae RJ) Projetos Diversos (Sebrae RJ)
  24. 24. BASES DE DEMANDANTES Núcleos Empreender (Sebrae RJ) Bangu Barra Mansa Campo Grande Cachoeiras de Macacu Itaguaí Itaperuna Nova Fiburgo Santo Antônio de Pádua Teresópolis Valença Volta Redonda
  25. 25. BASES DE DEMANDANTES Projeto Polos do Rio (Sebrae RJ) Pólo Comercial de Campo Grande Pólo Comercial de Bangu Pólo de Plantas Ornamentais da Grota Funda Pólo Gastronômico de Barra de Guaratiba Pólo Jardim Oceânico - Gastron., Turismo e Lazer Pólo Com. de Automóveis da Ilha do Governador Pólo Intendente Autoshopping Pólo Comercial Largo de Benfica Pólo Gastronômico da Tijuca Pólo Gastronômico Afonso Pena Pólo Comercial Rio Cidade Nova Pólo Empresarial Nova Rua Larga Pólo Histórico, Cultural e Gastron. da Praça XV Pólo Cultural e Gastron. do Novo Rio Antigo Pólo Gastron., Cultural e Turístico de Santa Teresa Pólo Turístico de Paquetá Pólo Gastronômico de Botafogo Pólo Gastro, Turístico e Cultural do Lido Pólo Turístico e Gastron. da Rua Jangadeiros Pólo Com. Quadrilátero do Charme de Ipanema
  26. 26. BASES DE DEMANDANTES Estratégias de Construção E-mail Marketing Encontros Empresariais Ciclos de Palestras Cadastramento Automático Newsletter / Folhetos / Flyers Questionário de identificação e avaliação Atuação junto à governança dos Polos e Núcleos do Sebrae RJ Promoção de Rodadas de Negócios Participação em Feiras e Eventos
  27. 27. ESTRATÉGIAS DE FORMALIZAÇÃO Articulação com a área responsável: Sebrae RJ. Levantar/Documentar Processo Geral de andamento. Obter cadastro de formalizados do setor. Avaliar/Propor “Estou Formalizado, e agora?” específico para TI. Implantar página específica “Rede EI de TI”. Obter programação das ações do Sebrae RJ. Participar das ações programadas pelo Sebrae RJ. Planejar estratégia de sensibilização/qualificação de EI/TI.
  28. 28. ESTRATÉGIAS DE FORMALIZAÇÃO Segmentação, por parte do Sebrae RJ, dos formalizados de TI Workshop destacando as oportunidades e vantagens da formalização Flyer da Central de Serviços Encontros Empresariais Mecanismos para manter comunicação permanente com os empreendedores individuais Promover Articulação nas Comunidades Pacificadas continuação...
  29. 29. ESTRATÉGIAS DE FORMALIZAÇÃO Promover articulação com a SMH - Secretaria Municipal de Habitação, visando ação junto às Praças do Conhecimento e UPPs sociais Reativar o processo de aprovação do Projeto relativo à formalização de Lan Houses em favelas Promover re-aproximação com as bases existentes na Maré e na Rocinha Promover aproximação com Lan Houses do Interior do RJ Desenvolver mecanismos com ABCID, para ação conjunta para formalização via WEB Estabelecer comunicação permanente, via e-mail, com as Lan Houses cadastradas. continuação...
  30. 30. PROJETO COLETIVIDADE

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