Esboços biblicos volume 1 Charles H. Spurgeon

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  • Parabéns! as poucas folhas que li me deixou maravilhado.
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Esboços biblicos volume 1 Charles H. Spurgeon

  1. 1. R4; 'L-P r** I' * _-3- I' v um - l-› lr_ __ . _ | _,, _, __-I . r. . ~~ -r . .-r-; ÊV ¡; _- . .. _ _ › . :-. m. . f _ I_. .'. !a . , ¡. ,. _í _ , E _,
  2. 2. Espero e creio que esses esboçfos não serãoi de' muita 'utilidade a pessoas ? que cíeixam de pensar por si mesmas. De tais “faladoresl” não EtILhQ a mínima xcornpàixãojMeus esboços pretendem ser auxilio à pregação, -e nada mais [. . . I Em modos; esses es-boços, a verdade evangélica está vexposta tão clamhzien re quanto sou capaz de expôla. Isto _pxejudicará a minha obra na estima daqueles cuja 'admiração não cobiça; porém, .não . me causará alarme, pois o peso de sua censura não é- grande. Sejam quais forem os tCIIIPOS, não haverá: dúvida alguma quanto à poáíção que o escritor destes cslóoços- assumirá, na hora _da controvérsia. Nada sei, senão as doutrinas da graça, o ensino da Cruz, o Evangelho. da Salvação; e' escrevo somente para que essas 'coisas sejafm publicadas amplamente. Se aqueles . que crêem nessas verdades me honrarem, usando meus* esboços, regoziljar-meo- e¡ e conñarei que a bênção de Deus. acompanha seus discursos. Não é pequeno o prazer de ajudar os irmãos nga 'fé a , semearcm a . semente viva' da Palavra dc: Deus, ao lado de rodas as águas. Nunca foi o meu propósito ajudar homens ea cntregarem uma mensagem que não seja própria deles. É mau sinal, quando os profetas fin-tam suas profecias . uns dos (muros, pois então é provável que eles - todos_ eles -se tornem falsos profetas. Mas 'assim como o jiovcm profeta. tomou emprestado um machado de 'um amigo, e “não foi censurado por isso, porquanto los golpes que ele dava com o machado eram seus próprios golpes, do mesmo modo possanuos eriefrear- . nos de condenaraqueles que encontram um tema que lhes seja sugerido. , uma linha de. pensamento , lançada diante deles e. , de todo» coração os utilizem para' falar ao povo. - ? i Isso não se deveria constituir em . um costume deles; cada homem deve possuir. .seu próprio machado, e que não tenha ele necessidade de clamar: "All Meu senhor! Porque era emprestado”. ?Mas *há momentos de pressão especial, dei enfermidade física ou canàaço mental, ocasião em que o homem fica contente com a ajuda frarcrnal, e piode así-ela, sem nenhuma dúvida. Para tais ocasiões é que tentei prover_ Que eu possa ajudar alguns de meus irmãos a pfñgargjm de tal . mariana que conquistam almas para Jesus! O calor humano, o »testemunho _pessoal são muito. úteis nesse sentido, c, portanto, aspecto que, acrescentando seu próprio testemunho sincero às verdades qtle aqui esbsocei, muitos cremes possam falar, com êxito, »a favor do Senhor. 'Confio meus humildes esforços a Ele, a . quem 13133515 Servir por meio: daqueles. Sem o Espírito_ Szmrb, inda háisenão um vale dc ossos secos; nus sc": o ESÍJÍIÍEO vier dos quatro ventos, cada linha _se tomará xrívicla de energia i Vosso írmãio em Cristo _lcst1«s. X/ esnvocxdl. , março de 1886 CÀH. 5j)Zt7'Çí'¡)i7' k 14
  3. 3. 1. Apressando a Ló i' to amanhecer, apertar-aim os anjos corn Ló” (Gn 19.15). Esses personagens eram anjos ou aparições divinas? Não importa: eram mensageiros enviados por Deus, para salvar. Em qualquer caso, eles nos ensinam como lidar com os homens, que desejamos desperta-los e abençoa-los. Imaginem os dois anjos com as quatro mãos ocupadas em conduzirpara fora a Ló, sua esposa e suas duas filhas. I. O JUSTO PRECISA SER APRESSADO 1. Em quê? Em questões de obediência a seu Senhor. Em sair do mundo (n26). Em buscar o bem de sua Família (v. 12). 2. Por quê? A carne e' fraca. Ló, sendo já velho, estava caracterizado demais pelo mundanismo. i Sodoma exercia uma lenta influência. 3. Por quais meios? Lembrando-os de suas obrigações e oportunidades. Levando~os a considerar a rápida passagem do tempo e a brevidade da vida. Advertindo-os d. a ruína certa. aII. OS ÍSECADORES PRECISAR/ I SER APRESSADOS 1. Os pecadores são muito indolentes e se inclinam a protelar. Eles se acomodam na Sodoma do pecado. i Não crêem em nossa advertência (v. 14). A letargia e' o grande invento de Satanás para ruína deles. 2. Nossa tarefa é apressá-los. Devemos, nós mesmos, ser diligentes como aqueles o foram. Também devemos ser pacientes e repetir nossos apelos. Devemos ser resolutos e segura-los pelas mãos. 3. Temos muitos argumentos para apressá-los, com relação a eles. _ O iminente perigo em que se encontram, enquanto protelam. O pecado de tardarem, quando Deus ordena. A suprema IRÊCCSSÍCIlHClC de uma decisão imediata. Qtrando Certo jovem fez pública profissão do evangelho, seu pai. solwemtineiitt oFendido, deu~lhe este conselho: “Tiago, primeiro você clevcri: i firmar-se num bom ramo de comércio, para depois pensar' nesse assunto dv religião". “Tlapaiil, disse o filho. "Jesus Cristo me aconselha de modo dilí-rcn l r. Ele diz: “Buscai primeiro o Reino de Deus”. “lrmãoll, disse Lim moribundo, “por que xrocê irão foi mais insíxlr-nlr t
  4. 4. comigo, acerca de minlnaalma? "”Caro Tiago”, rteplícou o irmão, “falei com você por diversas vezes". "Sim”, foi a resposta, “vocês não tem culpa; mas vlocê semp re foi tão calmo a esse respeito; gostaria que você se tivesse ajoelhado por mim, ou me' tivesse agarrado pelo pescoço e me sacudisse, pois renlao sido desctúdado, e quase descambei para o inferno”. 2.. Lutar com Deus “Como príncipe lutaste com Deus" (Gn 32.28) Quando Jacó prevaleceu com Deus, não tinha mais motivo algum para temer a Esaút Era o poder de um único indivíduo, revelado em momentos de profunda aflição: quão maior 'poder se encontrará onde dois ou três concordarem em oração! 1. o QUE ESSE PODER NÃO PODE SER Não pode ser mágico. Alguns parecem imaginar que as. orações : são encantamentos. mas isso é inútil (Mr 6.7). Não pode ser louvável. Não pode ser independente. Deve ser dado pelo Senhor. H. DQNDErPRÔCEDE ESSE PODER l . Provérn danatureza do Senhor: Sua bondade e ternura são excitadas pela visão de nossa tristeza efranqueza. Um soldado q-ue estava prestes a matar uma criança, pôs de lado sua arma, quando o pequenino gritou: "Não me mate. ; sou tão pequeno". l 2. Procede da promessa de Deus. Em sua aliança, no evangelho e na Palavra. o Senhor se liga com grilhões àqueles que sabem como pleitear sua verdade e ñdelidztde. 3. Brota dos relacionamentos' da graça. Um pai, certamente, ouvirá 'os próprios filhos. 4. Surge deatos prévios do Senhor. A escolha que ele Faz de seu povo, e' um poder diante dele, visto: qtzeí ele não muda seus propósitos. III'. 'COMO PODE SER ELE EXERCIDO I. Deve , haver profundo senso de franqueza (2Co 12.10). 2. Deve haver Fe' simples na bondade do 56111101' (Jó 14.12). A fé pisa o mundo 'e o. inferno; Ela xrencc i1 nrorte c o desespero: F. . o que Éulüflíl maria eSIrJIIhLJ LllZCl'. Ela VffnCC' o céu pela oração. . Deve h-. n-rer' obediência séria à sua vontade (ló '-).3l). . (3 coraçñr) in teirn eleve $Êf1ClÊIl'ilJ'11i1Ll() (Os LÁ). ud -l- If»
  5. 5. IV. QUAL USO PODE SER" DADÓ A ESSE PODER 1. Para nós mesmos. . Para nosso prótvrio livramento de alguma provação, Para nosso consolo futuro, força e crescimento, quando. à semi-lira¡ nt. : dejzicó, formos sujeitos a provas sucessivas. 2. Para outros. As esposa-s e os filhos de Jacó foram preservados, e o comçñç) ili- Esaú foi abtandado. Em outros casos, Abraão', Jó, Moisés, Samuel, Paulo, etc. lotaram¡ com Deus pelo bem ide outros. Quão terrível é não poder lutar com Deus, mas combater contra ele . com nsossos Erágeís braços-i Jztcó, embora homem, um homem só, viajante, cansado, sim, embora um wtrernie facilmente esmagado e pisado sob os pés. e não homem (Is 41.14). entretanto, na oração em particular, mostrou-ese tão potente que. venceut ao Deus onipocente; ele é tão poderoso que vence o Todo-poderoso (Thomas Brooks)- Quantas vezes tenho visto uma criança lançar os braços em torno do pescoço de seu pai, e conquistar por meio' de beijos e importunações e lágrimas o que havia sido recusado. Quem já não se rendeu à importunaçãog mesmo quando um animal irracional olha para nossa face com olhos siüplices, pedindo alimento? É Deus menos compassivo que nós? (Dr. Guthri-e). Esta é a chave que tem aberto, e depois' fechado, o céu. . Ela tem vencido exércitos ivoderosos», tem desvendado segredos tais que ultrapassam Rhãbllidfzldê do próprio diabo em descobrir. Ela tem sufocada planos desesperados no próprio ventre onde foram concebidos, e tem feito recair sobre os próprios inventores aqueles engenhos de crueldade, preparados contra os santos, de sorte que estes herd-atam os patibulos que erigiram -para nós outros. Ao golpe da oração, as portas da prisão sei têm aberto, as sepulturas tem devolvido seus mortos, e o leviarã do. mar, incapaz de digerir a sua presa', teve de vomitá-la (W. Gutnall). 3. "Tenho Fartura” “DlSáU Esaú: Eu ic'i1,l1t› muitu-slacns". (Disse Jauúz) u'l1L“'I.1l]L'1 lattura" (Cio 33.9, 'll lí tão raro quão ; igrtadzível encoii cií-.1rn:1()-11os com um homem que [Ullllzl litrrtiizi; a. _gnumde maioria está” lutculclo potobter mais. Aquí vemos dum; ¡xchkihlh I?
  6. 6. t ue estavam contentes. Õois irmãos de tem eramento diferente, Cada ual 1 L P CI dizendo: “Tenho Fartura”. Onde encontraremos dois irmãos como esses? 1. EIS UM ÍMPIO QUE TEM FARTURA Pelo fato de Esaú ter outras Falhas, não há necessidade de ue estes q l descontente e : ávido: o contentamento é uma excelência moral, tanto' quanto uma graça espiritual. Ele tem, porém, o seu lado mau. Tende a desprezar 'as riquezas espirituais. Pode, ois, ser um sinal de : il uém ter a sua or ão nesta vida. . P ç II. EIS UNI HOMEM PIEDOSO QUE TEM FARTURA 1. E uma ena ue isso não sea verdadeiro acerca de cada cristão. P q J Alguns parecem ansiosos pelas coisas do m Lindo, em bora professem estar separados dele. 2. É prazeroso ter fartura. O contentamento sobrepuja as riquezas. 3. Ê agradável ter algo sobressalente para os pobres; e esse deveria ser o objetivo do nosso labor (E5428). . 4. O melhor de tudo e' ter todas as coisas. “Tudo é vosso” (ICC 3.22). Uma pobre cristã que estava quebrando o jejum com um pedaço de pão e Lima xícara de água, exclamou: “O qué! Tudo isto e Cristo também! " Um 'pregador purítano, pedindo a bênção para um arenque e algumas batatas disse: “Senhor, damos-te graças, porque rebuscaste o mar e a terra, a fim de achar alimento para teus filhos” (Mzíxínz/ zs para: Meditação). Não fica a abelha tão satisfeita em nutrir-se do orvalho, ou sugando o néctar de uma flor, quanto o boi que pasta nas montanhas? [m] O descontentamento rouba a um homem o poder de desfrutar o que possui. Uma gota ou duas de vinagre azedam todo um copo . de vinho. 4. José Abre os Celeíros "José abriu todos os celeiros" (Gn 41 Observe a Generosidade da tovidência em exaltar os-é ara salvar a casa a » de Israel, sim, e o mundo inteiro, de morrer de fome. A seguir, note a grandeza da ora a sobe raiia em exaltar a esus ; ira sal V211' o seu . ovo, e ara sera salva ão a P P P de Deus ate' os confins da terra. _lose havia enchido de antemão m vastos' culciros. c' nosso texto mostra como ele usou o que Fora ; irmnzenaciii - "José abriu todos os ccleirots". Quanto mais foi lei to por _Iesust sermos Pdl'[lClp: ]H[6S da sua graça! Í. JOSÉ ABRlU OS CELEIROS POR AUTORIDADE REAL l. Hi3 pm' : iu-i'm de José é tule se podia aproxímiu' do Re¡ 67.55). Assim Lilnluin¡ . I«4›11I('«"i^ (Hill IUsLIH (Ju 14,6)
  7. 7. 2. O rei ordenou que se obedecesse ajosxã (v5.5) U0 25.423). 5. Em toda a terra, ninguém podia abrir um celeiro, exceto José (Jo 5.35); n. _IOSÉ ERAA PESSOA CERTA PARA ABRIR os CELEIROS l. Ele planejou os celeiros e foi apontado lcom justiça, para controlá» los. Ver os versículos 33-36 e 38 (Hb 1.16). 2. Ele o fez numa escala nobre (v. ›49). Teve sabedoria para distribuir bem. Traça-se facilmente* aqui' um - paralelo, porquarlto nosso Senhor é aquele Mordomo, um dentre 111111,. «que provei¡ para a fome de : nossa alma (Cl 1.19; Jo 1.16). III. JOSÉ, REALMENTE, OS CELEIROS 1. Com essa finalidade os enchera'. ;A graça existe para ser desfrutada. 2. Ele os abriu : no tempo certo (v. 55-56). 3- Ele os manteve "abertos, enquanto durou a fome. Nunca _se fecharam, enquanto se aproximou um solicitavntefaminto. IV JOSÉ ABRIU OS CELEIROS A TODÚS QUANTOS VINHAM 1. Muitos vinham de longe, em busca de alimento (X157). 2. Não se sabe de ninguém que tenha sido¡ despedido vazio. José, porém, apenas vendia, ao passo que Jesus (lá de graça. Quer vir a ele em busca de pão celestial? William Bridge disse: “Em Jesus Cristo há o suficiente para servir . a todos nós”. Se dois, seis ou vinte homens estão corn sede e vão beber de uma . garrafa, enquanto um está bebendo; os demais sentem inveja, porque pensam -q. u~e não haverá_ O bastante para eles tvainbém; mas se uma centena estiver com sede. :e todos¡ forem ao tio, enquanto um está bebendo, os demais não sentem inveja, porque há o* suficiente para todos". i “Todas as bênçãos 'espirituais por meio das quais a Igreja é eniiqttecida, estão em Cristo e são concedidas por Cristo. O apóstolo cita algumas das mais escolhidas em' Efésios 1.3. Nossa eleição é determinada po: ele (v4). Nossa atloção é por ele (v5). Nossa redenção e remissão ~de pecados são amtbas, [mediante ele. 'Todas as transações gmeiosas entre Deus e o seu piovo realizam~ se através de Cristo; Deus nos ama por n1eio de Cristo; ele ouve as nossas (nr-ações. medifetnre (Íris-to: ele nos _perdoa . todos os tvecados, por meio de Cristo. "Nledigtnte Cristo, ele nos justifica; mediante Cristo, ele nos snntificn: ;mediante Cristo, ele nos sustem; ;mediante Cristo, ele Jitjs npexrleiçoa. Tbd-. ts : eu suas relações conosco são por meio de Cristo; tudo o que temos xtrem dc _( . Írisu ›: tudo o (11.1: E5pcr;111]()s ml', depende dele'. Ele . é a¡ Llohr;1_Lliç: ¡ (lc (aU rn . ~:c'nl_. u1' . r qnzrl n gira a nossa síllvãlt. ;ñ('› (lãalpvh Rohí¡1:›= c›n).
  8. 8. 5. Pequena para um Cordeiro “Cada um tornará para si um cordeiro, segundo a. casa dos pais, um cordeiro para cada ialfnília. Mas, se a família ior pequena para um COTClBÍJIO, então, coiuxridará ele o seu vizinho mais próximo, coniorme o número das almas; coniorme o que cada um puder comer, por ai' calculareis quantos bastem para o cordeiro” 12.3 O cordeiro devia ser comido inteiro, comido por todos, e comido de uma só vez. O Senhor Jesus deve ser recebido na alma, como seu alimento, e cada um do seu_ povo deve faze-lo com um Cristo total, e neste instante. I. o TEXTO LEMBRA-NOS DE UM PRIVILÊGIO PRIMÁRIO 1. Quecada homem de Israel comeu a páscoa para sipraízzrío; "conforme _o que cada um puder ; corne-r". Do mesmo modo nos alimenramos de Jesus, cada qual conforme seu apetite, capacidade e força para fazêlo. 2. Mas essa mesma deliciosa refeição deve ser desfrutada por toda a família: "um cordeiro para cada família”. Que não se desprezem esses dois privilégios. Que nenhum homem »esteja contente: sem a salvação pessoal, nem sem a salvação de toda a sua casa. Ambos os privilégios nos são prometidos naquele famoso texto de Atos 16.31. II. O TEXTO MEN CIONA UMA POSSIBILIDADE E' PROVÊ PARA ELA Pode haver falta de pessoas que se alimentam do Cordeiro, embora não possa haver falta de alimento para elas se nutrirem. A última coisa que foi providenciada para a grande festa das bodas foram os convidados. Os bois e _os animais cevados foram mortos, e tudo estava pronto, bem antes que “a sala do banquete ficasse repleta de convivasz”. 1.. Umasó famíliarcertamente é reeom pensa pequena demais para Jesus - pequena demais para o Cordeiro. 2. Uma só família é pequena demais para render-lhe rodo o louvor, adoração, serviço e amor que Ele »merece 3. Uma 'só fanaília é pequena demais para fazer toda a . obra . de an unciar o Cordeiro de Deus, manter a verdade, freqüentar a igreja, conquistar o mundo. Portanto, convidemos. o, vizinho mais: próximo de nossa casa. Se nosso vizinho não vier quando convidado, a responsabilidade não é nossa; mas see-le pereceu porfqire não o convidamos, a 'culpa ¡rvlu . sangue rctcxairitn sobre nós. “Se não falares - . J o seu sangue eu u ili'm. uul. iii~i «lv liüUj/ A . Tlíiil. _'_( ),
  9. 9. III. O TEMA TODO SUGERE IDÉIAS SOBRE A COMUNHÃO DOS VIZINHOS N O EVANGELHO 1. É bom que indivíduos e famílias se desenvolvam sem egoísmo e busquem o bem de todo um círculo amplo. 2. É uma bênção, quando o centro de nossa sociedade é o “cordeiro”. 3. Inúmeras bênçãos já fluem para nós, advindas das amizades que surgiram de , nossa união em Jesus. A camaradagem da Igreja tem sido um dos frutos nesse sentido. Um. menino perguntou à sua _mãe qual dos personagens de "O Peregrino"ela mais apreciava. Ela respondeu: “Cristão, é elaro; ele , é o herói da história toda". O menino disse: "Eu não, mamãe, eu gosto mais de Cristiana, pois quando Cristãosaiu em sua peregrinação, partiu' só, mas quando Cristiana saiu, levou consigo osfrlhos". Um homem se dirigia ao trabalho; certa manhã, quando lhe disseram que o rio havia transborda/ ido e estava inundando o vale, levando morte e destruição por onde passava. Seu iinfoiímíante não parecia muito preocupado com o problema', mas o corajoso operário. desceu em disparada para a parte mais baixa do vale gritando: "Se for assim. alguém tem de avisar as pessoas”. Por sua oportuna advertência, salvou a vida de muitas pessoas. ó. Oração Temporã "Por que clamas a mim? " 144.15). Pode chegar ea . ocasião quando esta perguntarem de ser feita, mesmo a um homem como Moisés. Ha um período quando clamar deveria ceder o lugar à ação; quando a. oração é- ouvida e' o Mar Vermelho se abre, seria . vergonhosa desobediência permanecer tremendo e orando. 1. ÀS. VEZES, _A RESPOSTA SERÁ MUITO INSATISFATÓRIA 1. Porque fui educado para fazer assim. Alguns _têm demonstrado coral hipocrisia pela repetição de fórmulas. de oração, aprendidas na infância. 2. Faz parte de minha religião. Esses tais oram como um dervixe dança ou um fz1quii' n1anrén1 o braço erguido para o alto; !Tilda saber-n. porém, da realidade 'espiritual . da oração (Mr 6.7). 3. _Em minha n1ente', zrcho mais fácil fazer assim. Acha 111031110' tudu mais fácil? Não se pode dar o caso de que suas «›I': ¡g<'"'›c'x liniinnip. escarneçain de Deus c, ;rssinL : ullliclllwtlll seu ¡uu , u|c›i' (lx I_I. '., l '›: Fx¡ 3.0.3 l l.
  10. 10. II. ÀS VEZES, A RESPOSTA REVELARÁ IGNORÁNCLA 1 . Quando ela impedeo arrependimento imediato. Em vez de deixar o pecado e lamenta-lo, algunuas pessoas [falam em orar. “Obedecer é melhor do que sacrificar”, e é m-elhor que as súplicas. 2. Quando impede a Fé em Jesus. O evangelho não é "orar e ser . salvo”; e sim, "crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo” (Mt 7.21; Jo* 6.47). 3. Quando supomos que ela nos adapta a Jesus. Devemos ir a ele como pecadores, e não apresentar nossas oraçõescomo ostentação depjustiça (Lc 18.11,12). m. Às VEZES, A RESPOSTA SERÁ PERFEITAMENTE CORRETA 1. Porque é meu dever; Estou em »diliculdades e . devo orar ou perecer. Suspiros . e clamoresnãosão feitos para ordenar; mas são. as explosões irresistíveis do coração (Sl 42.1; Rm 8.26). 2, Porque' sei que serei ouvido, sinto. , portanto, forte desejo de me dirigir a Deus, em súplica. "Porque inclinou para mim 05s seus ouvidos, invocá-lcyeí enquanto. eu viver” (Sl 116.2). 3. Porque nela me deleite; ela me descanso à mente e esperança ao coração. Ela é um meio suave de comunhão com o meu; Deus. “Quanto a mim, bom é estar junto a Deus" (Sl 7328). 4. Onde devem estar aqueles que dependem . de suas próprias orações? Quais são aqueles que¡ vivem sem orar? Quais são aqueles que não podem apresentar nuorivos _para orar, mas repetem, superstíciosamenre, palavras sem_ sentido? Uma ansiosa índagaclora, a quem apresentei claramente a grande ordem do evangelho, “crê no Senhorjes us”, - constantemente frustrava minhas tentativas de afasta-la do seu ego e leva-la a »Crista Por Fun, ela gritou: “Ore . por mim! .Ore por mim! ” Parece que ela ficou grandemente chocada, quando añrmei: “Nãro farei tal coisaJá ore¡ por você; mas, se você se recusa a crer na Palavra do Senhor, não vejo nenhum motivo para que eu ore. O . Senhor pede que você creia em . seu filho e, se você não crê', mas persiste em 'fazer de Deus mentiroso, você perecerá, e bem o merece". Isso. a fez cair »em si. Ela rogou-rne. de. novo que lhe dissesse qual 0 caminho da salvação, e a recebeu calmamente, como umaicriança. Seu corpo tremia, sua face brilhava, e ela; braclou: “Senhor, posso crer; de fato, eu : creio e . es [ou salva. Agradeço-lhe: o recusar-se a consolar-me em lníellha descrença”. Depois, ela disse mui suavemente: “Não quer orar por mim agora? ” Certamente o Hz, e juntos nos regozíjamos, porque ela podia apresentar a oração da fé. No grandes degelo de 'um dos rios norte-americanos. , havia um homem sobre um dos blocos . de gelo, que ainda não se separam da massa intacta. Em 12
  11. 11. _seu horror, contudo, não percebeu isso, mas ajoelhou-se e começou a orar , em voz alta, para que Deus o livrasse. Os espectadores que se encontravam n-: n praia gritaraIn-lhe: "Homem, pare de orar e corra para a praia”. Isso e' o que eu diria a alguns de vocês: "Não descansem na oração, mas creiam em Jesus” (citado no Christian, 1874). Certa ocasião, quando Bunyan se esforçava por orar, o ten tador sugeriu~ lhe “que nem a misericórdia de Deus, nem ainda o sangue de Cristo, de modo algum interessados nele, poderiam ajuda-lo, devido ao seu pecado. Portanto. era inútiliorar”. Entretanto, pensou ele consigo mesmo; “Vou orar". "Mas”, disse. o tenradot, “seu pecado é imperdoável". “Bem”, disse ele, “vou orar”. "De nada adianta", disse o adversário. E ele ainda respondeu: “Vou orar”. E começou a orar assim: “Senhor, Satanás me diz que nem a tua misericórdia e nem o sangue de Cristo são suficientes para salvara minha alma. Senhor, devo honrar mais a ti, crendo” que queres e podes, ou a ele, crendo que tu nem queres e nem podes? Senhor, de bom grado te honraria, crendo que tu podes e queres". E enquanto assim falava, “como se alguém lhe tivesse dado . um tapinha nas costas”, veio-lhe âmente este texto das Escrituras: “Homem, grande é a tua fé". 7. Quem é do Senhor? «Moisésl prós-se em pé à entrada do arraial e disse: Quem é do SENHÕR venha até mim. Então, se ajuntaram a ele todos os iilhos de Levi" (Êx 32.26) . Decisão e' aquilo que o Senhor procura em seus ministros, e, quando a. encontra, ele a recompensa. Todo homem verdadeiro deve ser decidido, pois no presente está em andamento um horroroso conflito', e a maldição cairá sobre os neutros. Í. OS-ANIÍGOS DO SENHOR E O QUE DEVEM FAZER Devem confessar sua lealdade abertamente. "Consatgrai-vos ao Senhor hoje"(v.29). Devem apresentar-se e tomar posição: “Quem e' do Senhor, venha até mim”. Isso fazemos pela união pública com a igreja, por censurar ousadamente o pecado, por testíficat a Favor da verdade, por não nos conformarmos com o mundo, e por nos conformarmr›s (wir Cristo, nosso Senhor (ZCO 8.5). Devem estar dispostos a ser minoria: mn: : trilm ¡HIIIIJ nnsc. n: necessatrio liínr.
  12. 12. Il. O EQÇÉRCITO» DO SENHOR E SEUS ESTÍM ULOS , Devem tornar-se agressivos. " (M27). A causa deles é causa é um alicerce Hrní Cada um tinja a. espada sobre o "lado" a causa da justiça e da verdade. Urna boa e, um poderoso estímulo de bravura. “Três quele cuja causa é justa. Não teme. Prossegue na luta. Averdade prevalecerá". Cristo mesmo é o nosso capitão. Quem pode hesitar, tendo tal comandante? “Príncipe e governador dos povos" (Is 55.4). o lado da consciência, e também de , um coração puro. aquele làdo da guerra que t séculos sem . Em, (Ap 19.14). III. PROPOSTAS ALISTAMENTO Torne partido - confiessando a Cristo publicamente, Submeta-se ao treinamento - e disciplina. Vista. a farda - use as vestes de santidade, o ; Farclamento do iamor, toda a armadura de Deus (EF6,13,18). Entre primeiro 'na guerra . civil. Trave alma. Mate o pecado, - pretensões etc. Marche para o campo de batalha. Co a crueldade, a' opressão, qualquer lugar. GILÍZOI, em sua Vida de S. vassalos que também eram vassalo ermina em céu e . em vitória, pelos no batismo. steja disposto a aprender e aceite a a guerra dentro de sua própria conquiste o ego, ponha por terra as altas mhata »a falsidade. , a superstição, a embriaguez e o. pecado de todo "tipo, em Luís de França, diz que este tinha muitos s do rei da Inglaterra, e que surgiram' muitas , questões sutis e difíceis quanto à extensão do serviço que eles deviam nesses reis. Añnal, o rei francês ordenou a todos os nobres que tinham . terras em território inglês, que c-omparecessem à sua presença. , e então lhes declarou: “Como é impossivel a qualquer homem que vive em meu reino, e tem possessões na Inglaterra, servir Corretamente a dois senhores, deveis vincular-vos totalmen : :e a mim, ou; então, inseparavelmen te ao rei da Inglaterra”. En tão 'concedeu-lhes determinado prazo, para fazerem a escolha. Um queirido amigo meu, chefe de fanuília c morreu repentinamente. No dia anterior à sua Euniílía estiveram com ele. inclusive' o poder da graça salvadora. A -alegria do pai erztgrande, à medida em que punha L1 mão sobre um após outro de seus Filhos, dizendo com coração transbordante: “E este é do Senhor! e em é do Senhor! " Que aconteceria a ' om filhos e filhas crescidos, morre, todos os membros da
  13. 13. 8. Pondo a Mão sobre a Oferta "É porá a mão solore a calaeça da oierta pelo pecado"" (Lv 4.29). O problema de muitas almas é como se interessarrem por Cristo, a onto de serem salvas por Ele. Jamais se poderia fazer uma pergunta mais ponderada. É claro que isso é absolutamente necessário, mas, infelizmente, tem sido temerosamente negligenciaclo por muitos. Cristo morreu em vão, se não se crer nele. ~ O texto nos . dá uma resposta iigurativa *à pergunta: Como pode o sacrifício de Cristo estar à minha disposição? 1. A INTENÇÃO DO SÍNIBOLO 1. . Em uma confissão dependa. Se não houvesse pecado, não haveria necessidade de Oferta pelo pecado. A esta se acrescentam uma . confissão do merecimento de castigo, ou por que deveria a Vítima ser imolada. Havia, igualmente, o abandono de_ todos os demais métodos de remoção' do pecado. . As mãos estavami vazias e postas somente sobre a oferta pelo pecado. Faça isto junto à cruz, pois somente ali o pecado é removido. 2. Em um consentimento ao plano de substituição. Alguns levantam dúvidas quanto à jutstitça e à certeza desse método de salvação; mas aquele que deve ser salvo não faz assim. , pois vê que. o próprio Deus é o melhor juiz da justiça desse método e, se ele está contente, por certo que também podemos estar satisfeitos. Não há outro plano que satisfaça a. questão, ou mesmo a considere com justiça. O sentido de culpa do homem não se satisfaz com outras pessoas. 3. Era um estado de dependência ~ dependia da vítima Para O coração confiante, não é muitíssimo mais seguro estar em Jesus Cristo? Considere a natureza do sofrimento e da morte, pelos quais se Fez a expiaçãos, e descansará enela. Considere a dignidade e o valor do sacrifício de quem' enfrentou a morte. A glória da pessoa de Cristo aumenta o val-oi' de sua expiração (Hb 10.540). Lembre-se de que nenhum) dos santos que agora estão no céu, [ei/ e qualquer outro sacrifício expiador. “Jesus somente" ten: sido o lema de todos os justificados. “Jesus, porém, ofereceu para sempre, um único sacrifício pelos pecados" (Hb 10.12).
  14. 14. Aqueles dentre nós que somos salvos, só descansam ali; Por que não o deveria vuocê, e todo aquele_ que estiver com você? H. SIMPLICIDADE DO SÍMBOLO 1. Não havia ritos antecedentes. A vitima estavai aii, e as mãos eram postas, sobre' ela: nada mais do que_ isso. Não acrescentamos a 'Cristo nem prefácio nem apêndice; ele é o alfa e o ômega. 2. CJ-ofercante vinha com todo o seu pecado. 'Assim como estou”. Era para que seu pecado fosse , removido que o ofertante traziae o sacrifício; não pQ-IqLUe ele mesmo já tivesse removido. 3. Nada havia de mérità ou preço, em sua mão. 4. N : :da havia em sua. mão. Nenhum anel de ouro ; Jara indicar riqueza; nenhum sinete de poder; nenhuma jóia a_ indicar categoria. _O ofertante 'vinha comohomem, não como [errado, rico- ou" honorávei. Quando Christmas Evans estava prestes a morrer, diversos ministros estavam ao redor de seu leito. Ele lhes disse: “Preguem Cristo ao povo, irmãos; olhem para mim; em mim mesmo nada sou, senão. ruína. Mas olhem para mim em Cristo; sou céu e salvação". Não é a quantidade de sua Fé' que o salvará. , Uma gota de água é tão verdádeira água como o oceano inteiro. Assim, uma pequena fé é fé verdadeira, tanto quanto a maior. Um Inc-nino de ; oito días c' tão *realmente homem como um homem de sessenta anos; uma fagulha de fogo é fogo tão verdadeiro quanto uma grande chama; um homem enfermo está tão verdadeiramente vivo quanto um homem 'saudáveL De . modo que não e a medida ele sua Fé que o salva- é o sangue de' que se apasm gua a salva. Da mesma forma que a frágil mão «de uma criança, que . leva a colher à boca, *a aumentará, assim 'também o braço forte de um homem; pois não é a mão que o alimenta - ainda qtte ela ponha a carne em sua boca, é a carne levada a seu estômago . que o nutre. . Se- puder apegar-se a Cristo, ainda que ñ-acamen te', ele não o deixará parecer [. . . ] A1; : nais Becas mãos podem receber uma dádiva, tanto quanto as mais fortes. . Om, Cristo é a . dádiva e a Fé Fraca pode sustjê-lo ramo quanto a fé vigorosa, e Cristo é tão verdadeiramente seu quando tem débil fé, quanto é seu, quando alcançouraqufeie júbilo triunfante ¡aela força da fé (Welsh) .26
  15. 15. 9.- Contra o Queixume ' “Queixou-sse o povo de sua sorte aos ouvidos do ÍSÉNHQR; Ouviu do-o u SENHQR, acendeu-se-llle a ira, e logo SENH ardeu entre eles t: consufníu extremidades do arraíalhun 11 . Observe como o_ dano começou nos arredores, entre a multidão mista, e como o fogo do 'Senhor consumiu as extremidades do arraial. O grandes perigo da Igreja está *em seus viveiros ou parasitas; esses infectam o verdadeiro Israel; 1. UM ESPÍRITO DESCONTENTE CAUSA PESAR AO SENHOR I. Poderíamos inferir isso de» nossos próprios sentimentos, quando os dependentes, os filhos, os criados ou naqueles que recebem esmolas estão sempre resmungando. Cansamo-nos deles e nos iramos contra eles. 2- No caso dos homens para com Deus, a murmuraçâo é muito pior, visto como não merecem bem algum de suas mãos, mas bem ao "contrário. “Por que, pois, se queixa o homem vivente? Queíxose cada um dos seus próprios pecados” (Lm 3.39; Sl 103.10). II. UM ESPÍRITO DESCONTÊNTE IMAGINA QUE ACHARIA PRAZER NAS COISAS QUE LHE FORAM NEGADAS Israel tinha o maná; porém suspirava po. : peixes, “pepinos, melões, cebolas, etc. 1. É_ prejudicial a nós mesmos, pois nos impede de desfrutar o que já temos. Leva os homens a difamarem o alimento dos anjos, chamando-o de "este pão vil”. Levou Hamã a não. pensar em sua prosperidade, porque um simples homem lhe negou sreverência (Et 5.13). 2. uma calúnia para com Deus e íngrato para com ele. 3. Leva à rebeldia, 'à falsidade, à inveja e a toda sorte de pecados. III. UM ESPÍRITO DESCONÀTENTE MOSTRA QUE A MENTE PRECISA SER TRANSFÔRMADA A graça poria nossos desejos em ordem e rnantetia nossos pensamentos e afeíções em seus devidos lugares; deste modo: 1. Contentamento com aquilo queremos (Hb 13.5). 2. Em relação a outras coisas, moderados no desejo. "Não me dês neml a pobreza nem a riqueza” (Pv 30.8).
  16. 16. 3. Em relação às coisas terrenos oque perdem estar faltando¡ plenamen ce resignáclos. . “Não seja como eu quero e, sim, .como tu queres” (Mt 26.39). 4. Primeiro, e mais ansiosamente, desejar a Deus. “Minha alma tem sede de Deus", etc. (Sl 422). . Em 'seg-uida, buscaríarsclentemer1te os melhores dons (lCo 12.31). 6,. Seguir sempre em amor o caminho mais excelente (1 Co, 12.31). Li a respeiito- de César que preparou uma grande festa para seus nobres e rarnigos. Aconteceu que o. dia designado foi de tamanha má sorte que nada se poderia fazer para a honra de sua reunião. Em conseqüência disso, .desgostoso 'e enraiveeido, .ordenou a: todos quantos tivessem arcos, que arirassem suas. setas contrajúpiter, o principal deus deles, como que em desafio contra ele, por aquele tempo lChIllVOS-'Oâ feito isso, suas setas, não chegaram dao céu e caíram sobre suas próprias cabeças, de; míodo que muitos deles ficaram gravemente feridos. Assim, nossos queixumes e murmuraçõres; que são . outras tantas setas atiradasuçontra o próprio Deus, ,re-Jtoirnarâio sobre nossas cabeças ou nossos Corações; não Q alcançarão, mas nos atíngirão; não lhe causarão dano, mas nos. ferirão; portanto é preferível ser 'mudo a ser murmurador; ré perigoso conrendercom aquele queé fogo consumidor (Hb 12.19) (Thomas Brooks). No mesmo texto (Nm 17. 10), os israelitas são chamados »de “murmuradores" e "rebeldesÉ -e não é a rebelião como o= pecado . da Feiriçariar? (lSm 15.23). Você que. :é murrnurador, para Deus é como um bruxo, um Feiticeiro, 'como aquele que lida com o diabo. Este é um pecado de primeira grandeza. . A murmuração, muitas vezes, termina. em maldição; a mãe- de Mica deitou maldições, quando. os talentos de prata foram . tirados (Iz 17.2). Assim faz o murmurador, quando uma parte de sua proopriedade lhe é tirada Nossa murmuração é a música do diabo; trata-se. do _pecado que Deus não pode suportar (T. Watson). Não ouso lamuriardne assim, como não 'ouso amaldiçoar ou jurar (joão Wesley). Uma criança estava chorandov de raiva, quando ouvi sua mãe dizer-Mie: “Se v-ocê está Achorando sem [nocivo, logo vai chorar com razão". E do som de ujmç¡ tapa recolhi o ensino : imoral de que dos que Choram ¡por nada, estão fazendo: 1mm xram¡ 'para suasi prórvri-as. costas e, provavelmen ce, serão castigados por ela. 12H
  17. 17. 10. O Desespero do Homem é a- Oportunidade de Deus “Porque o SENHOR lará justiça ao seu povo e se con1paclecerá dos seus servos, quaanclc) vir que o seu poder se iíoí, e já não há nem escravo nem livre” (Dt 32.36). Para os ímpios, o tempo de' sua queda é Fatal; não se levantam novamente. Sobem cada vez mais' alto na escada da riqueza; mas, por fim, não podem subir mais; seus pés escorregam, .e tudo está acabado. Não é assim, porém, com os três personagens dos quais agora passarmos a falar: eles são julgados neste mundo, para que não sejam condenados depois (lCo 11.32). 1.. A PRÓPRIA IGREJA DO SENHOR 1. Uma igreja pode. ser amargamente provada_ - "o poder se foi, não há escravo nem livre”. ' Por falta de um ministério fiel, pode não ltaver aumento; e aqueles que permanecerem, podem tomar-se fracos : :desanimados Pelo declínio geral de ouvintes, membros etc. , uma igreja pode ficar amatgamente angustiada. Várias circunstâncias podem espalhar o- 'povo. , tais como díssensão interna, heresia pemíciosa e Falta de vida espiritual Onde n›ão há alimento espiritual, as almas famintas não acham lar (Jó 15.23). 2. A provação é permitida: Para revelar os servos do Senhor e expulsar os hipócritas (Is 33.14). Para provar a fé dos crentes sinceros e fortalece-la. Para manifestar a própria graça de Deus, sustentando-os em tempos . de provação, e visitando-os com bênçãos futuras. Para assegurar a si mesmo a glória, quando. forem concedidos' dias mais felizes. II. O CRENTE PROVADO 1. Seu poder pode ter-se ido. Pessoalmente', ele se torna . inútil. A saúde co rporal falha, a prudência fica desnorteada, a habilidade e' tirada, a coragem naufraga, as próprias forças espirituais se afastam (Lm 3.17,I.8). 2. Sua ajuda terrena pode falhar; “Não há nem. escravo nem livre”. Um homem sem amigos move a compaixão de Deus. 3. Pode ser assaltado por dúvidas e temores, e dificilmente sabe o qua' later consigo mesmo (Jó 3234.26). En] tudo Íisso, ¡mtlc h: ¡vv1âr; z_~;1 im pelo seu pecado. E o conrextt) o (lCSkÍI'i'VU : lt-ssa Inmuvim
  18. 18. III. O PECADOR CQNVICTÔ Este é purificado de tudo quanto: .se Orgulhava. 1. Sua justiça própria cessou (Jó 9.304,31). 2. Sua capacidade de executar obras aceitáveis* cessou (Ef2_.1). 3. Seus orgulhosos sonhos românticos passaram (Is 29.8). a4. Seus deleites mundanos, sua ousada provocação, sua descrença, sua fanfarronioe, sua Falta de cuidado, sua vã confiança, tudo se foi. . 5. Nada ficou, senão a compaixão' de Deus (Sl 103.13). Depois' que a maré baixou ao máximo, volta. O ñlho pródigo gastou tudo, antes de voltar. O fim dos recursos humanos é a oportunidade de Deus. Os desesperos são garantia para a irnportunação. Um homem que chegou ao fim de sua sabedoria, não chegou ao firm de sua Fé (Matthew Henry). O Dr. _ Brown fala 'em . sua obra, Horde Suá-ativas, da maravilhosa resposta que a velha crente escocesa deu ao desafio de seu pastor, com referência à base de sua fé; "Janet", disse O ministro, “que diria você se, depois de tudo o que fez por você', Deus permitisse que você! fosse iançàda ao inferno? " "Como ele quiser”, respondeu Janet; “ese ele fizer isso, perderá mais do que eu” ~ querendo dizer com isso que ele perderia sua honra pela verdade e pela bondade. Portanto, o Senhor não pode abandonar seu povo na hora de sua necessidade. Uma pessoa que não sabia nadar, caiu na água. O homem que sabia nadar saltou para salva-la. No. entanto, em vez de agarrar imediatamente : o homem que se debatia na água, manteve-se a alguma distância, até que_ aquele cessasse de lutar; então ele to , segurou e o puxou para fora da água. Quando as: pessoas _por perto lhe *perguntaram por que não agarrara imediatamente o homem que estava afogandose, ele respondeu: não podia tentar salvar o, homem, enquanto ele pudesse tentar salvar-se". OXSenhOr age desse modo paira com. os pecadores; eles devem parar de se esforçar e, então, o Senhor manifestará o poder de_ sua graça _sobre eles. Enquanto um pecador tiver seu próprio pão moi-ado, não . se. nutrirá do mané celestial. Dizem que meio pãoi-é melhor que' nada, mas isso não é verdade. . pois' ten-do meio pão, os homens são levados a Lima existência de penúria: nuas. quando não 'têm pão algum, correm para jesus, em busca do alimento que desce do céu. Enuzmto Luna alma tiver um centavo com o qua] possa rbeneficíiar- se, loucamente : causará o perdão gratuito de suas dívidas: mas a penúria absoluta levava às verdadeiras riquezas. . 30
  19. 19. 1 i. Incapacidade Moral' "Então Josué disse ao povo: Não podereís servir ao Senhor" (Is 245.19). Em resposta ao desafio de Josué, o povo tinha dito: “Nós também serviremoifs ao Senhor, pois ele é nosso Deus". Mas Josué os conhecia bem demais para confiar neles, e lembrou-lhes que eles estavam empreendendo o que não poderiam executar. Não creram nele, mas clamaram: “Não, antes serviremos ao Senhor”. A história posterior, porém, provou a veracidade da advertência de Josué. A Palavra de. Deus nos conhece melhor do que nos conhecemos a nós mesmos. A onisciência de Deus Vê cada parte de nosso ser como um anatomista vê as várias porções do corpo, portanto ele Conhece a nos-sa natureza moral e espiritual muitíssimo bem. Um fabricante de relógios é o melhor especialista de um relógio e aquele que fez o homem, tem o melhor conhecimento de sua condição e capacidade. Ressaltemos a importância de seu veredicto oquantto à capacidade humana. 1.. CERTEZA DA VERDADE DE QUE o HOMEM Não REGENERADO NÃO PODE SERVIR A DEUS _ Não se trata de uma incapacidade ñsica, porém moral, e não está em sua constituição física, mas em sua natureza decaída; não é de Deus, mas do pecado. 1. A natureza , cle Deus presta serviço. perfeito, impossível ao homem depravado (Ver contexto, v1.9). 2. O melhor serviço que os homens poderiam prestar, como homens não-tegenerados, careceria de coração e intenção, sendo, portanto, inaceitável (Is 1.15). 3. A lei de Deus e' perfeita; quem pode ter esperanças de rcumpti-la? Se ' um simples olhar pode cometer (adultério, quem observará a lei, em todos os seus pontos? (Mt 5.28). 4. A mente carnal e' inclinada a vontade própria, para a busca de seus próprios interesses, ou seja, o egoísmo, a luxúria, a inirnizade, o orgulho e todos os demais males (Rm 8.7). n. o DESÂNIMO QUE BROTA DESSA VERDADE Argumenta-se que isso levará 'os homens ao desespero, mas nossa resposta é que esse tipo de desespero a que a verdade leva os homens. e muitíssimo desejável e salutar. 1 . Ela [illâa Coragem dos homens para realizarem uma tarefa im possível. . Eles podiam muito bem alimentar a esperança de inventar um moro- perpértto com relação a uma obediência presente e perfeita, que Fosse deles mesmos, tendo , já cometido pecado.
  20. 20. Se . o homem tentasse segurar uma escada com as próprias mãos, ao mesmo tempo que Fosse subindo até o topo da escada, teria menor dificuldade nisso do que em fazer que a sua natureza má atingisse a santidade. 2. Ela desencoraja a seguir um curso prejudicial. O farisaísmo é uma atitude moral; é uma orgulhosa rejeição da misericórdia oferecida, é uma rebelião contra a graça. A autoconfiança de qualquer tipo e' inimiga do salvador. 3. Desestirnula a confiança nas cerimônias ou em qualquer outra religiosidade exterior, assegurando aos homens que tais coisas' são mais do que insuficientes. 4. É um desencorajamento a qualquer outro meio de auto-salvação e, desse modo, tira dos homens a fe' no Senhor Jesus. Nada melhor poderia suceder-lhes (Gl 2422,23). III. NECESSIDADES' DAS QUAIS ESSA NÓS Homens não-regenerados, antes que possam servir a Deus, têm necessidade do seguinte: i Uma nova natureza, que 'só o Espírito Santo pode criar em vocês, Reconciliação. Como pode um inimigo servir a_ seu rei? Aceitação. Até que sejam aceitos, seu serviço não tpode agradar a Deus. Ajuda contínua. Devem ter essa ajuda para se' manterem no caminho, urna vez que já_ estão nele (lSm 2.9; Jd 24,25). Nenhuma vespa pode fabricar mel; antes de fazê-lo, e' necessário que se transforme em abelha. Urna porca não se assentará 'para lavar a cara, como um gato to faz diante do fogo; 'nem a_ pessoa debochada se deleitará na santidade. Nenhum diabo pode louvar oSenhor como os anjos o fazem, e nenhum homem nao-regenerado pode prestar culto aceitável como os anjos (George Bush, em Nota: sobre jorueõ. A existência do pecado em nós amarra-nos a certas conseqüências, das quais não temos, condições de fugir, assim como um iciiota não _tem Celpácidade de alterar seu aspecto de idiotia; ou como a 'mão paralisada não tem procler' de libertar-se de sua paralisia (B. W Newton). “O homem não pode ser salvo por obediência perfeita, pois não pode realiza-la: não pode ser' salvo por obediência 'lmpCl'fClta, pois Deus não a aceitará” (Lim evangelista inglês). 32
  21. 21. "Corre, corte e trabalha, a . le-i ordena, Mas não me da nem pés nem mãos; Contudo, sons mais suaves traz o evangelho, Ele me pede para voar e me dá asas”. 12. A Oliveira , Fiel "Poréma oliveira lhes respondeu: Deixaria eu o meu óleo, que Deus e os homens em mim prezam, e iria pairar sobre as árvores? " (i 9.9). As árvores estavam sob o governo de Deus. , e não queriam rei; mas nesta fábula, elas “se foram", e desse modo rennnciaram a seu verdadeiro lugar. Então procuraram ser iguais aos homens, esquecidas de que Deus não as fizera, a fim de se conformarern a uma raça decaída. Revoltando-se, elas se esforçaram por aliciar »as melhores, que haviam permanecido fiéis. l. AS 'PROMOÇÕES APARENTES NÃO' DEVEM ATRAm-NOS A pergunta a ser feita é: Deixaría eu? - A ênfase deve recair sobre o pronome eu. Deíxaria eu? Se Deus me deu dons peculiares ou graça especial, é para que eu passe a brincar com 'esses dons? Deveria eu abrir mão deles, a fim de obter honra para mim mesmo? (Ne 6. l 1). Uma posição mais elevada podeparecer desejável, mas seria certo obtê-la a tal custo? (J r 45.5). Posso esperar a bênção de Deus sobre trabalho tão estranho? Formule a pergunta no caso de riqueza, honra, poder, que são postos diante de nós. Deveríamos agarrar-nos a eles, com risco de viver menos em paz, de sermos menos santos, menos dados à' oração, menos úteis? IL NÃO SE DEVE BRINCAR COM AS VANTAGENS REAIS A maior vantagem da' vida e' ser útil, tanto para Deus como para os homens. “Por mim elas honram a Deus e ao . ho-mem". Devemos prezar esse alto privilégio de todo o coração. Também podemos opor-nos às tentações, refletindo que a perspectiva é surpreendente. " Deixaria eu o meu óleo? ” Para uma oliveira fazer isso seria desnatural: para um crente deixar a vida : santa seria pior (Jó 6.68). O retrospecto seria terrível - “deixar . o meu óleo". O que deve significar deixar a graça, a verdade, a santidade de Cristo? Lembre- se de Judas. Tudo terminaria em desapontamento, pois nada poderia compensar a perda do Senhor. Tudo o mais é : norte Ur 1.7.13). l'.
  22. 22. m. . “ouve-se TIRAR PROVEITO DA TENTAÇÃO Aprofundemos mais a raiz. A mera sugestão para deixar nosso óleo dexferia fazer que nos agarrássemos mais depressa a ele. Sin tamo-nos mais contentes, e falemos mais carinhosamente de nosso estado de graça, para que ninguém ouse seduzir-nos. Quando Satanás nos vê firmados de modo Feliz, tem menos esperança de derrotar-nos. Muitos, com to fito de obter salário 'mais elevado, têm deixado o companheirismo santo e oportunidades sagradas de ouvir a Palavra e crescer em graça, Tais pessoas são cão tolas COmCrOS pobres índios, que deram ouro aos espanhóis, em troca de miçangas. As riquezas obtidas com* o empobrecimento da 'alma sempre constituem maldição. Aumentar 'os negócios de sorte que não possam comparecer aos cultos é tornar-se realmente mais pobres; abrir : não do prazer celestial e, em troca, receber cuidados terreaís é uma lamentável variedade de comércio (George Herbert). 13. Rute Decide-se por Deus "Disse, porém, Rute: Não me insfes para que te deixe e: me obrigue a não seguinte; porque, aonde quer que Íores, irei eu e, onde quer que pousar-es, aii pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus" (Rr 1.16). Est-a é uma heróica e franca confissão cle fé e foi feita por uma mulher jovem, pobre, viúva e estrangeira. I. A AFEIÇÃO PELO PIEDOSO DEVE INSPIRAR-NOS À PIEDADE Muitas forças se combinam para efetivar isso: 1. Há a influência do companheirismo: devemos ser : afetados por › pessoas piedosas, mais do que por pessoas. nrás, desde que nos submetemos à sua influência. 2. Há a influência da admiração. Imitação é o mais sincero louvor; seguimos aquilo que nos favorece. Portanto, imitemos os . santos. 3. Há a influência do temor de separação. Seria: horrível estarmos eternamente separados dos entes queridos que buscam nossa salvação; é doloroso, inclusive, ter . cle deixa-los participando da mesa do Senhor. e HÓS, não. u. AS RESOLUÇÕES PIEDOSAS SÂO PROVADAS I. i'm' implicar pagar o preço. Vocês mesmos terão de separar-se de recua mnigos, como o Fez Rute. Terão de partilhar a sorte do povo (lc 1 n-ntu. ((11110 Rute partilhou com Noemi (Hb 1124,26). w
  23. 23. 2.. Pelos deveres implícitas da religião. Rute . tirei/ cria . Limballáar ! um campos. Algumas, pessoas orgulhosas não se sujeitaram às normas da casa; de Cristo, nem aos regulamentos da vida diária dos crentes. 3. Pela aparente 'frieza dos crentes. Noemi não a persuadiu a ficar com ela, mas ao contrário. Ela era mulher prudente e não queria que Rute viesse com ela por persuasão, mas [por convicção. III. TAL PIEDADE; DEVE ESTAR PRESENTE, PRINCIPALMENTE NA ESCOLHA DE DEUS l¡ Essa e' a possessão distintiva do crente. “Teu Deus é 0 meu Deus". 2. Seu grande artigo de fé. “Creio e. m Deus”. 3-. Sua confiança e constância (Ver Rr 2.12). "Este é_ Deus, o nosso Deus para . todo o, sempre: ele será nosso . guia até à morte” (1 Sm 4.8.14). IV. A PIEDADE DEVE ÍMPLICABÁ ESCOLHA DE SEU PÓVÔ Um parente próximo está entre eles. O verdadeiro Boaz está disposto a levar-nos para si próprio, e redimir a nossa herança. Façamos irma escolha deliberada, humilde, firme, alegre, imediata -a Favor de Deus e de seus santos; aceitando a hospedagem¡ deles neste mundo e indo aonde quer que eles_ vão. O «ax-escravo , convertido manifestou expressão feliz à surulc-. einlicla : ale-são a Cristo, quando disse: “já passei o ponto donde irão se pode V(Í)ll': ll'l1'l; li8. Vou direto para o meu lar no céu. E se você não me encontrar nu ¡ültdlncilwl : Lixas alone plortõe-s' lá em cima, dá uma olhada no seguinte, ¡nois cu tvlllm (lc calar lá". Ah! Quem nos dera ter milhares assim, em nos-sus (ztr›l'lgl'c'¡. g;lt_'iuv: : “mia pru' iixlta de fe', eles nunca poderão chegar ao ponto de mail: : mm 'u' vuhru mais. Õ poder do caráter cristão, quem- irrmli-. i m Í . u v. nn zm¡ 1.Ç”t_'t(› c nas palavras de um crente, está ilustrado (lc Inmln luflluslxnnxs nn . xvguintic incidence": Um afegão', em certa. ocasião. , [vnssaiun mim limu¡ vn¡ k. i)›l1llrnjâiltl. lilaq do Der. William Marsh, da Inglaterra. Quimztlta ouviu (| ll'1;' n lili'. Marsh Falecera, disse: “Sua *religiãor agora schí : J ¡ninl¡; ¡ rr-Iipyjnm su¡ l n-irs será o meu Deus; pois 'devo ir para Onda cslc Í-irri, c' vv¡ : lv ! Juvu , t . um incial'. SC¡ qm' situa. palltldfá «lc min c* cinzas. são ITIelhOTCS (i0 que _as risadas ClO- rolo (Rlllllvliulal). H4- u 'HJVH : lu l ? um 115o se envergonhar de nós, não precisaremos ("l ¡Wigçu uulmr nus _tllclçs. Eu não gostaria de ir a umareuníão pública, disfarçado ch- lmlrzu u pre-lino minhas próprias r, oupas, e não posso tentencie-l' como há crentes qm' podem conrjtlzir-se com vestimentas mundanas'. a
  24. 24. 14. Do Senhor é a Guerra "Sralwraí. "toda esta multidão que o SENHOR ssalva. , não corn espacla, nem com Íarqça; porque' C10 SENHÕR ré a guerra, e ele vos entregará nas nossas mãos" (13113 1 Sempre há dois modos de considerar a mesma doutrina. A verdadeecontida no. ,texto pode ser usada como narcótírco ou como estimulante. Alguns são tão perversos, a ponto de dizer que 'sea guerra e' do Senhor, estamos escusados . de -co1nba_ter; . como se, vendo que a seara é do Senhor, pudéssemos, com justiça, recusar-nos a semear ou _ceifíar_. Vemos como Davi usou essa verdade; ela . lhe inHamou a alma e lhe encorajou os braço-s. 'To-dos estamos guerteaíndo de um ou de outro lado, e o pior de tudo é que há quem se vanglorie de sua neutralidade'. Para o “cristão, essas palavras são tão verdadeiras que ele pode ostentá-las em sua bandeira, escrevendo-as como título do "livro das guerras do Senhor”. I. O GRANDE FATO: “DO SENHOR ÊA GUERRA". . 1. Desde que ela seja a favor . da verdade, do direito, santidade, do armor, e de todas as cosias que o Senhor ama, a batalha é do Senhor (Sl 45.4). 2. Seu nome e glória são o objetivo da guerra. É honra para Ele ver sua justiça estabelecida na terra. O evangelho gloriñca a Deus de modo extraordinário; os homens se chocam com a honra divina, quando se opõem zela, eo Senhor defenderá seu próprio nome; desse modo', nosso conflito se toma a guerra de Deus (Ts 40.5). 3.. Combatemos somente por seu poder. O Espírito Santo é a nossa força; zuada podemos fazer sem o Senhor; por isso, a guerra é dele, no mais elevado grau (2Co 13.12; 20.12). 4. Ele . nos pediu que lutamos. Por ordem de nosso reis, entramos nessa guerra. . Não somos franco-atiradores, agindo por conta própria, - mas guerreiros sob o seu comando (lTm 6.12). II. SUA INFLUÊNCIA SOBRE AS NOSSAS MENTES I. Fazemos pouco. caso da oposição. Quem pode resistir ao Senhor? 2. Não ficamos 'intimidades por nossa fraqueza. “Quando estou fra-cn, cntfío estou forte". O Senhor nos Éorralecerzí em sua prõunrizr lulu. 53. Arimmc. )-n<›s à obra de [Oda o coração. Devemos mnm : m Sr-nlm¡ qm' pnmisxuunus cuunlmtet' pen* Ele (lCo 16.13). 36
  25. 25. 4. Escolhemos as melhores armas. Nlãci OIISÉHTIUÊ Llurnnzir «uLnlun-. s. : ln Senhor, usando* pólvora do diabo. Amor. verdnnlv, mln_ Uràlgnt¡ ; - paciência deveriam esta: em suas melhores comligvãinsx, na guerra : lu Deus (2Co 10.4). S. Confiamos na Vitória. Pode o Senhor ser derrotado? Ele venccu : l Faraó e fará o mesmo com Satanás, no tempo devido (ICÀO 15.25). IIÍI. IJGAÇÕES EM CONEXÃO COM ELA Faça dela a causará: Deus. Nunca deixe que ela se aíímde no egoísmo. i Por seu motivo, Visc à sua glória somente. Elimine todos os 'desígnios sinistros. Por seu método. Lute a. favor da fé, Conforme Jesus teria lutado, e não' de um modo que o Senhor desaprove. Porisua fé. Pode confiar que Deus luta suas próprias batalhas? O sr. *Oncken disse-me que foi , intimado a comparecer perante o prefeito de Hamburgo. o qual lhe ordenou que deixasse . de. realizar reuniões religiosas. "Vê este dedinho? " gritou ele. “Enquanto eu pudermover este dedo. , arrasarci os batistas". "Sim", idisse Oncken, "vejo seu dedinho, e também vejo um grande braço que o senhor não pode Ver. Enquanto o grande . braço de Deus estiver erguido a nosso favor, seu dedinho não nos causará terror” (David »Gracey em The Sword and the Hawaii). Não é da vontade de Deus que seu povo seja um povo tirxúdo (Matthew Henry). Diz~se dos quakers perseguidos, que, olhando ñrmemuntc para¡ : I fiwgzu de seu lider Todo-'poderosm eles “Não diziam: Quem sou? mas, ao c011Ir: §¡-í«›. De quem sou, para que não tenha mode-ú? " (xlmuls ; lux l *r/ 'zv/ ¡Ítiuzzs Amzgos) A força de Lutero consistiu 11;¡ 'liwrum mnm vls' lançou a1 carga da Reforma sobre o Senhor. Exu oragfxo, Ulc ruygxan iumllnuauiciilc: “Senhor, esta causa é tua, e não minlm. llHI, l:lHl('), luz: lu. : pulprlJl nllrzl: [iorque SC @SIC evangelho não 11"l'(). *§l1»(. 'l= íll, mu» m-Li l. IIl('I"i¡ : yu/ inln) qm' : :mini pcrdéndo. mas O teu próprio nunu- N('l(l; i› | lf".1HIll. l<lIr". / mlnlu Mula-ri ¡nulm . n um llL'. g()Cl¡1nl'C que fosse ao exterior, a serviço . lr-Ia. v_ tILLIÁHllH «Iv I1l('llkl$| l_ll? ll que o seu próprio . negócio ficaria arrumado, wl. : N¡ : ln uu: "í llllkld (l(lb›7l]'1c'l. l.5 negócios; que eu cuidarei dos teus”. SB _i1 batalha ln¡ . qww 1.». ill¡ . m-nhm; podemos estar certos de que ele nos dará a xrizóriza. W
  26. 26. 15. O Despoio de Davi “Este é o' despejo de Davi" (18111 30.20). Vemos em Davi um tipo do Senhorjcsus, seus. conflitos e vitórias, e, mino sem milhares de. coisas, assim também no despo jo. A ele, como guerreiro contra o mai, pertencem os despejos de guerra. I . TODO O BENÍ QUE USUFRUÍMOS VEM POR MEIO DE JESUS Tudo . o que : ínhamos sob a lei, o despojador tornou. Por nosso grande chefe nos Fez participar dos despejos. 1. Foi por causa de Davi que Deus concedeu êxito às hastes de lsraeL 2. Foi sob a liderança de Davi que ganharam a batalha. Assim se dá também com Jesus, o capitão cle nossa salvação (Hb 1.10). Dentro de nós, ele operou grande livramento. Venceu o valente, tomou dele a sua armadura, e dividiu seus despejos (Lc 11.22). Ele pode dizer juntamente com Jó: “Dos seus dentes lhe Fazia eu cair a vítima” (Jó 29.17). Nossa herança eterna se perdera; ele a redímiu (Ef 1 .1-4). . A presa foi tomada ao poderoso. “Davi recuperou tudo". "II. AQUILO QUE ESTÁ ALÉM DO QUE PERDEMOS, DEVIDO A0 PECADO, NOS VEM MEDIANTE JESUS (V.20) Tal como Jesus nos fez mais seguros do que éraímos, an tes da queda, assim ele nos tornou mais ricos também. I. A posição exaltada do homem que tem um relacionamento vita] com Deus. Isso não nos pertencia, a princípio, mas o Senhor Jesus a adquiriu para nós. Eleição, Filiação, herança, vida espiritual, união com Cristo, fidelidade ajesus, comunhão com Deus e a glória fumra da Festa* das bodas - tudo 'isso são. clespojos cle escolha. 2. O fato de que somos criaturas rernidas, pelas quais o criador sofreu, é uma honra que a ninguém pertence senão aos homens, e somente mediante _Jesus Cristo (Hblz. 16). 3. Nossa ressurreição, jóia que não se acha na coroa dos serafins, vem por nosso Senhor Iessurreto (2Co 4.14). 4, Nossa manifestação da plena glória do Senhor. Nossa experiência dcclarará a todos os seres ínteligenfes o . que há de mais selecionado em sabedoria, amor, poder e Fidelidade de Deus (Ef 3. 1 O). Ílil. AQUILO DE BOA VONTADE DAMOS AJESUS, PODE SER CHAMADO DE SEUS DESPOJOS i. Nossos corações pertencem só a ele, para sempre. Daí, tudo o que
  27. 27. temos e somos, pertence a ele. “Este é o despojo de Davit o union' c; a gratidão de nossas vidas (ljo 4.19). 2. Nossas dádivas especiais. Nossos dízimos e coisas consagradas são para ele. Demos abundantemente (Ml 3.10). Abraão deu a Melquisedeque o dízimo dos despejos (Gn 14.20). 3. Entregues: a jesus agora, e encontrará nele a sua segurança, o seu céu. Que diz você? É o despojo de Davi? : Em caso contrário, Satanás e o pecado o despojam todos os dias. (1) O pecado não assume a culpa que a graça não possa remover. (2) O pecado não deforma a beleza que a graça não possa renovar. (3) O pecado não perde bem-aver¡ turança que a graça não possa restaurar (Esboço de sermão sobre Rm 5.20 de Charles Vince). Todos nos lembramos do poema "O Homem de Ross”. Tudo de bom que havia no lugar, veio dele. Pergunte-se quem fez isto ou aquilo. “Foi o homem de Ross, responde cada bebê que balbucia". Assim também, à medida em que examinamos cada bênção de nosso feliz estado, e perguntamos de onde ela veio, a única resposta é: o despojo de Jesus. A mão crucificada conquistou-a para nós". 1 ó. Oração Estímu lada "Pois tu, ó SE NHQR dos Exércitos, Deus de lsraehiizeste ao teu ser-vo esta revelação, dizendo: Ediiicar-te-ei casa. Por isso, o teu servo se animou para iazer-te esta oração" (25111 7.2 7). Quantas vezes Deus faz para seus servos o que eles desejam fazer para ele! Davi queria edificar casa para o Senhor, e o Senhor edificou-lhe casa. I. COMO 'ELE CONSEGUIU SUA ORAÇÃO? ELE «SE ANIMOU PARA FAZER ESTA ORAÇÃO”. Ele se animou para orar, o que e' sinal de que buscava a oração. Aqueles que oram ao acaso nunca serão aceitos; devemos buscar cuidadosamente as nossas orações O ó 13.4). Ele sentiu o ânimo em seu coração - não em um livro, nem em sua memória, nem em sua cabe a, nem em sua ima ina ão, nem mesmo . g em sua língua (Sl 84.2). Isso prova que ele tinha coração, sabia onde o mesmo se zichava, podia olhar para ele, e muitas vezes o buscou (Sl 77.6). Deve ter sido um cota ão vivo, ois, do contrário, não haveria nele ç uma oração viva. 39
  28. 28. Deve ter sido um coração crente, pois, do contrário, não se teria anj- mada, a “fazer esta oração”. Deve ter sido um. coração sério, e não Frívolo, ~esquvecidivço, frio, indiferente, pois. , do contrário, teria 'achado ali mil vaidades, e não se animaria a orar. Pergunta: 'Será que seu coração . se animaria a orar nestes nossos dias? (Os 7.11). II. COMO ESTA ORAÇÃO VEIO A EM SEU : cortaçÃor 1. O próprio Espírito do Senhor ínstruíu-. o a orar. Dando-lhe um senso de necessidade. As grandes bênçãos nos mostram nossa necessidade, como no caso de Davi. 2,. O Senhor inclinou-o a Orar. 'Tem-se dito que uma promessa absoluta tornaria a , oração desnecessária; ao passo que a _primeira influência de tal promessa é sugerir a oração. O Senhor inclinou O coração de Davi: Aq uecendo-Lhe o coração. A oração não ptospera n. um poço de gelo. IILCOMO PODE ENCONTRAR ORAÇÃO EM SEU' CORAÇÃO? Olhe para seu coração, e Faça busca diligente. Pense em sua própria necessidade, e isso sugerirá as petições. v Pense em seus deméritos, e clamará humildemente ao Senhor. Pense nas promessas, nos preceitos e nas doutrinas da verdade, e cada . uma dessas Coisas o obrigarái a se ajoelhar; Tenha Cristo em seu coração, e a oração se seguirá (At 9.11). Viva perto de Deus, e' falará com ele com freqüência. Encontra orações e Outras coisas santas em seu . coração? Ou está ele cheio de vaidade, mundanisrno, ambição e impiedade? Lembre-se de que é aquilo que for seu coração 23.7). "Passo grande parte de meu_ tempo”, disse M”Cheyne, "aifmando meu coração para aoração. ” Não_ é o papel vistoso e a boa redação de uma petição que prevalecem diante de um monarca, nuas sim, o seu motivo. E para aquele rei que discerne o coração, o motivo do coração é o motivo de tudo, e é so isso que ele leva em conta; ele escuta o que o coração fala, e considera tudo como nada, onde aquele se faz silencioso. :Qualquer our-ra excelência na oração é apenas sua forma e aspecto exterior; mas : esta ea sua vida (Leighton). Perguntei . a uma jovem amiga minha: "Você or-ava «antes de converter- S<33", Ela respondeu que orava de conformidade com um modelo. Então indaguei: “Qual é a diferença entre as ostras orações atuais e aquelas que fazia antes e conhecer ao Senhor? " Ésua resposta foi: “Naquele tempo eu repetia as Orações que Í( »rn ms me linhmn cusi nada). mas 'agora eu me aninao a faze-las eu ; mesmrfÍ «II 'i
  29. 29. Há um ótimo motivo para se bradar “Eurecal”, quando nos animamos : x orar, isto é, quando encontramos a oração em nosso Coração. O Sr. Bradford jamais cessaria_ de orar e de louvar, enquanto não sentisse seu coração totalmente engajado nesse exercício santo. Sie em meu coração não está o impulso de orar, devo orar até que esteja. Mas, que alegria em pleitear com Deus, quando o coração Faz jorrar poderosos jatos de súplica, à semelhança de um gêiser em plena ação! Quão poderosa é a súplica, quando a alma inteira é tomada por um único desejo - vivo, faminto, expectantel Sob hipótese nenhuma nos devemos esquecer de que Deus não. respeita a aritmética das nossas orações, isto é, quão numerosas são elas; nem respeita a retórica das nossas orações, ou seja, quão prolongadas são elas; nem respeita a música das tlossas orações, isto é, quão melódicas são elas; entretanto, Deus sempre respeita a divindade das nossas orações, o que é equivalente a dizer, o quanto provêm elas do coração. Arverdade é que, na oração, não as dádivas, mas as graças, é que prevalecem (TÍBPP). 1 7. Apegado aq Altar “Fugiu ele para o tailsernáculo do SENHÕR e pegou nas pontas. do altar. Foi Benaia ao tahernáculo clo SENHOR e disse alorahe: Assim diz o rei: Sai daí. Ele respondeu: Não, morrem-taí aqui" (1 Rs 228,3 O). Joabe tinha muito pouco cle religião; entretanto, fugiu para o altar, ao ser perseguido pela espada. i ' Muitos recorrem ao uso da religião exterior, quandz) a morte os rarneaça. Então vão mais longe do que as Escrituras prescrevem; não somente vão ao tabernáculo do Senhor, mas têm necessidade de apegar-se ao altar. 1. , RECORRER EXTERNAMENTE A ORDENANÇAS NÃO LEVA A SALVAÇÃO Se um homem depender de ritos externos, rnorrera ali. Os sacramentos, na saúde ou na enfermidade, não servem de meio de salvação. Desrinam-se apenas aos que já estão salvos, e serão prejudiciais aos demais (lCo l 1.29). Ministros. Esses são encarados por* alguns moribuntlos Com ! ml-i reverência. Na hora da morte recorrem às suas oraçõcts, ?n lwirzl (ln leito. Atribui-se importância aos sermões e ct-rinuãn ias Íii nel m rpm' superstição! Sentimentos. P-. ur<'›17,~rlc'| t~irc, rlrxrçrm-icr, ;Íc-. ~;a-, ~;. ¡rc-cua; c. .u| .i um ulvlvu, pur sua vxrv. . tem nu-ruuinln znnliant. .. «um lIJlu m «ups um¡ › m u»
  30. 30. são todos fúteis. Que coisa horrível e' perecer, tendo a mão posta sobre o altar de Deus! II. . RECORRVR ESPIRITUALMÉNTE AO LEVA . A SALVAÇÃO Usaremos o caso de _Íoabev como ilustração. l, Seu ato: ele “pegou das pontas do altar". Fazemos isso espiritualmente, fugindo da espada da justiça para a pessoa de Jesus. E apagando-nos à sua grande _obra expiarória, unindo-nos, desse modo; pela fé, à sua pro piciação. 2. A exigência feroz de seu adversário. "E disse a_ Joabe; sai daí . Essa é ; a exigência dos faríseus incrédulos, que ensinam salvação por meio das obras humanas. Acusando a consciência dentro do homem, Siatanás. Citando falsamen te as Escrituras Sagradas. 3. A desesperada resolução de Ioabe. “Não, morrerei. aqui". Essa e' uma resolução sábia, porquanto nós: Devemos parecer emo alguma parte. Não podermos tornar nosso caso pior, se _nos apegarrnos a Cristo. Não temos mais aonde apegar-nos. Nenhuma Outra justiça ou sacrifício. ' Não podemos ser arrastados para longe, se nos _apegarmos a Jesus. Recebemos esperança do fato- de que 'ninguém pereceu aqui; 4. A segurança garantida. . “Quem 'crê no filho tem a vida eterna” (Jo 3.36). Se prereeeosse. confiando tem Jesus, sua ruína seria: Derroítar a Deus. . Desonrar a Cristo. Desanimar os pecadores de virem a Jesus. Desencorajaros santos, levando-os a duvidar de todas as promessas. Angustiar os gloriñcadose, que se' regozijaram com os penltentes, mas' que 'agora veríam que estavam cquivocados. Venha, pois, imediatamente, ao Senhor Jesus, e aposse-se da vida eterna. Pode vir; ele _o iconvida_ Deve vir; ele lhe ordena¡ Deve víragora; pois agora é o tempo aceitável. Quando um homem vai sedento ao poço, sua sede não é mitigada só pelo @i0 de ter ido lá. Ao contrário, ele aumenta a cada passo que ele caminha. É por aquilo que extrai do poço que' sua sede e' satisfeita. Por igual modo, não e' PGlO. mero exercício corporal de atender ; às ordenanças que encontrará paz. *H a
  31. 31. mas por senti-r o gosto deJesus nas ordenanças, cuja carneé, na verdade. . cc lllll( ln | l e seu sangue, na verdade, bebida (M'Cheyne). Um piloto gosta de ter o leme em suas mãos; um médico deleita-st- cm , que lhe confiem casos dificeis; um advogado' fica contente ao incumbir-sc «lc urna causa; do mesmo modo, Jesus sente»se feliz por ser utilizado. Jesus anseia. por abençoar. pelo , que diz a todo pecador, como disse à mulher, junto ao, poço: “Dá-me de beber”. Considere você que pode refrigcrar a seu redentor! Pobre pecador, apresse-se a fazêdo. 18. Comunhão Íntima “Chegou a Ierusalém com mui grande comitiva; com camelos carregados cle especiarias, e muitíssimo ouro, e pedras preciosas; compareceu perante Salomão e llie expôs tudos quanto trazia em sua mente" ( IRS 10.2). Geralmente 'não é uma atitude sábia revelar tudo o que está em nosso coração. Sansão atingiu o clímax da ínsensatez, quando_ fez assim com Dalila. Todavia, se pudéssemos encontrar-nos com umiSalomão que” pudesse resolver todas as nossas dificuldades, poderíamos faze-lo com sabedoria. Temos em Jesus alguém maior que Salomão, o qual é a sabedoria encarnada. O prejuízo' está em que com ele ficamos calados demais, e com nossos amigos mundanos somos comunicativos demais. Esse mal deve ser corrigido. I. DEVEMOS COMUNICAR A ELE TUDO QUANTO ESTA EM NOSSO* CORAÇÃO. 1. Ne li enciar o trato com esus e' muito indelicado; ois ele 'nos- g convida a Falar com ele. Deveria ser o nosso noivo celestial privado da comunhão de nossas almas? 2.. Ocultar qualquer coisa de um amigo tão verdadeiro denuncia o triste fato de que ha algo errado, que precisa ser ocultada. 3. O não comunicar-nos. com Jesus se agrava grandemente, por nossa costumeira ansiedade de contar nossos problemas a outros. Faremos do homem um confidente, e ocultaremos o assunto ao nosso Deus? Íl. NÃO PRECISAMOS DEIXAR DE COMUNICAR, POR FALTA DE ASSUNTO 1. Nossas tristezas. Ele sabe quais são elas. consolar-nos-á nesses. - momentos, fazendo-rios tirar proveito e removendo-as no devido tempo.
  32. 32. 2. Nossas alegrias. Ele as . Fará sóbrias e moderadas. Alegria sem Cristo e' sol sem luz; sua essência passou. Alegria sem Jesus seria tão_ má como o bezerro de ouro que provocou a ira do Senhor. 3. Nossos sucessos e fracassos deveriam ser relatados ao quartel-general. Os discípulos do martirizado João levaram-lhe o corpo, e foram narrar o fato a Jesus' (Mt 14.12). Os próprios evangelistas de nosso Senhor voltaram e narraram o que Fora feito (Lc 9.1 O). 4. Nossos temores; temor de cair, de sentir necessidade, de falhar, de desfalecer, de morrer. Mencioná-los a Jesus é extíngui-los. HI. NEM DEVERÍAMOS DEIXAR DE COMUNICAR, POR FALTA DE MOTIVOS l. Quão engrandecedor e animador é o relacionamento com o Filho de Deus! 2. Quão consoladora e estimulante é a comunhão com aquele que venceu o mundo! 3. Quão seguro e saudável e' um caminhar diário com o sempre bendito Filho do homem! i 4. Quão próprio e natural é que os discípulos falem com seu mestre, e os santos, com seu salvador! Um operário, em tempo de necessidade, desistiría de tudo, antes de separar- se de suas ferramentas; pois perde-las seria perder tudo. Ler a Palavra de Deus e orar são as ferramentas do artíñce cristão; sem elas, ele e' inútil. Como e', então, que quando o tempo pressiona, por tantas vezes ele as põe de lado ou as diminui? Que é isso, senão vender suas ferramentas? Se houver qualquer coisa que eu faça, se houver qualquer coisa que eu deixe inacabada, que seja eu _perfeito na oração (Henry Martin). A Falta de sagrada comunhão é algo muito doloroso. O verdadeiro amor é comunicativo; não tolera ocultar segredos a seu amado, nem refrear-se em sua conversa com ele. Quanto mais forte For a lie', tan ro mais necessidades ele relarará, e as relatará mais plenamente. Sente falta de alguma coisa, da qual você não pode . Falar a seu Senhor? lsso significa que a necessidade não e' real, ou então que sua Fe' e' ; pequena (EFS. 12). “Pelo qual temos ousadia”. A palavra traduzida ousadia é 'ironmr tica/ o” (Thomas Boston). 44
  33. 33. i9. O Abatimento de Elias “Ele mesmo, porém, se foi ao . deserto, caminho de um dia, e Vcic ›, 4.- . w- assentou delaaixrw cle um zímlaro; e pediu para sí a morte e disse; Buslu; toma. agora, -ó HÓR, a minha alma, pois não sou rnellfloir (lu que meus pais"" (IRS 1 9.44). Podemos aprender muito da vida de outros. O próprio Elias é não somen ru um profeça, mas uma profecia. Sua experiência nos serve de instrução. Às vezes entramos num estranho e misterioso estado de depressão, e é bom saber; por vía das Escrituras, que alguém esteve no Vale da Sombra da Morte. Os cansados, como co ração abatido, duramente provados, estão em condições de desfalecer. Em momentos tais, imaginam que algo estranho lhes sucedeu; .mas, a verdade não é essa. Examinando as areias clo tempo, podem ver a marca dos pés de um homem, e isso deve confortá-los, ao descobrirem que ele não era um homem insignificante, e, sim, um poderoso servo do Senhor. Analisemos: I. A FRAQUEZA DE ELIAS 1. Era homem de paixões como as nossas (Tg 5.17). Ele falhou no ponto em que era mais forte, como muitos outros santos têm feito. Abraão, Jó, Moisés, Pedro, etc. 2. Sofreu terrível reação. Aqueles que sobem, também descem. A profundidade da depressão é igual à altura do arrebatamento. 3o. Estava muito cansado com a excitação do Carmelo e com a corrida fora de comum, acompanhando o carro de Acabe. 4. _Seu desejo foi insensato. “Toma agora, ó Senhor, a minha alma”. Ele fugiu da morre. Se quisesse morrer, Jezabel rê-lo-ia obrigado, e- ele não precisaria "fugir. _ Ele era mais ilecessário do que nunca, para sustentar a boa Causa. É estranho que aquele que escapam da. morre, tivesse clamado: “Torna a minha alma! ” Quão imprudentes são nossas orações, quando nossos espírito-s sucumbeml H. A 'IÉRNÍÍRA DE DEUS PARA_ COM ELE 1. 'Deus permitiu que Elias dormisse; fisso . foi melhor que remédio, on censura íntimas. 2. Deus o alimentou com alimento próprio. 3. Deus permitiu que ele contasse seu pesar (Ver v. 10); muitas vezes» esse é o mais imediato alívio. Elias expôs seu problema, e zrssizn, :Icalnnou a própria mente. t,
  34. 34. 4. Deus revelowse e também revelou os seus caminhos- O vento, o terremoto, o fogo. e «até a_ voz suave, foram vozes de Deus. Quando sabemos o que ré Deus, ficamos menos preocupados com routrasi questões. 5. Deus lhe contou boas novas. “Também conserveí em Israel sete mil” (v. I 8"). Desse modo, foi afastado seju sentimento de solidão. . 6.o Deus lhe deu mais trabalho para fazer - ungiroutros, pelos: quaisos propósitos de castigo e de instrução do Senhor seriam efetuados. Aprendemos algumas lições úteis. Ràrarnente é certo corar para morrer; ê melhor deixara assunto . com Deus; não podemos' destruir as nossas próprias vidas, nem: pedir ao Senhor oque o faça. Nas Escrituras, três . santos oraram para que Deus lhes desse a morte: Moisés, Elias e jonas. As três orações ficaram sem resposta. Para . o pecador, nunca é certo buscar a morte; pois a morre, para ele, é inferno. O sui-cida intencional 'sela a sua própria condenação. Que é isto que ouvimos? Elias desfãlecendo e desistindo! aquele. _espírito heróico¡ abatido. e prosrradol Ele que. teve coragem de dizer na face de Acabe: “Eu não. tenho perturbado a Israel, mas . tu e a. casa de teu pai”, .ele que pode ressuscitar ao morto, abrir e Fechar os céus, fazer fogo e água descer com suas. orações; ele que ousou repreender e contradizer a rodo o Israel; ele que ousou matar os quatrocentos bàalitas com a. espada ~ agora se encolhe em face dos sobrece-nhos e das ameaças de uma mulher? Quer ele livrar-ese de sua vida, por que temia perdêla? Quem pode esperar constância destituído da carne e do sangue, se o próprio Elias falhou? VO mais* forte e mais santo Ee] sobre : a terra está sujeito a alguns desfalecimenros de temor e debilidade; estar sempre e invariavelmente bem . é próprio. somente dos . gloríosus espíritos. que se açham no céu, Dessa; maneira, o sábio e santo Deus terá seu _poder aperfeiçoado em nossa fraqueza. em vão que nós. , enquanto carregarmos esta carne conosco, esperemos : ão perfeita' saúde que 'não desanímemos, ocasionalmente, com acessos de indisposição espiritual. Não é novidade oque homens santos desejem a morte; quem pode estranhar- ou culpar _o . desejo de' auferir vantagem? Pois* o víajor cansado anela por descanso. ; o prisioneiro, por liberdade; o banido, pelo lar. ; é tão natural isso, que 'a disposição contrária sería monstruosa. »O benefício da mudrzuiça é um justo motivo para nossa predileção; mas' pedir a nmorre pior causa de um abo rrec-imen to: da Vida, por causa' cle uma inlpaciêncla de sofrer é *uma fraq ueza' imprópria de um santo. Não basta, ó , Eli-asi Deus ainda tem imais traballio para 46
  35. 35. ti; o' teu Deus te , honrou mais do que a teus pais, e deves viver para lumrçi~lu (Bispo Hall). Elias "levantouse, e, para salvar sua vida, se foi”. Melhor, porém , e scriu que ele ppermanccesse Fiel à sua tarefa de profeta e respondesse como. Crisóstomo respondeu quando a imperatriz Euclóxia o ameaçou. "Ide dizer a ela”, declamu ele, “que nada; team senão o pecado”. Ou como Basílio respondeu, quando Valente, o 'imperador ariano, mandou vaVisá-lo de que ele (Valente) seria a morte. de Basílio: “Gostaria que ele fosse”, disse este; “apenas ireme-ei mais cedo parao céu”. i Lutero teve seusacessos de medo. , embora comumente ele dissesse: “Não me preocupo nem com o favor nem com a fúria do Papa". Gregório não duvidava dizer que pelo fato de Elias ter começado a deliciar-se com altos con-ceitos de si. próprio, pelos grandes feitos que realizam, Deus perrrritíu que ele ficasse sujeito ao temor, e a. desesperapse, para , sua humilhação. Vemos fato semelhante em Pedro, assustado poriuma simples moça; 'para mostrar-nos quão frascos somos, como a própria água, quando deixados, por um pouco, a nosso , bel-prazer (Íolm Til-app). i Quem disse a Elias que “bastava” Deus não foi; ele sabia o que bastava para passar a sofrer. Ainda não era o bastante. Dedos tinha mais “para ensinar-lhe, e tinha mais trabalho para ele. fazer. Se o Senhor o tivesse pegado prela palavra, e também tivesse dito ilbasta”, ía história de Elias não teria sua . glória coroadora (Kitro). I. Cansada desalento de Him. (1) Dimin uiçâo, da forçafiísica. (2) . Segunda causa - carência de simpatia. "Eu ñquei' só”. Aeentue-se a palavra rio”. A solidão de sua posição lhe era chocante. (5) Carência de ocupação. Enquanto Elias teve- o trabalho de profeta para realizar, - difícil como era esse trabalho, tudo ia rmuiro bem; mas sua ocupação terminou. Amanhã, e depois. de amanhã', que lhe restou na terra para fazer? A miséria de nada ter para realizar procede de causas voluntárias ou ínvoluntárias em sua natureza. '(4) Quarta causa - rdesapontamento em . suas expectativas : de êxito. No Carmelo, o grande objetivo pelo qual Elias vit/ era parecia a ponto de realizapse; Os profetas de Baal Foram morros - Jeová foi reconhecido a uma só voz; a falsa adoração foi derrubada. O objetivo. vida . de - a transformação de Ístael num reino de Deus ~- : quase foi realizado. . Em um só dia , todcresse quadro brilhante foi Zllillqullaçlü. Il. Ferramenta' 51514101007' Deus «zoa cízralmtv. (l) Primeiro, Deus sreuniu as forças exaustas (lC. ,SCtl servo. Leia-se a história. Refeições rniraculosas foram servidas ~ então Elias dorme, acorda e come; e, com a força daquela comida. Elias caminha jornada de quarenta dias. (2) A seguir, _Teravzi alCílln1ütlell~lt“ . a
  36. 36. mente cheia de tormentos pelas influências curadoras da natureza. Ordenou que o Furacão varresse o céu, e que o terremoto abalasse o solo. Acendeu os Céus, até que se tornassem uma massa de fogo. Tudo isso expressas/ a e refletia Os , sentitnentos de Elias. O. modo pelo qual a_ natureza nos acalma é encontrando expressões mais adequadas e mais nobres para nossos sentimentos do que podemos achar nas palavras - expressandor-as e exaltando-as. Na expressão, há alívio. (3) Além disso, Deus , fe-lo senti-r a seriedade da vida. Que fàzes aqui, Elias? A vida é ação. A vida de um profeta é para ação mais nobre- e o profeta não estava atuando, mas lamentando-se. Tal voz se repete a todos nós, despertando-nos de nossa letargia, ou de nosso desalento, ou de nosso lazer demorado: “Que fazes aqui? " aqui nesta curta vida. ? (4) Deus completou a cura pela certeza da Vitória: "Também conservei em Israel sete mil: todos os joelhos que não sê; dobraratrt a Baal”. Assim, pois, a vida de Elias não foi um fracasso, afinal de Contas (F. W. Robertson). 20. Onde está o Deus de Elias? “Tomou o manto que Elias lhe deixara cair, feriu as águas e diese: Ónde está o HOR, Deus de Elias? ” (ZRS 2-144). O grande objetivo a ser desejado é' Deus, Jeová, o Deus de Elias. Com ele, tôdas as coisas florescem. Sua ausência é nosso declínio e morte. Aqueles que entram em qualquer trabalho santo, deveriam buscar o Deus (1116 esteve com seus predecessores. Se o Deus de Elias é misericórdia, também é 0 Deus de Eliseu. Ele mesmo estara conosco, pois “este é Deus, o nosso Deus Para todo o (sempre: ele sera nosso guia até à morte” (Sl 48.14). De igual modo, :Jão necessitamos das antiguidades do passado, nem das novidades do presente, nem das maravilhas do futuro; só queremos o Deus Triúno, Pai, Filho e Espírito Santo, e então' veremos entre nós maravilhas Semelhantes; àquelas dos tempos de Elias; “Onde está o Senhor, Deus de Elias? ” O Velho manto, usado com' confiança no mesmo Deus. dividiu as águas para a3 duas bandas. O poder continua onde costumava estar. I. . A PERGUNTA TRANSFORMADA EM ORAÇÃÕ Hoje, nossa única necessidade e' do Deus de Elias. l. O Deus que o manteve fiel, deve fazer-nos permanecer firmes, caso fiquemos sozinhos na verdade ("1 Co 1.8), 2. O Deus que . ressuscitou o morto por meio dele, deve _levar-nos a ('I'. ;'_lll'l" m; llolhtfllS de sua morte no pecado (IRS 17.22).
  37. 37. 3. O Deus que lhe deu alimento para uma longa jornada, deve preparar nos para a peregrinação davida. e preservar-nos até o fim (lRs 19:8). 4. O Deus que ldivicliu o Jordão. para o profeta, não nos Falhará, quando o estivermos cruzando para a nossa Canaã (ÍZRs. 2.8). n. A PERGUNTA RESPONDIDA. o SENHOR, DEUS DE ELIAS, NÃO ESTÁ MORTO, NEM DORMINDO. , NEM DE VIAGEM. 1. Ele continua no céu, observando atentamente os que ele reservou. Eles podem 'estar ocultos nas 'cavernas', mas 0 Senhor sabe que são , seus. 2. 'Ele ainda_ é movido pela oração, a abençoar uma terra sedenta. 3. Ele 'ainda e' capaz de manter-nos fiéis, no meio de uma geração infiel, de sorte que não nos ajoeiharemos diante de Baal. 4. Ele Vem em vingança. Não ouve as rodas de seu carro? Ele levará o seu povo. Como é bom ter aquela presença, de modo a ser amparado com sua força! Como é. maravilhoso viver de modo_ a nunca mais fazer essa pergunta! " Deus da rainha Clotilde”, gritou o infiel Clóvis I da . França, quando em diñculdade, no campo de' . batalha “Deus da rainha Clotilde! concede-me a vitória! ” Por que 'ele não invocou seu próprio deus? Saunderson, que era grande admirador dos talentos de Sir Isaac_ Newton, mas dava pouca importância à religião deste, quando estava em bom estado de saúde, não obstante foi ouvido a dizer, em tom lúgubre, no . leito da morte: "Deus de Sir Isaac Newton, tem misericórdia ide mim! ” Por que essa troca de deuses _na hora da morte? (DÍXCMTSÓJ aos Moço: pelo Rev. Daniel Baker). O Deus de Elias deu-lhe a experiência do' doce fruto da dependência do Senhor, e de uma pequena contribuição, com sua bênção (IRS 17.10). 'Mas, onde está hoje- o Deus cle Elias, quando o que temos parece esta: : cheio cle ven to, que na verdade para nadaserve? Nossa mesa tem abundância, mas nossas almas morrem de fome; nossa bondadqàs vezes, parece uma nuvem matutina, que escurece_ a face dos céus, e promete chuva pesada, nus imediatamente se revela como uma pequena nuvem. , como a mão de um homem. , que está pron [a1 para' nada; sim, esta geração está cega. pelos meios que tendem a iluminar naturalmente. . Ahí “Onde está o Senhor, o Deus de Elias? ” O Deus de Elias deu-lhe : a experiência de uma ousardizwr graciosa 1m m enfrentar a mais ousada perversidade da geração em que' ele viveu. vmln m¡ Clzl' fosse uma das piores. Isso se evidenciou, $()l)I'-crIHl(›, cm . um cm mam» a «nn ACHlJCÍl RS 18.1). Mas, (Hide esrñ ngm-n u. I 7mm alc- IÉIiLu. , vnqlLlnlls . na mn ¡Imlru ln v**
  38. 38. l «lc nosso tempo encontram uma resistência tão tímida, enquanto se necessita tanto de uma expressão heróica pela causa de Deus, de uma língua que fale por Ele, e de. um coração para agir? Os perversos do mundo, embora tenham em mãos uma causa ma, buscanzkna ousadamente; mas o povo de Deus envergonha- se de sua causa honesta. , devido à sua covardia, e sente-se desanimado 'por aparecer nela. Se Deus nos desse urn noutro espírito, mais próprio para tal tempo, trairíamos nossa confiança e traríamos sobre nós a maldição da geração que nos sucedesse. O Deus de Elias deu~lhe a experiência de estar capacitado a írzlonge com a força de uma refeição ( lRs 19.8). Mas onde estão agora tais experiências, enquanto há tão pouca força nas refeições espirituais, para as quais agora nos assentamos? Este é um tempo quando há muita necessidadede tal experiência; parece que o Senhor está dizendo aseu povo: "Levanta-te e come, pois a jomada ? é lo-nga”; e quem sabe que jornada dificil alguns terão de fazer, antes que obtenham outra refeição? Quem nos dera mais poder nutritivo na doutrina pregada entre nós! O Deus de Elias deu-lhe a experiência de o Senhorremover as dificuldades de seu caminho, quando ele mesmo nada podia fazer sobre elas: o Jordão dividido. Assim Pedro teve livremente aberto o portão de ferro; pois quando o Senhor roma em suas mãos a obra, embora nos pareça sem esperança, terá bom êxito corn ele (Thomas Boston). 2 1 . Olhos Abertos "Orou Eliseu e *dísseg SENHÓR, peço~te que lhe aln-as os olhos para oque veja. Q SENHOR aluriu os olhos domoço, e ele viu que o monte estava cheio de cavalos e carros de ioga, em redor de Eliseu" (2135 6.] I. . O OLHO NATURAL ESTÁ» CEGO PARA AS COISAS 'CELESTIAIS Deus está em toda. parte, :nas os olhos cegos pelo pecado não o vêem. Os . homens são maus, culpados, caídos; mas não vêem suas próprias feridas, pisaduras e chagas em putrefação. Essa falta de discernimento espiritual torna o homem ignóbil. Sansão cego é um espetáculo triste; de juiz em Israel, decaíu à condição de escravo na Filístia. Isso conserva um homem contente com o mundo; ele não vê quão pobre é aquilo pelo qual se esforça, sofre, peca e sacrifica o céu. Isso põe o homem em perigo. “Se um cego guiar outro cego. cairão ambos no buraco” (Mt 15.14). 50
  39. 39. 11. só DEUS PODE ABRIR os OLHOS DO _HUMILM Podemos . guiar os cegos, mas mão podemos lhzê-lco: : vi-r; 'puilvnsnnn colocaria verdade diante deles, mas irão Podemosraláii¡wllu-a. ur. nlln 1'; ,v esse trabalho- pertence exclusivamente a Deus. Alguns usam olhos artificiais, outros experimçmtzunn ó. unlm. telescópios, lentes coloridas, etc, mas tudo em vão, quando m; . illli r. são cegos. . A cura vem somente do Senhor. 1. Dar vista é tão maravilhoso' quantoa criação. pode Far/ ic¡ um _ olho? No pecador, a faculdade da visão espiritual termino u. .. 2_ O homem nasce cego. Suas trevas são parte dele mesmo (Jo 9.32.). Satanás rsimulou isso no jardim, quando disse: “[. . . ] se vos alsrirluu os olhos e, como Deus, seríeis [. ..] (Gn 3.5)'. III. PODEMOS PEDIR-LHE QUE ABRA Os OLHOS DOS HOMENS. DEVEMOS CLÀMAR: "SENHÚR. PEÇO-VTE *QUE LHE ABRAS US DOLHDOS, PARA QUE VEJA”. 1. Quando os ouvimos rOgandO, deveríamos rogar ao Senhor em, fin/ o¡ deles. A oração deles deveria incitar a . nossa. - 2d. As orações dos* outros trazem-nos proveito, portanto dCVÊllTt-lñi recmbolsar a bênção ao tesouro de oração da igreja. 3. Abrir-lhes os olhos glorificará a Deus. ; oremos com grand: - expectativa, crendo que Ele honrará a seu Filho. IVÇ DEUS ABRE, DE FATO, 0.3 OLHOS' DOS HOMENS l. Ele tem feito isso , num 'morncnto. Observemos- os muitos milagros- operados por nosso Senhor' em cegos. 2. Ele 'pode abrir seus olhos. Muitas são as formas de cegueira, mas todas elas estão compreendidas naquela grande. declaração: “O Senhor abre os olhos dos cegos” (Sl 146.8). V. NÊESMO AQUELES QUE PRECISAM DE MAIOR VÍSÃO 1. Nas Escrituras há: mais para _ser visto. “Desvenda os meus Ollinrà. para que eu contemple as maravilhas, da tua lei” (Sl 119.18). 2. Nas grandes doutrinas , do evangelho há muita luz latente. 3'. No próprio Jesus Cristo lhá glórias escondidas. "Senhor, quercruins ver aksus” (Io 12.12; Hb 2.91). Uma das mais tristes condições da criatura humana é _ler a Palavra¡ (lt Deus com um véu no cotação, passar com os olhos vendados pelos ma-¡üvilho. su, ~. testemunhos do armor e graça redentores que as Escrituras Çontiêm. l'. «í igualmente triste', se não realmente censurável, passar com olhos 'vuml. xilnu pelas obras de. Deus, -viver num mundo cle-flores, e estrelas, e . acasos du . xml. r' mil objetos gloriosos da natureza. . e nunca ter um passageiro »ími-¡'. ve. .~. r. despertado por qualquer deles (Deão Goulbou m). u¡
  40. 40. 22 . Mestiços E u. V V _ , 'l Nao “cemeranzr ao Senhor . “Temiam o Senhor e, ao mesmo tempo, serviam aos seus ¡Jrópríos deusesi “Até, ao dia de hoje . . não temem o Senhor" (2133 17.153.334). É tão necessário advertír as pessoas contra o Falso como insistir quanto ao verdadeiro. A conversão, que é uma mudança divina, é imitada, e o esptírio é imposto como o genuíno. .Isso satisfaz ao propósito do diabo de vários modos: tranqüiliza a. consciência dos irresolutos, aduitera a igreja, prejudica-lhe o testemunho, e desonra a verdadeira religião. . u I. SEU PRIMEIRO ESTADO. "NÃO 'TEMERAM AO SENHOR". 1. Tinham pouca . ou 'nenhuma religião de qualquer tipo. 2. Mas viviam próximos de um povo temente a Deus, e próximos do rei Ezequias, sob o qual houve grande reavivamento. Tal influência cria grande dose de religiosidade. II. SUA CONVERSÃO FÍNGIDA. “TEMIAM AO SENHOR”. I. Eram impelidos . somente pelo medo; os "leões” eram seus evangelistas, e seus dentes' eram argumentos cortantes. 2. Foram instruídos por' um sacerdote infiel; um daqueles que praticam o culto do bezerro, e agora deixava de censurar-lhes o amor aos falsos deuses. Tais pessoas têm muito pelo que responder. 3. Mas a conversão deies era radicalmente defeituosa; potquenão havia arrependimento. Não foi oferecido sacrifício expiatótio sobre o* único altar de Deus. Os falsos deuses não foram abandonados (v.19)'. Enquanto o pecado reina, a graça se faz ausente. Não prestaram obediência a Deus. Mesmo a adoração deles era vazia. “Temiam o Senhor e, ao mesmo tempo, serviam aos seus 'próprios deuses”; 'uma distinção muito significativa. O ébrio religioso. Vejam-no »a chorar! Ouçam-no a falar! Ele tem pavor de Deus, porém, serve a Baco. O avarentro ssantarrão. Ele tem "fé Salvadori' no seu pior sentido. HI. SEU VERDADEIRO ESÍADO; "NÃO TEMÉM O SENHOR". 1. Possuem-anos não como 'seu único Deus. 2. Agern de modo_ a provar que não lhe pertencem. Vejam a história futura desses sramarítanos, no livro de Neemias. Na verdadeira conversão deve haver: Quebra de ídolos. O pecado e o ego devem ser abandonados. Ctmcecnrrziçãtn, Nosso único Deus deve ser adorado e servido. I
  41. 41. 23. A Lição de Uzá "Davi e todo o Israel alegravarn-, se perante Deus com todo o , seu ennpenho" (IC): 13.8). “Temeu Davi o Senhor" (1 Cr 13.12); "Foram Davi . para Êazer subir com alegria z a arca dra alíanç-a" (ICr 15.25). _As coisas certas devema ser feitas de modo certo, ou 'falharão Neste caso, a falha foi triste ev marcante, pois' Uzá morreu, e a arca foií conduzida para a casa de Ozbedcdídom. I. , A FALHA. PRIMEIRO 'TEXTO (ICR 13.8). Ali _estavam as multidões. As multidões não asseguram a bênção. Houve cântico pomposo. , com _harpas, trombetas', etc. , mas tudo terminou em larnentação. Cerimonial suntuoso não é garantia de graça. í Havia energia: “Alegravam-se perante Deus com todo o seu empenho”. ' Não era adoração maçante e sonifera, mas um cultos brilhante, cheio de vida; no entanto, tudo fracassou. Não houve sacrifício- Isso foi uma falha fatal; como podemos servir ao Senhor, sem sacrifício? II. 0 TEMOR. SEGUNDÍJTEXTO (ICR 13.12). A terrível morte de Uzá causou grande temor. Do 'mesmo modo o Senhor matou Nadabe e- Abiú, por oferecerem fogo estranho. ; e os homens de Bete-Semes por olharem para dentro da arca. Seu próprio senso de inclignidade, para um trabalho tão san to, fê-lo clamar: “ Como trarei a mim a arca de Deus? ” Alguns fazem da santidade de Deus e da severidade de sua lei, uma desculpa para perversa negligência. Outros sentem-se esmagados de temor . sant0; e, por isso, fazem pequena pausa, ate' que estejam mais bem preparados para o serviço santo. III. AALEGRIA. TERCEIRO TEXTÓ (ICR 15.25). 1'. Deus abençoou a Obede-Edomg. Desse modo podem as almas humildes habitar com Deus e não morrer. 2. Davi fez os preparativos e exercitou seu pensamento. 3. Adequou-se à mente do Senhor (M15). Os sacerdotes ocupava; seus lugares. Homens e : métodos devem ambos ser governados por Deus (v.14).
  42. 42. É. Ofereceranvse sacrifícios (v2.6). O grande e perfeito sacrifício deve estar sempre na Frente. () emuprimenta de um dez/ er de ? nado errddà altera. sua natureza e' o tema rm pera/ azia. Conclui-se que a “lâmpada dos perversos é pecado” (Pv 21 A) e que u oração dos perversos -é considerada como uivo _nas suas camas (Os 7.14). 'lomar a comunhão indignamente não é contada como corner a Ceia do Senhor (1 Cr 11. 20). Se uma casa for construída somente de madeira resistente_ e b: oas pedras, mas não for bem alicerçada e construída Corretamente, seu morador pode arnaldiçoar o dia em que veio morar soh o seu reto. Õs deveres não executados de acordo com o reto preceito são apenas metade do serviço que devemos a Deus, e também a pior metade (Thomas Boston). 247. Roboão, o indeciso “Fez ele_ o que era mau, porquanto não dispôs o 'coração para huscar ao SENHOR” (2Cr- 12.14). Esse é o resumo da vida de Roboão; não era tão mau como alguns, mas praticou o ma] de diversos modos, não tanto de propósito quanto por negligência, Os maus efeitos do pecado de seu pai e da idolatria de sua mãe refletiram- se no ñlho; mas havia outra causa', a saber, a falta de disposição do coração. r. ELE NÃO COMEÇOU AVIDA, BUSCANDO AO SENHOR 1. Aquilo que começa sem Deus termina em Fracasso (2Ct 10.1). 2. Aqueles que rejeitam a sabedoria divina geralmente recusam toda outra . sabedoria (2Cr 10.8). 3. Ele nada tinha da sabedoria de seu pai. Como podem agir prudentemente e com prosperidade aqueles que não 'são guiados pelo Senhor (ZCt 10.13,14)? II. ELE NÃO ERA FIRME E PERSEVERANTE EM BUSCARAO SENHOR. I. Por três anos, sua lealdade a Deus fê~lo prosperar, por trazer para Judá os melhores tipos de pessoas que fugiam do culto. ao bezerro, instituído por Jeroboão (2_Cr 11. 13,17), mas depois abandonou o Senhor, que o fizera prosperar. 2. Torneira-se orgulhoso. e Deus o entregou nas 1115105 de Sisaque (v5). 5. Hunlílhou-se e foi perdoado, mas despojoiu a Casa do Senhor prata subotnar o rei do Egito. 4. Não introduziu grandes reformas nem celebrou grande páscoa, 'mas admitiu que "o Senhor é lírusto" (m6).
  43. 43. III. ELE NÃO CÚÍDOU DE BUSCARAO SENHORCOMPLETAMENWTá Entretanto. , nenhum homem é bom' por acidente; fllflguélíü airdgr direito que não tenha pretendido faze-los Sem coração, a. religião deve morrer. O tipo de preparação exigido por mim, a Em de ser diligente e aceitável na , busca ao Senhor' meu Deus, é algo deste estilo: Sentir e confessar a minha necessidade de Deus em todo' o meu viver. . Clamar a Ele por ajuda e sabedoria Entregar-me à. sua orientação, e não seguir' o conselho de pessoas vãs, nem fazer alarde para os que estão ao meu redor. Ansíar por ser correto em tudo, examinando as Escrituras e, mediante a oração, procurar saber o que devo fazer. Servir ao Senhor cuidadosa e ardentemente, nada deixando ao acaso, à paixão, à moda ou ao capricho. Quão desejável o poder confirmador do Espirito Santo! Quão desejável a união viral com o Senhor Jesus! O pregador estuda seu sermão cuidadosamente, embora tal sermão ocupe apenas parte de uma hora; e não é o sermão de nossa vida digno de cuidado e consideração? Uma vida santa é uma obra' de arte muito mais elevada do que a mais valiosa pintura ou estátua preciosa, no entanto, nenhuma destas duas pode ser produzida sem pensamento. O homem deve estar' na melhor de Suas condições, a fim de _produzir um poema imortal, mas uma centena de linhas resumem todo 0 seu conteúdo. Não sonhamos que o poema muito maior de uma vida santa possa fluir como um verso de improviso. 2 5 . Pedido de Socorro e Louvor Prestado “Judá se ícongregou para pedir socorro ao SENHOR; t-amloém de todast as cidades de Judá veio gente para buscar ao SENHOR" (2 Cr 20.44), Chegou a Josafá a notícia repentina de uma grande invasão, e, como verdadeiro homem de Deus, ele se pôs a buscar o Senhor, e proclamou um jejum. O povo se congregou com toda a . presteza, e a nação iníteira elamou ardentemente ao Senhor por sua rajttda. l. COMO ELES. PEDIR/ XM SOCORRO Expressaram a sua confiança (37.6). Invocaram os seus atos passados. (v7). Confessaram a sua condição. Eles:

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