PLANO DE MOBILIDADE URBANA - Potisystems

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O Plano de Mobilidade Urbana deve ser integrado ao plano diretor municipal, existente ou em elaboração, no prazo máximo de três anos davigência da lei federal, em abril de 2015. Os municípios também devem fazer constar nos respectivos projetos de planos plurianuais e de leis de diretrizes orçamentárias as ações programáticas e instrumentos de apoio que serão utilizados, em cada período, para o aprimoramento dos sistemas de mobilidade urbana e melhoria da qualidade dos serviços.

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PLANO DE MOBILIDADE URBANA - Potisystems

  1. 1. URBANA MOBILIDADE PLANODE P OTI S O L U Ç Õ E S E M T . I .
  2. 2. Fundada em 10/01/2013, a POTISYSTEMS é uma empresa especializada em gerar soluções para o gerenciamento e controle de processos e negócios, além de gestão e otimização de TI. Fornecemos soluções eficazes para todo tipo de segmento empresarial, visando à necessidade de cada cliente e ofertando serviços dentro do contexto de suas respectivas empresas, mas mantendo seu principal objetivo: "Desenvolver Soluções com Qualidade". Na linha de consultoria e manutenção de ambientes de TI, atuamos com administração de ambientes e servidores, bem como em projetos de telecomunicação, computação, telefonia e redes wireless. Outra vertente da nossa empresa é a área de instalações e serviços onde atuamos com sinalização vertical, horizontal e semafórica, radares, laços, foto sensores e barreiras eletrônicas, câmeras de vídeo-monitoramento e alarmes de intrusão e detecção, além de concessão e operação de estacionamentos (Zona Azul). O compromisso em atender com qualidade todas as necessidades de seus clientes, aliado à capacitação profissional de sua equipe, permite à POTISYSTEMS realizar com excelência projetos dos mais variados portes e níveis de complexidade. P OTI S O L U Ç Õ E S E M T . I . Quem SOMOs
  3. 3. A Lei Federal n.º 12.587/12, conhecida como Lei da Mobilidade Urbana, determina que municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar, até abril de 2015, seus Planos de Mobilidade Urbana integrados e compatíveis com os respectivos planos diretores. As cidades que não os apresentarem no prazo determi- nado ficarão impedidas de receber recursos federais destinados à mobilidade urbana. A Lei busca a integração entre os diferentes modos de transporte e também a melhoria da acessibilidade e mobilidade das pessoas e cargas nos municípios. A Lei também define os modos e a classificação dos serviços de transporte e apresenta os itens de infraestrutura de mobilidade urbana e contemplam a integração com a política de desenvolvimento urbano e respectivas políticas setoriais de habitação, saneamento básico, planejamento e gestão do uso do solo nos níveis federal, estadual e municipal. Os municípios devem se atentar a estabelecer a avaliação, revisão e atualização periódica do Plano de Mobilidade Urbana em prazo não superior a dez anos. O Plano de Mobilidade Urbana deve ser integrado ao plano diretor municipal, existente ou em elaboração, no prazo máximo de três anos davigência da lei federal, em abril de 2015. Os municípios também devem fazer constar nos respectivos projetos de planos plurianuais e de leis de diretrizes orçamentárias as ações programáticas e instrumentos de apoio que serão utilizados, em cada período, para o aprimoramento dos sistemas de mobilidade urbana e melhoria da qualidade dos serviços. LEI P OTI S O L U Ç Õ E S E M T . I . O que diz a
  4. 4. PLANEJAMENTO • Estudos para planos diretores; • Controle de pólos geradores de tráfego; • Estudos sobre zoneamento (uso de solo urbano); • Estudos sobre código de edificações. URBANO P OTI S O L U Ç Õ E S E M T . I .
  5. 5. ENGENHARIA DE TRAFEGO P OTI S O L U Ç Õ E S E M T . I .
  6. 6. • Análise de pontos com elevado número de acidentes; • Análise de circulação em áreas com problemas de mobilidade; • Plano cicloviário; • Planos de orientação e direcionamento de tráfego; • Planos de sistemas integrados de transportes; • Estudos de geração de tráfego para empreendimentos; ENGENHARIA DE ANÁLISES E DIAGNÓSTICOS: TRAFEGO P OTI S O L U Ç Õ E S E M T . I .
  7. 7. • Projetos geométricos de vias públicas; • Projetos de sinalização horizontal e vertical; • Projetos de sistemas de controle de tráfego – sinalização semafórica; • Projetos de regulamentação de estacionamento e carga e descarga; • Projetos de dispositivos de segurança de tráfego: • Redutores de velocidade; • Refúgios de pedestres; • Estreitamento de vias; • Mini-rotatórias. ENGENHARIA DE PROJETOS: TRAFEGO P OTI S O L U Ç Õ E S E M T . I .
  8. 8. • Projetos de sinalização de orientação; • Sinalização turística; • Sinalização de orientação para apoio de pólos geradores; • Planos especiais para cargas perigosas ou super dimensionadas; • Projetos de desvios de tráfego para eventos especiais: • Comemorações; • Emergências (inundações, incêndios, etc.); • Eventos esportivos; • Obras de grande porte. ENGENHARIA DE PROJETOS: TRAFEGO P OTI S O L U Ç Õ E S E M T . I .
  9. 9. • Automação e informatização no controle de tráfego; • Modernização semafórica; • Fiscalização eletrônica: • Radares fixos; • Radares estáticos (móveis); • Lombadas eletrônicas; • Controle de semáforo vermelho. ENGENHARIA DE PROJETOS: TRAFEGO P OTI S O L U Ç Õ E S E M T . I .
  10. 10. PLANEJAMENTO URBANO P OTI S O L U Ç Õ E S E M T . I .
  11. 11. ENGENHARIA DE TRANSPORTES PUBLICOS P OTI S O L U Ç Õ E S E M T . I .
  12. 12. • Estudos de viabilidade para sistemas de transportes coletivos; • Planejamento operacional de sistemas de ônibus; • Sistemas de informação ao usuário; • Estudos sobre sistemas de serviços de táxi; • Serviços de transportes de carga de aluguel; • Estudos de viabilidade operacional para vias segregadas: • Faixas exclusivas; • Corredores exclusivos. ENGENHARIA DE ANÁLISES E DIAGNÓSTICOS TRANSPORTES PUBLICOS P OTI S O L U Ç Õ E S E M T . I .
  13. 13. • Projetos de corredores de ônibus: • Faixas exclusivas; • Corredores exclusivos. • Projetos de gestão e controle de transportes públicos: • Táxi; • Fretamento; • Transporte de carga de aluguel. ENGENHARIA DE PROJETOS TRANSPORTES PUBLICOS P OTI S O L U Ç Õ E S E M T . I .
  14. 14. P OTI S O L U Ç Õ E S E M T . I . ENGENHARIA DE AVALIACAO & PERICIA
  15. 15. • Avaliação de imóveis urbanos e rurais; • Elaboração de laudos periciais: • Estabilidade; • Avaliação de danos; • Constatação de danos; • Preservação de direitos. P OTI S O L U Ç Õ E S E M T . I . ENGENHARIA DE AVALIACAO & PERICIA
  16. 16. P OTI S O L U Ç Õ E S E M T . I . POTIVIAS Grupo Uma empresa do 19 | 3014 0093 contato@grupopotivias.com.br

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