Históri ada fotografia aula 04

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Históri ada fotografia aula 04

  1. 1. Prof. Mario Mancuso – RVS – aula 04
  2. 2.  A palavra Fotografia vem do grego φως [fós] ("luz"), e γραφις [grafis] ("estilo", "pincel") ou γραφη grafê, e significa "desenhar com luz". Por definição, Fotografia é, essencialmente, a técnica de criação de imagens por meio de exposição luminosa, fixando esta em uma superfície fotosensível. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 2
  3. 3.  A primeira fotografia reconhecida remonta ao ano de 1826 e é atribuída ao francês Joseph Nicéphore Niépce. Contudo, a invenção da fotografia não é obra de um só autor, mas um processo de acúmulo de avanços por parte de muitas pessoas, trabalhando juntas ou em paralelo ao longo de muitos séculos. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 3
  4. 4.  A primeira grande descoberta para a invenção da fotografia é a CÂMARA ESCURA. O conhecimento do seu princípio ótico é atribuído, por alguns historiadores, ao chinês Mo Tzu no século V a.C., outros indicam o filósofo grego Aristóteles (384-322 a.C.) como o responsável pelos primeiros comentários esquemáticos da Câmera Obscura. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 4
  5. 5.  A Câmera Escura era uma grande caixa (no início grande o suficiente para entrar uma pessoa) com um orifício em uma das paredes, que servia para os pintores do século XVI fazerem esboços de paisagens. A luz entrava pelo orifício e formava uma imagem invertida na parede oposta. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 5
  6. 6.  Para que possamos compreender esse fenômeno da câmara escura, é necessário conhecer algumas propriedades físicas da luz.  A luz é uma forma de energia eletromagnética que se propaga em linha reta a partir de uma fonte luminosa.  Quando um desses raios luminosos incide sobre um objeto, que possui superfície irregular ou opaca, é refletido de um modo difuso, isto é, em todas as direções. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 6
  7. 7.  O orifício da câmera escura, quando diante desse objeto, deixara passar para o interior alguns desses raios que irão se projetar na parede branca. E como cada ponto iluminado do objeto reflete os raios de luz desse modo, temos então uma projeção da sua imagem, só que de forma invertida e de cabeça para baixo. Como cada ponto do objeto corresponde a um disco luminoso, a imagem formada possui pouca nitidez, e a partir do momento em que se substitui a parede branca pelo pergaminho de desenho, essa falta de definição passou a ser um grande problema aos artistas que pretendiam usar a câmera escura na pintura. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 7
  8. 8. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 8
  9. 9.  Alguns, na tentativa de melhorar a qualidade da imagem projetada, diminuíam o tamanho do orifício, mas a imagem escurecia proporcionalmente, tornando- se quase impossível ao artista identificá-la. Este problema foi resolvido em 1550 pelo físico milanês Girolamo Cardano, que sugeriu o uso de uma lente biconvexa junto ao orifício, permitindo desse modo aumentá-lo, para se obter uma imagem clara sem perder a nitidez. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 9
  10. 10.  Isto foi possível graças à capacidade de refração do vidro, que tornava convergentes os raios luminosos refletidos pelo objeto. Assim, a lente fazia com que a cada ponto luminoso do objeto correspondesse um pequeno ponto de imagem, formando-se assim, ponto por ponto da luz refletida do objeto, uma imagem puntiforme. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 10
  11. 11.  Desse modo, o uso da câmara escura se difundiu entre os artistas e intelectuais da época, que logo perceberam a impossibilidade de se obter nitidamente a imagem, quando os objetos captados pelo visor estivessem a diferentes distâncias da lente. Ou se focalizava o objeto mais próximo, variando a distância da lente / visor (foco), deixando todo o mais distante desfocado, ou vice-versa. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 11
  12. 12.  Quanto maior o orifício mais clara a imagem mas pouca nitidez. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 12
  13. 13.  Quanto menor o orifício mais nítida a imagem mas muito escura. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 13
  14. 14.  A imagem produzida através de uma lente é bastante nítida devido à refração. Os raios de luz divergentes refletidos por um ponto do sujeito são refratados pela lente e passam a convergir a um único ponto. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 14
  15. 15.  Danielo Brabaro, em 1568, no seu livro "A prática da perspectiva" mencionava que variando o diâmetro do orifício, era possível melhorar a nitidez da imagem. Assim, outro aprimoramento na câmara escura apareceu: foi instalado um sistema, junto com a lente, que permitia aumentar e diminuir o orifício. Este foi o primeiro "diaphragma". Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 15
  16. 16.  Quanto mais fechado o orifício, maior era a possibilidade de focalizar dois objetos a distâncias diferentes da lente. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 16
  17. 17.  A partir deste princípio, pintores e desenhistas utilizavam-se desse fenômeno físico para reproduzir os retratos com maior fidelidade, pintando dentro do quarto sobre um pergaminho. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 17
  18. 18.  Até meados do século XIX, muitos processos foram evoluindo, sobretudo a lente colocada sobre o orifício, o jogo de espelhos adaptado para rebater a imagem na tela, a caixa ficando cada vez menor e mecanismos desenvolvidos para facilitar o enquadramento e o aproveitamento da luz. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 18
  19. 19.  A primeira fotografia reconhecida é uma imagem produzida em 1826 pelo francês Joseph Nicéphore Niépce, numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo fotossensível chamado Betume da Judéia. A imagem foi produzida com uma câmera, sendo exigidas cerca de oito horas de exposição à luz solar. Nièpce chamou o processo de "heliografia", gravura com a luz do Sol. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 19
  20. 20. Niépce Primeira ’’foto’’ Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 20
  21. 21.  Paralelamente, outro francês, Louis Jacques Mandé Daguerre, produzia com uma câmera escura efeitos visuais em um espetáculo denominado "Diorama". Daguerre e Niépce trocaram correspondência durante alguns anos, vindo finalmente a firmarem sociedade. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 21
  22. 22.  Após a morte de Nièpce, Daguerre desenvolveu um processo com vapor de mercúrio que reduzia o tempo de revelação de horas para minutos. Após a revelação, a placa era fixada com tiossulfato de sódio. O processo foi denominado daguerreotipia. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 22
  23. 23. Primeira Daguerriotipia registrada - Daguerre - 1837 Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 23
  24. 24.  Daguerre descreveu seu processo à Academia de Ciências e Belas Artes, na França e logo depois requereu a patente do seu invento na Inglaterra. Rapidamente, os grandes centros urbanos da época ficaram repletos de daguerreótipos, a ponto de vários pintores figurativos, como Dellaroche, exclamarem em desespero: "A pintura morreu". Como sabemos, foi nessa efervescência cultural que foi gerado o Impressionismo. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 24
  25. 25.  Apesar do êxito da daguerreotipia, que se popularizou por mais de vinte anos, sua fragilidade, a dificuldade de se ver a cena devido à reflexão do fundo polido do cobre e a impossibilidade de se fazer várias cópias partindo-se do mesmo original, motivaram novas tentativas com a utilização da fotografia sobre o papel. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 25
  26. 26.  O britânico William Fox Talbot, em 1839, desenvolveu um diferente processo denominado calotipo, usando folhas de papel cobertas com cloreto de prata, que posteriormente eram colocadas em contato com outro papel, produzindo a imagem positiva. Este processo é muito parecido com o processo fotográfico em uso hoje, pois também produz um negativo que pode ser reutilizado para produzir várias imagens positivas. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 26
  27. 27.  Em 1835, já havia construído uma pequena câmera de madeira carregada com papel de cloreto de prata, porém era necessário de meia à uma hora de exposição. Depois de fixada a imagem negativa em sal de cozinha e submetida a um contato com outro papel sensível, a cópia apresentava-se positiva. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 27
  28. 28.  Talbot foi considerado o primeiro fotógrafo a registrar uma imagem pelo processo negativo/positivo e, após aperfeiçoar suas pesquisas e substituir o agente fixador por iodeto de prata. Talbot buscou incansavelmente uma técnica que atendesse a fixação da imagem, um processo eficaz que interrompesse o próprio processo de sensibilidade à luz. De fato, as imagens fotográficas, até aquele momento, careciam de tal técnica de conservação que a luz do dia enegrecia gradualmente o papel. Conseguiu então a atingir um tempo inferior a 1min Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 28
  29. 29.  Exemplo de calótipo ou talbótipo. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 29
  30. 30.  Calótipo de Talbot. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 30
  31. 31.  No Brasil, o francês radicado em Campinas, São Paulo, Hércules Romuald Florence conseguiu resultados superiores aos de Daguerre, pois desenvolveu negativos. Contudo, apesar das tentativas de disseminação do seu invento, ao qual denominou "Photographie" - foi o legítimo inventor da palavra - não obteve reconhecimento à época.Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 31
  32. 32.  Sua vida e obra só foram devidamente resgatadas pelo jornalista e professor Boris Kossoy, de 1972 a 1976, numa das mais ardorosas pesquisas e reconstituições de métodos, técnicas e processos já realizadas no Brasil. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 32
  33. 33.  Um fato curioso se deu com a descoberta do fixador que Florence utilizava. As imagens não tinham uma durabilidade muito grande. Um dia, com muita vontade de urinar e com medo de abrir a porta do seu laboratório e velar os filmes, utilizou uma banheira. Na escuridão do laboratório, Florence confundiu-se e passou o papel fotográfico pela banheira com urina. A amônia da urina reagiu com os produtos e a fixação tornou-se mais resistente. Esse acidente, originou as pesquisas que resultaram no ’’tiossulfato de amônia’’, utilizado até hoje para fotografia, cinema, artes gráficas e radiologia. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 33
  34. 34.  A fotografia então popularizou-se como produto de consumo a partir de 1888 com a introdução da câmera tipo "caixão" e pelo filme em rolos substituíveis criados por George Eastman (fundador da Kodak). Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 34
  35. 35.  Desde então, o mercado fotográfico tem experimentado uma crescente evolução tecnológica, como o estabelecimento do filme colorido como padrão e o foco automático, ou exposição automática. Essas inovações indubitavelmente facilitam a captação da imagem, melhoram a qualidade de reprodução ou a rapidez do processamento, mas muito pouco foi alterado nos princípios básicos da fotografia Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 35
  36. 36. USOS DAFOTOGRAFIA Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 36
  37. 37.  A fotografia pode ser classificada como tecnologia de Registro Visual e atrai o interesse de cientistas e artistas desde o seu começo. As forças armadas, a polícia e forças de segurança usam a fotografia para vigilância, identificação e armazenamento de dados. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 37
  38. 38.  Os cientistas usaram sua capacidade para fazer gravações precisas, como Eadweard Muybridge em seu estudo da locomoção humana e animal (1887). Artistas igualmente se interessaram por este aspecto, e também tentaram explorar outros caminhos além da representação fotomecânica da realidade, como o movimento pictural. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 38
  39. 39.  Experiência de Eadweard James Muybridge, 1876. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 39
  40. 40.  Experiência de Eadweard James Muybridge, 1876. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 40
  41. 41.  A fotografia está presente em diversas ocasiões da vida do homem. Fotografamos eventos importantes, datas festivas, lugares que visitamos como forma de manter “vivo” para posteridade a visão destes momentos.O HOMEM É VISUAL !!! Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 41
  42. 42.  O fotojornalismo preenche uma função bem determinada e tem características próprias. O impacto é fundamental e a informação é imprescindível. É no fotojornalismo que a fotografia pode exibir toda a sua capacidade de transmitir informações. E essas informações podem ser passadas, com beleza, pelo simples enquadramento que o fotógrafo tem a possibilidade de fazer. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 42
  43. 43.  A idéia do fotojornalismo independente surgiu na França após a II Guerra Mundial. Formou-se uma agência de fotógrafos com um mesmo objetivo: ter liberdade de pauta, discutir os trabalhos realizados, se aprofundar nas reportagens e sobretudo lutar pelos direitos autorais e a posse dos negativos originais. A Agência Cooperativa Magnum, fundada em 1947 em Paris, por quatro fotografos: Henri Cartier-Bresson, Robert Capa, David Seymour e George Rodger, foi a pioneira. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 43
  44. 44.  O movimento de reconstrução da Europa e o progresso tecnológico exigido após a destruição da guerra proporcionaram a criação de uma forma nova de fazer e comercializar a fotografia e discutir sua função.  Paris, pela sua importância geográfica e ideológica, facilitava isso. A criação dessa nova forma de agenciar imagens viria a modificar toda a história do fotojornalismo no mundo. Com o tempo, as Agências de Notícias proliferaram-se, e hoje muitos jornais de pequeno e médio porte criam agências, agenciando seus fotógrafos para venda de seus trabalhos e em redes de jornais a circulação interna das fotografias. Podemos observar sobre as imagens, a agência ou a abreviatura. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 44
  45. 45.  Existem, basicamente, quatro gêneros de fotografia jornalística:  As fotografias sociais: Nessa categoria estão incluídas a fotografia política, de economia e negócios e as fotografias de fatos gerais dos acontecimentos da cidade, do estado e do país, incluindo a fotografia de tragédia.  As fotografias de esporte: Nessa categoria, a quantidade de informações é o mais importante e o que influi na sua publicação. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 45
  46. 46.  As fotografias culturais: Esse tipo de fotografia, tem como função chamar a atenção para a notícia antes de ela ser lida e nisso a fotografia é única. Neste item podemos colocar um grande segundo grupo, a esportiva, pois no fotojornalismo o que mais vende após a polícia é o esporte. As fotografias policiais: muitos, quase todos os jornais exploram do sensacionalismo para mostrar acidentes com morte, marginais em flagrante, para vender mais jornais. Pode- se dizer que há uma rivalidade entre os jornais para ver qual aquele que mostra a cena mais chocante num assalto, morte, acidente de grande vulto. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 46
  47. 47.  Dorothea Lange, foto jornalista norte-americana (1936). Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 47
  48. 48.  Marcelo Régua, foto jornalista brasileiro (2007). Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 48
  49. 49. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 49
  50. 50.  Colin Summers, Foto jornalista Britânico (Camboja) Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 50
  51. 51.  Philip Jones Griffiths, Foto jornalista norte-americano (Vietnã) Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 51
  52. 52.  Eddie Adams, foto jornalista norte–americano (Vietnã) Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 52
  53. 53.  Sebastião Salgado , Foto jornalista brasileiro Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 53
  54. 54.  Sebastião Salgado , Foto jornalista brasileiro (Amanzônia) Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 54
  55. 55.  Frederico Colarejo, Foto jornalista brasileiro (Incêndio na reserva de Mafra) Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 55
  56. 56.  Steve McCurry, foto jornalista norte–americano (Afeganistão – 1986 - 2006) Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 56
  57. 57.  Geralmente feita em estúdio, tem a vantagem de contar com total controle do fotógrafo quanto a pose, enquadramento, composição, iluminação, etc. Porém, perde em espontaneidade. É mais comum na publicidade, meios editoriais e fotografias artísticas, geralmente com usos de modelos e cenários artificiais. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 57
  58. 58.  A fotografia também pode ser externa e baseada em instantâneos . Fazer fotografia não é apenas apertar o disparador. Tem de haver sensibilidade, registrando um momento único, singular. O fotógrafo recria o mundo externo através da realidade estética. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 58
  59. 59. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 59
  60. 60. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 60
  61. 61. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 61
  62. 62. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 62
  63. 63. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 63
  64. 64. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 64
  65. 65. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 65
  66. 66. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 66
  67. 67.  Atualmente, a introdução da tecnologia digital tem modificado drasticamente os paradigmas que norteiam o mundo da fotografia. Os equipamentos, ao mesmo tempo que são oferecidos a preços cada vez menores, disponibilizam ao usuário médio recursos cada vez mais sofisticados, assim como maior qualidade de imagem e facilidade de uso. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 67
  68. 68.  A simplificação dos processos de captação, armazenagem, impressão e reprodução de imagens proporcionados intrinsecamente pelo ambiente digital, aliada à facilidade de integração com os recursos da informática, como organização em álbuns, incorporação de imagens em documentos e distribuição via Internet, têm ampliado e democratizado o uso da imagem fotográfica nas mais diversas aplicações. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 68
  69. 69.  A incorporação da câmera fotográfica aos aparelhos de telefonia móvel têm definitivamente levado a fotografia ao cotidiano particular do indivíduo. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 69
  70. 70.  Dessa forma, a fotografia, à medida que se torna uma experiência cada vez mais pessoal, deverá ampliar, através dos diversos perfis de fotógrafos amadores ou profissionais, o já amplo espectro de significado da experiência de se conservar um momento em uma imagem. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 70
  71. 71.  As imagens são aparentemente silenciosas. Sempre, no entanto, provocam e conduzem a uma infinidade de discursos em torno delas. Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 71
  72. 72.  Quais as conseqüências da substituição da pintura pela fotografia como formas de registro visual? A fotografia tirou importância da pintura? Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 72
  73. 73.  Aula produzida pela Professora Nancely Humeniak http://pt.wikipedia.org/wiki/Fotografia http://wwwbr.kodak.com/BR/pt/consumer/fotografia_digital _classica/para_uma_boa_foto/historia_fotografia/historia_d a_fotografia02.shtml?primeiro=1 http://www.passeiweb.com/saiba_mais/arte_cultura/fotogra fia/2_camara_principio_fotografia http://www.cotianet.com.br/photo/hist/camesc.htm Prof. Mario Mancuso Jorge - RVS 73

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