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ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE
PROJEKTA
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EDITORIAL
PAULO CRUZ
Arqt.º/ Eng.º formado na Universidade Técnica
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12 Nov – 13 Nov IMN Conference on Financing,
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O Banco Nacional de Angola (BNA) vendeu na 3ª
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O Conselho de Administração do BNA deliberou no
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THE REAL ESTATE ADVISOR—OPINIÃO
PAULO CRUZ
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AAMGA CONGRESSO DE GESTÃO DE ACTIVOS
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AAMGA CONGRESSO DE GESTÃO DE ACTIVOS
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Lojas desde 150 a 300 m2
Escritórios desde 80 m2 a áreas superiores ...
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TIPOLOGIA Apartamentos T2, T3 e T4
LOCALIZAÇÃO Largo do Irene Cohen, Ingombotas,
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contactos e negócios entre empresários
angolanos e estrangeiros. A evolução
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PROJEKTA 2014 ENTREGA DE PRÉMIOS
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Engenheiro Teixeira dos Santos nasceu em
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PROJEKTA 2014 ENTREGA DE PRÉMIOS
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PROJEKTA 2014 CONFERÊNCIA
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A conferência "A Construção e o Imobiliário em
Ango...
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NOVA FÁBRICA NACIONAL
Industrial & Logística
A unidade Serra & Coelho, importadora ...
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SOYO COM NOVA BASE INDUSTRIAL
A Nalco Angola inaugurou no passado dia 2, a
sua base...
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ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE
BACALHÔA - VINHO MADE IN ANGOLA
sa. Angola representa mais de metade do
mercado de...
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ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE
ANJELIF ESTUDA ENTRADA NO MERCADO
procuram aumentar a capacidade energética
das...
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ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE
Arquitectura & Construção
MAIS 50.OOO LOTES PARA CONSTRUÇÃO
O Ministro do Urbanism...
28Página 28ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE
ESPAÇO URBANO VAI SER TAXADO
Habitação & Urbanismo
A ocupação do espaço urbano de L...
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ESTRADA SELES—CASSONGUE REABILITADA
Infraestruturas
Os automobilistas que circula...
30Página 30ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE
Safety
TELMO dos SANTOS
Técnico Superior de Saúde e Segurança Ocu-
pacional e Mestr...
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GOVERNO PROVINCIAL DE LUANDA VENCE PRÉMIO
A terceira edição da Okavango, a Bolsa I...
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LG OFERECE PRESENTE DE NATAL
CONGRESSO & EXPO GLOBALCOM
Telecom
A LG Electronics la...
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+& -
+ ANTECIPAÇÃO DE ENTREGA DE OBRA
PELA ODEBRECHT
Talatona - A Odebrecht dá um g...
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um novo aeroporto em parceria com o também
conceituado arquitecto mexicano Fernando...
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energético, pensada para tirar o máximo proveito
das boas características climatéri...
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  1. 1. 1 NOVEMBRO DE 2014 ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE PROJEKTA GOVERNO PROVIN- CIAL DE LUANDA VENCE PRÉMIO p.31 VINHO MADE IN ANGOLA p.25 NALCO ANGOLA INAUGURA FÁBRICA NO SOYO p.24 PRÉMIO PERSONALIDADE DO ANO p.19 BNA AUMENTA VENDA DE DÓLARES p.6
  2. 2. 2 ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE Página 2 A AIM — Angola Imobiliário Magazine é uma revista digital e online, com edições mensais. O nosso público alvo são os quadros superiores dos sectores de Oil&Gas, Banca, Governo, Consultoras, Saude, Logistica, Construção e Transportes. A partir de Dezembro de 2014 existirá também o respectivo website www.angolaimobiliariomagazine.com, assim como a sua página no Facebook. A revista tem como base diversas fontes nacionais e internacionais, nomeadamente e não só: Angop, Jornal de Angola, Digital News, Angonoticias, TPA, Expresso, Sol, Zimbo, Novo Jornal, Público, Exame, Exame Angola, Angola Global, O Pais, Expansão, Semanário Económico, Dinheiro Vivo, Distribuição Hoje e diversos press- releases. Para obtenção de informações adicionais, envio de press-release/artigos para publicação ou publicidade institucional, agradecemos o contacto através do co- mercial.aim@mail.com ou +244 943 831 052. Índice 12 TEMA—PROJEKTA 2014 12ª EDIÇÃO 6ECONOMIA, 10 IMOBILIÁRIO, 23 INDUSTRIAL & LOGÍSTICA, 25 RETALHO & DISTRIBUIÇÃO, 27 ARQUITECTURA & CONSTRUÇÃO, 29 HABITAÇÃO & URBANISMO, 29 INFRAESTRUTURAS, 30 SAFETY, 31 HOTELARIA & TURISMO, 32 TELECOM, 33 +&-, 34 PROJKETO ARQ
  3. 3. 3Página 3 3 ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE EDITORIAL PAULO CRUZ Arqt.º/ Eng.º formado na Universidade Técnica de Delft na Holanda e na ISEG em Lisboa, é especialista em montar operações imobiliárias, com um percurso profissional passando pelas maiores multinacionais e consultoras na Europa e em Africa, tais como BP, CIF, Cushman & Wa- kefield, DHV, EuroActiv Investments, HRC e Pre- sild, tendo como clientes os mais proiminentes promotores, investidores e fundos de investi- mento imobiliários internacionais. Membro activo da IFMA, RICS, ISCS, CMVM e AAM- GA. Os acontecimentos recentes tais como a Projekta 2014 e o 2º Encontro de Manutenção dos Países Integrantes da CPLP em Luanda organizado pela AAMGA, são os testemunhos reais, que depois do inicio do boom de cons- trução em todo o território, o utilizador re- quer além de um edifício/infra-estrutura de qualidade, a respectiva manutenção a condi- zer. Já existem diversas empresas a operar, sendo que quase todas elas sofrem do mes- mo, entre outros: problemas logísticas, falta de quadros formados (para não falar com experiência profissional), falta de legislação e falta de reconhecimento. É neste contexto, que congratulamos as inici- ativas destas organizações (AAMGA e FILDA) em levar, ou melhor ainda, elevar, a imagem deste sector em franco crecimento. Por trás de um grande projecto, deverá sem- pre estar um grande facility manager! Os meses de Outubro e Novembro marcam como sempre o regresso da época de chuva, e como tal questionamos se é desta que a GPL manteve as infraestruturas básicas para garantir o escoamento pluvial. Com todo o escepticismo, duvidamos de tal coisa, tendo para tal imensas provas desta falta de manu- tenção e em alguns casos até reparação, por quais passamos no nosso dia-a-dia. A Manutenção, deve ser escrita com letra maiuscula, porque é através desta que o utilizador de um activo poderá atingir os seus níveis de conforto ou de produção, qualquer que seja o seu sector. Mais recentemente fomos surpreendidos que mesmo em Europa, neste caso em Portugal, a (falta de) manutenção teve na origem de cinco mortos e perto de cem hospitalizados por causa de uma bacteria: Legionella. Acabou por não ser a temida Ebola africana a causar estragos no velho continente, mas sim algo que com uma Manutenção cuidada poderia ter sido evitado! Editorial
  4. 4. 4 29 Out – 2 Nov Barcelona Meeting Point Fira Barcelona 12 Nov – 13 Nov IMN Conference on Financing, Investing & Real Estate Devel- opment for Data Centers The Ritz-Carlton, Half Moon Bay, Califórnia 18 Nov – 19 Nov Retail Congress Africa 2014 The Sandton Convention Centre, Johannesburg 19 Nov – 21 Nov MAPIC 2014 Palais des Festivals, Cannes 27 Nov RCIS Commercial Property Con- ference 2014 Grange Tower Bridge Hotel, London 27 Nov – 28 Nov ICSC European Retail Strategy & Trends Forum Meliá Milano, Milan FEIRAS INTERNACIONAIS 2014
  5. 5. 5Página 5ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE
  6. 6. 6 ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE Página 6 AUMENTO DA VENDA DE DÓLARES O Banco Nacional de Angola (BNA) vendeu na 3ª semana deste mês 300 milhões de dólares ao sistema. 282,9 milhões USD foram vendidos pelo BNA, aos bancos comerciais, a uma taxa de câm- bio média de 98,766 AKZ por USD. O volume de transacções do mercado primário de câmbio foi anunciado no site do BNA, no qual a instituição também revela uma colocação de Títulos do Te- souro avaliada em 18,3 mil milhões AKZ, em que 15,7 mil milhões eram Bilhetes (BT) e 2,6 mil mi- lhões Obrigações do Tesouro (OT). Cerca de 2,1 mil milhões em Obrigações do Tesouro foram passados em leilão de preço, em moeda nacional, sem indexação. A taxa de juro média foi de 7,09% ao ano para a maturidade de dois anos, registan- inferior em cerca 5,80% ao da semana anterior, de 291,3 mil milhões. O volume médio diário de transacções foi de 54,9 mil milhões. A LUIBOR overnight (um dia) apurada no último dia da se- mana, com base nas cedências de liquidez acima referidas, foi de 4,02%, superior em 0,11 à taxa apurada na semana anterior, de 3,91%. A LUIBOR para as maturidades de 30, 90, 180, 270 e 360 dias situou-se em 6,81, 7,36, 7,96, 8,70 e 9,50% ao ano, registando variações, de 0,04, 0,03 e - 0,04% nas maturidades de 30, 90 e 270 dias. O Comité de Política Monetária do BNA concluiu, na sua última reunião, no fim de Setembro, que os juros e o câmbio mantêm-se estáveis no merca- do, em consonância com a sua política. do-se variação de 0,01% face ao leilão preceden- te. Também foram emitidas OT com variação cambial fixadas em 488,2 milhões AKZ nas maturi- dades de três e quatro anos, a taxas de juro de 7,25% e 7,50% ao ano. As taxas de juro médias apuradas para os BT foram de 5,47% e 6,21% para as maturidades de 182 e 364 dias. Regista- ram-se variações de 0,08% e 0,14% em relação ao leilão anterior. O BNA declarou ter absorvido na semana passada 26,1 mil milhões AKZ de liqui- dez em operações de mercado aberto nas maturi- dades de 28 e 63 dias. No mercado interbancário os bancos realizaram entre si cedências de liqui- dez overnight, sem garantia de títulos, no montan- te acumulado de 274,4 mil milhões AKZ, volume Economia
  7. 7. 7Página 7ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE ÁREA Escritórios desde 206 a 800 m2 LOCALIZAÇÃO Largo do Ambiente, Ingombotas, Luanda ÁREA Escritórios desde 218 a 4.000 m2 LOCALIZAÇÃO Rua Rainha Ginga e Major Kanhan- gulo, Ingombotas, Luanda ÁREA Escritórios desde 154 a 616 m2 LOCALIZAÇÃO Gaveto Rua José Lameiras com a Rua Assalto ao Quartel da Monca- da, Ingombotas, Luanda ÁREA Escritórios desde 300 a 600 m2 LOCALIZAÇÃO Rua Rainha Ginga, Ingombotas, Luanda ÁREA Escritórios até 615 m2 LOCALIZAÇÃO Rua Frederico Welwitsch, Maculus- so, Luanda ÁREA Escritórios desde 210 a 750 m2 LOCALIZAÇÃO Largo 1º de Maio, Vila Alice, Luanda Edifício Baía Vista Towers Edifício Kaluanda Edifício ETC Torre Maculusso Atrium Independência worx Real Estate Consultants - www.worx.co.ao - geral@worx.co.ao - Tel.: +244 946 962 200 SOLUÇÕES DE ESCRITÓRIOS EM LUANDA
  8. 8. 8 BNA AUMENTO DE CAPITAL DO BESA Página 8ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE O Conselho de Administração do BNA deliberou no passado dia 21, o aumento do capital por conver- são da parte do empréstimo interbancário sénior, no montante de 360,768 milhões AKZ. Segundo o governador do Banco, José de Lima Massano, a deliberação do BNA, que decorre das medidas e providência do saneamento adoptadas no dia 4 de Agosto de 2014, tendo por base o relatório de revisão de finalidade especial apresentado pela KPMG, impõe uma redução dos capitais próprios dos accionistas por absorção da totalidade dos prejuízos acumulados. Com esta operação, os actuais accionistas do banco vêm as suas partici- pações no capital social, completamente diluídas. De acordo com o governador, o referido relatório baseou-se nas Demonstrações Financeiras do BESA à data de 4 de Agosto de 2014, que retrac- tam um Activo no montante de 1.122,504 milhões AKZ, um Passivo de 1.017,610 milhões AKZ e Fundos Próprios de 104.894 milhões AKZ, e que permiti- ram confirmar a existência de perdas elevadas na carteira de crédito e em outros activos, não cobertas por provisões, colocando assim em causa a viabilidade do banco. “Para cumprimento das normas de prudência vigentes, estimou-se a necessidade de um ajustamento em fundos pró- prios, à data de 4 de Agosto de 2014, no montante de 488.780 milhões AKZ, com o seguinte detalhe: Sobre a carteira de crédito no montante de 897.678 milhões AKZ, devem as provisões ser reforçadas em 428.997 milhões AKZ, resultante da avaliação económica da carteira, tendo em consideração um conjunto de pressupostos, tais como a expectativa de recuperação, a valorização dos colaterais, se aplicável e a probabilidade de sucesso de negociações em curso” - disse. Sobre a carteira de imóveis no montante de 183.319 milhões AKZ, devem ser constituídas provisões na ordem de 58.943 milhões AKZ, considerando a actual expectativa sobre a evolução do mercado imobiliário no País, assim como as diferentes naturezas, tipologias e localização dos imóveis. Sobre outros activos e com base na revisão do plano estratégico da instituição, segundo o res- sável, foram reconhecidos como perda total, os montantes capitalizados associados a projectos de investimento que foram descontinuados no valor de 840 milhões AKZ. Em função dos ajusta- mentos acima indicados, os fundos próprios do banco passam a ser negativos, no valor de 383.886 milhões AKZ, confirmando-se assim a necessidade de reforço imediato dos capitais da instituição, num montante mínimo de 425.768 milhões AKZ. Tedo em conta a necessidade de salvaguarda da economia e do sistema financeiro nacional, da protecção dos interesses dos deposi- tantes e credores do BESA, competindo ao BNA, a determinação de um programa de saneamento exequível ou, a revogação da licença bancária e a liquidação da instituição. Deste modo, a delibera- ção do BNA impõe o aumento de capital no mon- tante de 65.000 milhões AKZ, pelos accionistas ou por entidades por si convidadas e aceites pelo Banco Nacional de Angola, a efectuar em numerá- rio, com vista a reconstituir o capital social e assegurar o cumprimento dos rácios prudenciais. Economia A descoberta de petróleo na costa de Angola anunciada na terça-feira pela Repsol é mais um passo para o país conseguir suplantar a Nigéria na liderança dos produtores africanos, conside- raram vários analistas. “O meu sentimento é que na Bacia do Kwanza ainda vai haver uma série de descobertas", indicou o analista Justin Cochrane da IHS Global Insight, em Genebra, acrescentando que essa zona "vai ser vista como um sítio onde se pode perfurar e encontrar petróleo basica- mente em todo o lado". No dia 21, a Repsol anunci- ou a descoberta de petróleo no primeiro poço que a multinacional espanhola está a perfurar na camada geológica do pré-sal angolano, em águas profundas, na bacia do Kwanza. Em causa está uma operação no bloco 22/11, em que a Repsol detém 30% da sociedade, além de ser o operador desta perfuração, conhecida como 'Locosso', a mais de 4.500 m de profundidade (água, solo e camada de sal). "Há petróleo", disse Antonio Brufau, considerando que "Angola vai dar muitos resultados [pré-sal, tido com potencial idêntico ao do Brasil], não apenas para nós, mas para os outros [operadores] também. As perspetivas para Angola são boas, não tão boas como o Brasil, mas boas", concluiu. Para os analistas, a desco- berta, cujo valor comercial ainda está a ser anali- sado, vai ajudar Angola a superar a Nigéria na liderança dos países africanos produtores de petróleo, mas do ponto de vista da empresa a descoberta tem ainda de ser comercialmente analisada. PETRÓLEO DESCOBERTA PÕE PAÍS NA LINHA DA FRENTE
  9. 9. 9Página 9 ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE
  10. 10. 10Página 10ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE Imobiliário TOP 10 EDIFÍCIOS MAIS ALTOS DO MUNDO 1º BURJ KHALIFA 828M DUBAI 2º SHANGAI TOWER 623M CHINA
  11. 11. 11Página 11 ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE Imobiliário TOP 10 EDIFÍCIOS MAIS ALTOS DO MUNDO 4º ONE WORLD TRADE CENTER 541M EUA 5º TAIPEI 101 509M TAIWAN 5º SHANGAI WORLD FINACIAL CENTER 492M CHINA
  12. 12. 12Página 12ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE Imobiliário TOP 10 EDIFÍCIOS MAIS ALTOS DO MUNDO 7º INTERNATIONAL COMMERCE CENTER 484M JAPÃO 8º PETRONA TOWERS 452M MALÁSIA 9º ZIFENG TOWER 450M CHINA 10º WILLIS TOWER 442M EUA
  13. 13. 13Página 13 13 ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE THE REAL ESTATE ADVISOR—OPINIÃO PAULO CRUZ Arqt.º/ Eng.º formado na Universidade Técnica de Delft na Holanda e na ISEG em Lisboa, é especialista em montar operações imobiliárias, com um percurso profissional passando pelas maiores multinacionais e consultoras na Europa e em Africa, tais como BP, CIF, Cushman & Wa- kefield, DHV, EuroActiv Investments, HRC e Pre- sild, tendo como clientes os mais proiminentes promotores, investidores e fundos de investi- mento imobiliários internacionais. Membro activo da IFMA, RICS, ISCS, CMVM e AAM- GA. Na vida útil de um activo imobiliário, a manu- tenção dos imóveis, é uma das ultimas fases a fechar o ciclo. No entanto, é na fase de projecto, que muitas decisões são tomadas que podem influenciar a boa operação de um bem imóvel. Inúmeros exemplos pelo mundo fora, demonstram que um arquitecto ou engenheiro de renome, nem sempre consegue conciliar a funcionalidade com a estética, sendo mais conhecido no mundo dos arquitectos como o stigma de “Le Corbusier vs Adolf Loos”. Em mercados mais maduros, ensinam há dezenas de anos, que é imperativo ter a presença de um facility manager durante a fase de projecto, como parte da equipa de projecto. Este elemento terá a oportunidade de “auditar” as diversas especialidades de um determinado projecto, e aconselhar o dono de obra em relação a matérias de ponto de vista operacional do activo imobiliário, bem como o planeamento no cronograma de instalação de certos equipamentos. Qual é o interesse de ser dono de um imóvel lindíssimo, se ele acaba por não ser funcional para os seus utilizadores? Recordo-me um exemplo num determinado centro comercial na Europa, onde foi deter- minado a necessidade da instalação de um compactador de lixos. Obviamente que para imóveis com certos tamanhos e um número elevado de utilizadores, será preciso instalar um equipamento a medida. Infelizmente, so- mente planearam e entregaram o equipa- mento quando toda a estrutura do centro comercial já se encontrava finalizada, tendo como consequência que já não conseguiram entrar com o compactador para a cave pre- tendida. Os gestores tiveram que contactar o fabricante para desmontar o equipamento lá fora e voltar a montar na cave. Obviamente que isto deve ter sido o compactador mais caro do mundo! Como diz um amigo chinês a trabalhar em Angola: “Senho Paulo: Balato sai Calo !”. Imobiliário
  14. 14. 14Página 14 ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE Imobiliário AAMGA CONGRESSO DE GESTÃO DE ACTIVOS 1º Congresso Nacional de Manutenção e Ges- tão de Activos. 2º Encontro de Manutenção dos Países Integrantes da CPLP. 16 e 17 de Outubro de 2014, a Associação Angolana de Manutenção e Gestão de Activos (A.A.M.G.A), realizou o 1º Congresso Nacional de Manuten- ção e Gestão de Activos em simultâneo com o 2º Encontro de Manutenção dos Países Inte- grantes da CPLP, na ENAD (Escola Nacional de Administração), Luanda, sob o lema: ‘Passado, Presente e Que Futuro para a Ma- nutenção e Gestão de Activos em Angola’, em que participaram: 149 Congressistas, 7 Em- presas Expositoras, 20 Empresas e Institui- do Cinfotec, em Talatona, em que estiveram presente 26 pessoas. Sessão de Abertura – 16 de Outubro de 2014: Engº Eugênio Mil- Homens – Presidente da Direcção da AAMGA. Engº João Craveiro - APMI, Engº António Gromicho – APMI, Arqº Filomeno Fialho – Presidente da Assembléia Geral da AAMGA. Dia 16 de Outubro de 2014 – 1.º Dia. Foram apresentados 7 Trabalhos Técnicos. Sessão de encerramento – 17 de Outubro de 2014, Engº António Gromicho – APMI, Dr. José Se- verino – Presidente da AIA, Dr. José Ribeiro – Director Geral da ENAD, Engº Eugênio Mil- Homens – Presidente da Direcção da AAMGA. ções Patrocinadoras / Apoiantes, 4 Empre- sas que fizeram Apresentações Comerciais. Foram apresentados 14 Trabalhos Técnicos que se repartiram por 6 áreas temáticas: Manutenção e Gestão de Activos, Sistemas de Informação, Certificação e Normalização, Segurança, Saúde e Ambiente , Trabalho, Formação e Recursos Humanos , Tecnologias de Manutenção . Durante o Congresso decor- reram eventos paralelos como sejam a Expo- sição/Feira Técnica em que participaram 7 Empresas Expositoras e as 4 Apresentações Comerciais. Decorreu também no dia 18 de Outubro, uma Visita Técnica às Instalações
  15. 15. 15Página 15ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE Imobiliário AAMGA CONGRESSO DE GESTÃO DE ACTIVOS AAMGA. O restaurante Embarcad’ouro no Embarcadouro do Mussulo, foi o cenário do Jantar do 1º Congresso Nacional de Manuten- ção e Gestão de Activos e o 2º Encontro de Manutenção dos Países Integrantes da CPLP. PROTOCOLO AAMGA /AIA. No segundo dia de Congresso, foi assinado um protocolo de cooperação entre a AAMGA e a AIA (Associação Indusrial de Angola), represen- tadas no acto pelo Engº Eugênio Mil-Homens, Presidente da AAMGA e Dr. José Severino, Presidente da AIA. O protocolo ora assinado, tem como objectivo o estabelecimento de uma parceria entre as duas Associações. setembro de 2008, o CINFOTEC é um impor- tante suporte para as empresas angolanas e estrangeiras aqui instaladas alcançarem os mais altos níveis de actualização tecnológica e de qualificação dos seus recursos huma- nos. Para isso, oferece soluções integradas de formação profissional, transferência de tecnologia, consultoria e assistência técnica e um conjunto de produtos e serviços que contribuem para elevar a produtividade e competitividade da indústria nacional de forma permanente e em bases sólidas. Participaram na Feira Técnica 7 Empresas Angolanas: AFM, TDGI, INFORTEL, ECOFIRMA, NOVA SOTECMA, GEPLI, ENERSER. No dia 18 de Outubro, decorreu a visita técnica às Instala- ções do Cinfotec, em Talatona, em que estive- ram presente 26 pessoas. O CINFOTEC é um empreendimento do Governo de Angola, sob tutela do MAPTSS (Ministério da Administra- ção Pública, Trabalho e Segurança Social) que visa o desenvolvimento do País, com foco na formação profissional técnica e tecnológi- ca. A iniciativa do MAPTSS enquadra-se nas atribuições de formação de mão-de-obra e promoção do emprego. Inaugurado em 2 de
  16. 16. 16Página 16ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE TIPOLOGIA ÁREA Lojas desde 150 a 300 m2 Escritórios desde 80 m2 a áreas superiores combinadas até 2500m2 num único edifício. LOCALIZAÇÃO Lar do Patriota, primeira linha de avenida. ÁREA Escritórios desde 168m2 a 888m2 LOCALIZAÇÃO Talatona ÁREA Desde 1.000 m2 a 1.000 Ha LOCALIZAÇÃO Luanda, Benguela, Soyo Zona Financeira do Patriota MASUIKA Terrenos worx Real Estate Consultants - www.worx.co.ao - geral@worx.co.ao - Tel.: +244 946 962 200 SOLUÇÕES EM TALATONA E LAR DO PATRIOTA
  17. 17. 17Página 17ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE TIPOLOGIA Apartamentos T2, T3 e T4 LOCALIZAÇÃO Largo do Irene Cohen, Ingombotas, Luanda TIPOLOGIA Apartamentos T2, T3 e T4 LOCALIZAÇÃO Praça da Independência, Luanda TIPOLOGIA Apartamentos T1, T2 e T3 LOCALIZAÇÃO Largo do Ambiente, Ingombotas, Luanda TIPOLOGIA Apartamentos T2 e T3 LOCALIZAÇÃO Largo das Ingombotas, Ingombotas, Luanda TIPOLOGIA Moradias V3 e V4 LOCALIZAÇÃO Talatona Torres do Carmo Torre Dipanda Torre Ambiente Edifício Elite Moradias em Talatona Dolce Vita worx Real Estate Consultants - www.worx.co.ao - geral@worx.co.ao - Tel.: +244 946 962 200 SOLUÇÕES RESIDENCIAIS EM LUANDA TIPOLOGIA ÁREA Apartamentos T1, T2 e T3 Escritórios desde 165 m2 LOCALIZAÇÃO Talatona
  18. 18. 18Página 18ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE contactos e negócios entre empresários angolanos e estrangeiros. A evolução favorável da economia angolana despertou a atenção de vários players nacionais e internacionais, interessados em investir no país. Em muito tem contribuído também o papel do Governo, através da implementação de políticas de incentivo e apoio ao investimento no âmbito do ordenamento territorial, do urbanismo e da construção. Ao longo dos últimos onze anos, a Projekta cresceu a par com o nosso o país. Prova disso são os números da edição passada, que ditaram um total de 16.200 m2 de área de exposição ocupada, 18.500 visitantes e 537 PROJEKTA 2014 12ª EDIÇÃO Depois de onze edições percorridas, a Projekta regressou à FIL, apresentando-se como a maior feira dedicada aos sectores da construção civil, obras públicas, urbanismo e arquitectura realizada em Angola. Sob o lema “Projecte o futuro construindo o presente”, o certame foi mais uma vez organizado pela Eventos Arena e a Feira Internacional de Luanda. O sector da construção é uma das áreas de actividade mais promissoras em Angola em termos de evolução, sendo fundamental na regeneração das economias locais e nacional, refere a organização. Desta forma, a Projekta procura assumir um papel impulsionador na realização de parcerias, expositores. Presentes estiveram representantes de países tão distintos como Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Itália, Turquia, Egipto, Emirados Árabes Unidos, Índia, China, África do Sul e Brasil. Nesta edição de 2014, integraram também o certame as comitivas do Paquistão e do Kuwait. Portugal continuou a ser o país com maior representação internacional, com 54 empresas de diferentes segmentos do sector da construção. Uma das novidades desta edição foi a Expo Decor, um sub-salão exclusivo ao Mobiliário e Decoração de Interiores para casa, escritório e espaços comerciais. Tema
  19. 19. 19Página 19ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE PROJEKTA 2014 ENTREGA DE PRÉMIOS Tema Engenheiro Teixeira dos Santos nasceu em Portugal, mas grande parte da sua vida foi passada em Angola. Diplomado em Engenharia Civil e Minas, pelo Instituto Tecnológico de Nova Lisboa – Angola, regressa ao seu país de origem para se licenciar em Engenharia e Gestão Industrial pela Universidade Lusíada. Em 2001 entra para os quadros da MCA, empresa sediada em Guimarães. Sempre com Angola no seu coração, o Engenheiro Teixeira dos Santos torna- se o grande impulsionador do arranque da MCA no país, o que acontece em 2005 com a criação da MCA VIAS, Angola. A MCA VIAS Angola rapidamente se tornou uma referência no país, assentando os seus valores na credibilidade, no rigor e profissionalismo e também na inovação, sendo hoje líder do Grupo de MCA que no nosso país conta com mais sete empresas especializadas no sector da construção civil. No decorrer destes anos, o Engenheiro Teixeira dos Santos passa pelos cargos de Director de Produção, Director Geral, sendo hoje o Chairman do Grupo MCA África que integra 1500 trabalhadores. A entrega do prémio “Personalidade do Ano” entregue pela organização da Projekta 2014 veio coroar toda a sua dedicação ao país da Terra Vermelha.
  20. 20. 20Página 20ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE PROJEKTA 2014 ENTREGA DE PRÉMIOS Tema
  21. 21. 21 PROJEKTA 2014 ENTREGA DE PRÉMIOS Página 21ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE Tema
  22. 22. 22 PROJEKTA 2014 CONFERÊNCIA Página 22ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE Tema A conferência "A Construção e o Imobiliário em Angola" decorreu no âmbito da exposição e contou com a participação da Deloitte e da Proprime enquanto oradores. Kénia Sandão, reputada jornalista do programa Fair Play, da TV Zimbo moderou o painel de debate de ambos os sectores no qual marcaram presença a APIMA, AECCOPA, AIA e a OMATAPALO
  23. 23. 23Página 23ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE NOVA FÁBRICA NACIONAL Industrial & Logística A unidade Serra & Coelho, importadora e comercializadora de materiais eléctricos para a construção civil e indústria, terá, numa primeira fase, capacidade para produ- zir 200 quadros por dia, dando emprego a cerca de 30 pessoas. O arranque foi condici- onado por falta de financiamento, mas entre- tanto o projecto já se encontra certificado pelo INAPEM, e, ao abrigo do Angola Investe recebeu um financiamento do BAI. A empresa tenciona iniciar a sua internacionalização no final de 2015, criando uma companhia em Moçambique, país onde já possui um arma- zém de materiais eléctricos. A Serra & Coe- lho, com sede e armazém central em Cacua- co, opera em Angola com recurso a uma rede de distribuição nas províncias de Benguela, Malange, Uíge, Namibe e Kwanza Sul, preven- do a curto prazo, chegar também ao Huambo. As instalações de Cacuaco têm uma área total de 6000 m2, incluindo uma loja de 180 m2 e o armazém com 1200 m2. Cabos, qua- dros eléctricos, fios, lâmpadas, projectores e interruptores são os artigos com maior volu- me de vendas, indica o Director Comercial. Os materiais comercializados pela empresa são provenientes de Portugal, Espanha, Fran- ça e Itália. Entre os principais clientes estão empresas de construção como a, Mota Engil, Soares da Costa, Somague, Odebretch, assim como clientes particulares. A Serra & Coelho, que se encontra no mercado há 7 anos, conta com 40 trabalhadores a que irão somar-se os da fábrica. Em 2013 a Serra & Coelho teve um volume de negócios de cerca de 8 mi- lhões de USD prevendo atingir ainda este ano os 10 milhões de USD.
  24. 24. 24Página 24ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE SOYO COM NOVA BASE INDUSTRIAL A Nalco Angola inaugurou no passado dia 2, a sua base industrial no Soyo, província do Zaire, com uma capacidade de produção anual de 6.000 toneladas de produtos quími- cos (das quais cerca de 1/3 de produção local), destinados à indústria petrolífera, formulados com base em produtos locais – diesel, querosene e água – e componentes importados. As instalações estão localizadas dentro da Base do Kwanda e compostas es- sencialmente de misturadoras e liquidificado- ras industriais, aptas a fornecerem cerca de 30 produtos químicos diferentes às petrolífe- ras operadoras, resultante de um investi- mento de cerca de 787 milhões AKZ. A inau- guração destaca as relações de uma década entre a empresa angolana, criada em 2004 pela Propetrol e pela Nalco Corporation como realçaram na ocasião, o presidente do con- selho de administração da Nalco Angola, Lago de Carvalho, e também o vice-presidente sénior da Nalco Champion – Oilfield Chemi- cals, Kevin Friar, uma empresa do grupo americano Ecolab, proprietária da Nalco Champion. Os dois responsáveis garantiram, por outro lado, que a subsidiária angolana é já a maior operação da Nalco Champion fora dos Estados Unidos pelo volume de negócios por ano, sem no entanto, revelarem os valo- res. Os produtos químicos para a indústria petrolífera da Nalco já se vendem em Angola há mais de 30 anos, e a empresa, que é líder de mercado, tem entre os seus principais clientes companhias como Chevron, BP, Esso, Total e Sonangol. Com o objectvo de satisfa- zer a procura, a empresa, num investimento de cerca de 2.3 mil milhões de AKZ, está a construir uma nova base industrial, no Ma- lembo, em Cabinda, cinco vezes maior que a do Soyo, a segunda que possui, depois da localizada na Sonils, em Luanda, que já está certificada com a norma ISO 900 . A So- nangol fez-se representar por Odete Graça, administradora do Bloco, em representação de Paulino Jerónimo, administrador da con- cessionária para a pesquisa e produção, salientou a importância de se manterem boas prácticas ambientais durante a manufactura e manuseio dos produtos, em virtude de se estar a lidar com químicos. Actualmente com 90% de angolanos na direcção da empresa e um total de 250 trabalhadores, dos quais 80% angolanos, a Nalco Angola é a prova de uma “angolanização” efectiva da cúpula à base. Na base do Soyo estarão a laborar 23 trabalhadores, dos quais 21 são nacionais. Líder mundial no tratamento de água e pro- dutos químicos, a Nalco iniciou actividades no país em 92, enquanto a parceira Propetrol foi criada em 96. A nível mundial, a Nalco tem cerca de 10 mil funcionários e opera em mais de 130 países. Industrial & Logística
  25. 25. 25Página 25 ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE BACALHÔA - VINHO MADE IN ANGOLA sa. Angola representa mais de metade do mercado de exportação da empresa vinícola portuguesa, que já desenvolve estudos que identificarão os tipos de castas adaptáveis ao terreno, bem como o seu potencial. “Os trabalhos arrancarão imediatamente. O ano de 2015 será decisivo para a realização deste sonho. Esta pesquisa irá determinar o modo como iremos materializar o sonho de avan- çarmos mais além das vendas de vinho, cen- trando-se nos modos de produção, porque perspectivamos o mercado angolano com optimismo e com bastante interesse para o futuro”, afirmou o responsável. Eduardo Madeiro acrescentou que o mercado angola- no é encarado como um ponto de interesse, tendo em conta a sua actual dinâmica. “Se temos um mercado como Angola, onde o consumidor aprecia os nossos vinhos, temos o dever e a obrigação de corresponder, devi- damente, em termos de qualidade, presença no mercado e investimentos (…) a sensação que somos a empresa número um a traba- lhar em Angola agrada-nos bastante”, afir- mou ainda o responsável. A Bacalhôa produz vinhos como o Quinta do Carmo, Quinta da Bacalhôa, JP, Serras de Azeitão e Quinta dos Loridos. Dos vinhos produzidos e comerciali- zados no país, a marca JP é considerada como a mais apreciada e comercializada, seguida pela marca Quinta da Bacalhôa. O mercado angolano é fundamental para a empresa, contribuindo com cerca de seis milhões de AKZ anuais. Angola afirma-se cada vez mais como um território vinícola, e para além da importação de vinhos, evolui a aposta na produção nacio- nal. Depois do “Serras da Xixila”, o primeiro vinho made in Angola com padrões de quali- dade exigida pela União Europeia e EUA, ago- ra é a empresa portuguesa Bacalhôa que quer investir na produção angolana. As pro- víncias do Namibe e do Huambo vão estar em destaque, por serem as que apresentam maior potencial para a produção de uvas. De acordo com o Vice-Presidente da Comissão Executiva, Administrador e Responsável pelo mercado externo da Bacalhôa, Eduardo Ma- deiro, a possibilidade de investir na produção vinícola aconteceu por o país ser um dos grandes mercados de exportação da empre- Retalho & Distribuição
  26. 26. 26Página 26 26 ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE ANJELIF ESTUDA ENTRADA NO MERCADO procuram aumentar a capacidade energética das células da epiderme, prolongando a vita- lidade da pele e reforçando a resistência aos efeitos do tempo. “Anjelif não só atenua ou previne rugas, como também atrasa e dimi- nui o processo crescente de flacidez, de 'peso' do tecido cutâneo e consequente alte- ração de contornos do rostos e do corpo”, explica a marca.Depois de se ter afirmado no mercado português, o grupo Angelini estuda agora a entrada em Angola e noutros merca- dos emergentes. O grupo tem uma série de marcas que são casos de sucesso, e a marca Barral é um exemplo disso. Sentimos que estamos preparados para oferecer ao mer- cado angolano uma linha de cremes cujo suporte científico é sustentado, com benefí- cios claros para o consumidor. Chama-se Anjelif e é a primeira linha de der- mocosmética com Polglumyt, uma molécula de origem marinha que provou, em testes científicos, a capacidade de activar os meca- nismos de renovação celular da epiderme, acção fundamental para retardar o processo de envelhecimento cutâneo. Nasceu em Itália, pelas mãos de Francesca Angelini, e já pensa em seguir para Angola. Os cremes da marca Retalho & Distribuição laranja, esta inovação pretende ser uma mais- valia para o crescimento das crianças, na medida em que lhes concede vitalidade, resistência, mai- or capacidade de aprendizagem, ajuda à rápida hidratação e na prevenção de infeções e de perda de peso, como explica a marca em comunicado. A campanha é protagonizada por uma figura bem conhecida junto dos mais novos, o basquetebolis- ta angolano Carlos Morais, conhecido como “Carlinhos”, mostra como Pura Júnior ajuda qualquer um a seguir as pegadas dos seus ídolos. Já existe uma água criada especialmente para jovens e crianças em Angola. Chama-se Pura Júnior, é uma inovação da marca de água da empresa de refrigerantes Refriango, e é enrique- cida com vitaminas e sais minerais. Com sabor a REFRIANGO CRIA ÁGUA PARA JOVENS
  27. 27. 27Página 27 ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE Arquitectura & Construção MAIS 50.OOO LOTES PARA CONSTRUÇÃO O Ministro do Urbanismo e Habitação, José Silva, explicou, em Luanda, que o programa de urbanização e infraestruturação de reservas fundiárias resultou na constituição de mais de 50.000 lotes para a autoconstrução dirigida. Esta accão é parte de um sub-programa de requalificação e renovação urbana para confe- rir uma melhoria da qualidade de vida das populações dos bairros de génese - adiantou José Silva quando discursava na abertura da Conferência “Liderando as Transformações Urbanas”, no quadro do Dia Mundial das Cida- des, que se comemorou este ano, no dia 31 de Outubro, em todo o mundo. Manifestou a neces- sidade da intervenção no meio rural por via da construção de aldeamentos rurais auto- sustentáveis, no sentido de fixar as populações e reduzir o êxodo para as cidades de pequeno e e médio portes e destas para as grandes cidades. Para si, este esforço conjugado com as acções de parceria público-privadas, coope- rativas e outras instituições ligadas ao proces- so de construção de infraestruturas, equipa- mentos públicos e serviços sociais vão resultar em cidades modernas, inteligentes, inclusivas sustentáveis e boas para se viver. Por seu
  28. 28. 28Página 28ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE ESPAÇO URBANO VAI SER TAXADO Habitação & Urbanismo A ocupação do espaço urbano de Luanda vai ser taxada para racionalizar o seu uso e aumentar as receitas próprias do governo local, revela o Plano de Desenvolvimento Provincial 2013-2017. O documento não indica quando as taxas começarão a ser cobradas, nem as receitas previstas, mas refere que a medida deverá afectar todo o tipo de ocupa- ção, dos condomínios aos musseques e dos espaços comerciais aos industriais, passan- do por terrenos e imóveis devolutos. O finan- ciamento da província, refere o Plano, baseia -se hoje “quase exclusivamente” no Orça- mento Geral do Estado, mas o objectivo é a “obtenção de receitas significativas próprias, essencialmente baseadas na taxação da ocupação do espaço urbano”. “ Se forem apoiadas por uma legislação de finanças locais adequada, (as receitas) poderão ser canalizadas para o desenvolvimento susten- tado” da província, diz o Plano, que reconhe- ce que, “em geral, as grandes metrópoles geram elevada despesa, mas também recei- tas capazes de a cobrirem. A maior receita provém da posse/utilização do espaço para habitação, comércio, indústria ou qualquer outra actividade”. Quanto à tributação de terrenos e propriedades, “pouco tem sido feito em Luanda para proceder aos registos definitivos, assim como à declaração de pro- priedade horizontal, mesmo nos novos em- preendimentos”, pelo qual terá de ser feito, antes de mais, um cadastro urbano actualiza- do, ou seja, uma base de dados. O documento admite que “o problema é maior nas zonas de construção anárquica, nomeadamente nos musseques”, que precisam “de um cadastro topográfico prévio e da verificação in loco de quem são os utilizadores do espaço”. O pro- cesso pode ser complexo, pelo que Luanda pode retirar “lições” de processos seme- lhantes já ocorridos noutras cidades do mun- do. “Em alternativa ao título de posse definiti- va, há experiências internacionais de tributa- ção realizada sobre um título de ocupação de cariz provisório, fornecidas a quem prove ocupar determinada casa ou terreno, ainda que com documentação a confirmar mais tarde, em termos de registos da conservató- ria competente”, explica. O processo pode realizar-se com técnicas “não muito dispen- diosas de cadastro do solo e imóveis (por fotografia aérea) ” que permitam às autori- dades provinciais “a construção de um siste- ma de informação e gestão do uso e ocupa- ção do solo urbano. A cobrança de taxas, sublinha, pode vir a gerar “verbas muito significativas que, revertendo a favor do Governo Provincial de Luanda, serviriam para financiar políticas urbanísticas de continui- dade”. Tributar a ocupação nos musseques “seria por um lado, uma forma de identificar os seus ocupantes e, por outro, um modo de alargar em muitas centenas de milhares os contribuintes fiscais da província, ainda que os valores a cobrar fossem muito diminutos, pelo menos até profunda requalificação des- sa malha”. O documento refere ainda que, “em termos de dinâmica urbana, seria tam- bém positivo poder tributar os terrenos que estão devolutos aguardando melhores épo- cas especulativas, ma que, ao pagarem Im- posto Predial Urbano, ou a taxa de ocupação já referida, poderiam ver alterado o racioci- no dos seus proprietários”.
  29. 29. 29 ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE Página 29 ESTRADA SELES—CASSONGUE REABILITADA Infraestruturas Os automobilistas que circulam na estrada que liga Seles à Cassongue, num percurso de 120 quilómetros, já se manifestaram satisfeitos pela reabilitação do referido troço rodoviária, afirmaram também que o estado actual do troço rodoviário reflecte os esforços do governo em ver melhoradas as condições de vida das populações, com a reabilitação das estradas. Para o auto- mobilista, António Venâncio, com a melho- ria da estrada a circulação entre os dois municípios tornou-se mais fluida, reduzin- do o tempo de viagem de três horas para uma hora e meia. Por sua vez, o automobi- lista Victor José disse que a reabilitação da estrada constitui um ganho para a po- pulação do município do Cassongue, adian- tando que além de facilitar a circulação vai também impulsionar o desenvolvimento da região. “O governo deve continuar a traba- lhar com o mesmo dinamismo, na reabilita- ção de estradas secundárias e terciárias, com vista a permitir a evacuação dos pro- dutos do campo para as cidades e vice- versa”, concluiu. Os trabalhos de reabilita- ção da estrada Seles/Cassongue têmtér- mino previsto para 2015. CAMACUPA —CENTRO GEODÉSICO O jardim municipal designado centro geo- désico de Angola no município de Camacu- pa, 82 quilómetros a leste do Cuito, foi reinaugurado no passado dia 22 pelo go- vernador da província do Bié, Álvaro Manu- el Boavida Neto. No acto de reinauguração, o comandante provincial da polícia nacio- nal, o comissário Eduardo Fernando Cer- queira, ao falar em nome do governador, referiu que os munícipes têm espaço para estudar, recrear, tirar fotografias, realiza- ção de feiras, shows, lançamento de obras literárias e discográficas e outras activi- dades, salientou. A administradora munici- pal, Alcida Celeste Camateli, sublinhou que, além deste, a cidade de Camacupa conta com mais um espaço de lazer completa- mente requalificado, que está a propiciar nova imagem à cidade. O jardim municipal foi requalificado no âmbito do programa de impacto económico e social imediato, tendo custado aos cofres da administração muni- cipal 21 milhões 500 mil AKZ
  30. 30. 30Página 30ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE Safety TELMO dos SANTOS Técnico Superior de Saúde e Segurança Ocu- pacional e Mestrando em Gestão Ambiental, Saúde e Segurança Ocupacional, pela Univer- sidade de Sunderland, Inglaterra. Tem a Cer- tificação e Diploma internacional em Saúde e Segurança Ocupacional NEBOSH, e a Certifi- cação em Higiene Ocupacional pela Faculdade de Higiene Ocupacional da Inglaterra. Partici- pou de dois dos mais emblemáticos edifícios da Cidade de Luanda, as Torres Atlântico e as Torres do Carmo, erguidos no coração da Cidade de Luanda, com os mais elevados padrões e exigências internancionais de segurança. Está a dirigir o processo de cria- ção da AASSO (Associação Angolana de Segu- rança e Saúde Ocupacional) e é Secretário Geral da AAMGA. É funcionário da BP Angola, responsável pela segurança rodovária da frota da Companhia, depois de alguns anos na área de segurança ocupacional, tendo uma experiência na Indústria de Petróleo e Gás há pouco mais de 9 anos. É também docente de um curso de especialização em higiene e segurança no trabalho, em Luanda. Importância da segurança e saúde no local de trabalho A Segurança do Trabalho é a ciência que zela pela prevenção dos acidentes de trabalho decorrentes de factores de risco ocupacionais e, a saúde ocupacional é a área que cuida da saúde do trabalhador, especialmente na prevenção de doenças ou problemas provenientes do trabalho. O seu objetivo é promover o bem estar físico, mental e social dos trabalhadores no exercício das suas actividades laborais. As duas áreas são de suma importância dentro de qualquer empresa ou organização. Estas duas áreas visam assegurar o cumprimento das responsabilidades legais e morais do empregador em proporcionar um local de trabalho livre de perigos que possam provocar danos à saúde física e mental dos trabalhadores, bem como gerir e controlar o risco residual. Os acidentes de trabalho e as doenças profissionais provocam enormes danos à integridade física e à saúde dos trabalhadores (danos humanos), prejuízo às pessoas afectadas, suas famílias, sociedade danos sociais), às organizações, bem como à economia do País (danos materiais e financeiros). Os serviços de saúde e segurança ocupacional têm um pano de fundo legal bastante rico e abrangente, e vista da reputação e imagem da Instituição no mercado nacional, internacional, perante os seus clientes, trabalhadores, fornecedores, investido- res e accionistas, o tempo perdido devido a inter- rupção das operações, a contratação e conse- quente formação de novos colaboradores. beneficiam as organizações em pelo menos 3 aspectos: Legal: ajuda a cumprir com os requesitos legais aplicáveis para a saúde e segurança ocupacional vigente no País, a legislação internacional e as melhores prácticas inter- nacionais, evitando com isso as multas e penalizações dos orgãos fiscalizadores do Estado, à luz do código penal Angolano. Moral: ajuda a cumprir com as obrigações morais do empregador para com o empregado, à luz do código civil Angolano, potenciando e melhorando o ambiente de trabalho, levando em conta o bem estar físico e a saúde dos trabalhadores, sendo o capital humano o activo mais importante e valioso de qualquer organização. Com isso aumenta a motivação no seios dos trabalhadores e conse- quentemente, eleva a productividade. Económico: os serviços de saúde e segurança ocupacional ajudam a organização a prever, avali- ar e gerir os riscos profissionais e a adoptar medidas mitigadoras, evitando com isso os eleva- dos custos directos decorrentes de acidentes de trabalho e doenças profissionais, indemnizações, multas e penalizações ao Estado, bem como a reparação ou reconstituição do património da empresa, sem esquecer os custos com os possí- veis danos ambientais. Por outro lado, ajuda também a evitar os custos indirectos que são sempre bastante honorosos e sofridos para qualquer organização, do ponto de HEALTH & SAFETY OPINIÃO
  31. 31. 31Página 31 ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE GOVERNO PROVINCIAL DE LUANDA VENCE PRÉMIO A terceira edição da Okavango, a Bolsa Inter- nacional de Turismo de Angola, atribuiu o seu Grande Prémio ao Governo Provincial de Luanda. O certame decorreu na instalações da FILDA de 9 a 12 de Outubro, sob o lema “Uma realidade, um desafio, uma oportunida- de, uma fonte de receitas e empregabilidade” e resultou de uma parceria entre o Ministério da Hotelaria e Turismo e a Feira Internacional de Luanda. Depois da atribuição da distinção, Guilhermino Paulo, Director para as activida- des económicas do Governo Provincial de Luanda, afirmou que o turismo é um dos sectores que mais garante postos de traba- lho. O responsável disse ainda que a diversi- ficação da economia de Angola passa tam- bém pelos diferentes projectos turísticos promovidos a nível governamental. Luanda afirma-se como o maior centro de concen- tração da população angolana, necessitando cada vez mais de infraestruturas hoteleiras capazes de corresponder ao aumento e às exigências da procura. Guilhermino Paulo referiu ainda que os polos turísticos do Cabo Ledo, Bela, Icolo e Bengo e aldeamentos da Quissama, entre outros empreendimentos, constituem grande atractivos. Hotelaria & Turismo A cidade do Sumbe, capital da província do Cuanza Sul, conta com uma nova unidade hoteleira, denominada “Tulo Kafuka Ngombe”, construída de raiz. A unidade hoteleira per- tence ao grupo empresarial “Tulo Kafuka Ngombe”, ligada ao comércio geral e presta- ção de serviços. Para a construção, foram investidos cerca de 98,2 milhões akz. O ossui 31 quartos, além de um restaurante, com capacidade para 250 clientes e uma sala de reuniões com a mesma capacidade bem co- SUMBE REDE HOTELEIRA EM EXPANSÃO a prestação de serviços na área da contabili- dade assim como na construção. Nos últimos anos, a rede hoteleira no Sumbe tem cresci- do consideravelmente, numa altura em que conta actualmente com cerca de seis hotéis, nomeadamente Kalunda, Sol Nacional, grupo Ritz, Mar sol, Kwendale e Hotel Sumbe e mais de uma dezena de pensões e similares. Estas unidades, além do alojamento prestam servi- ço de refeições e dispõem ainda de salas de reunião. mo um parque de estacionamento. O proprietário, Rodrigues Burica, explicou que, a empresa apostou em praticar um preçário que vai de encontro ao cliente, assim, um quarto de casal poderá ir desde os 5.000 até aos 7.000 akz. Com a abertura desta hospe- daria, foram criados mais de 20 novos pos- tos de trabalho directos. A empresa quer estender os seus serviços para outros muni- cípios da província do Cuanza Sul. Além dos serviços de hotelaria, está projectada a
  32. 32. 32Página 32ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE LG OFERECE PRESENTE DE NATAL CONGRESSO & EXPO GLOBALCOM Telecom A LG Electronics lançou uma mega promoção até Dezembro nas lojas de Luanda. Assim, até ao final do ano, os clientes poderão adquirir alguns modelos de LCD e frigoríficos a pre- ços bastante mais baixos e, em alguns casos, ainda terão direito à oferta de outros produ- tos de alta qualidade. Em comunicado, Dave Shin, responsável da LG no mercado angola- no, explicou que o objectivo desta campanha “é oferecer algo aos nos- sos clientes de Angola. Estamos a falar de consu- midores muito fiéis e, como tal, achámos que a altura do Natal seria a mais indicada para os presentearmos de forma diferente. Descontos en- corajadores e ofertas únicas, que passam por uma lógica de compra 1 produto e leva 2, resume a postura e o foco da LG neste mercado: satisfação do cliente acima de tudo”. Os modelos contemplados na pro- moção são o LCD 84LM9600, com um ecrã de 84 polegadas e imagem UHD de 8,3 megapi- xéis de resolução; o LCD 70LA8610, com ecrã de 70 polegadas, Cinema 3D em Full HD e controlo remoto com reconhecimento de voz; e o LCD 60LA6210 de 60 polegadas e também Cinema 3D. Estes produtos estão disponíveis a preços que vão desde os 350,000 aos 2,000.000 AKZ e todos incluem a oferta de um sistema de som X-Boom ou de um Home Theater. Para além dos modelos supracita- dos, que envolvem a oferta de outros produ- tos da marca, a LG aplica ainda descontos bastante apelativos em alguns dos seus arti- gos. Mais concretamente, o LCD 65LA9700, de 55 ou 65 polegadas, resolução de imagem 4k e motor Tru-Ultra HD, passou de 925,000 para 700,000 AKZ, enquanto o LCD 32LA6210, de 32 polegadas e Cinema 3D, passou de 85,000 para 60,000 AKZ. Reduções na ordem dos 25 e 30%, respectivamente. No que res- peita ao segmento dos frigoríficos, os mode- los contemplados por esta promoção são o GL-E402RLVC, GL-E322RLVC e GL-E292RLVC. Todos estes dispõem da tecnologia Evercool e estão com descontos que variam entre os 16 e os 20%. No que respeita ao segmento dos frigoríficos, estão também com des- contos que variam entre os 16 e os 20%. O ministro das Telecomunicações e Tecnolo- gias de Informação, José Carvalho da Rocha, considerou a Coreia do Sul um expoente máximo no que se refere a esta matéria, razão pela qual Angola pretende aproveitar a sua experiência para a implementação, na capital do país, do Parque Tecnológico. Em declarações à imprensa, momentos antes de embarcar para o referido país, a fim de par- ticipar na Conferência da União Internacional das Telecomunicações (UIT), o governante disse que à margem da mesma vai manter encontros com responsáveis e especialistas coreanos ligados a este sector. “Vamos man- ter alguns encontros com delegações do Gana e da Coreia. Como é do conhecimento geral, estamos a construir um grande parque tecnológico, e pensamos ser uma grande oportunidade para convidarmos empresas coreanas a instalarem-se no parque” adian- tou o ministro, refutando a possibilidade de qualquer acordo no local. Em princípio, enfa- tizou José Carvalho da Rocha, não há nenhum acordo na forja, a delegação angolana vai procurar explorar o mercado com o intuito de identificar novas oportunidades, tendo em consideração o facto de o governo Coreano ter financiado a construção do DataCenter angolano. “Sabe-se que a Coreia é um dos expoentes máximos no desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação. Então vamos aproveitar também esta oportu- nidade para estreitarmos as nossas rela- ções, motivando as grandes empresas liga- das às TICs a instalarem-se no país para criar-se empregos e transferirem tecnolo- gias e conhecimentos”. De acordo com o titular do sector das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, com o parque pretende-se colocar, num único ponto, um conjunto de empresas ligadas a este seg- mento, com vista à partilha de múltiplas in- fraestruturas. Acrescentou que a troca de know how entre especialistas só vem enri- quecer o panorama nacional. Informou que a construção do Parque Tecnológico encontra- se na fase de criação das infraestruturas, um processo que se deverá prolongar até 2016, para dar lugar à etapa de mobilização das empresas para se instalarem no referido espaço. “Nós ainda precisamos de alguma cooperação neste domínio, sem desprimor à mão-de-obra nacional, e isto estimula-nos a continuar a formar as pessoas.
  33. 33. 33Página 33ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE +& - + ANTECIPAÇÃO DE ENTREGA DE OBRA PELA ODEBRECHT Talatona - A Odebrecht dá um grande exemplo que nem sempre as grandes obras se atrasam. Uma antecipação de vários meses foi conseguido na entrega faseada do condominio “Caminhos das Aguas”. + 2º CONGRESSO DE MANUTENÇÃO DE CPLP EM LUANDA Luanda - A AAMGA obteve uma grande audiência neste evento que contou com a presença de diversos actores do sector, dando destaque a profissionali- zação da Manutenção. - PREPARAÇÃO PARA AS CUVAS Luanda - Anualmente regressam as grandes lamentações por causa das chuvas. Grande parte poderia ser evitado, havendo uma Ma- nutenção adequada e mantendo as principais vias de escoamento impedidas e livres. Pela foto parece que ainda nã é desta! - SECRETARIO DE ESTADO RECONHECE ATRASO Luanda - O secretário de Estado da Constru- ção, António Teixeira Flôr, pediu hoje, segun- da-feira, a compreensão dos citadinos de Luanda devido aos constrangimentos prove- nientes das obras de estradas principais, algumas das quais que registam certa moro- sidade. - AVARIA REDUZ CAPACIDADE DA CENTRAL TÉRMICA DA QUILEVA Benguela - A Central Térmica da Quileva, situada na zona alta da cidade do Lobito (Benguela), baixou substancialmente a sua capacidade de produção energética de 72 megawatts para 35 megawatts, em conse- quência da avaria de três das seis unidades térmicas existentes. + SEIS PROVÍNCIAS COM NOVOS INSTI- TUTOS POLITÉCNICOS Jamba - Seis novos institutos politécnicos de especialidade começam a ser edificados em 2015 nas províncias da Lunda Sul, Cuan- do Cubango, Moxico, Zaire, Lunda Norte e Cunene, no quadro do Plano Nacional de Desenvolvimento (PND). MAIS ou MENOS
  34. 34. 34Página 34ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE um novo aeroporto em parceria com o também conceituado arquitecto mexicano Fernando Rome- ro e com a consultora holandesa ‘Netherlands Airport Consultants’. Juntos, idealizaram um modelo de aeroporto que pretende ser uma obra emblemática para o futuro e simultaneamente “uma celebração à monumentalidade da arquitec- tura mexicana”. Na base da ideia está o brasão do México, composto por uma águia com uma ser- pente no bico, figura de simbologia libertadora, que remonta ao tempo dos Astecas (povo índio O novo aeroporto internacional da Cidade do México é uma obra futurista, com características únicas, e assume-se, desde já, como um dos três maiores do Mundo. O projecto tem a assinatura do arquitecto inglês Norman Foster, considerado um dos génios da arquitectura contemporânea, autor dos projectos dos aeroportos de Pequim e de Hong Kong, ambos na China, entre outras obras relevantes, como a Ponte do Milénio, em Londres, com a qual ganhou o Prémio Pritzker, em 1999. Norman Foster desenvolveu a sua ideia para colonizado pelos espanhóis). O governo mexicano justifica a construção de uma nova e maior infra- estrutura aeroportuária com o facto do actual Aeroporto Benito Juarez ter esgotado todas as capacidades e não ter por onde se expandir, devendo dar lugar a uma nova zona verde e habi- tacional. Actualmente, o aeroporto da Cidade do Mexico movimenta 32 milhões de passageiros por ano, tem duas pistas (que não funcionam em simultâneo) e 96 lugares de estacionamento para aeronaves. Na primeira fase, o novo aeroporto Projekto Arq PROJEKTO ARQ AEROPORTO DA CIDADE DO MEXICO
  35. 35. 35Página 35ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE energético, pensada para tirar o máximo proveito das boas características climatéricas do México; luz natural e temperatura do ar. A escolha do terreno dependeu de estudos geotécnicos que procuraram acautelar questões relacionadas com os sismos e a humidade do solo. O novo aeroporto integra um plano de desenvolvimento global que visa transformar a capital mexicana numa cidade policêntrica, articulada e funcional. Um dos as- pectos contemplados é o da mobilidade. A infraes- trutura vai implicar um investimento de cerca de internacional, implantado num terreno com 4.430 hectares (quase seis vezes mais que o actual), vai ter capacidade para movimentar 50 milhões de passageiros, terá três pistas a operar em simul- tâneo e permitirá 550 mil operações por ano. E porque é uma obra feita a pensar no futuro, no limite das suas capacidades poderá ir até aos 120 milhões de passageiros por ano, terá seis pistas a operarem em simultâneo e um milhão de opera- ções por ano. De acordo com o arquitecto, será uma infraestrutura sustentável, do ponto de vista 10 mil milhões de dólares (cerca de 7,6 mil mi- lhões de euros), sendo que 52% da obra é finan- ciada pelo governo e 48% por privados. No qua- dro da transparência que pretende dar a esta gigantesca operação, o governo mexicano criou um site específico para o novo aeroporto (www.aeropuerto.gob.mx) através do qual se compromete a partilhar toda a informação com os cidadãos, relativamente à construção e finan- ciamento do projecto. Projekto Arq PROJEKTO ARQ AEROPORTO DA CIDADE DO MÉXICO

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