Ressonância magnética finalizado

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Ressonância magnética finalizado

  1. 1. Ressonância Magnética Nuclear Acadêmicos: Jaquiceli Gonçalves Paula Campos Robinson Faim Tatiana Machado Vinicius Buzzi Disciplina: Biofísica
  2. 2. O que é a Ressonância Magnética Nuclear? A imagem por ressonância magnética (IRM) é o resultado de sinais de frequência de rádio liberados por núcleos de peso atômico par quando voltam ao seu estado de repouso depois de serem alinhados por um pulso magnético forte e homogêneo. No cérebro, o núcleo do átomo de hidrogênio da água é a principal fonte de sinal na IRM. A leitura do sinal em momentos distintos permite visualizar diferencialmente substância cinzenta de substância branca e de fluido cérebrospinal. Ossos densos, que contém pouca água, são invisíveis em tais. imagens.
  3. 3. Nos últimos cinco anos a evolução dos magnetos supercondutores usados para a ressonância magnética (RM), das bobinas e das sequências de pulso com capacidade de gerar altos gradientes com excelente homogeneidade de campo nos três planos, permitiu que a Ressonância Magnética Funcional (RMF) se estabelecesse como uma das ferramentas mais poderosas, rápidas e eficazes no campo da Neurociência.
  4. 4. Formação de Imagens Gradientes Os gradientes podem ser usados para tirar de fase ou recolocar em fase os momentos magnéticos dos núcleos. Logo, os gradientes possuem três tarefas principais que são:  Seleção de cortes  Codificação de frequência  Codificação de fase
  5. 5. Seleção de Cortes Um corte corresponde a um determinado plano situado ao longo do eixo do gradiente; tem todos os seus pontos com uma frequência de precessão específica.
  6. 6. Formação de Imagens O gradiente Z seleciona os cortes AXIAIS. X Y Z
  7. 7. Formação de Imagens posição Pulso de RF Transmitido ~ B 
  8. 8. Formação de Imagens O gradiente X seleciona os cortes SAGITAIS. X Y Z
  9. 9. Formação de Imagens posição Pulso de RF Transmitido   ~ B
  10. 10. Formação de Imagens O gradiente Y seleciona os cortes CORONAIS. X Y Z
  11. 11. Formação de Imagens posição Pulso de RF Transmitido  ~ B 
  12. 12. Formação de Imagens Codificação de frequência Uma vez selecionado o corte, o sinal deve ser localizado ao longo dos eixos da imagem. O gradiente produz uma diferença de frequência ou desvio do sinal ao longo do eixo do gradiente de acordo com a sua freqüuência.
  13. 13. Formação de Imagens Codificação de frequência A direção da codificação de frequência pode ser selecionada pelo operador. Nas imagens coronais e sagitais, é o gradiente Z que faz a codificação de frequência. Nas imagens axiais, é o gradiente X que executa a codificação de frequência. Na aquisição de imagens do crânio, é o gradiente Y que fará a codificação de frequência.
  14. 14. Formação de Imagens Codificação de fase Quando os gradientes são aplicados a um determinado tempo ocorrem a seleção de corte, desvio de frequência ao longo do eixo de um corte e um desvio de fase ao longo de outro eixo.
  15. 15. Formação de Imagens Codificação de fase Ao mudar-se a velocidade de precessão dos núcleos, muda-se, também, a fase acumulada dos momentos magnéticos ao longo de sua trajetória de precessão. Núcleos se aceleram, movendo-se mais adiante de sua trajetória de precessão.
  16. 16. Formação de Imagens Codificação de fase Núcleos se tornam mais lentos, movendo-se mais para trás de sua trajetória de precessão. Desta forma, o sistema é capaz de localizar um sinal de imagem individual.

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