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Desenho Arquitetônico é um livro de consulta para desenhistas, técnicos de edificações, arquitetos e engenheiros. ele mostra o uso dos instrumentos de desenho, convenções gráficas, normas técnicas, detalhes construtivos e Vocabulário Técnico, além de apresentar as medidas dos equipamentos usuais de uma habitação. É fartamente ilustrado e demonstra como um livro técnico não tem de ser chato: nele cabe também o humor, se o autor tiver isto e imaginação.

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  1. 1. DESENHO NICO ARQUITETÕ
  2. 2. @LIVRARIA NOBEL S. A. TELf257-2144 [Fm ILMAmA ANTONIA . ma nua na cousoyuçguns, DESENHO ARQUITETÕNICO
  3. 3. FICHA CATALOGRÁFICA (Preparada pelo Centro dc Catalogação-na-fonte, Câmara Brasileira do Livro, SP) Montenegro, Gildo, 1931- M783d Desenho arquitetônico / Gildo Montenegro. ~ São Paulo : Edgard Blücher, 1978. I. Desenho arquitetônico 17. CDD-744.424 78-0128 'I B. -72028 Índices para catálogo sistemático: 1. Desenho arquitetônico 744.424 (17.) 7202808.)
  4. 4. GILDO A. MONTENEGRO Arquiteto. Professor do Cursa de Arquitetura da Universidade Federal de Pemambuco DESENHO ARQU| TETÕN| CO PARA CURSOS TÉCNICOS DE 2.° GRAU E FACULDADES DE ARQUITETURA Cb EDlTORA EDGARD BLÚCHER LTDA.
  5. 5. © 1 978 Editora Edgard Blücher Ltda. É proibida a reprodução total ou parcial por quaisquer meios sem autorização escrita da editora EDITORA EDGARD BLÚCHER LTDA. O 1000 CArxA POSTAL 5450 END. TBLBGkAHco: BLUCHERLIVRO São PAuw - SP - BRASIL Impresso no Brasil Printer¡ in Brazil
  6. 6. CONTEÚDO Capítulo 1 INTRODUÇÃO 1 Capítulo 2 MATERIAL E INSTRUMENTOS DE DESENHO 2 Capítulo 3 coMO USAR Os _INSTRUMENTOS DE DESENHO 11 Capítulo 4 NORMAS DE DESENHOS TÉCNICOS 24 Capítulo 5 TIPOS DE DESENHOS E DE PAPÉIS zs Capítulo a ESCALAS NUMÉRICAS E GRÁFICAS 29 Capítulo 7 LETRAS E ALGARISMOS. CALIGRAFIA TÉCNICA 33 Capítulo 3 DIMENSIONAMENTO. COLOCAÇÃO DE c_O_T_/ ›I_s No DESENHO 37 capnuIo 9 SISTEMAS DE REPRESENTAÇÃO 4o t REPRESENTAÇÃO DE UM PROJETO 46 _A rca: : x11 srMsOLOs GRÁFICOS 58 ÇaDITUIO 12 As ETAPAS DO DESENHO 65 933m4 3 NOÇÕES DE DESENHO TOPOG RÁFICO 79 Capítulo 14 DETALHES cONsTRUTIvOs sa Capítulo 15 CIRCULAÇÃO vERTIcAL 94 Capftulo 16 | NSTALAÇÕES PREDIAIS 109 Capítulo 17 DETALHES DE EsOuADRIAs 112 Capítulo Ia REPRESENTAÇÃO EM CORES 123 Capítulo 19 PROJETO DE RESIDÊNCIA COM DOIs PAV| MENTOS 125 Capítulo 20 VOCABULÁRIO TÉCNICO 131
  7. 7. INTRODUÇÃO É bom lembrar que. . . CAPITULO 1 O 0 Desenho Arquitetônico é artesanato em plena era da Tecnologia, mas. . . O Já existem máquinas, ligadas a computadores, que desenham levantamentos topográficos completos, planos urbanísticas e proietos de Arquitetura, inclusive apresentando cones, facha- das e perspectivas externas e de interiores, na posição que for escolhida para o observador. I O Desenho Arquitetônico não é a representação ideal de um projeto. Seu maior defeito é mostrar pedaços de um projeto que devera' ser visualisado completo, numa só operação da me- mória. Perspectivas e maquetes dão boa idéia de coniunto, mas apresentam outros defeitos. A solução poderá estar no desenvolvimento de uma ciência nova: a Holografia, uma das aplicações dos raios "lazer". O Enquanto não chegam por aqui as tecnologias recentes, vá des- vendando neste livro os segredos, usando a cabeça e as mãos. Tomei por base minha experiência, como desenhista e mais tarde como professor universitário dessa matéria, ao redigir e desenhar um curso que obedece à seqüência da aprendizagem, o que n_em sempre coincide com a ordem lógica dos assuntos. Este livro nasceu de uma edição particular que OS alunos chamavam de apostila e que o apoio dos amigos fez esgotar. Atendendo a sugestões refiz e amplie¡ o trabalho inicial. O livro é, pois. obra totalmente nova e feita com intenção de informar e de orientar o futuro desenhista, nada mais, Se a universidade, em alguns casos, ao longo de 5 anos não con- segue formar um arquiteto como teria eu a pretensão de fazer um arquiteto em pouco mais de cem páginas? Além de absurdo, Seria ilegal. Deixo de apresentar bibliografia. E impossivel citar livros dos quais eu usei uma ou duas frases, guardadas na memória, sem fichas e arquivo. Por outro lado, muitos assuntos não Se encontram em qualquer outro livro de desenho arquitetônico, nacional ou estrangeiro. Agradeço a todos quantos me incentivaram com palavras ou com colaboração direta. Dentre estes citarei O arquiteto Niepce. C. Silveira, autor da Capa, o desenhista Helio Marinho, que desenhou os itens A até E do Capitulo 12, e Helio Pereira, que desenhou O Capítulo 19. Os demais desenhos foram de minha autoria, portanto não Culpem outros. .. Peço que o leitor não guarde para s¡ suas impressões, Sugestões e críticas. Faça com que cheguem às minhas mãos, de qualquer forma. Será a melhor maneira de avaliar e de melhorar o trabalho feito. Recife, 1977
  8. 8. MATERlAL E lNSTRUMENTOS DE DESENHO O escritório de desenho e hoje conhecido pelas palavras da moda: Lá dentro deverá haver diversos equipamentos, instrumentos e materiais de desenho e, o mais importante, gente que saiba usá-Ios bem! i o AR-QUITETO PRANCHETA “M” DE MADEIRA eeçns MÓVEIS PARA rucLruAçKo DO TAMPO. No comercio encontram-se pranchetas mais sofisti- cadas tendo contrapesos e gavetas, .abajur para iluminação, e também banco com encosto, que realmente poupa os rins . . . nos intervalos. Há, ainda, quem prefira chamar de prancheta o tampo (ver figura), reservando o nome de mesa para o apoio (pés). 0.90 1h20 l.00 n | .5D Pés c: MADEIRA Q/ X/cu o: senao. em co eInAróRro e o: ALTURA REGULÃVEL CAPÍTULO 2 Começaremos pela descrição daqueles instrumentos. Em seguida mostraremos como usar cada um deles e, finalmente, diremos como deve trabalhar e o que deve conhecer o Desenhista de Arquitetura. R NAS GRANDES lNDUSTRIAS UsAM-SE PRANCHEYAS com uma em Posição ve a 1 r c a r. . Porsvlrçdocwua! «deCraba/ &ho- O tampo ou prancheta serve de apoio para a folha de desenho. Há quem diga que o tampo em posição vertical provoca menos cansaço no desenhista; seguramente podemos afirmar que nos desenhos de grande formato essa é a posição mais comoda. Quando o tampo e usado na posição vertical torna-se necessário colocar ao lado do desenhista uma ban- cada ou mesa para depositar o material de desenho.
  9. 9. O tampo da prancheta deve ser forrado com papel liso (já se fabricou um papel espacial para isso) ou com plástico creme em tonalidade clara. O plástico branco fosco pode ser usado, em- bora apresente o inconveniente da sujar com facilidade. O papel ou o plás- tico deve ser aplicado bem estirado, sem deixar bolhas ou ondas, sendo grampeado na face inferior do tampo a nunca nas bordas laterais ou na face superior. ¡Lumuacío ~o / x / Se a luz vem da direita provoca' sombra da mão e dos esquadros, escurecendo o campo de trabalho e prejudicando a visibilidade. Se a luz estiver colocada em nossa frente, reflete-se no papel diretamente para a vista, provocando em pouco tempo o cansaço visual. Portanto Não neve uAvea . ..NEM ll, 19 x eercexos somas A vísn. . não-brilhante de cor verde ou Desenho Arquitetônico 3 Alguém já sugeriu que o tampo da prancheta fossa feito de material translúcido: vidro fosco ou acrilico leitoso. Vantagem: a . iluminação - ou pane dela - seria feita por baixo, sem criar sombras sobre o desenho. Enquanto essa prancheta não é fabricada, vejamos alguma coisa sobre a a náo- Ma: &colôm- , caatinga/ atuará PARA TRABALHOS PROLON- secos A LÂMPADA INDICA- m E' A u: MARCA-SOLAR" DE vrono AzuLAoo. Na lâmpada incandescente comum predominam as radiações infra-vermelhas, sendo uma das causas do cansaço visual. A lámpada fluorescente, apesar de seus últimos aperfeiçoamentos, não e recomendada para trabalhos onda se exigem acuidade visual e atividade prolongada. Também a lâmpada do tipo "Solar" tem seu defeito: emite mais calor do que as lampadas comuns, sendo, também, de menor rendimento luminoso que estas.
  10. 10. 4 Desenho Arquitetõnico nasua TÊ CABEÇA (FIXA ou moveu ou_ em. 7,004» oa, Ao comprar uma régua té de cabeça móvel, verifique se a parte móvel pode ser retirada. Em geral, trabalhamos quase exclusivamente com a cabeça fixa e poderemos, portanto, retirar a cabeça móvel tornando a régua mais leve e cômoda. Uma boa régua graduada será, de preferência, opaca. Assim, a própria régua cobrirá traços do desenho, deixando à mostra apenas aqueles que se deseja medir. Desaconselhamos, pois, a régua transparente. A graduação em meios milímetros causa dificuldades de leitura. e, também, o meu hábito de alguns desenhistas riscarem a régua com o lápis, provocando sujeira ou estragos. A graduação em polegadas poderá ser usada para leitura da desenhos de procedência inglesa. A' escala ou escalimetro revela-se uma faca de dois gumes: facilita a medição dos desenhos em escala. mas exige grande atenção para que se utilize apenas a graduação correta. Por outro lado vicia o desenhista, que acaba per- dendo o hábito de passar as medidas ou cotas de uma escala para outra. Acreditamos que, na maioria dos casos, o escalimetro é instru- mento perfeitamente dispensável. A régua tê serve principalmente para traçar linhas paralelas horizontais. A régua té, ou simplesmente o te, é também usada como apoio dos esquadros no traçado de verticais e de obllquas. Ver figuras na página 17. O substituto mais moderno da régua tê é uma régua deslizante presa por fios paralelos nas bordas laterais da prancheta. Apresenta o único (? ) inconveniente de não permitir a colocação de objetos sobre a prancheta, pois eles poderiam tocar num dos fios de nailon ou na régua tirando o paralelismo dos traços. néeun GRADUADA usAR o TRIPLO DECÍMETRO cRAouAoo eu uiLiuzraos. PLÃsTrco OPACO E FLEXÍVEL. ciupuacío EM MElOS MILIMETROS ou EM POLEGADAS o #aí Quem. o- “ ” com afago. ? e 601mb. : ( .6'2máem M”, ,, ,_
  11. 11. Desenho Arquitetônica 5 ESQUÂDROS o: nisrico' rrunsnnsuta. NÂO neve sen snaounoo r T' r- : sounnno os 45° z- ssounnao o: 60° ou 30° Q RECOMENDA-SE o couanmsuro G : um: ao A 37cm O desenhista fará, periodicamente, a Iimpeza dos esquadros, regua té e regua graduada. Usa-se apenas água e sabão; evitar subs- tàncias abrasivas, detergentes e solventes. Lavar bem e enxugar levemente com pano fino ou lenço de papel, de modo a não afetar as graduações da régua. Da mesma forma que criticamos a régua graduada transparente devemos rejeitar o esquadro graduado; os motivos são os mesmos citados na página anterior. 0 desenhista deverá escolher entre três tipos de lápis: A) lápis de desenho técnico: prisma sextavado de madeira com grafite no eixo A B) Iapiseira ou porta-minas: usando minas (grafites) permutáveis vendidas em caixas. C) Iapiseira profissional: usando minas de plástico (polímeros) em substituição ao grafite. Todos esses tipos apresentam diferentes graus de dureza 7 das minas ou grafite, como mostra o quadro-resumo da N f l N página seguinte. W I o L À PI 3 n: MADEIRA : ma: nuns operações NO TRABALHO: I-davbas# (corâ)da, «nudez/ va 2- da. Mae-maes: : ma W/ @WW 0,5946 523mm, C o~ "a , or-eparoaézparzâ.
  12. 12. 6 Desenho Arquüetômbo _ sa-qe-zs-a não PODE sen USADO nos neseuiios 'técnicos enAouAç¡o GRIFITES 0RlENTAÇ¡0 ven oa sen vnções u¡ no. is nuno uunissiuo u! , 3 _. usAoo uoniuLueure nos neaeuiioa técnicos Naturalmente encontraremos variação na classificação dos diversos fabri- cantes. Assim um grafite tipo B poderá estar muito próximo do HB de outro fabricante e ambos se assemelharem ao lápis comum, do tipo cilin- drico, n. °' 1 ou 2. Os números 1, 2 e 3 correspondem à graduação do lápis comum ou colegial, bem mais variável que a dos grafites técnicos; por esse motivo os lápis comuns não devem ser usados em trabalhos profissionais. COMPASSO: e' buporfoml? ou wa u boa. t¡ @mass-v Saboya/ e.? (Iza/ San) e seu @ofensa-r PONTA SECA LÁPIS 0 compasso serve para traçar circunferências. Quando ele não possui a articulação, a agulha e o lápis do compasso tocam o papel em direções obliquas; ao ser traçada a circunferência o pequeno furo do centro vai se alargando. Isso não acontece se a agulha ou ponta seca fura o papel perpandicularmente, como mostram as figuras. Portanto, a falta de articulação é uma característica dos Compassos de qualidade inferior. O cintel é formado por duas peças que se prendem sob pressão em uma haste de madeira ou aluminio, A distância entre as duas peças - ponta e lápis - é igual ao raio. Algumas lojas vendem o cintel com haste cromada; verifique, nesse caso, que a haste não seja curta, pois ela não pode ser aumentada, como ocorre com uma haste de madeira. O compasso de redução não é um compasso! Ele serve para passar - depois de ajustado o eixo móvel _ as medidas da pro- porção A para B (redução igual a 32-) ou de B para A, . _ . B portanto ampliaçao igual a í. O compasso de pontas secas serve para transportar medidas; raramente é usado em desenho arquitetônico, embora possa ser útil no de- senho de máquinas. SOMENTE um uu escnitónip se JUSTIFICA A COMPRA oe cornos couiiussos: counsso c r u 1' e l. 'a counsso oe °°“"”° neouçxo “E m” secns
  13. 13. o¡ _ ; il “Wim , ;7/ àss MACIAZ PARA LAIPIS num: PARA nun BORRACHA Falaremos, agora, de quatro instrumentos úteis, mas não propriamente de primeira necessidade, para o desenho de arquitetura. O transferidor apropriado deve ter a graduação em traços finos e bem Iegiveis; o tamanho poderá variar de 15 a 25 cm de diâmetro. As curvas francesas, fabricadas em plástico trans- parente, são encontradas em diversos tamanhos e modelos. A curva universal ou régua flexível é encontrada em vários tipos: PLÁSTICO com EIXO DE CHUMBO ou DE COBRE / / A _aonoA n: PLASTICO SERVE DE euu PARA o rnnçnno ' no ne cosa: PARA FÍXÀR 6 A CURVA ZÉ sro os aço ___-_ * MADEIRA EN DESUSO Desenho Arquitetânica 7 A borracha é um material fantástico, quero dizer, aparentado aos fantasmas. Desaparece com a maior facilidade e surge nos lugares mais impre-_ vistos: debaixo do papel, na prancheta vizinha e até mesmo na casa do colega. .. Noutros paises o material é chamado de apagador ou raspador e atualmente ele é fabricado em plástico, fibra de vidro, pó de vidro e até mesmo borracha. E impossivel orientar o principiante na escolha; existem borrachas: digo, apagadores, brancos, verdes, castanhos, cinzentos, vermelhos, prismá- ticos, cilindricos, enrolados, etc. Experimente, se possivel, antes de comprar. TRANSFERIDOR DE PLÃs-rrco. um mAacAçKo E LEITURA os ÂNGULOS. OUR VA FRANCESA CANETA DE ESTILETE 'mamas mau: cam/ amas; OXFÚRD, VAR/ AMT, SrAEDLE/ z, LEeoy_ ? Zafo e' »ua/ ô p4ra. edema-náo 4, _Pr12&-Édzm-5*f áemparaodeàeruéo o. mafa- Zôo-re e sab excecavres para. c» aíeíeÓ-cw. Dar 'auf
  14. 14. 8 Desenho Arquitetônico TINTA NANQUIN VERIFIQUE s: A nun no vrono POSSUI ÃLvuLA um¡ nsmuoa na TINTA : NASTE coun- sons. O nanquim é vendido, também, em tubo ou cartucho, assim como em recipiente de plástico flexível. Em geral trazem tinta mais fluida, apropriada para as canetas de estilete. O nanquim vendido em vidros de 20 a 25 cm** é, em geral, mais espesso, sendo mais adequado para a caneta Graphos. Essa tinta pode ser tornada mais fluida com a adição de água destilada ou álcool. O nanquim de boa qualidade, depois de aplicado ao papel, seca e torna-se brilhante; ele não deverá soltar-se do papel (descascar) e nem dissolver quando atingido por água, pois é indelével. O nanquim de cores possui substâncias corrosivas e por isso, após o seu uso, os instrumentos devem ser muito bem limpos. TIRA- LlNHAS e' O 400 em . 0.0 CABO @ l (D o: TIPO , ã I NORMAL MAIOR RESERVA DE TINTA PARA O TRAÇADO DE RETAS HASTES L O N G A S. PARAFUSO DE REC ULAG EM O tira›linhas não deve ser mergulhado no vidro de nanquim; ele será abastecido pelo conta-gotas que já vimos. Alguns tira-linhas possuem, no parafuso de regulagem, alga- rismos que permitem graduar uma espessura constante para o traço; outros possuem uma das hastes móvel para facilitar a limpeza, o que é desnecessário. Ninguém sugere ao médico cirurgião que use uma faca de cozinha por ser mais barata do que o bisturi. No entanto, é comum encontrarmos desenhistas pensando em comprar material mais barato, vale dizer, material mais ordinário. 0 instrumento do profissional e do principiante poderá não ser o mais caro, mas deve ser bom sempre! Material de desenho_de boa procedência dura 20, 30 anos; é praticamente indestru- tlvel, quando bem cuidado. Portanto ele será comprado uma só vez! O material ordinário vai ser jogado no lixo e, antes disso, dará muitos aborrecimentos.
  15. 15. Desenho Arquitetônico 9 / / q¡ II Í CANETA CRAPHOS (MARCA COMERCIAL ssu PRODUTO SIMILAR) TAMPA As' , camas vía de aco e de npc? (ser-iam) os mw variados 4 a. canal o- wmplefo de penas”. oeeásrto n: TINTA INDlCAÇAÍO DA SERIE DA PENA E DA ESPESSURA no 'IRAÇO / àí/ v É Ponn maríucn own: :' / I ENCAIXADA A PENA. A RÉNA (szm: A) ns PENAS sic vsuorons Í¡ PARTE. um um¡ aaa Aeaaszutnçío Pn: crsA-s: _i= :Lo unos. o: : (9 “nda/ J” , eyu/ a_ a_ vaza . __, daRn/ Éaiiverzáúevnâ 's PENAS oA SERIE A NUMEROS: É¡ _ 0.o: ,yF/ -Paccaz &da; mario 0,2 - rvnrwnonjê e' usado. 0,25 (ou 0.3) M' 2- ,4 uma; o 4 / ayuda- normaémaopê. os ou 07 NFS-Naifa &nã; usado l ' l " ' _ _ , /V pax-a ' um eum on ssnr: 'r NUMERO'. «esta face 0.a / A caneta Graphos mostrada acima foi substituída por um novo modelo, a ' desenhado ao lado, que mantém suas caracteristicas principais. As demais séries de penas Graphos - de menor aceitação - são: °E5'^°"T^°^ R - para normógrafo de chapa. Ver Capitulo 7. m _ para normógrafo de aranha. idem. N e Z-para letras góticas e fantasia. S ü para desenhos a mão livre. à_ k A . f / ' . FECHADA A
  16. 16. CAP| TULO 3 COMO USAR OS INSTRUMENTOS DE DESENHO PARA COHEÇMLVERIFIOUE A PRANCHETA o com: o PAPEL No nmnno nsczssánro. E A iLuuiunçio. ONDE COLOCAR o PAPEL? : sn ÉA POSIÇÃO coaaen: o PAPEL seu pnóxrmo na CABEÇA no12 z a 3 cm ' você CONHECE A FITA ADESIVA "CREPE"'_I É MUITO MAIS CÕMODA PARA USAR E REÍIRAR. Muita gente acha que é difícil ser um bom desenhista. De fato, uma parte dos que começam um curso de desenho desiste por julgar que não "dá para a coisa". Vamos deixar bem claro que se o desenhista espera fazer-se do dia para a noite, como com um bilhete premiado de loteria, está muito enganado. Um desenhista se faz com doses elevadas de três coisas: persistência, treinamento e observação. As duas primeiras dependem quase que exclusiva- mente de cada um. A observação, aliada a uma boa memória visual, é tão importante para o desenhista como uma orientação segura. É isso que você vai encontrar neste livro. Não pense que os pequenos detalhes _ que virão em seguida 4 sejam coisas tolas e dispen- sáveis. Todos nós encontramos chutadores de bola, às pencas, em qualquer lugar. No entanto, Pelé só existe um. Leia, grave e aplique todas as recomendações para ser um bom desenhista, fazendo trabalhos rápidos e da melhor qualidade. 11
  17. 17. 12 Desenho Arquitetônico o LÁPIS ozv: rca A PONTA CÕNICA. mas Mio Est: con: Faça assim: vocÊ SABE SEGURARVO LÁPIS? X iidGcEtÍNAAçKO z v rg / É** +_DIREÇÍO 2 , z oo rnnço í Ql/ “ O) E. . ' _í- isso ACONTECE se voc: . l APOIO no nano MINIMO_ EMPURRAR o LAPIS EM LUGÀR o: FUXAR. oiaeçzfo no TRAÇO 0 lápis deve ser seguro entre o polegar e o dedo indicador cerca de 4 a 5cm da ponta, de modo que a mão fique apoiada no dedo minimo e a ponta do lápis esteja bem visivel. Sempre puxar o lápis e nunca empurrar. Põe-se o lápis encostado no esquadro ou régua tê em posição quase perpendicular ao papel, com pequena inclinação no sentido do movimento. O uso de grafite macio leva ao desgaste rápido da ponta cõnica, que será repetidamente Iixada e, o que é muito pior, suja os instrumentos (atrito) e logo depois os dedos e o papel. Um desenho sujo é a pior recomendação para o desenhista. Não há motivo para usar grafite B em desenho técnico! A ponta do lápis deve estar aparente pelo menos 5mm; um grafite duro pode ter uma ponta maior sem perigo de quebrar com facilidade. A ponta cônica não deve ser feita com gilete e sim usando lixa fina para madeira (n. ° 100 ou 150), colada sobre uma superfície dura, ou lixa de unha.
  18. 18. Desenho Arquitetônico 1 3 c 122rzL czêunsnuízzr Bbvu pun¡ae/ 1n4unlÊEgkz (vir C2;puÊ2oÁD aí) 4098 ? papá Four# poçíe-qvpíbíeznro-asvdo%/ ayomaenê ; uzzzz o- czeu~e›uá4r cie ÁGRÉMQJX e Z2knLáA2nL çhtxzoutêr ser asma ymzfÇáJdeQSmmdOúãMeÕ-o: ÓDawade-PBKÁA-Sempqaglí/ Cg-BÊL/ Mzryrnfáfa? mai: durv-. rsllocczfl. Cam os- de 2mm de V066: o GRAFITE o: 0.5"¡ ferraz' de fa? ” o: oiÂmsr no FAZ maços l DE ESPESSURA e ? QWFÉ _ *(5* PRATICAMENTE os' dedo? (vu-nuvem). umronus. O TRAÇO SEM UNIFORMIDADE s' DE5ÀGRÃDÀVEL. EÔDE$ENHO A linguagem FEITO com um so' 'neo oernnço . simbólico dos FICA seu vioA POR FALTA traços estcfno Voc¡- SAB¡ como mu¡ , Mços os CONTRASTE. °^””“L° “ FINOSuMEDIOS EGROSSOS? rooos ELES são : :nos com @NNW ^ TV Penn cõmcn FINA. ser¡ ASSIM. .. . ..você AJUSTA “Mn- couo E ou: PODE? o TRAÇO GROSSO EA sem os vimos *maços FI / AGÓRA ENCH¡ O nos: 5,1% , ,,, °___ Á TRAÇO : suco : um: AS PARÀLELAS “No E , AMLELO com viímcs maços PINOS. PORTANTO: 0 Traço grosso não depende de fazer mais força &Êgjàê )) bon¡ Para acentuar uma linha é melhor não apertar o 1535252” lápis contra o papel e sim repassar duas ou três VEZES O mesmo traço.
  19. 19. 4 Desenho Arquitetônico Ã/ tqmfe da regua te" 615906_ NO MAX/ MO, *Ji/ nm de eayoesmum áamfe A/ Yfffcíopcgoe( ERRADOÉ A PONTA NO AR A REGUA TÊ a' unueanoa PELl mio : sousnoa o coano FICA PARALELO 'A oraecío nos ranços. NÃO us: o 'rÊ un nono: : mrsaron PARA TRAÇAR VERT| CAIS Quando se usa a cabeça móve| da régua tê deve-se ter o cuidado de - depois de apertar o parafuso de fixação _ voltar a régua tê para a A verificação do tê se faz desenhando um segmento de reta sem usar a cabeça do tê; inverte-se. depois, o instrumento reta que serve de diretriz a de modo que sua cabeça fique no lado fim de verificar se a nova _ direito e traça-se nova reta. Se os dois direção é realmente paralela traços coincidem, isto é, confundem-se, ou se houve desvio. a régua é retílinea.
  20. 20. Desenho Arquiterônico 1 5 A REGUA GRADUADA E' uu INSTRUMENTO oE uaniçio r: nie neve' N60 "ía/ Rae tom depois* SER usAoA como APOIO PARA mAçAa naus. &(45%)- e 'meu' - @Sri/ m »você acaAMpegwnm-, epr-oy em. cadamweíiçafoeno-/ Jrza/ 4.a' acordos' moaamean a. ana/ Ls”, 'r #leu-gua os segmento: ,gar meio- -_-+---_--«~---~+ a b r-&Éajádewñ/ mdaemupazpor E um erro usar a régua graduada como apoio para traçar retas; o lápis suja a régua, gasta a graduação e a linha não é regular por . g 905m5., 5 falta de apoio do lápis. A gravação dos traços da graduação chega, às vezes, a causar ondulações no traçado. Outro erro comum é usar a régua como lâmina para cortar papel; o atrito aquece o plástico, derretendo-o e a régua fica com falhas, como _ mostra a figura. Na figura à O direita encontra-se o processo ? uai/ Mar a correto para marcar medidas »Ó0'd@ aa/ 'eflôa- sobre uma reta; faz-se à / parteasoma de cada medida A regua fixo! com a anterior e marca-se cada total mantendo fixo o zero da régua graduada. Em desenhos de precisão a régua deve ficar inclinada, aproximando a graduação do papel; pode-se fechar um olho para maior segurança da medição. p O tecnlgrafo é um instrumento que substitui régua tê, “M” esquadros, régua graduada e transferidor. Embora muito prático é pouco usado por ter preço relativamente elevado. X - / _/ x/ ,/ Z / j TRANSFENDOR
  21. 21. 16 Desenho Arquitetônico f”% Lyú*àu4mwbna&mmHõabümv O esquadra é usado apoiado na régua tê (ou no seu gar) para o traçado de retas paralelas. As figuras mostram a posição das mãos, segurando esquadros, régua tê e lápis, sendo vistas de cima na figura menor e vistas de lado na figura maior. ESQUADROS l- TRAÇADO DE PARALELAS A PALMA m Mio FIXA um esounnnmo ourno SERA' uovmsunoo / z »nos canos. r” 2- TRAÇADO DE PERPENOICULARES R0 ração EM 'ronuo , no ¡ucuLo nero. UM ESQUÉDRO OU RÊGUA- SERVE DE APOIO, NAO SEiVDO MOVIMENTADO.
  22. 22. Desenho Arquitetônico T7 uma whsmdumàw pademsmrtruçadam / // parva/ ndo- o: ânyw/ os do: : Po** mçmumm ema mma¡ 74k A -Pi ? '4- DESVIO A verificação do ângulo reto do esquadra é feita apoiando . E S0 UADRO f* um cateto sobre o tê ou régua, e traçando o cateío que ficou COM DEFEITO na verticai; inverte-se o esquadra de modo que o vértice que ficava à direita passe para a esquerda e risca-se por cima do primeiro traço. O esquadra é de precisão se os dois traços se confundem. Os inconvenientes da graduação no esquadra são os mesmos apontados na página 16 para a régua graduada: a graduação prejudica o traçado. T| RA-LINHAS 4juçáe o. 50503446 o- MtÉÚ/ W' é( de pmwnüwúwmwb mau; hmm mrámmúçe 4áZ%% M' kadu %mümm @mw apmúmmnzaww. de 0,5 o. f u. Cam a. M4512. Ma? ? / faça_ paque- a. tonta. LIMPE A PARTE EXTERNA COM PANO OU PAPEL ABSORVENTE. AJUSTE A ESPESSURA 00 TRA Ç O ENSAIANDO FORA DO DESENHO, MAS EM PAPEL ao 'mesmo TIPO. POUCA Twm ' EXCESSO DE TINTA GUARDE o TIRALINHAS LIMPO e com As HASTES- ABERTAS PARA Evi- TAR QUE AS MOLAS PER CAM A FORÇA.
  23. 23. 18 Desenho Arquitetônico IMPORTANTES I- ANTES DE COMEÇAR O TRABALHO LIMPAR A PRANCNETA. 2 APONTAR TODOS OS LAPISJNCLUSIVE OS COMPASSOS. 3 NO DESENHO A TINTA LIMPAR A5 PENAS E VERIFICAR SE AS CANETAS Esrío AaAsrEcIoAs 4 nlo USAR A BDRDA INFERIOR oA REeuA rã. uuucA. 5 Mio ESPETAR o coMPAsso NA PRANCHETA NEM HA RÉGUA rã_ e NÃo VOLTAR Arrais SÕBRE UM rRAço 7 não USAR o TRIFLO uEcíMErno como APOIO PARA TRAÇAR RETAS. e NAO CORTAR o PAPEL usAuoo LAMmA sôaae A PRANCHETA E não USARCOMO GUIA A REGuA TE". s uío usAn o coMPAsso PARA ALAneAa ruRos. IO LAVAR PEaiooicAuEurE coM ¡ouA E sAaío os EsouAuncs, nEcuA TE E o TRIPLO oEcíuEreo. Twdcdrrv-cf PROVIDENCIE eoA ILUMINAÇÃO _I E VEJA coMo você ESCORADO SENTAZ BALANÇO E. : Oasíáaáama/ wuéócmwezzkw colo-cada. ? a. MAIS' de 30 @ame/ iva- de aáküwdaqmír vnemassevooê põe o- r-ozrár , rea/ ir da. ,ar-nn- deza mta: #agua/ oo 4 r/ srA/ out/ doía, #af ao CORC UNOA COMPACTO AGU' REFLEXO 5311' FORA DA CERTOZ V i 5 T ^ CORPO COM LIGEI RA INCLINAÇÃO PÉ APOIADO CORPO APOIADO NOS ANTEBRAÇOS E NÃo NO TORAX.
  24. 24. Desenho Arquitetônico AJUSTE o RAIO DO COMPÀS3O FORA oo DESENHO E usANoo UMA so' Mía. ; FECHA _iai/ fg ã ABRE ; T z ' 2 MARQUE o CENTRO ASSIM: «l» COLOQUE A PONTA DE AÇO (PONTA SECA) NO CENTRO, FlCANDO oLÁPis NO PONTO MAIS PRÓXIMO DE seu CORPO. so. ARTlCULAÇÃO PONTA or: Aço E LÁPis PERPENDICULARES 'A PRANCHETA. A primeira figura desta página mostra como o compasso tem seu raio ajustado por meio dos dedos indicador, médio e anular da mão direita. Para o traçados dos arcos usa-se o polegar e o indicador. A finalidade da articulação no compasso foi explicada na página 6. Os bons Compassos têm a agulha afiada nos dois extremos, senda que uma das pontas apresenta um rebaixo; ele evita que a agulha se aprofunde demasiadamente, como acontece quando se traçam várias circunferências com o mesmo centro. PAaA USAR o EXTENSOR As iNsTRuçõEs sKo As MEsMAs, ExcETo A MANEIRA ne SEGURAR o coMPAsso. 2, - A MAO ESQUERDA MANTÉM A PONTA SECA NO CENTRO DA ClRCUNFERENCIA. .. L . .. A MÃO DIREITA MOVIMENTA A OUTRA EXTREMIDÀDE DO coMPAsso (LÁPIs ou TIRA LiNnAs)_ 19 ñà:
  25. 25. 20 Desenho Arquitetâníco O compasso balaustrino é o instrumento de desenho que tem a maior quantidade de nomes: aqui está a coleção mais ou menos completa: compasso de círculos minimos, compasso- -bomba, compasso de balaustre e até_o esquisito "esbilro". Antes de usá-Io, defina o centro e, com a ponta seca, de uma leve espetada no papel para evitar que a agulha venha a escor- regar da centro. / ÃÇÍKVJ ownaaavseeamwwmeaae' j usado com as ; mas #(43:30- amador J 0/ @Quer-do maptfem o ¡kl/ rr na. ' e a. mao &maçã; * fa? o_ &á; 0 NORMALMENTE O COMPASSO USADO COM L «uma o: PONTA cõNicA i l É Ii 6m. caso: aaa/ meto o »ado a, l Zruçar e' «mofo pequeno, pode-sv? m? ” Í a. ,comia em 66.956_ Ela. fe ' moeda-oe' - PONTA SECA I PONTA mdey ÉQÂíâ/ _ye DOBALAUSTRE i! EM BISEL . , ão_ __~__f_ mm. : _ RAO @we ; uma COWÓCQ. ' a' PONTADOEISEL FEITA EM LIXA FINA. r Fl* 'A Uma pessoa muito habilidosa e bem treinada pode usar o balaus- trino com uma só mão, como mostra a figura ao lado. Quando estiver desenhando à tinta tenha sempre à mão um pedaço de pano de algodão. O pano velho e não muito fino é o que apre- senta melhores resultados, pois é mais absorvente. Tamanho: mais ou menos igual a um lenço. Finalidade; limpar os restos de tinta nos instrumentos de modo que eles estejam sempre prontos para uso imediata.
  26. 26. Desenho Anquitetônico 21 CANETA GF! AFOS PARA ABASTECER / - Ras/ Cara¡ o 50714540301' Í 2- pwuyau' 40 60 : uwuaannícom CANIVETE o 70.14¡ de / PiNo mznuco oo cououwoa. um a hmpa _ . W NAO FORÇAR ¡ / ñ s: o CONDUTOR 3_ Ao peca/ faca, "¡° “m” o coozcúcür DÉÍXE À É . 6a, ” l CÂNÉTÂ . .. ,ao/ m ; ad/ Q os MOLHO é _ , _ causam: ALGUMAS nous QWÉ" “W763 de zada*- PARA TRABALHAR i2 COLOCAR A PENA 22 VOLTAR A PENA 39 LOGO ou: SURJA A TINTA PARA BAIXO b FECHE As HASTES e ms- ? m¡ . s / ou¡ NO PANO. L l m P E M5155 os excessos u: TINTA. , aasnns. .. #f s nm / / É rf, SACUMDAS 49 susana No PAPEL ANTES sôans o PAPEL ABSORVENTE “E “u” ° “SEM”- OU PANO. .. FORA D0 DESENHO. _gemape , q “da, 2 , a 3 meses* mae Lmqoe-a, ç; o- de 132m5. da, aweâz. wytm @ue a_ ' . O' e ÓQUÊ-of é" nuàâismmo / 4 tarja. 966a. renwve-O-P um Aonalbrde SÉÉóÍ/ aarlê) 2 A limpeza das penas, assim como do tira-linhas, deve ser feita com pano ou papel; nunca usar lâmina de barbear, canivete ou similares. Se a tinta secou na extremidade da pena, usar solvente, água ou o próprio nanquim e, depois de algum tempo, limpar normalmente. As penas das séries A e T usam-se de modo diferente ao Traçar. As da série A são usadas da mesma maneira que o lápis ou tira-linhas. As da série T apóiam-se perpendicularmente (giro de 90° em relação à série A) e assim deslizam ao longo do esquadra ou tê.
  27. 27. 22 DesenhoArquitetonzbo ERROS a coaaeções ERRO MUITO COMUM. PODE SER PROVOCADO POR EXCESSO DE TINTAINOTIRA-LINHAS) ou CANETA NA Posiçio ERRADA: VOL TADA PARA BAIXO *e DEVE SER ASSIM: DEFEITOS A EVÍTÂR "T TO-a-Ê/ LÁM' compowca. (Íàafq, Já dissemos que a caneta de estilete não é indicada quando se deseja alta qualidade. De fato, seu traço não apresenta a mesma nitidez e 'egularidade que o das penas da série A (Graphos) ou um bom tira- -Iinhas. É o que mostra a figura; à esquerda está o traço irregular e mpreciso de uma pena 0,2 de estilete e à direita O traço 0,2 da pena A ambos feitos em papel vegetal e ampliados aproximadamente 50 vezes. QUANDO HOUVER ERRO OU BORRAO NO DESENHO A TINTA EM PAPEL VEGETAL. .. ç SE POSSIVEL, COLOQUE UM PANO PARA ABSORVER A TINTA. NAO E' ACONSELHAVEL PAPEL EM BORRAO GRANDE. . oErxE sECAR BEM. . RAsPE, DE LEVE, CDM sILETE FAZENDO UM MOVIMENTO RAPIDO OE VAI-E-VEM. . PAssAn BORRACHA DE TINTA Ltllâgânuzun NO LOCAL RAsPAoo ¡NCURVÃDÀ . REMOVER o PO com EscOvA É" . DESENHAR NORNALNENTE. ó Um aparelho que pouco se usa no escritório de desenho é a raspadeira, espécie de faca curta e muito aliada, hoje substi- tuída por lâmina de barbear, por pincel de fibras de vidro ou por apagador elétrico. O apagador ou raspadeira elétrica é um pequeno motor tendo uma haste onde se adapta a borracha de tinta ou de lápis. Deve ter sido inventado pelo mesmo preguiçoso que criou a escova de dentes elétrical O pincel de fibras de vidro é muito eficiente; tem apenas O inconveniente dos pequenos fiapos de vidro que entram nos dedos, lembrando a "querida" dor de dentes, e que são dificeis de serem extraídos. Finalmente a prosáica e versátil lâmina de barbear do tipo comum é a solução; ela faz milagres na mão do desenhista habilidosa, desde que o papel não seja ordinário.
  28. 28. Desenha Arquitetônico 23 EXERCÍCIOS As figuras desta página devem ser desenhadas ampliando seu tamanho para o dobro. As setas da primeira figura indicam o sentido do traçado das linhas. Desenhar a lápis observando a espessura dos traços: finos, médios e grossos. No desenho delinitivo traçar em primeiro lugar as curvas e, em seguida, as retas. 0 desenho deve ser claro, limpo e preciso. NÃO l NÂO | CERTO I TRAÇADO DE TANGENTES ERRADO CERTO ; E4 ERRADO _$-
  29. 29. NORMAS DE DESENHOS TÉCNICOS 4m CAPÍTULO 4 eóeoumzàr do Desenhe reama de ano-doa. pacata. ;- a. ameaçam (tr/ so), a_ muu/ Ía/ Lsrruon) e a. o DESENHO Técnico NÃO PODE , 5uJEnA¡. s¡ Aos gostos 5 cgpnp A NORMA BRAMLEMA DE DESENHO TECNICO E °"'°3 °E “M "E55““'5"› °°'5 É Na-aR. A NORMA DE nEsENi-io AROuiTET-'Ouico ESTA' EM USADO POR PROFISSIONAIS oijrERsos PARA A FABRICAÇÃO os um OBJETO FASE DE ESTUDOS. ESPECÍFICO: NAbuiNA, cAOEiRA_ cAsA A¡ «va-ga bafo. de arsmzâs ; me &arab- 4 ”3'5"° 7417497** "FMM es-ifcrdados Legendas “ As normas técnicas francesas têm as iniciais NF; as alemães são as DIN (Deutsche Industrie Normen ou Normas da Indústria Alemã). As nossas são as NB Normas Brasileiras; o número identifica uma norma especifica e a letra R no final corresponde à abreviatura da palavra "Recomendada". Trata-se, então, de uma norma já discutida e aprovada. PNB-43 significa Projeto ou Anteprojeto de Norma Brasileira; observe que não existe a letra R, pois ela está em estudos. O número 43 refere-se a Desenho Arquitetônico, do mesmo modo que o número 8 émlativo a Desenho Técnico (NB-8l'-l). As nossas normas não têm força de lei, mas devem ser adotadas por escritórios particulares, por repartições e firmas, pois são baseadas em pesquisas e são todas racionais e lógicas, tendo por Objetivo final a unificação e a ordem. ? Lesfeccgaoâr/ cr' @mensurar-emanada ñecommdapçza/ LÊ' ? a , cgrwençoerde a. ? &br/ tamem/ armfozíopqaeá. Apesar da seriedade com que a ABNT (Associação Brasileira de Normas Tecnicas) estuda cada norma, existem aqueles que preferem adotar padrões próprios, voltando, assim à situação do século pas- LINHAS ESPESSURA LiNNA GROSSA *T1* sado, quand “N” M é D ¡ A se entendia. (METAOE DA ANTERIOR) L l N H A F l N A (NETAOE OA ANTERIOR) NO DESENHO ARouiTi-: TõNico e adotar no EM áráemmwafoe' GERAL o cada escritório tinha convenções próprias e ninguém Enfim, cada cabeça uma sentença, diz o provérbio. Mas a idéia de criar padrões técnicos individuais em pleno século XX diz muito mal dessa cabeça ou desse cabeçudo. Vamos ser coerentes ssas normas, as NB. › E 0,8mm IÉSO 0,8 mm lIIOO 7za$@, a41ÉzÁ›r/ Oe/ /. NA ESCALA DE T I P 0 S LINHAS visívEis: TRAço c i-iEio " INvisfvEis: " INTERROMPIOO --------- -- 'r OE Eixo: TRAços e PoNTos _í_ ____ 24
  30. 30. FOÊMÀTO E Dimensões oo' PAPEL o PONTO A ZERO) os LADOS REFERÊNCIA a c u 2A0 ll89 l682 l5 A0 34¡ nas IO AI 594 84| IO A2 420 594 IO A3 297 42o io A4 2|O 297 54 A5 I48 2I0 5# oe PARTIDA e' o romano AO (LEIA . ou: rm l m2 os SUPERFICIE E na nnziío n: izi/ z 84lmrn ronmnro no ESCALA izso ll89 mm O formato A1 corresponde ao A0 dividido em duas partes e tem 0,5 m¡ (1/2 metro quadrado); o formato A2 origina-se da divisão do A1 em duas partes e tem 0,25 m* (1 /4 de metro quadrado). A escolha do formato do papel não pode ficar ao gosto de cada um. Deve›se con- siderar: 1) Umôdesenho, feito num determinado tamanho, .reduzido fotograficamente à metade do tamanho com sua escala, ficará reduzido exatamente à metade. Isso significa que cada formato deve ter a metade das dimensões do anterior, havendo múltiplos e submúltiplos. 2) Os formatos-padrões devem levar em consideração as dimensões dos papéis (rolos e folhas) vendidos no comércio. 3) As cópias são cobradas em função da superfície em metro quadrado de dese- nho. É, pois, vantajoso que os formatos tenham “l m1, 1/2 m', 1/4 m2, etc. Desenho Arquitetô nico 2 5 , hannah »40 Êáñcrfmmw foçmbssme- Mamães' e fremoótdzm da. ao e n oudtk/ &Oab-, aor zdofomzalb 64119600- A4 O desenhista deve procurar fazer ' todas as pranchas de um projeto com um formato único, isto é, cod as mesmas dimensões¡ Nem sempre isso é possivel. De modo algum as pranchas de um mesmo projeto poderão ter tamanhos diferentes. Procurar-se-á, pelo menos, ajustar as pranchas em dois formatos_ A experiência ajudará muito na escolha do tamanho ideal. › D| MENSÕES DE PRANCHAS o MED| DAS EM MILÍMETROS #emu-zuar pe' pesava/ miami: : sab . caeunmx peca eepsr/ çgia os FüêM/ IS zada/ s au oa fúMâN/ /Õ wz/ ,vA/ a.. . exvrêzvzasu? Aloe/ Lam¡ 744
  31. 31. TIPOS DE DESENHOS E DE PAPÉIS COMO NASCE O PROJETO? Quando alguém pretende construir uma escola, um hospital. uma casa, surge a necessidade de fazer o projeto. Sem o projeto não há possibilidade de scr determinado o custo da construção, a quantidade de tijolos, de telhas, de azulejos, de cimento, etc. , nem o tempo que será empregado na construção. Devemos esclarecer, logo, a diferença entre projeto e planta. A planta ou as plantas são os desenhos, rolos de papéis, onde estão representados aquilo que se deseja construir: o projeto. O projeto é uma idéia, é o resultado da imaginação criadora, escolhendo entre centenas de fatores aqueles que devem prevalecer. A habilidade e o conhecimento serão as bases para equilibrar a Arte e as Ciências Técnicas no projeto. Se o cliente é uma pessoa aberta, sociável, acostumada a receber amigos, sua casa será completamente diferente daquela onde o proprietário é um estudioso, retraido. que gosta de ouvir música sozinho. A casa será clara, aberta para a rua, de cores vivas ou será discreta, dando para um pátio interno? Será rodeada de terraços ou CAPÍTULO 5 terá grandes vidraças? Ficará no meio do lote ou será encostada num dos lados? A sala se prolonga pelos terraços e jardins? A cozinha ficará na frente ou lá atrás? Os quartos ficarão voltados para os fundos ou para a rua? Ou para um dos lados? A sala terá a mesma altura da cozinha? Existem dezenas de perguntinhas desse tipo para serem respondidas quando o arquiteto começa o estudo. E todas as respostas devem ser justificadas; por que é assim e não assado? Aquilo de abrir um livro de projetos ou Lima revista e dizer que deseja "uma casa igual a essa" é falta de imaginação, no minimo. Isso nada tem a ver com Arquitetura. Arquitetura é, antes de tudo, criação. 0 resultado de copiar ou plagiar o que se publica pode ser uma coleção de plantas, mas nunca um projeto! Portanto, fazer uma planta está ao alcance de qualquer pessoa, de qualquer profissão. Elaborar um projeta é alguma coisa mais séria e o arquiteto - ainda que tenha muita experiência e capacidade - precisa parar, pesquisar, pensar, riscar, discutir, e tornar a riscar. Duas, três, dez, vinte vezes. Ou não se trata de um Arquiteto. AS ETAPAS DE UM PROJETO E OS TlPOS DE DESENHO 1) Os estudos preliminares Cabe ao cliente dizer os objetivos que pretende atingir com sua construção, fornecer um programa ou lista de necessidades, fixar quanto poderá gastar e em quanto tempo. No diálogo cliente-arquiteto vão surgindo pro- blemas e soluções. Ao mesmo tempo o arquiteto estará fazendo suas pesquisas e anotações de modo a orientar 26 suas primeiras "bolações"'ou idéias. Pouco a pouco o projeto vai tomando forma em esboços, novos esboços, discussões e novos esboços. A tal ponto que ocorre o fato de um esboço rejeitado, com poucos dias depois de feito, não mais ser entendido ou "interpretado" pelo próprio arquiteto que o riscou. É uma das razões porque os esboços são "passados a limpo".
  32. 32. Desenho Arquitetônico 27 ' Alguns arquitetos / à m, , mais desligados dese- 0 projeto de arquitetura já paãiiou ' _ “n” n” f°"°° d° D01' muitos estudos até chegür à eua pri- pp Dranchci-“Bv n33 'n°335 meire representarão gráfica' ° 995000 de bar, nos guardana- l ' * ' São einonimoa: croqui, croquimbog t poa de papel e nos a_1_ tão, estudo preliminar, rascunho. i 1115181395 da °“°r3 “E Êetee esboços sao feitos em "papel manteiga". /X ' tremldade- 2) O anteprojeto 0 &Pbojccr e' a ámgaoCcorwreçúq-e ata/ J s-zuyeozmzâcvvbh. /úudadora eia-ma ea: mio / megcumíyu o M0504( »má @sr/ voando "anzêspvqkzâf/ Àgae e' a SEGUNDA repmszmnúçab Ú ' @zum dayerzáo ca maio Ãéoré, . vêm zzrnt%wrrwnlor- "damn/ Io de ao cá/ ynfe epararyrzjeéfom corar_ cam ; mà-nas e mw pazàufé é plz/ blá ? CZ/ ú APWmWefP/ PM-Peos opaco; mkv-ad: : at( P024/ cms/ rom, xAap/ zuvq/ /vcaág 50/0556!? e mm r papeis M4703', Dawácáy o a/ Uêa/ qeób, fúgéfñ-. Ôf @pag/ eram Maraba. E venta 3954.39. 3) o projeto O projeto, plano geral, ou projeto definitivo é desenhado a instrumento; deve ser apresentado às repartições públicas e servirá de orientação para a construção. A representação do projeto é o assunto principal deste Iivro. 4) Os detalhes e os projetos complementares O Projeto completo deve ser acompanhado de detalhes conetrutivouportas, janelembelcoemarmárioa e outroe)e de espg_ cificaçoea de materiaieüpiootuparedee, fo; roemeçee sanitárias, cobertaJen-agenemto) com estes dados preparem-ee o orçamento, oa projetos de instalações: elétricamteleroni- camhídro-aanitãrtua, o projeto entrutural, a o mala quo vier a nur rmonnnhrio. 'todos oetea projetohohumadoa ' "Originais", chegam à construção sob format de "c6pias", gera1mente feitas em "papel he- liogrâfico". 0 papel heliográficohzípo azul ou preto) é o resultado da ação quimica do maníaco em presença da luz ou vice-versa.
  33. 33. 28 Desenho Arquitetônico Quando não há padronização pelos órgãos públicos (em geral a Prefeitura Municipal) o tipo de armário para o arquivamento definirá o local para colocação do chamado "carimbo", isto é, o título ou a identificação da folha de desenho. Para a mapoteca vertical a posição lógica é o ângulo superior esquerdo da folha ou prancha de desenho, pois trata-se do local mais accessivel à vista ao ser aberto o móve| . Quando se usa a mapoteca de gavetas o carimbo será colocado no ângulo inferior direito. As dimensões, os dizeres e a divisão do carimbo serão estudados no Capítulo 12, item G. TIPOS Papel opaco _ branco ou em cores. Por não serem transparentes estes papéis são recomendados para desenhos coloridos, Em geral o anteprojeto é feito nesse tipo de papel para valorizar as cores e apresentação. Marcas e tipos comuns: Ingres, Fabrlano, Canson, Pirai, Schoeller, papel "guache", papel madeira e outros. As lojas e livrarias geralmente possuem mostruários. As dimensões são de 50 >< 70 cm, para uns, e 1,00 >< >< 0,70m para outros. Papel "manteiga". Papel fino, semitransparente e fosco. O tipo brilhante, usado para embrulhar manteiga e frios, no varejo, é totalmente inadequado para desenho. É usado para esboços, estudos, detalhes. Aceita bem o nanquim, o lápis (HB até F), o hidrocor, e não pode ser usado para aquarela ou guache. Sendo um papel fino não permite correções no desenho feito a nanquim, salvo raras exceções. É vendido em folhas de 1,00 >< >< 0,70m ou am rolos de 20m e largura de 1,00 m, Seu peso está na faixa de 10 a 45 gramas por mz. Maporecn yaIz/ :ozvrxu Mamma varia: : ' (os cmi/ sms) DE PAPEL Papel vegetal. É semitransparente, semelhante ao papel manteiga, apenas mais espesso, Seu peso varia-de 50 a 120g por m', sendo mais usado o de 90 g/ m 7, Serve para desenhos a lápis (usar grafite duro, F, H ou 2H) ou a nanquim. Aceita o hidrocor mas não a aquarela, nem guache. Não pode ser dobrado, É o mais indicado para o desenho de projetos por ser resistente ao tempo e por permitir correções e raspagens. É vendido em rolos de 20 m, nas larguras de 1,10m ou de 1,57 m e também nos formatos recomendados pela ABNT, tendo as margens já impressas. Papel he/ ¡ogIáf/ co. Encontra-se nas cores azul, marrom ou preto. Uma de suas faces é tratada por processo químico e reage em presença do amonlaco; essa reação se faz em máquinas Copiadoras. Somente os desenhos feitos em papel manteiga ou vegetal podem ser copiados por este processo. Existem diversos tipos de papel heliográfico, desde os mais finos aos mais resistentes.
  34. 34. CAPÍTU LO 6 ESCALAS NUMÉRlCAS E GRÁFICAS No exercício do Capítulo 3 estão desenhados uma lámpada e um tinteiro. Essas figuras estão representadas com suas medidas reais. isto é, em sua verdadeira grandeza. Muitas coisas não podem ser desenhadas em suas medidas reais. Você já pensou em desenhar um automóvel em seu verdadeiro tamanho? Certamente gas- taria muito papel e onde seria desenhado? No chão? E se fosse um desses gigantescos prédios de apartamentos da gloriosa civilização t l] 4 mdçdnefa. de industrial? VISTA SUPERIOR ESCALA | Il OU ESCALA NATURAL g' ESCALA n15 ESCALA : :io LCada / andadamnAorepr-eswxfà Serrada-peça. @amassar/ turmas "me W“”“”“°“”í$ 2252;: #s escadas de Pedü-ÇÓO' UMA MEDIDA NO DEsENHo : do womjas' arm o l í' z-L 5 R (---A MESMA MEDIDA FEITA NO oeaero (REAL) EscALA É n RELAÇÃO ENTRE CADA MEDIDA oo DESENHO E A sua omsnsio REAL NO OBJETO. 29
  35. 35. 30 Desenho Arquitetônim ns EscALAs DE ¡Eoução MMS usAnAs SÂO I12 (N50 E RECOMENDADA PELA A. B.N. T. )- 12 2,5 - 115 - li IO -l 120 - ¡225 1350- IIIOO-IIZOO- ¡2500- lI 1000 Além das escalas de redução existem as escalas de ampliação. As minúsculas peças de um relógio não podem ser desenhadas na escala natural e, muito menos, em escala de redução. Elas terão de ser ampliadas, como na figura. Y PEÇA DO RELOGIO DE PULSO "'-' $°“A'" ESCALA 2on REPRESENTAÇÃO SIMPLIFICADA As escalas de ampliação recomendadas são 2:1, 5:1, g Ponta_ de 10:1, 20:1,100:1 etc. , de acordo com a NB-13 Fl - uma_ 3910.9.- Norma Brasileira de Desenhos Técnicos de Máquinas pode e de Estruturas Metálicas. se¡ As escalas de redução e de ampliação são chamadas na' : de numéricas ou métricas. 'O _ I ' i (29% e: mma estala, de __ ü/ mpófwçab. As escalas devem ser lidas 1:50 (um por cinqüenta), É lógico que quando se faz a redução ou ampliação 1:10 (um por dez), 1:25 (um por vinte e cinco), fotográfica de um desenho sua escala fica alterada. 10:1 (dez por um), etc. Uma casa desenhada na escala de 1:50, reduzida Em desenhos antigos pode-se encontrar, por exemplo, fotograficamente em 25% de seu tamanho, ficará a escala de 0,05 (cinco centésimos). Se fizermos as representada na escala de 1:66,6. Deve-se, pois, ter operações encontraremos: o máximo cuidado de conferir as escalas numéricas 5 1 indicadas em livros e revistas. Esse trabalho é dis- 0,05 = ñ6 = E ou seja, 1:20 na notação atual. pensável quando o desenho é acompanhado de escala gráfica. ESCALA enáncn é A REPRESENTAÇÃO DA ESCALA NUIÉRICA 4 cL/ :Soé por im os. .. o m. 2m seynveafos r. ' a, 29m, , 344,44.. ? / meâvo-: SO: 0,02,. , = 2m_
  36. 36. AEOU/ rêrr/ en Moagem; ou isso E574' DE CABEÇA PEA' . sua / xa 7 q u¡ Í_ '_". <-7 o Mostraremos a construção da escala de transversais para 1:20. Inicialmente traçamos a escala simples, sendo, nesse caso, a divisão principal igual a 5 cm ou 1:20 = 0,05 m = 5 cm. Fare- mos traços verticais em cada uma das divisões principais. Sobre os traços verticais marcaremos um segmento qualquer a ser dividido em dez partes iguais por meio de retas hori- zontais. Transportamos as divisões do primeiro segmento da escala simples para a horizontal do extremo inferior. Traçamos linhas obliquas, isto é, transversais ligando cada divisão da horizontal superior com a divisão seguinte na horizontal inferior. Está construida a escala de transversais. Desenho Arquitetônioo 31 Imaginemos um desenho que tem ao seu lado a escala gráfica. Sendo ambos redu- zidos ou ampliados fotograficamente, para qualquer tamanho, suas dimensões serão lides imediatamente, bastando copiar num pedaço de papel a escala gráfica e aplica-Ia sobre a figura. A escala gráfica da página anterior é a escala simples. Admitindo desenhada a escala gráfica simples de 1:20 não teríamos condição de marcar com precisão a medida de 1,75 m, por exemplo, pois essa escala somente apresenta uma decimal. Pode- ríamos, nesse caso, recorrer à escala de transversais. 20 A leitura da escala se faz baseada em Divisões principais que representam a unidade de medida (inteiro). Divisões do primeiro segmento que correspondem a décimos (1/10) do inteiro. Horizontais que correspondem a centésimos (1/100) do inteiro. Resu mo Escalas gráficas à: numéricas í Assim 1) O segmento ab representa 1,60 m. 2) O segmento cd corresponde a 1,82 m, pois o alga- rismo 1 é lido na divisão principal, o 8 na divisão decimal e o 2 na segunda horizontal (c) que cor- responde a 2 centésimos. 3) O segmento ef mede 0,35 m. 4) O segmento gh mede 2,57 m. de redução de ampliação simples de transversais Cada folha de desenho ou prancha deve ter indicada em seu título as escalas usadas nos desenhos, ficando em destaque a escala principal. As demais escalas serão repetidas junto a cada desenho.
  37. 37. 32 Desenho Arquitetónzco EXERCÍCÍOS 1) Uma rua está desenhada com 12 mm de largura e mede 24 m. Qual a escala do desenho? 2) Num projeto desenhado na escala de 1:50 a altura de um prédio mede 18cm. Qual a verdadeira grandeza dessa altura? 3) Uma sala mede 6,20 >< 3,80 m. Num desenho feito na escala de 1:50 quais serão as medidas? 4) Um objeto foi desenhado no formato A2 e em escala de 1:25. O desenho é, em seguida, reduzido fotograficamente para o formato A4. Qual é a escala de redução dos formatos? Qual a nova escala do desenho? Qual o comprimento, na fotografia. de uma aresta de objeto que mede 4,20m em sua verdadeira grandeza? 5) Construir a escala de transversais para o titulo de 1:25 e nela indicar os comprimentos gráficos correspondentes a 2,93m-1,38m e 0,45m. 6) Construir a escala gráfica de 1:2 000 e indicar os comprimentos de 1 870m- -2180m e 1710m. 7) Representar na escala de 1:10 os formatos de A1 até A4. Ver figura e dimensões no Capitulo 4. Im lm 2m Ikm Oqõkm o Ikm 2km O O O N Al r 7. A2 A3 Respostas 1) Medida no desenho: D = 12 mm' Medida real: R = 24 m = 24 000 mm ¡ A4 A4 P t nt ' D - 12 - 1 °'a °' 'R' 24000 200o Resposta: escala 1:2 000 2) 9m. 3) Sala de 12,4 >< 7,6 cm. 4) Redução de 1:4; escala M100; comprimento 4,2 cm. Í “EC -
  38. 38. CAPÍTULO 7 LETRAS E ALGARISMOS. CALIGRAFIA TÉCNICA LETRAS E ALGARISMOS PODEM SER DO TIPO FANTASIA USADAS EM PUBLICIDADE, EMBALAGENS, LOGOTIPOS, src. ou oo l TIPO TECNICO OU BASTÃO, RECOMENDADO PELAS NORMAS BRASILEIRAS DE DESENHO TECNICOINB-BR TIPO INCLINADOZ ÍüÍcd ei” @buf lmnopqj cstuvwxyz EHZDEI-ÂHJJKLMNOPORSTUVWXzYZBQ TIPO VERTICALÍ ÀBCDEFGHLIKLMNOPCÍRSTUVWXYZBS' 33
  39. 39. 34 Desenho Arquitetónicu @aum/ a e' a ma? Lavre _ deve. ” da, p/ gçg-afwea cw law penas : nos alem-cos da. matam &amio- meawa- moáuúm A ' uervümli icq/ d / &yngilklgpoquglquer 53312440'. de beco I ' unsrs Para. /L> O, 30m / PMA z aErER maço @nosso ^ 7'"" l¡ . / , ' Í' um ; em / PARA TRAÇO FINO / / vâpcoríâa a. __ ? tâtlo-ía/ a cz aÃãL/ Va. __ atá/ ma "A" ' 3 , › _, , em 3pamáá' quam'- ', _--Ji @Zegna f) / L Óvaceapauàeía/ -Á ynaaípacéa. ' ' l/3 TAP' para éra/ ab ' ' ' ' _ " _ ' T '- 3- O cor-po das detêm. ? *Ç r muita/ las ocupa ' 4- a. ,oervrcaouáamíe 2/3 da cbéáuva e. . mapa. Vinci/ n carma. ou , oa/ nódulo- h A MAIORIA DAS LETRAS PODE 'SER DESENHAOA A PARTIR OA f-f# CONSTRUÇAO DE UMA OVAL VEJA AS EXCEÇÕES;
  40. 40. w 12.1?? .z a ai” *riáêíê f' A %V ae , É V4 *E : à : a A W É? ¡siga! mmñimm -' 'o m' ; M A, w , A : w “ m 44.3 $143* m : :às #mara @gv ÍxgíJJEaí-Éqàu A-¡Fgíãêâ-à @Eisüxç Mgrgã. ? ai* às* í fã** à? ? irá A ““ m 9 . à v @#35 zñwr" : r = :a . g E ? fg es? ir# @a : Ê- "WE M mk¡ A . EÂÃHÂZÊA w Aâkésjfmwvfardgqâwgyvww 4 w Í-íâ : Eíílüañ «açiímn-jaíâí
  41. 41. 36 Desenho Arquitetônica PROCURE cor_ 0:40 AS_ c 5 7' ? A S sgçuypo L ÍNI-/ ÂS í l/ 02120.4' r 4/ 5' , ' ; vía ss/ voa pass/ ye( s/ ew ns / zvo/ ca ; ass on Flôr/ ar i / 04g, 'l m ' , . . 4 . Um dos melhores exercicios, para o desenhista @o __ é' Ê habituar-se a traçar letras e algarismos com rapidez E* n e regularidade, é decalcar em papel manteiga um à v texto escrito em máquina de escrever. N o R u AL Somente depois de conhecer bem o traçado das 'g letras normallzadas é que o desenhista de Arquite- 7; S tura deve partir para criar sua própria "caligrafia" x3_ A5 com letras de imprensa. Isso se não desejar usar 0 a caligrafia técnica. EVITAR esa-aerea NESTA pipsçxfa. m *a V* z . n b »reg Fil-HO, n 0 voce ESTA' nx < -. SANGRANDO? > 2 â- à? , 5 m e T: n ? à x' _o P Para o desenho de letras em tamanho grande pode-se Quando o desenho é feito a lápis pode-se usar espessura traçar um quadriculado, como nos exemplos abaixo. mais fina de letras do que a recomendada. O normó- A diferença entre 1/3, que temos recomendado para grafo dá excelente acabamento ao desenho mas, em a pauta, e os 2/7 desenhados na figura¡ é desprezível, geral, toma mais tempo. O principiante deve observar quando se trata de letras menores que 2 centímetros que o bom desenhista faz deslizar a aranha (lembra de altura. uma valsal) sem forçar, sem empurrar o instrumento.
  42. 42. CAP| TULO 8 DlMENslONAMENTO. COLOCAÇÃO DE COTAS NO DESENHO COTAS sA'o Os NÚMEROS QUE CORRESPONDEM A uMrOAnE usAoA E' o METRO 'AS MEDIDAS. ou O MiLiMEtRo (Menos UTIUZADO). LINHA DE ExTEMM °“ Os desenhos de Arquitetura, como 2.00 '4 : :LARÊNZÍA os demais desenhos técnicos. l devem trazer corretamente L m" n: “m” indicadas todas as suas medidas. ou LINHA DE con . Qualquer medida errada ou mal indicada dará sempre prejuizos e aborrecimentos. ou: 0.90 0.90 No desenho ao lado aparecem as indicações corretas de cotas em diversos exemplos. As cotas devem ser escritas na posição horizontal, de modo que sejam lidas com o desenho em posição normal, colocando-se o leitor no lado direito da prancha. GI! 0-50 g Qualquer que seia a escala do desenho, as cotas repre› sentam a verdadeira grandeza das dimensões. Evite o cruzamento de linhas de cota. É importante! n 'i O 0.10 0.65 0 U0 ! .55 AS SETA§ PODEM SER SUBSTITUIDAS POR I Cree 37
  43. 43. 38 Desenho Arquitetârrico I PRINCIPIOB 6 ! RAIS Z FUTURA. «A zcoNsmuçA-o- , É “na mio TRAÇÀR “Vl-Os PELO opsnAalo LjmiA DE s 7°” COTA como ' AS COTAS _ _ NEC, ES~ CONTlNuAÇAo SARiAS os Amamos _ &Eveviçxg SERAO °°kocAn Lir-(HF-ã É¡ r °°TA 'DE vnersusnclâw í = a_Q/ › pp. FIGURA AS LÍNHAS “Somos ne corA “E COTAS ? Emo DE LiNHA NAb A ¡Nbjçams DA F¡ GU EH GRAUS, negaram' RA LÍNHAS DE EXCETO NAS COBERTAS E RAMPAS WE SE jnoícAM EH PORCENTAGEM AS COTAS PREVALECEM SOBRE As HED¡DAS CALCULADAS COM BASE No DESENHO AS LiNHAs DE COTA DAQALELAS DEVEM SER ESPAÇADAS 'isuALr-¡ERTE Existem outras regras igualmente importantes: 1) As cotas de um desenho devem ser expressas na mesma unidade. 2) Uma cota não deve ser cruzada por uma linha do desenho. 3) As linhas de cota são 6) No caso de divergência entre desenhadas paralelas à cotas de desenhos diferentes, direção da medida. prevalece a cota do desenho 4) A altura dos algarismos é feito em escala maior. Por 43o uniforme dentro do mesmo exemplo. há divergência de +-à_ desenho. Em geral, usa-se a cotas numa medida indicada Para _ . m altura de 2,5 a 3 mm. nas escalas de 1:10 e 1:200. . wmv# _ Será considerada válida a : :': ;:: °.: ':: :.$: s°““° WM m» m »w ' ' oózcgao e eva-ever a. nova. code Ao ' de Ma» de cara serao enganam assbm
  44. 44. POR FAVOR, EV| TE ESTES ERROS: Desenho Arquitetônico 39 EXERCÍCIO Para testar sua capacidade de observação, o leitor deverá identificar os erros cometidos na figura desta página. Respostas (da direita para a esquerda e de cima para baixo): 1) Medida 3,30 cruzada por linha de cola. As extre- midades das setas são diferentes. 2) Os algarismos estão muito afastados _da linha de cota de 1,80. As setas estão diferentes. 3) A cota 0,70 deveria ser escrita de baixo para cima (sentido inverso) de modo a ser lida pelo lado direito da página. 4) A cota 0,85 deveria ser escrita paralelamente à linha de cota. 5) A linha de cota correspondente a 1,40 está desenhada com traço grosso; as setas deveriam ter suas extremidades nas linhas de referência. 6) A segunda cota de 1,40 deveria ter sua linha de cota em traço fino. 7) A cota 0,70 deveria ser escrita fora da figura. Sendo necessário, escrever uma cota dentro de uma área hachurada. com traços paralelos (deve-se interromper o hachurado ao redor de letras e algarismos). 8). A abreviatura de metro é m, letra minuscula (sem ponto de abreviatura, sem t e sem si). Ê a lei metrológica brasileira. 9) No último desenho, a cola 1,50 está cruzada por linha da figura. As linhas de referência da cota 0,70 cruzam a linha de cota de 2,00.
  45. 45. CAPÍTULO 9 SISTEMAS DE REPRESENTAÇÃO *C32 AS PROJEÇO-ES onroeonms DA GEOMETRIA DESEFNTWA são E” USADAS NO DESENHO ARQUlTETONICO APENAS 1, MUDANDO os TERMOS TÉCNICOS. _a-: o-ç-. V É» --- VISTA DE LADO VlSTA LATERAL ESQUERDA VISTA DE crua PLANTA DE COBERTA 40
  46. 46. A figura da página anterior está representada aqui em projeções ortogonais. Em Geometria Descritiva o número 1 seria a projeção horizontal e o número 2 a projeção vertical. A linha de terra não está desenhada por ser desnecessária. O número 3 corresponde à projeção de perfil. Os desenhos 1, 2 e 3 são exatamente os mesmos em Geometria Descritiva e em Desenho Arquitetônico; apenas os nomes ou termos técnicos e que são diferentes. Desenho Arquitetônico Nestas figuras, tal como na página anterior, tudo se passa como se a casa fosse movi- mentada da posição 1 para a 2, passando pelas posições A e B, desenhadas ao lado. Em seguida a casa passa da posição 2 para a C, D e, finalmente, 3. 41
  47. 47. 42 Desenho Arquitetônico Um objeto poderá ficar claramente represen- tado por uma só vista ou projeção. Esse foi o caso da lâmpada incandescente apresentada como exercicio no final do Capitulo 6. Muitos objetos ficarão bem representados por meio de três projeções ou vistas. Haverá casas ou objetos que somente serão definidos com o uso de maior quantidade de vistas. As figuras mostram quais seriam as outras vistas. / / à VISTA os CIMA VISTA non Tais Vl 3T A DO LADO DlRElTO VISTA DO ® LADO EsouEnoo "m" “E ® ensure As Normas Brasileiras NB-8R estabelecem a convenção, usada também pelas normas italianas, alemãs, russas e outras, em que se considera o objeto a representar envolvido por um cubo (figura ao lado). O objeto é projetado em cada uma das seis faces do cubo e, em seguida, o cubo é aberto ou planificado, obtendo-se as seis vistas. A seqüência e colocação dessas vistas é mostrada na página seguinte.
  48. 48. visrA (RARAMENTE : usamos usaon) FACHADA LATERAL DIREITA FLCHADA Desenho Arquitetônico 43 POSTERIOR PLANTA DE COBERTA FACHADA LATERAL FACNADA PRINCIPAL OU A prática mostrará que esta ordenação e colocação das vistas - embora importante como racionalização _ não pode ter maior rigor no Desenho Arquitetónico, pois os desenhos costumam ser feitos em folhas separadas. Exata- mente por essa razão, podemos simplificar ou abreviar a convenção; na figura abaixo o observador, estando fora da casa, vê a frente dessa casa (seta n. " 2). Quando o observador caminha para o seu lado esquerdo vê a casa no sentido da seta n. ” 3. Continuando a andar em volta da casa ou do objeto terá a vista por trás (n. ° 6) ou vista posterior. Ao prosseguir seu caminho chegará ao lado direito (n. ° 4) e daí retornará ao ponto de partida. Em resumo, as vistas ou fachadas laterais direita e esquerda referem-se à direita e esquerda do observador. ESQUERDA FRONTAL
  49. 49. 44 Desenho Arquitetônico EXERCÍCIOS 0.60 Apresentamos, nesta página, dois projetos, sendo cada um deles representado por a oo duas perspectivas. O leitor deverá desenhar ' cada projeto, na escala de 1 :100, apresen- tando planta de coberta, fachada principal, duas fachadas laterais e a fachada posterior. Usar papel no formato A3 ou de 35 X 25 cm. Sugerimos fazer, antes de desenhar a instrumento, um esboço a mão livre de todas as plantas e fachadas com a indicação das medidas. Embora quase todas as medidas estejam indicadas nas perspectivas, deve-se consi- derar normal algumas divergências entre os desenhos do leitor e as respostas apre- sentadas na página seguinte. D 5,00 LSO ¡gpo
  50. 50. Desenho Arquitetônico 45 4143321¡ 101201¡ cozmaonu J1CUPCJ 101201¡ FEUC. .. 415.5.. 191301¡ noiunaoa : não: Êg É 53v É É. . à . sua E61 É howãg hb . É É . ..se És Ê às hmIOU§w>x<DU as 4:62.: 191101¡ . EU É § . Ei ã É É . ogia o É «É 4 . .É . . . .. o É $35.63 . v9.3. É: .. meu . .tv / K ooauónm (FIWDOU 8 15.211¡ «tuas . .$354 101201# | ||| |I| ||| IIHIIIIII
  51. 51. CAP| TULO 10 REPRESENTAÇÃO DE UM PROJETO A Planta de coberta, ou vista superior, (n. ° 1 nos desenhos do capitulo anterior) é um dos tipos de planta ou projeção sobre o _ plano horizontal. Os mais usados, que serão estudados em seguida, são planta de coberta planta de locação planta baixa planta de situação Catu-ã formada. fcófahffa duasaígtaw' A planta de coberta, em geral, é desenhada na escala de 1:10O ou 1:200. Quando são necessários maiores detalhes usamos a escala de 1:50. Tratando-se de coberta muito simples poderemos usar as escalas de 1;2oo ou 1:500. PLANTA DE COBERTA c Esc. I:I00 46
  52. 52. Desenho Arquitetônico 47 . A PLANTA DE LOCAÇÃO Ímcúka. â-'pvsiçab ea. ccauvtnoçdo alanbe- do app-m. Paula-se 541a' tom. muco- mn. a. locação e e. cota-h. : Na página anterior e nesta, como se trata de uma vista superior, o observador vê em primeiro lugar a coberta. Nessas figuras a cobertura avança além das paredes, de modo que o contorno destas não será visto do alto. 0 contorno das paredes - - quando oculto pela coberta - é desenhado com traços interrompidos, curtos é finos. A planta de locação ou, simplesmente a locação, não se limita à casa ou construção. Ela deve mostrar os muros, os portões, árvores existentes ou a plantar, um ponto de referência que desperte interesse, a calçada ou passeio e - se necessário - as construções vizinhas. A planta de locação serve, normalmente, como ponto de partida para a marcação ou locação da construção no terreno. As recomendações que fizemos na página anterior sobre as escalas das plantas de coberta são aplicáveis às plantas de locação. _n Observe, no desenho ao lado, que os afastamentos da construção são medidos do muro ou de seu eixo até a parede. Não seria correto indicar o afastamento entre o muro e a extremidade do telhado ou da coberta. pois as paredes serão construídas antes da coberta. Além dessa seqüência da construção, pode-se admitir pequena variação na colocação das telhas, sem maiores conseqüências, o que não ocorre com a posição das paredes. l I I r I r r I I r r r l I l I J t. CAL ADA ç ME|0 F|0 PLANTA DE Locação E os coeeau ESCILÀ IÍZOO R U
  53. 53. É P' . .y 1 o s: É E3 . ..ea ~ E! .. t ^ Ç 45g. . . . . egãstrrÊrü , , l , ;,, __, .~ _. i , f. , z, .?; f'”t * r. a' M» l a3/ , ,gx É' Eaíltñãü «om : É _ ve : mf g3" ; re , preso
  54. 54. Planta baixa Consideramos, agora. o plano de corte. Nele estão as paredes, portas e janelas, assim: No desenho técnico, a representação da planta é a da figura abaixo. Nele acrescentamos (não é obrigatório! ) o quadriculado correspondente aos pisos do terraço e da sala. P 9595.0. PA_ _casseta _______ - - r---------------------¡ ENTRADA PLANTA BAIXA ESCALA IHOO PLANTA DE SITUAÇA E SCALA PLANTA BAIXA Na maioria dos desenhos de projetos arquitetônicos é usada a escala de 1:50. Quando se trata de um projeto onde aparecem poucas paredes, e os compartimentos são grandes, pode-se usar a escala de 1 :100, detalhando. na escala de 1:20 ou 1:25. os compartimentos que se repetem (módulos) ou as partes mais complexas. QUADRA H RUA Desenho Arqu itetônico 49 Quando há necessidade de indicar numa planta os materiais do piso, das paredes. do forro, etc. , pode ocorrer que o comparti- mento desenhado é pequeno para conter a lista ou especificação de materiais. A chamada "planta falada" é um desenho onde são indicados os diversos materiais de acabamento, No Capitulo 12 estuda~ remus melhor esse assunto. A planta de situação indica a forma e as dimensões do terreno, os lotes e as quadras vizinhas, a orientação (Norte), o relevo do terrena, as ruas de acesso à construção, pontos de referência que interessem ao serviço, etc. Em geral, elas são desenhadas na escala de 12500, 1:1 000 ou 1:2000 e devem abranger uma área relativamente grande QUADRA G HORTAS % “ .5/ PIRULlTO / z / 6% A 3 E 1 U 4 D 2 1 rzrooo * u» z C C D __ _t seco 3 3 a E QUADRA IGREJA l l
  55. 55. 50 Desenho Arquitetãnica Na grande maioria dos casos, as plantas e fachadas não são suficientes para mostrar as divisões internas de um projeto de arquitetura. Para indicar bem os espaços internos, são necessários os cortes feitos por planos verticais. CORTE com: A B Na figura acima está o plano AB onde aparecem, em traço mais grosso, as partes cortadas (ou seccionadas) pelo dito plano vertical. Mais adiante do plano AB avista-se uma porta e depois uma parede (lado esquerdo da figura), ambas correspondentes à sala. PLANO VERTlCAL CORTE BA No desenho acima está a parte que foi "reti- rada" para permitir a observação do corte AB, desenhado na página seguinte. Se quizéssemos a representação daquela parte retirada teriamos o corte BA, ou seja, a primeira letra do corte está à esquerda do observador e a segunda à sua direita. Na página seguinte, o corte BA está desenhado na escala de 1 :100. As normas brasileiras recomendam o uso de letras conse- cutívas para a indicação dos cortes. Indicações como AA', BB' podem dar margem a equívocos, pois o sinal ' (linha) pode ser confundido com um borrão na cópia.
  56. 56. Desenho Arquitetônico 51 L 1- Para o desenho do corte admitimos que a planta esteja representada e nela marcamos a posição ¡3°-|3'°° do plano vertical AB: um traço longo e dois curtos à esquerda e à direita, correspondendo A e B. As retas atingidas pelo corte são levadas (ver seta) até a linha de terra LT e prosseguem para cima. Acima de LT marcam-se as alturas, do piso, das portas, das paredes e telhados. A seqüência das operações no desenho será mos- trada no Capitulo 12 (item B). i| |E'¡'¡§§g. ... .- Na prática evitamos desenhar as linhas de chamada por cima da planta. Estando já traçada a planta baixa, que é o primeiro elemento a ser desenhado num projeto, marcamos a posição do corte e colocamos um pedaço de papel manteiga sobre a planta. _L ? mal li CORTE AD l , coação do me para;
  57. 57. 52 Desenho Arquitetônico O desenhista deve cõnhecer muitos termos técnicos de modo que possa falar e entender a mesma linguagem que o arquiteto. Eis alguns novos: CUMEEIRA da uma cotar-fa- °« come AB o ESCALA ¡zso Aeug 35mm. p” mlwóm WMM Pax-fe Suá, do. urrLacobe/ Éa @rute dz : wrz/ 'tab/ Lado- Profil-y! xt çgntrva_ a. . +-- MMM** vznsn °” ° ' Peçowna 017a_ na 04,45 saga-cor da perú (O Euansme* : vago _ PEITORIL ou. « o › « ' #uma de x/ PE ameno füwggmfzm¡ “f M"? dlañfú O' _ . 1 Q, .,. e,weo l aoperzxdçme/ ,aom Kde Q/57H 2:51!! os ELEMENTOS CORTADOS PELO PLANO 55o FEiTOS com TRAÇO GROSSO. NAS PARTES RESTANTES USA-SE O TRAÇO FINO ¡0 PARA os rRAços NOS CORTES:
  58. 58. A figura mostra outros termos técnicos. Devemos lembrar ' que a terminologia adotada pelas Normas Brasileiras, embora coincidindo com a de muitos países, é diferente daquela ainda em uso por algumas repartições (cartórios e prefeituras, por exemplo). Assim quando a norma fala de fachada lateral esquerda, o cartório diz "lado direito", tanto para o lote como para a casa. A mesma confusão existe para o lado direito (felizmente os termos coincidem quando se trata de frente e de fundo). MURO DE Funoo l LATERAL Na prática profissional, é habitual desenhar as fachadas em pedaços de papel manteiga colocados sobre a planta, como deixamos explicado em página anterior ao estudar os cortes. Damos na página seguinte a disposição das quatro fachadas de uma construção, relacionando-as com a planta e seguindo as regras da Geometria Descri- tiva. Notar a presença de linhas de chamada. de proje- tantes e de rotações. Observe, nos exemplos, a aplicação da . . _ CONVENÇÃO ) PARA OS AS AFASTAMENTO Desenho Arquitetónico 53 DIVISA DE LOTE / ou FLANCD PASSEIO ou CALÇADA ALINNANENTO, TESTADA OU FRENTE DO LOTE TRAÇOS NAS FACHADAS: ' _ PARTES MAIS PROXIMAS DO OBSERVADOR SÃO. DESENHADAS com TRAÇO enosso. REDUZIR A ESPESSURA DOS TRAÇOS NA MEDIDA EM ouE ELES ESTA-O MAIS DISTANTES no PRIMEIRO PLANO. &uma; l/ e /2
  59. 59. 54 Desenho Arquitetônico oisnosrçio nas FACHADAS consome A GEOMETRIA DESCRITIVA (TOS) VGUBHOSB 'IVHELVW VOVHOVJ , V932 osâívzçaa- 11,42.: ¡fadadaã! 31.830 VGVHOVJ no HOIIBLSOG VOVNOV! (NORTE) PLANTA ESC. :: roo llllllll l ll FAcHAoA PRINCIPAL (LESTE) FACHADA LATE RAL Dl REI TA
  60. 60. A escolha da posição para os cortes depende de diversos fatores. 0 corte deverá mostrar as alturas de portas e de janelas, a altura do forro, a inclinação do telhado e outros detalhes. As repartições públicas encarregadas de examinar os projetos costumam fazer exigências sobre a localização dos cortes. Por exemplo, devem passar pelas escadas mostrando os degraus, deverão mostrar os sanitários, etc. Enfim, a experiência será melhor conse- lheira. É muito comum a confusão que se faz entre corte e secção ou seção. A rigor são representações diferentes de uma mesma operação de cortar ou seccionar (Geo- metria Descritiva). Assim, secção é a representação da parte seccionada. Ver seção AB na figura abaixo. Corte é a representação dos elementos seccionados e mais as partes vistas adiante do plano do corte. Ver corte AB, abaixo. No caso da planta abaixo, de forma irregular, o corte torna a representação um pouco complicada; nesses casos sugerimos desenhar a seção. A BAlXA esoueulricn PLANTA SEÇÃO C D o Desenho Arquitetônico 55 Em livros antigos são mencionados o corte transversal (corresponde ao AB nos nossos desenhos) e o corte longitudinal. Eles são perpendiculares entre si. Numa casa de planta quadrada qual seria o corte transversal? Não há um critério racional para defini-lo. Mas, resol- vendo isso, por um critério qua/ quer, surgirá o problema de marcar a posição do corte na planta. Essa posição será indicada por meio de letras consecutivas. Logo, torna-se desnecessário dizer corte transversal AB, pois "corte AB" tem o mesmo significado. Os dois assuntos que se seguem poderão parecer dificeis numa primeira leitura. Não haverá prejuizo se forem estudados em outra oportunidade. 0 leitor poderá passar diretamente para o capítulo seguinte. seção AB conte AB CORTE CD
  61. 61. 56 Desenho Arquitetônica Em alguns casos poderá ser conveniente reduzir a quantidade de cortes _ sem prejuizo da compreensão do projeto - fazendo uso do chamado "corte que- brado". O exemplo a ser apresentado não justifica o corte quebrado e serve apenas para ilustrar a técnica da representação. Inicialmente, admitiremos desenhados 1) Planta baixa 2) Corte AB 3) Corte CD 4) Corte EF Os cortes CD e EF serão desenhados tal como foi exemplificado para o corte AB na página 51. Ver pri- meira e segunda etapas na figura abaixo. ________ ________________| . l I . . I . I l i' TERRAÇO . . . . . I l . . . Cor-à cp n, 3h94 PLANTA aAixA f, D ESCALA ¡zloo ' F I 557% '45 @F4 CD¡ / QÃÊK-ú 0cor'íc6Fc' CORTE “E CORTE EF
  62. 62. ' Depósito TERRAÇO PLANTA ' ESCALA lí ¡00 Outro caso especial é a fachada em desenvolvimento. 0 termo pertence à Geometria Descritiva e significa planificar ou tornar plana, desenvolver ou desdobrar a superfície de uma figura sobre um plano único. No Capítulo 9 vimos o desenvolvimento do cubo dos planos de projeção. A mesma idéia é aplicada na representação das fachadas quando a planta é irregular e apresenta trechos curtos e obllquas. No exemplo ao lado, o desenho das fachadas A, D e G seria normal; entretanto as fachadas B, C, E e F representam, isoladamente, trechos de pouca signifi- cação. Assim, a fachada A será representada com o trecho B à direita, ou a fachada D será representada com B + C à esquerda e os trechos E+ F à direita. Ou poderemos, igualmente, fazer a fachada G em desen- volvimento, tendo F à esquerda. São alternativas corretas. Evitem-se, pois, trechos curtos de fachada em desenhos isolados, a menos que se trate de paredes perpen- diculares entre si, como o exemplo da fachada N, abaixo. . s 49:11.31 FACHADAS PLANTA T, Desenho Arquitetônico 57 A planta mostra a posição do corte GH. Observe a maneira de indicar o corte quebrado; traços fortes fora da planta e traços finos dentro da planta, ambos com traços longos e dois curtos. O corte quebrado GH é uma espécie de soma dos cortes CD (parcial) e EF (também parcial). É claro que, na prática, o corte GH seria desenhado sem que fossem sequer traçados os cortes CD e EF. CORTE GH Nos desenhos antigos era hábito indicar a representação dos alicerces ou fundações, abaixo da linha do terreno. Com o hábito corrente de preparar um projeto de estrutura, o alicerce ou fundação é detalhado nesse projeto estrutural e, por esta razão, deixou de ser dese- nhado nos projetos de arquitetura. FACHADA D - EM DESENVOLVIMENTO
  63. 63. SÍMBOLOS GRÁFICOS O Desenho Arquitetônico, por ser feito em escala redu- zida e por abranger áreas relativamente grandes, é obrigado a recorrer a simbolos gráficos. Um Iavatório, por exemplo, pode ser representado nas escalas de 1:1 ou de 1:5 com todos os seus arcos e suas curvas; a maioria delas não pode ser desenhada na escala de 1 250. Seria um trabalho penoso e demorado, sem neces- sidade alguma, uma vez que o dito Iavatório pode ser simbolizando por uma figura esquemática. O lato se repete muitas vezes no desenho de um projeto: nas bacias sanitárias, nas portas, nas janelas, nas telhas, nos balcões, etc. PAREDES gde 0.25 e de O. l5. espessura usb Observe os cones desenhados de no Capítulo 12 e compare com o do Capitulo 10 - página 52, todos feitos na mesma escala. O desenho do Capítulo 12 é de apresentação mais agradável e corresponde à convenção habitualmente usada por arquitetos e desenhistas. Ambas, Capítulos 10 e 12, são corretas: é uma questão de gosto usar essa ou aquela na escala de 1:50. ESCALA PAREDE ALTAI __. (Pouco usnoo) *ê _ EM GERAL USA-SE. .. I- PAREDE ALTA¡ / /X C0" TRIÇO 350330 CAPÍTULO 1 1 E imprescindível que o desenhista conheça os símbolos gráficos do Desenho Arquitetônico, bem como suas dimensões. A principio haverá dificuldade para decorar tantas medidas; com a repetição tudo ficará gravado na memória. Muito ajudará, neste sentido, se o leitor se der ao trabalho de tirar pessoalmente as medidas das coisas e dos símbolos apresentados adiante. PENA 0.8 PODE SER USADA PENA 0.7 2- PAREDE A MEIA ALTURAI É ç Ç com TNAÇO msmo, !sro E', menos o §«5›°,1° : sesssunn no TRAÇO caosso °' s_ ° E 58
  64. 64. Desenho Arquítetônico 59 Quando se desenha na escala de 1:10O ou 1:200, as Embora não seja bem aceito para a fase de projeto, o paredes podem ser traçadas "cheias", como fizemos nas há uma técnica de desenho bastante usada na repre- plantas e cortes do capítulo anterior. Contudo, na escala sentação de anteprojetos: faz-se o contorno de paredes, de 1.100, há quem prefira usar dois traços feitos com a lápis ou a tinta, com traços finos e pinta-se o inter- pena 0,4 ou 0,3. Assim esta' desenhado o exemplo do valo com hidrocor numa das faces do papel vegetal. Capítulo 19. Na escala de 12200 as paredes são cheias; Além da beleza do colorido existe a vantagem da é impraticável outra representação, a menos que se economia de tempo, pois o desenhista usa uma só trate - por exemplo _ de construção antiga, de pena, já que o contraste será dado pelo hidrocor. grossas paredes e robustos pilares. Deve-se ter o cuidado de usar tinta não-solúvel em água (mancha com facilidade) e, também, verificar que a tonalidade das cópias heliográficas não corresponde à da cor no original. 4o pa/ -EÉS de pedra esvfalr 1:0 6404mb M. PORTAS E JANELAS sic Po R s ESTUDADAS con pg-rguqgs NO CAPITULO i7 Âmporüre/ bê/ vca. : cammaoammnáceazãs* ondeospávos 3314. NA LINGUAGEM TECNICAS PDSSUEM A MESMA COTA r PLANTA o. eo x ZJO LARGURA x ALTURA (en. 9omÁ:2./0 m 2.20) CORTE EXTERIOR pano. o' a/ /rzbàv/ ík PLANTA CORTE eotlãtda: 094W” m” PORTA EXTERNA pe GIRO Porwázmàa-o amxwíámdemnzi Éíznbskrerúam-&emmoaswrfermgxg maços uEoios-qza q CORTES / VaÍo PLANTA x' 94m pre/ ira conpcica P o an. usando wíàs cavwençfes; ¡Maffi-Q) 3 . .au DESENHADA ' a. de coa mare dom* , cama-P o TRACOS FlNOS-. O, i2
  65. 65. 60 Desenho Arquitetônicu ESCÀLAIISO l- DE CORRER ou coRREoIçA ________'-l í A *Haven-â* PLANTA : l °: | 2- PORTA PANTOGRÃFICA 4- PORTA BASCULANTE / 5a. ?de em Zãnmr PLANTA 5 - PORTA DE ENROLAR, PLANTA CORTE CORTE
  66. 66. Desenho Arquitetônico 61 . J Â N E L A S VEJA uuaéu o CAPÍTULO n l. |0 X 0.90 l.2O PIVOTANTE 43m"" 'Pe “à LARGURA x ALTURA (M914, -' pgrronu_ coansouçn a. pÍamÃz. !VÃO mdéca. o» toco de nmoimsonb da, /zvrteáps- dot? ? acc/ na, PODEM ser Claüos JANELADE JANELA GUÍLHOHNA BASCULANTE ,40- Jada- oennos ? ue uam 514%. alfa. nal: e' COQTADApe/ opíaaoaaphrzzã. deswsrz/ wda. °-7°*°~"° / VeJ-íe cam_ a. jwmeáa. e' 2°” EM pao/ emo, bmyãuk, amo o- Acima! , PLANTA CERTO ERRADO NEO PERMITA QUE DIGAM aAscuu-IANTE, vAscuLmTLaAswLaAurE;
  67. 67. 62 Desenho Arquitetõnico PEÇAS SANITÃRIÀS 0.45 o 0.55 0.29. 0.55 N? LAVABO OU í LAVATÓRIO É m. a u n BACH¡ CmúwLa-s-edasenAaz-aáaahe , m'. mmmos" . -' l _ mu? (ug: damjedeàmçadm awe' ou anos 5* . 0.50 g 0.60 »(935 u m” 2" 0.39 CORTE OU VISTA EI BACIA E EM ! IDE T 6 a ML U E] PISO REBAIXADO 0.05 a 0.60 BOX DE CHUVEIRO - CORTE __J/ | BANHEIRA - CORTE ESCALA l 2 50 k R E CO T DU VISTA LATERAL PLANTA ALTURAELIO a 2.00
  68. 68. Desenho Arquitetônico 63 Mc's/ as gsm. ::50 O.9OX L5O O MESA 0.50 x «.20 ALTURA 0.7:: SOFÁ. :.90 x 0.70 CADEIRA 0.45 x 04s E MESA de CENTRO POLTRONA oJoxor/ o unem DE ozscmso PORTA - M A LAS @AMA souemo 030x130 CASAL I.50Xl.9O PLANTA e 05° _ 05° GUARDA-ROUPA EMBUTIDO . ..munlllllllnul InIIIIIl| ||| |I| ||| INIH para o yuapda-rmgaa (móvel) m, Ê '-. É ¡ CORTE NUM GUARDA-ROUPA EMBUTIDO n NA COZINHA O” M” aqamsenàzdos #Ab 3.429 / voQMAs B AL c à o e @fan su/ effos_ a. 22': s/ Mpc / F/'cAA/ oo ou. SOF/ sr/ CA NDO F 0 G A 0 . m Asuca: REFRIGERADOR o. l TAMANHO MÉDIO 0.49 m f . PLANTA /
  69. 69. 64 Desenho Arquitetônico NA AREA m: SERV| ÇO TANOUES DE LAVAGEM . m, 0.30 MAQUINA DE 0.55 a 0.70 h'-o. a5 LAVAR ROUPAS P L A n T A O PLANTA ELEMENTOS VASADOS PLANTA oucoRT: PLANTA ou com: coMaoGo' o: . FACHADA COMEOGÓ o: FACHADA c u M e u Y o LouçA l AUTOMOVEIS 2.00 ESCALA ll IOO AUTOMÓVEL : nuno: 1.70 | .55 › AUTOMOVEL MEDIO AUTOMÓVEL PEQUENO JK E REPRESENTACAO nuno zsoueuArucn. CAMINHÃO r h= 2.70 A §2%°. ”2Í; o PLQL_LIÉ Ê 5.50 A ao. oo
  70. 70. O AROUWETA CASA DE PRAIA o PROJETO: MARLENE VASCONCELOS EXERCÍCIO ~ 1 a 15115: , ' ! W Nau' '|111. nwvnn-n , . «Nan-wa . OUARTO COZINHA +4» ++ l/ QUARTO QUARTO 65 Desenho Arquitetônico Observe nas plantas desta página, nas escalas de 1 :100 e de 1 :200, as simplificações feitas nos símbolos gráficos. O leitor poderá desenhar a planta desta página na escala de 1 150 e acrescentar cortes e as quatro fachadas, além da planta de coberta, com a utilização das con- venções apresentadas anteriormente. TERRAÇO l à I
  71. 71. AS ETAPAS DO DESENHO 66 CAPÍTULO 12 As técnicas de desenho e a seqüência no trabalho são elementos importantes para se obter eficiência e quali- dade. Muitos não ligam a esses detalhes e desenham de qualquer maneira, em geral mal e devagar. O pro- fissional sabe que um trabalho bem feito depende de bons instrumentos, de bom material e da correta aplicação deles. Esse é o fator humano e depende essencialmente de nós. Cabe-nos fazer um trabalho limpo, e bem apresentado, ou tentar empurrar um serviço desleixado e sujo. Eu escrevi "tentar empurrar". Pois é; um serviço ruim pode ser aceito, por esse ou aquele motivo. mas o trabalho seguinte será entregue a outro profissionai. Culpa-se, muitas vezes, a pressa. Ela e realmente uma quase constante, quer nos serviços do arquiteto, quer nos trabalhos do desenhista. Mas não justifica todas as falhas! 0 desenhista competente é bom e rápido. pois essas qualidades não são incompatíveis. Desculpas existem aos montes, entretanto um serviço bem feito deve passar por cima de todos os obstáculos. Chama-se a isso ter pu| so, "raça", disposição, caráter . .. Seja o que for, não está à venda nas bancas de revistas. Muito bem. Palmas! (Acabou o sermão) Muita coisa já foi dita em páginas anteriores sobre materiai e instrumentos. Já explicamos como se dese- nham os cortes e as fachadas. Agora trataremos da seqüência dos trabalhos durante o desenho.
  72. 72. Desenho Arquitetôníco 67 A' r - uAncAR o couroauo ' EXTERNO oo PROJETO 2 - oeszmun A ssozssunn ons pnazoss EXTERNAS F n? F ASE: a - DESENHAR AS PRINCIPAIS nrvrsõzs mrsams 0.2x: : #mas a. t ; Jg l 95 2.ro _L e* a *L 4o O 77 N. i- N 'J n¡ t5 o j 'Í' Q " o 'Z F O ! s O N t' -OÍÍ 43 O 'É *e '* 7 _r- +6#- *mt 3.00 3.00 P '- A N 7 A 46* coáu' . vaio- war-Ja. :- em E5°^L^ ':5° eâpa, ma. ? aparecem
  73. 73. 68 Desenho Arquitetônico A- PLANTA - BAIXA courruunçio o 2,9 FASE D í 4- oeseNHAa PORTAS e unueLAs @Onda à. - . . s- DESENHAR os eoulnnentos: eALcAo, eme, sncrmerc. M7045* é a- APAGAR os excessos ons LINHAS TRAÇADAS t 1- DESENHAR A pnoaecío DA coaenr¡
  74. 74. Desenho Arquitetônico 69 _ CONTINUAÇÃO 0 39 FASE. 8 - DESENHAR AS LINHAS PONTILHADAS A 9 ~ ACENTUA; A ESPESSURA DOS TRAÇOS (PAREDES) «www i' âpsenwço “v~&% l J I I t _ J c> É ¡ , 1 É 3 1 -eae ç 1 i = 1 r i 1 Í* i ¡ I 1 : r e í A h Õ m i B E í i ; í i 1 › a ; o i 4% i r QUARTO i' I a , r r i 3 I “ o , l g i i a 1 * 33 I x I I i Ç Í 1 l J TERRAÇO ' l i ' 075 J _ a § 'wéc ' . 'o W¡ v V w ! GQ 95K - e_ 499 o 1 o v. ¡ 4'* NORTH °, i» _ ____ ______ ______ _ _________ _ora/ um _ _ _M_ d_ _AJ 45 álg H 300 A 7 m 7 7 V¡ 7 300 7 7 Êlg 49FASE' IOJIOLOCAR LINHAS DE COTA E COTAR. ll-ESCREVER OS NOMES DDS COMPARTIMENTOS. IZ-INDICÀR A POSIÇÃO DOS CORTES, A ENYRADA, D NORTE.
  75. 75. 70 Desenho Arquitetõnico B 0 CORTES | - COLOCAR PAPEL 'MANTEIGA' SOBRE A PLANTA 2 - DESENHAR A LINHA DO TERRENO 3- HANGAR A COTA DO PISO (EMBASAMENTO) E TRAÇAR 4- DESENHAR AS PAREDES EXTERNAS E MARCAR SUAS ALTURAS 5- DESENHAR 0 FORRO, QUANDO HOUVER 6 - DESENHAR A COBERTA OU TELHADO CORTE AB ESCALA uso
  76. 76. à r : A ÊÃÍJà a» r fa», gfTÉíiiâo/ lffÊâãí” TÍÍÊQZáÊ - ea as fieis mãe ta_ _v_ ykhfaD 4.44.. ; L4. a , ' ; l ã : ez/ of ? ârããV-*Í : :a 2% Í, a . à, , _ 4, e; a “ a * àrãmíâ M: ?à _ , A : r »às @owners ã t. t; - 3 ríeiwks§ n” 'má-êgi E t . ENEM mw›: ~›»~¡›~~~. u_@§ r; gh¡ ,759 gçjâhutygiñ* : às : ea É f? ? gw; 313g - v* g vaia 2.4.425?? ? . .r agem «. : «A - Cg, .. ,¡ _ m É ; a ; Za Magg/ ;Kfzermê gemeas à¡ , . b-«ôkb-c* r "" m¡ se¡ mmmaWm_g“ AWÉ3 nan FÍÊKÊQEÉÚ «Ear c. . És; r É r É a i df%%i *Wi ãmsw"%7' “i” ser». .. j . w , if r Was, f? ?$141 inn a f' __ _ % mamã? ! 1 : a ¡jxsáãgr › e ~ 'Wgâzú , '_ ; ag . . ' t_ V, ' w ' @Biffi «A ; ZIIVÊÊÍÍÊÍÍ ara . ; 4É*? i%? ¡rt»~*9?*? ' mwgãwã" 'KÉÍQ
  77. 77. 72 Desenho Arquitetônico I- senão FEITAS DEPOIS os DESENHADOS os contas - As u n o z assinam A LINHAÀDO renlneno z MARCA¡ A3 namo o nz nuns, COMO SE VE NO CAPITULO IO. a- TODAS As MEDIDAS RELATIVAS 'As ALTURAS s: n¡o TRANSPORTADAS nos CORTES um AS FACHADAS. 4- AS FACHADAS NÃO LEVA# LINHAS DE COTA. MÍÍÍHWÍÍÍWH¡I¡WIN! !IIIIIIIIIIInmumuuunann. FACHADA LESTE O ESCALA 1350 5- REPÀSSÂR TODAS ÀS LINHAS -A LAÍFIS OU A TINTA- El¡ TRAÇOS FINOS ¡ rnAusronugnog-os. ouo: FOR o cAso, :u memos ou nossos, ATENDENDO A couvzuçio o cAníruLo Io. ÉAcHAnA NORTE o ESCALA : :ao
  78. 78. Desenho Arquitetônico 73 -ó--Ó- o - PLANTA g_ DE “ LOCAÇÃO § E DE ' COBERTA ESCALA IHOO 4 . 5.00 à NORTE ENTRADA MSSEIO Meio-fio ZÁPRzIn-JWEçÉ/ MÁQÊA, as eswa/ ad' de / .'50 ou de A200_
  79. 79. 74 Desenho Arquitetóníco E* PLANTA DE mTuAcÃo wnm m w É z 'É g ã a É u. QUADRA a PLANTA ue slrunçloo : scALA IZIOOO a. for-nm, e 249mm», os te? Feitos; 0 'gflóh Í @re remo; a. ? ma. ? eae &e/ 'Wm de ecos-sv @más- mais' amadas' FecÁLcuLo os ÁREAS #ea do ! far-rena /55550012/ da l ' Sqs/ m' coberta 52,354?? Em mÃaJa/ nora_ "af/ ea. coóepadnfíre; a. caberá . s-ôárvop/ azrwéo/ «Jgnñá Semad? womaúacoáerác/ Mm ameaçam». / Voezenga/ o-x ' 496444 aaáenáfé/ Áaafo) 63,540# prvcyeçaírda_ caber-à même “opárzaéofqoitá/ ¡ÂÃÍ/ n'
  80. 80. ' Desenho Arquitetônico 75 e o orsTalaulçãn o os DESENHOS EM PRANCHAS ? lospeeuenoy , omyeüs- e cõldtyüafeÚólüâdo'77ltmxçcíal-lo- WWF? ? MWM/ za tâuàcaiím CBERTA ® CORTES FACHADAS ® A @gana/ a ou. *WFW CL : Í p ' na_ 736a. ppoíg'. PLANTA í 'Tuww dona( Chuan-De “na 'í “ C4 21-0430 " ESQUEMA DE UM "CARIMBO" “En” GILDO MONTENEGRO 0 ARQUITETO E s CA L A z/ a LOGOTXPO DO PROJETO PARA cousrauçio os u N A ARQUWETO ou RESIDÊNCIA SITUADA No LOTE IS- ouAuRA F N? D0 PROJETO NA RUA aos VENTOS, No LOTEAMENTO oo JARDIM PARAfso -BAHIIO DA FÉ-RECIFE - FE nLAuvAmAcl-ah O Í Dn! , CORTES ma¡ L Pnoonceníalo "' " PROJETO coNsfauçío CREA o o O-D-79R 0 espaço- abuso' do “carímóo” [44 rever-mai: para a' _ É . É _ Nos casos de projetos que exrgem varias pranchas, elas M ' serão desenhadas na se üência ue acabamos de a re- re, q q D irão¡ e' 946g_ sentar ainda que. posteriormente, venham a ser nume- / dda/ o¡ _sabia/ gs radas na seguinte ordem: , , :qem/ aa: e umas. 1) Situação 2) Locação 3) Planta de coberta 4) Plantas baixas 5) Cortes 6) Fachadas. Ver o Capítulo 19. ' Nos projetos em que a planta, por suas grandes dimensões, tenha de ser dividida por mais de uma prancha, deve-se ter o cuidado de fazer uma prancha contendo a planta completa - em escala menor - e simplificada ou abreviada de modo que se tenha, rapidamente, uma idéia do conjunto.
  81. 81. 76 Desenho Arquitetônico Quando o desenho, seja qual for seu conteúdo _ planta de qualquer espécie, cortes ou fachadas não pode ser colocado na prancha na posição que indicamos, deve-se adotar a solução indicada ao lado. 31803 H0 VGVHUV! p POSIÇÃO woman. : m. A N TA FACHAD! Z POSIÇA-O NORMAL H - VERIFICAÇÃO As cópias são geralmente tiradas em grande quantidade, de modo que qualquer erro torna-se difícil de ser corrigido. Verifique também a ortografia, não deixando passar coisas como ame-projeto, dispensa, cosinha, garage, sita (casa sita à rua. . . ), basculhante, mts (em lugar de metros), faichada, desenho, living (em lugar de sala de estar). COMPLETA DE IRAÇOS, COTAS, KnzAs, ETC. ANTES o: 'nana CÓPIAS Posnçio ALTERNATIVA FÀCHADI #uma POSIÇÃO ALTERNATIVA : sn POSIÇÃO APLlcA-SE TAM seu AOS comes
  82. 82. l - espscmcações Desenho Arquítetônico 77 pz-qefbueasvs, reoessámmrjàs' de paredes', ÍO17"“0', coóer-áu-zç, , Maiara e oaú-o-. r 4,6464.- merda: : e' o- aae a: dama. "Mania @zada/ Í de , arre- , fu-àwáz foda. na_ escala de 1:20 aq. n25. Cada escritório pode estender suas especificações, incluindo outros elementos da construção (esquadrias, ferragens, luminárias, etc. ), e detalhar melhor cada um dos componentes do projeto. Uma especificação completa dificilmente poderá ser encaixada num desenho. O desenho terá uma espe- cificação abreviada, a ser complementada por um caderno de encargos. Existem diferentes maneiras de especificar nos desenhos. As mais usadas são 1) Letras e números 2) Símbolos gráficos e números. Por exemplo, estabelece-se um código de letras e de números: A é Piso 1 7 Cimentado B - Rodapé 2 - Cerâmica C - Soleira 3 - Gesso D - Parede 4 _ Lambri de madeira E - Pintura 5 _Tinta Iavável F _ Forro 6 - Fluorescente G _Iluminação 7 _ Azulejo colorido H - Balcão 8 - Mármore Portanto, A8 significa piso de mármore, E5 corresponde a pintura com tinta lavável, F3 será forro de gesso. As referências como A8, E5, F3 serão escritas ou normografadas em cada dependência muito mais rapida- mente do que qualquer outro processo. E claro que cada pessoaque recebe a planta deverá ter, igualmente, a "tradução" do código, que é feita em papel separado ou na própria planta. 2 ~ Pqúâ-ye ' 'car por medo' de 57/780105 GQAíC/ 'COS e de crime/ w. ASM: A p/ so Na página seguinte o leitor encontrará exemplos de utilização dos dois processos acima indicados. Lem- bramos que o primeiro deles é mais flexível _ por não estar limitado a símbolos gráficos - e que ambos podem e devem ser utilizados, também, nos cortes e nas fachadas.
  83. 83. 78 Desenho Arquitetánico ESPEUHCAÇÃO DE MATERIAIS NA PLANTA SISTEMA $| STE| M , s E R vi Ç o s l QUARTO A3-B5-C6-D7-El2- F7+l5-Jl6 ' B Doe/ opa Al-C5-D8(h=2.lO)+D7' Ell -F7+l3-Gl8-J l 6 1 1 SERVIÇO A4-D9+7 -El3 _M PASSAGEM S A L A AZ-BS-CS-D? ElI-FTHB-JIG í E <©ODQ<>@@@, COZINHA APCS-DIO (l1=l. b0)' D7 EII-FTHS- HIS -Jl7 QUARTO TERRAÇO Relação de matei/ ais 1) Cerâmica esmaltada de 15 >< 30 cm, Cor . É _/ .;7@ 2) Cerâmica decorada linha BETA, cor branca u __ e verde. 20 x 20 cm 3) Taco de peroba encarado. Ver detalhe 4) Cimentado, na cor natural 5) Mármore branco 6) Peroba 7) Chapisco e massa única 8) Azulejo decorado ALFA de 10 >< 20 cm na vertical. Cor marrom e creme 9) Azulejo branco com 10 fiadas 10) Azulejo de cor bege 11) Pintura de PVA sobre massa plástica Cor castanho 12) Pintura de PVA sobre massa plástica. Cor COZÍNHÂ azul celeste 13) Pintura de cal branca 14) Cimenlado pintado de Epoxi. Cor mos- 'M50 tarda 15) Aço inoxidável 16) Incandescente 17) Fluorescente 18) Linha Calumbi na cor branca corn ferragem ITOL linha Capiba As esquadrias são detalhadas em pranchas à parte, onde se indicam as quantidades, a madeira, o acabamento e as ferragens
  84. 84. CAPÍTULO 1 3 NOÇÕES DE DESENHO TOPOGRÁFICO Nem sempre os terrenos são lotes retangulares e planos. Muitos projetos tem seus custos acrescidos por serviços Há também terrenos de contorno irregular e outros com não previstos inicialmente; não por deficiência do projeto altos e baixos. A representação da superfície do terreno e sim por faixa de dados em decorrência de um levanta- é estudada em Topografia. E o que diz o próprio nome: mento incompleto. Sempre há quem confunda 'econo- topo = terreno e grafia = representação. mia" e "o mais barato". . . O bom construtor sabe que um serviço bem feito é aquele que é feito uma única vez! Nada custa tão caro como desmanchar e fazer novamente, com remendos. Perde-se tempo, trabalho, dinheiro e surgem aborrecimentos e atritos. 'rã-S' 044m5!” ? e 91354 PLANTA! ESCALA Izuooo LEVANTAMENTO PLANIMÉTRICO (Acuu) é o osasnuo oa paoasçao HORIZONTAL os uu rzanzuo. CHAMA-SE. TAMBÉM, PLANlmETRlA. 'ÊmZGo-amár 6091.52. '“ ') e aoàmáu-'E : tw/ noswñg wcdéferenferqaocas «to anna, 79
  85. 85. 80 Desenho Arquitetônico CURVA DE NÍVEL É A REPRESENTAçÃO nos PONTOS os uesuA con ou ALTURA em RELAÇÃO A un PLANO HORlZONTAL TOMADO cmo REFERÊNC| A PERSPECTIVA paoasçío HORIZONTAL Apa-àrdeuwúpapdcaúxüzan áakzalâzrtw (ooüs)dos', oovzfõs A, a,c, .o. .. e M, N, P, o. .. A: 23.8 M: 23.3 D( m) l C (20.5) O (20.8) ! (20) . w mas / mreriens N 415mm# um . n. a: ponha- de numa. em; oóâaurs as cupws p: Nivel, (como n, ó_
  86. 86. ExEuno nE uu LEVANTAM§NTO PLANIALTIMETRICO Ssçio AB PERSPECTIVA , l zu SEÇÃO 6 D
  87. 87. 82 Desenho Arquitetõnico EXERCÍCIOS 1) Um exercício simples sera' ampliar a planta ao lado para A a escala de 1500 ou de 1:20O e fazer várias seções. Fazer, também, seções por planos não- paraielos à fachada, como FG. Não apresentamos as soluções deste exercicio. 2) Conhecido o levantamento piammétnco, ao lado, repree sentar os muros e as fachadas da casa. Dados: Piso da casa na cota 30,50 Cumeeira na cota 33,90 Inchnação da coberta. i 40% Altura do muro: 1 m Escala das fachadas, M500 Atenção: não é um exercício para principiantes' Orientação: inicialmente escolhemos uma fachada e traçamos a base do muro, seção BC na elevação Sul, §D na elevação Leste, etc. 0 procedimento é semelhante ao que io¡ usado X para as seções da página anterior. Aqui as distâncias hori- ¡¡ l zonrais devem ser multrplicadas por 2 de modo a passar da escala 1.1 000 (planta) para M500 (fachada) ou: 1/1 000 r x 2 = 1/500. Desenhamos a fachada da casa de acordo com as cotas dadas. Procuramos os pontos de tangência de cada curva com a linha da chamada a levamos para a fachada, obtendo o perfil do terreno (traço fino) nessa fachada. Depois passamos uma paralela à base do muro (h = 1,00) e fazemos a parte superior do muro paralela à base (parte da fachada Sul) ou escalonada, Isto é. em degraus, como está desenhado num trecho da fachada Oeste. REsPo§IAs 29 r' 35 --- -í_~ -. +/- “"'““~: ~-~+. _ 34 33 32 ? ul - 30 ELEVAÇÃO suL Esc. rzsoo ELEvAçA' o LESTE

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