Capelania e humaniza+ç+âo hospitalar

1.631 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.631
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
248
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
67
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Capelania e humaniza+ç+âo hospitalar

  1. 1. O que é humanização Humanizar é ser benigno, afável, bondoso, clemente, solidário, compassivo, se dar em razão do paciente como cliente externo e ao funcionário como cliente interno, tornar tratável, prazer em servir, alegria em se dar, em prestar ajuda, em sentir a dor do próximo.
  2. 2. Objetivos Gerais. Humanização no hospital não se constitui um ato isolado de seus administradores, mas uma pragmática de todos os componentes do hospital e em todos os níveis hierárquicos, a oferecer um pouco mais do “calor humano” ao paciente e seus acompanhantes quando da internação hospitalar tornando seus dias mais brandos.
  3. 3. Objetivos Específicos • “A Humanização pode ser entendida como o estabelecimento da primazia efetiva dos direitos do paciente sobre a estrutura operacional e administrativa do hospital. Este conceito, aliás, coincide integralmente com a afirmação sempre repetida de que o doente e a razão de ser do hospital”.
  4. 4. Justificativas • Humanização no hospital é uma questão não só de profissionalismo, mas de coração e alma, em que cada um se dá com total desejo em melhor servir uns aos outros, e todos em favor do doente, como se este fosse seu pai, sua mãe, seu filho, ou uma pessoa da sua própria família
  5. 5. Estratégias de ação. 1. Deve ser apoiada pela diretoria e compartilhada por todas as chefias 2. Reunião sistemática para uma avaliação e troca de informações 3. Formar uma comissão com relator e vogais
  6. 6. Em contrapartida 1. Não confundir humanização como uma simples adoção de uma série de medidas isoladas que visam solucionar problemas específicos da administração hospitalar. 2. Não pode ser fruto de uma ação momentânea ou de um esforço limitado no tempo. Deve integrar-se num plano sustentado, contínuo, permanente, multiforme em que estão em jogos diversos níveis de responsabilidade que devem ser coordenados.
  7. 7. A humanização 3. A Humanização é a tarefa comum primordial e indeclinável de quantos, em todos os níveis se dizem responsáveis pela sua administração, sendo a própria razão de ser e o objetivo final dos serviços oferecidos.
  8. 8. A humanização 4. A qualificação eficaz de seus funcionários, a reciclagem permanente e o acompanhamento intenso de suas atividades, são indispensáveis e necessários para que a humanização se processe eficazmente no dia a dia, bem como uma avaliação periódica pré- estabelecida.
  9. 9. A humanização 5. Uma série de ações coordenada entre todos os setores se constitui exigência para a equipe em que todos se sintam participantes, responsáveis e colaboradores, desenvolvendo princípios de ética, postura, dentro da filosofia do hospital, onde a integração seja comum bem como os princípios hierárquicos sejam observados.
  10. 10. A humanização 6. Envidar esforços para proporcionar aos integrantes do hospital as condições humanitárias em todos os seus segmentos. 7. O sentir-se bem no trabalho, lazer, esportes, cultura, religião, etc., para que estes possam ser portadores e instrumentos transmissores naturais dessa filosofia maior.
  11. 11. Sugestões para avaliação 1. Iniciar com uma pesquisa para avaliar a filosofia, conhecimento e disponibilidade pessoal de cada cliente interno 2. Neo-natal – musical especial para os bebês , mães de bebês prematuros, uma reunião semanal para descontração e encontro com o capelão, local para descanso – lazer – jornal ou revistas 3. Confecção do jornal interno direcionado para o paciente – cooperação com fornecedores.
  12. 12. Sugestões para avaliação 4. Ativa campanha pelo silêncio no hospital enfermaria térreo e corredor, lugar mais barulhento – confeccionar crachás “eu estou contribuindo para o silêncio no hospital”, promover gincanas internas com todos os plantões 5. Reciclagem sistemática no que se aplica a Boas maneiras, etiqueta, ética e profissionalismo (seguranças / motoristas - porteiros) 6. Informação no censo ou fazer conhecido do capelão a religiosidade dos pacientes e se deseja ou não receber visita
  13. 13. Sugestões para avaliação 7. Funcionário padrão por setor 8. A importância do apoio das gerências à reunião semanal com o capelão 9. Ativar sistemática de ação social: coral com músicas folclóricas, atividade beneficente uma vez por semestre na favela – recolhimento e adoção de alimentos e roupas em favor dos pobres 10. Escolher um “dia do encontro” da família do hospital – esporte e lazer
  14. 14. Sugestões para avaliação 11 Convênios com – academia, locadora, farmácia, casas comerciais para um preço diferenciado 12 O que fazer com paciente internado por período longo? 13 Terapia ocupacional de tempo - O que colocar à sua disposição. 14 Ocupação do acompanhante no período da cirurgia
  15. 15. Sugestões para avaliação 15 O que o Banco de Leite poderia realizar junto à comunidade (produzir um folder educativo). 16 Cartão especial, aniversário, certificado de destaque, etc. 17 Editando um livrete de reflexões – Sementes de Vitória. 18 Promover cursos de capelania – carga de 20 horas aula, com tarefa obrigatória a presença dos alunos a uma favela ou entidade filantrópica onde será servido um jantar e entregue as cestas
  16. 16. Conclusão 1. O capelão deve depender de Deus, conhecer bem a Bíblia, ter um espírito manso, ser servidor, atencioso e pronto a servir. 2. Deve gostar de ler bons livros. 3. Deve ser membro de uma igreja e ser apoiado pelo seu pastor
  17. 17. Com o amor de Deus em nós Muito obrigado a vocês! Pr. Linaldo Oliveira

×