IntroduçãO A Iridologia

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IntroduçãO A Iridologia

  1. 1. INTRODUÇÃO A IRIDOLOGIA UM MÉTODO DE DIAGNÓSTICO
  2. 2. • “ A candeia do teu corpo é o olho. Sendo pois o teu olho simples, também todo o teu corpo será luminoso, mas se for mau, também o teu corpo será tenebroso. Olha pois que a luz que em ti há não seja trevas. Se, pois todo o teu corpo é luminoso, não tendo em trevas parte alguma, todo será luminoso, como quando a candeia te alumia com o seu resplendor.” Lucas 11:34-36.
  3. 3. • Desde os primórdios da humanidade que os olhos são objectos de fascínio pelo Homem. Há achados arqueológicos que comprovam que os Caldeus, Babilónios, deixaram inscrições em pedras sobre a íris e a sua relação com o restante do corpo.
  4. 4. • No antigo Egipto foram encontradas cerâmicas onde foram pintados olhos inclusive com sinais Iridológicos. • Na Grécia Antiga, Hipócrates, considerado o pai da Medicina, também se interessou pelo estudo da íris com a finalidade de diagnostico. Como existem referências em registros da Escala de Salerno.
  5. 5. • Em 1670 d.C., Phillippus Meyens, Dresden, na sua obra Chiromatic Médica, faz menção de sinais na íris e quais seriam os principais, bem como, dá um entendimento básico para o primeiro mapa da íris publicado.
  6. 6. • Já em 1695, em Nuremberg, Joahann Eltholtz, escreveu trabalhos científicos sobre sinais na íris. • Cristian Haertels, passados 91 anos, em Goettinger, elaborou um trabalho fundamentado nos estudos de Meyens e Eltholtz, chamado De óculo et signo (o olho e seus sinais), que causou muita polémica na época, como se imagina.
  7. 7. • Peczely, pai da Iridologia moderna, médico, de nacionalidade húngara, Graças ás suas observações e pesquisas, chegamos ao estado actual da Iridologia.
  8. 8. • Peczely, aos dez anos de idade, redescobriu a Iridologia acidentalmente. Ao lutar para capturar uma coruja, quebrou-lhe uma das patas, notando, imediatamente, que em seus grandes olhos surgia um sinal que correspondia às 06:00 horas do relógio. • O futuro médico imobilizou a pata fracturada da coruja com uma tala e passou a cuidar da ave. Durante o processo curativo observou que ocorriam alterações no sinal da íris, que hoje sabemos ser a indicação da cura.
  9. 9. • assim, chegou-se á conclusão, que das alterações que acometem um ou mais órgãos, ou o organismo como um todo, que são expressos e reflectidos na Íris, através de uma topografia, onde cada órgão se encontra representado nos mapas Iridológicos, permitem uma abordagem perfeita.
  10. 10. • A Iridologia é uma ciência, uma técnica, cujo método propedêutico permite através da observação dela, conhecer a constituição geral e parcial do indivíduo, bem como os estágios evolutivos, agudos, sub agudos, crónicos e degenerativos,
  11. 11. • muito embora, seja impossível estabelecer-se um diagnóstico, que pressupõe darem-se nomes às doenças. a Iridologia funciona como um pré diagnóstico, onde a detecção dos órgãos de choque, permitem mais facilmente elaborar-se o referido diagnóstico, através de exames complementares que venham a confirmar as suspeitas clínicas.
  12. 12. • Qualquer profissional qualificado, sabe o quão difícil é proceder-se a um diagnóstico. Principalmente, porque em face das drásticas mudanças ocorridas no planeta, em decorrência de uma série de factores, como, por exemplo:
  13. 13. • explosões nucleares, mudanças climáticas, excessos de medicamentos desde o nascimento e outros, os organismos tiveram que se adaptar, de tal forma que, os sinais clássicos de propedêutica também se modificaram,
  14. 14. • Dificultando assim, sobremaneira a elaboração dos mais diversos diagnósticos. Daí a importância da Iridologia como agente facilitador para se chegar a um correcto diagnóstico clínico.
  15. 15. • Hoje em dia o diagnóstico através da íris tem melhorado consideravelmente. • O material de captação de imagem seja a foto ou o filme digital tem evoluído muito. • O armazenamento de informação e as novas tecnologias veio facilitar todo o trabalho.

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