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Sophia de Mello Breyner
Andersen
Países Europeus Visitados pelo Cavaleiro
Dinamarca
Itália
França
Bélgica (Antuérpia)
ITINERÁRIO PERCORRIDO PELO CAVALEIRO
Dinamarca Palestina Ravena Veneza
Ferrara Bolonha Florença Génova
Bruges Antuérpia Di...
A história inicia-se com uma longa descrição que começa com: “A
Dinamarca fica no Norte da Europa…”(pág.5) e termina com a...
•Situar a acção no tempo: “Há muitos anos, há dezenas e centenas de
anos…”e no espaço”…havia certo lugar da Dinamarca, no ...
•Admirar as diferentes estações do ano, os vários “rostos” da floresta:
Na Primavera as bétulas cobriam-se de jovens folh...
No Verão, as crianças teciam grinaldas que poisavam nos
cabelos ou que punham a flutuar no rio;
As crianças dançavam e can...
•Permite conhecer o modo como é preparada e vivida a noite de Natal em
casa do Cavaleiro:
Juntava-se a família;
Vinham a...
Acontecimento inesperado:
Comunicação do Cavaleiro da sua intenção de passar o
Natal seguinte na gruta onde Cristo nasceu,...
De todos estes destinos visitados pelo herói, vamos
conhecer os mais importantes para a compreensão da
acção da história. ...
Como o navio não estava em condições de prosseguir viagem, o Mercador
de Veneza convidou o Cavaleiro para seguir viagem at...
Narrativa de Encaixe – (en/in + caixa – dentro da
caixa) é uma história encaixada na acção principal.
Nesta cidade segue as recomendações do Mercador e dirige-se à casa do
Banqueiro Averardo, onde fica hospedado. Descrição d...
Falaram-lhe de Giotto, o famoso pintor...
Contaram-lhe a famosa história de Dante e
Beatriz...
Na viagem de regresso à Dinamarca, o Cavaleiro foi até à
Bélgica para efectuar a viagem de barco.
Foi até Antuérpia, grand...
História de Pêro Dias – 4ªacção secundária
A história encaixada de Pêro Dias inicia
primeiro com uma pequena descrição do ...
.
Apesar de lhe parecer que todas as forças da natureza se
tinham juntado para o impedir de cumprir a sua promessa, ele,
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Mas agora estava tão perto e não queria faltar ao
prometido:
•Neve caía espessa e cerrada, impedindo que o Cavaleiro
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O cavaleiro da dinamarca versão cat

  1. 1. de Sophia de Mello Breyner Andersen
  2. 2. Países Europeus Visitados pelo Cavaleiro Dinamarca Itália França Bélgica (Antuérpia)
  3. 3. ITINERÁRIO PERCORRIDO PELO CAVALEIRO Dinamarca Palestina Ravena Veneza Ferrara Bolonha Florença Génova Bruges Antuérpia Dinamarca
  4. 4. A história inicia-se com uma longa descrição que começa com: “A Dinamarca fica no Norte da Europa…”(pág.5) e termina com a frase “Até que certo Natal aconteceu naquela casa uma coisa que ninguém esperava” (pág. 10) – 11 parágrafos. Esta descrição permite: •Localizar geograficamente a Dinamarca – no norte da Europa - e conhecer as características do Inverno naquele país. (1º parágrafo): •Invernos longos e rigorosos; •Noites muito compridas; •Dias curtos, pálidos e gelados; •A neve cobre a terra e os telhados; •Os rios gelam; •Os pássaros emigram; •As árvores perdem as suas folhas •As florestas geladas e despidas •O grande silêncio imóvel e branco •Só os Pinheiros continuam verdes. “Só eles (…) parecem vivos no meio do grande silêncio imóvel e branco”
  5. 5. •Situar a acção no tempo: “Há muitos anos, há dezenas e centenas de anos…”e no espaço”…havia certo lugar da Dinamarca, no extremo Norte do país, perto do mar, uma grande floresta de pinheiros, tílias , abetos e carvalhos. Nessa floresta morava com a sua família um Cavaleiro. Viviam numa casa construída numa clareira rodeada de bétulas. E em frente da porta de casa havia um grande pinheiro que era a árvore mais alta da floresta. Relativamente ao ESPAÇO, há uma GRADAÇÃO no sentido do geral para o particular:
  6. 6. •Admirar as diferentes estações do ano, os vários “rostos” da floresta: Na Primavera as bétulas cobriam-se de jovens folhas, leves e claras; A neve desaparecia; O degelo soltava as águas do rio cuja corrente recomeçava a cantar noite e dia; A floresta enchia-se de cogumelos e morangos selvagens; Os pássaros voltavam do Sul; O chão cobria-se de flores; Os esquilos soltavam de árvore em árvore; O ar povoava-se de vozes e de abelhas; A brisa sussurrava nas ramagens; Manhãs verdes e doiradas; As crianças saíam muito cedo e iam colher flores, morangos, amoras e cogumelos. As crianças saíam muito cedo e iam colher flores, morangos, amoras e cogumelos .
  7. 7. No Verão, as crianças teciam grinaldas que poisavam nos cabelos ou que punham a flutuar no rio; As crianças dançavam e cantavam sob a sombra das árvores. No entanto, é no Inverno que decorre a maior festa do ano, a maior alegria, o NATAL.
  8. 8. •Permite conhecer o modo como é preparada e vivida a noite de Natal em casa do Cavaleiro: Juntava-se a família; Vinham amigos e parentes, criados da casa e servos da floresta; Em frente da lareira armava-se uma enorme mesa para todos; Comiam, riam e bebiam vinho quente e cerveja com mel; Narravam-se histórias de lobos e ursos, de gnomos e anões, de Tristão e Isolda, de Alf, rei da Dinamarca, e Sigurd, dos Reis Magos, dos pastores e dos Anjos. A noite de Natal era igual todos os anos: “Sempre a mesma festa, sempre a mesma ceia, sempre as grandes coroas de azevinho penduradas nas portas, sempre as mesmas histórias”
  9. 9. Acontecimento inesperado: Comunicação do Cavaleiro da sua intenção de passar o Natal seguinte na gruta onde Cristo nasceu, em Belém. A esta revelação juntou-se a promessa de que dali a dois anos estariam de novo reunidos para celebrarem, como já era tradição, juntos o Natal. Primavera – o Cavaleiro deixa a floresta e dirige-se para a cidade mais próxima, um porto de mar. Embarcou depois e chegou à Palestina muito antes do Natal.
  10. 10. De todos estes destinos visitados pelo herói, vamos conhecer os mais importantes para a compreensão da acção da história. Assim, ficaremos a conhecer apenas as cidades onde ele permaneceu mais tempo, aprofundando amizades e vivenciando novas e enriquecedoras experiências.  De todos estes destinos visitados pelo herói, vamos conhecer os mais importantes para a compreensão da acção da história. Assim, ficaremos a conhecer apenas as cidades onde ele permaneceu mais tempo, aprofundando amizades e vivenciando novas e enriquecedoras experiências.
  11. 11. Como o navio não estava em condições de prosseguir viagem, o Mercador de Veneza convidou o Cavaleiro para seguir viagem até à sua cidade, pois se tinha ficado espantado com a beleza de Ravena, VENEZA, construída sobre as águas, deslumbrá-lo-ia ainda mais e, de lá, poderia seguir por terra para o porto de Génova donde partem constantemente navios para a Flandres e, assim, ficaria a conhecer as belas e ricas cidades do Norte de Itália. O Cavaleiro decidiu aceitar o convite do Mercador e seguiu com ele para Veneza.
  12. 12. Narrativa de Encaixe – (en/in + caixa – dentro da caixa) é uma história encaixada na acção principal.
  13. 13. Nesta cidade segue as recomendações do Mercador e dirige-se à casa do Banqueiro Averardo, onde fica hospedado. Descrição da casa do banqueiro e a forma como ocupa os seus serões. O que mais o impressionou foram os temas das conversas: discutia-se o movimento do Sol e das Luas, os mistérios do céu e da Terra, falavam de Matemática, de Astronomia e de Filosofia, do passado, do presente e do futuro, das estátuas antigas, das pinturas acabadas de pintar, de música, poesia e de arquitectura. Em suma, parecia que toda a sabedoria da Terra estava reunida naquela sala.
  14. 14. Falaram-lhe de Giotto, o famoso pintor...
  15. 15. Contaram-lhe a famosa história de Dante e Beatriz...
  16. 16. Na viagem de regresso à Dinamarca, o Cavaleiro foi até à Bélgica para efectuar a viagem de barco. Foi até Antuérpia, grande porto de mar, onde se efectuavam as grandes trocas comercias . Aqui perde o último navio e trava conhecimento com um capitão ao serviço do negociante flamengo que lhe relata viagens de expedições a África...
  17. 17. História de Pêro Dias – 4ªacção secundária A história encaixada de Pêro Dias inicia primeiro com uma pequena descrição do local de desembarque e depois com apresentação do objectivo do capitão: estabelecer contacto com os Africanos, seguidamente é apresentada o protagonista desta história encaixada. Estas histórias de longínquas viagens, de ilhas desertas, de árvores descomunais, de tempestades e calmarias, de povos misteriosos de pele sombria fascinavam o Cavaleiro, mas era já NOVEMBRO e ele anunciou a sua pretensão de seguir viagem por mar para a Dinamarca.
  18. 18. . Apesar de lhe parecer que todas as forças da natureza se tinham juntado para o impedir de cumprir a sua promessa, ele, homem de fé e de palavra, recobrava o ânimo e prosseguia a sua viagem. E assim foi, até que passadas longas semanas, na antevéspera do Natal, ao fim da tarde, chegou a uma pequena povoação que ficava a poucos quilómetros da floresta. Aí recuperou as forças e, na madrugada de 24 de Dezembro, partiu, pois tinha de chegar a casa antes da meia-noite e o dia era curto e a travessia da floresta difícil, pois estava coberta de neve. APÓS DOIS ANOPS DE AUSÊNCIA, A FLORESTA PARECIA-LHE FANTÁSTICA E ESTRANHA – nova descrição – surge o PINHEIRO novamente, o único sinal de vida na floresta; símbolo da esperança.
  19. 19. . Mas agora estava tão perto e não queria faltar ao prometido: •Neve caía espessa e cerrada, impedindo que o Cavaleiro visse o caminho certo; •Erra na direcção; •Surgimento de uma alcateia e de um urso; •Mas mesmo assim pensa: “Hoje é noite de Trégua, noite de Natal” •As feras recuaram ao ouvi-lo dizer estas palavras; •O cavaleiro continuava a caminhar ao acaso, levado por pura esperança, pois nada via e nada ouvia, •E quando o cavalo já se recusava a continuar, o Cavaleiro lembrou-se da Noite de Natal que passara em Jerusalém
  20. 20. .

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