APRESENTAÇÃO AO MERCADO<br />Maio 2011<br />1<br />
AGENDA<br /><ul><li>ABERTURA
SETORIAL
INDUSTRIAL
CORPORATIVO
RESULTADOS
GESTÃO FINANCEIRA E DE RISCO
PERSPECTIVAS</li></ul>2<br />
3<br /><ul><li>ABERTURA</li></li></ul><li>4<br />Novos Tempos e Desafios ...<br /><ul><li>A Paranapanema vive um novo cicl...
solidez financeira
 foco na rentabilidade
 foco na qualidade
 foco na tecnologia </li></ul> Estratégia:<br />Investimentos focados: ganho de escala e competitividade<br /><ul><li>Cicl...
Plano de Investimentos aprovado por unanimidade no CA com prazo de maturação mais longo
CAPEX de 2010-13 serão R$702 milhões em:</li></ul>    20% de expansão na capacidade de cobre refinado<br />    Mais de 5...
 Busca de ganhos de escala e competitividade, com redução de custos fixos
 Foco na rentabilidade.</li></ul>5. Parcerias estratégicas:<br /><ul><li> Em estudo, possíveis parcerias estratégicas para...
 Crescimento esperado do PIB e em diversos setores que demandam cobre, ajudado pelos eventos esportivos e pelo PAC, alavan...
Consumo global
Crescimento dos Países emergentes
A Economia Brasileira crescerá em ritmo acelerado, acima de 5% e de forma sustentável.
 A cadeia produtiva do cobre apresenta um consumo de 1 a 2% superior a média brasileira de  crescimento.</li></ul>Aumento ...
7<br /><ul><li>SETORIAL – Divisão Cobre</li></ul>     Participantes na Cadeia de Cobre no Brasil<br />     Indicadores G...
8<br />Participantes na Cadeia de Cobre do Brasil<br />Fonte: Sindicel e ABC<br /><ul><li>Poucos players no início da cade...
 Produção de concentrado de cobre no Brasil suficiente para atender a demanda dos refinadores
  Setor de fios e cabos composto por empresas multinacionais e por empresas familiares
 Apenas 2 Companhias são de capital aberto listadas na BM&FBovespa (Vale e Paranapanema)
 O subsetor de fios e cabos é o maior na cadeia do cobre no Brasil</li></li></ul><li>9<br />ParticipantesnaCadeia do Cobre...
10<br />Indicadores Globais de Cobre<br />Desde 2008 ...<br />Fonte: Brook Hunt  Dez/10<br /><ul><li>A Produção mundial de...
A demanda global por concentrado de cobre pelas refinadoras (smelters) aumentou em média 1,8% a.a.;
A produção de cobre refinado global cresceu a uma taxa média de 2% a.a.; e
O consumo de cobre refinado mundial aumentou a uma taxa média de 2,7% a.a. </li></li></ul><li>11<br />Indicadores Globais ...
O Treatment Charge (TC) – Taxa de Tratamento do Cobre e o Refining Charge (RC) – Taxa de Refino do Cobre, é o desconto ded...
O preço médio do cobre tem sido muito </li></ul>Volátil  (oferta e demanda + hedge funds) <br />Aumentou  46% em 2010 cont...
13<br /><ul><li>SETORIAL – Divisão Cobre</li></ul> Importância da Marca Eluma no segmento de semimanufaturados<br />    ...
14<br />Marca Eluma: Distribuição da Receita por Segmento<br /><ul><li>Diversificação como vantagem competitiva
Entrada no segmentos de arames e barramentos de cobre a contar de 2009
Semimanufaturados crescem 37% em receita e 21% em volume em 2010 contra 2009     </li></li></ul><li><ul><li> Cenário econô...
Projeções de tendênciasdemográficas no Brasil:
Investimentos em moradias:</li></ul>15<br />Perspectivas para semimanufaturados de cobre<br />Fonte: ABRAMAT  / FGV  - Dez...
16<br /><ul><li>INDUSTRIAL –  O NÉGOCIO DO COBRE PRIMÁRIO</li></ul> Cadeia Produtiva do Cobre <br />      Capacidade de ...
17<br />Cadeia Produtiva do Cobre<br />     Fornecedores<br />Presençasignificante na  Divisão Cobre: 98% do total da rece...
18<br />Capacidade de Produção – Bahia<br />Cobre Eletrolítico........................ 240.000 t/ano<br />Vergalhão .........
Diagrama de Fluxo do ProcessoMetalúrgico<br />Chile: 70–75%<br />Portugal: 4–6%<br />Brasil: 20–25%<br />RECEPÇÃO E ESTOCA...
20<br />Investimentos – CAPEX<br />Investimentos em 2010 : R$51 milhões<br /><ul><li> Segmento de Cobre: 88% de alocação:<...
Ampliação da capacidade de processamento de sucata externa;
Ampliação da capacidade  e melhoria tecnológica em semi-manufaturados de cobre:</li></ul>    Tubos sem costura de 18 para...
  Artigo 25 item (iii) de Estatuto Social; e
  Ofício-Circular/CVM/SEP/No 004/2011 do item 25 (ORÇAMENTO DE CAPITAL)</li></ul>I. Plano de investimentos para o período ...
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2011 04-05 apresentação pma ao mercado-4_t10_2010

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2011 04-05 apresentação pma ao mercado-4_t10_2010

  1. 1. APRESENTAÇÃO AO MERCADO<br />Maio 2011<br />1<br />
  2. 2. AGENDA<br /><ul><li>ABERTURA
  3. 3. SETORIAL
  4. 4. INDUSTRIAL
  5. 5. CORPORATIVO
  6. 6. RESULTADOS
  7. 7. GESTÃO FINANCEIRA E DE RISCO
  8. 8. PERSPECTIVAS</li></ul>2<br />
  9. 9. 3<br /><ul><li>ABERTURA</li></li></ul><li>4<br />Novos Tempos e Desafios ...<br /><ul><li>A Paranapanema vive um novo ciclo após conclusão das reestruturações financeira, tributária e societária, é uma empresa com:
  10. 10. solidez financeira
  11. 11. foco na rentabilidade
  12. 12. foco na qualidade
  13. 13. foco na tecnologia </li></ul> Estratégia:<br />Investimentos focados: ganho de escala e competitividade<br /><ul><li>Ciclo de crescimento orgânico iniciado em 2009 (expansão de catodo e Bus Bar)
  14. 14. Plano de Investimentos aprovado por unanimidade no CA com prazo de maturação mais longo
  15. 15. CAPEX de 2010-13 serão R$702 milhões em:</li></ul>  20% de expansão na capacidade de cobre refinado<br />  Mais de 50% de expansão em produtos semimanufaturados de cobre (tubos e laminados)<br /><ul><li>Reciclagem de cobre para melhora de mix entre concentrado e sucata, com meta de um ratio de:</li></ul> 83% / 17% em 2010<br />  70% / 30% até 2012<br /><ul><li>Planta de metais preciosos: refino de ouro, prata, platinum, selênio e outros </li></ul>2. Projetos em andamento... <br /><ul><li>105 Direitos Minerários: estudos sobre tamanho e viabilidade de exploração dos direitos de cassiterita, cobre, cromo, chumbo, estanho, molibdênio, ouro, prata, níquel, titânio e zinco (DNPM) no AP, PR, RR, RO e RS. </li></li></ul><li>5<br />Novos Tempos e Desafios ...<br /><ul><li>Alienação de ativos não-operacionais: terrenos, fazendas, imóveis, etc.</li></ul>3. Alienação de ativos não ligados ao core business<br />4. Meta e estratégia de direcionamento:<br /><ul><li> Meta de ampliar a participação no mercado interno bem sucedida: 67%
  16. 16. Busca de ganhos de escala e competitividade, com redução de custos fixos
  17. 17. Foco na rentabilidade.</li></ul>5. Parcerias estratégicas:<br /><ul><li> Em estudo, possíveis parcerias estratégicas para o desenvolvimento de pesquisas para:</li></ul>  Redução de custos<br />Garantir suprimentos a longo prazo<br /> Preços mais competitivos<br /> 6. Reestruturação organizacional: governança corporativa <br /><ul><li> Nova estrutura organizacional com a criação e aperfeiçoamento de comitês de gestão aprovadas pelo Conselho de Administração</li></ul>7. Perspectivas <br /><ul><li> Período de 2010 a 2016 extremamente promissor, em especial no mercado interno
  18. 18. Crescimento esperado do PIB e em diversos setores que demandam cobre, ajudado pelos eventos esportivos e pelo PAC, alavancarão nossos negócios.</li></li></ul><li>6<br />Direcionadores da Demanda de Cobre e consumo per capita<br />Correlação com …<br /><ul><li>Crescimento do PIB
  19. 19. Consumo global
  20. 20. Crescimento dos Países emergentes
  21. 21. A Economia Brasileira crescerá em ritmo acelerado, acima de 5% e de forma sustentável.
  22. 22. A cadeia produtiva do cobre apresenta um consumo de 1 a 2% superior a média brasileira de crescimento.</li></ul>Aumento na infraestrutura de investimentos<br />Mercado imobiliário e de construção civil<br />Crescimento dos países emergentes <br />Acima da média global<br />Aumento do uso de energia limpa <br />(solar, eólica e etanol)<br /><ul><li>Investimento direto de investidores (locais e estrangeiros) no Brasil , que deixou de ser o “país do futuro” para ser o “país do presente”.</li></ul>Setores de transporte e automotivo<br />
  23. 23. 7<br /><ul><li>SETORIAL – Divisão Cobre</li></ul>  Participantes na Cadeia de Cobre no Brasil<br />  Indicadores Globais de Cobre<br />  Indicadores Globais de Cobre Refinado<br />  Indústria de Cobre Refinado no Brasil<br />  Perspectivas de Demanda por Cobre Refinado<br />
  24. 24. 8<br />Participantes na Cadeia de Cobre do Brasil<br />Fonte: Sindicel e ABC<br /><ul><li>Poucos players no início da cadeia de cobre no Brasil
  25. 25. Produção de concentrado de cobre no Brasil suficiente para atender a demanda dos refinadores
  26. 26. Setor de fios e cabos composto por empresas multinacionais e por empresas familiares
  27. 27. Apenas 2 Companhias são de capital aberto listadas na BM&FBovespa (Vale e Paranapanema)
  28. 28. O subsetor de fios e cabos é o maior na cadeia do cobre no Brasil</li></li></ul><li>9<br />ParticipantesnaCadeia do Cobre no Brasil<br />Importantesempresas nacionais e globaisestãopresentesemnossopaís, comoporexemplo:<br />Fontes: Sindicel e ABC<br />
  29. 29. 10<br />Indicadores Globais de Cobre<br />Desde 2008 ...<br />Fonte: Brook Hunt Dez/10<br /><ul><li>A Produção mundial de concentrado de cobre cresceu a uma taxa média de 1,7% a.a.;
  30. 30. A demanda global por concentrado de cobre pelas refinadoras (smelters) aumentou em média 1,8% a.a.;
  31. 31. A produção de cobre refinado global cresceu a uma taxa média de 2% a.a.; e
  32. 32. O consumo de cobre refinado mundial aumentou a uma taxa média de 2,7% a.a. </li></li></ul><li>11<br />Indicadores Globais de Cobre Refinado<br /><ul><li>Recuperação nos prêmios do catodo sobre o preço do cobre na LME – London Metal Exchange prevista para 2011 em relação a 2010
  33. 33. O Treatment Charge (TC) – Taxa de Tratamento do Cobre e o Refining Charge (RC) – Taxa de Refino do Cobre, é o desconto deduzido do preço do metal na LME dado pela mineradoras para as refinadoras (smelters)
  34. 34. O preço médio do cobre tem sido muito </li></ul>Volátil (oferta e demanda + hedge funds) <br />Aumentou 46% em 2010 contra 2009<br /><ul><li>O fechamento/paralisação de smelters </li></ul>na China e na Índia favoreceu o aumento <br />do TC/RC no mercado spot no 2o semestre/10<br /><ul><li>Preços dos subprodutos da metalurgia de cobre</li></li></ul><li>12<br />Oferta e Demanda de Cobre Refinado no Brasil<br />*Estimativas<br />Destaques do mercado de cobre refinado e da Paranapanema em 2010<br />Companhia é maior refinadora de cobre do Brasil com 96,8% da produção nacional;<br />Participa com uma fatia de mercado de 37% do consumo aparente de cobre refinado no Brasil;<br />O consumo aparente de cobre no Brasil foi 30,2% > que 2009 a uma taxa média de 4,3% a.a.;<br />O consumo per capita de cobre aumentou 27%, ficando em 2,2 Kg/hab. em 2010 contra 2009;<br />Elevado potencial de crescimento: EUA/China (5,3 Kg/hab.) e Taiwan (21,7 Kg/hab.);<br />Consumo crescente de cobre na construção civil, eletroeletrônicos, linha branca, automotivo, refrigeração, energia elétrica e energia limpa (solar, eólica e de biodiesel), dentre os principais; e<br />Potencial de substituição das importações de cobre refinado com maior capacidade instalada.<br />
  35. 35. 13<br /><ul><li>SETORIAL – Divisão Cobre</li></ul> Importância da Marca Eluma no segmento de semimanufaturados<br />  Distribuição da Receita dos semimanufaturados <br />  Perspectivas de consumo de semimanufaturados<br />
  36. 36. 14<br />Marca Eluma: Distribuição da Receita por Segmento<br /><ul><li>Diversificação como vantagem competitiva
  37. 37. Entrada no segmentos de arames e barramentos de cobre a contar de 2009
  38. 38. Semimanufaturados crescem 37% em receita e 21% em volume em 2010 contra 2009 </li></li></ul><li><ul><li> Cenário econômicoBrasileiro e mundial favorávelpara 2009-2016;
  39. 39. Projeções de tendênciasdemográficas no Brasil:
  40. 40. Investimentos em moradias:</li></ul>15<br />Perspectivas para semimanufaturados de cobre<br />Fonte: ABRAMAT / FGV - Dez/09<br />*CAGR: Taxa média composta de crescimento<br />Fonte: ABRAMAT / FGV - Dez/09<br />
  41. 41. 16<br /><ul><li>INDUSTRIAL – O NÉGOCIO DO COBRE PRIMÁRIO</li></ul> Cadeia Produtiva do Cobre <br />  Capacidade de Produção – Bahia<br />  Diagrama do Fluxo de Produção <br />  Principais Direcionadores do Custo de Produção<br />  Investimentos 2010 e 2011/2013 - Oportunidades<br />
  42. 42. 17<br />Cadeia Produtiva do Cobre<br /> Fornecedores<br />Presençasignificante na Divisão Cobre: 98% do total da receita<br />
  43. 43. 18<br />Capacidade de Produção – Bahia<br />Cobre Eletrolítico........................ 240.000 t/ano<br />Vergalhão ................................... 220.000 t/ano<br />Fio Trefilado................................ 18.000 t/ano<br />Ácido Sulfúrico............................ 570.000 t/ano<br />Oleum.......................................... 70.000 t/ano<br />Vergalhão Oxygen – Free ............. 6.000 t/ano<br />Ouro*............................................ 2.000 kg/ano 2.400 kg / ano<br />Prata*............................................ 32.000 kg/ano 33.500 kg / ano<br />Granulado ferroso**....................360.000 t/ano<br />* Valores típicos contidos na lama anódica<br /> ** Materiais para indústria de cimento/ pavimentação/jateamento de estruturas metálicas.<br />
  44. 44. Diagrama de Fluxo do ProcessoMetalúrgico<br />Chile: 70–75%<br />Portugal: 4–6%<br />Brasil: 20–25%<br />RECEPÇÃO E ESTOCAGEM DE CONCENTRADOS<br />SUCATAS EXTERNAS<br />FUNDIÇÃO<br />ÁCIDO<br />45 %<br />Granulados Ferrosos<br />GASES<br />PLANTA DE ÁCIDO SULFÚRICO<br />ÁCIDO<br />SULFURICO<br />ANODOS<br />OLEUM<br />PLANTA DE SULFATO NÍQUEL<br />REFINO<br />ELETROLÍTICO<br />SULFATO DE NÍQUEL IMPURO<br />LAMA DECOPERIZADA<br />CATODOS<br />TREFILA<br />UpCast<br />LAMINAÇÃO<br />VERGALHÃO<br />OxyFree<br />VERGALHÃO<br /> DE COBRE<br />FIOS<br />19<br />
  45. 45. 20<br />Investimentos – CAPEX<br />Investimentos em 2010 : R$51 milhões<br /><ul><li> Segmento de Cobre: 88% de alocação:</li></ul>52% na Unidade Bahia, R$26,7 milhões, focada na recuperação dos principais equipamentos <br />e sua modernização e parada de manutenção de menor porte;<br /> 36% nas Unidades de SP (Projeto de expansão de tubos – Cast &Roll) e ES, R$18,4 milhões; e<br /> 12% para o Segmento de Fertilizantes.<br />Investimentos 2011 / 2013: R$630 milhões + carry-over (Fato Relevante de 17/fev/11) <br /><ul><li>Ampliação/Modernização da capacidade de produção de cobre refinado de 230 para 280 </li></ul>mil t / ano até 2013 na Unidade da Bahia, no valor de R$ 290 milhões;<br /><ul><li>Nova planta de refino de metais preciosos: R$ 28 milhões;
  46. 46. Ampliação da capacidade de processamento de sucata externa;
  47. 47. Ampliação da capacidade e melhoria tecnológica em semi-manufaturados de cobre:</li></ul>  Tubos sem costura de 18 para 36 mil t: R$72 milhões de 2010-12;<br />  Laminação a frio de 28 para 55 mil t / ano: R$142 milhões;<br />  Laminação a quente de 60 para 200 mil t /ano: R$ 170 milhões;<br /><ul><li>Instalação de co-geração com capacidade de 10 MW (aproveitamento do calor das caldeiras).</li></li></ul><li>21<br />Proposta de Orçamento de Capital - 2011<br />Proposta de Orçamento de Capital ad referendum da AGO de 29/abr/11, conforme previsto no:<br /><ul><li> Artigo 196 da Lei 6404/76, atualizada pela Lei no 10.303/01;
  48. 48. Artigo 25 item (iii) de Estatuto Social; e
  49. 49. Ofício-Circular/CVM/SEP/No 004/2011 do item 25 (ORÇAMENTO DE CAPITAL)</li></ul>I. Plano de investimentos para o período de 2011-2013 e os desembolsos previstos para 2011: <br />Projetos de investimento e de manutenção para 2011 R$ mil <br /><ul><li>Atualização e expansão da fábrica de cobre refinado 120.000
  50. 50. Expansão da fábrica de tubos de cobre sem costura 65.192
  51. 51. Expansão da fábrica de laminados (a quente e a frio) 81.000
  52. 52. Planta de refino de metais preciosos 9.000
  53. 53. Outros projetos e manutenção 112.242</li></ul> Total dos investimentos em 2011 387.434 <br />Dos gastos propostos acima, 39% (~R$275 milhões) fazem parte do total de R$702 milhões.<br />Objetivo estratégico: crescimento orgânico, visando mudar o patamar tecnológico da Companhia; ampliar o leque e o mix de produtos; foco no mercado interno; e agregar valor ao portfólio; para maior competitividade e rentabilidade para os acionistas; <br />II. Fontes de Recursos para sustentar os investimentos<br />Principais fontes R$ mil <br /><ul><li>Recursos próprios gerados pelas atividades operacionais
  54. 54. Captação de terceiros
  55. 55. Alienação de ativos não-operacionais </li></ul> Subtotal de captação de recursos novos 375.517 <br />Reinvestimentos de recursos próprios (Retenção de lucros) 11.917 <br />Total das fontes de recursos 387.434 <br />A retenção de lucros proposta para o exercício de 2010, gerados nas atividades operacionais tem por objetivo constituir reserva para fazer frente aos desembolsos futuros para investimentos.<br />
  56. 56. <ul><li>SETORIAL – Divisão Fertilizantes</li></ul> CIBRAFERTIL <br />  O negócio de fertilizantes na Paranapanema<br />  Mercado de Superfosfato Simples na BA, Nordeste e no Brasil<br />  Perspectivas para o Setor de Fertilizantes<br />
  57. 57. 23<br />Divisão Fertilizantes<br />Papel estratégico na integração com a Paranapanema pelo aproveitamento do ácido sulfúrico gerado no processo metalúrgico<br />
  58. 58. 24<br />Estimativa de Crescimento da Produção de SSP<br />A produção Brasileira de SSP deverá atingir ~7 milhões de t/ano em 2020;<br />Região Nordeste (importante fronteira agrícola) passa de 11% da produção nacional em 2010 para 13,5% em 2020, segundo as estimativas;<br />Cibrafértil amplia a participação no NE, de 30,7% em 2010 para 31,3% em 2020 sem grandes investimentos <br />Fonte: Ministério da Agricultura e Cibrafértil<br />
  59. 59. 25<br />Perspectivas para o Setor de Fertilizantes<br />Novo cenário a partir de 2011<br />Processo de consolidação do setor, por meio de várias aquisições que ocorreram no setor, tais como jazidas e fábricas de produção da Bunge; Fosfertil; Mosaic e Yara (todas adquiridas pela Vale que criou a Vale Fertilizantes);<br />Reposicionamento dos principais players no mercado com a Bunge atuando apenas como misturadora;  Yara e Mosaic atuando mais na revenda de seus produtos importados; <br />Recuperação do setor durante 2010 tanto em quantidades quanto em preço, refletindo nas margens, se aproximando do recorde de produção de 2007;<br />PIB cresceu 7,5% e o setor agrícola contribuiu com um incremento de 6,5% em 2010;<br />Crescimento do PIB deve continuar na faixa de 5% ao ano nos próximos anos;<br />Brasil como grande produtor e exportador de commodities agrícolas, tais como algodão, cana, açúcar, soja, milho, café e carnes, será beneficiado pelo aumento da demanda global e da população; e pela falta de terras agriculturáveis em diversos países;<br />Estimativa de aumento no consumo de fertilizantes no Brasil e de 6% para 2011, com base na expectativa de colheita das safras de grãos de 2010/11 e 2011/12.<br /> <br />
  60. 60. 26<br /><ul><li>ABERTURA
  61. 61. SETORIAL
  62. 62. INDUSTRIAL
  63. 63. CORPORATIVO
  64. 64. RESULTADOS
  65. 65. GESTÃO FINANCEIRA E DE RISCO
  66. 66. PERSPECTIVAS</li></li></ul><li>27<br />Histórico Recente<br />Cronologia das Reestruturações Financeira e Tributária e da <br />Reorganização Societária e Organizacional<br />31<br />/<br />03<br />/<br />2011<br />30<br />/<br />11<br />/<br />2009<br />22<br />/<br />03<br />/<br />2010<br />Reestruturação organizacional e <br />Adesão ao Parcelamento da Dívida Fiscal<br />Conversão de PN em ON<br />melhoria das ferramentas de gestão<br />31<br />/<br />03<br />/<br />2010<br />13<br />/<br />11<br />/<br />2009<br />29<br />/<br />09<br />/<br />2009<br />Incorporação da <br />Incorporação da <br />Eluma S<br />.<br />A<br />.<br />Criação do CDPC<br />Caraíba S<br />.<br />A<br />.<br /> 17/02/11<br />Plano de Investimentos de R$702 milhões: crescimento orgânico 2011-13 <br /> 23/03/11<br />Proposta de Pagamento de Dividendos depois de 15 anos<br />
  67. 67. 28<br />Composição Acionária<br />Composição Acionária<br />Principais Acionistas<br />Mais de 10.000 acionistas <br />
  68. 68. 29<br />Governança Corporativa<br />Política de Negociação de Ações e de Informações Relevantes<br />Revisão do Código de Ética e de Conduta<br />Criação e reformulação de Comitês de Assessoramento ao Conselho de Administração<br /> Comitê de Auditoria<br /> Comitê de Finanças, Risco e Contingências<br />  Comitê de Remuneração e Gestão<br />100% de ações ordinárias com 100% de TagAlong<br />Revisão do Estatuto Social para adequação à nova regulamentação do Novo Mercado na BM&FBovespa<br />Contratação de consultoria para implantação de controle internos baseados nos princípios da SoX<br />Mercado de Capitais<br />Contratação de Formador de Mercado desde janeiro de 2010<br />Melhoria na liquidez com a inclusão nos índices SmallCape IBRx100 desde o 1º quadrimestre de 2010 <br />Crescimento de 126% no volume de títulos negociados em 2010 até 31/10/10 sobre a média diária de 2009<br />Aumento de 122% no volume financeiro no mesmo período<br />O número de negócios na BM&FBovespa triplicou em 2010 sobre 2009<br />Governança Corporativa e Mercado de Capitais<br />
  69. 69. 30<br />Sustentabilidade e reconhecimentos<br />Preocupação com a qualidade dos produtos e com a sustentabilidade... <br />Meio Ambiente, Comunidade, Clientes, Fornecedores, Colaboradores e Investidores<br /><ul><li>Adesão ao Pacto Global das Nações Unidas desde junho de 2008
  70. 70. Relatório de Sustentabilidade pela metodologia do GRI – Global ReportingInitiative
  71. 71. Premiações (2009-2010)
  72. 72. Paranapanema dentre as cinco finalistas da revista IR Magazine na categoria “Maior evolução em RI – Relações com Investidores”;
  73. 73. A Filial BA (marca Caraíba) recebeu dois prêmios Top Social ADVB 2009 da Associação de Diretores de Venda e Marketing do Brasil;
  74. 74. A marca Eluma recebeu o prêmio Rui Othake da revista Revenda de melhor produto destinado a construção civil, o 4º prêmio Mérito Lojista como um dos melhores fornecedores de materiais para a construção civil e o prêmio ANAMACO – Melhor empresa produtora de tubos e conexões de cobre.
  75. 75. Certificações
  76. 76. ISO 9001 – fábricas de Dias D’Ávila(BA), Utinga e Capuava(SP) e de Serra(ES);
  77. 77. ISO 14.001 – fábrica de Dias D’Ávila(BA) e de Serra(ES);
  78. 78. ISO 14.001 – em fase de implementação na fábrica de Santo André – UTINGA (SP) </li></li></ul><li><ul><li>ABERTURA
  79. 79. SETORIAL
  80. 80. INDUSTRIAL
  81. 81. CORPORATIVO
  82. 82. RESULTADOS
  83. 83. GESTÃO FINANCEIRA E DE RISCO
  84. 84. PERSPECTIVAS</li></li></ul><li>32<br />Volume de Vendaspor Divisão e ReceitaLíquida<br /><ul><li>Segmento Cobre responde por 98% da receita e o de fertilizantes pelos 2% restantes e cresce 3% em volume;
  85. 85. Crescimento de 27% na receita com faturamento adicional de R$680 milhões, com produtos de maior valor agregado em 2010 e 29% superior no 4T10;
  86. 86. Volume do Segmento de Cobre ficou 5,3% superior e o de Fertilizantes 12,5% superior no 4T10; </li></li></ul><li>33<br />Volume do Segmento de Cobre<br /><ul><li>Novos produtos e de maior valor agregado
  87. 87. Aumento de 13,5% no volume de semimanufaturados de cobre em 2010 em relação a 2009 e estável no 4T10
  88. 88. Volume de cobre refinado fica praticamente estável em 2010 e cresce 9,3% no 4T10
  89. 89. Destaques para as vendas de fios e vergalhões em 2010 e para catodos e subprodutos da metalurgia de cobre (ácido sulfúrico) no 4T10 </li></li></ul><li><ul><li>Evolução positiva da receita líquida no mercado interno ao longo do ano de 2010
  90. 90. Crescimento de 29% na receita no 4T10 e de 27% em 2010
  91. 91. Aumento de receita no mercado interno, de 94,5% no 4T10 de 82,4% em 2010
  92. 92. Estratégia bem sucedida de foco no mercado interno respondendo por 60% da receita em 2010 contra 42% em 2009</li></ul>Distribuição da Receitapor Mercado<br />
  93. 93. 35<br />LucroBruto<br /><ul><li>Lucro bruto cresceu 86,9% no 4T10, significativa recuperação sobre o 4T09 e sobre o prejuízo de 2009
  94. 94. A receita líquida e o volume de vendas superaram a elevação verificada nos custos</li></li></ul><li>36<br />EBITDA <br /><ul><li>O EBITDA ajustado atingiu R$131 milhões com margem de 5% da receita líquida em 2010, revertendo a situação negativa de 2009, face melhor desempenho operacional
  95. 95. O EBITDA ajustado cresceu 152% no 4T10</li></li></ul><li>37<br />LucroLíquido<br /><ul><li>Lucro líquido ajustado cresce 28% em 2010 pelo aumento no lucro bruto e pela redução nas despesas operacionais
  96. 96. Patrimônio líquido de R$1,8 bilhão , equivalente a R$5,55 por ação
  97. 97. Ativos totais de R$3,7 bilhões </li></li></ul><li>38<br />Proposta de Pagamento de Dividendos<br /><ul><li>RCA de 23/mar/11 deliberou a proposta de pagamento de dividendos de até R$70,2 milhões, entre dividendos mínimos obrigatórios e suplementares, a ser aprovada na AGO de 29/abr/11;
  98. 98. Base de cálculo: lucro líquido disponível para distribuição após a retenção da reserva legal, adicionado do lucro da realização de reserva de reavaliação que não transitou no demonstrativo de resultado, tendo sido contabilizada diretamente no PL;
  99. 99. Demonstração do cálculo dos dividendos propostos segue abaixo:
  100. 100. Direito aos dividendos: acionistas inscritos nos registros da Companhia em 29/abr/11, data da AGO;
  101. 101. Ações ex-dividendos: 02/mai/11;
  102. 102. Pagamento dos dividendos: a contar de 16/mai/11 sem remuneração ou atualização monetária.</li></li></ul><li>39<br /><ul><li>ABERTURA
  103. 103. SETORIAL
  104. 104. INDUSTRIAL
  105. 105. CORPORATIVO
  106. 106. RESULTADOS
  107. 107. GESTÃO FINANCEIRA E DE RISCOS
  108. 108. PERSPECTIVAS</li></li></ul><li>40<br />Conceito da Gestão de Riscos<br />
  109. 109. 41<br />Objetivos da Gestão Integrada de Riscos – Enterprise Risk Management (ERM)<br /><ul><li> Rentabilidade
  110. 110. Inadimplência
  111. 111. Obrigação</li></ul>Contratual<br />• Fluxo de Caixa<br />• Compliance/ <br /> Regulamentação<br />
  112. 112. 42<br />Riscos de Mercado na Paranapanema<br />Fundição e Refino<br />(Caraíba)<br />Mineração/<br />Sucata<br />Semi-manufaturados<br />(Eluma)<br />Custos<br />(R$)<br /> Prêmio <br />Produto<br />(US$)<br /> EBITDA <br />PMA<br />EBITDA<br />Produto<br />Gráfico não está em escala<br />EBITDA<br />Catodo<br />Prêmio Catodo (US$)<br />TC/RC<br />(US$)<br />Custos<br />(R$)<br />Preço<br />Cobre <br />(LME e<br />US$)<br />Preço<br />Cobre <br />(LME e<br />US$)<br />Preço<br />Cobre <br />(LME e <br />US$)<br />Vendas<br />Produtos<br />Vendas<br />Catodo<br />Aquisição<br />MP<br />tempo<br />
  113. 113. 43<br />Indicadores de Liquidez<br /><ul><li>Gestão de capital e de liquidez para assegurar estrutura adequada de capital para suportar os negócios;
  114. 114. Maior necessidade de capital de giro para aquisição de matérias-primas face no preço do cobre na LME;
  115. 115. Baixo quociente de alavancagem e sólida situação financeira com índice de liquidez de 1,6 e de endividamento de 0,4. </li></li></ul><li>44<br /><ul><li>ABERTURA
  116. 116. SETORIAL
  117. 117. INDUSTRIAL
  118. 118. CORPORATIVO
  119. 119. RESULTADOS
  120. 120. GESTÃO FINANCEIRA E DE RISCO
  121. 121. PERSPECTIVAS</li></li></ul><li>45<br />Potenciais Aceleradores de Crescimento<br />* PAC = Programa de Aceleração do Crescimento<br />Fonte: Site Governo brasileiro<br />
  122. 122. 46<br />Programa de Aceleração de Crescimento<br />PAC 1 - Investimentos de US$ 179 bilhões - Forte injeção de recursos na Economia<br />Fonte: Site Governo brasileiro<br /><ul><li> Investimentos impulsionarão a demanda por cobre nos próximos anos
  123. 123. As marcas CARAÍBA e ELUMA bem posicionadas para competir no mercado...
  124. 124. ... face expansão de capacidade para ofertar produtos de elevada qualidade, com rentabilidade adequada. </li></li></ul><li>47<br />Potenciais Aceleradores de Crescimento<br />PAC 2 - Investimentos de US$ 816 bilhões<br />Fonte: Site Governo brasileiro<br />Setores de elevado potencial de incremento no consumo de cobre<br />
  125. 125. 48<br />Investimentos para os Eventos Esportivos<br />O Brasil receberá quatro grandes eventos esportivos.<br />2011 – Olímpiadas do Exército no RJ<br />2014 - Copa do mundo de futebol<br />2016 – Olimpíadas<br />Devido a esses importantes eventos teremos investimentos adicionais deUS$ 33,0 bilhões.<br />Implica em investimentos em infra-estrutura e consequente consumo de cobre<br />Fonte: FGV / Abramat – Dez/09<br />
  126. 126. <ul><li>Cenário macroeconômico Brasileiro favorável de 2011-2016, com crescimento do PIB de ~5% a.a.;
  127. 127. Perspectivas positivas para a demanda de produtos de cobre ;
  128. 128. Destaques relevantespara a cadeia de cobre no Brasil devido a:</li></ul> Investimentos em infraestrutura<br />  Investimentos em energia elétrica e em energia limpa<br />  Investimentos em construção civil <br />  Lacuna entre a demanda e a oferta de moradias <br />  Copa do Mundo no Brasil em 2014<br />  Jogos Olímpicos no Brasil em 2016 <br /><ul><li>Brasil representa excelente oportunidade de investimentos;
  129. 129. Projeções de crescimento para os BRICs;
  130. 130. Demanda da Ásia e outros mercados emergente, crescendo acima da médiamundial;
  131. 131. Ações estratégicas da Companhia para aumentar a rentabilidade (parcerias estratégicas e </li></ul> reciclagem de cobre);<br /><ul><li>Fontes de oportunidades: direitos minerários e venda de ativosnão-operacionais.</li></ul>49<br />Considerações Finais<br />

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