Arquitetura de sistemas web

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Arquitetura de sistemas web

  1. 1. OPAKUS SOLUCÕES INTELIGENTES www.opakus.com.br
  2. 2. ENGENHARIA DE SISTEMAS WEB <ul><li>MVC e Struts </li></ul><ul><li>Camadas de Aplicação, níveis 3 e 4 </li></ul><ul><li>Padrão MVC </li></ul><ul><li>Outros Padrões e J2EE </li></ul><ul><li>Struts </li></ul><ul><li>Estudo de Caso </li></ul>Jean Marcelo da Costa Sales CELEPAR - DIFAS
  3. 3. Modelo 2 Camadas
  4. 4. Modelo 2 Camadas <ul><li>Camada de Apresentação com Regras de Negócio Juntas. </li></ul><ul><li>Camada de Persistência. </li></ul>Problemas para o usuário, que não tem os programas funcionando como deveriam; Problemas para a equipe de desenvolvimento que não tem o seu trabalho reconhecido e, normalmente, tem que trabalhar apenas &quot;apagando incêndios&quot;; e Problemas para a Administração/Gerência da rede que não consegue gerar os resultados esperados pela Administração da empresa, apesar dos elevados valores já investidos.  Maior TCO – Custo Total de Propriedade
  5. 5. Modelo 3 Camadas
  6. 6. Modelo 3 Camadas <ul><li>Modelo e códigos construídos para representar as camadas. </li></ul><ul><li>Os servidores não precisam estar necessariamente em máquinas diferentes, podem estar na mesma máquina. Porem questões de performance são relevantes. </li></ul><ul><li>Camada de Apresentação </li></ul><ul><li>Camada de Negócios </li></ul><ul><li>Camada de Persistência </li></ul>
  7. 7. Modelo 3 Camadas c/ MVC APRESENTAÇÃO NEGÓCIO OU LÓGICA PERSISTÊNCIA ( INTEGRAÇÃO ) NAVEGADOR WEB SGDB V C M SERVIDOR CLIENTE - SERVIDOR CLIENTE SERVIDOR WEB Helper classes
  8. 8. Modelo 4 Camadas
  9. 9. Modelo 4 Camadas CLIENTE ( APRESENTAÇÃO ) NAVEGADOR WEB CLIENTE PERSISTÊNCIA SGDB SERVIDOR GERENCIA DE APRESENTAÇÃO NEGÓCIO SERVIDOR WEB CLIENTE - SERVIDOR CLIENTE - SERVIDOR SERVIDOR APLICAÇÃO EJB in MVC V C M
  10. 10. J2EE - 4 TIER
  11. 11. MVC - FLUXOS
  12. 12. MVC
  13. 13. STRUTS Fluxo de Navegação de seus componentes
  14. 14. STRUTS CAMADA DE NEGÓCIO OU LÓGICA OU REGRAS V C M SERVIDOR WEB Visão Modelo Controle JSP, Servlets, formBeans Classes de Negócios, DAO, Beans em Geral Actions, Servlet Controller Existe um forte acoplamento entre JSPs e formBeans.
  15. 15. STRUTS No Struts temos classes Dispatcher , Request Processor, Controller e Helper (ActionsBeans e FormsBeans). Custom Tags ( Pattern View Helper ). Atualmente existem diversas ferramentas para configuração da Struts de forma visual com diversas opções entre produtos pagos e open source (EasyStruts, Struts Console).
  16. 16. Modelagem <ul><li>CASOS DE USO </li></ul><ul><li>MODELAGEM DAS OPERAÇÕES, FLUXOS, INTEFACES , DEFINIÇÕES, NEGÓCIOS . </li></ul><ul><li>DIAGRAMA DE CLASSES </li></ul><ul><li>Estrutura física do objetos em carregados em memória e seus relacionamentos. </li></ul><ul><li>DIAGRAMAS DE INTERAÇÃO </li></ul><ul><li>SEQUENCIA DAS OPERAÇÕES E TROCA DE MENSAGENS ENTRE OBJETOS. </li></ul><ul><li>( TEMPO DE PROCESSAMENTO X INTERAÇÃO DOS OBJETOS ) </li></ul><ul><li>DIAGRAMAS DE COMPORTAMENTO </li></ul><ul><li>DIGRAMAS DE ESTADOS, COMPORTAMENTO DOS OBJETOS E DO PROCESSAMENTO LÓGICO. </li></ul>
  17. 17. Patterns Patterns descrevem maneiras comuns de se fazerem as coisas, tornando-os modelos-exemplo . Conjuntos de estratégias. Estes são identificados ao longo do desenvolvimento de projetos, onde surgem problemas repetitivos e obviamente com soluções semelhantes . Todo Pattern apresenta algumas características comuns: são baseados em experiências anteriores; são reutilizáveis; combinam estratégia de design e melhores práticas; podem ser usados juntos a fim de resolver uma gama maior de problemas.
  18. 18. Patterns Acoplamento entre as Camadas
  19. 19. Design Patterns – J2EE <ul><li>Padrões da camada de apresentação (Web) </li></ul><ul><ul><ul><li>Front Controller </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>View Helper </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Composite View </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Service to Worker </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Dispatcher View </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Intercepting Filter </li></ul></ul></ul><ul><li>Padrões da camada de negócios (EJB) </li></ul><ul><ul><ul><li>Business Delegate </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Value Object (ou Transfer Object) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Session Facade </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Composite Entity </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Value Object Assembler (ou Transfer Object Assembler) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Value List Handler </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Service Locator </li></ul></ul></ul><ul><li>Padrões da Camada de Integração </li></ul><ul><ul><ul><li>Data Access Object - DAO </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Service Activator </li></ul></ul></ul>
  20. 20. RELAÇÃO ENTRE PATTERNS & FRAMEWORKS <ul><li>A utilização de Patterns passa a ser mais interessante quando feita de forma conjunta, surgindo assim uma outra necessidade; o desenvolvimento de frameworks . </li></ul><ul><li>Exemplos Mais Conhecidos: </li></ul><ul><li>FrameWork para Pattern MVC : STRUTS </li></ul><ul><li>FrameWork para Pattern DAO : HIBERNATE </li></ul><ul><li>( PERSISTÊNCIA DE DADOS ) </li></ul>
  21. 21. FUTURO CERTIFICAÇÃO CMM
  22. 22. MENSAGEM “ Existem duas formas de construir um modelo de software. Uma é fazer o desenho tão simples que é óbvio não ter deficiências. Uma outra forma é fazer o modelo tão complicado que não tem deficiências óbvias .” C. A. R. Hoare
  23. 23. Estudo de Caso : Acompanhamento de Vistorias <ul><li>Processo de Vistoria compreende : </li></ul><ul><li>Solicitação de Vistoria </li></ul><ul><li>Pagamento da GR-PR </li></ul><ul><li>Agendamento da Vistoria </li></ul><ul><li>Cadastro de Resultado da Vistoria </li></ul><ul><li>Analise do Resultado </li></ul><ul><li>Possibilidade de Reentrada de Processo </li></ul><ul><li>Conclusão e Emissão de Certificados </li></ul><ul><li>Manutenção do Sistema e demais funcionalidades. </li></ul>
  24. 24. Use Case Fluxo alternativo do Processo de Vistoria através de pesquisa. UC 1.1 : Fluxo alternativo do Processo de Vistoria através de pesquisa UC x UC 1: Processo de Vistoria UC y <<estende>> <<ator>>
  25. 25. Descrição Sucinta do UC 1.1 Construir uma interface de entrada dos dados : logradouro, razão social, CPF, CNPJ e NIB. Nesta tela deve existir a opção para cada um destes dados, afim de possibilitar a pesquisa destes processos. Este dado deve trazer em uma próxima tela um relatório com a pesquisa dos NIBs e ter um link para abrir o documento, este por sua vez possibilitará o usuário a dar continuidade no processo de vistoria.

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