Aula introdução cartografia

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Aprendendo a se localizar no espaço, estudando coordenadas geográficas, mapas, escalas e fuso horário

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Aula introdução cartografia

  1. 1. NOÇÕES DE ASTRONOMIA PROFESSOR OMAR FÜRST http://bibocaambiental.blogspot.com.br/
  2. 2. É fácil orientar outras pessoas? Mafalda e seus amigos discutem sobre a orientação que a humanidade deve seguir. Qual a direção correta? Por quê?
  3. 3. FRENTE, COSTAS, DE QUEM? A importância dos pontos de referência  Pontos Cardeais: são pontos principais utilizados como padrão de localização ou pontos de referência.  Através deles é possível localizar qualquer lugar sobre a superfície da Terra, são eles: a) o Norte e o Sul que apontam na direção dos pólos terrestres; b) o Leste e o Oeste que apontam para o lado do nascer e do pôr do Sol, cruzando a linha Norte-Sul.
  4. 4. É possível orientar através de outras referências? Como identificar os pontos cardeais de maneira prática?  Identificar a posição que o Sol aparece.  Identificar o horário ou período da posição do Sol naquele instante.  Período da manhã (aproximadamente entre 05:30 e 11:59) estender o braço direito para onde o sol nasce identificando o LESTE.  Período da tarde (aproximadamente entre 12:01 e 18:00) estender o braço esquerdo para onde o Sol se põe identificando o OESTE.
  5. 5. Na verdade, a cada dia do ano, o Sol nasce e se põe num ponto diferente. Por isso, se tomarmos o Sol como referência para nos orientarmos a cada dia, tomaremos uma direção diferente ou por exemplo, apontaremos o braço direito para o lado leste, o braço esquerdo para o lado oeste, a frente para o lado norte e as costas para o lado sul.
  6. 6. Hemisfério é cada uma das duas metades em que a Terra foi dividida São dois os Hemisférios da Terra Hemisfério Norte Hemisfério Sul N Sul
  7. 7. Os pontos cardeais são quatro: Norte Que aponta para o Pólo Norte Sul Que aponta para o Pólo Sul Leste Conhecido também como este ou oriente, que é a direção onde o Sol nasce Oeste Poente ou ocidente, que é a direção onde o Sol se põe Pontos Cardeais
  8. 8. Os pontos colaterais Os pontos colaterais são quatro: Nordeste Sudeste Noroeste Sudoeste
  9. 9. Nordeste Sudeste Noroeste Sudoeste Os pontos colaterais Pontos Cardeais Norte Sul Leste Oeste
  10. 10. Pontos Cardeais Norte
  11. 11. Pontos Cardeais Sul
  12. 12. Leste Pontos Cardeais
  13. 13. Oeste Pontos Cardeais
  14. 14. Pontos Cardeais Norte Sul LesteOeste
  15. 15. Pontos Colaterais Leste O que nós temos entre o Norte e o Leste? Norte
  16. 16. Nordeste Pontos Colaterais Norte Leste
  17. 17. Pontos Colaterais Sul Leste O que nós temos entre o Sul e o Leste?
  18. 18. Sudeste Pontos Colaterais Sul Leste
  19. 19. Pontos Colaterais Sul Oeste O que nós temos entre o Sul e o Oeste?
  20. 20. Sudoeste Pontos Colaterais Sul Oeste
  21. 21. Pontos Colaterais Norte Oeste E é claro que entre o Norte e o Oeste teremos o...
  22. 22. Noroeste Pontos Colaterais Norte Oeste
  23. 23. Noroeste Sudeste Nordeste Sudoeste Norte Sul LesteOeste OS PONTOS CARDEAIS Colaterais
  24. 24. Nordeste Sudeste Noroeste Sudoeste Pontos Colaterais Pontos Cardeais Norte Sul LesteOeste
  25. 25. Como precisar mais uma orientação?
  26. 26. É possível orientar através de outras referências? Como identificar os pontos cardeais de maneira prática?  Identificar a posição que o Sol aparece.  Identificar o horário ou período da posição do Sol naquele instante.  Período da manhã (aproximadamente entre 05:30 e 11:59) estender o braço direito para onde o sol nasce identificando o LESTE.  Período da tarde (aproximadamente entre 12:01 e 18:00) estender o braço esquerdo para onde o Sol se põe identificando o OESTE.
  27. 27.  Observe o horário representado na situação descrita;  Observe o deslocamento e o tamanho das sombras produzidas pelos objetos descritos na situação;  Identifique o lado leste em relação ao local onde você está;  Identifique os outros pontos cardeais. Cuidados na orientação utilizando o “movimento aparente do Sol” como referência
  28. 28. Nascer do Sol Leste é o ponto onde o Sol nasce. (?!?)
  29. 29. É possível acertar alvos tão pequenos utilizando a orientação? Coordenadas geográficas: localizando com exatidão.  São os elementos geográficos que nos dão condições para localizar qualquer ponto sobre a superfície terrestre.  As coordenadas geográficas foram determinadas por meio de observações astronômicas e satélites geodésicos. Suas informações são expressas em graus, minutos e segundos.
  30. 30. COORDENADA GEOGRÁFICA • É indicada através de duas variáveis: • Longitude • Latitude.
  31. 31. COMO IDENTIFICAR A LONGITUDE?  Identifique sua referência: meridiano de Greenwich, que divide o planeta em dois hemisférios: ocidental e oriental;  Identifique a distância em graus do ponto em relação ao meridiano de referência;  Identifique o hemisfério no qual o ponto se localiza: leste ou oeste;  As linhas imaginárias posicionadas verticalmente (meridianos) determinam a longitude;  A longitude varia de 0° ( no meridiano de Greenwich ) a 180° para leste e 180° para oeste.
  32. 32. LONGITUDE
  33. 33. Como Identificar a Latitude? •Identifique sua referência: linha do Equador, que divide o planeta em dois hemisférios: setentrional e meridional; •Identifique a distância em graus do ponto em relação ao paralelo de referência; •Identifique o hemisfério no qual o ponto se localiza: norte ou sul; •As linhas imaginárias posicionadas horizontalmente (paralelos) determinam a longitude; •A longitude varia de 0° ( na linha do Equador ) a 90° para norte e 90° para sul.
  34. 34. LATITUDE
  35. 35. Como identificar um ponto no planisfério? Para localizar um ponto na superfície terrestre, identificamos primeiro a latitude e depois a longitude, ou seja, suas coordenadas geográficas. É o cruzamento de um paralelo com um meridiano que nos dará sua posição exata.
  36. 36. MAPAS: TEXTOS CHEIOS DE ESTILOS Elementos básicos dos mapas: Título  informa o tema, local, tempo. Legenda detalha as informações do título. Escala permite visualizar a proporção entre o real e o abstrato. Orientação indica as referências internas. Fonte credencia a informação do mapa.
  37. 37. DECIFRANDO OS MAPAS: AS LEGENDAS Entendendo as legendas :  São elementos informativos do mapa que traduzem as informações gerais do título.  Detalham a informação do mapa.  A legenda transforma seu ponto de referência abstrato em uma referência concreta.
  38. 38. Podemos confiar nas distâncias expressas nos mapas? A escala é uma proporção matemática, ou seja, uma relação numérica entre o mapa e a realidade que ele representa. A escala pode ser expressa de diferentes modos, por exemplo: escala numérica e/ou gráfica. •
  39. 39. • ESCALA NUMÉRICAESCALA NUMÉRICA  É representada por uma fração na qual oÉ representada por uma fração na qual o numerador representa a distância no mapa, enumerador representa a distância no mapa, e o denominador, a distância correspondenteo denominador, a distância correspondente no terreno.no terreno.  Em uma escala 1/100.000, por exemplo,Em uma escala 1/100.000, por exemplo, qualquer medida linear no mapa (d) é, noqualquer medida linear no mapa (d) é, no terreno (D), 100.000 vezes maior.terreno (D), 100.000 vezes maior.  A escala numérica pode ser representada porA escala numérica pode ser representada por qualquer uma das seguintes formas: 1:100.000qualquer uma das seguintes formas: 1:100.000 ou 1/100.000.ou 1/100.000.
  40. 40. ESCALA GRÁFICA  Representa as distâncias do terreno sobre uma linha graduada. Normalmente, uma das porções da escala está dividida em décimos, para que se possa medir as distâncias com maior precisão.  É mais indicada para se visualizar a escala e para medir distâncias.  Podemos tomar qualquer comprimento no mapa e ler na escala gráfica em quilômetros, metros, etc.  Necessitando-se medir ao longo de uma estrada curva, podemos utilizar por exemplo um cordão.
  41. 41. TIPOS DE MAPAS MAPAS POLÍTICOS  Enfatizam elementos humanos;  Destacam os limites e fronteiras;  Representam cidades, estados, países e continentes;  Indicam meios de transportes
  42. 42. TIPOS DE MAPAS MAPAS FÍSICOS  Enfatizam elementos naturais;  Destacam fronteiras naturais;  Representam altitudes, profundidades, rios, lagos, oceanos, relevos.
  43. 43. TIPOS DE MAPAS MAPAS TEMÁTICOS  Enfatizam temas específicos;  Destacam múltiplas informações;  Expressam interesse particular;  Detalham o tema abordado.
  44. 44. PROJEÇÕES CARTOGRÁFICAS • Os sistemas de projeções cartográficas foram desenvolvidos para dar uma solução ao problema da transferência de uma imagem da superfície curva da esfera terrestre para um plano da carta, o que sempre vai acarretar deformações. • Os tipos de propriedades geométricas que caracterizam as projeções cartográficas, em suas relações entre a esfera (Terra) e um plano (mapa), são: a) Conformes – os ângulos são mantidos idênticos (na esfera e no plano) e as áreas são deformadas. b) Equivalentes – as áreas apresentam-se idênticas e os ângulos deformados. c) Afiláticas – as áreas e os ângulos apresentam-se deformados
  45. 45. TIPOS DE PROJEÇÕES Projeção cônica Os meridianos e paralelos geográficos são projetados em um cone tangente, ou secante, à superfície de referência, desenvolvendo, a seguir, o cone num plano Projeção cilíndrica a projeção dos meridianos e paralelos geográficos é feita num cilindro tangente, ou secante, à superfície de referência, desenvolvendo, a seguir, o cilindro num plano
  46. 46. TIPOS DE PROJEÇÕES Projeção plana ou azimutal a projeção é construída com base num plano tangente ou secante a um ponto na superfície de referência. Projeção de Holzel Projeção equivalente, seu contorno elipsoidal faz referência à forma aproximada da Terra que tem um ligeiro achatamento nos pólos.
  47. 47. TIPOS DE PROJEÇÕES Projeção Azimutal Eqüidistante Polar Projeção eqüidistante que tem os pólos em sua porção central. As maiores deformações estão em suas áreas periféricas.
  48. 48. Peters ou Mercator? • Projeção Cilíndrica Equivalente de Peters • - Data de 1973. • - Sua base é cilíndrica equivalente e determina uma distribuição dos paralelos com intervalos decrescentes desde o Equador até os pólos. • Projeções de Mercator ou Cilíndrica Equatorial • - Os meridianos e os paralelos são linhas retas que se cortam em ângulos retos. • - Correspondem a um tipo cilíndrico pouco modificado, onde as regiões polares aparecem muito exageradas.
  49. 49. 16.Escalas • Escala é a relação entre a medida de um objeto ou lugar representado no papel e sua medida real, onde a razão ou relação de semelhança é a seguinte: • E = d D – D = um comprimento tomado no terreno, que denominar-se-á distância real natural. – d = um comprimento homólogo no desenho, denominado distância prática ou gráfica. • As escalas mais utilizadas são: • • Numérica: • • Gráfica:
  50. 50. Comparando os mapas A e B, observamos que há maior riqueza de detalhes no mapa B e sua escala é duas vezes maior do que no mapa A. Observe, então, que quanto menor for o denominador da escala, maior ela será e mais detalhes ela nos dará. ESCALAS
  51. 51. Um sistema sensor pode ser definido como qualquer equipamento capaz de transformar alguma forma de energia em um sinal passível de ser convertido em informação sobre o ambiente. No caso específico do Sensoriamento Remoto, a energia utilizada é a radiação eletromagnética. 17. Sensoriamento Remoto
  52. 52. Foto de satélite Observe uma fotografia tirada por um satélite:
  53. 53. 18. Solstícios e Equinócios Devido ao movimento de translação, os solstícios acontecem aproximadamente em 21 de junho no hemisfério norte e 21 de dezembro no hemisfério sul, quando os raios solares incidem direta e verticalmente sobre o trópico desta região, acontecendo o dia mais longo do ano. Ao mesmo tempo em que o sol incide em um hemisfério, no outro acontece o solstício de inverno e o dia mais curto do ano. Durante um ano, apenas em dois dias, os dois hemisférios terrestres recebem aproximadamente a mesma quantidade de luz e calor: 21 de março e 21 de setembro, quando acontecem os equinócios, sendo a duração dos dias iguais às noites
  54. 54. Qual o motivo das estações do ano?
  55. 55. Órbita da Terra em torno do Sol Eclíptica Sol
  56. 56. Órbita da Terra em torno do Sol 23,5º Eixo de rotação Plano da Eclíptica PeriélioAfélio Eclíptica Sol
  57. 57. Motivo das Estações Verão Sol InvernoVerão Inverno Primavera ou OutonoOutono OutonoOutono ou Primavera Sol
  58. 58. Paralelos Importantes Equador Trópico de Câncer Trópico de Capricórnio Círculo Polar Ártico Círculo Polar Antártico 23,5o 23,5o PN PS SolnoSolstícioAustral
  59. 59. Estações versus Hemisférios Verão Solstício do Verão Boreal Inverno Solstício do Inverno Austral Outono Equinócio da Outono Boreal Primavera Equinócio da Primavera Austral Inverno Solstício do Inverno Boreal Verão Solstício do Verão Austral Primavera Equinócio da Primavera Boreal Outono Equinócio da Outono Austral No Hemisfério Norte No Hemisfério Sul
  60. 60. 19. Fusos horários Na segunda metade do século XIX, todas as partes do mundo praticamente já eram conhecidas. O desafio do homem passava, então, a ser o de criar e aperfeiçoar meios de comunicação e de transporte, a fim de agilizar o contato entre as diversas áreas do planeta. Em virtude do avanço dos meios de transporte e comunicação, um sistema comum para determinar a hora local foi tornando-se cada vez mais necessário. Em 1884, 25 países reunidos em Washington estabeleceram uma divisão do mundo em 24 fusos de uma hora, baseando-se no fato de que a Terra demora praticamente 24 horas para dar uma volta completa em torno de seu próprio eixo. O fuso referencial para a determinação das horas é o de Greenwich , delimitado pelos meridianos 7º30' leste e 7º30' oeste .
  61. 61. O Brasil, devido à sua extensão no sentido leste-oeste, apresenta TRÊS fusos horários diferentes. Dividindo os 360º da circunferência terrestre por 24, temos 15º, que é a medida de cada fuso horário. Cada fuso é delimitado por dois meridianos e todas as localidades situadas no seu interior têm a mesma hora, que é chamada de hora legal. Fusos horários
  62. 62. NOVO FUSO HORÁRIO DO BRASIL
  63. 63. Linha Internacional de Datas No final do século passado, definiu-se internacionalmente uma linha de mudança de data que acompanha, mas não coincide rigorosamente com o meridiano de 180º, que é oposto ao meridiano de Greenwich. Quando se chega à linha internacional de data muda-se a data ou o "calendário" e não o relógio, portanto quem a atravessa de leste para oeste ( Sibéria para o Alasca, por exemplo) volta de “ hoje para ontem”, e quem atravessa de oeste para leste (Alasca para Sibéria) adianta um dia, mas sem mexer nas horas.

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