Moldagem 2012

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Moldagem 2012

  1. 1. Associação Brasileira de Odontologia seção SP regional Osasco Procedimentos de moldagem de transferência Especialização em Implantodontia, 2012 Mathias MA
  2. 2. MOLDAGEM• MOMENTO DE TRANSFERIR O RESULTADODO PLANEJAMENTO CIRÚRGICO PARA A REALIDADE•TRANSFERE A POSIÇÃO DO(S) IMPLANTE(S) EOU SEU(S) COMPONENTE(S) PARA O MODELODE ESTUDO OU DE TRABALHO
  3. 3. Moldagem ou Transferência•Transferência das características e posicionamento dosimplantes•Dispositivos pré-fabricados:- Análogos ou réplicas-“transfers” ou transferentes•Preparos protéticos e demais contornos de interesseprotético
  4. 4. MODELO DE ESTUDO Articulado•OCLUSÃO DO PACIENTE•DIMENÇÃO VERTICAL•ESPAÇO INTER ARTICULAR•PRESENÇA OU NÃO DE BRIDAS E FREIOS•HÁBITOS PARAFUNCIONAIS•GIROVERÇÕES DENTAIS•INCLINAÇÃO M / D - V / L•MUCOSA EM RELAÇÃO AO DENTE ADJACENTE•NECESSIDADE DE APOIO LABIAL•PRESENÇA OU NÃO DE GENGIVA INSERIDA•FORMATO DO ARCO DENTAL•AVALIAÇÃO DA “ SAÚDE” DENTAL REMANESCENTE
  5. 5. Modelos articulados com gengiva artificial
  6. 6. Análise do modelo de estudo para seleção de pilares
  7. 7. Enceramento Diagnóstico
  8. 8. Rebordos com características diversas
  9. 9. REQUISITOS BÁSICOS•USO DE MOLDEIRAS ADEQUADAS RÍGIDAS OU SEMI RÍGIDASCOM RETENÇÃO ADEQUADA•ENVOLVIMENTO TOTAL DO ARCO DENTAL•COPIAR BRIDAS E FREIOS•AUSÊNCIA DE BOLHAS E FALTA DE MATERIAL•COPIAR COM FIDELIDADE ÁREA DE INTERESSE E ADJACÊNCIAS•NÃO APRESENTAR DISTORÇÕES
  10. 10. •Moldeiras metálicas e plásticas•Materiais para impressão:Siliconas de adição e condensação, mercapitanase poliéters, pasta zinco-eugenólica, godivas,alginato...Materiais para retirada de registro articular
  11. 11. moldeiras
  12. 12. Selamento periféricoPreparo corretivo
  13. 13. MATERIAIS PARA IMPRESSÃO•POLIVINIL SILOXANO (PVS) OU SILICONA DE REAÇÃO PORADIÇÃO. Express (3M); Extrude (Kerr); Aquasil (L.D. Caulk),Stern Vantage (Sterngold Implamed).•POLIÉTER. Impregum e Permadyne (ESPE), Polygel (L.D.Caulk)•HIDROCOLÓIDE IRREVERSÍVEL. Jeltrate (Dentsply), Hidrogum (Zermack)
  14. 14. MATERIAIS PARA IMPRESSÃOSEGUNDO CHRISTENSEN (1992), EXISTEM ALGUMASCOMPARAÇÕES ENTRE AS CARACTERÍSTICAS DOS MATERIAIS:• FIDELIDADE OS TRÊS MATERIAIS SÃO EXCELENTES• ESTABILIDADE DIMENSIONAL PVS PERÍODO INDEFINIDO; POLIÉTER DIMINUI EM 2 SEMANAS; HIDROCOLÓIDE POBRE
  15. 15. •CARACTERÍSTICAS DE USO EXCELENTE ( SEM ODOR NEM GOSTO) PARA O PVS, SATISFATÓRIO A BOM PARA O POLIÉTER RAZOÁVEL PARA HIDROCOLÓIDE• ELASTICIDADE EXCELENTE PARA PVS, BOA PARA O POLIÉTER, BOA PARA HIDROCOLÓIDE• RESISTÊNCIA AO RASGAMENTO BOA PARA EXCELENTE PARA PVS E PARA POLIÉTER BOA PARA HIDROCOLÓIDE
  16. 16. •HIDROFILIBILIDADE EXCELENTE PARA PVS, BOA / EXCELETE PARA POLIÉTER, EXCELENTE PARA HIDROCOLÓIDE• UNIÃO À MOLDEIRA SATISFATÓRIA PARA PVS, EXCELENTE E RÁPIDA PARA POLIÉTER NENHUMA PARA HIDROCOLÓIDE• CUSTO SATISFATÓRIO PARA PVS, ALTO PARA POLIÉTER, BAIXO PARA HIDROCOLÓIDE.
  17. 17. DONOVAN (2004) DESCREVE AS PRINCIPAISCARACTERÍSTICAS QUE UM MATERIAL DE MOLDAGEM DEVEAPRESENTAR: FIDELIDADE MEMÓRIA ELÁSTICA ESTABILIDADE DIMENSIONAL ESCOAMENTO E FLEXIBILIDADE FACILIDADE DE MANIPULAÇÃO HIDROFILIBILIDADE TEMPO DE VIDA CONFORTO AO PACIENTE FATORES ECONÔMICOS
  18. 18. DONOVAN (2004) E OS PRINCÍPIOS PARA CORRETAMANIPULAÇÃO DOS MATERIAIS•VOLUME UNIFORME•ADESÃO À MOLDEIRA•TEMPO PARA MODELAGEM HIDROCOLÓIDE 10 MIN, POLIÉTER DE 1 HORA, PVS INDETERMINADO•CONTROLE DA VISCOSIDADE•MISTURA ADEQUADA•DESINFECÇÃO ( HIPOCLORITO DE SÓDIO)
  19. 19. DONOVAN (2004) classifica o Polivinil siloxano (PVS) como melhormaterial de impressão devido às características apresentadas:•Melhor detalhe final e memória elástica•Não há subproduto de reação de polimerização•Sem odor nem sabor•Estabilidade dimensional•Viscosidade, rigidez e tempo de trabalho satisfatórios•Sistema Automix DESVANTAGEM: não pode ser manipulado com luvas de látex
  20. 20. Não fique enrolado, há muito mais ainda...
  21. 21. COMO LEVAR O IMPLANTE DA BOCA PARA O MODELO MANTENDO COMPRECISÃO O ANTI ROTACIONAL E AS ESPIRAS INTERNAS ?
  22. 22. Análogos ou réplicas•Pré-fabricados e possuem as características dosimplantes quanto tipo de encaixe e plataforma deemergência para os implantes e componentesprotéticos selecionados
  23. 23. Mathias MA
  24. 24. Mathias MA
  25. 25. GENGIVA ARTIFICIAL
  26. 26. Seqüência de Transferência•Identificação do implante•Seleção do tipo de moldagem•Instalar os componentes de transferência, através deparafusamento do “transfer” ao implante•Conferência da adaptação com RXSeleção de moldeira
  27. 27. •Moldagem pesada ou anatômica•Alívio de contornos•Moldagem leve ou funcional•Remoção•Adaptação do “transfer” ao análogo•Isolamento para gengiva artificial•Vazamento do gesso•Modelo para seleção de componente
  28. 28. Transferente aberto ou quadrado•Maior precisão,•Moldagem de arrasto•Moldagem de múltiplos implantes•Remoção da moldagem por desparafusamento•Ferolização dos transfers entre si e na moldeira
  29. 29. TRANSFERENTES QUADRADOS PARAFUSO DE FIXAÇÃO CORPO DO TRANSFER ANÁLOGO
  30. 30. Mathias MA
  31. 31. Caso clínicoAPÓS A INSTALAÇÃO DOTRANSFER FAZER RX DEAVALIAÇÃO DA ADAPTAÇÃO
  32. 32. PROMOVER ALÍVIO DO TRANSFERPREPARO DA MOLDEIRA PARAPASSAGEM DO PARAFUSO DE FIXAÇÃODO TRANSFER
  33. 33. VERIFICAR ACESSO AOPARAFUSO DO TRANSFER
  34. 34. PROMOVER AlíVIO INTERNO NA PRIMEIRA MOLDAGEM VEDAR COM CERA O ACESSO AO PARAFUSO DO TRANSFERINICIAR COM SERINGA A SEGUNDAFASE DA MOLDAGEM
  35. 35. TRANSFERÊNCIA DE VÁRIOSIMPLANTES SIMULTANEAMENTE
  36. 36. Transferente fechado ou redondo•Moldagem unitária•Menor precisão no reposicionamento do análogo
  37. 37. Mathias MA
  38. 38. TRANSFER INSTALADO RADIOGRAFIA DE PROVAPRIMEIRA MOLDAGEM - DENSO
  39. 39. INICIAR A SEGUNDA MOLDAGEM COM SERINGA
  40. 40. REMOÇÃO DO TRANSFERREPOSIÇÃO DO CICATRIZADOR
  41. 41. REPOSIÇÃO DO TRANSFER E ANÁLOGO NA MOLDAGEM
  42. 42. VAMOS PARA O CAFÉ ?
  43. 43. Transferência de componente
  44. 44. Emergência protética
  45. 45. locking-taper, Select Nobel
  46. 46. Morse, Ankylos Degussa
  47. 47. Pick-up, twist lock, 3i
  48. 48. Transferência de Pilares
  49. 49. POR TÉCNICA OU POR SOFISTICAÇÃO DE TÉCNICAA TRANSFERÊNCIA DE PILARES PROTÉTICOS FAZ-SE NECESSÁRIAÉ REALIZADA DA MESMA MANEIRA DOS IMPLANTES,MAS COM USO DE TRANSFERENTES ESPECÍFICOSPARA O PILAR PROTÉTICO UTILIZADO
  50. 50. 1. Casquete de moldagem2. Réplica3. Abutment cicatrização4. Parafuso de ouro5. Abutment6. Implante7. Coifa Cerâmica8. Padrão de plástico calcinável
  51. 51. MOLDAGEM DE TRANSFERÊNCIA DECONDICIONAMENTO GENGIVALar
  52. 52. Caso Clínico
  53. 53. MOLDAGEM DE ESTUDO
  54. 54. CICATRIZADORES RETIRADOS
  55. 55. TRANSFERENTES CÔNICOS INSTALADOS
  56. 56. CONFECÇÃO DA MOLDEIRA PARA TRANSFER QUADRADO
  57. 57. MOLDAGEM DE TRABALHO
  58. 58. UNIÃO DOS TRANSFERENTES
  59. 59. PROVA DA MOLDEIRA E MOLDAGEM
  60. 60. INSTALAÇÃO DOS ANÁLOGOS
  61. 61. CONFECÇÃO DA GENGIVA ARTIFICIAL
  62. 62. MODELO PRONTO PARA SER TRABALHADO
  63. 63. MODELO PRONTO PARA SER TRABALHADO
  64. 64. NOVO CASO DE MOLDAGEM COM TRANSFER QUADRADO
  65. 65. Risco de movimentação do transferMOLDAGEM COM DEFEITOS
  66. 66. Moldagem•Posicionamento tridimensional do implante•Relação com tecidos circundantes•Relação com antagonista•Modelo de estudo e trabalho•Essencial para desenvolvimento protético Mathias MA
  67. 67. O que começa errado... Mathias MA

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