Aula - Pós Moda

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  • Processo relacional
  • PORQUE NÃO REPRESENTAM EFETIVAMENTE NADA, SENÃO FORMAS E SENTIMENTOS (VISUAIS, SONOROS, TÁTEIS, ETC). QUALQUER QUALIDADE TEM CONDIÇÕES DE SER UM SUBSTITUTO DE QUALQUER COISA. OS ÍCONES SÃO CAPAZES DE PRODUZIR EM NOSSA MENTE AS MAIS IMPONDERÁVEIS RELAÇÕES DE COMPARAÇÃO
  • O Índice é sempre um ponto que irradia para múltiplas direções
    Mas só funciona como signo quando uma mente interpretadora estabelece a conexão.
  • NÃO REPRESENTA SEU OBJETO EM VIRTUDE DO CARÁTER DE SUA QUALIDADE (HIPOÍCONE), NEM POR MANTER EM RELAÇÃO AO SEU OBJETO UMA CONEXÃO DE FATO (ÍNDICE)
  • O MAL ESCRITO EM PRETO CAUSA MAL ESTAR. O PRETO EXPRESSA O MAL DO MUNDO. O CLARO A PUREZA E BONDADE.
  • O PRETO AQUI REPRESENTA O LUTO.
  • AMARELO É A COR DOS TRAIDORES. SOMBRA QUE REMETE AO ENIGMA DO CRIME, AOS BANDIDOS E AO ACUAMENTO.
  • Aula - Pós Moda

    1. 1. sEMI óTICA MODA E COMUNICAÇÃ O Professor Me. Caio Cesar
    2. 2. sEMIóTICA S E M I Ó T I C A S E M E I O N S I G N O
    3. 3. sEMIóTICA S E M I Ó T I C A CIÊNCIA DOS SIGNOS DE TODA E QUALQUER LINGUAGEM P R O C E S S O S S I G N I F I C A T I V O S
    4. 4. sEMIóTICA S I G N O ? É UMA COISA QUE REPRESENTA UMA OUTRA COISA S E U O B J E T O ELE SÓ PODE FUNCIONAR COMO SIGNO SE CARREGAR ESSE PODER DE REPRESENTAR SUBSTITUIR UMA COISA DIFERENTE DELE
    5. 5. sEMIóTICA SIGNO NÃO É O OBJETO ELE ESTÁ NO LUGAR DO OBJETO
    6. 6. sEMIóTICA A PA L AV R A G AT O ; A P I N T U R A DE UM G AT O ; A FOTOGRAFIA DE UM GATO; O FILME DE UM GATO; O DESENHO DE UM GATO; ATÉ MESMO O SEU OLHAR PARA O G A T O S Ã O TO D O S S I G N O S DO O B J E T O G A T O
    7. 7. sEMIóTICA ESSE SIGNO SÓ PODE REPRESENTAR SEU OBJETO PARA UM INTÉRPRETE. E PORQUE REPRESENTA SEU OBJETO, PRODUZ NA MENTE DESSE INTÉRPRETE ALGUMA OUTRA COISA QUE TAMBÉM ESTÁ RELACIONADA AO OBJETO NÃO DIRETAMENTE, MAS PELA MEDIAÇÃO DO SIGNO.
    8. 8. sEMIóTICA OBJETO SIGNO SIGNO INTERPRETANT E
    9. 9. sEMIóTICA POR TA N TO, O S IGN I F I C A DO DE UM S IGNO É OU T RO S IGNO MAS, PARA QUE A DEFINIÇÃO DE SIGNO FIQUE MELHOR DIVISADA, CONVÉM ESCLARECER QUE O S I G N O T E M DOIS OBJETOS E TRÊS INTERPRETANTES
    10. 10. sEMIóTICA OBJETO DINÂMICO OBJETO IMEDIATO INTERPRETANT E IMEDIATO AQUILO QUE O SIGNO SUBSTITUI AQUILO QUE O SIGNO PODE PRODUZIR NA MENTE
    11. 11. sEMIóTICA INTERPRETANT E DINÂMICO INTERPRETANT E EM SI AQUILO QUE O SIGNO EFETIVAMENTE PRODUZ NA MENTE SÃO AS VÁRIAS EXPLICAÇÕES, SIGNIFICADOS. EFEITOS E IMAGENS QUE O SIGNO É CAPAZ DE PRODUZIR
    12. 12. sEMIóTICA A PARTIR DESSA DIVISÃO DAS PARTES QUE INTERAGEM NA CONSTITUIÇÃO DE TODO SIGNO, ESTABELECEU-SE UMA REDE DE CLASSIFICAÇÕES SEMPRE T R I Á D I C A S DOS T I P O S P O S S Í V E I S DE S I G N O .
    13. 13. sEMIóTICA SIGNO EM SI MESMO SIGNO COM SEU OBJETO DINÂMICO SIGNO COM SEU INTERPRETANTE QUALI-SIGNO ÍCONE REMA SIN-SIGNO ÍNDICE DICENTE LEGI-SIGNO SÍMBOLO ARGUMENTO
    14. 14. sEMIÓTICA PRIME IRIDADE
    15. 15. sEMIÓTICA Q U A L I - S I G N O É A PURA QUALIDADE COR, TEXTURA, SOM, FORMA
    16. 16. T E X T O QUASE SIGNO PORQUE QUALIDADES NÃO REPRESENTAM NADA É ALGO QUE SE DÁ APENAS À CONTEMPLAÇÃO
    17. 17. sEMIóTICA SE O SIGNO APARECE COMO SIMPLES QUALIDADE, NA SUA RELAÇÃO COM SEU OBJETO, ELE SÓ PODE S E R Í C O N E
    18. 18. sEMIóTICA
    19. 19. sEMIóTICA O OBJETO DO ÍCONE, PORTANTO, É SEMPRE UMA S I M P L E S P O S S I B I L I D A D E POSSIBILIDADE DO EFEITO DE IMPRESSÃO QUE ELE ESTÁ APTO A PRODUZ IR AO EXCI TAR NOSSO S E N T I D O .
    20. 20. sEMIóTICA O S Í C O N E S T Ê M U M A L T O P O D E R D E S U G E S T Ã O
    21. 21. sEMIóTICA O INTERPRETANTE QUE O ÍCONE ESTÁ APTO A P R O D U Z I R É U M A M E R A P O S S I B I L I D A D E , R E M A ISTO É H I P Ó T E S E NÍVEL DE RACIOCÍNIO
    22. 22. sEMIÓTICA S E C U N D I D A D E
    23. 23. sEMIÓTICA S I N - S I G N O É O E X I S T E N T E CONCRETO E REAL
    24. 24. sEMIóTICA TUDO QUE EXISTE É OU PODE FUNCIONAR C O M O Í N D I C E POIS APRESENTA UMA CONEXÃO DE FATO COM O TODO DO CONJUNTO DE QUE É PART E
    25. 25. sEMIóTICA
    26. 26. sEMIóTICA O I N T E R P R E T A N T E D O Í N D I C E N Ã O V A I A L É M D A CONSTATAÇÃO DE UMA RELAÇÃO FÍSICA ENTRE EXISTENTES D I C E N T E ISTO É SIGNO DE EXISTÊNCIA CONCRETA N Í V E L D E R A C I O C Í N I O
    27. 27. sEMIÓTICA TERCEIRIDADE
    28. 28. sEMIÓTICA L E G I - S I G N O É A L E I C O V E N Ç Ã O P A C T O C O L E T I V O
    29. 29. sEMIóTICA SENDO UMA LEI, UMA CONVENÇÃO, O SIGNO É UM S Í M B O L O E X T R A I D O O B J E T O S E U P O D E R D E REPRESENTAÇÃO PORQUE É PORTADOR DE UMA L E I Q U E D E T E R M I N A Q U E A Q U E L E S I G N O R E P R E S E N T E S E U O B J E T O
    30. 30. T E X T O G A T O
    31. 31. sEMIóTICA A R G U M E N T O É O SIGNO QUE PARA SEU INTERPRETANTE É LEI É O JUÍZO VERDADEIRO QUE O INTERPRETANTE FAZ NÍVEL DE RACIOCÍNIO
    32. 32. sEMIóTICA 1 0 C L A S S E S D O S S I G N O S
    33. 33. sEMIóTICA QUALI-SIGNO ICÔNICO REMÁTICO
    34. 34. sEMIóTICA QUALI-SIGNO ICÔNICO REMÁTICO ABRI-SE MÃO DA ILUSÃO DA REFERÊNCIA, DA RELAÇÃO COM O OBJETO, CONCENTRANDO-SE APENAS NA MATERIALIDADE E, ASSIM, NO ASPECTO D A P R I M E I R I D A D E D A P R Ó P R I A I M A G E M .
    35. 35. T E X T O
    36. 36. T E X T O
    37. 37. T E X T O
    38. 38. sEMIóTICA SIN-SIGNO ICÔNICO REMÁTICO
    39. 39. sEMIóTICA SIN-SIGNO ICÔNICO REMÁTICO QUALQUER COISA EXISTENTE E PARTICULAR CUJAS RELAÇÕES ENTRE AS PRÓPRIAS PARTES SÃO ANÁLOGAS ÀS RELAÇÕES ENTRE AS PARTES DO OBJETO REPRESENTADO. SENDO UM ÍCONE, SÓ PODE SER INTERPRETADO COMO UM SIGNO DE QUALIDADE OU POSSIBILIDADE.
    40. 40. T E X T O
    41. 41. sEMIóTICA SIN-SIGNO INDICIAL REMÁTICO
    42. 42. sEMIóTICA SIN-SIGNO INDICIAL REMÁTICO É UM OBJETO DA EXPERIÊNCIA QUE DIRIGE A ATENÇÃO PARA UM OBJETO SEMIÓTICO PELO QUAL SUA PRESENÇA É CAUSADA. DIRIGE A ATENÇÃO DO INTÉRPRETE ESSE OBJETO SEM, CONTUDO, FORNECER INFORMAÇÃO DE FATO SOBRE O MESMO.
    43. 43. T E X T O
    44. 44. sEMIóTICA SIN-SIGNO INDICIAL DICENTE
    45. 45. sEMIóTICA SIN-SIGNO INDICIAL DICENTE É UM OBJETO DA EXPERIÊNCIA QUE INDICA UMA OUTRA COISA E PROPICIA INFORMAÇÃO A RESPEITO DESSA OUTRA COISA, POR SER DINAMICAMENTE AFETADO POR ELA. INFORMA SOBRE UM FATO CONCRETO.
    46. 46. sEMIóTICA LEGI-SIGNO ICÔNICO REMÁTICO
    47. 47. sEMIóTICA LEGI-SIGNO ICÔNICO REMÁTICO É TODA LEI GERAL, NA MEDIDA EM QUE MANIFESTA ALGUMA SEMELHANÇA COM ALGUMA OUTRA COISA QUE NÃO ELE MESMO. EXIGE QUE SEUS CASOS PARTICULARES CORPORIFIQUEM UMA QUALIDADE DEFINIDA, CAPAZ DE TRAZER À MENTE A IDEIA DE SEU RESPECTIVO OBJETO SEMIÓTICO. SEU MODO DE SER É GOVERNAR SUAS RÉPLICAS. SENDO UM ÍCONE DEVE SER UM REMA.
    48. 48. sEMIóTICA LEGI-SIGNO INDICIAL REMÁTICO
    49. 49. sEMIóTICA LEGI-SIGNO INDICIAL REMÁTICO LEI GERAL QUE REQUER QUE CADA UM DOS SEUS CASOS SEJA REALMENTE AFETADO POR SEU OBJETO, DE TAL MODO QUE SIMPLESMENTE ATRAI A ATENÇÃO PARA ESSE OBJETO. TODAVIA, POR SI SÓ NÃO FORNECE INFORMAÇÃO DE FATO SOBRE O OBJETO.
    50. 50. sEMIóTICA ESTE ESSE AQUILO AQUELE ISSO ISTO
    51. 51. sEMIóTICA
    52. 52. sEMIóTICA LEGI -SIGNO INDICIAL DICENTE
    53. 53. sEMIóTICA LEGI -SIGNO INDICIAL DICENTE LEI GERAL QUE REQUER QUE CADA UM DE SEUS CASOS SEJA REALMENTE AFETADO POR SEU OBJETO, DE TAL MODO QUE FORNEÇA UMA INFORMAÇÃO DEFINITIVA A RESPEITO DESSE OBJETO.
    54. 54. sEMIóTICA L E G I - S I G N O S I M B Ó L I C O R E M Á T I C O
    55. 55. sEMIóTICA L E G I - S I G N O S I M B Ó L I C O R E M Á T I C O É UM SIGNO LIGADO A SEU OBJETO ATRAVÉS DE UMA ASSOCIAÇÃO DE IDEIAS GERAIS DE TAL MODO QUE SUA RÉPLICA TRAZ À MENTE UMA IMAGEM A QUAL TENDE A PRODUZIR UM CONCEITO GERAL.
    56. 56. sEMIóTICA
    57. 57. sEMIóTICA LEGI-SIGNO SIMBÓLICO DICENTE
    58. 58. sEMIóTICA LEGI-SIGNO SIMBÓLICO DICENTE É UM SIGNO LIGADO A SEU OBJETO ATRAVÉS DE UMA ASSOCIAÇÃO DE IDEIAS GERAIS E QUE ATUA COMO UM SÍMBOLO REMÁTICO, EXCETO PELO FATO DE QUE SEU PRETENDIDO INTERPRETANTE REPRESENTA O SÍMBOLO DICENTE COMO SENDO REALMENTE AFETADO PELO SEU OBJETO.
    59. 59. sEMIóTICA UMA PROPOSIÇÃO UMA AFIRMAÇÃO (DE VERDADE OU FALSIDADE) SOBRE A CONDIÇÃO DE FATOS OU COISAS EXISTENTES. EX.: NENHUM CISNE É NEGRO.
    60. 60. sEMIóTICA LEGI-SIGNO SIMBÓLICO ARGUMENTAL
    61. 61. sEMIóTICA LEGI-SIGNO SIMBÓLICO ARGUMENTAL UM ARGUMENTO É UM SIGNO CUJO INTERPRETANTE REPRESENTA SEU OBJETO COMO SENDO UM SIGNO ULTERIOR ATRAVÉS DE UMA LEI, A SABER, A LEI SEGUNDO A QUAL A PASSAGEM DE TAIS PREMISSAS PARA TAIS CONCLUSÕES TENDE A SER VERDADEIRA. MANIFESTAMENTE, ENTÃO, SEU OBJETO DEVE SER GERAL, ISTO É, O ARGUMENTO DEVE SER UM SÍMBOLO.
    62. 62. sEMIÓTICA O N D E A I M A G E M S E E N C A I X A ? T O D A S A S L I N G U A G E N S DA I M A G E M S Ã O S IGNOS HÍBRIDOS T R A T A M - S E D E Í C O N E S E D E Í N D I C E S
    63. 63. sEMIÓTICA T O D A S A S L I N G U A G E N S DA I M A G E M S Ã O S IGNOS HÍBRIDOS T R A T A M - S E D E Í C O N E S E D E Í N D I C E S
    64. 64. sEMIóTICA ABORDAR OU ESTUDAR CERTOS FENÔMENOS SOB O SEU ASPECTO SEMIÓTICO É CONSIDERAR O S EU MODO DE PRODUÇÃO DE S ENT IDO, A M A N E I R A C O M O E L E S S U S C I T A M S I G N I F I C A D O S .
    65. 65. sEMIóTICA A I M A G E M É U M A S U B C A T E G O R I A D O Í C O N E D I A G R A M A M E T Á F O R A
    66. 66. sEMIóTICA A IMAGEM NÃO É A PRÓPRIA C O I S A A SUA FUNÇÃO É POIS A DE EVOCAR DE S IGNI F ICAR OUTRA COI SA QUE NÃO E LA P R Ó P R I A A I M A G E M É E N T E N D I D A C O M O R E P R E S E N T A Ç Ã O P O R T A N T O A I M A G E M É E N T E N D I D A C O M O S I G N O
    67. 67. sEMIóTICA A I M A G E M É E N T E N D I D A C O M O SIGNO ANALÓGICO P O I S A S E M E L H A N Ç A É O S E U P R I N C Í P I O D E F U N C I O N A M E N T O
    68. 68. sEMIóTICA R E S I S T Ê N C I A S À A N Á L I S E 1. O QUE HÁ DE DIZER DE UMA IMAGEM QUE DEVIDO À SUA S E M E L H A N Ç A PA R E C E N AT U R A L M E N T E L E G Í V E L ? 2. O A U T O R Q U I S D I Z E R T U D O I S S O M E S M O ? 3. A ANÁLISE DEFORMARIA UMA IMAGEM ARTÍSTICA, POIS ELA É DE ORDEM AFETIVA E EMOTIVA NÃO DO INTELECTO.
    69. 69. sEMIóTICA F U N Ç Õ E S D A A N Á L I S E D A I M A G E M : F U N Ç Ã O P E D A G Ó G I C A 1. D E M O N S T R A R Q U E A I M A G E M É R E A L M E N T E U M A L I N G U A G E M 2. PROPOR UMA REPRESENTAÇÃO ESCOLHIDA E ORIENTADA 3. D I S T I N G U I R OS P R I N C I PAI S I N S T R UME N TO S D E S TA LINGUAGEM E O QUE SIGNIFICA A SUA PRESENÇA OU A SUA A U S Ê N C I A 4. R E L AT I V I Z A R A S U A P R Ó P R I A I N T E R P R E T A Ç Ã O
    70. 70. sEMIóTICA P R O C U R A O U V E R I F I C A Ç Ã O DO BOM E DO MAU FUNCIONAMENTO DA MENSAGEM VISUAL
    71. 71. sEMIóTICA IMAGENS PUBLICITÁRIAS S Ã O A S M A I S P R O P Í C I A S À A N Á L I S E N E L A S O S S I G N O S S Ã O T O T A I S S Ã O S E G U R A M E N T E I N T E N C I O N A I S E E S S E N C I A L M E N T E C O M U N I C A T I V A S D E S T I N A D A S A U M A L E I T U R A P Ú B L I C A TERRENO PRIVILEGIADO PARA A OBSERVAÇÃO DOS M E C A N I S M O S D E P R O D U Ç Ã O D E S E N T I D O
    72. 72. sEMIóTICA IMAGEM ICÔNICA: P INTURA NÃO- F IGURAT I VA IMA GEM I N D I C I A L : F O TOG R A F I A E P I N T U R A R E A L I S T A I M A G E M S I M B Ó L I C A : P I N T U R A C O D I F I C A D A
    73. 73. sEMIóTICA SEMIÓTICA DA CULTURA V OLTA D A PA R A O E S T U D O DAS ME D I A Ç ÕE S OCORRIDAS ENTRE FENÔMENOS DIVERSIFICADOS.
    74. 74. sEMIóTICA UMA DAS ESTRUTURAS BÁSICAS DA SEMIÓTICA DA C U LT U R A É A S U A P E R C E P Ç Ã O S O B R E AS DICOTOMIAS ARCAICAS DO H O M E M V I D A X M O R T E M A S C U L I N O X F E M I N I N O D E N T R O X F O R A C L A R O X E S C U R O A C I M A X A B A I X O
    75. 75. sEMIóTICA A ESTRUTURA BÁSICA DOS CÓDIGOS DA CULTURA É ASSIMÉTRICA O POLO MARCADO NEGATIVAMENTE É PERCEBIDO MUITO MAIS FORTEMENTE DO SEU POLO POSITIVO. A MORTE SE COLOCA MAIS FORTE QUE A VIDA

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