O Tempo

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O Tempo

  1. 1. O TEMPO Fiscal de DEUS Aliado do Filho do Homem * O TEMPO *CUMPRIU-SE A PROFECIA * O BANIDO *RESSURREIÇÃO *RECONHECIMENTO OFICIAL DEFINITIVO DA IDENTIDADE DE INRI CRISTO * PREDESTINAÇÃO*SERMÃO DO PORVIR (O APOCALIPSE) *NOVO PAI-NOSSO *DECLARAÇÃO *SUMÁRIO DO LIVRO DESPERTADOR 1ª, 2ª E 3ª PARTE
  2. 2. 28/02/2002 - © Copyright by: SOUST Suprema Ordem Universal da Santíssima Trindade Nova Ordem Católica instituída em 28/02/82 por INRI CRISTO, Unigênito de DEUS Sede do Reino de DEUS Brasília - DF - Brasil - CEP: 72428-010 Fone: (61) 3404-0134 ————————————————————— Revisão: Aderexi - Sacerdotisa Redatora Alysluz - Sacerdotisa e Sec. Plenipotenciária Asusana - Sacerdotisa e Escrivã Ivan - Discípulo Sacerdote Victor H. Schmidt - Filólogo Montagem e Digitação: Amaí - Sacerdotisa e Sec. Informática Direitos de publicação em todas as línguas reservados ao: MÉPIC Movimento Eclético Pró INRI CRISTO Internet: www.inricristo.org.br E-mail: mepic@inricristo.org.br Impresso no Brasil
  3. 3. O TEMPO O tempo é o fiscal de DEUS, aliado do Filho do Homem Assim falou INRI CRISTO: “Em 1978, quando caminhava em direção à transcendênciaespiritual que culminou com a revelação de minha identidade no jejumem Santiago do Chile, o SENHOR DEUS, meu PAI, conduziu-mediante de uma antiga casa na cidade de Santo Ângelo, localizada nointerior do Rio Grande do Sul. Era uma casa velha, muito velha, ondejá não habitava ninguém. Ao mostrar-me aquela casa, Ele disse: “Olha bem esta casa, avaranda, a sacada. Ali foram proferidas juras de amor, romancesaconteceram, rebentos engatinharam e cresceram, crianças brincaram,mulheres pariram e choraram dores, alegrias e tristezas passaram,namorados viveram íntimos momentos de paixão, selou-se o destinotemporal de muitos. As pessoas que ali habitaram comprometeram-sesocialmente nos meandros da vida e da sorte, estiveram diante de umaltar, foram ao cartório sedimentar seus compromissos. E essas pessoastiveram filhos, e seus filhos tiveram filhos, e os filhos de seus filhostiveram filhos nesta casa. Agora, não obstante, nenhum deles vivemais ali, estão em outro lugar.” Na sequência, indo um pouco além, Ele levou-me diante deum cemitério, onde residiam seus corpos já fenecidos pela ação dotempo. As crianças cresceram, tornaram-se adultos, que envelhecerame desencarnaram. Lá estava o que restava de seus corpos. Aquela casaum dia teve vida, testemunhou a vivência daquelas pessoas, masnaquele momento estava abandonada, com os vidros das janelasquebrados, as colunas deterioradas, já não havia mais vida em seuinterior. Assim é o tempo: cruel, impiedoso, destruidor, avassalador,inevitável para os habitantes da Terra. Só DEUS é eterno, infinito,sem início nem fim. É, foi e sempre será o único ser incriado, nuncaacaba, nunca fenece. Para Ele o tempo não conta. DEUS não se inclina,não é refém de calendário nem de relógio. Criou-os tão somente nointuito de facilitar a vida dos homens na terra. O tempo rege o destino,a vida, as estações; ele não pára e, no entanto, nunca envelhece. Otempo é o aliado dos que confiam na justiça divina, como bem estáescrito no sagrado livro do Eclesiástico capítulo 2 (“Quando entraresno serviço de DEUS, persevera firme na justiça e no temor, e preparaa tua alma para a tentação. Humilha o teu coração, e tem paciência;inclina o teu ouvido, e recebe as palavras da sabedoria, e não te apressesno tempo da prova. Sofre as demoras de DEUS, conserva-te unido aDEUS, e espera pacientemente, para teres vantagem na tua sorte final. 3
  4. 4. Aceita tudo que te acontecer, e permanece em paz na tua dor, e notempo da humilhação tem paciência; porque no fogo se provam oouro e a prata, e os homens amados, no cadinho da humilhação. Confiaem DEUS e Ele te protegerá...”). Por outro lado, o tempo é o verdugodos prevaricadores, uma vez que a ele está vinculada a lei do carma. Otempo passa, os homens passam e as obras ficam. Meu PAI mostrou que as peripécias da minha infância, osdesencontros de minha adolescência, as vicissitudes de minhajuventude, as amargas experiências de minha idade adulta e a longaperegrinação sobre a terra desde os treze anos de idade, de cidade emcidade, de país em país, tudo foi necessário para que eu me tornasseapto a cumprir minha missão. Ele me fez lembrar os momentos maisdifíceis de minha reprovação, as gargalhadas de meus inimigos, odeboche dos espíritos das trevas (ver O Banido pág. 18), mas depoismostrou minha vitória inexorável. Disse que, a partir de agora, sentireio tempo como meu aliado, junto comigo, testemunhando que, nocumprimento dos vaticínios que enunciei antes de ser crucificado, aglória me amará. O tempo age incessantemente, testemunha silenciosamente amudança dos hábitos, dos costumes, das arquiteturas, das posiçõessociais, da condição física, da idade, do rumo da vida humana, dasfortunas, que são sempre as mesmas, apenas mudam de dono... ACentral de Polícia onde estive detido por ocasião do Ato Libertárioperpetrado em Belém do Pará no histórico 28/02/1982 hoje, pela açãodo tempo, é um fantasmagórico prédio desocupado. O presídio “SãoJosé”, no qual permaneci durante quinze dias e de onde saí sob a égideda Divina Providência sem depender de advogados, hoje estátransformado num museu. O sacerdote Faustino de Brito, que ordenaraaos soldados tirar minha túnica à força, desencarnou vítima de umderrame cerebral, após expiar seus pecados inerte, todavia consciente,longos anos em posição horizontal. O arcebesta (arcebispo) da época,Gaudêncio Ramos, desencarnou com câncer. Ambos, tendo consciênciade que sou o Filho de DEUS e que praticara um ato libertário,suplicaram que os sepultassem na catedral da Sé, palco da divinarevolução. (Ver registros jornalísticos no livro DESPERTADOR 2ªparte). O oficial militar que comandou a evacuação do público nacatedral e, paradoxalmente, auxiliou-me a descer do altar, na épocacom a divisa de tenente, hoje é o coronel Watrein. Muitas das criançasque testemunharam a revolução hoje são adultos, chefes de família,casaram-se e já estão até reproduzindo crianças. Assim é o tempo. Muitos dos ensinamentos que agora vos concedo da parte demeu PAI, há dois mil anos o povo não estava preparado para assimilar.Por este motivo eu disse aos discípulos: “Tenho ainda muitas coisas a 4
  5. 5. dizer-vos, mas vós não as podeis compreender agora. Quando vier,porém, o Espírito de verdade, ele vos guiará no caminho da verdadeintegral, porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiverouvido e anunciar-vos-á as coisas que estão para vir. Ele meglorificará porque receberá do que é meu e vo-lo anunciará. Tudoo que o PAI tem é meu. Por isso eu vos disse que ele receberá doque é meu e vo-lo anunciará. Um pouco e não me vereis, e outra vezum pouco e ver-me-eis, porquanto vou para o PAI” – João c.16 v.7 a16). Quando lhes prometi que em breve retornaria, não estabeleci umadata determinada porque um pouco de tempo para DEUS pode durarmuitos séculos. Dois mil anos se passaram e o ALTÍSSIMOprovidenciou as circunstâncias necessárias para o meu retorno. Naquela época era difícil compreender que um dia DEUSinspiraria os cientistas a construírem o avião e a televisão, estesmagníficos aparelhos que possibilitarão o cumprimento de minhamissão de acordo com as profecias do Apocalipse, segundo as quaisno meu dia de glória visitarei todas as nações vindo sobre as nuvens etodo olho me verá. Ainda antes da crucificação Ele me revelara queseria assim, todavia só agora, havendo chegado o tempo previsto, éque posso vos explicar estas coisas a fim de que eviteis o fanatismo avós imposto na catequese do embuste durante minha ausência na Terra.Esquivai-vos do delírio, da fantasia, da esquizofrenia dos fariseus queme imaginam voando igual a uma ave com umas luzes piscando. Paraquem raciocina dentro da lógica, obviamente peregrinarei sobre omundo de avião, a fim de recolher os meus filhos de todos os rincõesda dimensão terrestre, outrossim serei visto por toda humanidadeatravés da televisão. Mesmo aos humildes que não possuem aparelhode TV será facultado ver-me em telões instalados nas praças públicasdo mundo inteiro (“Eis que ele vem sobre as nuvens e todo olho overá” – Apocalipse c.1 v.7). Naquele tempo também era difícil explicar aos meusseguidores e ouvintes que eu voltaria através da divina e eterna lei dareencarnação com o mesmo rosto, a mesma voz, a mesma estatura, amesma silhueta, a mesma túnica, o mesmo manto, a mesma sandália,enfim, a mesma imagem. Carecia que se passasse o tempo na Terra.Quando agora indagam-me por que me visto de túnica e manto, porque uso sandálias, por que apareço em público com minha coroa deespinhos, explico-lhes, então, que eu mesmo prometi retornar comoera, cumprindo João c.16 v.14 e 15 (acima citado), o que às vezes setorna muito difícil e desconfortável face à incompreensão, ao fanatismo,ao ar de deboche e desdém dos que apontam com o dedo e julgam-meprecipitadamente sem jamais haver dialogado comigo. Mas em verdade, em verdade vos digo: o maior milagre, a 5
  6. 6. maior prova do imensurável poder de DEUS foi Ele haver-mereenviado como eu era antes da crucificação, conforme podeis atestaratravés do Sudário, no qual impregnou-se minha imagem pelas mãosda Divina Providência. Ao contrário, seria muito mais difícil, isto paranão dizer impossível, cumprir minha missão nesta geração de coraçõesduros. Muitos alegam tratar-se de uma falsificação produzida durantea Idade Média, todavia os mais recentes estudos sobre este lençolcomprovam sua autenticidade. (Ver extrato da revista Galileu nº 99,editora Globo, na contracapa). Não penseis, meus filhos, que as tragédias vislumbradas diaapós dia no cenário mundial como nunca antes sucedeu na históriados povos são fruto do acaso. Na realidade, são os sinais de minhapresença na Terra, conforme enunciara aos discípulos há dois mil anosquando me indagaram acerca dos sinais do fim do mundo e de meuretorno (“Dize-nos: quando sucederá isto (a ruína de Jerusalém) equal será o sinal de tua vinda e do fim do mundo? ...Porque ouvireisfalar de guerras e de rumores de guerras, e se levantará nação contranação, e reino contra reino, e haverá fomes, pestilências (AIDS, Ebola,Anthrax, etc.) e terremotos em diversos lugares. Todas essas coisassão o princípio das dores...” – Mateus c.24 v.3 a 8). As profecias bíblicasagora cumprem-se rigorosamente. É o tempo. E para desalento, desapontamento, desgosto de meus inimigos,que pensavam ser possível crucificar-me mais uma vez, está outrossimprevisto nas Sagradas Escrituras que no meu dia de glória terei meuscabelos brancos, logo estarei em avançada idade. Meu PAI disse quenão posso desencarnar enquanto não tiver cumprido minha missão dejulgar a humanidade e efetivar a consolidação de seu santo reino sobrea terra (“A sua cabeça e os seus cabelos eram brancos como a lãbranca e como a neve... saía da sua boca uma espada de dois fios eo seu rosto resplandecia como o sol em toda a sua força” – Apocalipsec.1 v.14 e 16). A espada de dois gumes é minha língua, que tempoder concedido por DEUS de abençoar e amaldiçoar. Tudo tem sua hora e seu tempo. Como eu mesmo haviaprevisto antes de ser crucificado, ainda bebo de gole em gole a últimaporção do cálice amargo da reprovação (“Mas primeiro (antes de seudia de glória) é necessário que ele (Cristo) sofra muito e seja rejeitadopor esta geração. Assim como foi nos tempos de Noé, assim serátambém quando vier o Filho do Homem” – Lucas c.17 v.25 a 35).Vivi como apátrida esperando pacientemente durante vinte anospelo reconhecimento oficial de minha identidade como INRICRISTO. Só no final do século XX, em 24/10/2000, o EgrégioTribunal de Justiça do Estado do Paraná expediu o venerandoacórdão que determinou a retificação de meus documentos, nos 6
  7. 7. quais consta o nome que paguei com meu sangue na cruz, INRI(“Ao que vencer... escreverei sobre ele o nome de meu DEUS... etambém o meu novo nome” – Apocalipse c.3 v.12). É o tempo. Os esquizofrênicos, inimigos da verdade e do Reino de DEUS(impostores que se auto-intitularam pastores sem a unção de meuPAI, sacerdotes da proscrita igreja meretriz romana – Apocalipse c.17)pensam, no delírio de seu fanatismo, ser possível derrotar-me. Nãopassam de cegos guias de cegos (“Mas ai de vós... hipócritas! quefechais o reino dos céus aos homens, pois nem vós entrais nem deixaisque entrem os que estão para entrar” – Mateus c.23 v.13). Eles é que,na verdade, estão sendo a cada dia acometidos pelo flagelo, pelasdesgraças, pelas moléstias infligidas através do látego do verdugotempo, uma vez que minha presença na Terra de carne e osso significao desmoronamento do império enfermo erigido durante minhaausência. Desmascaro estes lobos com pele de ovelha pelos falsostítulos que usam. Ao induzirem meu povo a chamá-los de “padre” e“papa”, violam meu Evangelho, onde está escrito: “A ninguém chameispai sobre a terra, porque um só é vosso PAI, o que está nos céus”(Mateus c.23 v.9 – padre, na tradução do italiano e do espanhol, querdizer pai, e papa, na deformação do grego e latim, outrossim querdizer pai, logo esses títulos são falsos). E também eu disse que sou oúnico pastor (“Eu sou o bom pastor, conheço as minhas ovelhas e elasme conhecem” – João c.10 v.14), não reconheço nenhum à exceçãodo quadrúpede pastor alemão que serve de guarda. Portanto, os outrosnão passam de cães vira-latas que usam meu nome antigo (Jesus) afim de amealhar ilicitamente os parcos recursos de meu povo na abusivaprática da chantagem do dízimo e outras afins. (Ver circular O Dízimono livro DESPERTADOR 1ª parte). Ademais, os sacerdotes traidores da causa divina ensinam oscristãos a prostrar-se diante de malditas estátuas, violando o que oSENHOR disse há milênios e está sobejamente registrado nas SagradasEscrituras (“Eu sou o SENHOR, vosso DEUS. Não fareis ídolos paravós nem imagens de escultura para adorardes, porque eu sou oSENHOR, vosso DEUS... guardai os meus sábados” – Levítico c.26 /“O ídolo, obra das mãos humanas, é maldito, ele e seu autor” – L. daSabedoria c.14 v.8 e 27 / “Ficarão fora do reino de DEUS os idólatras...e todos os que amam e praticam a mentira” – Apocalipse c.22 v.15 /“Eu sou o SENHOR, este é o meu nome. Não darei a outro a minhaglória nem consentirei que se tribute aos ídolos o louvor que só amim pertence” – Isaías c.42 v.8). Muitos, desesperados, desejam avisita da morte, suplicam por ela até em orações, a exemplo do chefeda proscrita igreja romana, que se faz chamar “papa”. Ele peregrinanos países em guerra na esperança de ser quiçá assassinado no afã de 7
  8. 8. conseguir um lugar de mártir na história (ver Parábola do Rei, livroDESPERTADOR 1ª parte). Mas a morte não os atende pois tambémobedece ao tempo, que exige do penitente o resgate do débitocarmático. Ironicamente, são estes mesmos lobos com pele de ovelhae, ou seus sucessores que me dirão naquele dia: “Senhor, Senhor, nãoprofetizamos nós em teu nome, e em teu nome expelimos os demônios,e em teu nome fizemos muitos milagres?” Então, eu lhes direi bemalto: “Não vos conheço, apartai-vos de mim, vós que praticais ainiqüidade” (Mateus c.7 v.21 a 23). O tempo testa a fidelidade, a lealdade, a perseverança dosseres humanos. E justo porque aos olhos dos terráqueos eu demoreipara voltar é que eles começaram a prevaricar, traíram a causa divinaolvidando-se de meus ensinamentos. Por este motivo eu disse: “Oque perseverar até o fim, este será salvo” (Mateus c.10 v.22). A vidana Terra está vinculada ao tempo, para os habitantes da terra é muitodifícil imaginar a inexistência do tempo no plano sideral, no infinitoonde reside meu PAI, o SENHOR do Universo. Na eternidade, onde otempo não conta, não faz nem um segundo que fui crucificado. Lá deonde eu vim e onde estive em espírito durante minha ausência na terranão há tempo. Eu que vos falo sou espírito e reencarnei, mas estou sóde passagem. Cumprida a missão que meu PAI me confiou, meu corposerá devolvido à mãe terra e eu voltarei à origem. DEUS criou o Universo e o mundo em milhões, bilhões,trilhões de anos, mas para Ele foi num instante, num estalar de dedos,num piscar de olhos. No sagrado livro de Gênesis foram estabelecidossete dias simbólicos para a criação do mundo a fim de facilitar aassimilação e regular as relações na vida dos homens, até porque naépoca em que foi escrito o nível de conhecimento humano ainda nãoatingira um patamar que propiciasse um parâmetro plausível decompreensão dentro da racionalidade. Charles Darwin não foi meramente um cientista teórico e simum mensageiro iluminado, inspirado por DEUS. A evolução existiu eexiste tanto no plano físico quanto no plano espiritual, ou ainda, aevolução no plano físico acompanha a evolução no plano espiritual. Avida na Terra iniciou-se de uma forma muito simples eprogressivamente evoluiu, passando por vários estágios, durantemilhões de anos. Ela partiu da água em direção à terra. Através dotempo, evoluiu desde a forma mais simples até o mais complexo sercriado por DEUS, o ser humano, “feito à imagem e semelhança deDEUS” (Gênesis c.1 v.27). O próprio conhecimento humano evoluiu de tal forma que jápossibilita mesmo aos cientistas afirmar que a evolução não émeramente uma teoria e sim, como de fato é, uma lei universal. Meu 8
  9. 9. PAI, SENHOR e DEUS explicou-me todas estas coisas diretamente,sem ter passado pelas academias dos homens. No relato da criação consta que DEUS formou o homem dobarro da terra e inspirou no seu rosto um sopro de vida, e o homemtornou-se alma vivente (Gênesis c.2 v.7). O barro que Ele utilizou sãoos componentes da mãe natureza que minha genitora ingerira a fim deformar meu corpo físico. Todos vós, meus filhos, sois formados debarro, de argila; todos os componentes necessários para formar vossocorpo vêm direta ou indiretamente da mãe terra. Até o leite da vacaque vos serve de alimento veio da mãe terra. Todos vós havereis dereconhecer que a terra é a mãe purificadora no sofrimento quepacientemente espera seus filhos queridos para o reencontro místicoda renovação (“Tu és pó, do pó tu foste tomado e ao pó retornarás” –Gênesis c.3 v.19). Quando DEUS fez-me dormir profundamente, naverdade isto significava que eu havia desencarnado. Neste intervalo,que pode ter sido de alguns meses, anos e até séculos, o ALTÍSSIMOtirou de meu corpo, junto com as costelas, a parte feminina para formara Eva, posto que, antes de reencarnarmos individualmente, eu eraandrógino, perfeito, ou seja, Adão e Eva num só corpo (“DEUS criouo homem à sua imagem, criou-o à imagem de DEUS, e criou-o varãoe fêmea” – Gênesis c.1 v.27). Não confundais andrógino, que é aperfeição divina, com hermafrodita, a imperfeição, uma anormalidadefísica. (Ver circular DEUS é Perfeito no livro DESPERTADOR 1ªparte). Meditai por que DEUS criou a Via Láctea, as galáxias, asestrelas, os planetas, o sol, a lua, o céu, as águas, a Terra, os vegetais,os animais, enfim, e só depois criou o ser humano. O primeiro homemsou eu que vos falo, o Primogênito Adão. Fui o último e ao mesmotempo o primeiro (“Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim...” –Apocalipse c.1 v.8) uma vez que meu espírito já passara por váriosestágios evolutivos até chegar ao ápice da evolução, que é a condiçãohumana. Ao contrário seria uma incoerência DEUS haver criadoprimeiro os animais e por último o ser humano para então dar-lhepoder e domínio sobre todos os demais seres viventes (“...Dominaisobre os peixes do mar e sobre as aves do céu, e sobre todos os animaisque se movem sobre a terra” – Gênesis c.1 v.28). Darwin estava certo,explicou e demonstrou o processo da evolução à luz da inspiraçãodivina. A verdadeira ciência jamais colide com a verdadeira teologia,com a sabedoria emanada do CRIADOR. Os embustólogos,falcatruólogos, engodólogos que se dizem teólogos entram em choquecom os preceitos de Darwin porque, órfãos da inspiração divina,permanecem obstinadamente bitolados ao calendário simbólicoestabelecido por DEUS. Não compreendem que o SENHOR criou-o 9
  10. 10. tão somente no afã de facilitar a compreensão sobre a criação divina. DEUS estabeleceu as leis que regem o Universo, que por seremperfeitas são eternas e por serem eternas são perfeitas e imutáveis. Alei divina, como bem já expliquei diversas vezes, pode ser resumidaem duas palavras: ação e reação, ou causa e efeito. Desde que DEUScriou a primeira partícula de vida, esta partícula estava submetida àlei. Tudo que existe e se move no Universo está submetido à lei. Assimsendo, todos os atos que praticais um dia voltarão à vós, como preconizaa lei do carma, que está vinculada ao tempo. A justiça divina vem nahora certa, no instante certo, no tempo determinado pela divinaprovidência, dentro da lei da igualdade, que consiste unicamente emdistribuir-se desigualmente a desiguais na medida em que sedesigualam. DEUS criou a lei tão perfeita que não há possibilidade de umadendo, de uma emenda. Ela vale para sempre, daqui a milhões deanos, mesmo que passem o céu e a terra, ela continuará imutável porqueé perfeita. E não penseis que é o SENHOR do Universo quem voscastiga. Em sua grandiosidade, imensurabilidade, Ele não precisadescer das culminâncias de sua majestade para vir castigar-vos cadavez que delinquis. A lei que Ele criou vos castiga e premia usando otribunal de vossa consciência, onde há um juiz peremptoriamente deplantão. Quando cometeis um delito, mesmo que ninguém tenha vistonem nunca tome conhecimento, vossos olhos viram e vosso lado divino,que está conectado ao CRIADOR, acusa-vos sem tréguas. A mãenatureza, executora da lei divina, utilizando o fiscal de DEUS, que é otempo, arremessa-vos o castigo pelo pecado e vos premia por vossasboas obras. Certamente já ouvistes dizer: “A justiça de DEUS tarda,mas não falha”. Todavia vos digo em verdade que tardas jamais são asdádivas celestes, a justiça divina não tarda e sim vem na hora certa. O ciclo da vida é nascer, crescer, viver, evoluir e desencarnar.Renascer, crescer, viver, evoluir e desencarnar. Só à luz da divina leido carma e da reencarnação, que são indissociáveis, é possívelcompreender por que nascem pessoas aleijadas, cegas, surdas, sembraço, sem perna, etc. Se DEUS disse e está registrado nas SagradasEscrituras que o homem foi feito à sua imagem e semelhança, entãoEle teria falhado durante a gestação daquela mulher que concebeu umdescendente aleijado? Em verdade, em verdade vos digo: quando umapessoa cometeu muitos pecados, violou muitas vezes a lei de DEUSnuma só encarnação e não deu conta de pagar todo o seu débitocarmático, então volta com defeito físico a fim de saldar o que deve àlei através de uma purgação mais ou menos dura de acordo com adimensão da dívida contraída. O sinal que o penitente traz é o resgatedo débito carmático. Se esta pessoa reencarna em condições penosas 10
  11. 11. e, durante sua existência, permanece humilde diante do SENHOR eassimila sua santa lei, compreendendo que não foi Ele quem a castigoue sim que está tão somente saldando a dívida com a lei, passado otempo da purgação, sendo humilde e estando sinceramente arrependidade seus pecados, reencarna com um corpo perfeito. Assim também podeis compreender por que DEUS proíbeque se aproximem do altar pessoas defeituosas. (“O SENHOR falou aMoisés, dizendo: Dize a Arão: o homem... que tiver deformidade(corporal) não oferecerá pães ao seu DEUS, nem se aproximará doseu ministério, se for cego, se coxo, se tiver nariz pequeno, ou grande,ou torcido, se tiver um pé quebrado ou mão, se for corcunda, seremeloso, se tiver belide na vista, se sarna pertinaz, se tiver herpespelo corpo ou uma hérnia. Todo homem da estirpe do sacerdote Arãoque tiver qualquer deformidade (corporal) não se aproximará a oferecerhóstias ao SENHOR, nem pães ao seu DEUS. Comerá, todavia, dospães que se oferecem no santuário, contanto, porém, que não entre dovéu para dentro, nem chegue ao altar, porque tem defeito, e não devecontaminar o meu santuário” – Levítico c.21 v.16 a 24). Por quecontaminar? Como ela é portadora daquela condição física anormal,então é naturalmente revoltada, vulnerável a receber as energiasnegativas do maligno. Consequentemente, através dessas energiasestaria contaminando o altar. Mas ninguém pode julgar, desprezar,maltratar estas pessoas. Tratai-as com amor, caridade, compreensão,da mesma forma que elas não devem revoltar-se contra o CRIADORe sim confiar no cumprimento de sua santa lei, que é justa e perfeita.Se não existisse a reencarnação, então seria uma injustiça, umacrueldade, uma incongruência se o SENHOR permitisse o nascimentode um ser aleijado para depois, impiedosamente, humilhá-lo proibindo-o de aproximar-se do altar. Mas como a reencarnação existe, entãoestá tudo explicado. DEUS é perfeito e, por ser perfeito, não erra. Nalei divina não pode haver e não há contradição. Tudo tem umsignificado. Certamente já observastes que também nascem animaisaleijados. De acordo com a lei divina isto pode suceder porque nãoestá previsto na Bíblia que os seres bestiais foram feitos à imagem esemelhança de DEUS, além de que não possuem livre-arbítrio e,portanto, não pecam como os seres humanos. Neste caso, a mãenatureza regula o nascimento de animais com defeito a fim de propiciaro equilíbrio na cadeia alimentar, os jovens predadores que ainda nãosabem caçar alimentam-se desses que têm dificuldade de caminhar, eassim por diante. Se alguma coisa no contexto da lei divina vos parecererrado, na verdade faz parte de um todo que está certo, posto que,como já disse anteriormente, DEUS é infalível, não erra. A vida na Terra neste século de corações duros é uma 11
  12. 12. verdadeira corrida contra o tempo, regulado pelos ponteiros do relógio.A maioria dos espevôs humanóides integrantes deste mundo caóticovivem infelizes, angustiados, apressados, ansiosos porque são escravosdo tempo. Sem a bênção de DEUS, correm desesperados em busca dealgo que, na verdade, nunca encontrarão senão dentro deles mesmos.Atualmente, as pessoas não têm mais tempo para observar as paisagensda natureza, o nascer e o pôr-do-sol, o canto dos pássaros, a beleza dasflores, as inusitadas formas das nuvens, as chuvas que refrescam aterra, nem sequer sentem a brisa tocar em seus rostos. As pessoasestão deixando de viver, transformaram-se em verdadeiras máquinas,robôs, como já expliquei quando proferi a Parábola do Alguidar deBarro. (Ver livro DESPERTADOR 3ª parte). Os homens estão menosprezando a simplicidade, que é oúltimo degrau da sabedoria. Foram orientados a ser escravos dobarulho, da propaganda enganosa, da superficialidade dos luxos, dosgastos supérfluos, etc. O mundo está ajoelhado diante do esquemainternacional de globalização. Se publicarem num painel: “Fezes decachorro, a mais nova vacina contra AIDS”, então observareis umconsiderável número de pessoas que, sem personalidade, semraciocinar, estarão ajoelhadas rastejando atrás de um cachorro a fimde obter um cadinho de fezes. Se no dia seguinte mudarem o anúnciopara: “A ingestão de fezes caninas provoca AIDS”, então aquelasmesmas pessoas instantaneamente deixarão de comer fezes. E assimpor diante. Em 1981, quando eu estava em Paris, o SENHOR conduziu-me à entrada do metrô situado próximo à Gare du Nord, onde milharesde pessoas corriam alucinadas em direção à porta, na disputa frenéticade um espaço para entrar. Então, meu PAI disse-me: “Vê, meu filho,se isto é vida! Teus descendentes vivem como ratos em tubulação deesgoto, transitam como minhocas debaixo da terra, tudo por causa dadesobediência à minha lei (fornicação, etc.), que culminou com aprocriação desordenada e conseqüente explosão demográfica! Olhabem como teus filhos estão, a que ponto chegou a humanidade!” Estaé a realidade que o SENHOR me mostrou; é cruel, mas é a realidade. Os genitores não têm tempo para os descendentes e osdescendentes não têm tempo para os genitores. E assim a educação, atradição, os bons costumes lentamente se exaurem. Ao passar àadolescência e à idade adulta, os seres humanos devem aprender a nãodeixar a pureza para trás. Deixai que o tempo passe por vós e nãosobre vós. Em verdade, em verdade vos digo: quando falei há dois milanos: “Quem não for como estes pequeninos não pode entrar no Reinode DEUS” (Mateus c.19 v.14), não estava dizendo que uma pessoacom 1,80m de altura deve voltar a reduzir a estatura e sim que deveis 12
  13. 13. conservar a pureza, ou melhor, voltar ao estado de pureza das crianças. Por que, em geral, as pessoas que vivem mais tempo, de umacerta idade em diante, começam a procurar com maior frequência porigrejas, templos? É quando intuitivamente percebem que o espíritoestá prestes a subir ao plano superior, que seu tempo na Terra está seexaurindo. Elas não têm consciência, todavia sentem necessidade,embora equivocadamente, de dirigir-se a um lugar onde supõem serpara render culto, adorar a DEUS. A fim de que sejais felizes, vivei intensamente cada minuto,cada instante como se fôsseis desencarnar amanhã, desfrutai o gozode estar em paz e harmonia com o PAI Celeste e a mãe natureza.Desta forma tereis longevidade, posto que vivendo intensamente omomento presente estareis também cuidando da saúde de vosso corpo,que é o maior bem, a maior dádiva concedida pelo CRIADOR. Buscaia felicidade em vosso interior, pois nunca a encontrareis plenamenteno exterior, seja no pára-quedas, na asa-delta, na piscina, nos encontrossociais, nas festas de carnaval, nas danças de rock, na ilusão das drogas,etc. Estes são apenas momentos de felicidade, todavia a felicidadecompleta só encontrareis estabelecendo uma simbiose com oALTÍSSIMO, como eu já disse quando me chamava Jesus: “Buscai oReino de DEUS e sua justiça e todas as outras coisas vos serãoacrescentadas” (Mateus c.6 v.33). (Ver circular A Busca no livroDESPERTADOR 2ª parte). Estando o Reino de DEUS implantado em vosso interior, asoutras coisas vêm por acréscimo, obviamente sem partir para ofanatismo, que é um dos maiores males existentes na face da Terra.Muito do que os ditos servos de DEUS inculcaram na mente do povocomo sendo pecado serve tão somente para mantê-lo alienado,subserviente aos seus ilícitos propósitos. Da parte de meu PAI, eu vosdigo o que é pecado: tudo que fizeres que faz mal para ti ou paraoutrem é pecado; tudo que fizeres que não faz mal para ti nempara os outros não é pecado. Fumar é pecado porque faz mal a vós e aos que vos circundam.Roubar é pecado porque prejudicais aqueles de quem subtraísilegalmente um bem e também vossa consciência, a qual vos acusarásem tréguas. Odiar é pecado porque podeis contrair uma úlcera e atésucumbir vítima de diversos achaques em vosso organismo; ao emitirenergias negativas, fareis mal a quem odiais. Invejar é pecado porqueimpedis o PAI Celeste, o Todo-Poderoso, de vos abençoar comabundância; tudo que invejardes em vosso semelhante impedis que aDivina Providência vos conceda (ver circular Inveja no livroDESPERTADOR 1ª parte). Comer em demasia é pecado porquedeformais vosso organismo, dilatais vosso estômago transformando- 13
  14. 14. vos em negativo ponto de referência. Dedilhar rosário é pecado porquerezais a espúria prece “santa maria mãe de deus” na tentativa conscienteou inconsciente de diminuir a majestade do SENHOR do Universo,único ser incriado. Assistir assiduamente à missa é pecado, uma vezque a principal finalidade dos sacerdotes traidores da causa divina éensinar inúmeras mentiras, dentre as quais a de que eu fui de carne eosso ao céu, maior equívoco, maior engano inculcado na mente dopovo cristão. (Ver circular Ressurreição pag. 19). Pagar porsacramentos é pecado posto que são todos falsos desde que eu disse ameus discípulos: “Dai de graça o que de graça recebestes” (Mateusc.10 v.8), diferente do que dizem os pseudo-servos de DEUS, que seservem dEle ao invés de servi-lo. (Ver circular Ética Divina no livroDESPERTADOR 3ª parte). As pseudo-religiões atrasam a vida daspessoas, que se tornam alienadas, beatas, fanáticas, carolas, perdemtempo de progredir na vida. Eu não determinei que se fundassequalquer religião durante minha ausência. Ao contrário, disse: “Tu,porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, ora a teuPAI em segredo. E teu PAI, que vê o que se passa em segredo, te daráa recompensa” (Mateus c.6 v.6). Convém salientar que, ao falar ao meu discípulo no singular:“Pedro, tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja e asportas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mateus c.16 v.18),isto significava um agrupamento de pessoas em torno de minhadoutrina, como sucedeu enquanto a única igreja que deixei denominava-se em seus primórdios “Seita do Nazareno”. Todavia, dado que ocristianismo se expandiu em meio ao paganismo, transformou-se nagrande força espiritual da sociedade romana da época e na religião daesmagadora maioria. A única solução viável encontrada pelosmanipuladores do poder foi incorporá-lo e comprometê-lo com a ordemestabelecida, transformando-o em aliado e instrumento ideológico dejustificação do Estado romano. Primeiramente, pouco a poucointroduziu-se o culto de imagens por influência dos costumes pagãos,facilitando a atração de adeptos. No ano 313, o próprio imperadorConstantino converteu-se formalmente ao cristianismo (e seus súditospagãos não demoraram em seguir-lhe o exemplo), na intenção de obtermaior apoio dos cristãos. Em 321, determinou a mudança do dia dedescanso, substituindo o sábado, dia consagrado ao SENHOR, pelodomingo, o dia do sol dos pagãos. Em 391, pelo Edito de Tessalônica,o cristianismo tornou-se religião oficial do império romano. Séculosmais tarde, a reencarnação foi suprimida da doutrina cristã devido aum erro histórico protagonizado pelo imperador Justiniano, e assimpor diante. (Ver Anais da História no livro DESPERTADOR 1ª parte). Desta e de outras formas, a única igreja que instituí deixou de 14
  15. 15. ser minha igreja, cristã, para tornar-se igreja católica apostólicaromana. Católica, que outrossim significa universal, porque apretensão do império romano era dominar toda a Terra; apostólicaporque foi organizada pelos apóstolos de Constantino, não pelos meusapóstolos; romana porque incorporou os costumes e ritos dos romanospagãos. Por este motivo, quando o tempo passou e as portas do infernocomeçaram a prevalecer (venda de sacramentos e indulgências,Inquisição, castração de meninos para cantar no coro da capela Sistina,uso de títulos falsos, conchavos políticos em troca de benefícios, etc.),meu PAI reenviou-me a este mundo e ordenou que rompesse o vínculocom a proscrita igreja meretriz romana (“A mulher estava vestida depúrpura, de escarlate, adornada de ouro... e tinha na mão uma taça deouro cheia de abominação e da imundície da sua prostituição... mãedas impudicícias e das abominações da terra” – Apocalipse c.17 v.4).No dia 28/02/1982, pratiquei o ato libertário no interior da catedral deBelém do Pará, que culminou com a instituição da Nova OrdemCatólica, SOUST – Suprema Ordem Universal da Santíssima Trindade,minha nova e única igreja, a formação de um só rebanho e um sópastor (João c.10 v.10). Em 24/09/1983, objetivando ratificar o rompimento comminha antiga igreja, o Supremo CRIADOR do Universo determinouque eu me dirigisse pessoalmente ao Vaticano, ocasião em que Elepronunciou, no interior da Basílica de Pedro, esta irreversível sentençade extinção: “Seque, árvore enferma, seque! Seque para que a boaárvore que Eu plantei viceje e me dê, e aos meus filhos, os frutosque tu me negas!” A cada dia, sem forças para reagir à devastadorajustiça divina e ao inexorável látego do verdugo anjo divino, o tempo,a árvore enferma exaure vítima do pacto que perpetrou com os súditosdo maligno. (Ver no livro DESPERTADOR 2ª parte os exemplosjornalísticos mais notórios – Escândalos no seio da igreja proscrita). A boa árvore a que o SENHOR se referiu é a SOUST, onde osfilhos de DEUS são livres e no dia de sábado se reúnem numreencontro amoroso. Na casa de meu PAI todos os sacramentos(batismos, casamentos, bênçãos...) são realizados graciosamente, nofiel cumprimento do que enunciei antes de ser crucificado: “Ide, curaios enfermos, ressuscitai os mortos, limpai os leprosos, expeli osdemônios. Dai de graça o que de graça recebestes” (Mateus c.10v.8). O termo religião é oriundo do latim (religaire), significa religar oser humano a DEUS. Ou seja, só necessita de religião os que seatreveram a desligar-se de DEUS. Quem não despreza o SENHOR epensa nEle todos os dias, vivendo em simbiose, em sintonia, emcomunhão com suas santas e eternas leis, este não requer religião,pois como é possível precisar ser religado a DEUS se não tiver se 15
  16. 16. afastado, se desligado dEle? Na verdade, quem muito reza não tem tempo para agradar aDEUS e realizar boas obras. As beatas, os puritanos, os dedilhadoresde rosário, estes precisam de religião, necessitam comparecer à missatodos os dias a fim de dopar a consciência porque, enganados desdea infância na catequese do embuste, foi-lhes ensinado a desprezarDEUS ao se ajoelharem diante de estátuas. O amor de DEUS, o maisimportante amor, é desprezado, uma vez que o povo, virando as costaspara Ele, prostra-se diante de ídolos malditos (“O ídolo, obra das mãoshumanas, é maldito, ele e seu autor” – Livro da Sabedoria c.14 v.8 e27 etc.). Os fariseus que se dizem crentes e evangélicos precisam dereligião porque se curvam diante dos falsos profetas, impostores quese autonomearam pastores sem a unção do ALTÍSSIMO, olvidando-se que eu disse quando me chamava Jesus: “Orai e vigiai, que ninguémvos engane. Falsos cristos e falsos profetas virão em meu nome, farãoprodígios e enganarão a muitos até os eleitos se possível fosse” (Mateusc.24 v.5 e 24). Eles vieram em meu nome antigo (Jesus), enquanto euvoltei com um nome novo e em nome de meu PAI. Voltei para renovara vida dos que sentem, percebem existir algo errado e estãodescontentes com este mundo caótico. Embora enganados na fé, estesverdadeiramente buscam meu PAI, SENHOR e DEUS, que é em mim.A melhor maneira de passar o tempo é servindo-se do tempocolocando-o a serviço de DEUS (“A obra do agrado de DEUS é esta:que acrediteis naquele que Ele enviou” – João c.6 v.29). Quanto mais o tempo passa, mais a justiça de meu PAIresplandece. Meus inimigos que apostavam na passagem do tempocontra mim agora sofrem a ação do tempo e contemplam a justiçadivina resplandecendo; muitos estão indo para o túmulo. O corpo seafina com a natureza, reencontra-se com a mãe terra, todavia o espírito,devido ao peso dos pecados, nem sequer consegue subir ao planosuperior, ao infinito. São as chamadas almas penadas, que necessitamdividir a purgação e então incorporam nos incautos e desprevenidos. Na Terra tudo é passageiro, só DEUS perdura eternamente. Ecomo sou enviado de meu PAI, vale uma vez mais lembrar o que dissehá dois mil anos, e minhas palavras valem para sempre: “O tempopassa, mas minhas palavras não passarão” (Mateus c.24 v.35). Acoerência, a lógica e a verdade são indissociáveis. Os sensatosmeditam...” 16
  17. 17. CUMPRIU-SE A PROFECIA A profecia se anunciou e a voz do povo clamou: a mil chegoue de dois mil não haveria de passar sem que o Messias reaparecesse àhumanidade. Ele não voltou do céu voando igual a uma ave comoesperam no delírio os energúmenos, fanáticos. Este “cristo” não veionem nunca virá, é mero fruto da fantasia, invencionice dos lobos compele de ovelha, mercenários da fé (Mateus c.7 v.15). De acordo comas sagradas e eternas leis de DEUS, INRI CRISTO voltou à Terra decarne e osso, reencarnou. Cumpriu-se a profecia. Queiram ou não, os habitantes da terra terão que seacostumar e assimilar a idéia irrefutável de que INRI CRISTO é oMessias. Todavia, como ele profetizara há dois mil anos, antes do diade glória ainda bebe, de gole em gole, a última porção do amargocálice da reprovação (“Mas primeiro (antes de seu dia de glória) énecessário que ele (Cristo) sofra muito e seja rejeitado por esta geração.Como sucedeu nos tempos de Noé, assim será também quando viero Filho do Homem” – Lucas c.17 v.25 a 35). Se INRI CRISTO não é, onde está o Messias então? Éinfrutífero tentar desmascará-lo porque INRI CRISTO é autêntico,não tem máscara. Enquanto perdurar o mesquinho boicote contra oFilho do Homem, o mundo não terá paz e a humanidade, a esmo, semrumo, terá que conviver com tragédias, terremotos, inundações,tempestades, pestilências, crimes hediondos, assassinatos em série,convulsões sociais... É o desprezo de DEUS face ao descaso emrelação ao Verbo Divino INRI CRISTO. Os cristãos, desacreditandono CRIADOR, desorientados, estupefatos, murmuram: “DEUS falhouna promessa de reenviar seu Filho à terra? Onde está Cristo?” INRI CRISTO previu em Mateus c.24 v.5 e 24 que muitosfalsos cristos e falsos profetas viriam em seu nome antigo (Jesus), aexemplo de Jim Jones, David Koresh e dos fundadores das arapucasdenominadas “pentecostais”, “cristãs”, “evangélicas”, impostores quese autonomearam pastores sem a unção de DEUS. Diferente de todoseles, INRI CRISTO voltou com o mesmo rosto, com nome novo (“Aoque vencer... escreverei sobre ele o nome de meu DEUS... e também omeu novo nome” - Apocalipse c.3 v.12) e em nome de seu PAI. A necessidade veemente ocasionada pela fome, pelas desgraças,pressionará o povo de DEUS a gritar pela presença de INRI CRISTOa fim de ouvir sua voz de esperança. Quando chegar a hora,inevitavelmente a cortina negra do boicote se esfacelará, oALTÍSSIMO removerá as viseiras e INRI CRISTO será visto por todosnuma cadeia mundial de televisão para regozijo dos homens de coraçãopuro, dos simples, dos humildes, dos justos, dos que amam a verdade,esperam e servem a justiça (“Todo olho o verá” – Apocalipse c.1 v.7). 17
  18. 18. O BANIDO INRI CRISTO no tempo da reprovação De gole em gole, INRI CRISTO bebe a última porção do cáliceamargo da reprovação, cumprindo-se a profecia bíblica de que antesde seu dia de glória o Filho do Homem haveria de sofrer muito e serrejeitado por sua geração (Lucas c.17 v.25 a 35). Ele, que outrora conviveu com príncipes, passou a andar sozi-nho, arrancado do aconchego do lar, despojado dos bens terrenais.Um ser banido, sem pátria, sem destino. Sua alma: um vendaval, comoos maus ventos que o fustigavam igual à fúria do látego dos primiti-vos feitores de obras. Ele era empurrado adiante, sempre adiante por seu CRIADOR,SENHOR e DEUS; sempre outra e outra cidade, sempre outro e outropaís, numa incessante busca do reencontro com os seus, neste mun-do caótico, nesta permissiva sociedade corrupta, iníqua e moribunda,no deserto espiritual onde sentinelas de concreto, eretas como torresda morte viva, tentavam barrar o seu caminho. Em cada noite envol-via-o o negro abraço da solidão e o zombeteiro sussuro dos ventos emseus ouvidos ecoava vozes, vozes de escárnio das trevas. Sua mente era torturada pela insistente visita do demônio ten-tando inculcar-lhe a dúvida: se pensava nas lembranças dos triunfosdo passado, ou nos terríveis desastres ainda por virem, ou se o insu-portável frio da reprovação não iria levá-lo à loucura. Ele não conse-guia aquecer o beijo gélido da sede de amizade em seu coração nemesquivar-se da implacável fúria dos falsos religiosos e dos fariseusque se dizem crentes, evangélicos... Tudo ao redor era desolação. Muitoalém da bênção ou da maldição está o poder que o movimenta. Aprendendo que pode ser mais terrível viver do que morrer, eraconduzido avante através da fria selva de pedras a fim de ser purifica-do para o grande propósito de DEUS até que afinal, ao fim das forçashumanas, desumanizado, vencendo o pó de onde veio, o corpo tor-nou-se apto a executar a vontade do CRIADOR. Agora, com o reino de DEUS instituído na terra, formalizadopela SOUST - Suprema Ordem Universal da Santíssima Trindade,nova ordem católica, próximo está o dia de glória do SENHOR. INRICRISTO, Primogênito de DEUS, enfim será reconhecido por todos. No entanto, para muitos será tarde, tarde demais: a justiça divi-na resplandecerá. O ódio, o desprezo, o desdém, a indiferença serãotransformados em amor impossível. INRI CRISTO mesmo vaticinara: “...virei a ti como um ladrãoe não saberás a que hora virei a ti” (Apocalipse c.3 v.3). 18
  19. 19. RESSURREIÇÃO A ascensão física ao céu do Filho de DEUS é um engodo dogmático, a pedra de tropeço da humanidade. Assim falou INRI CRISTO: “Equivocadamente, durante séculos a humanidade pensa queeu ressurgi de carne e osso e assim fui para o céu. Isso é um absurdo,um desvario pois, além de atropelar a lógica, é contra a natural lei deDEUS estabelecida no tempo de Adão (“Tu és pó, do pó tu foste tomadoe ao pó retornarás” - Gênesis c.3 v.19). Eu ressurgi em espírito e assimapareci às pessoas. Todavia, a fim de evitar adentrar a senda dadivagação, é necessário estabelecer a distinção entre ressurreição,ressuscitação e reencarnação. Ressuscitar significa retornar à vida física, reassumir o corpoque estava aparentemente morto, o que os doutores contemporâneosdenominam catalepsia. Uma pessoa que aparentava estar morta e tornaa viver ressuscitou, a exemplo de Lázaro e da filha de Jairo, há doismil anos. Eu havia dito que ambos estavam apenas dormindo (Joãoc.11 v.11 e Marcos c.5 v.39). Lázaro já estava no sepulcro havia trêsdias, evidentemente expelindo um odor desagradável devido à faltade higiene, e quando o chamei ele veio ao meu encontro (João c.11 v.1a 46). A filha de Jairo igualmente ressuscitou quando eu disse em altavoz: “Levanta-te!” (Marcos c.5 v.41). Neste século, meu PAI,SENHOR e DEUS, através de minhas mãos e de minhas palavras,também operou notórios milagres. (Ver circular intitulada Os PrimeirosMilagres no livro DESPERTADOR 1ª parte). Reencarnar é renascer fisicamente, recolher o corpo virgemvindo das entranhas de uma mulher. Dizem os ignorantes, órfãos daespiritualidade, que reencarnação é um termo exclusivo dos espíritas.Ora, reencarnação significa renascimento físico, retornar à carne, eespíritas são todos aqueles que crêem na existência do espírito, e nãoalgum grupo de fanáticos isolados que porventura reivindiquem parasi este termo. A reencarnação faz parte do contexto da lei divina econsta diversas vezes nas Sagradas Escrituras. Por exemplo: quandoo anjo, falando do nascimento de João Batista, anuncia que o mesmoviria com o “espírito e a fortaleza de Elias”, ele está afirmando serJoão Batista o profeta Elias reencarnado (Lucas c.1 v.13 a 17). Eu,quando me chamava Jesus, confirmei quando disse: “... ele mesmo(João Batista) é o Elias que há de vir (Mateus c.11 v.13 a 15, Mateusc.17 v.10 a 13, Marcos c.9 v.11 a 13), pois nas Escrituras foi preditoque antes do Messias devia vir o Elias (Malaquias c.4 v.5). E aindadisse a Nicodemos que só nascendo de novo ele poderia ver o Reino 19
  20. 20. de DEUS (João c.3 v.1 a 3). Também falei aos discípulos, na últimaceia, que não beberia mais do fruto da videira até aquele dia em que obeberia de novo com eles no Reino de DEUS (Mateus c.26 v.27 a 29,Marcos c.14 v.24 e 25). Uma vez que, obviamente, espírito sem corpofísico não bebe vinho, eu só poderia tornar a bebê-lo reencarnado,renascido fisicamente. Certa ocasião, tendo sido curado um cego denascimento, perguntaram os discípulos: “Mestre, quem pecou, este ouseus pais para que nascesse cego?” (João c.9 v.2). Ora, como poderiaser imputado o pecado ao cego de nascença se ele não tivesse infringidoa lei em anterior encarnação? No Antigo Testamento, no relato domartírio dos sete irmãos macabeus e de sua mãe, ao ser torturado, umdeles disse: “Do céu recebi estes membros, mas agora os desprezopela defesa de suas leis, esperando que DEUS me tornará a dá-los umdia” (II Macabeus c.7 v.11). Aí está evidente que estava falando dareencarnação. Aliás, só ela põe lógica nas desigualdades entre aspessoas. (Ver Reencarnação no livro DESPERTADOR 1ª parte). Euretornei, voltei à terra, conforme havia prometido, através dareencarnação. Eu que vos falo sou o Primogênito de DEUS, Adão,que reencarnei como Noé, Abraão, Moisés, David, etc., depois comoJesus e agora como INRI. INRI é o meu novo nome, o nome quePilatos escreveu acima de minha cabeça quando eu agonizava na cruz,quando cuspiam em meu rosto, quando me humilhavam, quando secumpriam as Escrituras (“Ao que vencer... escreverei sobre ele o nomede meu DEUS... e também o meu novo nome” - Apocalipse c.3 v.12).A lei da reencarnação não só está explícita na Bíblia como também foiensinada na doutrina cristã até o século VI (ano 543), da qual foisuprimida por um erro histórico protagonizado pelo imperadorJustiniano. (Ver Anais da História no livro DESPERTADOR 1ª parte). A ressurreição é o reaparecimento, a manifestação do espíritode alguém que desencarnou. Às vezes, num mesmo recinto, um espíritoque ressurgiu pode ser visto por apenas uma ou mais pessoas, todaviararamente por todos; a silhueta que se apresenta é geralmente aquelacorrespondente à última imagem que a pessoa desencarnada deixouao transcender para o plano cósmico. Quando apareci a Tomé, aomostrar-lhe as marcas da crucificação, dizendo: “Põe aqui teu dedo,vê as minhas mãos, Tomé” (João c.20 v.27), se ele tivesse tentadotocar as feridas teria deparado com o ar, porque era só o meuespírito que se via. As pessoas se equivocaram durante dois mil anos pensando queeu ressurgi de carne e osso e assim subi ao céu. Como eu poderia tersubido ao céu de carne e osso se lá não existe ar para respirar nemnutrição para sustentar um corpo físico e a temperatura confina zeroabsoluto, ou seja, 273ºC negativos? Além disso, teria subido nu, posto 20
  21. 21. que os soldados romanos sortearam minhas vestes entre si (João c.19v.23 e 24). Na verdade, enquanto os soldados procuravam abrigo parase protegerem durante a tempestade que DEUS propiciou com esteintuito, Ele mandou servos fiéis recolherem meu corpo, cobri-lo comnovos lençóis e escondê-lo numa sepultura anônima, a fim de quecessasse a ultrajante sessão de escárnios e deboches que perdurava,mesmo depois da crucificação e conseqüente desencarnação. Apóseste evento, eu reapareci unicamente em espírito e por isto entrava nascasas estando as portas fechadas (João c.20 v.19 e 26), ou incorporadono físico de outrem. A caminho de Emaús, dois discípulos falavam sobre minhacrucificação com um forasteiro e não enxergavam que na realidadeera eu quem estava caminhando com eles. Tendo declinado o dia,convidaram o homem para cear, e só na hora de partir o pão, pelaminha forma peculiar é que me identificaram (Lucas c.24 v.13 a 35).E eu vos pergunto, meus filhos: tendo os discípulos convivido comigodurante tanto tempo, por acaso não teriam me reconhecido se euestivesse usando o mesmo corpo que tinha antes da crucificação, atéporque seriam notórias as feridas? É óbvio que me reconheceriam.Isso não aconteceu porque eu estava usando o corpo do forasteiro;só na hora de partir o pão é que eu me manifestei e, com meu gestoinconfundível, eles, então, conscientizaram-se de minha presença.O mesmo aconteceu à Maria Madalena quando foi ver o sepulcro nodia seguinte à minha crucificação. Ela, não sabendo que era eu, perguntousobre mim ao jardineiro, e só depois percebeu que era eu, porque euestava incorporado no jardineiro, usando seu invólucro carnal parafalar com ela; ao contrário, se fosse meu corpo, ela teria mereconhecido incontinenti, até porque minha silhueta, minha imagemnão é comum nem desprovida de carisma (João c.20 v.14 e 16). Agora podeis compreender, meus filhos, o que realmenteaconteceu há dois mil anos. Eu reapareci espiritualmente às pessoas;o meu corpo foi devolvido à mãe Terra e, cumprindo o prometido,voltei através da natural lei da reencarnação, recolhendo meu corpofísico das entranhas de uma mulher, com a mesma forma de antes dacrucificação, como podeis atestar através do Sudário. Antes, porém,do meu dia de glória cumpre-se a profecia expressa nas SagradasEscrituras (“Mas primeiro (antes de seu dia de glória) convém queele (Cristo) sofra muito e seja rejeitado por esta geração” – Lucas c.17v.25 a 35). A coerência, a lógica e a verdade são indissociáveis. Ossensatos meditam...” 21
  22. 22. RECONHECIMENTO OFICIAL DEFINITIVO DA IDENTIDADE DE INRI CRISTO Em 1979, quando o SENHOR DEUS revelou a identidade deINRI CRISTO no jejum em Santiago do Chile, tão logo Ele deu-lhe asaber que isto não era motivo de júbilo, alegria. O SENHOR, DEUSde Abraão, de Isaac e de Jacob, mostrou-lhe que, por ser Seu Filho,INRI CRISTO teria que enfrentar o ódio de todos aqueles que se dizemseus servos, mas na verdade são os fariseus contemporâneos e servemaos inconfessáveis interesses do principado das trevas, os mesmosque há dois mil anos gritaram: “Crucifique! Crucifique!”. Elesreencarnaram e se escondem sob o rótulo de “cristãos”, “crentes”,“evangélicos”. Até então, INRI CRISTO não tinha consciência de sua condição,pois estava cumprindo o que está previsto nas Sagradas Escrituras comrelação ao seu retorno (“Se não vigiares, virei a ti como um ladrão enão saberás a que hora virei a ti” – Apocalipse c.3 v.3 / ver Enigma doNovo Nome no livro DESPERTADOR 1ª parte). Seu PAI disse ainda queINRI CRISTO não poderia revelar sua identidade a ninguém até quealgum meio de comunicação o fizesse como se por equívoco fosse. INRI CRISTO percorreu toda a América Latina apresentando-se como enviado de DEUS, mas ainda sem afirmar ser o mesmo Cristocrucificado há dois mil anos. Muitos olhavam e viam quem ele é,todavia INRI CRISTO tinha que se manter em silêncio. Finalmente,chegando à capital do México, para cumprir o que seu PAI lhe falara,o jornal Ovaciones assim escreveu: “INRI, el Cristo, habla al pueblo ycura los enfermos en el quiosque de la Alameda”. Deste dia em diantedesceu sobre ele um grande peso, uma enorme responsabilidade, poissó então passou a realmente sentir o ódio de seus inimigos, inimigosdo Reino de DEUS, cumprindo-se o que ele mesmo disse aos discípuloscom relação ao seu retorno: “Mas primeiro (antes de seu dia de glória)convém que ele (Cristo) sofra muito e seja rejeitado por esta geração.Assim como foi nos tempos de Noé, assim será também quandovier o Filho do Homem” (Lucas c.17 v.25 a 35). Dando continuidadeà sua peregrinação sobre a Terra, passou a afirmar sempre, onde querque fosse, ser o Primogênito de DEUS, o mesmo Cristo que crucificaram. Em 1980, quando INRI CRISTO chegou à França expulso daInglaterra, alojou-se no aposento nº 19 do Hotel des Deux Gares, quese situa na rua do Faubourg Saint-Denis, nº 162, em Paris. Nestaocasião, seu PAI, SENHOR e DEUS disse-lhe: "É chegado o momentode destruir pelo fogo todos estes documentos, porque o nome nelesescrito não corresponde à verdade, não é teu nome verdadeiro. Atéaqui Eu te escondi como um ladrão (Apocalipse c.3 v.3) através destesdocumentos para te proteger dos herodes deste século, que são ospríncipes das igrejas e os falsos profetas. Mas agora é necessário que 22
  23. 23. os destruas pelo fogo, a começar pelo passaporte. Agora se inicia operíodo mais doloroso de tua reprovação, pois, sem documentos, todoste repudiarão, à exceção de alguns filhos meus que te reconhecerão.Serás prisioneiro, expulso e humilhado, todavia Eu serei contigo. Eno final de teu padecimento e reprovação, farei com que as autoridadesterrestres te concedam documentos oficiais com o teu legítimo nomeque pagaste com o teu sangue na cruz. Quando o Brasil reconhecertua identidade poderá ostentar legitimamente a dignidade de paíscristão. A partir daquele dia, será maldito qualquer ser vivente que techamar por outro nome após tomar consciência de tua verdadeiraidentidade e de teu verdadeiro nome, que é INRI CRISTO. Enquantonão te reconhecerem oficialmente no Brasil como INRI CRISTO, meuFilho, assume tua condição de apátrida". O SENHOR mostrou aINRI CRISTO que, se ele fosse brasileiro, teria direito de ser recebidona Inglaterra, posto que o passaporte é válido para todos os paísescom os quais o Brasil mantém relações diplomáticas. Ou então,deveriam tê-lo expulsado para o Brasil, a terra onde o Filho de DEUSreencarnou, e não para a França, então considerada o refúgio dosapátridas. Obediente à ordem do SENHOR, INRI CRISTO incinerou opassaporte que carregava e passou a caminhar sobre a terra comoapátrida. Seguiu em direção à Bélgica e Luxemburgo, depois voltou àFrança (ver O Apátrida e Uma Noite em Paris no livroDESPERTADOR 1ª parte). Nove meses mais tarde, recebeu ordemdo ALTÍSSIMO de regressar ao Brasil assumindo definitivamente suaidentidade como INRI CRISTO. Apresentou-se à Polícia Francesaacompanhado de alguns filhos franceses que o reconheceram,testemunharam perante os policiais que seu nome é INRI CRISTO. As autoridades francesas concederam-lhe uma declaração e oencaminharam ao Consulado Brasileiro, na Avenida Champs Elysées,em Paris, onde o Filho de DEUS obteve um título precário válido por 24horas. A este título anexaram uma foto 3x4 e escreveram seu nome INRI,que lhe custou o preço do sangue na cruz (“Ao que vencer... escrevereisobre ele o nome de meu DEUS... e também o meu novo nome” -Apocalipse c.3 v.12). Em 18/03/1981, INRI CRISTO retornou ao Brasil. Chegando a Salvador (BA) em 19/03/1981, logo no aeroportoDois de Julho foi retido posto que o tempo havia se exaurido, 24horas se passaram. Aquele título já sem validade passava de mão emmão entre os policiais. Uns trocavam olhares e cochichos, outros davamrisadas. Perguntaram o que veio fazer em Salvador. INRI CRISTOrespondeu-lhes que viera ao Brasil cumprir a missão confiada peloseu PAI. Finalmente, mesmo estando sem documentos, eles o liberarame no dia 22/03/1981, na solidão de um quarto de hotel, completou 33anos. INRI CRISTO deu início, então, à sua peregrinação pelo Brasil.De norte a sul, de leste a oeste, percorreu todo o país falando ao povo 23
  24. 24. nas praças públicas, nas rádios e nas televisões. Quando INRI CRISTO esteve em Belém do Pará pela primeiravez, um hóspede do hotel onde ele estava denunciou-o à Polícia Federal.Alegou que lá havia um judeu sem pátria e sem documentos, inquirindoos agentes se não iriam tomar uma atitude. Diante disso, INRI CRISTOfoi detido como apátrida pela Polícia Federal, que o liberouimediatamente após havê-lo reconhecido como Filho de DEUS. EmManaus, o D.O.P.S. deteve-o, todavia logo o liberou após reconhecê-lo publicamente, evento registrado pelos jornais locais. Em Boa Vista(Roraima), a Polícia Federal deteve-o bruscamente no aeroporto pornão portar documentos. Após longo interrogatório, os policiaiscolocaram em sua sacola 100 Cruzeiros (moeda da época) no afã deter parte na missão de INRI CRISTO, pronunciando a tradicional frase:“Desculpe-nos, é difícil crer que Cristo reencarnou!” O mesmo sucedeuno Rio de Janeiro (onde o delegado Guerlan Moraes pediu-lhe a bênção,conforme registro jornalístico no livro DESPERTADOR 2ª parte), emGoiânia, em Cuiabá, etc. (ver Confirmação da Identidade de INRICRISTO no livro DESPERTADOR 1ª parte). Em 1982, por ocasião do Ato Libertário perpetrado no interiorda catedral de Belém, que culminou com o nascimento da Nova OrdemCatólica, SOUST (Suprema Ordem Universal da Santíssima Trindade),pela segunda vez as autoridades constituídas reconheceramoficialmente sua identidade como INRI CRISTO, conforme é possívelatestar na ficha carcerária registrada pelo presídio “São José” (verlivro DESPERTADOR 2ª parte). INRI CRISTO saiu do presídio apósquinze dias sem depender de advogados, para espanto de todos aquelesque se posicionaram contra o Reino de DEUS. Veio então a Curitibaoficializar a fundação da SOUST, sua nova e única igreja, pois oSENHOR determinou e está registrado nos estatutos que a sedeprovisória deveria se situar na capital mais elevada do país (Curitiba)depois da capital federal, Brasília, onde será a sede definitiva porocasião da consolidação do Reino de DEUS sobre a terra. No dia 29/09/1982, a fim de se harmonizar com as leisterrestres, seu PAI ordenou que se registrasse oficialmente como INRICRISTO. Cumprindo a ordem do ALTÍSSIMO, apresentou-se comduas testemunhas no 1º Ofício do Distrito de Curitiba conformedetermina a lei, declarando que seu nome é INRI CRISTO e que nuncafora registrado, como efetivamente INRI CRISTO nunca havia sidoregistrado. O certificado de nascimento foi deferido pelo juiz Dr. NelsonJoão Klas, com o qual INRI CRISTO registrou seu novo nome nosórgãos públicos competentes. Obteve todos os seus documentos(passaporte, identidade, CPF, etc.) nos quais constava o seu nome INRICRISTO. Desde então INRI CRISTO continuou peregrinando por diversospaíses, voltou à França, onde fundou a sucursal francesa (“Succursale française 24
  25. 25. du Suprême Ordre Universel de la Santissime Trinité (S.O.U.S.T.). Objet: institutiondu royaume de Dieu sur la terre à travers Inri Cristo, mentor spirituel du S.O.U.S.T.,fils unigénite et primogénite de Dieu”, extrato do Journal Officiel de laRépublique Française publicado em 29/11/1983). Mas seu PAI, que tudosabe e tudo vê, o havia avisado que um dia viria de Brasília um indivíduoa tirá-lo do ostracismo. Malgrado de forma negativa e espetaculosa, JoséHonorato de Oliveira Júnior (vulgo XP) realizou este intento. Em 1980, quando INRI CRISTO falou sobre o futuro do Brasilaos parlamentares em Brasília a convite do então presidente da Câmarados Deputados, Flávio Marcílio, o corretor de imóveis João OtávioLinhares Cavalcante, membro Rosacruz (AMORC), apresentou esteindivíduo a INRI CRISTO como jornalista, integrante graduado daordem. Quando soube da fundação da SOUST, ele veio a Curitiba,solicitou insistentemente, por diversas vezes, o ingresso ao CorpoEclesiástico até ser aceito. Após três meses de convívio sob o regimedisciplinar, comportando-se intencionalmente de forma ilibada a fimde conquistar a confiança dos integrantes da SOUST, aproveitou aausência de INRI CRISTO (que estava em Lima - Peru) e, namadrugada do dia 04/05/1986, quando todos dormiam, arrombou atesouraria, roubou todas as economias da casa do SENHOR, osarquivos, um gravador National e um mini aparelho de televisãoPhilips. Cortou o fio do telefone, o cano do óleo do freio da Kombi dainstituição e fugiu, posto que na época ainda não fora estabelecido osistema de guarda e segurança no Reino de DEUS. Só após exteriorizar sua condição de traidor, a assessoriajurídica da SOUST teve informações de que, assim como JudasIscariotes, ele era ladrão, tinha antecedentes criminais por estelionatoe roubo. Dentre algumas das vítimas constantes em seu libelo criminal,estavam dona Laisi, proprietária do hotel San Paul em Brasília (a qualinformou que o hotel Eron fora acometido pelo mesmo golpe),outrossim Mario e Lúcia Garófalo, proprietários da Super Rádio FM,também em Brasília. Com essas pessoas e organizações, José Honoratose conduziu da mesma maneira que na SOUST: comeu, bebeu, rouboue protegeu sua fuga com uma campanha de difamação e calúniascontra suas vítimas (de acordo com o depoimento da então Secretáriade Relações Públicas da SOUST, Irmã Apillar, datada de 03/03/1989,arquivado na 8ª Vara da Justiça Federal do Paraná). Por conta desteepisódio, DEUS ordenou a INRI CRISTO que estabelecesse aosneófitos sete meses de aspirantado antes de conceder as vesteseclesiásticas a fim de submetê-los ao rigoroso teste de vocação a discípulo. Natural de Goiânia, José Honorato morou e atuou sempre nacapital federal. Nunca residiu no Rio de Janeiro, entretanto foi lá quefraudulentamente obteve da ABI (Associação Brasileira de Imprensa)a carteira de jornalista falsa (MT 14823/66 - RJ). Segundo as 25
  26. 26. informações obtidas na investigação, jamais frequentara uma faculdadede jornalismo. Dando sequência a seu diabólico plano doentio,objetivando inverter a condição de delinqüente para a de acusador,mancumunado com as forças do mal, serviu-se do extinto jornal dasinistra imprensa marrom Correio de Notícias de Curitiba para realizaruma violenta campanha de difamação contra o Filho de DEUS durantevários dias. As calúnias foram absurdas, bobas, imbecis. No intuito deincitar, exaltar os ânimos da polícia brasileira, disse que INRI CRISTOhavia escarnecido da polícia de vários países. Entre as sandices, chegouao ponto de inventar que INRI CRISTO dava linguiça envenenada aoscachorros dos vizinhos, quando na verdade INRI CRISTO ama os animais.Ironicamente, certa ocasião, estando no terraço da casa do SENHOR, elemesmo presenciou INRI CRISTO dar ordem para que alertassem a vizinhaem tempo de salvar seu cachorro de ser capturado pelo carro da prefeitura. Posteriormente, por força da maldição do ALTÍSSIMO, este jornalfaliu e o homem que articulou a veiculação da matéria, Tony Luna (ex-apresentador do telejornal do canal 12 em Curitiba), faleceu acometidopelo câncer. O odor emanado de suas entranhas era tão nauseabundo quenem mesmo os enfermeiros suportavam acercar-se, conforme relatou umaenfermeira frequentadora da SOUST que testemunhou o fenecimento doinfeliz, no cumprimento da justiça divina. É o tempo. Através desta perniciosa campanha difamatória as autoridadesforam fustigadas a iniciar um processo de falsidade ideológica contraINRI CRISTO, pois o referido jornal lançou dúvidas sobre sua identidade.A denúncia foi recebida em 28/05/1986. Intimaram-no a comparecerperante a delegacia da Polícia Federal. O SENHOR avisou-lhe que iriamconfiscar seus documentos, mesmo assim INRI CRISTO deveria levá-los consigo. Apresentou-se na Superintendência da Polícia Federal deCuritiba, onde o submeteram a longo interrogatório e, obviamente, comoseu PAI avisara, confiscaram seus documentos. Mas, inusitadamente, aomesmo tempo em que o delegado da Polícia Federal, Dr. Reginaldo SilvaAraújo, os retivera por ser induzido a duvidar de sua legitimidade, sentiu-se impelido a conceder ao Filho de DEUS fotocópia de todos eles,autenticada pela própria polícia; estão arquivados na SOUST. FinalmenteINRI CRISTO foi liberado e voltou à sua condição de apátrida, porquecom seus documentos foi-lhe tirada também a nacionalidade. Acusado do crime de falsidade ideológica, na primeirainstância o juiz da 8ª Vara Federal Dr. José Almada de Souza interrogouINRI CRISTO longamente e viu quem ele é, reconheceu sua identidade.Ao término do interrogatório, em presença do policial, da escrivã edos demais presentes, o juiz estendeu-lhe a mão, mas o Filho de DEUSnão pôde retribuir o cumprimento, pois desde o jejum o SENHORdisse que só pode usar as mãos para abençoar. INRI CRISTO colocousuas mãos na cabeça do magistrado. Seu procurador jurídico, Dr. Edson 26
  27. 27. Centanini, chegou até a dizer: “Mestre, nesses trinta anos que atuocomo advogado nunca vi um juiz estender a mão a um réu. E agora oDr. Almada veio lhe dar a mão e o Mestre não correspondeu. Ele podiaaté se ofender!” INRI CRISTO explicou-lhe que assim procedera emobediência ao SENHOR. Se houvesse dado a mão ao juiz teriaprevaricado, arranhado sua legitimidade, mas, ao contrário, em colocandoas mãos sobre a cabeça do magistrado estava concedendo-lhe a bênção. Nesta ocasião, como o juiz reconhecera INRI CRISTO, sedependesse dele o processo estaria encerrado. Não obstante, tambémcompreendeu que se o liberasse estaria confessando sua identidade e,por conseguinte, ele seria então qualificado de louco. Para não correrrisco, segurou o processo durante longos anos. Contra INRI CRISTOhavia uma única testemunha, o pseudojornalista que provocara oinício do processo através da campanha difamatória. Tendo chegado o dia da oitiva, estando presentes as testemunhasda defesa, o representante do Ministério Público, João Gualberto GarcezRamos, vilipendiando o artigo 5º da Constituição e os artigos 18 e 20 daDeclaração Universal dos Direitos do Homem (efetuada pela ONU, daqual o Brasil é signatário), requereu a suspensão da sessão pedindo aojuiz que INRI CRISTO fosse internado num manicômio, submetido aexame médico legal, e que se nomeasse um curador para assumir suaigreja, qualificando-o de louco pela maneira de se vestir. Sendo passadaa palavra à defesa, esta sabiamente manifestou-se alegando que não estavaem questão a sanidade mental do acusado e sim sua identidade. Diante deste impasse, o Dr. Almada requereu dez dias paradeliberar. Nesse ínterim, o ALTÍSSIMO determinou que INRI CRISTOfosse pessoalmente diante do juiz a fim de avisar-lhe que aqueleprocurador não era da República do Brasil e sim de Roma. O procuradorjurídico de INRI CRISTO disse que não é regular um réu procurar ojuiz enquanto ele está decidindo. Mas como era uma ordem doSENHOR, INRI CRISTO atropelou a regra e o juiz o recebeu. INRICRISTO explicou-lhe que o procurador que pediu sua interdição nãoera da República do Brasil e sim de Roma, ou seja, estava sob ordensde Roma. Roma é que na verdade queria interditar sua igreja e a elecomo cidadão, cerceando-o de seus direitos constitucionais, como játentara, sem sucesso, ao pressionar o Poder Judiciário do Estado doPará por ocasião do Ato Libertário perpetrado em 1982, conforme naépoca noticiou amplamente a imprensa local. Quando INRI CRISTOfalou estas coisas o juiz ficou taciturno, pálido, estarrecido. Como elepodia ter se ofendido por seu colega estar sendo acusado, poisoficialmente ambos eram servidores do Poder Judiciário Federal, INRICRISTO esperou no silêncio se o juiz Dr. José Almada de Souza lhedaria voz de prisão ou se aceitaria extra-oficialmente aquela gravedenúncia. O silêncio dele falou por si só. Passado aquele período de 27
  28. 28. tensão, como o juiz não se pronunciou, INRI CRISTO pôs fim ao colóquiopedindo ao seu PAI, SENHOR e DEUS que o abençoasse e retirou-se. Decorridos os dez dias, finalmente ele deu continuidade aoprocesso indeferindo o pedido do representante do Ministério Público.Argumentou que o julgamento não era sobre as vestes de INRI CRISTO, oque estava em questão não era sua sanidade mental nem sua maneira devestir e sim a acusação de falsidade ideológica. Como ele vislumbrara oódio, a perseguição que havia contra INRI CRISTO e consequentementehaveria contra ele se o absolvesse, resolveu engavetar o processo em casadurante aproximadamente dez anos. Neste longo período, INRI CRISTOpermaneceu confinado nos limites do território nacional na condição deapátrida, tendo como único documento de identidade a declaração efetuadapor Magdalena Thais e Wilhelm Thais, o casal que o criou na infância (verDeclaração pág. 35). Nomeou uma Secretária Plenipotenciária queassinasse por ele na instituição (SOUST) e continuou esperando. Em 31/07/1995, como ocorre num tribunal de exceção (emque o réu não vê o rosto do julgador), o juiz federal Nivaldo Brunoni,cujo rosto INRI CRISTO nunca viu, julgou-o ao arrepio do princípiojurídico “una testemunha, nula testemunha”, mormente considerandoque a única testemunha tinha notório precedente criminal, ao passoque a favor de INRI CRISTO foram apresentadas várias testemunhas efarta prova documental. Mas tudo isso fazia parte do que está previstoem Lucas c.17 v.25 a 35 (“Mas primeiro (antes de seu dia de glória) énecessário que ele (Cristo) sofra muito e seja rejeitado por esta geração.Assim como foi nos tempos de Noé, assim será também quandovier o Filho do Homem”). A sentença não passou de uma vã tentativade condenar INRI CRISTO pois, como o tempo atua a favor do Filhode DEUS, ao final ele foi absolvido. Havendo transcorrido lapso temporalde mais de oito anos, o juiz sem rosto teve que declarar a pena prescrita. Em 29/09/1995, novamente o procurador de Roma, inconformado,apelou ao Supremo Tribunal Federal. Não obstante, em 29/09/1998 osjuízes da 1ª Turma do Tribunal Regional Federal, inspirados por DEUS,iluminados, por unanimidade negaram provimento ao recurso doMinistério Público, ou seja, votaram a favor da restituição ao Filho deDEUS de seu direito à cidadania. INRI CRISTO pôde, então,fundamentado no artigo 58 da lei 6015/73, com nova redação dada peloartigo 1º da lei 9708/98 promulgada pelo Presidente da República FernandoHenrique Cardoso, reivindicar junto ao Tribunal de Justiça do Estado doParaná, na Vara de Registros Públicos, o direito de ter seu nome INRICRISTO nos documentos. Na primeira instância, em 08/12/1998, o juiz titular, Dr. WolnyFurtado de Andrade, indeferiu o requerimento atendendo ao parecer doPromotor de Justiça, Dr. Roberto Aires de Toledo Arruda, que nos autosse opôs veementemente à reivindicação. Pré-julgando, manifestou-se nosseguintes termos: “...O interessado parece não ostentar adequado 28
  29. 29. equilíbrio ao fazer o requerimento que aqui faz, tendo em especial contaa arrogante pretensão de ter por pré-nome as iniciais que, segundo otexto bíblico, encimam a cruz onde morreu pregado o Filho de DEUS.Pode se fazer profundamente ofensivo a verdadeiros cristãos e que se forassim não pode um poder do Estado, o Poder Judiciário, emprestar amajestade de suas funções para instrumentalizar tal ofensa. Não pode.”Esses argumentos poderiam ser considerados normais se INRI CRISTOnão tivesse obtido o reconhecimento oficial de sua identidade na instânciasuperior. Mas porque a vitória foi inexorável, como se verá a seguir,ironicamente o douto Promotor de Justiça nada fez senão reconhecer amajestade do Rei dos Reis INRI CRISTO (Apocalipse c.19 v.16). Na seqüência, em 30/07/1999, o procurador jurídico de INRI CRISTOrecorreu em segunda instância. Em 17/05/2000, os desembargadores doEgrégio Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, inspirados por DEUS,serenamente imparciais, deram provimento ao recurso e, em 24/10/2000, expediram o venerando acórdão determinando a retificação dacertidão de nascimento de INRI CRISTO junto ao Cartório de RegistrosPúblicos da Comarca de Indaial (SC), passando a constar em todos osdocumentos (passaporte, identidade, CPF, etc.) INRI CRISTO. INRIé o nome que Pilatos escreveu sobre sua cabeça quando agonizava nacruz e CRISTO, na tradução do grego, significa o ungido. Portanto, desvencilhando-se da desconfortável condição deapátrida, INRI CRISTO assumiu em definitivo seus direitos decidadania ainda no século XX. Sem recurso algum (posto que nãopossui bens materiais nem jamais possuirá), vivendo sob a égide daDivina Providência, esperou durante vinte anos para ter restituído seuinalienável direito à nacionalidade, sem abdicar de sua identidade.Mesmo o procurador jurídico, Dr. Edson Centanini, laborou por ideal,não demandou nenhum centavo de honorários advocatícios. É curioso e confortante observar que, enquanto presidentesrenunciam, ministros de estado, juízes, senadores, deputados gastamfortunas para se defender, usam de mil falcatruas e conchavosalmejando esconder seus crimes (e ainda assim são desmascarados,despojados de seus títulos e mordomias), INRI CRISTO atravessouincólume este túnel negro repleto de serpentes, escorpiões e crocodilosromanos. Em vinte anos de espera, sobrepujando ilibado a morosidadeda justiça, obteve definitivamente o reconhecimento oficial de sua identidadecomo INRI CRISTO perante as autoridades terrestres. É o tempo. INRI é o novo nome do Filho de DEUS. Significa, em latim, Iesus NazarenusRex Iudaeorum. Traduzindo: Jesus Nazareno, Rei dos Judeus (João c.19 v.19).CRISTO, na tradução do grego, quer dizer o ungido, no singular. Ou seja: INRICRISTO significa Jesus Nazareno Rei dos Judeus, o Ungido (“Ao que vencer...escreverei sobre ele o nome de meu DEUS... e também o meu novo nome” - Apocalipsec.3 v.12). 29
  30. 30. PREDESTINAÇÃO Assim falou INRI CRISTO: “Meu PAI, SENHOR e DEUS mostrou-me, através de diversasexperiências e fatos marcantes em minha vida, que quando algo estáprevisto, predestinado pelo plano superior sob a regência dEle, nadanem ninguém pode impedi-lo de acontecer. Minha volta à terra estavaprevista e para que isto se efetivasse, meu PAI, num movimentosilencioso, juntou dois corpos de forma peculiar. Como estavam nosplanos de DEUS minha reencarnação e o cumprimento de minhamissão na condição de juiz, então mesmo que tudo se mostrasseaparentemente desfavorável, com Sua poderosa mão Ele sempreinterveio favoravelmente fazendo com que o destino seguisse seu curso. Às vezes o movimento de DEUS se manifesta nos gritantesgemidos da mãe natureza: no estremecimento dos trovões, no despertardos vulcões avassaladores, nos imprevisíveis terremotos que arrasamcidades inteiras, na impetuosa agitação das marés... Mas o movimentode DEUS pode também ser imperceptível aos olhos dos homens. Quasesempre está em ação o silencioso movimento de DEUS, de formasutil, incessante e incansável, seguindo o curso por Ele estabelecido. Certa vez, a mulher que me criou quando menino, MagdalenaThais, caiu comigo dentro de um rio e fatalmente desencarnaria afogadanão fosse a intervenção divina, uma vez que não sabia nadar. Mas a DivinaProvidência usou Wilhelm Thais, seu companheiro, para nos resgatar. Elecontou-me alguns anos depois que nunca tinha se sentido tão forte comonaquele dia. Disse que uma força muito poderosa tomou conta de seucorpo e nunca antes nadara tão bem, nunca tivera tanta força como naqueledia para tirar-nos de dentro da água. É possível compreender, então, queestava nos planos de DEUS minha presença física na Terra. Essa foi apenasuma das provas a que o SENHOR me submeteu. Depois, no decorrer de minha vida, tive inúmeras experiênciasincríveis, marcantes, muito fortes, que Ele, meu PAI, SENHOR eDEUS, propiciou acontecer no intuito de me fortalecer e dar-meconsciência de que sou obrigado a cumprir minha missão e nada nemninguém pode impedir. Sofri dezenas de acidentes de automóveis,ameaças de morte, passei por inúmeras situações de violência, aexemplo do massacre de Ponta Grossa (ver livro DESPERTADOR 1ªparte), etc. Mas tudo isso foi providencial para que, nos momentos deadversidade, quando colocado a enfrentar os reveses da vida na minhalonga marcha sobre a Terra, tivesse certeza absoluta da vitóriainexorável e que a glória me amará. Através do sofrimento, dareprovação de meus contemporâneos que eu mesmo predisse antes deser crucificado (“Mas primeiro (antes de seu dia de glória) é necessário 30
  31. 31. que ele (Cristo) sofra muito e seja rejeitado por esta geração. Assimcomo foi nos tempos de Noé, assim será também quando vier oFilho do Homem” – Lucas c.17 v.25 a 35), o SENHOR Todo-Poderosofacultou-me ver que tenho de cumprir o meu destino. Quando algo está assim programado há milhares de anos, entãode nada adianta as procelas humanas se agitarem, os porcosgrunhirem, os cães latirem. Resultará infrutífero o esquema de boicoteurdido pelos inimigos do Reino de DEUS contra mim nos meios decomunicação, posto que, quando chegar a hora, inevitavelmente acortina negra do boicote se esfacelará, as forças negativas se diluirão,DEUS removerá as viseiras dos olhos da humanidade e eu serei vistopor todos numa cadeia mundial de televisão, pois está previsto quetodo olho me verá (Apocalipse c.1 v.7). Os seres humanos que ousarem tentar impedir a natureza deseguir o seu curso e o Filho do Homem de ascender ao poder paraglorificar o santo nome do SENHOR serão aniquilados, extirpados,exterminados pela santa cólera de meu PAI, como já sucedeu a muitos.Não há força na face da Terra, não há força no Universo que possaimpedir o Filho de DEUS de cumprir a trajetória estabelecida peloCRIADOR. Mesmo que inventem um rosto diferente do meu porencomenda de Roma, como já fizeram, tentando convencer o povoque a imagem impregnada no Sudário pelas mãos da DivinaProvidência não é meu rosto, mesmo que lancem todo e qualquertipo de dúvida almejando esconder, como se possível fosse, o sol comuma peneira, tudo será em vão (“Não pode esconder-se uma cidadesituada sobre um monte, nem se acende uma lucerna e se põe debaixodo alqueire, mas sobre o candeeiro, a fim de que dê luz a todos os queestão em casa” – Mateus c.5 v.14 e 15). Os malefícios que tentaremcontra mim retornarão aos emissores, pois o que está escrito e foiprevisto, planejado pelo meu PAI, será assimilado pela mãe naturezae inevitavelmente acontecerá. O tempo é meu aliado, meu cúmplice e companheiroinseparável na Terra. Ele me acompanha favoravelmente e testemunhao fiel cumprimento dos vaticínios que enunciei antes de ser crucificado,porque o tempo passa, mas as minhas palavras não passarão”. A Estrela Resplandecente da manhã emergirá para regozijo dos homens de coração puro, dos simples, dos humildes, dos justos, dos que amam a verdade, esperam e servem a justiça. 31
  32. 32. Por ocasião do Ato Libertário perpetrado no interior da catedral deBelém do Pará no histórico 28/02/1982, INRI CRISTO esteve detidono presídio “São José”. Neste ínterim, o jornalista Vicente Ceci, dojornal A Província do Pará, no dia 07/03/1982, escreveu, inspirado,uma matéria intitulada Dies Irae (Ira de DEUS), na qual dizia oseguinte: “(...) Na galáxia NGC 6946, uma estrela está cumprindo oseu destino único, que é ‘concluir sua existência com uma explosãoluminosa’. Pensam os senhores pró-morte também em proibi-la defazer isso? Pensam em chamar um camburão cheio de soldados,entregá-la a um delegado histérico, prendê-la no Presídio São José?Seria belo iluminar aquela casa da noite eterna sem dúvida. Mas –atenção – a explosão, nenhuma grade a conteria. E a explosão daestrela é inevitável, garante o professor Wild (...) INRI CRISTO, emsua cela de reclusos por denunciar privilégios... também neste instanteestá cumprindo o seu destino único, também prepara sua explosãoluminosa. Ele e a estrela fazem a ponte que une o humano ao mistériototal, rimam uma escolha solidária, fora do alcance das leis injustascom que os senhores, senhores da resignação, querem manter a vidafora de si; louca sim, mas por excesso de cárceres, de leis, de tantasplacas de: tudo é proibido entre os nossos pés e os pés dos nossosfilhos, e os filhos de nossos filhos, aos quais os senhores temem queensinemos a amar a liberdade”. O LIBERTADOR Assim falou INRI CRISTO: “Eu sou o libertador. Voltei a este mundo para libertar o meu povo do jugo dos falsos religiosos, dos grilhões da idolatria, da fantasia e da mentira. Amo a liberdade, por isto deixo livres os seres que amo. Se voltam, é porque me reconheceram e são meus filhos, dignos de meu PAI, SENHOR e DEUS, que é em mim. Se não voltam, é porque jamais tiveram parte comigo”. 32
  33. 33. SERMÃO DO PORVIR (O APOCALIPSE) INRI CRISTO anuncia o fim deste mundo caótico Assim falou INRI CRISTO: “Os homens, fazendo mau uso do livre arbítrio, construíramarmas destrutivas, violaram as sagradas leis de DEUS e esqueceram-se também dos santos mandamentos. Semearam, desta forma, atravésde atos e pensamentos, catástrofes e terremotos que, acompanhadosda hecatombe nuclear, culminará com o fim deste mundo caótico. Me-nos de um milhão de pessoas restarão vivas na terra. A maioria seráconstituída de mutilados que suplicarão a morte, que, em princípio,não lhes ouvirá. DEUS, nosso PAI, único SENHOR do céu e da terra, será glorifica-do durante os próximos mil anos. Não haverá um só ser humano na terraque não reconheça sua onipotência, onisciência e onipresença. Todos sesubmeterão a um processo de justaposição espiritual e permanecerão fiéis aEle, cumprindo-se o que eu disse antes de ser crucificado: "Chegará o diaem que haverá um só rebanho e um só pastor” (João c.10 v.16). Os eleitos e seus descendentes não quererão disputas políticas,territoriais nem religiosas. Todos caminharão juntos com o pensamentovoltado para um só ideal. A fraternidade existirá efetivamente entre oshomens, que, despidos da hipocrisia, ódio, maldade, egoísmo e da chan-tagem emocional, estarão empenhados em cumprir os santos manda-mentos. As prisões serão transformadas em escolas, porque, no futuro, oshomens purificados no sofrimento evoluirão e a delinqüência será extin-ta. A medicina evoluirá e encontrará a cura dos males que atormentam ocorpo no espírito, porque, após muito sofrimento e erro, a humanidadese conscientizará de que todas as fraquezas e todas as enfermidades físi-cas têm sempre início na enfermidade da alma. O sexo será exercitado como um rito de veneração a DEUS. Ohomem, despido dos instintos bestiais, quase consciente dos mistériosda procriação, unir-se-á à mulher sob a luz da espiritualidade, reco-nhecendo sua origem divina. O dinheiro será utilizado unicamente comoum elo sagrado que facilitará o relacionamento humano. A humanidadevoltará à vida simples e livre em comunhão íntima e perene com a natu-reza e preferirá o manjar simples e natural dos frutos e vegetais. A profissão mais nobre durante os próximos mil anos será aagricultura. O homem buscará na mãe terra o pão místico para o ban-quete divino com a mesma inocência com que as crianças buscam noseio materno o leite vital que lhes faculta o crescimento e a sobrevi-vência, ante o olhar dúlcido e aprovador de nosso PAI.” 33
  34. 34. O NOVO PAI NOSSO Revelação de DEUS a INRI CRISTO ___________________ PAI eterno e inefável, DEUS infalível, CRIADOR do Universo, Santificado seja o teu nome; Seja feita a tua vontade Assim na terra como no céu. Graças Te dou pelo manjar Que emana de Ti; Aparta-me dos erros E ilumina-me Para que eu Te sirva Sem equívocos, Glorificando-Te Hoje e sempre, Ó PAI. Quando se chamava Jesus, INRI CRISTO ensinou a orar assim:“PAI Nosso, que estais no céu... venha a nós o vosso reino...” (Mateusc.6 v.10). E o ALTÍSSIMO, em sua infinita bondade, atendendo àssúplicas do povo cristão, após dois mil anos reenviou seu Primogênitode carne e osso a fim de instituir na Terra seu santo reino, formalizadopela SOUST - Suprema Ordem Universal da Santíssima Trindade.Ainda que em condições embrionárias, a duras penas viceja, desde28/02/82 (data da instituição). Logo, não é mais lícito continuar pe-dindo-Lhe “venha a nós o vosso reino”, uma vez que já está estabele-cido e provisoriamente sediado em Curitiba. Assim disse o SENHOR. Por esta razão é que Ele revelou ao Unigênito INRI CRISTO oNovo PAI Nosso, que é a oração mais forte, mais perfeita e mais bela,o meio mais sublime de contactar-se com o PAI Celeste. Os filhos deDEUS genuínos, cristãos autênticos, herdeiros do reino dos céus, cons-cientes e confiantes, aprendem a orar o Novo PAI Nosso e estabelecemassim uma simbiose com o Supremo Criador, único ser incriado,único eterno, único ser digno de adoração e veneração, único SENHORdo Universo. 34
  35. 35. DECLARAÇÃO de Magdalena Thais e Wilhelm Thais Esta é a declaração registrada em cartório pelo casal que criouINRI CRISTO quando menino. Trecho encoberto pelo carimbo do cartório: “Nós, WILHELMTHAIS e MAGDALENA THAIS, declaramos, para os devidos fins,que no dia 22-03-1948 recebemos em nossa casa...” 35

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