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Fernando Pessoa e Heterônimos   Fernando Antônio Nogueira Pessoa, escritor português nasceu em 13-06-1888.   Jovem muito a...
  Alberto Caeiro nasceu em Lisboa em  16-04-1889 e faleceu em 1915 na mesma   cidade.   Considerado o mestre de todos os h...
NEM SEMPRE SOU IGUAL Nem sempre sou igual no que digo e escrevo. Mudo, mas não mudo muito. A cor das flores não é a mesma ...
Reparem bem para mim: Se estava virado para a direita, Voltei-me agora para a esquerda, Mas sou sempre eu, assente sobre o...
Nem sempre sou igual, depende da ocasião. Sou floresta e oceano Sou as folhas do outono. Floresta verde feliz,
Oceano violento, Folha seca abandonada no chão. Mas nem por isso deixo de ser Eu mesmo, E só mudo as vezes,
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  1. 1. Trabalho apresentado a discilpina de literatura sob orientação das professoras Marilza Nunes Nascimento e Maria Aparecida Crivelli.
  2. 2. Fernando Pessoa e Heterônimos Fernando Antônio Nogueira Pessoa, escritor português nasceu em 13-06-1888. Jovem muito apaixonado pela literatura, participou do movimento literário “Modernismo em Portugal” no século xx. O início do modernismo português ocorreu no momento em que o panorama mundial estava muito conturbado. Além da Revolução Russa de 1917, no ano 1914 eclodiu a Primeira Guerra Mundial. Neste movimento criou vários heterônimos como: Ricardo Reis, Alvaro de Campos, Bernardo Soares e entre eles Alberto Caeiro que será comentado no decorrer desse slide.
  3. 3. Alberto Caeiro nasceu em Lisboa em 16-04-1889 e faleceu em 1915 na mesma cidade. Considerado o mestre de todos os heterônimos de Fernando Pessoa, Caeiro escrevia com a linguagem simples e o vocabulário limitado de um poeta camponês.
  4. 4. NEM SEMPRE SOU IGUAL Nem sempre sou igual no que digo e escrevo. Mudo, mas não mudo muito. A cor das flores não é a mesma o sol De que quando uma nuvem passa Ou quando entra a noite E as flores são cor da sombra. Mas quem olha bem vê que são as mesmas flores. Por isso quando pareço não concordar comigo,
  5. 5. Reparem bem para mim: Se estava virado para a direita, Voltei-me agora para a esquerda, Mas sou sempre eu, assente sobre os mesmos pés - O mesmo sempre, graças ao céu e à terra E aos meus olhos e ouvidos atentos E à minha clara simplicidade de alma ...
  6. 6. Nem sempre sou igual, depende da ocasião. Sou floresta e oceano Sou as folhas do outono. Floresta verde feliz,
  7. 7. Oceano violento, Folha seca abandonada no chão. Mas nem por isso deixo de ser Eu mesmo, E só mudo as vezes,

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