Quando Deus Diz Não! O Exemplo de Paulo

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Segunda mensagem da série: Quando Deus Diz Não!
Pregada na IPI de São Bartolomeu no dia 27 de outubro de 2013

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Quando Deus Diz Não! O Exemplo de Paulo

  1. 1. 2 Coríntios 12.1-10 Vocês me obrigam a falar deste modo: faço isso contra minha vontade. Mas agora que estamos no assunto posso tratar da questão das visões e revelações que Deus me deu. Por exemplo, conheço um homem que há catorze anos foi tomado por Cristo e levado em êxtase espiritual aos céus. Nem sei se isso aconteceu no corpo ou fora do corpo, só Deus sabe. Sei também que esse homem foi levado ao paraíso — de novo, se no corpo ou fora dele, não sei, Deus sabe.
  2. 2. 2 Coríntios 12.1-10 Lá ele ouviu palavras indizíveis, mas foi proibido de contar o que ouviu. Esse é o homem a respeito de quem quero falar. Mas não vou dizer nem uma palavra a meu respeito, exceto o que foi humilhação. Se eu tivesse disposição para contar vantagem, talvez pudesse fazê-lo sem parecer ridículo e não estaria faltando com a verdade. Mas vou poupar vocês.
  3. 3. 2 Coríntios 12.1-10 Quero que vocês continuem a me imaginar como o tolo que vocês pensariam que eu sou se me encontrassem na rua ou me ouvissem falar. Por causa da grandiosidade daquelas revelações, para que eu não ficasse orgulhoso, recebi o dom de um obstáculo, que me mantém em contato permanente com minhas limitações.
  4. 4. 2 Coríntios 12.1-10 O anjo de Satanás fez o melhor que pôde para me derrubar, mas o que conseguiu foi me pôr de joelhos. Sem chance que eu ande de nariz empinado e orgulhoso! No princípio, eu não pensava nele como um dom, e pedi a Deus que o removesse. Repeti o pedido três vezes; então, ele me disse: Minha graça é o bastante; é tudo de que você precisa. Minha força brota da sua fraqueza. Assim que ouvi isso, achei melhor me resignar.
  5. 5. 2 Coríntios 12.1-10 Desisti de ficar pensado na limitação e comecei a apreciar o dom. Foi uma oportunidade para que a força de Cristo trabalhasse na minha fraqueza. Agora enfrento com alegria essas limitações, com tudo que me torna pequeno — abusos, acidentes, oposição, problemas. Simplesmente permito que Cristo assuma o controle! E, quanto mais fraco me apresento, mais forte me torno.
  6. 6. Quem foi Paulo? ü  Perseguidor que virou discípulo. ü  Discípulo que virou pastor. ü  Pastor que virou canal de revelações de Deus.
  7. 7. O espinho na carne ü  Que espinho era esse? ü  Quem implantou esse espinho? ü  Qual a intenção desse espinho?
  8. 8. O pedido livramento ü  É uma reação natural ü  É um pedido legítimo ü  É um clamor a ser avaliado
  9. 9. A pedagogia do “não” ensinou Paulo sobre: 1 A Suficiência da Graça ele  me  disse:  Minha  graça  é  o  bastante;  é  tudo  de  que   você  precisa.  (v.9)  
  10. 10. A pedagogia do “não” ensinou Paulo sobre: 1 A Suficiência da Graça “A  graça  sempre  vem:  livre  de  pagamento,  sem   cordas  amarradas,  como  oferta  da  casa.”     “A  GRAÇA  é  de  graça  para  pessoas  que  não   merecem.”     Philip  Yancey  
  11. 11. A pedagogia do “não” ensinou Paulo sobre: 1 A Suficiência da Graça “Não  há  nada  que  possamos  fazer  para  Deus   nos  amar  mais,  não  há  nada  que  possamos   fazer  para  Deus  nos  amar  menos”.     Philip  Yancey  
  12. 12. A pedagogia do “não” ensinou Paulo sobre: 2 A Dinâmica do Poder “Minha  força  brota  da  sua  fraqueza.”  (v.9b)  
  13. 13. A pedagogia do “não” ensinou Paulo sobre: 2 A Dinâmica do Poder “Uns  confiam  em  carros  outros  em  cavalos,   nós,  porém  nos  gloriaremos  no  Senhor”     Salmo  20:7  
  14. 14. A pedagogia do “não” ensinou Paulo sobre: 2 A Dinâmica do Poder Estou  alegre  em  Deus,  mais  do  que  vocês   imaginam,  porque  vocês  mostram  uma  vez   mais  que  estão  preocupados  comigo.  Claro  que   estavam  orando  a  meu  favor  e  pensando  em   mim,  apenas  não  Onham  Odo  a  chance  de   demonstrá-­‐lo.    
  15. 15. A pedagogia do “não” ensinou Paulo sobre: 2 A Dinâmica do Poder De  fato,  pelo  que  me  consta,  não  preciso  de   nada.  Já  aprendi  a  estar  contente,  a  despeito   das  circunstâncias.  Fico  saOsfeito  com  muito  ou   com  pouco.  Encontrei  a  receita  para  estar   alegre,  com  fome  ou  alimentado,  com  as  mãos   cheias  ou  com  as  mãos  vazias.  
  16. 16. A pedagogia do “não” ensinou Paulo sobre: 2 A Dinâmica do Poder  Onde  eu  esOver  e  com  o  que  Over,  posso  fazer   qualquer  coisa  por  meio  daquele  que  faz  de   mim  o  que  sou.   Filipenses  4.10-­‐13  
  17. 17. A pedagogia do “não” ensinou Paulo sobre: 3 A possibilidade da alegria Agora  enfrento  com  alegria  essas  limitações,   com  tudo  que  me  torna  pequeno  —  abusos,   acidentes,  oposição,  problemas.  Simplesmente   permito  que  Cristo  assuma  o  controle!  E,   quanto  mais  fraco  me  apresento,  mais  forte  me   torno.  (v.10)  
  18. 18. A pedagogia do “não” ensinou Paulo sobre: 3 A Possibilidade da Alegria Com  certeza  Paulo  não  era  um  masoquista   para  se  alegrar  nas  aflições  pura  e   simplesmente.   Ele  Lnha  a  convicção  que  exisLa  um  ou  mais   propósitos  nas  tribulações,  um  desses   propósitos,  fortalece-­‐lo.  
  19. 19. A pedagogia do “não” ensinou Paulo sobre: 3 A Possibilidade da alegria “O  relacionamento  com  Deus  não  promete  o   livramento  sobrenatural  das  dificuldades,  mas   o  uso  sobrenatural  delas.”     Philip  Yancey    
  20. 20. A pedagogia do “não” ensinou Paulo sobre: 4 A Importância da Humildade “conheço  um  homem  que  há  catorze  anos  foi   tomado  por  Cristo  e  levado  em  êxtase   espiritual  aos  céus.”  (v2)  
  21. 21. A pedagogia do “não” ensinou Paulo sobre: 4 A Importância da Humildade Paulo  fala  aqui  das  maravilhas  de  alguém  que   conheceu  o  céu,  entretanto  não  o  faz  de   forma  pedante  ou  arrogante.  
  22. 22. A pedagogia do “não” ensinou Paulo sobre: 4 A Importância da Humildade Deus  tem  promessas  para  os  humildes.     “A  soberba  do  homem  o  abatera  más  o   humilde  de  espirito  recebera  honra”     Provérbios  29:23.  
  23. 23. O que nos levaria a lidar com o não de Deus da mesma forma que Paulo lidou? 1.A consciência de que Deus é Deus. 2.A fé́ no seu caráter inabalável. 3.A dependência de sua graça.
  24. 24. Para Refletir e Praticar: 1. Continue colocando diante de Deus tudo quanto te aflige como um espinho na carne. Isto é legitimo e aceitável. 2. Substitua a tendência de buscar mais otimismo pela disposição de buscar mais a Deus em oração.

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