E-assessment, 21st century skills, taxonomias e aprendizagens

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Avaliacao online das aprendizagens, UC do Mestrados em TIC e Educação do Instituto de Educação da UL

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E-assessment, 21st century skills, taxonomias e aprendizagens

  1. 1. Ambientes digitais,21 stcentury skills e avaliação UC: Avaliação Online das aprendizagens Neuza Pedro
  2. 2. Competências para o século XXI: como avaliar? UC: Avaliação Online das aprendizagens Neuza Pedro
  3. 3. Aquisições Produções Satisfação O quê avaliar? Alunos/Formandos Processos Professores Percursos, ... Recursos, Quem avaliar? Estratégias E-A Course Design Grupos Instituições, Como avaliar? Métodos ProgamasInstrumentos Sistemas... Situações Episódios Quando avaliar? Seriação Selecção Certificação Para quê avaliar? Regulação Desenvolvimento ...
  4. 4. Foco da avaliação: aprendizagens =conhecimento + competência + valores(ou conhecimento em acção num contexto social) 21 stcentury skills UC: Avaliação Online das aprendizagens Neuza Pedro (Pedro, Matos, Pedro & Abrantes, 2011)
  5. 5. ‘ 21 stcentury skills ‘ é uma ‘buzzword’não um conceito científico UC: Avaliação Online das aprendizagens Neuza Pedro
  6. 6. 21 st century skills
  7. 7. enGauge model (North Central Regional Educational Laboratory (NCREL) e Metiri Group .
  8. 8. ‘ 21 stcentury skills ‘uma meta-análise a 17 documentos de referência UC: Avaliação Online das aprendizagens Neuza Pedro (Pedro, Matos, Pedro & Abrantes, 2011)
  9. 9. (Pedro, Matos, Pedro & Abrantes, 2011)
  10. 10. (Pedro, Matos, Pedro & Abrantes, 2011)
  11. 11. 21st century assessment “Requires a balance of technology-enhanced, formative and summative assessments that measure student mastery of 21st century skills”• Integrar de forma balançeada diferentes tipos de avaliação (high-quality standardized testing, effective formative and summative assessments)• Feedback útil integrado na aprendizagem diária dos alunos• Promove o desenvolvimento de portfolios que demonstrem o domínio dediferentes competências para o século XXI (a professores e futuros empregadores)• Suporte a avaliação da qualidade dos sistemas educativos mas que igualmente aavaliação das aprendizagens de ordem superior e as competências para o século XXI
  12. 12. 21 st century assessmentPrincípios para uma avaliação efectivamente formativa / feedback eficazes1. Clarificar o que é entendido como ‘uma boa performance’ (metas, critérios e padrões)1. Encorajar o “tempo e esforço” nas tarefas desafiantes de aprendizagem2. Devolver feedback eficaz para que o estudante se autocorrija3. Permitir que o estudante atue após o feedback4. A avaliação sumativa tem que ter um impacto positivo na aprendizagem5. Encorajar a interação e o diálogo em torno da aprendizagem6. Dar condições para a autoavaliação e reflexão na aprendizagem7. Permitir que os estudantes escolham tópicos, métodos, critérios e tempos específicos na avaliação8. Envolver os estudantes nas decisões sobre a avaliação9. Suportar o desenvolvimento de grupos e comunidades de aprendizagem10. Promover a autoconfiança e o aumento da autoestima11. Partilha de informação entre professores (para melhorar o processo de ensino) Effective Assessment in a Digital Age - www.jisc.ac.uk
  13. 13. Pen-and-paper vs On-screenQuais são as vantagens?
  14. 14. Ambientes online e avaliação Vantagens- Variedade e autenticidade nos modos de avaliação- Dedicação do estudante- Possibilidade de gerir de forma mais adaptada o tempo e o local da avaliação (dirigirmo-nos para uma aprendizagem individual)- Analisar outras competências- Gestão de todo o processo (desde o local de submissão à classificação- Possibilidade de feedback imediato (a informação é transmitida muito mais rapidamente)- Oportunidade do estudante atuar sobre o feedback- Abordagens inovadoras- Diminuição de custos
  15. 15. E quais são asdesvantagens?!
  16. 16. Ambientes online e avaliaçãoDesvantagens- Autenticidade e legitimação da autoria- Fraude e plágio- Dependência da fiabilidade das tecnologias e sistemas- Dominio pelos docentes (limitações na formação)- Limitações no acesso a equipamentos (desigualdades)
  17. 17. Objectivos educacionais eAvaliação: Taxonomia de Bloom
  18. 18. Taxomonia de Bloomcontroversa e fortemente criticada
  19. 19. ???Taxonomia ???
  20. 20. Tagging• É um referencial de classificação• Parte da ideia de linearidade na relação entre conceitos = continuum• Procura integrar organização e dimuir a imprecisão Taxonomias Taxonomias não- Folksonomias hierárquicas hierárquicas
  21. 21. TaxonomiaFolksonomia (adaptado de http://www.slideshare.net/gledson82/taxonomia-e-folksonomia
  22. 22. Taxonomia de BloomEstrutura de organização hierárquica de objetivos educacionaisDesenvolvida nos anos 50 por uma comissão multidisplinar deespecialistas de várias universidades dos EUA, liderada porBenjamin S. Bloom 3 domínios de aprendizagem :• o psicomotor: capacidades físicas, coordenação e destreza manipulativa;• o cognitivo: envolvendo o processamento da informação, o conhecimento e as capacidades intelectuais;• o afetivo: atitudes, sentimentos e valores. (Bloom, Hastings, Madaus, 1971)
  23. 23. Dimensões do processamento cognitivo Pensamento de Ordem Superior Avaliar Criar Sintetizar Avaliar Analizar Analizar Aplicar Aplicar Comprender Comprender Conhecer Recordar Pensamento de Ordem Inferior (Bloom, 1949*) (Anderson & Krathwohl, 2001)
  24. 24. Avaliação com propósitos sumativos• Cada categoria da Taxonomia tem um número de verbos-chave associados: * Recordar – reconhecer, listar, descrever, identificar, recuperar, denominar, localizar. * Comprender– Interpretar, resumir, inferir, parafrasear, clasificar, comparar, explicar, exemplificar. * Aplicar – Implementar, desempenhar, usar, executar. * Analizar – comparar, organizar, desconstruir, atribuir, delinear, encontrar, estruturar e integrar. * Avaliar – rever, formular hipóteses, criticar, experimentar, julgar, monitorizar. * Criar – desenhar, construir, planear, produzir, idealizar, elaborar. (Anderson & Krathwohl, 2001)
  25. 25. Dimensões do processos cognitivosDimensões do Compreenconhecimento Recordar Aplicar Analisar Avaliar Criar -der A)Conhecimento A.1 Conhecimento de terminologia Factual A.2 Conhecimento de detalhes e elementos B) B.1 Conhecimento de classificação e categoriasConhecimento B.2 Conhecimento de princípios e generalizações Conceptual B.3 Conhecimento de teorias, modelos e estruturas C) C.1 Conhecimento de habilidades específicas do domínio e algoritmosConhecimento C.2 Conhecimento de técnicas e métodos específicos do domínio Processual C.3 Conhecimento dos critérios que determinam quando usar os procedimentos apropriados D) D.1 Conhecimento estratégicoConhecimento D.2 Conhecimento sobre tarefas cognitivas, incluindo o conhecimentoMeta-Cognitivo contextual apropriado D.3 Conhecimento de si
  26. 26. Dimensões do processos cognitivosDimensões do Compreenconhecimento Recordar Aplicar Analisar Avaliar Criar -derConhecimento Enunciar Sumariar Factual localizar Exemplificar Experimentar Organizar Medir CombinarConhecimento Ilustrar Integrar Conceptual Descrever Explicar Dividir Atribuir Seriar PlanificarConhecimento Predizer Executar Compor Processual Reconhecer Inferir Implementar Diferenciar Criticar ProduzirConhecimento Executar Determina Julgar Meta- Gerar Fazer uso apropriad r Atingir (tomada Cognitivo Inovar a-mente Apropriar de decisão)
  27. 27. http://www.usi.edu/distance/bdt.htm
  28. 28. Objectivos =aprendizagens = Actividades = Avaliações
  29. 29. Diferentes objectivos de aprendizagens,diferentes propostas de actividade logo diferentes formas de avaliação
  30. 30. Em súmula, avaliação (online) das aprendizagens (online) permite:
  31. 31. • actividades/propostas mais significativas e reais (rich real-world tasks)• Diversificada (objetivos, tipo, formato, tempo,autor) ex: auto-avaliação e hetero-avaliação• níveis mais elevados de pensamento e actuandosobre diferentes capacidades (multimédia & higher order thinking) • incorporar e trazer à evidência dimensõescomplexas (Colaboração, resolução de problemas e criatividade)• feedback individualizado, imediato, recuperável einteractivo• desenvolvida numa moldura transparente e co-construtida (dê-se acesso aos alunos a grelhas a usar, critérios
  32. 32. Pode a Criatividade ser avaliada?
  33. 33. • Pessoa características de uma pessoa criativa• Processo caracteristicas associadas ao processo criativo• Produto qualidade do produto criativo• Contexto ou factores ambientais ambiente que facilitam /promover uma performance criativaElemento - Resolução Elaboração novidade adequação bem-executadooriginalidade Nivel de atractivo‘germinalidade’ ajustamento expressivo‘transformaciona Utilidade complexidadelidade’ valor elegânia logica Unicidade (Besemer & O’Quin, 1987)
  34. 34. Requer-se uma (nova) literacia da avaliação(‘assessment literacy’ Stiggins, 2006 cit. por Ussher & Earl, 2010)
  35. 35. ReferênciasAnderson, L. W., & Krathwohl, D. R. (eds.) (2001). A taxonomy for learning, teaching and assessing: Arevision of Blooms taxonomy of educational objectives. New York: Longman.Bessemer, S. P., & O’Quin, K. (1987) Creative product analysis: testing a model by developing a judginginstrument. In S.G. Isaksen (Ed.) Frontiers of Creativity: Beyond the Basics (pp. 342-357). New York:Bearly Buffalo.Bloom, B.S. Hastings, J. T., & Madaus, G. F. (1971). Handbook of formative and summative evaluation ofstudents learning. New York: McGraw-Hill.JISC, (2010). Effective dssessment in a digital age: A guide to technology-enhanced assessment andfeedback. Disponível emhttp://www.jisc.ac.uk/media/documents/programmes/elearning/digiassass_eada.pdfPedro, N., Matos, J. F., Pedro, A., & Abrantes, P. (2011). Teacher skills and competence development forclassrooms of the future_Annex 1. Disponível emhttp://itec.eun.org/c/document_library/get_file?p_l_id=10307&folderId=37321&name=DLFE-2213.pdfRogers, M., & Fasciato, M. (2005). Can Creativity be assessed? Paper presented at the BritishEducational Research Association Annual Conference, University of Glamorgan, 14-17 September.Disponível em http://www.leeds.ac.uk/educol/documents/150029.htmUssher, B., & Earl, K., (2010). ‘Summative’ and ‘Formative’: Confused by the Assessment Terms? NewZealand Journal of Teachers’ Work, 7 (1), 53-63.

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