PROJETO DE PESQUISA - EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CEFET - RJ- UFF - Prof. Noe Assunção

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Projeto de pesquisa elaborado para o Curso de Pos Graduação em Educação Tecnológica do CEFET RJ UFF, como requisito para a conclusão do curso. 2013

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PROJETO DE PESQUISA - EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CEFET - RJ- UFF - Prof. Noe Assunção

  1. 1. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA DIRETORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU GESTÃO ESCOLAR: ADMINISTRATIVA, PEDAGÓGICA E TECNOLÓGICA. NOE ASSUNÇÃO VOLTA REDONDA
  2. 2. NOVEMBRO 2013. CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA- CEFET-RJ. ANTE PROJETO DE PESQUISA LINHA DE PESQUISA: Cotidiano Escolar TEMA: Gestão Escolar: administrativa, pedagógica e tecnológica. PROBLEMA: Mesmo compreendendo a necessidade do uso das TICs – Tecnologias da Informação e Comunicação no cotidiano escolar enquanto suporte para o processo de ensino e aprendizagem e gerenciamento técnico/administrativo das informações , por que ainda encontramos um hiato entre a constatação dessa necessidade e a implementação efetiva dessas tecnologias, principalmente o computador e a internet no processo de ensino e aprendizagem e na dinâmica administrativa das Unidades Escolares, considerando o papel do Gestor Escolar nesse contexto ? HIPÓTESES: • Efetiva formação continuada e capacitação da equipe pedagógica e administrativa poderão desenvolver nesses atores habilidades e competências para utilizar as TICs como ferramenta a favor do processo de ensino e aprendizagem e no gerenciamento de informações. (LIBÂNEO) • Mito de que uma Unidade Escolar equipada com artefatos tecnológicos está incluída digitalmente e que garante a alfabetização tecnológica dos nativos e imigrantes digitais.
  3. 3. • A instituição escolar é mais tradicional que inovadora e resistente às mudanças . A centralidade do professor no processo de ensino e aprendizagem ainda é predominante. (MORAN) • A exclusão do computador e das TICs no PPP Projeto Político Pedagógico da Unidade Escolar, poderá ser um entrave na discussão e implementação de ações que proporcionem uma Gestão Escolar voltada para uma educação que utilize as TICs no cotidiano escolar numa dimensão: administrativa, pedagógica e tecnológica. • Necessidade do gestor escolar em assumir o papel de intelectual orgânico na Unidade Escolar, estabelecendo a hegemonia da sua classe, garantindo um movimento contra a hegemonia da classe dominante, comprometido com os interesses e necessidades da comunidade escolar frente a inserção das TICS no cotidiano escolar. (GRAMSCI) JUSTIFICATIVA: A escolha do tema dessa pesquisa teve como motivações iniciais duas frentes: a primeira se deu ao fato do autor desse ensaio estar inserido no cotidiano escolar como docente de uma instituição pública e perceber como o problema que será discutido nesta pesquisa se consolida na prática, ou seja , apesar dos avanços as TICs ainda caminham a passos lentos enquanto ferramentas a favor do processo de ensino e aprendizagem e no gerenciamento de informações, a segunda frente é que concomitante a esta Pós em Educação Tecnológica estou concluindo uma outra especialização em Gestão Escolar, nesse contexto optei em exercitar a interdisciplinaridade articulando as duas áreas da educação na pretensão de elencar uma discussão em companhia de autores que debruçam sobre um problema que transita pelas duas áreas. É inegável que as TICs se espalham por todo o tecido social, tornado-se cada vez mais presente nas escolas tanto por intermédio de uma educação informal, aquela que os atores trazem para dentro da Unidade Escolar e também através de políticas públicas voltadas para a inclusão digital nos laboratórios de informática por meio de programas governamentais como o PROINFO. Mesmo compreendendo que estamos distantes do modelo eficiente de inclusão digital que privilegie a todos independente da sua classe social, estamos avançando mesmo que em passos lentos no que se refere ao processo de informatização das escolas, nesse enfoque cabe ressaltar as TICs à serviço de uma gestão administrativa da Unidade Escolar e enquanto
  4. 4. ferramenta pedagógica para auxiliar e consolidar o processo de ensino e aprendizagem dos educandos. A relevância da pesquisa toma corpo no momento em que pretendemos lançar luz sobre a importância de uma reflexão concisa e de ações de uma Gestão Escolar que estenda o seu arco de abrangência no âmbito administrativo, pedagógico e tecnológico. Problematizar o conceito de tecnologia, o impacto que essas TICs exercem sobre os atores envolvidos na comunidade escolar, percebendo a escola como uma instituição que caminha junto com a sociedade e inserida nos fenômenos que surgem através da sua dinâmica social. Abrir as portas da escola para as TICs, à discussão, implementação de ações e elaboração de projetos voltados para uma Gestão Escolar que privilegie essas novas técnicas é um desafio emergencial e recorrente para que a educação entre em sintonia com um mundo que se faz e desfaz a todo instante. As TICs sugerem soluções inovadoras para uma Gestão Escolar administrativa, pedagógica e tecnológica da educação, porém todos os atores deverão manter a sintonia entre si, sob uma liderança eficaz , garantindo o caráter colaborativo e cooperativo do processo. Nesse contexto faz-se necessário repensar o papel do gestor escolar enquanto um intelectual orgânico (GRAMSCI) da instituição, ou seja, aquele que deverá surgir da sua classe e que esteja comprometido coletivamente uma com as necessidades dos atores envolvidos, desenvolvendo hegemonia para a classe dos trabalhadores da educação contra uma ideologia dominante. Uma Gestão Escolar forjada sobre esse tripé é muito mais ampla, com computadores interligados em rede, com indivíduos competentes e habilitados para enfrentar essa nova realidade, além de exercitar uma leitura crítica dessas “máquinas maravilhosas”. OBJETIVO GERAL : Problematizar o uso do computador e internet na U.E. , na qual continuam sendo utilizados prioritariamente apenas contemporaneidade para a elaboração de serviços administrativos e que na invadem as U.E. mais precisamente as salas de informática, ainda com projetos isolados e descontextualizados dos currículos e dos Projetos Políticos Pedagógicos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: • Discutir as competências e habilidades dos atores envolvidos na Unidade Escolar no uso das TICs a favor do processo de ensino e aprendizagem e do gerenciamento das informações. • Repensar as práticas pedagógicas com o uso das TICs, com ênfase nos computadores e na internet.
  5. 5. • Distinguir Gestão Escolar sob o enfoque administrativo, pedagógico e tecnológico, promovendo uma relação entre as 3 esferas. • Conceituar tecnologia devido à complexidade do conceito, as diferentes mediações e significados. • Aproximar o gestor escolar do conceito de intelectual orgânico da U.E. METODOLOGIA: A pesquisa terá como suporte teórico uma bibliografia na qual o arco de abrangência se estenderá até a temática problematizada neste trabalho, gestão escolar: administrativa, pedagógica e tecnológica. Dissertações, teses e artigos acadêmicos publicados em revistas de caráter científico auxiliarão na discussão do tema. A execução da pesquisa contará com as seguintes etapas: Levantamento do quadro teórico, encontros com a orientadora, organização das referências bibliográficas e webgráficas, resumos de conceitos, coleta de dados, redação, revisão de português e finalmente a entrega da pesquisa. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA: Para Moran, a internet se espalha pelo tecido social e atravessa os muros da escola, transformando-se numa aliada ao processo de ensino e aprendizagem e organização administrativa da Unidade Escolar. Dá ênfase para a necessidade de uma formação continuada e eficaz para os educadores frente às TICs – Tecnologias da Informação e Comunicação , sugerindo possíveis caminhos na otimização do processo de ensino e aprendizagem, além do gerenciamento das informações referentes à vida escolar dos educandos e outras atividades administrativas do cotidiano escolar. “As tecnologias chegaram na escola, mas estas sempre privilegiaram mais o controle a modernização da infra estrutura e a gestão do que a mudança. Os programas de gestão administrativa estão mais desenvolvidos do que os voltados à aprendizagem. Há avanços na centralização da aprendizagem, mas só conseguem arranhar superficialmente a estrutura pesada em que estão estruturados os vários níveis de ensino.” (MORAN,2000 ) Um dos problemas relacionado à implementação efetiva dessas novas tecnologias no processo de ensino e aprendizagem e administrativo é que as Unidades Escolares carregam nas suas estruturas organizacionais o caráter tradicional, resistente às inovações e mudanças. A centralidade no educador ainda é uma ideologia hegemônica neste processo.
  6. 6. Nesse enfoque faz-se necessário uma gestão escolar que mantenha o compromisso em assimilar e consolidar teorias, práticas pedagógicas e administrativas que tenham como possíveis ferramentas as TICs nos projetos de gestão, currículos, planejamento e outros. Segundo Moran, “Ensinar com as novas mídias será uma revolução, se mudarmos simultaneamente os paradigmas convencionais do ensino, que mantém distantes educador@s e educand@s . Caso contrário conseguiremos dar um verniz de modernidade, sem mexer no essencial. A internet é um novo meio de comunicação, ainda incipiente, mas que pode ajudar-nos a rever, a ampliar e a modificar muitas das formas atuais de ensinar e de aprender.” (MORAN,2000 ) Para uma gestão escolar comprometida em inserir as TICs no gerenciamento de suas atividades faz-se necessário um olhar especial para a formação continuada ou de extensão que vise a melhoria profissional do educador. Para Libâneo, “A formação continuada é o prolongamento da formação inicial, visando o aperfeiçoamento profissional teórico e prático no próprio contexto de trabalho e o desenvolvimento de uma cultura geral mais ampla para além do exercício profissional.” (LIBÂNEO,2001 ) O fato da Unidade Escolar está munida de computadores, internet e outras TICs não significa que os atores envolvidos estão incluídos digitalmente desenvolvendo competências e habilidades para dominar tais técnicas. Tanto o computador, quanto a internet e quaisquer outras possibilidades de TICs deverão estar incluídas no PPP – Projeto Político Pedagógico, Currículos, Planejamento e Projetos , abrindo precedentes para a implementação de ações e discussões acerca de uma gestão escolar voltada para uma educação que utilize as TICs a favor de uma sociedade em constante mudança, que se faz e desfaz a todo instante. Nesse contexto Kenski diz: “Mais importante que as tecnologias, que os procedimentos pedagógicos mais modernos, no meio de todos esses movimentos e equipamentos, o que vai fazer a diferença qualitativa é a capacidade de adequação do processo educacional aos objetivos que levaram você, pessoa, usuário, leitor, aluno ao encontro desse desafio de aprender.” (KENSKI,2003) Uma Unidade Escolar equipada com as TICs alfabetização digital não é o suficiente para contribuir com a ou tecnológica dos indivíduos, garantindo o processo de ensino e aprendizagem dos conteúdos, nem tão pouco poderão ser julgadas como melhor ou pior uma Unidade Escolar utilizando como parâmetro a quantidade de computadores nas suas dependências e a velocidade da internet disponível. Faz-se necessário desconstruir esse mito de que U.E. equipada com artefatos tecnológicos é U.E. incluída digitalmente, como também
  7. 7. problematizar essas novas técnicas enquanto provedoras de informações inquestionáveis, sugerindo a sua utilização tanto no âmbito do gerenciamento administrativo da U.E., quanto pedagógico associando a uma percepção tecnológica que transita por essas esferas. Uma gestão que pretenda atuar dentro dessa realidade necessita entender que as TICs apesar de ter atravessado os muros da escola estão intimamente relacionadas com a sociedade, privilegiando uma reflexão interna e externa desses canais de comunicação e organização. Nesse contexto Kenski diz: “ ...os professores universitários são os que mais reagem a introdução ou o uso das mídias nos seus espaços de sala de aula e isso cria um descompasso, exige do professor formado que ele saiba utilizar as tecnologias mas ele durante o seu processo de formação não as utilizou, não vivenciou projetos pedagógicos em diferenciadas disciplinas onde esse esteja presente.” (KENSKI,2003) Outro referencial teórico que debruça sobre a utilização das TICs na educação é o filósofo francês Pierre Levy, que defende a teoria da inteligência coletiva no ambiente virtual, na qual os indivíduos tendem a se afastar de uma pedagogia apoiada apenas na figura do professor, inquestionável, num processo de repasse de conteúdos, de forma acrítica e mergulhar numa cultura contemporânea tendo as TICs como ferramentas para a otimização do processo de ensino e aprendizagem colaborativo. O educador deverá desenvolver nos educandos habilidades e competências que contribuam para uma participação efetiva da reconstrução da informação e do conhecimento. Nesse enfoque faz-se necessário a reflexão de que essas mudanças pedagógicas da contemporaneidade não se darão imediatamente , Levy mantém uma postura otimista, quando reconhece que os problemas existem, comprometimento dos atores é necessário, principalmente porém o na utilização dessas novas técnicas de hoje com a visão do amanhã. O educador num processo colaborativo de aprendizagem deverá ser o indivíduo que busque as informações sobre as novas técnicas, assimilando e consolidando o conhecimento sobre as mesmas, pois só assim poderão mediar e utilizar junto aos educandos e aqueles envolvidos no processo. Por mais avançada que seja a técnica ou as tecnologias propostas para a educação, elas não são capazes de efetivar as reconstruções do conhecimento a favor de uma inteligência coletiva. Ao receber o impacto das TICs ou novas técnicas no cotidiano da escola ou da sociedade, os indivíduos deverão desenvolver habilidades e competências para entenderem a utilização e o conhecimento das formas de sua aplicação. (LEVY, 2013). Assim, diz o autor: “ O problema não está relacionado somente nos professores e sua experiência profissional e ao fato que eles não são tão
  8. 8. fluentes em novas tecnologias quanto seus alunos. Um fator muito importante são as regras inter relacionais nas escolas e a cultura geral que prevalece na educação tradicional.” (LEVY,2013) No contexto educacional faz-se necessário aproximar o gestor escolar do intelectual orgânico gramsciano, aquele indivíduo comprometido com a hegemonia da sua classe social, que perceba que a sociedade sofreu e sofre várias alterações a todo instante, tornando emergente o desenvolvimento de uma nova postura frente aos problemas antigos e novos que surgem com a contemporaneidade, inserido nessa dimensão podemos citar a inserção das TICs no cotidiano escolar. As U.Es. necessitam de gestores escolares que possam dirigi-las administrativamente, pedagogicamente e tecnologicamente de forma orgânica que direcione os seus trabalhos de acordo com a realidade e necessidades da sua comunidade escolar. O gestor escolar ao se aproximar do conceito de intelectual orgânico gramsciano torna-se um articulador do seu grupo social que se forma na U.E., exercendo a liderança das fases que envolvem o cotidiano escolar, auxiliando no processo educacional. “...cada grupo social, nascendo no terreno originário de uma função essencial no mundo da produção econômica, cria para si, ao mesmo tempo e de um modo orgânico, uma ou mais camadas de intelectuais que lhe dão homogeneidade e consciência da própria função, não apensa no campo econômico, mas também no social e no político”. (GRAMSCI, 1989) “são os intelectuais que uma classe cria, ao longo do seu desenvolvimento, que realizam tarefas que são especializações das atividades intelectuais previstas na função que exerce esta classe”. (GRAMSCI,1989) “todos os homens são intelectuais, poder-se-ia dizer então: mas nem todos os homens desempenham na sociedade a função de intelectuais” (GRAMSCI, 1989) CRONOGRAMA ATIVIDADES Set Escolha do tema Encontros com a orientadora Pesquisa bibliográfica preliminar Organização do teórico pesquisa da quadro sínteses Elaboração do projeto Entrega do projeto pesquisa e de Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai
  9. 9. Revisão bibliográfica, teses, dissertações, artigos, revistas e outros Redação da monografia Revisão de português Conclusão e entrega da monografia REFERÊNCIAS: ALMEIDA, M. E. B. de. Gestão de tecnologias na escola: possibilidades de uma prática democrática. Disponível : <http://www.tvebrasil.com.br/SALTO/boletins2005/itlr>. Acesso em: 12 set. 2013. ALMEIDA, M. E. B. de. RUBIM, Lígia Cristina. O papel do gestor escolar na incorporação das TIC na escola: experiências em construção e redes colaborativas de aprendizagem.(s/d) Disponível : http://www.acervodigital.unesp.br/bitstream/123456789/32/3/LDB_Gest %C3%A3o.pdf Acesso em: 09 set.2013. ALMEIDA, M. E. B. Integração das Tecnologias na Educação. In: Moran, J.M. e Almeida, M.E.B de, (Orgs). Salto para o Futuro. Brasília. SEED ‐ MEC, 2005, p. 38 - 45. Disponível: tvescola.mec.gov.br/images/stories/.../salto.../livro_salto_tecnologias.pdf GRAMSCI, A. Os intelectuais e a organização da cultura. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1989. KENSKI, Vani M. Educação e Tecnologia. O novo ritmo da informação. São Paulo: Papirus, 2003. Disponível: http://books.google.com.br/books?id=ncTG4el0Sk0C&printsec=frontcover&hl=pt- BR&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false LEVY, Pierre. Entrevista (Tem que formatar) http://comciencia.scielo.br/scielo.php? script=sci_arttext&pid=S1519-76542011000700013&lng=en&nrm=iso LÉVY, Pierre. As tecnologias da Inteligência – O futuro do pensamento na era da informática. São Paulo. Editora 34. Tradução de Carlos Irineu da Costa. 2004 LIBÂNEO, José Carlos. O sistema de organização e gestão da escola In: LIBÂNEO, José Carlos. Organização e Gestão da Escola - teoria e prática. 4ª ed. Goiânia: Alternativa, 2001.
  10. 10. Disponível : http://www.acervodigital.unesp.br/bitstream/123456789/32/3/LDB_Gest %C3%A3o.pdf MORAN, José Manuel; MASETTO, Marcos T.; BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas : Papirus, 2000. Disponível: www.adidatica.com.br/arquivos/MORAN.doc PEIXOTO, José Antônio Assunção. Educação Tecnológica/ José Antônio Assunção Peixoto, Leydervan de Souza Xavier, Lilian Martins da Motta Dias. Rio de Janeiro: CEFET/RJ, 2009. Módulo I. PINTO, Álvaro Vieira. O conceito de tecnologia.Rio de Janeiro: Contraponto, 2005. RUSSO, Miguel Henrique. Escola e paradigmas de gestão. ECCOS- Revista Científica – UNIMOVE, São Paulo, v.6,n1,p.25-26. 2004 Disponível: http://www.uninove.br/PDFs/Publicacoes/eccos/eccos_v6n1/eccosv6n1_miguelrusso.pdf TAJRA, Sanmya F. Novas ferramentas pedagógicas para o professor na atualidade. São Paulo: Érica, 2012.

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