Autismo

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Autismo

  1. 1. AUTISMO INFANTIL São crianças com transtornos invasivos do desenvolvimento (TID). Ana Paula Moretto Julian Fernanda Renner Liege Zem Zancanaro
  2. 2. Conforme a Classificação Internacional de Doenças, o CID-10: “ O autismo trata-se de um transtorno invasivo de desenvolvimento definido pela presença de desenvolvimento anormal e/ou comprometimento que se manifesta antes da idade de 3 anos e pelo tipo característico de funcionamento anormal em todas as três áreas de interação social, comunicação e comportamento restrito e repetitivo. Sublinha o que o transtorno ocorre em garotos três ou quatro vezes mais freqüentemente que em meninas.”
  3. 3. <ul><li>Sem estimulos sensoriais, cognitivos ou emocionais não haverá mudanças neuropsicológicas, não havendo possibilidade de desenvolvimento do indivíduo. Sendo que o autista não responde a esses estímulos. </li></ul>
  4. 4. As crianças autistas: <ul><li>Não desenvolvem socialização normal; </li></ul><ul><li>Têm perturbações da fala, da linguagem e da comunicação; </li></ul><ul><li>Têm relações anormais com objetos e eventos; </li></ul><ul><li>Têm respostas anormais á estímulos sensoriais; </li></ul><ul><li>Têm retardos e diferenças de desenvolvimento; </li></ul><ul><li>Distúrbios desenvolvidos durante a lactância ou inicio da infância. </li></ul>
  5. 5. Comportamento típico de uma criança autista: <ul><li>Movimentos estereotipado; </li></ul><ul><li>Preocupação com partes de objetos ou ações específicas de objetos; </li></ul><ul><li>Angústia por causa de diminutas alterações na rotina; </li></ul><ul><li>Pequena gama de interesses; </li></ul><ul><li>Diferenças da fala e linguagem; </li></ul><ul><li>Habilidades sociais limitadas. </li></ul>
  6. 6. INCIDÊNCIA: <ul><li>Diversos autores; </li></ul><ul><li>Diversos critérios </li></ul><ul><li>O mais aceito está em uma faixa de 1 á 2 casos em cada 1000 indivíduos, mais ou menos a mesma incidência da síndrome de Down. </li></ul><ul><li>Têm duas a quatro vezes mais probabilidade no sexo masculino, em que no feminino. </li></ul>
  7. 7. CAUSAS: <ul><li>Distúrubios neurobiológico. </li></ul><ul><li>Em alguns casos fator genético. </li></ul><ul><li>Anormalidades estruturais do cérebro, sem anomalia específica, que leva a uma gama de distúrbios concorrentes, como retardo mental e convulsões. </li></ul><ul><li>Associação da Síndrome do X frágil, a esclerose tuberosa, ao retardo mental em crianças com QI baixo </li></ul>
  8. 8. SINTOMAS: <ul><li>Déficits na comunicação; </li></ul><ul><li>Déficits na socialização; </li></ul><ul><li>Déficits de imaginação; </li></ul><ul><li>Relação anormais com objetos e eventos; </li></ul><ul><li>Respostas anormais à estimulação sensorial; </li></ul><ul><li>Retardo e deficiência de desenvolvimento; </li></ul><ul><li>Comportamento. </li></ul>
  9. 9. DIAGNÓSTICO: <ul><li>Entrevistas com os pais e parentes; </li></ul><ul><li>Observação; </li></ul><ul><li>Exame psicomental; </li></ul><ul><li>Exames complementares para doenças genéticas e hereditárias; </li></ul><ul><li>Estudos cromossômicos; </li></ul><ul><li>Eletroencéfalografico. </li></ul>
  10. 10. TRATAMENTO <ul><li>Fármacos neurolépticos: comportamentos estereotipados e a atenção. </li></ul><ul><li>Estruturação ambiental: melhora das habilidades funcionais da criança. </li></ul><ul><li>Comunicação facilitada: técnica para “destravar” a voz. </li></ul><ul><li>Tratamento alternativo: dietas especiais, dando ênfase na vitamina B6 e o magnésio. </li></ul>
  11. 11. INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA <ul><li>Déficits nas habilidades grosseiras; </li></ul><ul><li>Terapias individuais ou em grupo. </li></ul><ul><li>O Fisioterapeuta deve estar familiarizado com o protocolo do comportamento da criança autista. </li></ul>
  12. 12. PRÁTICAS DE APOIO PARA CRIANÇAS AUTISTAS: <ul><li>Falar claramente; </li></ul><ul><li>Dar instruções simples; </li></ul><ul><li>Certificar-se que a criança esteja olhando para você antes de falar. </li></ul><ul><li>Estruture suas atividades do mesmo modo todos os dias. </li></ul><ul><li>Prepare as crianças para mudanças na rotina. </li></ul><ul><li>Esteja alerta à mudanças de comportamento em resposta a alterações de rotina; </li></ul><ul><li>Seja paciente; </li></ul><ul><li>Incentive as respostas verbais e outras adequadas a criança; </li></ul><ul><li>Inclua a criança em situações sociais, mesmo quando relutante. </li></ul>
  13. 13. SÍNDROMES RELACIONADAS COM O AUTISMO: <ul><li>Síndrome de Asperger </li></ul><ul><li>Diferença: criança mais funcional, normalmente com habilidades verbais e é capaz de aprender nos meios de ensino. Principal diferença é a que a criança com síndrome de Asperger pode atingir um “Comportamento quase normal”. </li></ul>
  14. 14. SÍNDROMES RELACIONADAS COM O AUTISMO: <ul><li>Síndrome de Rett: </li></ul><ul><li>Diferença: não apresentam as peculiaridades do autismo são classificadas como tendo TID. Outros termos aplicados a esses portadores são: autismo atípico, condição tipo autismo e “traços” autistas. </li></ul>
  15. 15. RELATO DA VIDA DE UM AUTISTA – Max Miller “ Não desistam nunca e não esperem milagres apesar deles existirem. O grande milagre é você e sua família aceitarem de coração o seu ser especial, amá-lo muito e mostrar de todas as maneiras e em todos os seus gestos, esse amor, respeitando seus limites e também dando limites, correr atras de seus direitos sem medo de se mostrar, derrubando preconceitos e ajudando outros iguais a ele a se sentirem integrados e amados”.

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