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  1. 1. EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO A COR DO SEU CADERNO DE QUESTÕES É ROSA. MARQUE-A EM SEU CARTÃO-RESPOSTA 1º DIA CADERNO 4 ROSA 2011 PROVA DE CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS PROVA DE CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES SEGUINTES1 Este CADERNO DE QUESTÕES contém 90 questões 10 O tempo disponível para estas provas é de quatro horas e numeradas de 1 a 90, dispostas da seguinte maneira: trinta minutos. a. as questões de número 1 a 45 são relativas à área de Ciências Humanas e suas Tecnologias; 11 Reserve os 30 minutos finais para marcar seu CARTÃO- b. as questões de número 46 a 90 são relativas à RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas no área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias. CADERNO DE QUESTÕES não serão considerados na avaliação.2 Confira se o seu CADERNO DE QUESTÕES contém a quantidade de questões e se essas questões estão na 12 Quando terminar as provas, acene para chamar o ordem mencionada na instrução anterior. Caso o caderno aplicador e entregue este CADERNO DE QUESTÕES e o esteja incompleto, tenha qualquer defeito ou apresente CARTÃO-RESPOSTA. divergência, comunique ao aplicador da sala para que ele 13 Você poderá deixar o local de prova somente após tome as providências cabíveis. decorridas duas horas do início da aplicação e poderá levar3 Verifique, no CARTÃO-RESPOSTA, se os seus dados estão seu CADERNO DE QUESTÕES ao deixar em definitivo a sala registrados corretamente. Caso haja alguma divergência, de provas nos últimos 30 minutos que antecedem o comunique-a imediatamente ao aplicador da sala. término da prova.4 ATENÇÃO: após a conferência, escreva e assine seu nome 14 Você será excluído do exame no caso de: nos espaços próprios do CARTÃO-RESPOSTA com caneta a) prestar, em qualquer documento, declaração falsa ou esferográfica de tinta preta. inexata;5 ATENÇÃO: transcreva no espaço apropriado do seu CARTÃO- b) agir com incorreção ou descortesia para com qualquer RESPOSTA, com sua caligrafia usual, considerando as letras participante ou pessoa envolvida no processo de maiúsculas e minúsculas, a seguinte frase: aplicação das provas; No inverno não florescem os arvoredos. c) perturbar, de qualquer modo, a ordem no local de aplicação das provas, incorrendo em comportamento indevido durante a realização do Exame;6 Marque no CARTÃO-RESPOSTA, no espaço apropriado, a opção correspondente à cor desta capa. ATENÇÃO: se você d) se comunicar, durante as provas, com outro assinalar mais de uma opção de cor ou deixar todos os participante verbalmente, por escrito ou por qualquer campos em branco, sua prova não será corrigida. outra forma;7 Não dobre, não amasse nem rasure o CARTÃO-RESPOSTA, e) utilizar qualquer tipo de equipamento eletrônico e de pois ele não poderá ser substituído. comunicação durante a realização do Exame; f) utilizar ou tentar utilizar meio fraudulento, em8 Para cada uma das questões objetivas, são apresentadas 5 opções benefício próprio ou de terceiros, em qualquer etapa identificadas com as letras A, B, C, D e E. Apenas uma responde corretamente à questão. do Exame; g) utilizar livros, notas ou impressos durante a realização9 No CARTÃO-RESPOSTA, preencha todo o espaço do Exame; compreendido no círculo correspondente à opção escolhida para a resposta. A marcação em mais de uma h) se ausentar da sala de provas levando consigo o opção anula a questão, mesmo que uma das respostas CADERNO DE QUESTÕES antes do prazo estabelecido esteja correta. e/ou o CARTÃO-RESPOSTA a qualquer tempo. *ROSA75SAB0*
  2. 2. *ROSA75sab1*CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS O movimento representado na imagem, do início dosTECNOLOGIAS anos de 1990, arrebatou milhares de jovens no Brasil.Questões de 1 a 45 Nesse contexto, a juventude, movida por um forteQUESTÃO 01 sentimento cívico, A aliou-se aos partidos de oposição e organizou a O brasileiro tem noção clara dos comportamentos campanha Diretas Já.éticos e morais adequados, mas vive sob o espectro da B manifestou-se contra a corrupção e pressionou pelacorrupção, revela pesquisa. Se o país fosse resultado dos DSURYDomR GD /HL GD )LFKD /LPSDpadrões morais que as pessoas dizem aprovar, pareceria C engajou-se nos protestos relâmpago e utilizou amais com a Escandinávia do que com Bruzundanga internet para agendar suas manifestações.FRUURPSLGD QDomR ¿FWtFLD GH /LPD %DUUHWR
  3. 3. D espelhou-se no movimento estudantil de 1968 e protagonizou ações revolucionárias armadas. FRAGA, P. Ninguém é inocente. Folha de S. Paulo RXW DGDSWDGR
  4. 4. E WRUQRXVH SRUWDYR] GD VRFLHGDGH H LQÀXHQFLRX QRO distanciamento entre “reconhecer” e “cumprir” processo de impeachment do então presidente Collor.efetivamente o que é moral constitui uma ambiguidade QUESTÃO 03inerente ao humano, porque as normas morais são No mundo árabe, países governados há décadas porA decorrentes da vontade divina e, por esse motivo, regimes políticos centralizadores contabilizam metade utópicas. da população com menos de 30 anos; desses, 56%B parâmetros idealizados, cujo cumprimento é têm acesso à internet. Sentindo-se sem perspectivas destituído de obrigação. de futuro e diante da estagnação da economia, essesC amplas e vão além da capacidade de o indivíduo jovens incubam vírus sedentos por modernidade e conseguir cumpri-las integralmente. democracia. Em meados de dezembro, um tunisianoD criadas pelo homem, que concede a si mesmo a lei de 26 anos, vendedor de frutas, põe fogo no próprio à qual deve se submeter. corpo em protesto por trabalho, justiça e liberdade. UmaE cumpridas por aqueles que se dedicam inteiramente série de manifestações eclode na Tunísia e, como uma a observar as normas jurídicas. epidemia, o vírus libertário começa a se espalhar pelosQUESTÃO 02 países vizinhos, derrubando em seguida o presidente do Egito, Hosni Mubarak. Sites e redes sociais – Movimento dos Caras-Pintadas como o Facebook e o Twitter – ajudaram a mobilizar manifestantes do norte da África a ilhas do Golfo Pérsico. 6(48(,5$ 9,//$0e$ /$HSLGHPLD GD /LEHUGDGH Istoé Internacional PDU DGDSWDGR
  5. 5. Considerando os movimentos políticos mencionados no texto, o acesso à internet permitiu aos jovens árabes A reforçar a atuação dos regimes políticos existentes. B tomar conhecimento dos fatos sem se envolver. C manter o distanciamento necessário à sua segurança. D disseminar vírus capazes de destruir programas dos computadores. E difundir ideias revolucionárias que mobilizaram a LVSRQtYHO HP KWWSZZZIROKDXROFRPEU $FHVVR HP DEU DGDSWDGR
  6. 6. população.CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 1
  7. 7. *ROSA75sab2*QUESTÃO 04 O Centro-Oeste apresentou-se como extremamente receptivo aos novos fenômenos da urbanização, já que eraSUDWLFDPHQWH YLUJHP QmR SRVVXLQGR LQIUDHVWUXWXUD GH PRQWD QHP RXWURV LQYHVWLPHQWRV ¿[RV YLQGRV GR SDVVDGRPôde, assim, receber uma infraestrutura nova, totalmente a serviço de uma economia moderna. SANTOS, M. A Urbanização Brasileira 6mR 3DXOR (G863 DGDSWDGR
  8. 8. O texto trata da ocupação de uma parcela do território brasileiro. O processo econômico diretamente associado aessa ocupação foi o avanço daA industrialização voltada para o setor de base.B economia da borracha no sul da Amazônia.C fronteira agropecuária que degradou parte do cerrado.D exploração mineral na Chapada dos Guimarães.E extrativismo na região pantaneira.QUESTÃO 05 TEIXEIRA, W. et al. Decifrando a Terra 6mR 3DXOR 1DFLRQDO DGDSWDGR
  9. 9. 2 JUi¿FR UHODFLRQD GLYHUVDV YDULiYHLV DR SURFHVVR GH IRUPDomR GH VRORV $ LQWHUSUHWDomR GRV GDGRV PRVWUD TXH Dágua é um dos importantes fatores de pedogênese, pois nas áreasA de clima temperado ocorrem alta pluviosidade e grande profundidade de solos.B tropicais ocorre menor pluviosidade, o que se relaciona com a menor profundidade das rochas inalteradas.C de latitudes em torno de 30° ocorrem as maiores profundidades de solo, visto que há maior umidade.D tropicais a profundidade do solo é menor, o que evidencia menor intemperismo químico da água sobre as rochas.E de menor latitude ocorrem as maiores precipitações, assim como a maior profundidade dos solos.QUESTÃO 06 A Floresta Amazônica, com toda a sua imensidão, não vai estar aí para sempre. Foi preciso alcançar toda essataxa de desmatamento de quase 20 mil quilômetros quadrados ao ano, na última década do século XX, para que umapequena parcela de brasileiros se desse conta de que o maior patrimônio natural do país está sendo torrado. AB’SABER, A. Amazônia: do discurso à práxis. São Paulo: EdUSP, 1996.Um processo econômico que tem contribuído na atualidade para acelerar o problema ambiental descrito é:A Expansão do Projeto Grande Carajás, com incentivos à chegada de novas empresas mineradoras.B Difusão do cultivo da soja com a implantação de monoculturas mecanizadas.C Construção da rodovia Transamazônica, com o objetivo de interligar a região Norte ao restante do país.D ULDomR GH iUHDV H[WUDWLYLVWDV GR OiWH[ GDV VHULQJXHLUDV SDUD RV FKDPDGRV SRYRV GD ÀRUHVWDE Ampliação do polo industrial da Zona Franca de Manaus, visando atrair empresas nacionais e estrangeiras. CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 2
  10. 10. *ROSA75sab3*QUESTÃO 07 QUESTÃO 08 Como os combustíveis energéticos, as tecnologias O professor Paulo Saldiva pedala 6 km em 22da informação são, hoje em dia, indispensáveis em minutos de casa para o trabalho, todos os dias. Nunca foi atingido por um carro. Mesmo assim, é vítimatodos os setores econômicos. Através delas, um diária do trânsito de São Paulo: a cada minuto sobremaior número de produtores é capaz de inovar e a a bicicleta, seus pulmões são envenenados comREVROHVFrQFLD GH EHQV H VHUYLoRV VH DFHOHUD /RQJH 3,3 microgramas de poluição particulada – poeira,de estender a vida útil dos equipamentos e a sua fumaça, fuligem, partículas de metal em suspensão,capacidade de reparação, o ciclo de vida desses sulfatos, nitratos, carbono, compostos orgânicos eprodutos diminui, resultando em maior necessidade de outras substâncias nocivas.matéria-prima para a fabricação de novos. ESCOBAR, H. Sem Ar. O Estado de São Paulo. Ago. 2008. GROSSARD, C. Le Monde Diplomatique Brasil $QR Qž DGDSWDGR
  11. 11. A população de uma metrópole brasileira que vive nas mesmas condições socioambientais das do professorA postura consumista de nossa sociedade indica citado no texto apresentará uma tendência dea crescente produção de lixo, principalmente nas A ampliação da taxa de fecundidade.áreas urbanas, o que, associado a modos incorretos B diminuição da expectativa de vida.de deposição, C elevação do crescimento vegetativo.A provoca a contaminação do solo e do lençol D aumento na participação relativa de idosos. freático, ocasionando assim graves problemas E redução na proporção de jovens na sociedade. socioambientais, que se adensarão com a QUESTÃO 09 continuidade da cultura do consumo desenfreado. Uma empresa norte-americana de bioenergia estáB produz efeitos perversos nos ecossistemas, que são expandindo suas operações para o Brasil para explorar sanados por cadeias de organismos decompositores o mercado de pinhão manso. Com sede na Califórnia, que assumem o papel de eliminadores dos resíduos a empresa desenvolveu sementes híbridas de pinhão manso, oleaginosa utilizada hoje na produção de depositados em lixões. biodiesel e de querosene de aviação.C multiplica o número de lixões a céu aberto, MAGOSSI, E. O Estado de São Paulo PDLR DGDSWDGR
  12. 12. considerados atualmente a ferramenta capaz de A partir do texto, a melhoria agronômica das sementes UHVROYHU GH IRUPD VLPSOL¿FDGD H EDUDWD R SUREOHPD de pinhão manso abre para o Brasil a oportunidade de deposição de resíduos nas grandes cidades. econômica deD estimula o empreendedorismo social, visto que um A ampliar as regiões produtoras pela adaptação do grande número de pessoas, os catadores, têm livre cultivo a diferentes condições climáticas. acesso aos lixões, sendo assim incluídos na cadeia B EHQH¿FLDU RV SHTXHQRV SURGXWRUHV FDPSRQHVHV GH produtiva dos resíduos tecnológicos. óleo pela venda direta ao varejo.E possibilita a ampliação da quantidade de rejeitos C abandonar a energia automotiva derivada do petróleo em favor de fontes alternativas. que podem ser destinados a associações e D baratear cultivos alimentares substituídos pelas cooperativas de catadores de materiais recicláveis, culturas energéticas de valor econômico superior. ¿QDQFLDGRV SRU LQVWLWXLo}HV GD VRFLHGDGH FLYLO RX E reduzir o impacto ambiental pela não emissão de pelo poder público. gases do efeito estufa para a atmosfera.CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 3
  13. 13. *ROSA75sab4*QUESTÃO 10 QUESTÃO 12 SOBRADINHO O fenômeno de ilha de calor é o exemplo mais O homem chega, já desfaz a natureza PDUFDQWH GD PRGL¿FDomR GDV FRQGLo}HV LQLFLDLV GR Tira gente, põe represa, diz que tudo vai mudar clima pelo processo de urbanização, caracterizado O São Francisco lá pra cima da Bahia SHOD PRGL¿FDomR GR VROR H SHOR FDORU DQWURSRJrQLFR Diz que dia menos dia vai subir bem devagarE passo a passo vai cumprindo a profecia do beato que o qual inclui todas as atividades humanas inerentes à dizia que o Sertão ia alagar. sua vida na cidade. SÁ E GUARABYRA. Disco Pirão de peixe com pimenta 6RP /LYUH DGDSWDGR
  14. 14. BARBOSA, R. V. R. Áreas verdes e qualidade térmica em ambientes urbanos: estudo em microclimas em Maceió. São Paulo: EdUSP, 2005.O trecho da música faz referência a uma importanteobra na região do rio São Francisco. Uma consequência 2 WH[WR H[HPSOL¿FD uma importante alteraçãosocioespacial dessa construção foi socioambiental, comum aos centros urbanos. AA a migração forçada da população ribeirinha. maximização desse fenômeno ocorreB o rebaixamento do nível do lençol freático local. A pela reconstrução dos leitos originais dos cursosC a preservação da memória histórica da região. d’água antes canalizados.D a ampliação das áreas de clima árido.E a redução das áreas de agricultura irrigada. B pela recomposição de áreas verdes nas áreas centrais dos centros urbanos.QUESTÃO 11 C pelo uso de materiais com alta capacidade de UHÀH[mR QR WRSR GRV HGLItFLRV D pelo processo de impermeabilização do solo nas áreas centrais das cidades. E pela construção de vias expressas e gerenciamento de tráfego terrestre. QUESTÃO 13 Um dos principais objetivos de se dar continuidade às pesquisas em erosão dos solos é o de procurar resolver os problemas oriundos desse processo, que, em última análise, geram uma série de impactos ambientais. Além disso, para a adoção de técnicas de conservação dos solos, é preciso conhecer como a água executa Disponível em: http://www.ra-bugio.org.br. Acesso em: 28 jul. 2010. seu trabalho de remoção, transporte e deposição deA imagem retrata a araucária, árvore que faz parte de sedimentos. A erosão causa, quase sempre, uma sérieum importante bioma brasileiro que, no entanto, já foi de problemas ambientais, em nível local ou até mesmobastante degradado pela ocupação humana. Uma em grandes áreas.das formas de intervenção humana relacionada à GUERRA, A. J. T. Processos erosivos nas encostas. In: GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B.degradação desse bioma foi Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos. 5LR GH -DQHLUR %HUWUDQG %UDVLO DGDSWDGR
  15. 15. A o avanço do extrativismo de minerais metálicos voltados para a exportação na região Sudeste. A preservação do solo, principalmente em áreas deB a contínua ocupação agrícola intensiva de grãos na encostas, pode ser uma solução para evitar catástrofes região Centro-Oeste do Brasil. HP IXQomR GD LQWHQVLGDGH GH ÀX[R KtGULFR $ SUiWLFDC o processo de desmatamento motivado pela expansão da atividade canavieira no Nordeste humana que segue no caminho contrário a essa solução é brasileiro. A a aração.D o avanço da indústria de papel e celulose a partir da B o terraceamento. exploração da madeira, extraída principalmente no C o pousio. Sul do Brasil.E o adensamento do processo de favelização sobre D a drenagem. áreas da Serra do Mar na região Sudeste. E o desmatamento. CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 4
  16. 16. *ROSA75sab5*QUESTÃO 14 QUESTÃO 16 Completamente analfabeto, ou quase, sem assistência médica, não lendo jornais, nem revistas, nas TXDLV VH OLPLWD D YHU DV ¿JXUDV R WUDEDOKDGRU UXUDO D não ser em casos esporádicos, tem o patrão na conta de benfeitor. No plano político, ele luta com o “coronel” e pelo “coronel”. Aí estão os votos de cabresto, que resultam, em grande parte, da nossa organização econômica rural. /($/ 9 1 Coronelismo, enxada e voto. 6mR 3DXOR $OIDÐPHJD DGDSWDGR
  17. 17. O coronelismo, fenômeno político da Primeira República
  18. 18. WLQKD FRPR XPD GH VXDV SULQFLSDLV características o controle do voto, o que limitava, portanto, o exercício da cidadania. Nesse período, esta prática estava vinculada a uma estrutura social6,/9$ ( 6 2 LUFXLWR HVSDFLDO GH SURGXomR H FRPHUFLDOL]DomR GD SURGXomR IDPLOLDU GHWRPDWH QR PXQLFtSLR GH 6mR -RVp GH 8Ei 5-
  19. 19. In 5,%(,52 0 $ 0$5$)21 * - RUJV
  20. 20. A igualitária, com um nível satisfatório de distribuição $ PHWUySROH H R LQWHULRU ÀXPLQHQVH VLPHWULDV H DVVLPHWULDV JHRJUi¿FDV da renda. 5LR GH -DQHLUR *UDPPD DGDSWDGR
  21. 21. B estagnada, com uma relativa harmonia entre as classes.O organograma apresenta os diversos atores que C tradicional, com a manutenção da escravidão nosintegram uma cadeia agroindustrial e a intensa relação engenhos como forma produtiva típica.entre os setores primário, secundário e terciário. Nesse D ditatorial, perturbada por um constante clima desentido, a disposição dos atores na cadeia agroindustrial opressão mantido pelo exército e polícia.demonstra E agrária, marcada pela concentração da terra e doA a autonomia do setor primário. poder político local e regional.B D LPSRUWkQFLD GR VHWRU ¿QDQFHLURC o distanciamento entre campo e cidade. QUESTÃO 17D a subordinação da indústria à agricultura. Estamos testemunhando o reverso da tendênciaE a horizontalidade das relações produtivas. histórica da assalariação do trabalho e socializaçãoQUESTÃO 15 da produção, que foi característica predominante na era industrial. A nova organização social e $V PLJUDo}HV WUDQVQDFLRQDLV LQWHQVL¿FDGDV H econômica baseada nas tecnologias da informaçãogeneralizadas nas últimas décadas do século XX, visa à administração descentralizadora, ao trabalhoexpressam aspectos particularmente importantes da individualizante e aos mercados personalizados. Asproblemática racial, visto como dilema também mundial. novas tecnologias da informação possibilitam, aoDeslocam-se indivíduos, famílias e coletividades para mesmo tempo, a descentralização das tarefas e sualugares próximos e distantes, envolvendo mudanças coordenação em uma rede interativa de comunicaçãomais ou menos drásticas nas condições de vida em tempo real, seja entre continentes, seja entre ose trabalho, em padrões e valores socioculturais. andares de um mesmo edifício.Deslocam-se para sociedades semelhantes ou $67(//6 0 A sociedade em rede. 6mR 3DXOR 3D] H 7HUUD DGDSWDGR
  22. 22. radicalmente distintas, algumas vezes compreendendoculturas ou mesmo civilizações totalmente diversas. No contexto descrito, as sociedades vivenciam IANNI, O. A era do globalismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1996. mudanças constantes nas ferramentas de comunicaçãoA mobilidade populacional da segunda metade do que afetam os processos produtivos nas empresas. Naséculo XX teve um papel importante na formação esfera do trabalho, tais mudanças têm provocadosocial e econômica de diversos estados nacionais. A o aprofundamento dos vínculos dos operários comUma razão para os movimentos migratórios nas DV OLQKDV GH PRQWDJHP VRE LQÀXrQFLD GRV PRGHORVúltimas décadas e uma política migratória atual dos orientais de gestão.países desenvolvidos são B o aumento das formas de teletrabalho como solução deA a busca de oportunidades de trabalho e o aumento larga escala para o problema do desemprego crônico. de barreiras contra a imigração. C R DYDQoR GR WUDEDOKR ÀH[tYHO H GD WHUFHLUL]DomR FRPRB D QHFHVVLGDGH GH TXDOL¿FDomR SUR¿VVLRQDO H D respostas às demandas por inovação e com vistas à abertura das fronteiras para os imigrantes. mobilidade dos investimentos.C o desenvolvimento de projetos de pesquisa e o D a autonomização crescente das máquinas e acautelamento dos bens dos imigrantes. computadores em substituição ao trabalho dosD a expansão da fronteira agrícola e a expulsão dos especialistas técnicos e gestores. LPLJUDQWHV TXDOL¿FDGRV E o fortalecimento do diálogo entre operários,E D IXJD GHFRUUHQWH GH FRQÀLWRV SROtWLFRV H R gerentes, executivos e clientes com a garantia de fortalecimento de políticas sociais. harmonização das relações de trabalho. CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 5
  23. 23. *ROSA75sab6*QUESTÃO 18 QUESTÃO 20 Art. 92. São excluídos de votar nas Assembleias O acidente nuclear de Chernobyl revela brutalmenteParoquiais: RV OLPLWHV GRV SRGHUHV WpFQLFRFLHQWt¿FRV GD KXPDQLGDGH I. Os menores de vinte e cinco anos, nos quais e as “marchas-à-ré” que a “natureza” nos pode reservar.QmR VH FRPSUHHQGDP RV FDVDGRV H 2¿FLDLV 0LOLWDUHV e HYLGHQWH TXH XPD JHVWmR PDLV FROHWLYD VH LPS}Hque forem maiores de vinte e um anos, os Bacharéis para orientar as ciências e as técnicas em direção aFormados e Clérigos de Ordens Sacras. ¿QDOLGDGHV PDLV Kumanas. IV. Os Religiosos, e quaisquer que vivam em GUATTARI, F. As três ecologias. 6mR 3DXOR 3DSLUXV DGDSWDGR
  24. 24. Comunidade claustral. O texto traWD GR DSDUDWR WpFQLFRFLHQWt¿FR H VXDV V. Os que não tiverem de renda líquida anual cem mil consequências para a humanidade, propondo que esseréis por bens de raiz, indústria, comércio ou empregos. desenvolvimento Constituição Política do Império do Brasil (1824). LVSRQtYHO HP KWWSVOHJLVODomRSODQDOWRJRYEU $FHVVR HP DEU DGDSWDGR
  25. 25. A GH¿QD VHXV projetos a partir dos interesses coletivos. B guie-se por interesses econômicos, prescritos pelaA legislação espHOKD RV FRQÀLWRV SROtWLFRV H VRFLDLV GRcontexto histórico de sua formulação. A Constituição lógica do mercado.de 1824 regulamentou o direito de voto dos “cidadãos C priorize a evolução da tecnologia, se apropriandobrasileiros” com o objetivo de garantir da natureza.A R ¿P GD LQVSLUDomR OLEHUDO VREUH D HVWUXWXUD SROtWLFD D promova a separação entre natureza e sociedade brasileira. tecnológica.B a ampliação do direito de voto para maioria dos E tenha gestão própria, com o objetivo de melhor brasileiros nascidos livres. apropriação da natureza.C a concentração de poderes na região produtora de QUESTÃO 21 café, o Sudeste brasileiro.D o controle do poder político nas mãos dos grandes A introdução de novas tecnologias desencadeou uma proprietários e comerciantes. série de efeitos sociais que afetaram os trabalhadoresE a diminuição da interferência da Igreja Católica nas e sua organização. O uso de novas tecnologias trouxe decisões político-administrativas. a diminuição do trabalho necessário que se traduz naQUESTÃO 19 economia líquida do tempo de trabalho, uma vez que, com a presença da automação microeletrônica, começou Na década de 1990, os movimentos sociais a ocorrer a diminuição dos coletivos operários e umacamponeses e as ONGs tiveram destaque, ao lado deoutros sujeitos coletivos. Na sociedade brasileira, a ação mudança na organização dos processos de trabalho.dos movimentos sociais vem construindo lentamente 5HYLVWD (OHWU{QLFD GH *HRJUD¿D LrQFLDV 6RFLDOHV. 8QLYHUVLGDG GH %DUFHORQD 1ž
  26. 26. DJR um conjunto de práticas democráticas no interior dasescolas, das comunidades, dos grupos organizados e A utilização de novas tecnologias tem causado inúmerasna interface da sociedade civil com o Estado. O diálogo,R FRQIURQWR H R FRQÀLWR WrP VLGR RV PRWRUHV QR SURFHVVR alterações no mundo do trabalho. Essas mudanças sãode construção democrática. observadas em um modelo de produção caracterizadoSOUZA, M. A. Movimentos sociais no Brasil contemporâneo: participação e possibilidades dasSUiWLFDV GHPRFUiWLFDV LVSRQtYHO HP KWWSZZZFHVXFSW $FHVVR HP DEU DGDSWDGR
  27. 27. A pelo uso intensivo do trabalho manual paraSegundo o texto, os movimentos sociais contribuem desenvolver produtos autênticos e personalizados.para o processo de construção democrática, porque B pelo ingresso tardio das mulheres no mercado deA determinam o papel do Estado nas transformações trabalho no setor industrial. socioeconômicas.B aumentam o clima de tensão social na sociedade C pela participação ativa das empresas e dos próprios civil. WUDEDOKDGRUHV QR SURFHVVR GH TXDOL¿FDomR ODERUDOC pressionam o Estado para o atendimento das demandas da sociedade. D pelo aumento na oferta de vagas para trabalhadoresD privilegiam determinadas parcelas da sociedade em especializados em funções repetitivas. detrimento das demais.E propiciam a adoção de valores éticos pelos órgãos E pela manutenção de estoques de larga escala em do Estado. função da alta produtividade. CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 6
  28. 28. *ROSA75sab7*QUESTÃO 22 QUESTÃO 24 Até que ponto, a partir de posturas e interesses diversos, as oligarquias paulista e mineira dominaram a cena política nacional na Primeira República? A união de ambas foi um traço fundamental, mas que não conta toda a história do período. A união foi feita com a preponderância de uma ou de outra das duas frações. Com o tempo, surgiram as discussões e um grande GHVDFHUWR ¿QDO FAUSTO, B. História do Brasil 6mR 3DXOR (G863 DGDSWDGR
  29. 29. A imagem de um bem-sucedido acordo café com GOMES, A. et al. A República no Brasil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002. leite entre São Paulo e Minas, um acordo de alternânciaA análise da tDEHOD SHUPLWH LGHQWL¿FDU XP LQWHUYDOR GHtempo no qual uma alteração na proporção de eleitores de presidência entre os dois estados, não passa deinscritos resultou de uma luta histórica de setores da uma idealização de um processo muito mais caóticosociedade brasileira. O intervalo de tempo e a conquistaestão associados, respectivamente, em H FKHLR GH FRQÀLWRV 3URIXQGDV GLYHUJrQFLDV SROtWLFDVA 1940-1950 – direito de voto para os ex-escravos. colocavam-nos em confronto por causa de diferentesB ± ¿P GR YRWR VHFUHWR graus de envolvimento no comércio exterior.C 1960-1970 – direito de voto para as mulheres. TOPIK, S. A presença do estado na economia política do Brasil de 1889 a 1930. 5LR GH -DQHLUR 5HFRUG DGDSWDGR
  30. 30. D ± ¿P GR YRWR REULJDWyULRE 1980-1996 – direito de voto para os analfabetos. Para a caracterização do processo político duranteQUESTÃO 23 a Primeira República, utiliza-se com frequência a e GLItFLO HQFRQWUDU XP WH[WR VREUH D 3URFODPDomR expressão Política do Café com Leite. No entanto, osGD 5HS~EOLFD QR %UDVLO TXH QmR FLWH D D¿UPDomR GH$ULVWLGHV /RER QR LiULR 3RSXODU GH 6mR 3DXOR GH TXH textos apresentam a seguinte ressalva a sua utilização:“o povo assistiu àquilo bestializado”. Essa versão foirelida pelos enaltecedores da Revolução de 1930, que A A riqueza gerada pelo café dava à oligarquia paulistanão descuidaram da forma republicana, mas realçaram a prerrogativa de indicar os candidatos à presidência,a exclusão social, o militarismo e o estrangeirismoda fórmula implantada em 1889. Isto porque o Brasil sem necessidade de alianças.brasileiro teria nascido em 1930.0(//2 0 7 A república consentida FXOWXUD GHPRFUiWLFD H FLHQWt¿FD QR ¿QDO GR ,PSpULR B As divisões políticas internas de cada estado da 5LR GH -DQHLUR )*9 DGDSWDGR
  31. 31. federação invalidavam o uso do conceito de aliançaO texto defende que a consolidação de uma determinadamemória sobre a Proclamação da República no Brasil entre estados para este período.teve, na Revolução de 1930, um de seus momentos C As disputas políticas do período contradiziam amais importantes. Os defensores da Revolução de1930 procuraram construir uma visão negativa para os suposta estabilidade da aliança entre mineiroseventos de 1889, porque esta era uma maneira de e paulistas.A valorizar as propostas políticas democráticas e liberais vitoriosas. D A centralização do poder no executivo federalB UHVJDWDU VLPEROLFDPHQWH DV ¿JXUDV SROtWLFDV OLJDGDV à Monarquia. impedia a formação de uma aliança duradoura entreC criticar a política educacional adotada durante a as oligarquias. República Velha.D legitimar a ordem política inaugurada com a chegada E $ GLYHUVL¿FDomR GD SURGXomR H D SUHRFXSDomR desse grupo ao poder.E destacar a ampla participação popular obtida no FRP R PHUFDGR LQWHUQR XQL¿FDYDP RV LQWHUHVVHV processo da Proclamação. das oligarquias. CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 7
  32. 32. *ROSA75sab8*QUESTÃO 25 QUESTÃO 27 Embora o Brasil seja signatário de convenções $ /HL GH GH MDQHLUR GH LQFOXL QRe tratados internacionais contra a tortura e tenha currículo dos estabelecimentos de ensino fundamental eincorporado em seu ordenamento jurídico uma leiWLSL¿FDQGR R FULPH HOH FRQWLQXD D RFRUUHU HP ODUJD PpGLR R¿FLDLV H SDUWLFXODUHV D REULJDWRULHGDGH GR HQVLQRHVFDOD 0HVPR TXH D OHL TXH WLSL¿FD D WRUWXUD HVWHMD sobre História e Cultura Afro-Brasileira e determina quevigente desde 1997, até o ano 2000 não se conhece o conteúdo programático incluirá o estudo da Histórianenhum caso de condenação de torturadores julgadoem última instância, embora tenham sido registrados da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil,nesse período centenas de casos, além de numerosos a cultura negra brasileira e o negro na formação daoutros presumíveis, mas não registrados. sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo LVSRQtYHO HP KWWSZZZGKQHWRUJEU $FHVVR HP MXQ DGDSWDGR
  33. 33. negro nas áreas social, econômica e política pertinentesO texto destaca a questão da tortura no país, apontando que à História do Brasil, além de instituir, no calendárioA a justiça brasileira, por meio de tratados e leis, tem escolar, o dia 20 de novembro como data comemorativa conseguido inibir e, inclusive, extinguir a prática da do “Dia da Consciência Negra”. tortura.B a existência da lei não basta como garantia de justiça LVSRQtYHO HP KWWSZZZSODQDOWRJRYEU $FHVVR HP MXO DGDSWDGR
  34. 34. para as vítimas e testemunhas dos casos de tortura.C DV GHQ~QFLDV DQ{QLPDV GL¿FXOWDP D DomR GD MXVWLoD A referida lei representa um avanço não só para a impedindo que torturadores sejam reconhecidos e educação nacional, mas também para a sociedade LGHQWL¿FDGRV SHOR FULPH FRPHWLGR brasileira, porqueD a falta de registro da tortura por parte das autoridades policiais, em razão do desconhecimento da tortura A legitima o ensino das ciências humanas nas escolas. como crime, legitima a impunidade. B divulga conhecimentos para a população afro-brasileira.E a justiça tem esbarrado na precária existência de C reforça a concepção etnocêntrica sobre a África e jurisprudência a respeito da tortura, o que a impede de atuar nesses casos. sua cultura.QUESTÃO 26 D garante aos afrodescendentes a igualdade no TEXTO I acesso à educação. A ação democrática consiste em todos tomarem E impulsiona o reconhecimento da pluralidade étnico-parte do processo decisório sobre aquilo que terá racial do país.consequência na vida de toda coletividade. *$//2 6 et al. Ética e Cidadania. DPLQKRV GD )LORVR¿D QUESTÃO 28 DPSLQDV 3DSLUXV DGDSWDGR
  35. 35. TEXTO II Os três tipos de poder representam três diversos e QHFHVViULR TXH KDMD OLEHUGDGH GH H[SUHVVmR tipos de motivações: no poder tradicional, o motivo da¿VFDOL]DomR VREUH yUJmRV JRYHUQDPHQWDLV H DFHVVR SRU obediência é a crença na sacralidade da pessoa doparte da população às informações trazidas a público soberano; no poder racional, o motivo da obediênciapela imprensa. Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br. Acesso em: 24 abr. 2010. deriva da crença na racionalidade do comportamento conforme a lei; no poder carismático, deriva da crençaPartindo da perspectiva de democracia apresentadano Texto I, os meios de comunicação, de acordo com o nos dotes extraordinários do chefe. BOBBIO, N. Estado, Governo, Sociedade: para uma teoria geral da política.Texto II, assumem um papel relevante na sociedade por 6mR 3DXOR 3D] H 7HUUD DGDSWDGR
  36. 36. A orientarem os cidadãos na compra dos bens O texto apresenta três tipos de poder que podem necessários à sua sobrevivência e bem-estar. VHU LGHQWL¿FDGRV HP PRPHQWRV KLVWyULFRV GLVWLQWRVB fornecerem informações que fomentam o debate ,GHQWL¿TXH R SHUtRGR HP TXH D REHGLrQFLD HVWHYH político na esfera pública. associada predominantemente ao poder carismático:C DSUHVHQWDUHP DRV FLGDGmRV D YHUVmR R¿FLDO GRV A República Federalista Norte-Americana. fatos.D propiciarem o entretenimento, aspecto relevante B República Fascista Italiana no século XX. para conscientização política. C Monarquia Teocrática do Egito Antigo.E promoverem a unidade cultural, por meio das D Monarquia Absoluta Francesa no século XVII. transmissões esportivas. E Monarquia Constitucional Brasileira no século XIX. CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 8
  37. 37. *ROSA75sab9*QUESTÃO 29 QUESTÃO 31 Um volume imenso de pesquisas tem sido produzidopara tentar avaliar os efeitos dos programas de televisão.$ PDLRULD GHVVHV HVWXGRV GL] UHVSHLWR jV FULDQoDVo que é bastante compreensível pela quantidade detempo que elas passam em frente ao aparelho e pelaspossíveis implicações desse comportamento para asocialização. Dois dos tópicos mais pesquisados são oimpacto da televisão no âmbito do crime e da violência ea natureza das notícias exibidas na televisão. GIDDENS, A. Sociologia. Porto Alegre: Artmed, 2005.2 WH[WR LQGLFD TXH H[LVWH XPD VLJQL¿FDWLYD SURGXomRFLHQWt¿FD VREUH RV LPSDFWRV VRFLRFXOWXUDLV GD WHOHYLVmRna vida do ser humano. E as crianças, em particular, sãoDV PDLV YXOQHUiYHLV D HVVDV LQÀXrQFLDV SRUTXHA FRGL¿FDP LQIRUPDo}HV WUDQVPLWLGDV QRV SURJUDPDV infantis por meio da observação.B adquirem conhecimentos variados que incentivam o processo de interação social.C interiorizam padrões de comportamento e papéis sociais com menor visão crítica. Foto de Militão, São Paulo, 1879.D observam formas de convivência social baseadas $/(1$6752 / ) RUJ
  38. 38. História da vida privada no Brasil. na tolerância e no respeito. ,PSpULR D FRUWH H D PRGHUQLGDGH QDFLRQDO 6mR 3DXOR LD GDV /HWUDV E apreendem modelos de sociedade pautados na observância das leis. Que aspecto histórico da escravidão no Brasil do séc.QUESTÃO 30 ;,; SRGH VHU LGHQWL¿FDGR D SDUWLU GD DQiOLVH GR YHVWXiULR Subindo morros, margeando córregos ou penduradas do casal retratado acima?HP SDOD¿WDV DV IDYHODV ID]HP SDUWH GD SDLVDJHP GHum terço dos municípios do país, abrigando mais de A O uso de trajes simples indica a rápida incorporação10 milhões de pessoas, segundo dados do Instituto%UDVLOHLUR GH *HRJUD¿D H (VWDWtVWLFD ,%*(
  39. 39. dos ex-escravos ao mundo do trabalho urbano. MARTINS, A. R. A favela como um espaço da cidade. Disponível em: http://www.revistaescola.abril.com.br. Acesso em: 31 jul. 2010. B A presença de acessórios como chapéu e sombrinhaA situação das favelas no país reporta a graves aponta para a manutenção de elementos culturaisproblemas de desordenamento territorial. Nesse sentido,uma característica comum a esses espaços tem sido de origem africana.A o planejamento para a implantação de infraestruturas C O uso de sapatos é um importante elemento de urbanas necessárias para atender as necessidades básicas dos moradores. diferenciação social entre negros libertos ou emB a organização de associações de moradores interessadas na melhoria do espaço urbano e melhores condições na ordem escravocrata. ¿QDQFLDGDV SHOR SRGHU S~EOLFRC a presença de ações referentes à educação D A utilização do paletó e do vestido demonstra a ambiental com consequente preservação dos espaços naturais circundantes. tentativa de assimilação de um estilo europeu comoD a ocupação de áreas de risco suscetíveis a forma de distinção em relação aos brasileiros. enchentes ou desmoronamentos com consequentes perdas materiais e humanas. E A adoção de roupas próprias para o trabalhoE o isolamento socioeconômico dos moradores ocupantes desses espaços com a resultante GRPpVWLFR WLQKD FRPR ¿QDOLGDGH GHPDUFDU DV multiplicação de políticas que tentam reverter esse quadro. fronteiras da exclusão social naquele contexto.CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 9
  40. 40. *ROSA75sab10*QUESTÃO 32 QUESTÃO 34 O açúcar e suas técnicas de produção foram levados Os chineses não atrelam nenhuma condição paraà Europa pelos árabes no século VIII, durante a Idade efetuar investimentos nos países africanos. OutroMédia, mas foi principalmente a partir das Cruzadas ponto interessante é a venda e compra de grandesVpFXORV ;, H ;,,,
  41. 41. TXH D VXD SURFXUD IRL DXPHQWDQGR somas de áreas, posteriormente cercadas. Por seNessa época passou a ser importado do Oriente Médio tratar de países instáveis e com governos ainda nãoe produzido em pequena escala no sul da Itália, mas consolidados, teme-se que algumas nações da Áfricacontinuou a ser um produto de luxo, extremamente caro, tornem-se literalmente protetorados.FKHJDQGR D ¿JXUDU QRV GRWHV GH SULQFHVDV FDVDGRLUDV %5$12/, ) China e os novos investimentos na África: neocolonialismo ou mudanças na arquitetura global? LVSRQtYHO HP KWWSRSLQLDRHQRWLFLDFRPEU $FHVVR HP DEU DGDSWDGR
  42. 42. CAMPOS, R. Grandeza do Brasil no tempo de Antonil
  43. 43. 6mR 3DXOR $WXDO A presença econômica da China em vastas áreas doConsiderando o conceito do Antigo Sistema Colonial, globo é uma realidade do século XXI. A partir do texto,o açúcar foi o produto escolhido por Portugal para dar como é possível caracterizar a relação econômica dainício à colonização brasileira, em virtude de China com o continente africano?A o lucro obtido com o seu comércio ser muito vantajoso.B os árabes serem aliados históricos dos portugueses. A Pela presença de órgãos econômicos internacionaisC a mão de obra necessária para o cultivo ser FRPR R )XQGR 0RQHWiULR ,QWHUQDFLRQDO )0,
  44. 44. H R LQVX¿FLHQWHD as feitorias africanas facilitarem a comercialização Banco Mundial, que restringem os investimentos desse produto. chineses, uma vez que estes não se preocupamE os nativos da América dominarem uma técnica de cultivo semelhante. com a preservação do meio ambiente.QUESTÃO 33 B Pela ação de ONGs (Organizações Não Governamen- (P JHUDO RV QRVVRV WXSLQDPEiV ¿FDP EHP DGPLUDGRV WDLV
  45. 45. TXH OLPLWDP RV LQYHVWLPHQWRV HVWDWDLV FKLQHVHVao ver os franceses e os outros dos países longínquos uma vez que estes se mostram desinteressados emterem tanto trabalho para buscar o seu arabotã, isto é,pau-brasil. Houve uma vez um ancião da tribo que me fez relação aos problemas sociais africanos.esta pergunta: “Por que vindes vós outros, mairs e perós C Pela aliança com os capitais e investimentos diretosIUDQFHVHV H SRUWXJXHVHV
  46. 46. EXVFDU OHQKD GH WmR ORQJHpara vos aquecer? Não tendes madeira em vossa terra?” realizados pelos países ocidentais, promovendo o /e5 - 9LDJHP j 7HUUD GR %UDVLO In: FERNANDES, F. Mudanças Sociais no Brasil. São Paulo: Difel, 1974. crescimento econômico de algumas regiões desse2 YLDMDQWH IUDQFrV -HDQ GH /pU
  47. 47. UHSURGX] continente.um diálogo travado, em 1557, com um ancião tupinambá,o qual demonstra uma diferença entre a sociedade D Pela presença cada vez maior de investimentos diretos,europeia e a indígena no sentido o que pode representar uma ameaça à soberania dosA do destino dado ao produto do trabalho nos seus sistemas culturais. países africanos ou manipulação das ações destesB da preocupação com a preservação dos recursos governos em favor dos grandes projetos. ambientais. E Pela presença de um número cada vez maior deC do interesse de ambas em uma exploração comercial mais lucrativa do pau-brasil. diplomatas, o que pode levar à formação de umD da curiosidade, reverência e abertura cultural recíprocas. Mercado Comum Sino-Africano, ameaçando osE da preocupação com o armazenamento de madeira para os períodos de inverno. interesses ocidentais. CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 10
  48. 48. *ROSA75sab11*QUESTÃO 35 QUESTÃO 37 No Estado de São Paulo, a mecanização dacolheita da cana-de-açúcar tem sido induzida tambémpela legislação ambiental, que proíbe a realização dequeimadas em áreas próximas aos centros urbanos. Naregião de Ribeirão Preto, principal polo sucroalcooleirodo país, a mecanização da colheita já é realizada em516 mil dos 1,3 milhão de hectares cultivados comcana-de-açúcar. %$/6$, 2 et al. Transformações Tecnológicas e a força de trabalho na agricultura brasileira no período de 1990-2000. Revista de economia agrícola 9
  49. 49. O texto aborda duas questões, uma ambiental eoutra socioeconômica, que integram o processo demodernização da produção canavieira. Em torno daassociação entre elas, uma mudança decorrente desseprocesso é aA perda de nutrientes do solo devido à utilização constante de máquinas.B H¿FLrQFLD H UDFLRQDOLGDGH QR SODQWLR FRP PDLRU produtividade na colheita.C ampliação da oferta de empregos nesse tipo de SMITH, D. Atlas da Situação Mundial. São 3DXOR LD (GLWRUD 1DFLRQDO DGDSWDGR
  50. 50. ambiente produtivo.D menor compactação do solo pelo uso de maquinário Uma explicação de caráter histórico para o percentual da agrícola de porte. religião com maior número de adeptos declarados no BrasilE poluição do ar pelo consumo de combustíveis fósseis foi a existência, no passado colonial e monárquico, da pelas máquinas. A incapacidade do cristianismo de incorporar aspectosQUESTÃO 36 de outras religiões. Se a mania de fechar, verdadeiro habitus da B incorporação da ideia de liberdade religiosa namentalidade medieval nascido talvez de um profundo esfera pública.sentimento de insegurança, estava difundida no mundo C permissão para o funcionamento de igrejas não cristãs.rural, estava do mesmo modo no meio urbano, pois que D relação de integração entre Estado e Igreja.uma das características da cidade era de ser limitada E LQÀXrQFLD GDV UHOLJL}HV GH RULJHP DIULFDQDpor portas e por uma muralha.DUBY, G. et al. “Séculos XIV-XV”. In: ARIÈS, P.; DUBY, G. História da vida privada da Europa Feudal à Renascença. 6mR 3DXOR LD GDV /HWUDV DGDSWDGR
  51. 51. As práticas e os usos das muralhas sofreram importantesPXGDQoDV QR ¿QDO GD ,GDGH 0pGLD TXDQGR HODVassumiram a função de pontos de passagem ou pórticos.Este processo está diretamente relacionado comA o crescimento das atividades comerciais e urbanas.B a migração de camponeses e artesãos.C a expansão dos parques industriais e fabris.D o aumento do número de castelos e feudos.E a contenção das epidemias e doenças. CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 11
  52. 52. *ROSA75sab12*QUESTÃO 38 QUESTÃO 40 No clima das ideias que se seguiram à revolta de São Acompanhando a intenção da burguesiaDomingos, o descobrimento de planos para um levante renascentista de ampliar seu domínio sobre a natureza eDUPDGR GRV DUWt¿FHV PXODWRV QD %DKLD QR DQR GH VREUH R HVSDoR JHRJUi¿FR DWUDYpV GD SHVTXLVD FLHQWt¿FDteve impacto muito especial; esses planos demonstravam e da invenção tecnológica, os cientistas também iriamaquilo que os brancos conscientes tinham já começadoa compreender: as ideias de igualdade social estavam se atirar nessa aventura, tentando conquistar a forma, oa propagar-se numa sociedade em que só um terço da movimento, o espaço, a luz, a cor e mesmo a expressãopopulação era de brancos e iriam inevitavelmente ser e o sentimento.interpretados em termos raciais. SEVCENKO, N. O Renascimento. Campinas: Unicamp, 1984. 0$;:(// . RQGLFLRQDOLVPRV GD ,QGHSHQGrQFLD GR %UDVLO In 6,/9$ 01 FRRUG
  53. 53. O Império luso-brasileiro, 1750-1822 /LVERD (VWDPSD O texto apresenta um espírito de época que afetouO temor do radicalismo da luta negra no Haiti e das também a produção artística, marcada pela constantepropostas das lideranças populares da Conjuração relação entre%DLDQD
  54. 54. OHYDUDP VHWRUHV GD HOLWH FRORQLDO EUDVLOHLUDa novas posturas diante das reivindicações populares. A fé e misticismo.No período da Independência, parte da elite participou B ciência e arte.ativamente do processo, no intuito de C cultura e comércio.A instalar um partido nacional, sob sua liderança, D política e economia. garantindo participação controlada dos afro- E astronomia e religião. brasileiros e inibindo novas rebeliões de negros. QUESTÃO 41B atender aos clamores apresentados no movimento baiano, de modo a inviabilizar novas rebeliões, Em meio às turbulências vividas na primeira garantindo o controle da situação. metade dos anos 1960, tinha-se a impressão de queC ¿UPDU DOLDQoDV FRP DV OLGHUDQoDV HVFUDYDV as tendências de esquerda estavam se fortalecendo permitindo a promoção de mudanças exigidas pelo QD iUHD FXOWXUDO 2 HQWUR 3RSXODU GH XOWXUD 3
  55. 55. povo sem a profundidade proposta inicialmente. GD 8QLmR 1DFLRQDO GRV (VWXGDQWHV 81(
  56. 56. HQFHQDYDD impedir que o povo conferisse ao movimento um teor libertário, o que terminaria por prejudicar seus peças de teatro que faziam agitação e propaganda em interesses e seu projeto de nação. favor da luta pelas reformas de base e satirizavam oE rebelar-se contra as representações metropolitanas, “imperialismo” e seus “aliados internos”. isolando politicamente o Príncipe Regente, .21(5 / História das Ideias Socialistas no Brasil. São Paulo: Expressão Popular, 2003. instalando um governo conservador para controlar o povo. No início da década de 1960, enquanto vários setores da esquerda brasileira consideravamQUESTÃO 39 que o CPC da UNE era uma importante forma O café tem origem na região onde hoje se encontra de conscientização das classes trabalhadoras,a Etiópia, mas seu cultivo e consumo se disseminaram os setores conservadores e de direita (políticosa partir da Península Árabe. Aportou à Europa por vinculados à União Democrática Nacional - UDN -,RQVWDQWLQRSOD H ¿QDOPHQWH HP JDQKRX D FLGDGHde Veneza. Quando o café chegou à região europeia, ,JUHMD DWyOLFD JUDQGHV HPSUHViULRV HWF
  57. 57. HQWHQGLDPalguns clérigos sugeriram que o produto deveria que esta organizaçãoser excomungado, por ser obra do diabo. O papaOHPHQWH 9,,,
  58. 58. FRQWXGR UHVROYHX SURYDU A constituía mais uma ameaça para a democraciaa bebida. Tendo gostado do sabor, decidiu que ela brasileira, ao difundir a ideologia comunista.deveria ser batizada para que se tornasse uma “bebida B contribuía com a valorização da genuína culturaverdadeiramente cristã”. nacional, ao encenar peças de cunho popular. THORN, J. Guia do café. /LVERD /LYURV H OLYURV DGDSWDGR
  59. 59. C realizava uma tarefa que deveria ser exclusiva doA postura dos clérigos e do papa Clemente VIII diante Estado, ao pretender educar o povo por meio da cultura.da introdução do café na Europa Ocidental pode ser D prestava um serviço importante à sociedadeexplicada pela associação dessa bebida ao brasileira, ao incentivar a participação política dosA ateísmo. mais pobres.B judaísmo.C hinduísmo. E diminuía a força dos operários urbanos, ao substituirD islamismo. os sindicatos como instituição de pressão políticaE protestantismo. sobre o governo. CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 12
  60. 60. *ROSA75sab13*QUESTÃO 42 QUESTÃO 43 A consolidação do regime democrático no Brasilcontra os extremismos da esquerda e da direitaexige ação enérgica e permanente no sentido doaprimoramento das instituições políticas e da realizaçãoGH UHIRUPDV FRUDMRVDV QR WHUUHQR HFRQ{PLFR ¿QDQFHLURe social.0HQVDJHP SURJUDPiWLFD GD 8QLmR HPRFUiWLFD 1DFLRQDO 81
  61. 61. ± Os trabalhadores deverão exigir a constituição de umgoverno nacionalista e democrático, com participaçãodos trabalhadores para a realização das seguintesPHGLGDV D
  62. 62. 5HIRUPD EDQFiULD SURJUHVVLVWD E
  63. 63. 5HIRUPDDJUiULD TXH H[WLQJD R ODWLI~QGLR F
  64. 64. 5HJXODPHQWDomR GD/HL GH 5HPHVVDV GH /XFURs. Charge capa da revista “O Malho”, de 1904. Disponível em: http://1.bp.blogspot.com. 0DQLIHVWR GR RPDQGR *HUDO GRV 7UDEDOKDGRUHV *7
  65. 65. ± %21$9,(6 3 $0$5$/ 5. Textos políticos da história do Brasil. A imagem representa as manifestações nas ruas da Brasília: Senado Federal, 2002. cidade do Rio de Janeiro, na primeira década do séculoNos anos 1960 eram comuns aV GLVSXWDV SHOR VLJQL¿FDGR XX, que integraram a Revolta da Vacina. Considerandode termos usados no debate político, como democracia o contexto político-social da época, essa revolta revelae reforma. Se, para os setores aglutinados em torno da A a insatisfação da população com os benefícios deUDN, as reformas deveriam assegurar o livre mercado, uma modernização urbana autoritária.para aqueles organizados no CGT, elas deveriam B a consciência da população pobre sobre a necessidade de vacinação para a erradicaçãoresultar em das epidemias.A ¿P GD LQWHUYHQomR HVWDtal na economia. C a garantia do processo democrático instaurado com a República, através da defesa da liberdade deB crescimento do setor de bens de consumo. expressão da população. D o planejamento do governo republicano na área deC controle do desenvolvimento industrial. saúde, que abrangia a população em geral.D atração de investimentos estrangeiros. E o apoio ao governo republicano pela atitude de vacinar toda a população em vez de privilegiarE limitação da propriedade privada. a elite.CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 13
  66. 66. *ROSA75sab14*QUESTÃO 44 Considerando esse objetivo interpretativo, tal distribuição espacial aponta para A a estagnação dos Estados com forte identidade cultural. B o alcance da racionalidade anticapitalista. C D LQÀXrQFLD GDV JUDQGHV SRWrQFLDV HFRQ{PLFDV D a dissolução de blocos políticos regionais. E o alargamento da força econômica dos países islâmicos. QUESTÃO 45 Em 1872, Robert Angus Smith criou o termo “chuva ácida”, descrevendo precipitações ácidas em Manchester após a Revolução Industrial. Trata-se do acúmulo demasiado de dióxido de carbono e enxofre na atmosfera que, ao reagirem com compostos dessa camada, formam gotículas de chuva ácida e partículas de aerossóis. A chuva ácida não necessariamente ocorre no local poluidor, pois tais poluentes, ao serem lançados na atmosfera, são levados pelos ventos, podendo provocar a reação em regiões distantes. A água de forma pura apresenta pH 7, e, ao contatar DJHQWHV SROXLGRUHV UHDJH PRGL¿FDQGR VHX S+ SDUD e até menos que isso, o que provoca reações, deixando consequências. LVSRQtYHO HP KWWSZZZEUDVLOHVFRODFRP $FHVVR HP PDLR DGDSWDGR
  67. 67. O texto aponta para um fenômeno atmosférico causador de graves problemas ao meio ambiente: a chuva ácida SOXYLRVLGDGH FRP S+ EDL[R
  68. 68. (VVH IHQ{PHQR WHP FRPR O espaço mundial sob a “nova des-ordem” é um consequênciaemaranhado de zonas, redes e “aglomerados”, espaços A a corrosão de metais, pinturas, monumentoshegemônicos e contra-hegemônicos que se cruzam deforma complexa na face da Terra. Fica clara, de saída, a históricos, destruição da cobertura vegetal epolêmica que envolve uma nova regionalização mundial. DFLGL¿FDomR GRV ODJRVComo regionalizar um espaço tão heterogêneo e, em B a diminuição do aquecimento global, já que esse tipoSDUWH ÀXLGR FRPR p R HVSDço mundial contemporâneo? de chuva retira poluentes da atmosfera. +$(6%$(57 5 32572*21d$/9(6 : A nova des-ordem mundial. São Paulo: UNESP, 2006. C D GHVWUXLomR GD IDXQD H GD ÀRUD H UHGXomR GRV recursos hídricos, com o assoreamento dos rios.O mapa procura representar a lógica espacial do mundo D as enchentes, que atrapalham a vida do cidadãocontemporâneo pós-União Soviética, no contexto deavanço da globalização e do neoliberalismo, quando a urbano, corroendo, em curto prazo, automóveis edivisão entre países socialistas e capitalistas se desfez e ¿RV GH FREUH GD UHGH HOpWULFDas categorias de “primeiro” e “terceiro” mundo perderam E a degradação da terra nas regiões semiáridas,sua validade explicativa. localizadas, em sua maioria, no Nordeste do nosso país. CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 14
  69. 69. *ROSA75sab15*CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS A plasmaferesH p LPSRUWDQWH SRLV VH R DQLPDO ¿FDU FRPTECNOLOGIAS uma baixa quantidade de hemácias, poderá apresentarQuestões de 46 a 90 A febre alta e constante. B redução de imunidade.QUESTÃO 46 C aumento da pressão arterial. Os personagenV GD ¿JXUD HVWmR UHSUHVHQWDQGR XPD D quadro de leucemia profunda.situação hipotética de cadeia alimentar. E problemas no transporte de oxigênio. QUESTÃO 48 Um dos problemas dos combustíveis que contêm carbono é que sua queima produz dióxido de carbono. Portanto, uma característica importante, ao se escolher um combustível, é analisar seu calor de combustão (¨+cº), GH¿QLGR FRPR D HQHUJLD OLEHUDGD QD TXHLPD completa de um mol de combustível no estado padrão. O quadro seguinte relaciona algumas substâncias que contêm carbono e seu ¨+cº. Substância Fórmula ¨+cº (kJ/mol) benzeno C6H6 O
  70. 70. 3 268 Disponível em: http://www.cienciasgaspar.blogspot.com. etanol C2H52+ O
  71. 71. 1 368Suponha que, em cena anterior à apresentada, o homem glicose C6H12O6 V
  72. 72. 2 808tenha se alimentado de frutas e grãos que conseguiu metano CH4 J
  73. 73. 890coletar. Na hipótese de, nas próximas cenas, o tigre ser octano C8H18 O
  74. 74. 5 471bem-sucedido e, posteriormente, servir de alimento aos ATKINS, P. Princípios de Química %RRNPDQ DGDSWDGR
  75. 75. abutres, tigre e abutres ocuparão, respectivamente, os Neste contexto, qual dos combustíveis, quando queimadoQtYHLV WUy¿FRV GH completamente, libera mais dióxido de carbono no ambiente pela mesma quantidade de energia produzida?A produtor e consumidor primário. A Benzeno.B consumidor primário e consumidor secundário. B Metano.C consumidor secundário e consumidor terciário. C Glicose.D consumidor terciário e produtor. D Octano. E Etanol.E consumidor secundário e consumidor primário.QUESTÃO 47 A produção de soro antiofídico é feita por meio daextração da peçonha de serpentes que, após tratamento,é introduzida em um cavalo. Em seguida são feitassangrias para avaliar a concentração de anticorposproduzidos pelo cavalo. Quando essa concentraçãoDWLQJH R YDORU GHVHMDGR p UHDOL]DGD D VDQJULD ¿QDO SDUDobtenção do soro. As hemácias são devolvidas ao animal,SRU PHLR GH XPD WpFQLFD GHQRPLQDGD SODVPDIHUHVH D ¿Pde reduzir os efeitos colaterais provocados pela sangria. LVSRQtYHO HP KWWSZZZLQIRELERVFRP $FHVVR HP DEU DGDSWDGR
  76. 76. CN - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 15
  77. 77. *ROSA75sab16*QUESTÃO 49 A explicação para a necessidade do uso da engrenagem com trava é: Para evitar o desmatamento da Mata Atlântica nosarredores da cidade de Amargosa, no Recôncavo da A O travamento do motor, para que ele não se solte%DKLD R ,EDPD WHP DWXDGR QR VHQWLGR GH ¿VFDOL]DU HQWUH aleatoriamente.outras, as pequenas propriedades rurais que dependem B A seleção da velocidade, controlada pela pressãoda lenha proveniente das matas para a produção dafarinha de mandioca, produto típico da região. Com isso, nos dentes da engrenagem.pequenos produtores procuram alternativas como o gás C O controle do sentido da velocidade tangencial,de cozinha, o que encarece a farinha. permitindo, inclusive, uma fácil leitura do seu valor.Uma alternativa viável, em curto prazo, para os D A determinação do movimento, devido ao caráterprodutores de farinha em Amargosa, que não cause aleatório, cuja tendência é o equilíbrio.danos à Mata Atlântica nem encareça o produto é a E A escolha do ângulo a ser girado, sendo possível,A construção, nas pequenas propriedades, de grandes inclusive, medi-lo pelo número de dentes da fornos elétricos para torrar a mandioca. engrenagem.B plantação, em suas propriedades, de árvores para serem utilizadas na produção de lenha. QUESTÃO 51C permissão, por parte do Ibama, da exploração da Mata Atlântica apenas pelos pequenos produtores. Um paciente deu entrada em um pronto-socorroD construção de biodigestores, para a produção de apresentando os seguintes sintomas: cansaço, gás combustível a partir de resíduos orgânicos da região. GL¿FXOGDGH HP UHVSLUDU H VDQJUDPHQWR QDVDO 2 PpGLFRE coleta de carvão de regiões mais distantes, onde VROLFLWRX XP KHPRJUDPD DR SDFLHQWH SDUD GH¿QLU XP H[LVWH PHQRU LQWHQVLGDGH GH ¿VFDOL]DomR GR ,EDPD diagnóstico. Os resultados estão dispostos na tabela:QUESTÃO 50 Constituinte Número normal Paciente 3DUWtFXODV VXVSHQVDV HP XP ÀXLGR DSUHVHQWDPcontínua movimentação aleatória, chamado movimento Glóbulos 4,8 milhões/mm3 4 milhões/mm3browniano, causado pelos choques das partículas que vermelhosFRPS}HP R ÀXLGR $ LGHLD GH XP LQYHQWRU HUD FRQVWUXLU Glóbulos ±

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