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  1. 1. O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares MAABE versus Tópicos IGE IGE MAABECampos de Tópicos Domínios/ Indicadores Auto-avaliação da BEanálise descritores Subdomínios (a integrar no texto de apresentação da escola)1.Contexto e 1.1. Contexto D.1. Articulação D.1.3. Resposta da BE àscaracterização físico e social da BE com a necessidades da escola Integração do trabalho da Biblioteca no meiogeral da escola Escola. Acesso e social/cultural em que se insere : serviços As famílias dos alunos integram-se num nível prestados pela sócio-económico médio, desempenhando BE actividades profissionais, maioritariamente na área de serviços e comércio e uma pequena percentagem é constituída por quadros técnicos. As suas habilitações académicas oscilam entre o ensino básico e o ensino superior, centrando-se o nível de escolaridade dominante entre o 9º e o12º anos. A escola é frequentada por 122 alunos estrangeiros, dos quais 78 são provenientes da Europa, 13 dos PALOP e 30 de outros países. 1.2. Dimensão D.2. Condições D.2.3. Adequação da BE em A BE, juntamente com as restantes instalações e condições humanas e termos de espaço às necessidades da escola, vai sofrer uma intervenção por físicas da materiais para a da escola parte daParque Escolar; após as obras a BE escola prestação de D.2.4. Adequação dos disporá de um espaço amplo e moderno, serviços computadores e equipamentos espera-se que bem apetrechado a nível tecnológicos ao trabalho da BE e informático e multi-media dos utilizadores na escola29 de Novembro a 05 de Dezembro Nélida Nabais
  2. 2. O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares 1.3. C.1. Apoio a C.1.1. Apoio à aquisição e Ao longo do ano, estão patentes na BE Caracterização actividades desenvolvimento de métodos de diversas exposições de trabalhos dos alunos da população livres, extra- trabalho e de estudo autónomos da área de projecto solicitadas pelos próprios discente curriculares e de C.1.3. Apoio à utilização alunos, que autonomamente consideraram ser enriquecimento autónoma e voluntária da BE a BE o melhor espaço da escola para curricular como espaço de lazer e livre mostrar/divulgar os seus trabalhos. fruição de recursos C.1.4. Disponibilização de espaços, tempos e recursos para a iniciativa e intervenção livre dos alunos 1.4. Pessoal A.1. Articulação A.1.4. Ligação da BE ao PTE e a Referir que o professor bibliotecário integra o docente Curricular da BE outros programas e projectos conselho pedagógico e articula a sua prática com as curriculares de acção, inovação com os vários departamentos curriculares e estruturas de pedagógica e formação existentes demais estruturas de coordenação educativa e Coordenação na escola supervisão pedagógica. Educativa e A.1.6. Colaboração da BE com os Supervisão docentes na concretização das Pedagógica e os actividades curriculares Docentes desenvolvidas no espaço da BE ou tendo por base os seus recursos 1.5. Pessoal D.2. Condições D.2.1 Liderança do Professor Considerar a adequação da equipa da BE às não docente humanas e Bibliotecário na escola necessidades do funcionamento da biblioteca materiais para a D.2.2. Adequação dos recursos ao serviço e apoio da comunidade escolar. prestação dos humanos às necessidades de serviços funcionamento da BE na escola 1.6. Recursos D.1. Articulação D.1.2. Valorização da BE pelos Apontar a atribuição de verba para possibilitar financeiros da BE com a órgãos da direcção, administração a adequação da colecção às necessidades Escola. Acesso e e gestão da escola sentidas pela escola, mostrando assim a serviços valorização dada pelos órgãos de prestados pela administração/gestão ao trabalho da BE. BE D.3.1. Planeamento/gestão da Mencionar projectos, concursos, actividades D.3. Gestão da colecção de acordo com a que permitem aumentar as verbas da BE. colecção/da inventariação das necessidades informação curriculares e dos utilizadores da escola29 de Novembro a 05 de Dezembro Nélida Nabais
  3. 3. O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares2.O Projecto 2.1. Prioridades A.1. Articulação A.1.1. Cooperação da BE com asEducativo e objectivos Curricular da BE estruturas de coordenação Salientar a articulação do plano de com as educativa e supervisão desenvolvimento da BE com os objectivos e estruturas de pedagógica da escola estratégias do PE. Exemplificar a partir das Coordenação A.1.4. Ligação da BE ao PTE e a estratégias apontadas no PE, neste caso por Educativa e outros programas e projectos Supervisão curriculares de acção, inovação ex., incrementar hábitos de estudo e leitura, Pedagógica e os pedagógica e formação existentes divulgação da informação, frequência da BE Docentes na escola 2.2. Estratégias A.1. Articulação A.1.2. Parceria da BE com os A BE é considerada um recurso nos projectos, e planos de Curricular da BE docentes responsáveis pelas áreas actividades educativas e curriculares apoiando acção com as curriculares não disciplinares da estratégias alternativas para o funcionamento estruturas de escola das aulas. Coordenação A.1.3. Articulação da BE com os A professora bibliotecária participa, Educativa e docentes responsáveis pelos regularmente, com outras Supervisão serviços de apoios especializados escolas/agrupamentos, com o SABE e com a Pedagógica e os e educativos da escola DREAlg em reuniões de trabalho do grupo Docentes concelhio de Loulé, onde se realiza um C.2. Projectos e C.2.1. Envolvimento da BE em trabalho colaborativo na troca de experiências parcerias projectos da respectiva escola ou e de materiais, existindo mesmo o “wikispace” desenvolvidos em parceria, a do grupo de Loulé, onde são difundidos e nível local ou mais amplo partilhados instrumentos de trabalho. C.2.3. Participação com outras A existência deste grupo de trabalho é uma escolas/agrupamentos e outras mais valia para as práticas da BE em entidades (RBE, DRE, CFAE) em diferentes domíniosatravés do reforço e reuniões da BM/SABE ou outro rentabilização de recursos, disponibilização de grupo de trabalho a nível apoio técnico documental, organização concelhio ou interconcelhio conjunta de projectos e actividades de auto- formação e formação contínua, elaboração de documentos orientadores comuns a todas as bibliotecas do concelho, nomeadamente, regulamento do empréstimo inter bibliotecas, manual de procedimentos para as bibliotecas escolares do Concelho de Loulé.29 de Novembro a 05 de Dezembro Nélida Nabais
  4. 4. O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares3.A organização 3.1. Estruturas D.1. Articulação D.1.2. Valorização da BE pelos Os órgãos de direcção, administração e gestãoe gestão da de gestão da BE com a órgãos da direcção, administração reconhecem o valor da BE, garantem osescola Escola. Acesso e e gestão da escola recursos humanos e aprovam um orçamento serviços D.1.1. Integração/acção da BE na equilibrado para o seu funcionamento. prestados pela escola BE 3.2. Gestão A.1. Articulação A.1.1. Cooperação da BE com as Mostrar a transversalidade do trabalho pedagógica Curricular da BE estruturas de coordenação realizado pela BE procurando articular com as com as educativa e supervisão mais diversas áreas. estruturas de pedagógica da escola Coordenação A.1.4. Ligação da BE ao PTE e a Educativa e outros programas e projectos Supervisão curriculares de acção, inovação Pedagógica e os pedagógica e formação existentes DocentesA.2. na escola Promoção das A.1.5. Integração da BE no plano literacias da de ocupação dos tempos Informação, escolares (OTE) da escola Tecnológica e A.1.6. Colaboração da BE com os Digital docentes na concretização das actividades curriculares desenvolvidas no espaço da BE ou tendo por base os seus recursos A.2.1. Organização de actividades de formação de utilizadores na escola A.2.2./A.2.3. Promoção do ensino em contexto de competências de informação, tecnológicas e digitais da escola B. Leitura e B.3. Impacto do trabalho da BE Literacia nas atitudes e competências dos alunos, no âmbito da leitura e literacia C.1. Apoio a C.1.4. Disponibilização de actividades espaços, tempos e recursos para livres, extra- a iniciativa e intervenção livre dos curriculares e de alunos enriquecimento D.1.3. Resposta da BE às curricular necessidades da escola29 de Novembro a 05 de Dezembro Nélida Nabais
  5. 5. O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares D.1. Articulação da BE com a Escola. Acesso e serviços prestados pela BE D.2. Condições D.2.1 Liderança do Professor humanas e Bibliotecário na escola materiais para a prestação de serviços D.3. Gestão da D.3.1. Planeamento/gestão da colecção/da colecção de acordo com a informação inventariação das necessidades curriculares e dos utilizadores da escola 3.3. D.1. Articulação D.1.4. Avaliação da BE na escola O plano de acção da biblioteca baseia-se na Procedimentos da BE com a organização estrutural do modelo de auto- de auto- Escola. Acesso e avaliação das bibliotecas escolares e organiza- avaliação serviços se em quatro domínios de intervenção que institucional prestados pela representam as áreas essenciais para que a BE BE cumpra, de forma efectiva, os pressupostos e objectivos que suportam a sua acção no processo educativo. A avaliação da BE irá incidir anualmente num dos quatro domínios que sustentam o trabalho da mesma e que são a base do Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares. De salientar a análise feita pelo Observatório da Qualidade (órgão responsável pela auto- avaliação da escola) e a auto‐avaliação realizada pela BE (MAABE).29 de Novembro a 05 de Dezembro Nélida Nabais
  6. 6. O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares4.Ligação à 4.1 Articulação B. Leitura e B.2. Integração da BE nas Uso da disciplina Biblioteca na plataformacomunidade e participação Literacia estratégias e programas de leitura Moodle; página web e blogue, catálogo dos pais e encarregados C.2. Projectos e C.2.1. Envolvimento da BE em online, procurando levar a escola ao meio de educação na parcerias projectos da respectiva escola ou envolvente vida da escola desenvolvidos em parceria, a nível local ou mais amplo C.2.5. Abertura da BE à comunidade local 4.2. Articulação C.2. Projectos e C.2.1. Envolvimento da BE em e participação parcerias projectos da respectiva escola ou Referir o trabalho articulado com outras BE das autarquias desenvolvidos em parceria, a (rede de Bes do Concelho), RBE, BM e SABE, 4.3. Articulação nível local ou mais amplo com vista a uma melhoria dos serviços e participação C.2.2. Desenvolvimento de prestados. das instituições trabalho e serviços colaborativos locais – com outras escolas, empresas, agrupamentos e BE instituições C.2.3. Participação com outras sociais e escolas/agrupamentos e outras culturais entidades (RBE, DRE, CFAE) em reuniões da BM/SABE ou outro grupo de trabalho a nível concelhio ou interconcelhio C.2.5. Abertura da BE5.Clima e 5.1. Disciplina A.2. Promoção A.2.5. Impacto da BE no Implementação de regras de comportamentoambiente e das literacias da desenvolvimento de valores e na BE idênticas às da sala de aula, incutindoEducativos comportamento Informação, atitudes indispensáveis à valores de cidadania. cívico Tecnológica e formação da cidadania e à Digital aprendizagem ao longo da vida 5.2. Motivação A.1. Articulação A.1.4. Ligação da BE ao PTE e a Em reuniões, é apresentada a disponibilidade e empenho Curricular da BE outros programas e projectos da BE para trabalhar com todos os docentes e com as curriculares de acção, inovação discentes. A BE é referenciada também como estruturas de pedagógica e formação existentes um local agradável para permanecer nos Coordenação na escola tempos livres oferecendo ocupações Educativa e A.1.5. Integração da BE no plano diversificadas. Salientar actividades como: Supervisão de ocupação dos tempos formação de utilizadores tanto para alunos29 de Novembro a 05 de Dezembro Nélida Nabais
  7. 7. O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares Pedagógica e os escolares (OTE) da escola como professores; Café com livros(clube de Docentes leitura), à conversa com... ( workshops com D.2. Condições D.2.1 Liderança do Professor escritores convidados), entre outros. humanas e Bibliotecário na escola materiais para a D.2.2. Adequação dos recursos prestação de humanos às necessidades de serviços funcionamento da BE na escola D.3. Gestão da D.3.2. Adequação dos livros e de colecção/da outros recursos de informação (no informação local e online) às necessidades curriculares e aos interesses dos utilizadores na escola6.Resultados 6.1. Resultados A.2. Promoção A.2.4. Adequação dos académicos das literacias da computadores e equipamentos Impacto da BE nas atitudes e competências 6.2. Resultados Informação, tecnológicos ao trabalho da BE e dos alunos no âmbito da leitura e literacia sociais da Tecnológica e dos utilizadores na escola (apresentar por ex. estatísticas relativas ao educação Digital A.2.5. Impacto da BE no empréstimo domiciliário) desenvolvimento de valores e Impacto da BE (apoio, formações, atitudes indispensáveis à equipamento) na utilização das TIC. formação da cidadania e à A aplicação/ aceitação das regras da BE e o aprendizagem ao longo da vida impacto da formação de utilizadores com resultados na formação de cidadãos activos7.Outros Há uma No planeamento da acção A BE assume um papel preponderante noelementos actuação educativa é perceptível acompanhamento, valorização erelevantes sistemática umacultura de escola decorrente encaminhamento dos alunos, reforçada nopara a orientada para a de uma linha comum de actuação caso dos que manifestem mais dificuldadescaracterização equidade e e de objectivos, entendidos eda escola justiça no assumidos por docentes, alunos e tratamento de pessoal não docente. todos os alunos.Bibliografia: "Tópicos para a apresentação da escola, campos de análise de desempenho", IGE"Quadro de referência para a avaliação de escolas e agrupamentos", IGE"Modelo de Auto‐avaliação da Biblioteca Escolar", RBEO DE AUTO‐AVALIAÇÃO DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES: METODOLOGIAS DE OPERACIONALIZAÇÃO (CONCLUSÃO)Dezembro de 2009Susana Maria Casals Namu29 de Novembro a 05 de Dezembro Nélida Nabais

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