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Para um bom relacionamento com a imprensa

  1. 1. Para um bom relacionamento com a imprensa O espaço obtido na mídia é uma das formas mais eficientes dedivulgação de uma instituição. Leia neste artigo algumas dicas para aproveitara oportunidade, quando ela surgir. É comum ouvir dizer que o jornalista deturpou o que o entrevistadodisse, independentemente de sua intencionalidade. Prazos curtos,conhecimento generalista (ou falta de conhecimento específico de determinadaárea), entre outras causas, são as principais razões para a freqüência com queisso ocorre. Um reflexo da nem sempre fácil relação da sociedade em geralcom mediadores da informação. Por outro lado, se afastar da imprensa é esquecer que o espaçoconquistado na mídia é uma das formas mais eficientes de divulgação de umainstituição, por exemplo, e que oferece efetivo valor no apoio ao esforço de seusetor de marketing. Neste artigo estão reunidas algumas dicas que as assessorias deimprensa podem oferecer aos assessorados para um bom relacionamento coma mídia. As sugestões têm como objetivo facilitar o relacionamento deles com aimprensa, para que sejam conhecidos de maneira positiva pelo maior númerode pessoas. Evidentemente, a pretensão aqui não é a de esgotar o assuntonem tampouco ditar regras. Os clientes de uma assessoria de imprensa podem ser empresaspúblicas ou privadas, sindicatos patronais ou de trabalhadores, associações declasse, profissionais liberais, instituições culturais e de entretenimento equaisquer outros ramos de atividades que necessitem aprimorar o nível decomunicação com seus públicos interno e/ou externo. As orientações a seguirdirecionam-se a qualquer um deles, portanto.Divulgação à imprensa Em geral, a divulgação à imprensa inicia-se com a distribuição de umrelease (material informativo), press-kit (conjunto de textos, fotos e outros
  2. 2. materiais para divulgação de eventos e coletivas na maior parte das vezes) ousugestão de pauta, entre outros produtos preparados e distribuídos pelaassessoria de imprensa. O mailing (relação de jornalistas) ao quais esses materiais podem serencaminhados é informado ao assessorado, que, por sua vez, deve ficar àvontade para indicar contatos pessoais de jornalistas ou veículos decomunicação que julgue interessante, para montagem de um mailing emconjunto. Em caso de demanda de jornalistas por informações, imagens e/ouentrevistas, a assessoria atende a todas as solicitações e faz o intermédio dasrelações entre a imprensa e o assessorado.Dicas para o assessorado O assessorado é a principal fonte do jornalista para falar sobre suaempresa, produto ou serviço, entre outros assuntos. O contato com osjornalistas pode ser uma boa oportunidade para dar visibilidade à instituição.O que fazer Avise a área de imprensa quando um jornalista entrar em contato direto, solicitando informações e/ou entrevistas. Todas as entrevistas, mesmo as que aparentemente não tenham maior interesse, devem ser consideradas. Trate o jornalista com cordialidade: não é preciso demonstrar superioridade, nem adular. Fale com clareza e objetividade, para evitar interpretações equivocadas do jornalista. Seja didático, pois o profissional não é necessariamente um especialista na sua área de conhecimento. Destaque os principais pontos do assunto, no início da entrevista e retome os itens básicos ao final, de modo a reforçar a essência do tema. Evite expressões herméticas ou técnicas, bem como siglas ou abreviações não comuns.
  3. 3. Não é preciso ir com discurso pronto, mas vale a pena ter notas ou roteiro para auxiliar na condução de respostas. Reúna o maior número possível de informações sobre o tema abordado. Prepare-se para a entrevista. Procure ser pontual. Caso não disponha de todas as informações solicitadas no momento da entrevista, informe ao jornalista que irá encaminhá-las na seqüência. Anote, portanto, as formas de contato com o jornalista. Após a entrevista concedida, caso o jornalista peça a indicação de alguma outra pessoa para a matéria, solicite que entre em contato com a assessoria de imprensa. Sempre olhe o entrevistador nos olhos. No caso de entrevista para TV, olhe para a câmera quando falar. Nas entrevistas para rádio e TV, procure formular frases curtas para facilitar a edição.O que evitar Interromper as entrevistas, mesmo por telefone. Discriminar jornalistas em função do veículo em que trabalham. Um “foca” hoje (iniciante na profissão) poderá ser um editor de um grande veículo amanhã. Cancelar uma entrevista agendada. Se for preciso, proponha outra data com antecedência. Pedir para ler a matéria ou escolher a foto antes de sua publicação (pode ser ofensivo). Telefonar para o jornalista cobrando a publicação da entrevista concedida. Usar jargões técnicos e estrangeirismo. Usar linguagem muito coloquial ou muito rebuscada. Falar em “off”, ou seja, pedir para que a informação passada ou a fonte indicada não sejam reveladas. Convém atentar. Comparecer a entrevistas ou sessões de foto usando trajes inadequados (roupas e acessórios brilhantes, com listras ou muito chamativas na TV).
  4. 4. O ideal, em termos de indumentária, é a discrição. A atenção do telespectador deve estar no entrevistado, não na vestimenta. Gesticular muito, especialmente durante as entrevistas de rádio (pois há risco de tocar ou cobrir o microfone, causando problema acústico) e televisão (gera desconforto visual no telespectador). Expressões do tipo “muleta” (“né”, “entende?”). Segurar o microfone que está na mão do jornalista. Achar que tudo será publicado/veiculado exatamente da forma como se imagina ou gostaria. Deixar de atender a algum jornalista porque não gostou do aproveitamento de sua entrevista em ocasião anterior. Essa segunda chance poderá ter melhor resultado.ResultadosPara dimensionar resultados obtidos após a divulgação à imprensa, asassessorias elaboram um clipping para seu cliente, que pode ser composto porrecortes de jornais, revistas, sites e gravações da mídia eletrônica (TVs erádios). Junto com o clipping, a assessoria deve preparar também um relatóriode atividades realizadas, contendo, basicamente, a relação de jornalistascontatados e atendidos, e o material produzido e distribuído (releases, press-kits, fotografias e outros).As inserções na mídia são o principal meio para medir o grau de impacto obtidoapós a divulgação. É a maneira de comparar também os custos entre o espaçoconquistado na mídia pela assessoria de imprensa e o comprado pelapublicidade, sem contar que o espaço editorial tem muito mais credibilidade.BibliografiaKOPPLIN, Elisa e FERRARETO, Luiz Artur. Assessoria de imprensa – teoria eprática. Porto Alegre: Sagra-DC Luzzato, 1996.

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