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Introdução       Hoje, é raro encontrar quem não saiba que a exposição excessiva aosraios solares aumenta, e muito, a inci...
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Resultados e/ ou Conclusões       Nas estatísticas sobre o câncer realizadas no Brasil nos anos de 1976 e1980, observa-se ...
Bibliografiahttp://www.sbcd.org.br/noticia.php?id=403 Acesso em 19/05/07http://www.skinlaser.com.br/site/cancer.htm Acesso...
Anexos(carcinoma Basecular)            (Carcinoma Espinocelular)(Melanoma Maligno)               (carcinoma Basecular)
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2ano cancer pele

  1. 1. Colégio Marista São Francisco Câncer de peleNome: Marcio Gabriel Perez de Oliveira Nº.: 32 Turma: 222Nome: Pablo dos Reis Gonçalves Nº.: 35 Turma: 222 Rio Grande, 31 de Maio de 2007
  2. 2. Resumo: O câncer de pele é o crescimento anormal e descontrolado das célulasque compõem a pele. Quando modificadas, estas células se dispõem emformatos diferentes, isso é que irá diferenciar os tipos de câncer de pele.A causa dessa alteração, é a exposição à radiação ultravioleta, seja nos raiossolares ou nas cabines de bronzeamento artificial. Lembrando que essaexposição contribui também para o envelhecimento precoce da pele. Outrascausas também podem estar associadas ao câncer de pele, como porexemplo, a exposição com aparelhos de raio-X e certas substâncias químicas. O câncer de pele é o mais comum de todos os tipos de câncer. Existembasicamente dois tipos: o não-melanoma, que é o mais comum e raramentepode causar a morte do paciente, e o melanoma, que é o mais raro, mas éresponsável por três em cada quatro mortes por câncer de pele. Apesar disso,a morte por câncer de pele é rara, mas acontece em conseqüências demetástases (passagem ou transferência de células cancerosas para outrosórgãos).
  3. 3. Introdução Hoje, é raro encontrar quem não saiba que a exposição excessiva aosraios solares aumenta, e muito, a incidência de câncer de pele, especialmentenos indivíduos de pele muito clara. O fato é que tomar sol provoca umasensação bastante agradável para as pessoas. A pele bronzeada adquire umaaparência teoricamente mais saudável e as pessoas se sentem mais bonitas eatraentes. No entanto, são cumulativos os danos na pele causados pelo sol. Com o passar da idade, quanto mais freqüente e duradoura tiver sido aexposição, maior a possibilidade de ocorrerem manchas e tumores malignos.Apesar de esse fato ser conhecido praticamente por todos, é muito difícil umapessoa convencer-se de que uma mudança de comportamento é fundamental. Praias, piscinas e represas sempre lotadas de gente nos horários emque o sol pode provocar lesões importantes na pele são provas irrefutáveis deque esse tipo de informação não é levado muito a sério. Com esse trabalho, pretende-se mostrar os perigos do câncer de pele,seus estados, suas principais causas, como preveni-lo e proceder depois dediagnosticado.
  4. 4. Desenvolvimento1.1) O câncer de pele O câncer da pele é o crescimento anormal e descontrolado das célulasque compõem a pele. A radiação ultravioleta é a principal responsável pelo desenvolvimentodo câncer e o envelhecimento da pele. Ela se concentra nas cabines debronzeamento artificial e nos raios solares. Estas células se dispõem formando camadas e, dependendo da camadaafetada, teremos os diferentes tipos de câncer. Os mais comuns são os (1)Carcinomas Basocelulares e os (2) Espinocelulares, já o mais perigoso é o (3)Melanoma. 1) Carcinoma Basocelular: é o tipo mais freqüente, e representa 70%dos casos. É mais comum após os 40 anos, em pessoas de pele clara. Seusurgimento está diretamente ligado à exposição solar acumulativa durante avida. Apesar de não causar metástase (processo da disseminação de célulasde um tumor primário para um local distante), pode destruir os tecidos à suavolta, atingindo até cartilagens e ossos. 2) Carcinoma Espinocelular: é o segundo tipo mais comum de câncer dapele, pode se disseminar por meio de gânglios e provocar metástase. Entresuas causas, estão a exposição prolongada ao sol, principalmente sem aproteção adequada, tabagismo, exposição a substâncias químicas com arsênioe alcatrão e alterações na imunidade. 3) Melanoma: é o tipo mais perigoso, com alto potencial de produzirmetástase. Pode levar à morte se não houver diagnóstico e tratamentoprecoce. É mais freqüente em pessoas de pele clara e sensível. Normalmente,inicia-se com uma pinta escura.
  5. 5. 1.2) A prevenção A forma mais eficaz de evitar o câncer de pele, é evitar ao máximopossível a exposição aos raios UVB, ou seja, evitar longos períodos deexposição ao sol. Em países em que o sol brilha muito, e se tem um grande culto ao corpoe a cor bronzeada, é difícil manter as pessoas longe do sol. Por isso, o melhorpara se prevenir é recorrer ao máximo de maneiras possíveis, como o uso defiltros solares, camisetas, bonés e etc. Também é recomendado consultarregulamente um dermatologista. Para o uso de filtros solares, é sugerida a reaplicação a cada duashoras. O ideal é que o Fator de Proteção Solar (FPS) seja, no mínimo, 15. É importante ressaltar que as barracas usadas na praia sejam feitas dealgodão ou lona, que absorvem 50% da radiação ultravioleta. As barracas denylon formam uma barreira pouco confiável: 95% dos raios UV ultrapassam omaterial. Fatores genéticos e ambientais também são responsáveis pelo câncerde pele, como por exemplo, a destruição da camada de ozônio, queproporciona maior facilidade para os raios UVB alcançarem a atmosfera.1.2.1) Auto-exame da pele É um método simples para detectar precocemente o câncer de pele,incluindo o melanoma. Ao fazer o auto-exame regularmente, você se familiarizará com a superfícienormal da sua pele. É útil anotar as datas e a aparência da pele em cadaexame. - Manchas pruriginosas (que coçam), descamativas ou que sangram. - Sinais ou pintas que mudam de tamanho, forma ou cor. - Feridas que não cicatrizam em 4 semanas. Deve-se ter em mente o ABCD da transformação de uma pinta emmelanoma, como descrito abaixo: - Assimetria – Uma metade diferente da outra. - Bordas irregulares – Contorno mal definido. - Cor variável – Varias cores numa mesma lesão: preta, castanho, branca,avermelhada. - Diâmetro: Maior que 6 mm .
  6. 6. 1.3) O tratamento O tratamento é cirúrgico na maioria das vezes ou através da destruiçãodas lesões por radioterapia ou criocirurgia com nitrogênio líquido. Quanto antesa lesão for retirada, maior a chance de se curar a doença e de se evitar adisseminação de células cancerosas para outros órgãos (metástases), muitorara nos casos de carcinoma basocelular, mas muito freqüente nos casos demelanoma não tratados.1.4) Radiação Ultra Violeta(UV) A radiação UV faz parte da luz solar que atinge a Terra. Ao atingir nossapele, os raios UV penetram profundamente e desencadeiam reações imediatascomo as queimaduras solares, as fotoalergias (alergias desencadeadas pelaluz solar) e o bronzeamento. Provocam também reações tardias, devido aoefeito acumulativo da radiação durante a vida, causando o envelhecimentocutâneo e as alterações celulares que, através de mutações genéticas,predispõem ao câncer da pele. A radiação UV que atinge a Terra se divide em radiação UVA e UVB.1.4.1) Radiação UVA Maior parte do espectro ultra violeta, a radiação UVA possui intensidadeconstante durante todo o ano, atingindo a pele praticamente da mesma formadurante o inverno ou o verão. Sua intensidade também não varia muito aolongo do dia, sendo pouco maior entre 10 e 16 horas que nos outros horários.Penetra profundamente na pele, sendo a principal responsável pelofotoenvelhecimento. Tem importante participação nas fotoalergias e tambémpredispõe a pele ao surgimento do câncer. O UVA também está presente nascâmaras de bronzeamento artificial, em doses mais altas do que na radiaçãoproveniente do sol.1.4.2) Radiação UVB Sua incidência aumenta muito durante o verão, especialmente noshorários entre 10 e 16 horas quando a intensidade dos raios atinge seumáximo. Os raios UVB penetram superficialmente e causam as queimadurassolares. É a principal responsável pelas alterações celulares que predispõemao câncer da pele.
  7. 7. 1.5) O câncer de pele no Rio grande do sul O estado do Rio Grande do Sul por suas características étnicas, compredominância de indivíduos de pele clara, e pelo grande número de pessoasdedicadas a atividade agrícolas (portanto com maior exposição a radiaçãosolar), apresenta uma população de alto risco para o câncer de pele, havendo,portanto, uma alta incidência de casos. Por exemplo, em Porto Alegre, no anode 1991, foram registrados 529 casos de carcinomas de pele – carcinomabasocelular e carcinoma espinocelular – (42/100.000) e 61 casos de melanoma(5,5/100.000). Mantendo essa proporção, e desconsiderando a possibilidadeexistente de subnotificação, estima-se para o Rio Grande do Sul pelo menos4000 novos casos de carcinomas e 500 casos de melanoma no ano de 1996. Com relação ao Melanoma, tem-se constatado um aumento anual nonúmero de casos no Rio Grande do Sul, pois, os dados disponíveis sobremortalidade por esse tumor mostra o coeficiente/ 100.000 aumentou de 0,58para 1,65 em dez anos. A cidade de Rio Grande possui uma média de 25% de incidência de câncerde pele acima da media nacional.
  8. 8. Resultados e/ ou Conclusões Nas estatísticas sobre o câncer realizadas no Brasil nos anos de 1976 e1980, observa-se que o câncer de pele é um dos mais freqüentes. Dentre os vários fatores identificados como causadores desse agravo, oprincipal é a exposição excessiva à radiação solar, especialmente emindivíduos de pele, cabelos, e olhos claros. Embora o Câncer de pele seja mais comum entre pessoas acima de 20anos de idade, as queimaduras solares sofridas durante a infância estãoconsistentemente associadas ao risco de desenvolver essas neoplasias numafase mais tardia da vida. Considerando a importância do Câncer de pele como um problema desaúde pública, são necessárias medidas de controle e permitam a redução damortalidade, investindo-se no diagnóstico e tratamento precoce, em especialdos Melanomas. Deve-se investir também em medidas que visem a diminuiçãoda incidência dos tumores de pele, através da orientação da população contraa radiação solar em excesso.
  9. 9. Bibliografiahttp://www.sbcd.org.br/noticia.php?id=403 Acesso em 19/05/07http://www.skinlaser.com.br/site/cancer.htm Acesso em 19/05/07http://www.drauziovarella.ig.com.br/entrevistas/cancerdepele2.asp Acesso em21/05/07http://www.biomodulacaocorporal.com.br/cancerdepele.htm 21/05/07Estado do Rio Grande do SulSecretariada saúde e do meio ambienteDepartamento de ações em saúde: Dermatologia Sanitária Normas técnicas eoperacionais SSMA/1997Conteúdo: Programa de controle do Câncer de pele.Ministério da EducaçãoFundação Universidade federal de Rio GrandePrograma de especialização. Agentes infectoparasitarios de interesse humanoNeoplasias de pele. Estudo na espécie humanaMonografia (neoplasia de pele na espécie humana)Obra – RG001015695Novembro/2004Rio Grande
  10. 10. Anexos(carcinoma Basecular) (Carcinoma Espinocelular)(Melanoma Maligno) (carcinoma Basecular)
  11. 11. Recursos-Figuras-Cartazes

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