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  1. 1. I CELULA ' ; Maeda funcional dos seres v vos. n_ j' ? Alonso n¡ Mutum “M” ORGANmMO - * '= =1are's (que possuem somente uma célula. Exemplo: BattérTas e Protozoários) e seres multicelulares .1; '4¡ e' ›I ÃII ÍJ ¡§ , " , J , F] Mf4 -' me *: =:_s~ 'waísde uma célula) ¡ EE 3 É S - CELULARES ¡ _fi V ¡. ;)_¡. i:; ¡__ - 'i . . , : L - ' “ ¡ - ("TERMS Levaduras 302m» r', - wmesos uwceLuLARss ALGAS UNICELU LARES ? XYWN''YW. 'À? WWWM ? E *R r r n¡ *Í j Or? GANELAS CITOPLÀSMATICAS E SUAS FUNÇÕES % 7 : :szcmas _, g ' ' Síntesé rotejça V É í. ; ; s Qívàãsj íEÊLíÉãFÍ Produção de : âíios e ? Êageêos É; :e: :- : e- : :: as-raático Rugoso “ Sínteseproteica ' à = s: :asmático Liso Síntese de lipídios - : :é Golgi v _ V Vr_Secreç§oV s - ; a _ ugmgmnm: : @lg ~ T 7 V . . É» _ , , , I "ÍÍ , .. -_ ~ _ z ' ^ _ 1,3131' _mag A am. ' -_-',1<; L wc, L_ - : :szc-z y 'Digestão inítateluhr í' t; :à - : ' a Resplraçãa ceiuiar a. _ . , 1.. . _ . É. 35 , L,
  2. 2. Desenho das organelas Complexo de Golgi Reticulo Retículo Ze-T: : Lisossomo endoplasmático endoplasmático liso rugoso ~ : esses organelas temos o núcleo que contem o DNA responsável por toda a informação do nosso corpo e 5:** : '55 . e por controlar todas as atividades celulares. - também a classificação entre seres unicelulares ou pluricelulares, os seres vivos podem ser classificados - proañontes ou eucaríontes q¡ Proczirmtes: Seres que possuem o núcleo espalhado por toda a célula. Ex: Bactérias Buzinas: S-: Jes que possuem o núcleo envolto por uma membrana. Ex: Animais e Plantas. com¡ nina! Estructura: corram: comu vegetal Pared celular Mitacondnas x &somam; Membrana - '~ Reucmn endoplasmatico citoplasma vacuola 't-laní-_i etc-impune. ; Organelas exclusivas da célula vegetal Cloroplastns: 37:-: : 72'” = responsável pelo processo chamado fotossíntese (a planta fabrica o próprio alimento tim: : e luz solar). Parede celular: C"°'e'e r gzcez a estrutura do vegetal e protege de choques mecânicos.
  3. 3. Í. Vltllll3'l. fl. ?l. .'llrl'. :llflllll É - f": ?Í l? l”rllil'il”l'rl'il '-- I É: 'E - '- 'Í . É N - 'N Í ; Cl íllíll. .'ll~_' ll' lr' i q. l ln ' “x plasto (cloroplasto) mitocóndna ribossomos : crnplexo de Golgi 7727 u. l_l| u lll plasto - Esquema de célula eucariótlca vegetal. mitocôndria envoltório nuclear ou carioteca núcleo (material genético) retículo endoplasmático rugoso com ribossomos : Jo endoplasmático liso membrana celular Esquema de célula eucariótica animal. . -____. ...
  4. 4. membrana *Si herdadas da maeÊÊo/ n d: f; Contém as instruções para o funcionamento, a r pai). M únicas células que reprodução e a produção contêm 23 cromossomos v de proteínas na maioria são as células sexuais: l dos seres vivos. As células espermatozoide (no humanas contêm 46 homem) e óvulo (na cromossomos (50% são mulher). - cromossomos Af l' ll' ll. llÍlÍllllv” Formados basicamente. pela molécula de DNA super-retorcida e condensadc. e por proteínas. . _ : Gene: . _V É ' 'ljrechordo cromóssomçr _ v A ' -_ , cominstruçâo E 'fabricar umapriite ” ' l soou/ Ã. A . A g Lembra umafescada , = retorcidaf' KO ããçorrimão" e fprmàdopor um açúcar_ chamado desoxírrílio* '_ . aum fosíatof' ' - " Qsfídé" 'a' . . . . . ;pelas traga; ' itroQenàClâS. curas : . siglassãoA . CLeG. Elas se* ' ~. _ligam _çluasa das (A comi é C; l Ç) através_ de uma ligação ' ' ' ; a chamada ponte de l Pe imagens oslãoí. l iara d». ascala " ~ da tamanha. ›. .~ r a. »sz-m ra'›. *.'¡vv*›-(n~w›-_-›: -›_ q u. -, Edit ia de Arle/ Folhapress Em Folha des Paulo, 3/4/1997 'tll1ll1llflllíllíll'«ll'. ll tl' . Mil Os cromossomos são encontrados no núcleo das células e são estruturas constituídas basi- camente de. DNA associado a proteínas. Neles estão os genes, as unidades hereditárias_ l
  5. 5. X _uLLIZCLÍ/ I) _ MÍrosE(ic[; ,.; ›, , :, . í e: a , - . . , _a _ r 'Í Na initose, vma celula-mae origina duas celulas- Anaíase É”, à filhas genéticae cromossomicamente idênticas aela. Os centrômeros duplicamâe, separando as É Clüímdü OTQNUSmOS Unwelulares Se dwldem P0¡ cromátides-irmãs, que passam a constituir cromosso- -ç-T. 1113053 15° O¡ m 3 do” “°V°5 “ldmduoí Nesse mos distintos (cromossomos-filhos). As fibras do “ . ITICB fePY0dUÇ30~ - tracionam os cromossomos para fz' res. a mitose esta relacionada com pólos Opostos_ É» : sv “i “ “ímcnto, a FCHOVaÇãQ a A anáfase encerra-se com a chegada dos 7* › r r ; f : --. -_ . s , ..; _;_P_____. Í_ cromossomos aos polos. Em cada polo, onumero de ° , - * ' - cromossomos com a enas um filamento cada um a); Fasesdamituse , . l . P , . . . _ e igual ao que havia na celula que iniciou a divisao. _É f -r - '-1113 @m Prófase, metáfase. 3B353156 Inicia-se a descondensação cromossômica. É; f ' É* Prjxas: Os cromossomos são tracionados _nara os pólos e : "' " _ _ pelo encurtamento das fibras. _ _ e - _. _ olos dirige-se para um dos f. _r _ . , a _ 5 v; E O É of « z í' , E 'na í - Telóíase É í -*-~ os ue 'á estão du lica- . . . . . ' ' *JOSSOKÍ (q . J . p Formando dois COIIJUIIÍOS distintos. um em cada g' _ : o nucleolo vai desintegrando-se , _ . . olo, os cromossomos desconderisam-se. em oltos or . . - : , . . . . ; =.lmente, a canoteca desorganiza- . .. % _ novas cariotecas. Desfazem-se as libras - . - espalham-se pelo citoplasma, . , É _ fu o e reconstituem-se as nucleolos. Na ' 'Li : i s . .- . , . . - * V - r ” k re iao e uatorial da celula surge o sulco de divisao. g q , - â É u) n _, o f É - . 8 É g “ _ E % ã E z % ã . .. __ É É S . .L à . ›- , j: i n _ _ _ %~ ' att: : c* - 1 a W É - r ~ *É - , , ~ _ Após a telófase, completa-se a divisão do . . E E __ _. r ; e : c-ridensaçao, tornando-se bem citoplasma 1. formando-se __ * _ , j _ A condensação dos cromos- duas células-filhas. #j . _ ~ ; s : e fragmentem quando são w 'à › r C) g. * . ' ' r ~: :_35 da celula. É i ll) ã : D í , . , n _ _ ' O ” , e- 'e- 3'¡ 'rara estudos cromossomicos Ê u_ , i 5 É? ~ - : ia metáfase, quando os cro- s - z É; ' : ite condensados e, portanto, É '$; _ : : 1272535 ao microscópio. São usa- ã . . í _ . ' _- ; - ; imblastina substâncias obtidas Ê: _ Duraçao das fases da mitose E e 7 w _ l . ' ' ' . . Is - - . . É »Í ” "“ 3' : Cm be llgafõm 35 flbrds As fases da mitose tem duraçao variavel de celu- "ge 5 *SSOmOS prosseguem 11° la para célula. Veja alguns exemplos: c _ ; _ ; - : : , :ornossomos não se se- _ _ _ _V _ _ f* _ o _ _ _ . - o s. - . jiçisão 11m celulares e Prótese' memso Anátase Teiótase ' 7!- 7 . f ' Ovo de drosófila 4 min 30 s 'i 5D s v. _ »d Fibroblasto de frango 45 min l 6 min 2 vv e 'a te. : E u_ I_ Hepalócito de rato 4 h l 10 min j 3G " r 32 ' ' - '. p É É 'l : Í _ l í. . / . ¡ n _ / /' Fonte: Briitxixui: i; André e¡ ul. Bial. à i' Blücher. 1975 nr ' ' É¡ n¡ H _ _ _ã_
  6. 6. L em ta: :Pede iriterremp er o u retroceder 13 creatina-anti: : 'fiestas : :eai-sia : :ias “são substitua-sm as : :eia-slas- sit-umas _i NÃO = ~ ' z : a teste de DNA representado ao x* crime. A seqüência de fragmen- o foi leila com base em leucócitos - : a sangue encontrada no local do as a partir de leucócitos do san~ m. base na análise do DNA, qual e . : “a local do crime? 7 V u") (D IN : -L E . L3 É . É . -3 ó 1 1 a) ll) 41¡ (D , A _ O. O. (1 D. ' (n rn V) V) ' ' t_ : › 3 3 : V) V) (D (D _ . _. . _n '- me . .- ~ %I É: : às¡ . - . ç. É* . .a ' ^ 3:: : _ _w M. na i _. . _ É. ~ b; ' __ › - . ..o br- e» à». u. , Wi " Pá? ›¡¡ " . fim ; ~ In _. . É. ;- h V; _ › s É» E - _ _. . É_ e n_ __ f? * . 7.. .** -. r" l th! , 1 às diferentes das ' icáiuiasertonñ_ est_ Rápida t3ezeâmente Ilãü t¡ lilÊÉFÍCiHÊ-ÍIÊ nen: i rctriacesfse o 5 CIEE-T_'li§l&f§ÍCIÇ Bam-sí 'ant-se e gitistiiziem &STÉÉ-illlãã Pode provocar a meu: : não ! or : :ia-gn osticaj a e tretas o.
  7. 7. l, 'li, 'ir. *l'l'rififi'rrrrifrrrrirlírrl'r'rifl'ixirrliriiififrírii“ii*ii'ir¡i'l'rir c: câncer de pele? A' 'asi : ' e: mais frequente é o de pele, cerca de 25% de todos os tumo- _ _. A radiação ultravioleta natural, :: Sc. . é o seu maior agente causador. _ c de câncer de pele, o melanoma, - t: dos casos. Ele tem origem nos _e se dividem formando pintas com ' zaecteristico, identificadas pelo cha- pintas. - em determinados pontos da pele; intas não são malignas. Observá-las : e e, se uma delas for sugestiva de me- -se procurar rapidamente atendimen- n» *e "Cña é curável se detectado em está- , , e removido. Caso contrário, a letalida- e e e_ t: alta em função da capacidade de os *ígrarem pelo corpo com possibilida› tese. As pessoas de pele clara que vi- de alta incidência de luz solar são as : em maior risco. 'jpicaL a grande quantidade de praias, za associada ao bronzeamento e o "avorecem a exposição excessiva à 'lr Assímetría: uma metade não se parece com a outra. BSIP/ AGB PHUIU l IWWH liordalirregular: borda recortada ou com fraca definição. VBQPIÀGB PHOTO HENRY ta. .. ombras marrons, pretas, às vezes brancas ou BSlP/ AGB ? H0 ÍÚ LlBRARY Diâmetro mais largo: 6 mm como regra (diâmetro de um lápis). 'jo-se que os danos provocados pelo abuso de exposição ao Sol são 'mportante que cuidados sejam tomados desde a infância. - - 'atenção não só do câncer de pele como também das outras lesões provocadas pelos raios ; Ji é necessário evitar a exposição ao Sol sem proteção. E preciso usar filtros durante : 2: a' ›. ivre, bem como chapéus, guarda-sóis e óculos escuros, além de evitar a exposição em ' r ': a* z-- os raios UV são mais intensos, ou seja, das 10 às 16 horas. IE ei 1.1.1
  8. 8. ., ; t 5%! _a gd, 'Aki WJL** IN¡ 1. Dererminaçâo cromossômica do sexo ÇÍÍLHCÍCS grupos de mecanismos de determinação do sexo nos animais: o grupo que : :. »ssomos sexuais, do qual fazem parte os sistemas XY, XO, ZW e ZO, e o grupo que >~~JIIÉOS sexuais, interferindo nesse caso outros fatores, como os ambientais (tempera- 7Íi_i, :7”, Í. , É. . . . “gi 2. C sistema XY ã. _ : im us de dois indivíduos da es écie humana: . . P k E CD 2_ - a -- A -'_"_'I . - a -. . _ . . , z j! ga a¡ M¡ 13'! M? gr: m: t¡ »a m) at¡ . .a3 ; à fill ¡hr! m¡ 2 3 4 5 1 2 3 4 5 4%' g 1 A ' ' Y S8 a? z! x ? a at: ese; u M á. /À 'L 5* “ 5 1 ¡É! n (m ii¡ iii¡ na g ' 8 9 1° “ 12 7 a 9 1o 11 12 m f, l E _j l F i _lír-"àj F"'E'_'-“| FÇFÍ w n» ñ» à: : M¡ 6h rx xx s? M¡ ñb m¡ ms xx m; . . . . . : i 'e r - _ - ~ 15 17 13 19 2° 13 14 15 16 17 18 19 2o a. . Í ¡ y. " t, l | - G '-1 _ a? , x í ; ' ; i E É à¡ 'x x X x Y i*- . Í Caríótipo de mulher normal cariótipo de homem normal c_ *i E . ~ ' : : 92;; : : e** : bservações de micrografias. " m 4 à _a ñgura A, que mostra o carió- Os cromossomos que diferem nos dois sexos 'x _g sn; normal, com a íigura B, que denominam-se cromossomos sexuais, e os É de um homem normal, nota-se cromossomos que são idênticos nos dois sexos de- _ insumos de 1 a 22 são iguais nomínam-se autossomos. _. ~ . í. um par de cromossomos No sistema de determinação do sexo deno- ' ; i1:: entes. Na figura A esse par niinado sistema XY, o sexo feminino é definido pela 1 r w »mm de mesmo formato e presença de dois cromossomos sexuais iguais, cha- . .u na ñguraB ele é forma mados cromossomos X, e o sexo masculino, pela > (inerentes. presença de dois cromossomos sexuais diferentes. e " x . z . e CMAhrKF/ &mñvw y, 'is'i. 'i'i~'ir'ai'is”i
  9. 9. àr - Ç Ê<: Í, “Í= li Í I w i Wiki' l Il A jiigigifijiêi. , lilil”olãílfl. 'l, 'l§lí; : lili “lllilt7lflflilllt'HÍlrÍllXÍlÍ l l 1. DETERMINAÇÃO CROMOSSÔMICA DO SEXO Sistema XY . espécie humana, a determinação eromossô- e : o sexo é conhecida por sistema XY, o mesmo , ;ado em quase todos os mamíferos, em deter- _~ r : dos invertebrados - como a drosófila A e cm as plantas de sexos separados. Nesse sistema, de dois lotes de autossomos, as células , ticas masculinas têm um par de cromossomos ; .='= .;ais X eY; as células somáticas femininas possu- _ : os mesmos autossomos e mais um par de ; T2 : iossomos sexuais X. O cromossomo X é maior que o cromossomo Y, e e há locos que não têm correspondentes no " tnossomoY. Apesar de bem menor, o cromossomo *V também possui locos que não têm corresponden- tes no cromossomo X (figura l). cromossomo X cromossomo Y n a Ê; Porções homólogas dos cromossomos sexuais §“ k É: : Porção não-homóloga l do cromossomo X ' Porção nãohomóloga do cromossomo Y 7 ' r 'l ' Representação esquemátioa (sem escala). Nas porções : gas (ou pares) dos cromossomos sexuais ha' correspon- entre os locos. Nas porções não-homólogas (ou ímpares). .s do cromossomo X não ocorrem noY e vice-versa. = ^: : z : :igina dois tipos de gametas, e o sexo femini- ' ' 5 homogamétíco, pois todos os gametas femini- * : ' - "tem o cromossomo X (figura 2). ~ : :iria recebe, de seu pai, o cromossomo X. e : ecebe dele o cromossomo Y. Genes loca- 'omossomos X não são transmitidos de mas de pai para filha. Por sua vez, 'fi esse sistema, o sexo masculino é heterogamético, genes presentes no cromossomo Y são sempre trans- mitidos de pai para filho. mas não para filha. ^«“l m *- »uma Pais _ xv xx X ' Gametas r X ç V Filhos É! xx ; f _XY Figure 2 Representação esquemática (sem escala). No sistema XY, os gametas masculinos são os responsáveis pela determina- ção do sexo dos descendentes. Erros na determinação do sexo - Trissomia X (cariótipo 47, XXX). Mulheres cujas células somáticas têm três cromossomos X. Podem ser normais e férteis e', eventualmente, ter retardo mental. - Síndrome de Klinefelter (47, XXY). Homens cujas células somáticas apresentam XXY. Têm atrofia testicuiar e esterilidade, estatura elevada e os mem- bros desproporeionalmente longos. - Síndrome de Tumer (45, X0). Mulheres cujas células somáticas possuem apenas um cromossomo X. Podem apresentar retardo mental; os caracteres se- xuais secundários não se desenvolvem e os órgãos genitais permanecem com aspecto infantil. - Síndrome do duplo Y (47, XYY). Homens cujas células somáticas têm XYY. São fenotipicamente nor- mais e férteis, geralmente de grande estatura. De acor- do com alguns autores, esse quadro estaria associado com agressividade e tendência à criminalidade.
  10. 10. . . A z e q _ _ í" z de: . a . . , e u ¡LJÇuI/ ;lí e Fotografia de orelha com lobo solto_
  11. 11. dedo mínimo ñetido: condição causada por ale. lo dominante em relação ao alelo que determina - capacidade de dobrar a língua: algumas 'pessoas “VWCELIEIU Líobrar a lingua como mostra a foto . enquanto outras não conseguem. Essa dedo minimo reto: cidade de dobrar a língua é hereditária e *rnzinada por um alelo dominante: i A* _i A p Esquema i “ . f, L . . "x mostrando _ dedo mínimo ¡ . . 3 '* . 5 Retido (a) e 'i ) V J dedo minimo Fotografia k / "g l 'em (b)- de jovem ' ãããíãrd: - posição do polegar quando os dedos são entre- _ língua_ laçados: quando se entrelaça os dedos das mãos _ › - - ~ espontaneamente, duas situações podem acon- , r A f ° polidactilia: anomalia caracterizada pela pre- tecer _ o polegar direito recobrir o esquerda, l l Sença de mais de CÍIICO dedos nas UIãOS e/ OU condição determinada por alelo recessivo. ou o i - n05 PÉS¡ 0 31910 que a determina é ÓOHIÍHGDÍB polegar esquerdo recobrir o direito. o que é cau- . em relação a seu alelo, responsável pelo fenótipo sado por ajelo dominante; normal. Este é um exemplo de alelo dominante determinando uma anomalia; FOTOGKÀPWS: UEKO - sardas no rosto: a presença de sardas especial Fotografía de Pê de Criança Com Polídactilía- mente no rosto é uma condição determinada port alelo dominante e a ausência, por alelo recessivo: › - presença de pelos na falange média dos dedos das mãos: é determinada por um alelo dominan- te e a ausência. por alelo recessivo; - flexão do polegar: a capacidade de ilexionar a : tarte superior do polegar num ângulo igual ou : naior que 60° é determinada por alelo recessi- to e a incapacidade de flexionar dessa maneira o ; r : lagar é determinada por alelo dominante: FDTUGFÀFIkS' IAIIURlTlUS/ LRTlilSTOCK x. Esquema de flexão do polegar em ângulo maior ou igual a 60°. Fotografias de duas crianças: uma delas com sardas e outra sem sardas no rosto.
  12. 12. ;lr l ZÉ* , maneira de cruzar os nraços: ar; se i a os braços, ; i _'/ _ _I “nrrer - o f; '-4 d. ._, - * ~ , esquerdo ; fl-t q_ _cw esquerdo É , , . t: ' ssivo). __ #/73 x. _ ã: _xx í' a de pessoa que cruza "' e' , os colocando o direito (A É _'_ o esquerdo e de pessoa a : _e : mza os braços colocando "'- ! ri : esquerdo sobre o direito. .› E' Í / › _ _ "- , ..~ . ': - . a projeção em forma deVdo cabelo É Í E : :adição determinada por alelo do- §' - í ; em não tem bico de viúva é homozí- a , g, -. w _z É É Fotografia de mulher que É apresenta a projeção em -n- g V do cabelo na testa. f . _ . É . _ . f _ C a r a : :eri sti cas genéticas, hereditari as f, f e : : t : ênitas: qual a diferença? , % i É' ç , . ' , . . . , . , n. _ - : toda caractenstica genetica seja determinada por genes, nem sempre ela e heredita- › CX* - - _ _ cteristica é hereditária quando além de ser determinada por genes, é transmitida aos Íl ã. " e ' : ' a É t ' alguns exemplos: a forma do lobo da orelha ê uma caracteristica genética e hereditária; â- - . _ : os tipos de câncer ê genética, mas não hereditária, ou seja, esses tipos de câncer são . .. _ : z _ : z : :: : : r “nações somáticas nos genes e por isso não são transmitidas aos descendentes. k g' - ZE'É"; "'SÍÍCãS congênitas são as que se manifestam logo após o nascimento. Na unidade 1 Éâ , ' já comentamos um pouco sobre elas com destaque para as caracteristicas congênitas j ' _z , -s pela a ão do meio, como é o caso da talidomida. t Ç . á _'_. . _ , _o do meio atua de modo a imitar a ação dos genes, fala-se em fenocópia. A surdez í , - _: exemplo, tem causas genéticas, mas também pode ocorrer quando mães contraem 1: . ç _V * : ' gestação. Neste caso, a surdez é causada pela ação do meio e não é hereditária. i __ i a' : sÇca congênita pode ser genética e hereditária se for causada por genes que são l r e a criança ao nascerjá a manifestar. Um exemplo de caracteristica genética, here~ E' " r: - é a polidactilia. '“ -i são genéticas, mas não congênitas. É o caso das características que não . a; _e ' aça ao nascer e só vão se manifestar mais tarde. Um exemplo é a doença de Í É_ i - , * : z : -:' alelo dominante e que só se manifesta clinicamente por volta dos 40 anos ; Ê ' 'esenta degeneração progressiva do sistema nervoso central. w J' % _ _ 7 _, É . .. . V0 _ . Ji.
  13. 13. _. ' 74--: '“'°_"* t7- ;7 x Veja no esquema abaixo a localização de alguns dos genes responsáveis por 7 'g ' - anomalias genéticas: ; zí- í Distrofia muscular (de Duchenne Doença de Gauche, _ '-7 ç_ e de Becker¡ _ deteflmaçãü deficiência enzimática. É* progressiva da musculatura. - _ Câncer de cólon, í' _ familia! › 7120C' de u. ._ Hemofilia A falta _ : :rígãâefãocqça pessoas tem o í de uma proteína, ' ' gene. Destas degenerativa, neurológica (discur tida no filme O óleo do Lorenzo). virão a ter a I / Retinite pigmentos: : - z clegeneraç ' da retina. ~ que resulta em problemas na coa- gulação sanguínea. ileurofibromatose : tipo 2) ~ tumores "as nervos auditivos. Doenca de Huntington - ração n oiogica, 'Co tarcuc í' li. *rose amiotrófica ral - degeneração _Polipose do u' cólon. familia¡ - l crescimento anormal de tecido que, frequentemente. leva ao câncer. V Km. , Hemocromatase - í absorção anormal- * e _ _ste_ n. ente alta de fe. ro . É tai-MMN da. dieta. " ' ' *aassimas n . A, _ _ _í- ; á na ' n lÉíAKaXIa espmoce- ““~ ' rebelar - degener í ração de nervos _ , d mmtñ_ no, cérebro e na __ b. r r a - : egeneração l“°°'“'°' levando í _ue afeta a perda de controle __ V °* dos músculos. í' l k_ _ _, _ dose_'acúmu¡o Fibrose cística- / de uma pulmões cheios de muco, atrapalhando a respiração, t luvel. 'll câncer de mama - _r Exostose múltipla -- . e no; dos casos. tumores ósseos e de cartilagens. W Rim policístico - à' cistos que levam à Melanoma maligno r à_ r insuficiencla renal. Câncer Oñgmado nas ã Tavsachs __ doença celulas da pele, l l l letal causada por ausência de urna enzima do metabolismo : :os lipídios. Neoplasia endócrina múltipla -tumores em glândulas endocrinas e Fenilcetonúria lPKUl "" @eficiência lfl " Alzheimer 7- doenw de uma enzíma' em outros tecidos à” Ça “euwloglcai que pode resultar i E i Ú9Q9ÚÊV3ÍÍVB, em retardo mental. " que leva à senili- 1 dade precoce, Anemia falciforme - _ à** “ anemia devido a problemas r § Retinoblastoma 4 tumor nas hemácias, que têm a forma É', congênlto de retina, de foice, fechando arteríolas e capilares . x 'rzssomos com a localização aproximada de alguns genes humanos relacionados a certas doenças. l' l. ll'll'lxl'l"ll'dll'il lflÍllfl
  14. 14. [ii ii. Íiifiijiiaãiir”iJiÍir'ii ii ii'MJii'. ,'iiiaÍ. ÍÍ'Íi[§. Íi; iÍ5'f°rN, i, í ! u s¡ _ . h l r I 4 › z, v». Grupos sanguíneos gasta" : a estranha que induz a produção de anticorpos ^ar : proteínas de defesa específicas produzida pelas células de defesa que combatem o _t ^ogênio. . : eína localizada na superfície da célula hemácia que determina o tipo sanguíneo (são ' : anos por outro tipo de sangue). _ antígeno X anticorpo (aglutinogênio + aglutinina) onde ocorre hemólise (quebra das as ': ~*5*: : "grumos" que podem impedir a circulação sanguínea. E causar até a morte. i AGLUHNOçÍÍ-ÊNIOS AGLUIININAS NO NAS HEMACIAS PLASMA TÉ : Í-'ÍINEO Agiutinogéneos tipo A 5/ Agiutínogéneos tipo B / Tipo sanguíneo B " : : sanguíneo A . Âgiurínogéneos tipos A e B sem 7 Agfutínogéneos Tipo sanguíneo 0 lma em daa Iutina ão o: 3 snguíneoAB - 2 : e : :ação de sangue-Sistema ABO em o aglutinogênio A tem o tipo A e não pode doar para o 5, se não, haveria aglutinação.
  15. 15. FATOR RH Í. Íi. , ÍiitgiltfllÍll_ ii ll ll; t_ Ale: = r * e ; : 'ZÍE *a chamada (aglutinogênio) na hemácia, há outra chamada fator RH. A: : - s em essa proteína são fator RH positivas. As que não tem o fator são RH negativas. E; r ~ fator) : Íé: o a: l dades de casais e descendentes em realação ao fator Rh: _ __ fz” a a z f 17V °' 5 f' Észgnz : e zzaáodesangue-FatorRH Ê t, Rh neg % _ ; a *zcz-«Rhpos Rhneg 'fi : :t-3--: ::ereceberdeRH+eRH- “É” 3 * 3 - - : : : e receber somente do RH- ã Z _ E Z - ~E“. '3LlTlCA DO RECÉM NASCIDO (DHRN) O ERITROBLASTOSE FETAL f* E : ^ a ~ _ “E” RH- gerar o primeiro filho RH- nada ocorrerá. Se gerar um filho RH+ na primeira gestação “É * z : : :2-92 também, porém, no parto o sangue do ñlho RH+ irá entrar em contato com o sangue da mãe ~› , bz 3 - e: ~ : e** quantidade reduzida, as hemácias fetais são reconhecidas pelo sistema imunológico da f * essa a produzir anticorpos anti RH. *É - - esulta dessa gravidez dificilmente apresenta algum problema, mas deixa uma indesejável ; z _ : s : :róximos fetos Rh positivo. Esses anticorpos chegam a circulação dos fetos Rh positivo, ;é : z - 3 2 - : : *e* : se. isto é, destruição das hemácias. ; SÍ l - 1* gravidez ll - intervalo l| | - 25 gravidez ! l Anticorpos Íll¡ ii ll" llÍ illiÍllÍÂllÍ ll ' nntígenos Rh+ l . ll: ;'llgll: rl im¡ ll', ll. l l l «. .=. ..¡. ..'. ' 2.3” aa_ . ...
  16. 16. r : :a cardíaca, aumento do tamanho do baço e do fígado, a presença de hemácias jovens : e e. nos casos mais graves, edema generalizado. Hemácias jovens presente no sangue . cblastos, o que explica o nome da doença: Eritroblastose fetal. 45": . " 3: ' : _e : nivíduo do rupo O pode doar seu san ue a qual uer essoa? Por que uma pessoa do . pra 9 . g q p n e ; r _ : : L5 : ode receber sangue de qualquer tipo? .É ; f ' - vw homem do grupo sanguíneo AB é casado com uma mulher cujos avós paternos e matemos 1.. - a: ;rupo sangüíneo O. Esse casal poderá ter apenas descendentes: f. . f' _ _ _ _ _ f' : _ . 'R V, “r , E : :: : 4B: L Í : :: :;'_: :sABeO; :É : :: s;'_: :sAeB; ~ *QQ e : :s; '_: :sA. BeAB. í: L 3: ~ : se forma o anti-Rh no corpo humano? É? 2 _ m a rnulher que nunca recebeu transfusão sangüínea teve três filhos. O primeiro e o terceiro -a r s: :eram normais e o segundo, com eritroblastose fetal. Quais são os fenótipos e os genótipos para o à *s* : ' Rh dos indivíduos acima citados? f 2 - - 334 - 'ria mulher recebeu uma transfusão sangüínea. Seu primeiro filho nasce com eritroblastose fetal. -í I " : e : JQHÍO ao rupo san üíneo Rh , a mulher, seu marido, a crian a e o san ue ue a mulher a. ü_ 9 Ç 9 q 'e r transfusão: *w - E; í a 7 _ É Z 'Cx , z ; e ' ? V 5 ' - -z 'era as seguintes situações: Ag: 3 t . a e pa¡ Rh negativo “a Ê “ 3 t . vo e pai Rh positivo "à j r oositivos â- : 3.' rvegativos "t. _ R: _ 'x _ ~ : : e 2 : : r 'e : er a eritroblastose fetal apenas: R; t" ' _ é : "' _r C É. _ ___ . __ 1_ - - E 2 ê *in _e_ â . ___ E. a , ., ç, s". "- _ z. . à 7 'É l i
  17. 17. l rrifiírwi. a- 'l'lilflilflifrfifr# l? l” iii para as pesquisas com microrganismos¡ ados eram aplicados na agricultura mais, a manipulação de moléculas animais para "banco de órgãos", 1 e i 52m ferramentas importantes celulas e tecidos, cujos result e. na indústria. Agora, cada vez r": . : rece áreas como a clonagem de 53x. 2 terapia gênica - ou cura de doenças antes , i c : : rascimento - e a produção de organismos d' " É : r edificados, como os seres transgênicos, A _ . _ ¡ . ardadeiras maravilhas do conhecimento ' r í- , = É" e imano e que compõem a õiotecnologia. 7 P A l àltilíirii, i'll? .irrfifiriixif. ifilílítiiilr V- -w-, wmv. r,_¡f. .._. .¡, ~wç. ,.. .._ . tvvr) -. .._-, , _ , M l . ..n. »«tu§&›; ¡ . . _ ____ 2
  18. 18. Você conhece esse símbolo? Ele e obrigatório em embalagens de alguns alimentos. m* Vocêxjá ouviu falar em transgênicos? e Quais são _os alimentos transgênicos que você conhece oujá ouviu falar? Biotecnologia é o conjunto de conhecimentos que permite a utilização de técnicas de cão de DNA, modificando geneticamente diversos organismos, para uso farmacêutico, medicinal e até para clonagem de seres vivos. u ~ Leaicina Molecular, área de pesquisa da Medicina tradicional, busca o desenvolvimento ' : :íícntos para doenças, tentando entender o mecanismo de funcionamento de genes, c: : c outras moléculas do corpo humano e como as falhas na função dessas moléculas ' v: doenças. cobertas determinaram grande avanço na Medicina: a das vacinas, em 1796; a dos em 1928, com o advento da penicilina; e a da estrutura da molécula do DNA, ' . :f___: '; conhecer melhor a transmissão hereditária de doenças e o mecanismo de ação de * _ , _. ._. C1b. ícos curam, vacinas previnem, mas foi a partir do sequenciamento da molécula do : que os cientistas puderam investigar as causas genéticas das doenças, e, a longo _ ' ' : lrncnte essa descoberta permitirá a prevenção e até mesmo a correção de anomalias - . r _ _.23 Í : f meio da inserção de material genético funcional em células com genes defeituosos. :t: _TÉÍSSTJCl constatar síndromes, o mapeamento do DNA de embriões ou recém- i Biotecnologia e Medicina Molecular ' : r _7:t: ";: :-. c. elaboração de medicamentos personalizados ou até mesmo a produção de . : .15 _nor genes modificados. J r l l l . aãumnñümnunuuuhtca. : . a . , l. . . ..m
  19. 19. 'll'l'_l_: ljlflllsíllflf'lf]g'_W . s , m Clonagem : ñrneiro experimento de clonagem bem-sucedido ocorreu . .quando dois cientistas americanos, Robert Briggs e Tho~ ” s-naram sapos a partir de células embrionárias. Mas esse - , o pesquisador Ian Wilmut, do Instituto Roslin, em . no Reino Unido, apresentou ao mundo a ovelha Dolly, 7 ; Ç : nado em laboratório e que iniciaria uma polêmica entre r. 3 sociedade e a Igreja. Ovelha Dolly C c "Í c foi o experimeriízrs ãZÊOlÍâ err; da otreíê-: a rm -- I ›; :: na ovelha A foram retiradas algumas células das glândulas mamarias para ser cultiva- : : › 'i : :eio nutritivo. Dc uma ovelha B, obteve-se um ovócito (célula que antecede o óvulos _2minino), cujo núcleo foi extraído e substituído pelo núcleo de uma célula da ovelha A. _ : a-ócito da ovelha B com seu novo núcleo (novas informações genéticas) foram fundidos ; cargas elétricas; em seguida, a celula começou a se dividir originando um embrião. _ e embrião foi implantado no útero de uma ovelha C, “mãe de aluguel”. Após o seu de- ": Çximento, nasceu Dolly, um clone ou cópia quase idêntica da ovelha A, que cedeu o núcleo -; ;,112 de suas células. lII U› Allmager-n Vaslâ fora da escala da tamaníiqe disiânua núcleo de célula mamária de A Í e 'células células cultivadas mamárias da em meio nutritivo ovelha A ovócito de B Esquema do processo de ovócito da ovelha ovócito clonagem da ovelha Dolly. B (núcleo) anucleado - ' ' : _e uma cópia quase idêntica? ;stas acreditam que as caracteristicas de um individuo sejam o resultado da . genético (DNA) com o ambiente. Sabe-sc ainda que 22s mitocóndñas. ._. _ pela respiração celular e produção de energia_ possuem DNA. « . x_. ... x;s. a~. ›.s. ..nm. z.çv. kmsan. _.. .ams. ..
  20. 20. Dolly seria uma ovelha formada pela interação entre o DNA da ovelha A, o DNA das mi- tocôrdnas encontradas no ovócito da ovelha B e os ambientes onde o embrião se desenvolveu, 3 : .21: de cultura e o útero da ovelha C. Portanto, algumas características de Dolly seriam di- j_ à: :ererttes daquelas da ovelha A. à: Emblemas da clonavem ' V N- b _-“. :telha Dolly foi clonada a partir do material genético de celulas mamarias de uma n; : e. " A adulta de 6 anos de idade. Portanto, segundo os cientistas do instituto onde ela É: : ; gia Dolly já teria nascido um pouco velha, ou seja, apresentava Han : * e características que eram tipicas de ovelhas de mais idade. «WD . Í-Lesmo assim, por meio de um cruzamento 2:21. em 1998 Dolly teve seis filhotes, apa- 7: ? temente normais. Entretanto, por causa de _tírernas respiratórios irreversíveis e artrite, _í Í : eve de ser sacrificada em 2003. ~i à. .alguns animais clonados a partir de É: r f: :s de células mais jovens tambem Í, _ ñeram cedo, podendo indicar que ; Ç *nagem traz sérios problemas a ÉÉ : :-13 e longo prazos. Experiências que resultam em s: grande número de clones anor- CE cujos embriões são abortados ' , ;agem com graves anomalias que : n a morte, desencorajam ex- r' is para a produção de clones » : r into. independentemente das Bezerro clonado. . llfÂliÍll' ll' l» ll! , Í ll , , éticas, morais ou religiosas, ' f __-. _:: as que temos hoje seria extremamente imprudente e arriscado tentar clonar seres r f: : f. : 5 No Brasil, assim como em outros países, existe a Comissão Tecnica Nacional de Bios- : : ; t ñ: :.. que fiscaliza as pesquisas biológicas e suas aplicaçoes. Í #e . . * : :tunas da clonagem _ ' ' r ' : as procedimentos técnicos estiverem bem estabelecidos e os riscos forem menores, i * . z : :rjerá ser útil ara a reservação das es écies amea adas de extin ão se orventura -c _ P Ç Ç a p , ~ ÍÍ' i2” í is não surtirem efeito. 1 : s '”. ;esse que se localize DNA intacto cle um animal extinto ou ameaçado de extinção, 3¡ ' 4:; ~ _i _ra -íxam que, nor 'meio do processo de clonagem, utilizando um ovócito de uma f; t › _; , . . _ _ -, _o ; aso de uni animal ja extinto) ou da mesma especie (no caso de um animal *KIA 1 . « . . , Í . 'à * ; , ; , , : , poderiam obter copias de novos animais. -2 , -19 ' ; ~ u. e? 's Hlann-Aánu .4 . . .
  21. 21. ?ll2l”l'l'líl'lf. l*~lli “l ll ll'l'l”li'li'llfllíl'll'llíl u. : . s. . _ __. ._. .. ._. ... ... .:. _.. __, .__. -__. .____ ___ Transgênicos i nismos geneticamente modificados s ao seu DNA ou material genético dos genes (pedaços de DNA) “es- ' . :sto e, de outra especie_ f *** rsmo que recebeu o trecho de DNA . . Ls; .»L : ~ apresentará, então, as características s de sua espécie e algumas caracterís- ; icas presentes no trecho de DNA Alimentos devem apresentar o símbolo que indica o uso de transgênico em sua composição_ . e doadora. _ *r exemplo, o material genético de uma 'e de milho recebeu o gene de uma bactéria responsável pela produção de uma toxina. “ 71.: : agora transgênico (com material genético de uma segunda especie), também produz a -. que mata a lagarta que se alimenta de suas folhas_ “ “ro exemplo é ANDi (ao contrário significa “DNA inserido") o primeiro primata trans- rf r: : : nascido nos Estados Unidos em 2001_ É": foi criado de um óvulo modificado para incluir um gene que faz com que uma molécula ›; :t ; articular brilhe quando examinada por um microscópio especial. Liuitos organismos já foram modificados geneticamente_ Bactérias que receberam genes res- : : " : :reis pela produção de insulina, portanto transgênicas, passaram a produzir proteina humana, ; :: i : : hormônio pancreático que degrada o açúcar, a insulina, usada no tratamento de diabéticos. É › t-: rnente cabras que receberam DNA modificado com um gene humano passaram a produzir : :x1 uma proteína que impede a coagulação do sangue. "IOS são contra os alimentos transgênicos, pois afirmam que é um risco incalculável in- _ --. r "novos" . organismos no planeta, pois, além de os testes realizados serem insuficientes r : §. :_: .Í'. IlT a utilização segura, ha a possibilidade de redução da variabilidade das espécies_ Já os defensores afirmam que os alimentos transgê- nicos poderiam ser utilizados para diminuir a fome em muitas partes do planeta_ Exemplo disso seria um recente estudo de cientistas espanhóis. Eles desenvolveram o milho-branco transgênico, que recebeu três genes, cada um deles para promover a produção de vitamina A, de vitamina B e de vitamina C em maior quantidade. Como essa variedade de milho é comum na Africa Subsaaiiana, a carência de vitaminas e suas respectivas avita- minoses poderiam ser reduzidas. AND¡ m. .z . c ~ 'R ía-J-v"1 . ... ... ._. ._. .. m. .. . ... ... ... _ . .. l
  22. 22. ;lili glçlllllll ” l lkll'; l'. l'«l7.l'll. Lil? lflliitlílflifl? lãlÍlãlllli'l'NlfirÍliQllltglsÀlí' *lifl*l'll3'll*r_Íll? ll'l'll”ll'll'll Projeto Genoma Humano ; da *uma das células do nosso corpo possui 46 cromossomos_ Cada cromossomo é formado genes_ filamentos de moléculas de DNA onde estão as informações para todas as caracterís- É l/ i pecie humana. 'unos de 30 mil a 40 mil genes, e neles encontramos todas as informações genéticas : ÍT i : s clhos, altura, visão normal ou miopia) de cada indivíduo. Í ? NA e' uma molécula com- : :'12 duas fitas que se unem ' io uma hélice, como mostra ' : f: r T": O DNA é formado por mo- _ : '_ _as ; onhecidas como bases nitro- _ ' . _ representadas pelas letras A : i-: r.: r_; . C (citosina), G (guanina), :: naX A sequência em que se : : ; smbinação dessas moléculas : :z-: rrína o código genético de um _r : _ '”: :': 'o. O conjunto de genes de espécie é denominado genoma_ Em 1990 começou a ser deci- fr' r": o genoma humano, isto é, a : :cia de todos os nossos genes, -_; _o este concluído no fim de Ilustrações: L ' , r l r Musgo? , 'r . .aan Representação de núcleo da celula, cromossomos e DNA. _ : pois de sequenciado o DNA r , _:': :;: :-. a ordem correta dos bilhões ; _ letras" de quatro tipos (as quatro : :5-'5 r_: :rogenadas), estava concluída a ; iíi-_Js_ versão da “receita da vida", isto ' r 'ÍÍÍrZlTO genoma sequenciado. Í z: anne campo da Biotecnologia, a _ _ r r" __í Pessoal ou Medicina Personalizada pesquisas mais avançadas, na qual a . «. para ter o seu DNA sequenciado, -snhecer todas as “receitas” do seu mo, e, com isso, saber da exis- a doença ou do grau de risco de dade e, com base nessas informações, _ : r:-. ::. :nento, se necessário. wrnspondem 'f fora de ssLala _ da tamanha ñennab-w-x adenina timina guanina citosina - _ . 1 empresas especializadas realizam esse [guns milhares de dólares, em- , ;_: ›_ tmissa, essa técnica tenda a ser coluna vertebral ' , / açúcar-fosfato ' / l *l M wa 7 _,
  23. 23. ÊÀliLÀEÇÍiÀXQàlÂXÍXrltÍNçlltlltllttlltlldia ll_ li- l, r - i» L . aê: . lÍêl i c 'lvl kl! 'ri' xl' rlÉlël[«l]lLlÃ_l= à lili "illlÂlíitfàtíittÍgliiílkl'rl'rlkil'rl V n Na década de 1940, descobriu-se que os genes eram partes de r* substância química denominada ácido desoxirribonucleico, mais r ' tecido por DNA. Em 1953, o cientista inglês Francis Crick e o ista norte-americanojames Watson desvendaram a estrutura da : :Lecula de DNA. Ela se assemelha a duas escadarias, entrelaçadas r "n o hélices duplas. Quando a célula sofre divisão celular (mitose), -- . L = s "elices separam-se e cada uma reproduz uma imagem espelhada ie si própria. Dessa maneira, os genes passam adiante quando as celulas se dividem. James Watson (à esquerda) e Francis Crick, descobridores da estrutura do DNA, em 1953. Ihilluiinni lillWi ¡Iin ItH 'i , _ _ c, .aszzzmsusa/ «unzmzanu Terapia gênica mada geneterapia ou terapia genética, é uma tecnica que consiste na introdução saias" no genoma de uma celula ou organismo para substituir um gene “defeituoso”, : :fig ; oença grave. Para isso, pode-se usar um “vírus vetor”, cujo material genético e Êíwnano normal. Esse vírus sera inserido no organismo e trartsferira o material "alas-alvo. ^>rapia gênica e' a utilização tl: : células-tronco, as quais, pela sua condit-ão _ aos poucos se translortnziriaim no mesmo tipo i porem saudáveis) ; L5 -5 ' ; rg-ão_ substituindo-as. g¡ _A4_- . .
  24. 24. .ii- r | :i Ílfzlíqltílirlrílit-'iiii tãl' iÍiíiiílÍiíi-ftif iíl»í_ r' p : É ""¡_ L “w, . j . canas-tronco antidaces no cordão umbilical, na placenta e na medula . E ~: :›: - Wens de embriões (até 32 ou 64 células), apresen- : a: rsaítipla capacidade de diferenciação e podem dar . . . .. ,. . ... .._. 'ias-tronco são células encontradas em pequenas . .. .,, ,.. ... . Elas são capazes de dar origem aos mais variados _ do corpo humano. Ao contrario das células-tronco i¡ . « . as células-tronco embrionárias, isto e, obtidas de _ a todos os mais de 200 tipos de tecidos do nosso . desde que recebam o estímulo correto; por isso são _ _ , , colorido artificial, ÉÊLULAS-TRGYxFCOt e out são? São tipos de células que podem se diferenciar em células com funções muito espe- cializadas, constituindo diferentes tipos de tecidos do corpo. Em termos práticos, podemos afirmar que células-tronco são celulas que têm o potencial de recompor tecidos danificados e, assim, auxiliar no tratamento de doenças : amo câncer, mal de Parkinson, mal de Alzheimer e doenças degenerativas e cardíacas. Quais os tipos conhecidos de células-tronco e os benefícios esperados do seu uso r. : tratamento de doenças? Basicamente existem dois tipos de células-tronco: as que são extraídas de tecidos maduros, como o cordão umbilical ou a medula óssea, são mais especializadas e dão origem a apenas alguns tipos de tecidos do corpo. As pesquisas realizadas com o uso dessas células tem demonstrado a sua eficácia no tratamento de diversas doenças, a eZ-: ernplo da leucemia, doenças cardíacas e doenças hematológicas. _i5 células-tronco embrionárias, por sua vez, apresentam a capacidade de formar L_" "quer tecido do corpo. Esta sendo pesquisado, em todo o mundo, o potencial dessas ; :.««LaS para o tratamento de diversas doenças graves, como, câncer, diabetes, doenças : :en-sacas lesões de medula espinal, demências, doenças autoimunes, entre outras. Com a aprovação da Lei de Biossegurança, a realização de pesquisas com células- -: r*r. ;: embrionárias passa a ser permitida no Brasil, todavia a lei estabelece algumas es para pesquisas com células-tronco embrionárias, como: precisam estar congelados ha pelo menos três anos', . usadas por meio de consentimento dos genitores; Micrografia eletronica de celulas-tronco da medula óssea. Ampliação de 1200 vezes e Dennis Kunke¡ Microscopy Photatake/ Imageplus __ _aÃ-E . .- . _._a. -.. .;Émms«. _.. z.. r. -.
  25. 25. E _k _É , e i1 _ L “ 'É . . , . . _ _ , . e? ? w não será permitido o comercio de embrioes, nem sua produçao e manipulação gcnó- i “r- , . _ . . _ . . _ . i ga; tica. c. ainda, sao proibidas as clonagens terapeuticas, para aplicação em pesquisas l a. . j t e a reprodutiva. t &if; As terapias com o uso de células-tronco ainda estão em fase de pesquisa, podendo ' ser aplicadas somente de forma experimental por pesquisadores cujo projeto de pesquisa Lenha sido aprovado previamente nos Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs). à, Biblioteca Viriualein *Saúde do Ministeriogda Saúde. lexiraido do : di: :: E1 _ p E b'sms. saude. gu'. br/ b s/ dicas/ l68celulas_tronco. hiiiil>. Acesso em li' tic-. -U. . . i ~ r-~ ÃKJKQÂÊS t» 2:-; “ÍÍ. 'É. »*': .E li - J uuise em livros, revistas ou na internet e faça uma linha do tempo com pelo menos i0 -escobertas ou avanços da Biotecnologia e da Engenharia Genética de 1950 ate agora. Diga a descoberta, quem a fez e explique um pouco sobre a sua importância. Se necessário i! à -t íze uma folha de papel sulfite A3. ”" «- 1 . , . . . . , . É 2. _ “prensa, no inicio de 2001, noticiou que um camundongo recebeu um gene de agua-viva l É : se faz com que ele brilhe no escuro por causa da bioluminescência. Qual é o nome dado a j j' ¡ij! esse "novo" tipo de organismo? " '- ' 3. O ue e' o se uenciamento do DNA no Proeto Genoma Humano? É à 4. Qual a utilidade da clonagem em relação à conservação da biodiversidade? ¡ _a -' -_ 5. Explique como as células-tronco são úteis para a Medicina. l -' J 5. '.35 Jltimos 10 anos, mais de 8 mil bebês de proveta nasceram em nosso país. Pesquise e ex- ' É: : : .45 o que é um bebê de proveta. Faça esquemas explicando como se da' o procedimento à? geração desses bebês. 'a a Ci-Slús mais cultivados no mundo são a soja, o milho, o algodão, ia canola, a batata e a : e Agora, as leis "obrigam" que qualquer alimento transgênico comercializado deve , e' “e embalagem _uma identificação para que seja facilmente reconhecido. Discuta com Il : - gp: : de estudo a validade dessa medida e escreva uma conclusão no caderno. ' . 'n I ( i l/ I *Í* ft _à partir da coleta de sangue e da análise do material ~ de glóbulos brancos, podemos fazer o teste r: : S. - É; ». . comprovar a paternidade ou a inocência ¡ N S; a : '_: _;; de envolvidos em algum crime. Faça uma l R_ , , pesquisa internet ou em revistas e livros de como , p s Ç : › . 'Em seguida, elabore uma reportagem _icío e insira no texto essa explicação. t1'

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