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Apostila EJA 1 ano - Bio - Prof. Kelly

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Apostila de primeiro ano do ensino médio do EJA da Professora Kelly de Albuquerque Boaventura

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Apostila EJA 1 ano - Bio - Prof. Kelly

  1. 1. l i Ê L , 2 . x 4-” ; wav cw 8mm/ ?luar/ vw A ecologia é o estudo dos organismos vivos em seu conjunto. É uma ciência relativamente recente, iá que há apenas cinqüenta anos se iniciou o seu estudo aprofundado, a fim de estabelecer-se as rela- ções entre o meio ambiente e os seres vivos e as de seus habitantes entre si. Por isso, é considerada como nova e inclusive, no entusiasmo de classifica-Ia, chegou-se a afirmar que, mais que uma ciência, e uma forma de entender a vida em nosso planeta. Mas não é bem assim. O que a diferencia das ideologias e a cata- Ioga como ciência é o uso do ntétodo cientifico para descobrir as rela- ções entre os seres vivos e o meio em que vivem e, assim, obter conclu« sões próprias. A ecologia, originalmente, nasceu com a História Natural e com a Geografia. Hoje está incorporada à Biologia e ainda se relaciona com outras ciências, como a Química, Fisica, Sociologia, Antropologia. Meteorologia e Matemática, nas ouazs se apóia, já que todas elas, ainda que de distintos ângulos, es da": : ambiente. Por outro lado, se procuramos GCtCÉláliO, ele nos diz que ecolo- gia provém do gre” "^ " : se quer oizer casa, e "logos", que quer dizer arena/ e, c_ gia significa "ciência da casa". 0 termo, no sentido due c: TO¡ utilizado pela primeira vez em 1870, por ur cientista a: mão chamado Ernst Haeckel, em sua obra Mo/ fa/ ag/ à d' dos Organismos. Nos dois meios, aquático e terrestre, existem caracteristicas espev cíficas que fazem com que os seres realizem as funções de alimentação e respiração de uma forma determinada. Assim, um animal terrestre não poderia sobreviver na água, nem um animal marinho sobreviveria sobre a terra. Portanto, os organismos possuem adaptações que per- mitem sua sobrevivência em determinado meio. Essas caracteristicas fazem com que estejam adaptados a esse ambiente. Assim, o peixe pode nadar com suas nadadeiras e a forma de seu corpo lhe facilita o movimento no meio líquido_ A presença ou ausência de urna caracteristica pode favorecer ou desfavorecer, portanto, a sobrevivência da espécie em determinado ambiente. Da mesma forma, muitos dos caracteres que diferenciam certas Taças de outras, como, por exemplo, a forma dos olhos, a cor da pele. estatura, feições de rosto e tipo sanguíneo são adaptações diferentes ã certas condições de vida no meio habitual, como a posição geográfica e o clima. As características adaptarivas são tão importantes que, quando ; m ser vivo é deslocado de seu meio ambiente, ele só sobrevive se ' eguir se adequar às novas condições do novo meio. Este e o prinv problema de introdu 'r se espécies em ambientes que não sejam as, pois acabam morrendo ou competindo com a espécie nativa e 1d: com que esta última desapareça. #t Se observarmos, por exemplo, uma planta de montanha, veremos que, transplantada a uma planície, ela deverá se adaptar às novas condições climáticas para poder sobreviver. Muitos dos seres vivos que habitam um mesmo meio têm semelhanças notáveis entre si, ainda que pertençam a grupos diferentes. Chamamos isso de Convergência Adõlltativa, que é resultado da pressão seletiva que o ambiente exerce sobre as caracteristicas das especies. Por exemplo, os cetáceos ~ balei- as. cachalotes e golfinhos v estão adaptados à natação e têm aspecto semelhante ao dos peixes, apesar de serem mamíferos. Os insetos, aVeS 9 QUÍTÓPÍBFOS (morcegos), que fazem parte de diferentes grupos, estão adaptados ao vôo. Esse tipo de adaptação chama-se conver- gente. lsso quer dizer que diferentes grupos possuem características semelhantes, ou seja, usaram estratégias parecidas para resolver o mesmo problema, para viver em um mesmo meio. De qualquer maneira, não existe uma adaptação “para todo uso", que permita a um organismo vivei em todo tipo de ambiente. Ao con- trário, para cada ser vivo existem condições mínimas que asse-duram sua sobrevivência no meio. Essa afirmação se observa muito claramente nc cas* Enquanto alguns só podem viver em água salgada, outros s: águas doces dos rios. lsso devese ao fato de que os penas estão adaptados para suportar certa concentração de sal e que se e: concentração fosse muito mais alta ou muito mais baixa, não resistiriam. Nicho Ecológico nismos que se relacionam quanto alguns seres se materia em decorncosça contram no chão, outr: tam de plantas clorof : tros ainda nutrem-se de o seres vivos lcarnívorosi, 7 a de maioria dos seres r chamados produtores cipalmente por veg neira como a espe: cursos do m: : c' A propria : a awe ' c szgñificado. Habitat, de "habitar", e' o lugar onde encor. species. São subconiuntos dos am- bientes, que são numerosos e grandes (por exemplo o oceano, a selva equatorial, o fundo de um lago), de maneira que várias espécies podein explorar o mesmo habitat. Assim, por exemplo, o ambiente lago apre- senta vários hábitats ocupados por diversos organismos. peixes, inse› tos, pequenos crustáceos, larvas de insetos, plantas. .. Pois bem, habitat é o lugar físico ocupado pelos organismos. Já seu modo de vida, o papel que desempenham dentro do hábitat, é chamado de nicho ecológico O nicho dependerá muito da adaptação que a especie possua e também do seu tipo de alimentação. .Já que cada uma delas se instav lará no lugar onde encontrar seu alimento com mais facilidade. Por exemplo, as plantas clorofiladas do charco se situarão onde a energia solar incidir com maior intensidade, para poder captar toda sua energia; os insetos estarão sobre as plantas; os fungos e as bactérias, sobre a matéria em decomposição. E assim cada uma das especies ocupa seu habitat no ambiente. Cada nicho ecológico e ocupado por apenas uma espécie, pois, se fossem duas, competiriam entre si até que urna con› seguisse deslocar a outra. _uma - ~»›~v-v: mq-r1,_, _ . -. .. .. . _ . m- 4a. --- ___. .__. _ _
  2. 2. ,ñçqum-a. .. esmas DA BlOSEERA (EXTENSÃO verrncAL) 2.000 1 1 . O00 O nicho de uma espécie pode/ ser amplo, e ao longo da vida obser› ›se diversos comportamentos. E o caso dos sapos. Ao nascer, quando : sr brânquias. Quando são adultos, respiram pela pele e por pul- - se alimentam de insetos que capturam fora d'água, ainda que em vivendo em lugares úmidos. ° capítuloj Componéhteç 'É do Meio"Añ1bieñt'e-g _ como, por . _o x¡ nases. cais fatores determinantes das cias' . âxlSilf eai um meio ou em outro. Existem 'noerarura que marcam a possibilidade de vida dos organis- ntalnrertte, os limites de temperatura que coriiliciorarn as . acoes dos organismos a seu meio ambiente oscilam entre O e 45 us exemplos a seguir nos permitem avaliar a impcrtàrtcia da tempe a para os seres vivos: durante o inverno, os ieuteis, os artiibios e r : isetos experimentam trma especie de mamíferos, como a marmore, o urso, o pc e vzirii; es de morcego vivem um estado letárgrco durar pocn intiernar, : n00 a diminuição da atividade metabolica provocada pela queda de ' mneratura. As migrações das aves devemse à necessidade desses de procurar zonas mais quentes e mais favoráveis. A luz, como fonte universal de energia de todos c. , seres vivos, e fator ecológico importante. Para as plantas e ! WSUDSÍIÍLIlK/ Eg ja que . unções vitais são influenciadas pela luz. Quanto aos animais, _há que realizam suas atividades à plena luz v hábitos (liulliüí a uns : o a luz e escassa hábito crepuscular i- e outros que riesenvor, suas atividades em absoluta escuridão - hábito noturno lisra de seu corpo, t. .. L y »Raros anrópodos A água, aierit de ser um dos mais importantes ' ' nr fator decisivo e Fldlspensávej CL. rtente, a massa . icioalmente à água Llquon¡ o musgo¡ quaatrsaue de : _ Os Gases, _ . C oxigênio o o gás carbônico, são imprescindíveis para que os seres vivos possam respirar e assim obter a energia necessária para viver. A pressão e particularmente importante no meio aquático. Quando e muito forte, só as especies auissaig podem suporta-Ia. Os Fatores Bióticos Todos os organismos que vivem em um mesmo ambiente formam o que chamamos de componente: ou fatores hióticos. Quer dizer, as plantas que cres- cem no chão, os microrganismos que decompõem a matéria morta, os animais que competem pelo alimento, os parasitas etc. Em maior ou menor medida, todos dependem uns dos outros. lmaginemos o que aconteceria_ se ocorresse uma seca em um lugar com vegetação abundante. A vegetação desapareceria 3, por- tanto, os animais herbívoros seriam privados de alimentação. Por outrr. lado, desapareceriam os animais que se alimentam de herbívoros o, finalmente, o homem não poderia cultivar a terra nem caçar ou criar animais. São evidentes, entao, as cadeias formadas pela relação entre as distintas especies da nature7a. LUZ r v . / FOTOSSÍNTESE › - . , I Gt¡ oxlgtrilo V' Molócul¡ omlnlc¡ (gllcolo) z ~ M . l . f, di, uetsnomoro ^u7óm°F° Q m: carbônico (animal) (plana) ç __ 3 z *Q Cê 2 00 xi ~x ' ' - -i . . 'r “é riu¡ nzMiiiAçfa) jiPóraulaçqes A ; zscqmunrdàdesz i A Populaçao Em ecologia, quando falarrios de poriularjãoÍnos referirrros : c CU” junto de seres vivos de urna mesmo espécie que habitam um deterinr rn Dr. : o ~~ EQCES QL¡ S610 ê ã at.
  3. 3. Já que o assunto é_ ê / ” cm N resgtrtaus rirovos HÁB| T0$ F . _ 'Jiunicipal . João Costa, em Joinville, Santa " 'anna foram necessários nove anos para transformar a "O/ O, em média_ "Resolvemos adotar a questão da água como carro-chefe da Educação Ambiental, porque ela permite esta- belecer pontes com todos os outros aspectos da ecologia", conta a diretora, Brigida Erhardt. Há dois aiios, a escola entrou no Programa Água Nossa, parceria da ONG Água e Cidade com a Secretaria Municipal de Educação. No início, os estudantes aprendem a "teoria" sobre a água: de onde ela vem, para que serve. onde está sendo poluída, como é tratada, qual sua composição. .. Para isso, a aula é deslocada para um cenário muito inspirador: as mar- gens do rio ltaumMirim, vizinho do colégio, O segundo passo é investir na mudança dos hábitos. As crianças identificam formas de desperdício em casa e na esco- la e buscam alternativas para evita-las. A aluna Monique Lucas Marques aproveitava a hora de lavar a roupa para conversar com as amigas. Enquanto o papo se estendia, a água corria. “Agora, lavo rapidinho e só depois vou fofocar", conta. É i r É É ). Ê i i r r É. i Ê Í i i i r i Ê O numero de individuos de irma populacao e variável e lTlLIdñ com Certa freqüência, dependendo das taxas de natalidade e mortalidade e aos movimentos migratórios. O total de nascimentos por unidade de tempo corresponde à taxa de natalidade, enquanto o total de : noites tor unidade de tempo corresponde ? i taxa nc mortalidade. Se iiin noz-á grupo cl: ~n *rn lot-al acirpado pela população o coii~ " ' '-49 e se um sai da sir . n e considerado emigrante. , 'âmetr-a ponen* traria: de intensidade, e isso de' , , favorfweis ou desfavoráveis do meio ambiente. ,, a, a populacao cresce ou diminrii. i Comunidade e populaeao. Pois lie-rn, o cziiijunto de populações ' de uni territorio denominarse comunidade ou o entre as populações que compõem uma comuni . eita, jzi qu; r. :as dependem das outras para nose se define pelas características do meio que iahita recebe u llúfllí) do 'oiotopci Biomas ndes 'oiucenoses no estagio clímax, adaptadas a planeta, com fisionomia relativamente uniforme e do tempo -s e de água doce. Nesse bioma ectônicos ou bentônicos. Cümbõem a região. Os pric floresta tropical, campos, saacas, pântanos, áesefws. _____». g-_¡, ,¡. ¡› mm, ... .. .. Terrestres - sua classificação está relacionada as plantas que i5 53g; iundra taiga, floresta temperada. Obs. : lvlangue ou manguezal é um bioma de transição entre o mero aquatico e o terrestre_ Se somarmos a comunidade ao biótopo, teremos um eCOSSISÍemJi Em outras palavras, as populações e o lugar onde residem formam r, ecossistemas, nos quais se distinguem dois componentes bem definido: - Biótico - representado pela comunidade: f Ahiótico e representado pelo meio físico. E muito difícil apontar os limites que definem um ecossiçitieiiri importante é conhecer os dois componentes fundamentais e o fiiirii namento do ecossistema. A i. iaior parte dos ecossistemas se formou atraves de ii evolutivos muito lentos entre os indivíduos das diversas p' meio ambiente. A comunidade que forma um ecossis do e ao mesmo tempo estável é conhecida pelo nome à' climax. Por exemolo, imaginamos que tenhamos plantado aigiiiis (Em Iiptos em um reflorestamento. No mesmo instante_ constituivse 'r pequena coníunidad= ia que o abastecimento de luz é bom, A ni que as arvores vão soêo, 'tias *e fomanc; conrunidades com plantas que sohroi urna baixa intensidade luminosa, e os animais tairhent . mesmos do início, A esse processo dáse o nome de sucessao e ca, ou seja, é a mudança seqüencial e gradativa de uma comu pioneira até que se atinja a comunidade clímax, que aiito-srifii: rosii- (w431i (fill . r.i' 'autoweguladora Cadeia e Teia Alimenta de um Ecossistema Cadeia Alimenta A natureza está em constante busca de uma ordem Por isso, ~. ecossistema nunca está em repouso e nele, conti ' zem~se todos os fatores necessários para não se r-. rnpe desses fatores, talvez o mais importante, é a cade . . a
  4. 4. ,asa. ..'_. '._-_. ._“-. c.g›szg~_v. z~. ~s. _cg . ___. .'› ____. .-- - -. ... ..~_. . . . s. . - - . .A , -_. -- A ; Lh ~ ' ' ' 3'; ~. - p_ II) 5/ grow/ dj. , ; Lt Eiceieecíwu »L , ót/ V @gnt/ fm , deep çcíàwuy . a X7 ? N49 ? ZÔCQL H 411/471# (fig 14/723 . Mm 'ññwiígi i « m ! LJ , L Míi/ rrií/ #JZ/ VV ÍÊYK'Q: Í /7 Jàicánwpgê/ À/ , do 'Z A, 'Wu' @Lp lxoüeuv tpuÀiLéiTtceA , qr , v4 g ; Li / Ãàcown/ y XX/ l/"'. ÍC'HÍÍ/ A *be - E» v) i5 , cLwu , comeu Mod/ MW »CUÁM^MvÍCL~ @um . me 7m” www? 3 “ii w”üfíiiíüiíüàííã'x"â'â , BWCfÕvW/ WWVK 776w/ /ib _ou : et/ mirim za* _zu/ ice . Li/ m (rm/ ru, ma ›ll, Hii, ii, 'i. 'i7li”ifififil; iiiitiiiii. “llfliilfi. 'iii, lii'iHifi
  5. 5. :ado de nível tráfico. Nível trófico - - ' : a dizer um nível tráfico. = mente se apresenta da seguinte forma: 1 ° nível 2 ° nível 3 ° nível 4 ° nível Produtor Consumidor Consumidor Consumidor primario secundano* terciano* Seres fotossintetizantes e Carnivoro oue quimiossintetizantes se alimenta produzem a matéria Herbívoros Carnívoros de orgânica para os consumidor demais organismos secundário. do ecossistema. ' Todo consumidor se alimenta direta ou indiretamente do produtor. Vejamos como funciona no oceano: em princípio os produtores : aotam a energia dr. Sol e, a partir dela, fabricam a matéria orgânica da : _al se nutrem; são as microalgas, que formam o fitoplâncton. Depois, *a os consumidores de 1° nível - zooplâncton herbívoro -, que devoram : iizoplâncton e são devorados pelos consumidores de 2° nível -- aren- . ioros. Estes são devorados pelos consumidores de 3° nível e atum, a e outros peixes maiores, que servem de alimento para grandes esqueçamos dos microrganismos decompositores, represen- rfiingos e bactérias, que transformam os restos de organismos ~ nutrientes, que depois servem de alimento para as plantas 3 ciclo da matéria se completa, Gafanhoto (consumidor primário) V Plantas rsrsrs-tutores) f __J . , Ç. , a _ tcütisriiiridor ~ terciario c cjjgnder o que é uma cadeia alimentar é importante conhe nde ao tipo de alimento e à maneira de se alimentar de _ . a. Quando grupos de organismos apresentam tipo seme- drtrição, constituem um elo dentro da cadeia alimentar, o Classe especial decomposição da Pássaro (consumidor secundario) Teia Alimentar Cadeias alimentares interãigadas formam uma teia alimentar, comu_ mente, dentro do mesmo nivel trofico existem outras espécies, e cada uma delas alimentase de organismos de dois ou mais niveis tróficos diferentes. Decompositor Pnncipalmentr microrganismos (bactérias e fungos). Obtém seu alimento através da -' asse. ; As relações das cadeias alimentares são complexas e envolvem muitos seres. s r' PLFÃ . ..(4 a matéria orgânica de plantas e animais mortos. Interação entre os Seres Vivos do Ecossistema Em um ecossistema, além das relações alimentares (cadeias, tei~ as), existem outros tipos de interação entre os componentes das diver sas especies. Sempre que isso ocorre, uma delas, ou ambas, modificará sua capacidade para crescer ou sobreviver. Essa interação pode ser positiva (quando há benefício), chamada simbiose, ou negativa (quando há prejuízo), chamada antagonismo. c- simbiose A simbiose admite três possibilidades: Mutualismo A interação é OÍMÍQHIÓFVJ [uma especie não vive sem a outial Benefício ambas as ospe' t Exc . rplo: Algas azuis ou verdes X fungos lliquensl A alga realiza fotossíntese e fornece alimento orgânico para o fungo, que em troca provê à alga sirbstânçras inorganicas essenciais para a sua sn' brevivencia. Cooperação Ambas as espécies se beneficiam, mas a interação não é obrigatória Exenrpln' Caranguejo paguro X anêmona (actíneasl O caranguejo é protegido por conchas de gastrópodos, nas quais ele coloca várias actineas lanémonasl. As artémonas recebem restos da ali mentação do paguro, que servem como camufla- gem, danilo ao caranguejo a possibilidade de au mentor sua capacidade predadora_ Comensalismo j_ O beneficio apenas para uma das espécies, mas sem prejuízo para a outra. Exemplo: ;eixe X tubarões Certos peixes se prendem a tubaroes, BDlCVBl' tando seus restos de alimentos.
  6. 6. n. Antagonismo j ' : :' E3"': i8 três possibilidades: ggmpencào interespecífica - 1 s são prejudicadas. , entre individuos de espécies diferentes e quase : z , . disputa pelo alimento disponivel, espaço, luz etc. ismo *t se beneficia e a presa, que é caçada e morta, se , _ _specie usa a outra como fonte de alimento, E o tipo r : *a teia alimentar. ; s" 't : oruja X rato, leão X zebra. ? yasitismo I : : : ara o parasita, preiuizo para o hospedeiro. Essa relação . , , >Í homem X protozoários líiypanoso/ na, P/ asmad/ unz etc), 1 : ~ t** X vermes [Assar/ s ? aan/ a etcl, 'A - Exoparasita - parasitismo externo. O parasita manténí uma m** independência em relação ao hospedeiro. :los: insetos hematófagos, pulga, mosquito etc. P. z l g É: : o que prejudica esse equiliorio e o altera pode ser chamado r ao. A poluição é provocada pela atividade humana e está . a à concentração das populações. , *mem produz residuos e lixo, explora os recursos naturais, des- * stemas para se fixar (construir moradias, plantar) em exces~ : iticulta a natureza de se recuperar. quanto maior for o número de pessoas, mais intensa 'iii Tipos de Poluição ç - *a ambiental pode tomar vários aspectos, dependendo oo 7 e da parcela do ambiente mais afetada. De um modo onsiderar a poluição do ar, de éigua e do solo. Outras . .lÇãO que também podem ser citadas são a a sonora e a radiotiva. Poluição do Ar - v : ir resulta dos tipos e da; quantidades de poluentes 1m. E especialmente comum nas grandes cidades 'r ' “cmem, mas também as plantas e os animais. Os poluentes do ar podem ser diversos ti- pos de gases toxicos e partículas sóli- das. Os principais gases poluentes são o dióxido de enxofre, os sulfatos, o monoxirlo de carbono, o dióxido de ni- trogênio, os óxidos de chumbo etc. As particulas sólidas mais comuns na at~ moslera são: poeira, fragmentos de sílica, particulas de amianto, grãos de pólen, esporos de fungos e bactérias, «rirus etc. , ghyg-I" . ..hmm na» As principais fontes de poluição do ar são as indústrias, os motores dos carros e dos avioes e a queima de lixo. Raramente a poluição do ar se deve a um só tipo de poluente. Nas grandes cidades, o que ocorre e uma associação dos diversos agentes poluentes, 0 QUE lleüümlenlcl" te agrava bastante a situação, Por exemplo, o dióxido de enxofre. 0 poluente mais comum na atmosfera, sozinho é capaz de provocar sérios distúrbios respiratórios. E quando se combina com sulfatos, torna-se mais perigoso ainda, podendo _causar a morte de pessoas, devido a complicações pulmonares. Vários tipos de moléstias crônicas dos pulmões - ataques de asma e bronquite ~ e reações alérgicas das vias respiratórias são causado: : por gases tóxicos e particulas em suspensão na atmosfera. Um exemr plo é o das fibras de amianto, que causam câncer de pulmão. Essas libras podem ser encontradas em quantidade bastante ele- vada na atmosfera das grandes, cidades, pois escapam das lonas de freio dos carros. Poluição das Águas A atividade humana vem causando, nos ultimos anos, um grande impacto nos ecossistemas aquáticos. São muito freqüentes as noticias de mortandade de peixes e oe outros organismos em rios e litoiais poluídos. Também são comuns as notícias sobre a contaminação de alimentos provenientes de rios ou do mar. Os rios que servem as regiões mais povoadas sofrem descurgzi continua de dejetos humanos, detergentes domésticos, residuos iri dustriais, fertilizantes e defensivos agrícolas etc. Todo esse materia orgânico e inorgânico causa poluição das águas. Mesmo águas subtni râneas têm sido contaminadas por produtos que não são blDdCfllíldf/ lvfllf* Os esgotos das cidades, por exemplo, lançam nos . is deietos humanos e detergentes domesticos. Os excretos humanos constituem matéria orgânica favorável ao desenvolvimento de certzis baitierieis cuja intensa atividade reduz a quantidade de oxigênio na agua, inipe dindo a existência de organismos mais complexos, Ao atingirem uni número muito elevado, essas bactérias podem esgotar o oxigênio_ p v2 sibilitando o desenvolvimento de bactérias anaeróbias. Esse pr : a existência de agentes patogênicos e de partículas em . 1 explicam a ausência de peixes c outros organismos aquáticos em rio: poluídos. Nestes, podemos encontrar apenas virus, esporos de fungo» e bactérias, cistos de protozoários e ovos de vermes. Os residuos industriais lançados nos rios e nos mares são altamen te tóxicos. Dentre outros, podem ser citados os cianetos, derivado; fenólicos, nitratos, vários sais de metais, além de arsênico e mercuriii muito perigosos. Ficou muito conhecido, por exemplo, o problema d; envenenamento pelo mercúrio d'un eclodiu no Japão, em 1955, mas sr. foi resolvido em 1960. Uma fábrica de plástico que lançava mercúrio no mar estara ca. = minando peixes e ostras. Ocorreram inúmeros casos de BHVEF to de pessoas que se alimentavam daqueles organismos dos. Hou 'e muitas mortes, casos de alterações do siste (surdez, cegueira, perda da fala e dos movimentosi e fígado, rins e intestinos_ . .àmíga
  7. 7. d) @Lord . e @ein/ cette ! CL- P a? ) ! Ox , Q/lC/ (xnqíoéê/ À/ . t npucw zm” W bcp/ i A_ / v J A z) ta; Mai¡ , CC/ Lv ; Lp ? ggw/ à / mia/ Of Í AQ? 3 . Áéráucfcc 742W». p_ ÚNLi/ LÉMZV : Xuxu / Zoceélzoom/ i» n Zi) 'Li mama txwuw/ »W ? LÚJK 793444( . .MCLLl/ t-LÍl/ Wt* ' 5) ¡Qís 3 yq, n-Y7Zitg/ ] ou. .xíifttac/ ¡i-«Z/ i dão” jcelíqtktcà ll ; ye- 139V* ' #na CPU, C: tm 'vtt-narté ÃQÍQ/ nuzu / iwimzoi/ Àrmü, AM2/ i7 kfÍkhq/ B/ - if) 7m x” ¡l/ Tffãiífü' 776W km4” 7” Tp-ctm/ @pote QMÍLÃa/ i locus/ ha» (My lap/ CCV t/ /AÍAf/ u OWA/ Mx¡ , Mm jámiy/ Nnê* CU ÁLUPW» CiLÚÍ/ l/LL/ LLMÔ” tri/ v" Tio/ Vu Jem/ Cs? “ll a# ÕAWi/ wxpxíyouut da Mou WV &Zz/ W- ÍQ) O 0 L Mgâw; 78mm il M/ n MJNHYÃ_ ¡mAUnj-; wgbyifi
  8. 8. _Ju-nn_ . .. especialmente os inseticidas à base de ulverizados nas lavouras. eles são rios e mares, chegando a matar peixes, stretanto, quando doses não-letais são as, eles podem chegar até o homem na do. . ainda a contaminação pelo petróleo e seus - eiros são os grandes responsáveis por esse reservatórios de petróleo são lavados 'com so, ocorrem acidentes com poços de extração _o de petroleiros. -Wado no mar pode aderir à plumagem das aves : seu vôo e matando-as por afogamento. Por for› 'poermeável na superfície do mar, também destrói o conseqüências para todos os seres marinhos que Z -ndo as doses não são letais para os organismos ~ ser ingeridos pelo homem, que sofrerá os seus Poluição do Solo aoluentes do solo são os fertilizantes e os defensivos u, : :é : antes compreendem os adubos orgânicos e os adubos gãnicos. Os adubos devolvem ou acrescentam ao solo : EIS minerais importantes para as plantas. Embora me- izas, os fertilizantes químicos podem poluir o solo por e destruir as bactérias que fixam o nitrogênio, Isso 3 problema: primeiro, a destruição das bactérias fixadoras 'ta o solo estéril e então ele vai necessitar cada vez : Para produzir; segundo, grandes quantidades de sais : os para os rios pelas águas das chuvas alteram a vide aquáticos. ls ílns E08 Mvolúxlcos Com na chuvas, m lñlmózica¡ das ; autuações , 'vão pain u: nos Os agrotóxicos contaminam os peixes (1), a agua (2) e os vegetais (3). 'lCOlãS ou praguicidas podem ser altamente , herbicidas, fungicidas etc. Dentre os insetic# são o DDT ldiclorodifeniltricloroetano) e o BHC ' lverização das lavouras com esses insetici- ente controlada, pois doses em excesso 'ate tóxico, pode ser progressivamente acu , especialmente nos tecidos gordurosos. Por 3.25 vivem iirirri solo que contém uma unidade de inseticida po' grama : :sem E” meu_ os pássaros que as cm grama. O DDT, ale. . : e se' : a hepáticos e nervosos 3 r Outras Formas de Poluição A Poluição Sonora A poluição sonora vem se a1' cidades, que são fontes constar: ., medida em unidades chamadas oecr até lZO decibéis. Acima de 85 decicei sensaçõ* ; desagradáveis e acima na populações das grandes cidades, subntetio intensidade de ruídos próxima do limite suoortanel progressiva e distúrbios nervosos. A Poluição Radioativa A poluição radioativa é outra forma a ser considerada, ,às nucleares e as experiências com bombas atômicas contaminact o ar, a água e o solo com o "lixo radioativa". A radioatividade resultante desse lixo pode permanecer no meio ambiente por milhares de anos. As rad» ações, além de letais, são cancerígenas, e a sua atuação , nor _period s de tempo muito longos torna essa forma de poluição particulasrn . grave. Meia-Vida Fisica Apmximnda Principais Eleílos Substância em Seres Humano: Fonts Plincipal Iodo ~ 131 Reatores e dias Câncer de tireóide C6, Cobalto a eo Reatores 5 anos : :Sgrâscjgrfâíídüv õ Estrñncio - 90 Reatores 28 anos Câncer de ossos Césiu~ 137 Reatores 3o anus Alem _as "mas . ' " muscuiares Rádio - 226 Natureza 1.602 anos Plutónio r 238 Reatwes E 24.368 anos a ser), “mas "“°'°“""5 e cancer DJÍHWDHÍH Urãnio - 235 REãWeS E 2 m: rõesode anos Aee no organismo armas nucleares . numa Acidentes em usinas nucieares são uma ameaça constante.
  9. 9. A Poluição Medicamentosa 'ía causada pelo uso indiscriminado de : s antibióticos, trazendo sérias conse- uos, por exemplo, são usados princi- es bacterianas. Entretanto, fieqüer* . antes ao remédio, que passa, então, a devem ser levados em conta os chama' a maioria dos medicamentos provoca. code e deve ser conseguido. Embora esse mente compensador em termos de prote- , _tora_ O lixo doméstico das grandes cidades, 'a e** grande parte, reaproveitado corno adubo. Os 5 : :sem ser incinerados ou piensados e coloca» ainda muitas outras formas de utilização des- do seu volume. Também os residuos indus- JS, reaproveitados ou colocados em lugares - :3 a vida do planeta. Efeitos Biológicos da Poluição inversão Térmica irl ' 1%"? :se ocorre principalmente no inverno e nas gran : veiamos como ocorre a dispersão de poluentes , ções climatológicas normais: o sol aquece a su- : e : se . ioera calor. O ar quente sobe, levando junto os ' mento da altitude, o ar poluido resfria-se e sobe *ais frias, Os ventos nessas altitudes se encarre- : : coluído. versao termica, isto e', a superfície terrestre irão para levar o ar poluído para as altitudes mais ncentrada nas camadas mais próximas à strpera n: , . ,, :e . rroblentas à população. ' t* " istornos provocados pela inversão térmica, a , , , ou, a partir do ano da i996. n SlSÊDlllfl dc , ; 'r r í ' ÍJÊHÍB os meses de inverno_ Chuva Ácida *ida Qualquer precipitação, seia em forma de r . 'eclrna, que conterzlia gases oe enxofre e nitroa são gerados pelo queima combustivr fos› “JÉDHIÓVGlS, Os óxidos de nitrogênio e o droxido ein ácidos quando em contato com água. A -Í na atmosfera tem aumentado muito nas , seqiientin d: : crescente irrdtrstiializaçao. e são extremamente nocivos, pois alteram orais como a Acrópole, em Atenas; o Col/ seu, -nrre-/ Jgi/ ne_ em Paris e outros. Acredita se a sarioe humana, ». c ^ contem uma concentração de poluentes oadroes intern Em Bagé lRS), há a carvão, que pode estar provocando rguai. aq. .. , _.. Camada de Ozônio A cerca de 20 km oe âiilLC-Í: na atmosfera, existe Lima lina cama- “3 iülmâdãi pelo gas o: . ~ cera combinaçãc de três átomos de oxigê- nio Esse gas e ÇLICCoZlCÇ 2.a' 3395 rr tas verdes e sua iii tóxico, e nocivo as p. .., __, ftirr-dnnitrntzil para a n11' tosferzi, ele bloqueia a penet: toda a vida no planeta. Em 1985 a NASA anunciou a exist' camada, uma região onde a concentração o: c nrenor, localizada sobre a Antártida. Estudos' buracos ern outras regiões do planeta e tarn casos de câncer de pele nessas mesmas re ção entre a camada de ozônio e ; i preservação _a Logo se descobriu que os responsáveis pela _ dade de OZÓllIO na estratosfera são os CFCs icIo. gases utilizados no mundo todo em aerossóis, na iâllllt_ cos e solventes e em geladeiras e aparelhos de arvconcz; pressão de grupos ecológicos e cientistas levou à assinatura do Proto- colo de Montreal, um acordo assinado em 1987 por mais de cinquenta paises, estabelecendo a total eliminação dos CFCs até o ano de ZOtO. O uso desses gases tem diminuído continuamente em todo o mundo, inclusive°no Brasil. No entanto, calculase que, devido à quantidade de CFCs presente na atmosfera, a reconstituição completa da camada de ozônio levará mais de um século. . muito feito Estufa É um fenômeno provocado pela propriedade que possuem deter- mrnados gases [como o dióxido de carbono, o metano, o óxido nitroso, o ozônio e o CÍOlOilUOlCaILOHOi de manter o calor do Sol na atmosfera, impedindo que escape para o espaço depois de refletido pela Terra. E a forma natural de manter a temperatura da Terra em torno de i5“C. Esse fenômeno, portanto, é essencial para a vida no planeta, pois sem. ele as temperaturas se manteriam em torno de 33°C negativos A maioria dos gases que causa o efeito estufa ocorre naturalmente na atmosfera. No entanto, a emissão de poluentes atmosféricas está HLIiTlBÍlÍÁHÍiC, devido a fatores como o ritmo crescente da industrializa- ção' aumento de veiculos automotores; crescimento demográfico; desirorcstzameirto: aumento do numero de : animais tltavinados a ali- mentação: decomposição de nrateria orgânica em aterros e depósitos de lixo e uso de produtos tóxicos nas lavouras. Conto conseqüência, ha a alteração das condiçoes do meio ambiente e do equilibrio ecológico Foi comprovada elevação da temperatura mundial, desde o inicio do seculo, da ordem de 0,181 e prevêvse a possibilidade de mais l"C de elevação até o ano de 2030. Esse número pode chegar a 3 ou NC ate 2090, caso não sejam tomadas medidas urgentes. Os raios solares incidem sobre a terra, aquecendo-a: ao retornarem ao espaço. na rorma de calor. são bloqueados devido a grande quantidade de gases. , _ o _B'olog
  10. 10. Íll ll] ll¡ llÍ , lliH llÍllqÂl, ll' ÍlliÍllVll ll: ll¡ ll¡ llÍ Yllilil ilÍllÍllÍll ílílfl'liliiliíl7liíl5lÍl'il? lí, Wlíllfl7lfliflflr calar e conseqüente subida do nivel . ximas aos deltas dos rios, ilhas e ae. O aquecimento do ar também 'ada, criando um número maior de e alterando o regime dos ventos. E férteis tornemse desérticas e áreas - mente atingidas por chuvas. ' e í: :rganizações ambientalistas propõem alguns ^ problema, tais como: cimento demográfico; nvolvimento produtivo (indústrias/ consumo); , dentes: . :': :: nte de árvores. ll¡ Alternativas para o Controle da Poluição Desenvolvimento Sustentado " 37:5 ecológicos ganharam um destaque cada vez mai› ' cesde a década de 7D, e esse destaque populari os e expressões que nonieiam causas defendidas ausas essas que devem ser abraçadas por toda a edo possível, para garantir a continuidade de , ; ldü no planeta_ Um desses conceitos é conhecido : ' : . “ento sustentado › : e . ma das questões mais importantes a respeito da " : v gmaiente. As idéias agrupadas ao redor dessa nome I " : . *lento econômico e consumo de bens e recursos, de ' : e ' ' ' 3.a os recursos naturais tenham tempo para se reno- ' ' : 'veio ambiente. As cis ções ecolo mais do que cos até o meme pontos delicadas, ci modificação do rim: c consumidores, e, mais cm' Terra com capacidade de _o AJg consumir e poluir menos. Muitos apregoam que, pras modelo de vida e de produção dos , a vimento são incompatíveis. Em suma envolve interesses econômicos às veze sões sobre o tema ainda estão muito 1: Reciclagem do Lixo A produção de lixo urbano é um dos maiores prob aires a^ enfrentados pelas grandes cidades. A produção media, r. : E 600 gramas diários para cada pessoa e nos paises desenv . 13s, de ate' 2,5 kg diários por pessoa. Essa imensa quantidade de lixo atual- mente pode ser empilhada nos lixões a céu aberto, compactada nos aterros sanitários, queimada ou enviada para usinas de triagem, onde c; separada. No Brasil, õ mais comum são os lixões, onde o lixo favorece a proliferação de moscas, ratos e baratas, expõe a populacao próxima a riscos de saúde e ainda pode contaminar lençóis de água subterrâneos A melhor solução para o problema do lixo é a reciclagem, um p'0- cesso que consiste em separar o lixo em basicamente cinco categorias' papel. plástico, vidro, material orgânico e residuos não-aproveitáveis. Vejamos agora as características de cada material. Plástico - o plástico reciclado tem suas características alteradas, sendo utilizado para fabricação de brinquedos, tubulações e sacolas. Nem todo plástico é reciclável: CabOS da panelas e embalagens de biscoitos e doces, por exemplo, não são reaproveitãveis Principais poluentes e seus danos à saúde humana Principais emissores Carros a gasoüna (49%), carros a álcool (17°/ a). veículos a diesel (28%). Veículos a diesel (30%), carros a gasolina (10%). indústrias (10%). É formado pela reação dos ZE aids] hidrocarbonetos e óxidos de nitrogênio na presença de luz solar. _ 2 _ , ari metas) Carros a gasolina (53%), veículos a diesel (2172), carros a álcool (19%). Veículos a diesel (81%), carros a gasolina (10%), carros a álcool (5%). Veículos a diesel (1774, indústrias (15%), amos a gasolina (8%). -i Danos à saúde O C0 se liga à hemoglobina no sangue no lugar do oxigênio. Em altas concentrações. prejudica a oxigenação do organismo, causando diminuição dos reñexos e da acuidade visual. Pessoas com problemas cardiácos e circulatórios são as mais prejudicadas. instalam-se nos pulmões, diminuindo a capacidade respiratória. 0 material paniculado pode aumentar os efeitos lisiológicos de outros gases presentes no ar. irritação dos olhos e vias respiratórias, diminuição da capacidade pulmonar, envelhecimento precoce e corrosão dos tecidos. Pessoas com asma são mais suscetíveis aos efeitos do nzñnio. Diminuem a capacidade do sangue de transportar oxigênio e afetam os sistemas cardiovascular, nervoso e o pulmão. Os ltidrotrarbmetos aromáticos (benzeno, tolueno e xileno) são canoerígenos. Fenetra no sistema respiratório. podendo dar origem a substâncias mmagênicas e carcinogêiticas. Também é irritante, podendo causar sintomas semelhantes aos do enlisema. Concentrações elevadas provocam irritação no sistema respiratório e problemas cardiovasculares. A mnoentração do dióxido de enxofre, nos íitimos dez anos, tem-se mantido abaixo do nivel aceitável.
  11. 11. de ÉWOFBS) para cada tonelada. Os principais tipos de D399' leclclado são jornais, revistas, folhas de caderno, papel para computador e fax, ópias. Etiquetas adesivas, D398¡ Cal- ' do e tocos de cigarros a é bÍlilZâdO principal- r g sseiro_ . FF-FH 'FFFFFF Uso Racional de 'Inseticidas _ e o Controle Biológico 913 a (UBV-Cb Dãlâ 58.' ÍDACÉÕÊ extraída de bauxita (rni- São chamadas praguicidas as substâncias venenosas utilizadas : :sta terrestre), Somente latas e fios de para combater as pragas, seres que prejudicam as plantações. Essas aproveitados. substâncias são classificadas em herbicidas (matam ervas daninhas), fã . ção do papel, muito lenta, e o alto custo fungicidas (matam fungos), inseticidas (combatem insetos) e nema- redução implica (mais de vinte árvores adultas são tócidos (matam nematódeos). a cada tonelada de papel) tornam a reciclagem do papel Os praguicidas são outro problema ecológico sério e preocupante, mportantes. A economia de energia também e conside- pois afetam indiscriminadamente os seres que ficam expostos a eles, de 71% em rela ão ao ael rimário o io diret ' causa n iver c - rve problems à saúde humana comggirmseej” câncer, e também atacam seres vivos, perturbando tooo o ecossistema onde são introduzidos. _ Muitos inseticidas e agrotóxicos alcançam as águas marinhas, con- (ammando o mgpiâncton, e a partir daí a cadeia alimentar os transfere e acumula progressivamente nos demais seres marinhos. Já foram encontradas altas concentrações de DDT e o que levou a uma verda- ~~ 'a campanha antipraguicidas - em peixes marinhos, a muitos quilô- : rietros de distância dos locais onde foi utilizado. Essa mesma contami- nação progressiva ocorre com galinhas, que, ao se alinientareni de mcnccas que acumularam inseticidas em seu tecidos por devorarcm : s de folhas, têm sua carne tornada imprópria para consumo As campanhas e movimentos contra o uso indiscriminado des . . : s são mais do que justificáveis e dignas de apoio, mas esbarram ' -. .aÉÉCUÍOS tão formidáveis quanto seus argumentos' a sempre te população mundial, necessitando de uma produção de ali- que também deve ser cada vez maior e o poder das indústrias economicamente importantes e capazes de pressionar os "as, que deveriam impor restrições ao uso dos praguicidas. ' Uma alternativa: o controle biológico : ercebido o perigo que o uso descontrolado dos praguicidas repre- , .a para os seres humanos e para os ecossistemas em geral, *tas e biólogos do mundo todo passaram a buscar na própria a meios seguros de conter as pragas, uma vez que seu controle . - Tiente necessário, num mundo que precisa de cada vez mais 'E'ZJS. :go foi encontrada uma solução que ainda está longe de ser se modo consistente, mas que sem dúvida é a melhor alterna- a os venenos industriais: o chamado controle biológico. que é *nte naturai. Trata-se de identificar na natureza um predador ta da praga que se precisa combater e introduzi-lo nas planta- _ma vez que nesses locais as pragas estão amplamente dissemi- em inimigos, o predador/ parasita as encontra com facilidade e ' ~Um dos maiores problemas das grandes c- dades é a falta de lugar para o lixo recolhido, ' mesmo representando muito pouco ? em relação ao que não é recolhido. De cada 100 quilos de. lixo, 63 são jogados nos córregos e rios; 34 atira- dos em terrenos baldios: e somente Bko em cada 100 são recolhidos pelo serviço de limpeza ' e levados para lugares adequados. Então o que '_ fazer com o lixo que não é recolhido, que acaba ' se tornando um perigo para a saúde pública nas - 'transmissões de doenças ou então poluindo o” - L lençol freático, com o chorume? i 'A resposta certa seria recicla-Io. O que você pode fazer? , Um exemplo eo papel, pois se todos os jornais lidos em São Paulo, diariameiitejossem reciclados, ',700 árvores poderiam ser poupadas por dia, e no nal de cada ano seria uma floresta inteira. E olhe que papel pode ser reciclado até doze vezes! A mesma coisa pode ser feita com vidros, metais e os restos de comida, quepoderiam se transformar em adubo Urgâ. nico pãraa agricultura. Uma' maneira simples de evitar o aumento do lixo é escolher, na hora de comprar. produtos com pouca embalagem e embalados com materiais que possam ser facilmente reciclados. Se as familias pudessem separar o lixo em casa, o que não é difícil, os materiais, assim separados, po- deriam ser aproveitados diretamente pelas indústrias, poupando o meio ambiente. Il Ali lIl I| I . ógico é o fato de ser seletivo: somente a p ga sofre os untrole, outros seres vivos não são afetados. ais famoso uso de um predador para controlar uma praga : uso da joaninha para controlar o pulgão, inseto verde que plantas 's vezes há milhares em uma só plantar). As i "s el"" cães afetadas por puigões e, . . riuíram muito os prejuízos que eles causas/ am_ ' caça-J e o uso de : iimigos naturais de pragas promete . ---~ are'. - à MnHiHn min n nrnqcân nnr : alimentos Atlas da Meio Amb/ ente do Eras/ Z 2' ed. . Terra Viva.
  12. 12. i, ... i i ê l un Cñdiga Pillilii u Lul o mn du iti uu I '^ je : or ou : :a pigmentação dc- to. O bichcmpau, que . dificilmente é identifica- figura 8 (a) Cobra-coral-ialsa, (b) cobra-coral-verdadeira, (c) Camaleão e (d) esperança. Os animais das fotos não estão representados em escala proporcional. 4. sucessão ECOLÓGlCA Na manhã de lS de maio de 1980. uma violenta erupção vulcânica_ acompanhada de terremotos e derramamento de Fava. fez explodir o Monte Santa Helena (figura 9i. :e : I: d: Washington (EUA). ' d saparcccram do local. que 2d: : e . sem vida, Para surpresa . ranr cstttdar a região. tncuos A existia uma exuberante cw iacc. ÍOÍISÉIÍlJikÊLÍ de ; antenas dc espécies de e : S: animais. Hoje. o ecossistema pratica- . ..cmo retomou sua feição original. Esse fato é um exemplo de sucessão ecológica. que é uma seqüên- cia de alterações da composição das comunidades. culminando com a formação de uma comunidade ro- lativamente estável. Uma comunidade pode ocupar uma região em que antes não havia seres vivos nem solo, dando início a uma sucessão primária, que pode acontecer, por exemplo, sobre uma rocha nua ou uma duna. Esse processo pode ser dividido em três fases (figura 10): ° Comunidades pioneiras. Na superficie de uma rocha nua, poucos seres vivos conseguem sobreviveu Alguns, como os iiquens, podem instalar-se sobre ela, produzindo ácidos que lentamente a corrocm, iniciando a formação do solo. A partir dc então, as condições do local deixam de ser tão adversas, possibilitando o desenvolvimento dc outras comunidades. As comunidades pioneiras - cm geral, formadas por liquens, musgos ou gramíneas a toleram condições desfavoráveis e modificam o ambiente, permitindo o desenvolvimento de outras que se sucedcm. ' ° Comunidades intermediárias. Sobre a rocha, agora com uma camada de solo, desenvolvem-se comunidades de transição, constituídas por alguns ti- pos de plantas, como samambaias e arbustos. Em tal fase, nota-se progressivo aumento da diversidade bio- lógica e do número de nichos ecológicos. ° Comunidade clímax. Nessa fase, a comuni- dade, que conta com grande número de espécies, entra em equilibrio com o ambiente, permanecendo relativamente estável. Diversos fatores do ambiente estão sujeitos a variações: luminosidade, umidade, intensidade e direção dos ventos, temperatura, dis- ponibilidade dc nutrientes minerais c acidez. Tais va- riações determinam o tipo de vegetação c, conseqüentemente, as espécies de animais e de ou- tros seres vivos da comunidade. Comunidade clima¡ Comunidades intermediárias ° , ., ,, , ' Comunidades pioneiras *O Esquema das fases da sucessão eccl NIHOE sAsAKi pod_ enáriu.
  13. 13. "' Po", «l 'w g e *s _ç exemplo z-s uma flo- do poucos ves- 2. Essa seqüência sucessão secundária, porque já e _'22 comunidade, que aca- - -: -:: »:-; cas. ocorre aumento do nú- : crnassa. O nítido crescimen- fyovado pelo aumento da sã comunidade clímax, a bio- . porque a comunidade conso- : r e : s : “ÍSÊXIOS estudados à sua definição. ; rca eníre espécies diferentes com beneficio s. mas não indispensável para a sobre- _ delas. _ ' ' _ de alterações da composição de uma co- culminando com a formação de uma *e relativamente estáx el. ' entre espécies diferentes com beneficio z r. 'ispensavel para a sobrevivência de que há disputa pelos mesmos recur- entais entre indivíduos da mesma espé- espécies diferentes. : m que um indivíduo de uma espécie : ; "a de alimento retirado do corpo de outra. sem lhe causar a morte ime- n n _rzzto permanente e cooperativo de indi- ; ,, , ~ Ç; ttxeszna espec. .. em que há divisão de : e os membros do grupo. (Vunesp) Fungos e bactérias tem sido considera- dos, _nor muitos. os “'Vilõcs" entre os seres vivos. Sabemos_ entretanto, que ambos apresentam aspec- tos positivos e desempenham importantes funções ecológicas. a) Cite uma forma pela qual bactérias e fungos po- dem contribuir para a reciclagem de nutrientes minerais. b) Cite um exemplo de conquista científica no com- bate a infecções que foi possivel a partir da utili- zação de fungos. (UFRGS-RS) Leia as afirmativas seguintes, que con- têm exemplos de interações entre os seres vivos: l. Os pardais são abundantes em Porto Alegre, por- que encontsam alimento e abrigo no ambiente construido pelo ser humano. II. Várias espécies de baleia foram caçadas pelo ser humano nas décadas passadas. Ill. Na água a chamada “maré vermelha" pode cau- sar a morte de milhares de peixes, como resultado da liberação de substâncias tóxicas pela prolifera- ção excessiva de certas algas. Podemos associa-las, respectivamente, aos tipos de interação denominados: a) mutualismo, amensalismo e parasitismo. b) comensalismo, predação e amensalismo. c) amensalismo, predação e comensalismo. d) competição, parasitismo e predação. e) cooperação, comensalismo e parasitismo. (UFPA) Os paguros vivem em conchas vazias de moluscos, que eles carregam ao se locomoverem. Algumas anêmonas se instalam sobre essas conchas carregadas pelos paguros. Como as anêmonas pos- suem substâncias urticantes que afugentam os pre- dadores, o pague obtém proteção. As anêmonas, que normalmente vivem presas a rochas, aumentam seu "raio de ação" alimentar, além de aproveitar restos alimentares do caranguejo. Qual é a associação en- tre anémonas e paguros? Justifique. (Unicamp-SP) Leia com atenção o que Calvin está dizendo às formigas: Reprodução proibida. Art 184 du Cod go Penal e Lei 9.610 de t9 de fevereiro de 199a. - r-iM-'n' r<r. 'nv~. ¡u. .n ›' É E f: emu». com isso? " aumnmsamvoc o Questao FORMI- vo NAO neve se suas. &Twewan à TRABALHA Ferro Guam) ; uma Vggg NADA A Ninguem_ ME ENTENDENDO, p e . . . , , LOW-R» E 0 WE ULTKMAMENTF; _ DEIXE as numas NUNCA matam: : g Q z ; uu I! ! plantas que possuem nectários são endidas por formigas que vivem . alimentando-sc do néctar. Essas m. por exemplo, que cupins su- ' - se olimentem das folhas. As re- estabelecidas por árvore-formi- sasupins podem ser denominadas, u e riiutualisnto. quil' 'sirto. SÍTIO 'J comensalismo. 7-0. v . z "J '1 7, 3 'T1 n F7 : gi ru r¡ i1 'U o i3 Lc: FOñtsMEaü PRO- CURÀREM C0 Mllãh MOS VRUBLEMAS WATTERSON_ Bill. Calvin and Hobbes. a) Justifique, do ponto de vista biológico. a afir- mação de Calvin: “Se elas estiverem me en- tendendo. nunca mais teremos problemas com formigas. ” b) Cite outros grupos de insetos com modo de vida : semelhante ao das formigas.
  14. 14. "l x. . i y/ ytlíí. m «í kd. . , . . O Brasil possui uma grande diversidade de ecossistemas. Quase todo o seu território está situado na zona tropical. Por isso, nosso país recebe grande quantidade de calor durante todo o ano, o que favorece essa grande diversidade. Veja, no mapa a seguir, exemplos dos principais ecossistemas encontrados no Brasil. iêgíétaiéãítãtüã¡ ~ ' a ^' - í a)Florestga_kmaizônicai' ç vs. us; o5á. ag; u¡ °: §Êsi l Estande-se para 'além do território à 5 ( '” 05.541"? nacional, com chuvas , frequentes É -› É kr. ” N ATLANIICU ~ . = r - - " 3 ~ --- e abundanteLApresenta flora exuberante, com_'_e§pécies, _~como _ a seringueira, o guaraná, a vitória- . .-ré'gia “e éwhabitada por¡ úrneras 1 , especies dé anirríais; como o 'peixe- -boi, o botofo pirarucu, aiarara. Para termos uma ideia da riqueza da Anne , . Ferrmdo ' ~ deNorcnha ruimoura í li é iiiiiiii é Fonte: MARTINELLI, Marcello. Atlas Geográfico. Natureza e espaço da sociedade. São Paulo: Ed. do Brasil, 2003. p. 26. b) Mata de corais g c) Pantanal mato-grossense A mata de corais situa-se Localizado na região Centro-Oeste do Bras? , erçl *ha parte entre a floresta amazôni- dos estados do Mato Grosso e do hiato do Sul. ca e ataatinga. São ma- Sofre a influência de diversos ecossistemas, como o tas de carnaúba, babaçu, cerrado, aliorestá amazônica, a mata atlântica, assim buritieoutras palmeiras. ' como de cíclosgdécheia e seca, e de temperaturas ele- ' vadas. A sua biodiversidade é rica e inclui mais de 650 espécies diferentes de aves e cerca de 21.00 espécies de borboletas. A vida dos seres nessa . região tem ligação direta com o fluxo das águas. Nos de outubro a abril, período de chuvas e inundações, muitos_ airimais_ terrestres refugiam-se_ nas terras firma", peixes reprod' í_ zem-se e plantas 'aquáticas entram em floração V _ , do período das chuvas, entrejunho e setembro, as águas baixam lentamente, fertilizzndo o solo com ri t" _¡ No auge da seca, mamíferos e répteis se concentram 'em torno das lagoas e dos pequenos riachos. ' Vários tipos de animais habitam esse ecossiste- ma, como a araracanga e o macaco cuxiú. , d) Campos sulinos V Os campos sulinos são formações campesg tres encontradas no sul do país, passando do_ _ interiordo Paraná e Santa Catarina até" su! Fabio Colnmhim 0 ratão-do-banhado 10m apro- ximadamente l m (como). magaBnnk Em geral, há predomínio das graminç p , plantas _conhecidas como grama ou relva. Animais como ratão-do-banhadmpreá e' ários ' s de cobras são ali encontrados. ' intro Cortamom «mino Palo Jr ~ Os iararés medem entre 1,5 m e 6 m. Fable Cokxmbw »um caummt . ._. _..
  15. 15. e) Caatinga - A caatinga localiza-se na maior parte da regiãoNordeste. No longo período da secaja vegetação perde as folhas e -' tica esbranquiçada. Esse fato originou onome caatinga-que, na língua tupi, . significa "mata_branca”. Os_ cactos, _como 'o mandacaru, o xique- -xique _e outras_ plantas, são típicos da caatinga. Afauna inclui as cobras cascavel "ejiboia, _o gambá, a gralha, o ve' doloatingueiro etc. a' Acastavel tem em média 1,5 m. â . › Fauno Cnlomvlnl , , ~. Os mandacarus medem até i5 m de altura. t . um Cmunvonm 7 g) Manguezalg J __ › _ _ _ ~. « *A costa brasileira apresentznfdesde oAmapá até Santa Catarina, uma estreita faixa de floresta chamada rnanguezaljou mangue. g_ Esseecossistema desenvolvesefprincipalmente, no estuário e na Í foz dos rios, onde há_ água salobfaije local parcialmente abrigado da ação das ondas, 'mas aberto para recebera água do mar. Os solos - são lodosos e ricos em nutriente "' p _' 7 ' 3 f Os manguezaíssão abrigoseberçârio naturais de muitas espécies 5' de caranguejos-peixes e” ' j 'aves', Apresentam urripeé' , queno número de espécies de árvores, que possuem raizes-escuras. Essas raízes são assim chamadas por serem capazes de fixar as plantas em solo lodoso. Fabi! ) Colomblnl i) Mata Atlântica Esse ecossistema estende-se da região' costeira do Rio _Grande do Norte até o sul do país. V Í Apresenta árvores altasievegeta í 1 ' ção densa, pouco espaço vaziol-Í- uma das áreas de maior divers¡ _ ' dade de seres_ vivos do pianetài¡ a , Encontram-se plantas como o' pau-brasil, o . ipê-roxo, _o angico; ' o manacá-daserra e o Cambuci e várias espécies de animais, como - Í i a onça-pintada, a anta, 'o ' o queixada, ogaviãoe o mico-leão-dourado. m. , . ... ... ... .-. m». -›q-. ~›u nunawnw. ... o.. uaponwo. m.-_ammw. w.m_mq. . _W _ _ f) Restinga A restinga é tipica do litoral brasileiro. Os seres que habitam esse ecossistema vivem em solo arenoso, rico em sais. Parte desse solo ñca submersa pela maré alta. Encontramos nesse ecossistema animais como maria-farinha, be- sourinhdda-praia, viúva~negra, gaviã o-de-co- leira, coruja-buraqueira, tie-sangue e perereca, entre outros. Como exemplos de plantas car"- terísticas da restinga podemos citar, suma -, bromélias, cactos, coroada-frade, aiOêÍfÍTÍH, _Lrema e taboa. Fable Colomurni h) Cerrado O cerrado ocorre principalment. t. regíào Centro-Oeste. A vegetação é composta de arbustos retorcidos e de pequeno porte, sendo as principais espécies: o araçá, o murici, o bu- riti e o indaiá. Éo habitat do lobo-guará, do tamanduá-bandeira, da onça-pintada etc. Fabia Colomblnl_ O tamanduá-bandeíra tem em média 1,2 m (comp), j) Mata de araucária A mata de araucária situa-se na região subtropical, no sul do Brasil, de tE"Í-': ~ raturas mais baixas. Enrr -^""^~' . ' de árvores abriga o pinheir: também conhecido como a sua fauna destacamos, ale: 2': - ema, a maior ave das i ; Flora: conj-s: Fauna: cof-" forma n-ñ¡ tam! cí-'v : EñiÍf/ 'EÍFCJ de um : J
  16. 16. m¡ t-'«lti'«l7«l'ri3la3'NH; l -r›__. _.. .=a. .__a___; _.___. _.A-e$. ;'_. ... _ -. ... _.. Á_. ..- ~ Drogas: tô ¡oral-- n A adolescência é o periodo entre a infâncias a idade adulta e representa uma 'grande mudança da postura do individuo diante da vida, quando 'responsabilidades e re- lacionamentos passam a , representar experiências bas- tante diferentes daquelas vividas na infância. Trata-se de um periodo de descobertas e, particularmente, de dúvi- das e confrontos entre o cano e o enado. Diante de pressões ¡ntemas e extemas, alguns ado- lescentes podem passar à transgressão, que_ pode ser definida como “desobediência a uma ordem ou determi- nação" ou, ainda, “a violação de uma norma”. Embora complexas, as causas da transgressão podem envolver pressões do grupo, anseio de auto-afinnação, rebeldia contra a familia ou outras instituições (escola, por exem- plo), procura por novas emoções, ansiedade. ' A transgressão pode manifestar-se com diversas fa- ces: desrespeitar pais a professores, desleixar-se do cui- dado pessoal (higiene e roupas), formar "gangues", pichar ou destruir, consumir drogas (bebidas, cigarro ou drogas metabólicas' que necessidade de consumida: periodicamente, caso contrário, pode apresentar a sindrome de abstinência. cujas manifes- tações variam de uma droga para outra. Quando o usuário de uma dessas drogas deixa de usá-la, surgem manifes- tações graves, que podem até causar a morte. Além da dependência química, pode haver tolerância, pois o orga- nismo passa a necessitar de doses cada vez maiores da droga. Parece contraditório que, mesmo recebendo informa- ções de que as drogas podem matar. muitos adolescen- tes ainda procurem esse caminho. Juntarn-se a curiosidade (o prazer de experimentar) e a sensação de invulnera- bilidade ("posso usar uma vez, mas não vou me viciaf). Não há "receitas mágicas” para reduzir o consumo de drogas por adolescentes. Com certeza, é necessário o conhecimento a respeito de seus efeitos e de suas conse- qüências; entretanto, as drogas só deixarão de ser consumidas quando as causas que levam à sua procura forem eliminadas ou minimizadas, o que envolve a participação de pais, escola, comunidade, mídia, empresas e govemo. Depois de ler o texto apresentado. faça o que se pede: mais 'pesadas'). Certamente, existem fatores predis- ponentes a transgressão, inclusive para o consumo de drogas: a falta de informações adequadas, distúrbios preexistentes de saúde, dificuldades quanto à vida esco- lar ou à inserção no mercado de trabalho, vida em ambi- ente familiar elou social conturbado, más condíções de renda e de moradia, facilidade de acesso às drogas. Chamamos de droga qualquer substância que, pene- trando no corpo, atua no sistema nervoso, causando arte- rações de comportamento. Assim, são dragaso ataca? e a nicotina, embora legalmente aceitos e socialmente tolera- dos, cujo consumo é mesmo estimulado. A drogadlção (oítoxicomanla) - entendida como o consumo habitual de drogas -- envolve a dependência de determinada substância, o que acaba por levar o indi- víduo a busca-la de todas as maneiras. Em geral, o usuá- rio sente necessidade de aumento progressivo da dose da droga. A dependência caracteriza-se pela compulsão ou desejo incontrolável de conseguir a droga e desimtar '-"_A"infoí"r_riai§ão que¡ televisãojos pá¡ edúcado- é de que a droga mata, deixa dependen- te. Mas c amigo dizfnão é nada disso'. Então. o jovem experimenta e, no dia seguinte, vê que não morreu nem ficou dependente. Al que mora o perigol” (Aurélio S. Sé, Conselho Estadual de Entorpecentes do Rio de Janeiro) › , Analise a frase citada na questão 1 e reflita sobre o perigo de pensar como o jovem citado. 2. Um jovem usou drogas durante muito tempo e, após deixar de usá-las, dizia que iria voltar a ser como an- tes. Voce acha que ele esta certo? Justiñque com base nas implicações sociais e biológi- cas do uso de drogas. SENDÀD (SECRÉÍÀRIA NACIONAL ANÍIDHOGAS) ? íñiiüñí-lrnacv-wtgrmzmnaunnncnnpaaaznuu-u_- . ... ._. ... ..____. =.. ... .._ . ... ... .- _. _.. ... . . ,. . . . .
  17. 17. :llfltullfi. 'llfi. fl, ãiriqiii ” iii. ill' «ll-Í li' . Í. h . , ', l, '»'. . ''. 'l, 'l~, ' il' il' ll' i' Al' ÀY ll r (W il' . ll . 7 Mlíiilií . ll 'M lili» «Í il! 5( _r @matam . . 'me sa Slnals Imediatos do uso Alterações de comportamento, agressivi- dade ou depressão, reações motoras mais lentas, fala enrolada, perda de consciência, risco de acidentes, vasodi- latação, hipotermia, coma e morte Queda do rendimento escolar ou do trabalho, dificuldade de aprendizado, perda de memória, hipertensão arterial, cirrose e outras lesões do fígado, impotência sexual, gastrite ou úlcera gástrica, diarréia crônica, desnutrição, pelagra, lesões visuais Enfisema e câncer do pulmão, outras formas de câncer, infarto agudo do miocárdio, derrame cerebral, fetos de baixo peso Euforia ou relaxamento, tosse, vaso- constrição, taquicardia, dificuldade para respirar Tabaco (nicotina) Lesões pulmonares, infertilidade e impotência, perda de memória, queda do rendimento escolar ou do trabalho, sindrome de abstinência, falta de motivação Confusão mental, agressividade, eufo- ria ou relaxamento, delírios e alucina- ções, olhos vermelhos, boca seca, taqui- cardia, vasodilatação, dificuldade para andar Maconha Dor de cabeça, diarréia crônica, sudo- rese excessiva, queda do rendimento escolar ou do trabalho, sangramento nasal, insônia, tosse crônica, depressão, lesões do encéfalo, derrame cerebral, risco de Aids (partilha de agulhas e seringas) Euforia, agitação, excitação sexual, sensação de poder, fala e raciocínio acelerados, boca seca, pupilas dilata- das, depressão (depois da fase aguda), convulsões, coma e morte Emagrecimento, queda do rendimento escolar ou do trabalho, apatia, isola- mento, alterações do sono, perda de memória Excitação, pupilas dilatadas, alucina- ções, depressão Queda do rendimento escolar ou do trabalho, lesões visuais, cirrose do fígado, perda de memória, lesões cerebrais, fibrose pulmonar Alucinações, tendências à violência, agitação psicomotcra, sensação de sufocação, asfixia e morte lnalantes e solventes (cola de sapateiro, benzina, éter, clorofór- mio, esmalte, etc. ) Desagregação da personalidade, queda do rendimento escolar ou do trabalho, apatia, isolamento LSD (ácido lisérgico) Alucinações visuais e auditivas, euforia ou pânico, ansiedade, pupilas dilatadas, sudorese, convulsões, coma e morte Queda do rendimento escolar ou do trabalho, insônia, depressão, lesões cerebrais, constipação intestinal Euforia, torpor, sensação de leveza, letargia, náuseas e vômitos, convulsões, coma e HIDRO Heroína, codeina, morfina Arritmias cardíacas, dor torácica, Medicamentos (seda- Dependem do princípio ativo. Em geral: ansiedade, alucinações, hemorragias l l | l tivos, tranqüilizantes, excitação, euforia, relaxamento, sono- antidepressivos, anfe- lência, taquicardia, redução do apetite taminas, etc. ) ¡ cerebrais Fonte: CAMPBELL, Neil A. Biology. Menlo Park: The Benjamin/ Cummings Publishing, 1996.
  18. 18. ÍNW'ÀrJtÍNÍXN'NÍi-. "t5MYÀYÀlr'M! ÀClreÍÀlÍÀlrr"Al. .'llJllr'll(, ,íil. Í,lliÍl«. i l». 'l 9¡ tíñlitÍlÍl. 'lr'Nll]Wt'Miilíllimillírl . irei** Vacinas e soros às vacinas têm por objetivo desencadear em r ? ss ' nrganismo um mecanismo de imunização ativa_ ? da vacinação, introduz-se em nosso corpo ": " 'nas atenuadas das toxinas ou dos próprios mi- crorganismos causadores das doenças, de modo a estimular nosso sistema imunitário a produzir an- ticorpos. Estes são proteinas especiais que Comba-V tem os antígenos, elementos estranhos ao nosso corpo. Cada antígeno desencadeia a produção de um determinado anticorpo, de modo que a reação antígeno-anticorpo é muito especiñca. A grande vantagem da vacinação é que nosso corpo fica pronto para reagir imediatamente no caso de uma infecção por microrganismo causa- dor de doença. lsso ocorre porque inocula-se em um individuo sadio, pela primeira vez. uma peque- na quantidade de um antígeno aterruado, e o ccr- po do individuo reage como se estivesse receben- do o agente ativo da doença. Assim estimulado, o i Grãñco que representa: ° resposta imunológica primária - quando o individuo recebe o antígeno pela primeira vez, o tempo para a produção de anticorpos é maior e a quantidade de anticorpos produzidos é menor, comparando-se com o que ocorre na resposta secundária; ' - resposta imunológica secundária - quando o individuo recebe o mesmo antígeno pela segunda vez, o tempo para a produção de anticorpos e menor e a quantidade de anticorpos produzidos é maior, comparando-se com o que ocorre na resposta primária. Neste capitulo, mencionamos a existência de ; acinas para algumas das doenças provocadas por hds. Reproduzimos a seguir os calendários basicos _'; .scr . ração para doencas transmitidas por virus e , são diferentes das vacinas porquc 'é ÇE anticorpos já prontos para serem in- ' 'c nosso corpo e combater rapida- . "erros que entram em circulação. r' : -^-«oa é mordida por serpente, por ' '- soro e não vacina. O antígeno nosso corpo não tem cmpo , ,. :- : -, Í'ZÍLAÇÊO de anticorpos antes que seus efeitos se manifestem. Assim, e reco- ' -' '"' ' r r Í 32': seja administrado o mais *rr* picada ou mordida por s soros correspondem a ' : :; *n-; rização passiva, pois os anti- pelo nosso corpo 'xr antígeno. Os anti- í Í': ".CS e tem curta du- k Os soros são em geral apiscados após a inocula- % da resposta imunológica organismo passa a produzir anticorpos, que esta- rão disponiveis no sangue somente após alguns dias. Nessa primeira inoculação, a resposta imu- nológica é lenta, com produção de pequena quan- tidade de anticorpos. Entretanto, ela deixa o orga- nismo preparado ou programado para que, se uma segunda inoculação ocorrer, a resposta imu- nológica seja mais rápida e com maior produção de anticorpos. Fala-se em memória imunológica_ Desse modo, se o indivíduo for infectado por virus ou bactéria causadores de uma doença contra a qual já recebeu vacina, ele estará pronto para rea- gir contra a doença, que não se manifestará ou será mais branda. 'A vacinação é a principal maneira de se preve- nir contra a maioria das doenças transmitidas ao ser humano por meio de virus ou de bactérias. Observe o grañco a seguir, que representa a resposta imunológica primária e secundária. Concentração no plasma de anticorpos específicos para antígeno introduzido no l corpo de um indivíduo 100 / - - a xe E / Resposta x 'i g secundária *E 10 , - 2 . ã Resposta o primária I m: 1 I LV . É [XKK , e r x / E W J I L i l" _ t _ _ai_ , 0 10 20 30 40 50 60 Tempo f 5 em dias l 2** inoculação do mesmo antígeno 1g inoculação do antígeno bactérias, estabelecidos pela portaria do Ministério da Saúde. As vacinas constantes desses calendários são obrigatórias e seus respectivos atestados são gratuitos na rede pública dos serviços de saúde. ção de um antígeno em nosso corpo e as vacinas antes, como medida preventiva. Um caso diferente e a vacina antirrábica, que já foi discutido no capitulo. Consulte sua carteira de vacinação e veja quais vacinas: já tomou. Faça uma relação dessas vacinas e compare com a tabela de vacinação mostrada nesse tema para discus- são. Veja se seu esquema de vacinação est; em dia. Caso não esteja, seria importante conversar com os responsáveis por você. ir a um médico ou mesmo a um posto de saúde procurar informações. Discuta com seus colegas sobre a importância da vacinação e divulgue na escola por meio de cartazes Cs calendários de vacinação. explicando nos cartazes o que é vacina e qual a diferença er; - tre ela e os soros. / v-à-y-&à--j ----« - ~ 44W ~vr“'“
  19. 19. t? ,l'*rl. ' çl§' lr. 'l'. l'l' l'li' llllf ll' ll l'lilllillilÍlil'Mil O que são os vírus? Os vírus são organismos acelulares, ou seja, sua estrutura não corresponde à de uma célula. Basicamente, os vírus são formados por um ácido nucleico (DNA ou RNA) envolto por uma cápsula proteica (capsídeo). Não há, em seu interior, toda a "maquinaria" necessária para o desempenho de um metabolismo pleno. Dessa fornwa, os vírus só podem se reproduzir utilizando as "ferramentas" de uma célula. Dizemos, assim, que os virus são parasitas intracelulares obrigatórios; eles podem infectar células dos demais organismos, como bactérias, plantas e ani- mais, por exemplo. Quando não estão infectando uma célula, os virus são metabolicamente inertes, podendo até mesmo se cristalizar' e permanecer nessa forma por um tempo indefinidamente longo. Os virus podem provocar alterações muito graves no metabolismo da célula parasitada, desenvolvendo um quadro de doença no organismo infectado que pode leva-lo à morte. Dessa forma, ao regular a iaopulaçao dc muitos organismos, os virus desempenham um papel fundamental nos ecossistemas. A estrutura dos vírus O material genético de um vírus pode ser o DNA ou o RNA, mas nunca os dois juntos. Im ambos Os casos, a molécula pode ser de fita simples ou dupla. A sequência de nucleotídeos dessa molécula turn o codigo para n fabricação das proteínas componentes do capsídeo e também das proteínas necessárias à reprodução do virus, como enzimas, por exemplo. . O capsídeo dos vírus é formado por um número variável de subunidades proteicas e apresenta formas muito diversificadas. Há virus que são cilíndricos e alongados, como o vírus do mosaico do tabaco; outi os são poliéclricos; outros, ainda, de formas arredondadas. Os vírus que infectam bactérias, conhecidos como bacteriófagos (ou simplesmente fagos) apresentam uma "cabeça" e uma "cauda" características. Veja no quadro abaixo um resumo de outras viroses humanas: Gripe causada por vários tipos dgyirus, que são transmitidos por gotículas de secreção expelidas pelas vias resp¡- r rs _ , prostraçãc. dores de cabeça e musculares, obstrução casa. , corize . ztecerr. a cgra. Existem vas'. contra e : ns tese de : :mas como eeñdem fe' 2- se . a ; a pessoa _. . . 'T' . c-- se esperar”. pe- a ev: q de forma 'cer _ mas às vezes sucedem complicações, como ence . .e e broncopneurnonia, que podem provocar a morte. A prevenção se dá por vacinação. E. : . __ a'- . *za Também conhecida por parotídíte, a caxumba é provocada por virus que se alojam nas glândulas salivares parótidas. A transmissão do vírus ocorre por meio de gotículas de saliva e objetos contaminados, como gar- fos, facas e copos. Seus sintomas incluem mal-estar, dores de cabeça, febre e inchaço das glãndulasmarótl- das. Geralmente, a caxumba evolui de forma benigna, mas em alguns casos pode atingir os testículos ou os ovários, podendo provocar estenirdade na pessoa doente. A prevenção se da por vacinação. Rubéola Transmítida por contato direto e pela saliva, os sintomas da rubéola abrangem febre, prostração e manchas avermelhadas na pele. Embora de evolução geralmente benigna, a doença pode ser transmitida de mãe para filho durante a gestação e provocar malformação no feto, inclusive a morte. A prevenção é realizada pela vaci» naçao. = r : - ~ : :ccecida como varicela, a catapora é causada por vírus transmitidos por gotículas de saliva ou por meados, como copos e talheres. A doença ocorre principalmente em crianças e é caracterizada : :e pequenas vesículas espalhadas pelo tronco e rosto, podendo provocar febres, náuseas e forma benigna e pode ser evitada pela vacinação. . i. ll 'Il smples - doença caracterizada pelo surgimento de pequenas vesículas, portadoras de *zralmente nos lábios *ou nos órgãos genitais - são transmitidos pelo contato direto com m no mercado medicamentos diversos que minimizam os sintomas da doença e são . pedir a sua manifestação, se utilizados no início de um provável contágio. "se já atingiu a liumanidade, a variola matou em tempos passados milhões de pes- nsmitida por melo da saliva e de objetos contaminados, a doença é caracterizada as de ííquido, na pele. Graças à vacinação, a variola está praticamente erradlcada uma grande conquista da ciência moderna na área médica. ll in ri q¡ ¡
  20. 20. Protozoários _ - e e . _. - e : gamsmos preferensiaãrnente heteiotrofos Dai o nome da divisão (animais primitivos). e autótrolos tacultativos, ou seia, que podem realizar fotossíntese em caso de es- cassez de alimento. São UHÍCClLJldISS. De acordo com o tipo de orgaiióide Iocomotor, podem ser divididos em: flageladas ou mastigóforos (flagelos). sarcodíneos ou rizópodes lpseudópodes), ciliados (cílios) e esporozoários (sem estrutura loca- motora). Entre os piotozoários predomina a reprodução assexuada (divisão binária). Alguns protozoáiios ciliados reproduzem-se por um processo sexuadc chamado de conjugação; outros apresentam alternância de gerações sexuada e assexuada (Exemplo: esporozoário Plasmodium). São as doenças causadas por protozoários, das quais merecem destaque a amebiase, a leishmaniose, a doença de Chagas e a malária. Estas duas últimas são as maiores e mais graves endemias brasileiras causadas por protozoários. A malária, em particular, represen- ta um grave problema de saúde pública em muitos locais do mundo; no Brasil, o maior _ § AS PYOÉOZOOSES número de casos registrados está na região Norte. Observe a tabela a seguir, que fornece as principais informações referentes a algumas protozooses que atingem o ser humano no Brasil. . Espécie Doença Sintomas Transmissão i Ulceiaçõcs . . . i , _ _ , , _ _ , , _ lngestao de cistos eliminados - Entamoeba histolytica Rizopode Amebiase intestinais, diarreia _ com as fezes humanas. e enfraquecimento_ í Miocardite e lesões na Fezes do inseto Triatoma sp. Trypanosoma cruzi Flagelado Doença de Chagas musculatura do tubo (barbeiro) através de lesões digestório (esôfago). na pele. Ulcera ' es no rosto, . . Leishmaniose L ç” Picada do mosquitdpalha ou . . . . . . nos braços e nas pernsr . . , . Leishmania brasiliensis Flagelado tegumentar americana _ birigui (generos Lutzomyia ou . e necrose de tecidos (ulcera de Bauru) _ . Phlebotomus) comuntivos. . . . . Hi ertrofia do ba o . . . . . . Leishmaniose p , Ç Picada de mosquitos dos genero: Leishmania chagas¡ Hagelado . e do figado, febre e , visceral (calazar) _ Lutzomyia e Plilebotomus. enfraquecimento. . . . . . Va inite, uretrite e Rela ão sexual ou toalhas e Trichomonas vaginalis Fiageladc Tricomoniase g, . ç , . . i corrimento. objetos umidos contaminados. E r l . . . ” ' d ' l ' @arma ¡ambha ¡Iagmado Gíardíase Colite, com dores_ ingestão e cistos e iminados intestinais e diarreia com as fezes humanas. l Febre anemia e lesões l P¡ . . , Malária ' , Picada da fêmea do mosquito- asmodium vivax Esporozoario (f b _) no baço, no figado e na o( _ A h l ) e re ter a , - re enero no e es . ç medula ossea. p g g p Ê Ingestão de cistos expelidos com . .. , , Cegueira, aborto e “ . - Toxoplasma gondii [sporozoario Toxoplasmose _, as fezes de gatos, que ficam em i problemas neuroiogicos. . ¡ caixas de areia e no lixo. l
  21. 21. ã "il . i7 li li . li . li N ll' . li . li". i'l Í ll' . . '«'l. 'l Í ll r í' organismos procariontes, unicelulares, oactérias e as cianofíceas (algas azuis) Bactérias ismos unicelulares capazes de formar, em ale r V w : Tlpla distribuição nos mais variados ambientes do ser terrestres, aquáticas ou ainda vivendo em asso~ : s organismos. : rma, podem ser esféricas (cocos), como bastonetes _ _ 'a adas (espirilos) ou como vírgulas (vibriões). ” “canção, podem ser autótrofas 7 capazes de produzir ali : merótrofas - quando se alimentam de uma fonte externa. Ponte de conjugação 5/3 Translerência de material genético -x . X 7/ / . L/ ' __/ Ee : lena Receptora . Bactéria Doadora r' 1 _ “t i / Pü/ I' Recombinação e duplicação do cromossomo recombinado Esquema do n / 'A processo de conjugação [I / bacteriana Divisão e transmissão do material recombinante à prole i' "vterias autótrofas, por sua vez, podem ser fotossintetizantes realizam fotossíntese utilizando a energia luminosa) ou ' : antes (aquelas que realizam fotossíntese utilíjando a em reações de oxirredução para produzir seu alimento). as heterótrofas podem se alimentar de matéria orgânica *' ominadas sapróiitas, ou de animais e plantas. sendo ogênicas (causadores de doenças). A maioria possui re produção assexuada por divisão binária. Em boas condições, uma bactéria pode dar origem a milha- res de descendentes, todos geneticamente idênticos, e que são de' dominados clones : : V: DNA Parede celular Esquema da parede celular de bactéria : cce _LÁ At diplococo ; Lá estalilococo ba°il°s (cocos em cachos) s? S' estreplococo estreptobacilo (cocos em ñleiras) Formas de bactérias e tipos de colônias BACTÉR| AS E lOGURTES Os bacilos acidolácteos são bactérias que provocam a coagulação do leite, permitindo a produção de iogurte. Veja uma receita: ingredientes: um litro de leite; um copo de iogurte natural. Material necessário: uma colher de pau; quatro a seis copos de vidro; guardanapos de papel. Preparo: Ferva o leite e deixe-o eslriar até 38 °C: acres- cente meio copo de iogurte natural e misture bastante; coloque a mistura em copos de vidio; enrole bastante papel em volta de cada copo e guarde-os no armário. Depois de 24 horas, coloque os copos na geladeira. Está pronto o seu iogurte. ; saenrâézzacãa As bactérias podem sei patogênicas, causando doenças em ani- mais e plantas, acarretando prejuízos BCOHÔmiCOS e sociais e reduzindo a qualidade de vida das populações atingidas Por outro lado, as bactérias tem um imgariante papel nos ecos sistemas como decompositores, possibilitando o ClClO de matéria, ou ii xando o nitrogênio atmosférico ao saio, gazainwido a sua absorção pelas plantas. . _.. _.. ... ._. ... _.. .._. ___. ._. .__. ... ... -
  22. 22. Í u, l lÍ l'. ll lll-Í i iÍ lili? lg' la' ll? , '). . . ''ilr. i'~' ll lí l W t' r % . ,, t ¡ l l . 'liÍÍli'l'l'l'l<lf il? lllllllll ? li l" Bactéria Transmissão Ferimentos profundos provocados a seguir fornece algumas informações sobre as principais doenças provocadas : ^ i: ser h umano. Lembre-se de que você não precisa memorizar esses dados; a como fonte de consulta para o esclarecimento de dúvidas. Sintomas Intoxicação ag. . ' t Tetano Clostridium tetani (bacilo) . . por objetos contaminados. _l . Difteria Coryncbacterium diphteriae _ _ Placas de pus na r *a a' "ge . Secreçoes do nariz e da garganta. , _ (crupe) (bacilo) - l-Febre alta. Ha vacina Coqueluche (tosse Haemophilus pertussis Saliva e secreções da laringe e dos Acessos de tosse forte e : tc . comprida) (bacilo) brónquios. Há vacina. . , _l Tosse, ex ectora ão, ina eténca. Mycobacterium tuberculosis . p ç p Tuberculose Saliva e Catarro. cansaço e sudorese noturna Lepra (hanseníase) Disentería bacteriana Febre tifoide (febre entérica) Peste (peste bubônica) (bacilo de Koch) Mycobacterium lepme (bacilo de Hansen) Shigclln disenteriae (bacilo) Salmonella typh¡ (bacilo) : J Pasteurella pestis (bacilo) -l- Secreções em contato com narinas, boca e pele. Contaminação fecal de água e alimentos. e alimentos; por meio de moscas. da picada de pulgas. Contaminação fecal de água e Do rato para o ser humano, Pür meio _I Há vacina. Lesões cutâneas, perda da sensibilidade e manchas na pele. Febre, cólicas e diarreia; em consequência, desidratação. Contaminação fecal e urinária de água l Problemas digestivos, febre contínua e dores musculares. Há vacina. l l inflamação e ruptura de gânglios linfáticos (bubões). Forte diarreia, com desidratação e Cólera Vlb"l0 cholerae (vibrião) _ , . alimentos. prostraçao. Ha vacina, Ferimentos e mucosas em contato _ . , , , , _ Febre, dores mus: ulares e Iesao Leptospirose Leptospira ssp. (espiroqueta) com agua contaminada por urina he áüc a. de rato. p _ Diplococcus pneumoniae _ . Febre alta e fortes dores pulmonares Pneumonia . Secreçoes nasobucais. ,_ l (diplococo) na regiao dorsal. , . Contato direto com secreções, saliva _ Erisípela Streptococcus B-hemolitico e pele com examema (erupção Febre, prostraçao, exantema esLre tococo , , _ e farin ite. ( p ) cutanea, com vermelhidao). «I g Meningite Neissería meningitidis Febre alta, vômito em ia: : e ' g -e-i i ngocócica | II (meningococo) Neisseria gonorrhoeae (gonococo) Treponema pallidum (espiroqueta) r -l r 1 Secreções nasobucais. Doença sexualmente transmissivel (DST). da nuca. Há vacina. Uretrite, com co" w”, ; propaga para sistema genit m Doença sexualmente transmissível (DST). ' e aacterianas no texto final deste capítulo. Evolcçã: (canr: c s informações a respeito das vacinas disponíveis para proteção l l É É l r i i l É É É lí
  23. 23. gezars (parede CEiuGSrCEl reserva), foram agrupaoo m iii em ambientes aquáticos e terrestres úrniv : ar sob a forma de microscópicos esporos. Po~ idacompositoresl, simbiontes (Iiquens) e parasitas : ação dos fungos pode ser assexuada e sexuada, com de esporos em ambos os processos. Pooularmente são conhecidos por bolores, mofos, fermentos, dos, orelhas-ue-pau, trufas e cogumelos. v Ascomicetos: os fungos deste grupo possuem uma estrutura chamada asco, que produz esporos, por exemplo Saccharomices cerevisae (lêvedo usado na fabricação de cerveja) e Penicilium lorodutor da penicilina) _ - Basidiomicetos: neste grupo, encontramos as formas mais co- nhecidas de fungos como os cogumelos e orelhas-dapau. Al› guns são comestíveis enquanto outros são veneriosos. ¡queisérve isso! é' FAZENDO PÃO O fungo constitui o principal ingrediente da massa. o fermento. A A massa bem sovada é colocada em lugar aqueci- do, O fermento (levedura - um tipo de fungo), um dos ingredientes da' massa, alimenta-se de parte dela, pro- duzindo o gás carbônico, que é liberado. Quando o pão asse, o fermento morre e o gás se expande, fazendo a massa crescer e tornando o pão leve e macio. Veja uma receita: Ingredientes: . l kg de farinha de trigo integral lina i colher de sobremesa de fermento biológico seco instantâneo (se não for instantâneo, dilua l colher de sopa em água morna e deixe descansar por 15 min) i punhado econômico de sal marinho água morna (pouco menos de l litro) Modo de fazer: “eneire o trigo, o sal e o fermento instantâneo vasilha grande, faça uma cova no centro e Vá “ido, aos poucos, 2/3 da agua morna Pegue; as de aproximadamente 8 x 20 cm, unte com »sozinha e reserve. Amasse bem com as duas me não sobre mais farinha seca. Deixe cres› : corar de tamanho. Divida a massa em duas “oque uma em cada rorma. Deixe descansar ' amante uma hora e asse em forno baixo t: enfiar um palito ele saia seco. Se estiver : :logue os pães para crescer direto na o tamanho e asse do mesmo modo. saborear. .. . mos-za. : -i. . à l i w 5mm me» Exemplos de Basidiomicetos A. Um cogumelo venenoso - Ansanita muscaria B. Orelha-de-pau - Folyporus Exemplos de Ascomicetos _ Importância Nos ecossistemas, junto a bactérias, formam o conjunto dos decompositores responsáveis pelo ciclo da matéria, decompondo ma- téria orgânica morta de origem animal e vegetal. Além disso, fungos unicelulares, como os lêvedos, são utilizados no processo de produção de bebidas alcoólicas (Sadia/ moraes sp) e pão. Fungos do gênero Pe/ z/c/ Y// um são utilizados na produção de queijos e penicilina_ Existem, ainda, fungos patogênicos que provocam doenças em plantas e animais, como a ferrugem no cafeeiro e micose no homem e outras infecções das mucosas humanas (Exemplo: Candida a/ b/'ca/ z, causadora das candidiases - dentre elas a popularmente conhecida como sapinho). Existe atualmente uma grande concorrência en- tre as cervejarias brasileiras pela liderança de mercado. Apesar das diferenças entre uma CBIVBJB e outra, o princípio de fabricação e' o mesmo. Consiste em utili- zar leveduras de cerveja ou Iévedos (fungos) no pro- cesso de fermentação da bebida. Os lévedos são fungos unicelulares, visíveis ape- nas ao microscópio. Na ausência da oxigénio, eles re; - iizam a fermentação alcoólica, em vez da respiração aerobica. Assim, "queimam" açúcares, obtendo a ener- gia necessária para a sua sobrevivência, e liberam álco- ol etilico e gás carbônico. Um fato curioso é que, quando a fermentação atinge 14% de álcool, os lévedos morrem. Portanto, bebidas com quantidades maiores de álcool são desti- ladas, e náoiermentadas.
  24. 24. !Filipino Porositoses ; adro a seguir apresenta algumas informações sobre as principais verminoses as por nemátodos no ser humano. f i, « &vcrriçcu dívida/ L Troy migram* WV Frequentemente assinromatica. No . f ' A aridiase caso de infec ão maci a odem Via oral ela in estão de Bebersomente agua 'mada Asa"? _ _SC _ _ , Ç_ çfp _ _ ' p g , ou fervída. Lavar bem verdu« lumbricoides (infestação por ocorrer disturbios gastrointestinais, ovos presentes na agua ou _ _ _ _ . ras e legumes crus antes de (lombriga - lombrigas ou dor e desconforto abdominal, alimentos contaminados por m er¡ ¡ós Hgiene pessoa¡ e até 30 cm) "bichas") bronquite e outras complicações fezes humanas. u: de Sámtános pulmonares. - A Ancylostoma duadenale Ancilostomose Ulcerações intestinais; diarreia; penetra ão ama de larvas um de ca¡ ados e de Sa_ (lã mm) e Necator (opilação ou anemia; enfraquecimento; geofagia , Ç , . . ç _ _ , . atraves da pele. nitarios. americanas amarelao) (habito de comer terra). (15 mm) L J Estágios larvais de Ancylostoma braziliense e Ancylastoma caninum Wucherería bancrofti (filária - Dermatite serpiginosa (bicho-geográ- ñco) Filariose (ele- Coceiras e lesões nos locais do corpo onde ocorreu a penetração das larvas. Linfangite, linforragia e edema nas Penetração ativa de larvas através da pele (larva mi- grans cutânea). As larvas se desenvolvem a partir de ovos presentes em fezes de cães e gatos contaminados com o parasita. Picada do pernilongo Culex Evitar o contato com areia ou terra contaminadas com fezes de animais domés- ticos. Combate ao inseto. : s e'- * : ses contraídas por contato com o solo (particularmente a tricuríase, a ascaridíase e a ancilostomose) : '= c-«se *ras regiões mais pobres do planeta. Estima~se que existam 2 bilhões de pessoas infectadas em todo : asda aproximadamente 800 milhões crianças. Além disso, estima-se que de 20% a 30% da população na hospedem, em algum momento de suas vidas, pelo menos uma dessas espécies de helmintos. fantiase ernas, nos seios e no escroto. ati ans. 10 cm) ) Lp f g Enterobíus , . . Enterobiose _ . _ . , ven-nicularis (2 cm) Forte irritação e prurido anal, alem _ , . . . , , . . . lngestao de ovos. Higiene pessoal. Oxyurus verrmcularis . de disturbios intestinais, !z Oxiurose i m) J J J s Stron Ioides . , . . , . . . . . , gy , _ , Disturbiosgastrointestinais. anemia As larvas filariformes pene- Higiene pessoal e uso de stercoralis Estrongiloidose _ . , , e Iesoes pulmonares. tram pela pele. sanitarios_ tLS mm) I_ . , . . . _ Beber somente água filtrada _ _ Frequentemente assintomatica, Via oral, pela ingestao de ovos . Tnchuns _ . , ou fervida. Lavar bem vercuv . . . . No caso de infecçao maciça, pode presentes na agua ou nos mchwm Tncurlase haver doredesconforto abdominal alimentos contaminados or ras e mgumes cms antes de _A cm) . . . ' p ingeri-los. Higiene pessoa e diarreia, perda de peso e fadiga. fezes humanas. , . uso de sanitarics. Saude ú n_ É Verminoses -vw-
  25. 25. / v. ^-u_. _'~ / r-"r-: ri: n( Tania saginata : '”: :e~s er'- - Distúrbios gastrointestinais (náuseas, vómitos, diarreia ou Ingestão de larvas (cisti- cercos) que podem estar Eviza' a Cfuã Q. ; "XE (tênia do porco - e cisticercose irritabilidade; insônia, crua ou malcozida. ; tênia do boi - Teníase prisão de ventre); dores abdo- . nes e seus ce' _ ' . . . . presentes na carne bovlna . › a 25 m) minais; alteraçoes no apetite; in eñda crua ou malcozida sido subme: c fraqueza; irritabilidade; insônia. g ' sanitária. Teníase: evitar a o , . , . . , . _ carne suína crua Ou rca : n Teniase: disturbios gaSUOin' Teniase: ingestao de larvas só Comer carnes E seu_ Ge . . . . . . 5 " . ECC. testinais; dores abdominais; (cisticercos) que podem es- . . . . , _ . que tenham sido submetic Taenia solium _ alteraçoes no apetite; fraqueza; tar na carne suma ingerida . . ~ , . Teniase fiscalização Sanitaria. Cistícercose: beber somen : e (até 30 mm) volume do fígado). vermes adultos infestam 2 a 7 m) Cisticercose: dores de cabeça; Cisticercose: via oral, _ . . _ _ _ _ agua filtrada ou fervida; lavar bem convulsoes; dificuldade ara ela in estao de ovos de ' P in dar T 501mm verduras e legu es crus antes de an . . . . . . ingeri-los. Higiene pessoal e uso _ de sanitários. . Frequentemente assintomática. . . . Beber somente agua filtrada ou fer- Hymenolepis . , . Por via oral, pela ingestao Himenoler Podem ocorrer disturbios gas- , Vida. Lavar bem Verdufase legumes nana . . , . de ovos. O ser humano e o . . . piase ttointestiriais, doredesconror- , . _ crus antes de ingeri/ los. Higiene (15 a 40 mm) . unico hospedeiro. . , . to abdominal. pessoal e uso de sanitarios. Diphyllabothrium Dstúrbios astrointesrnais Ingestão de larvas (cisticer- . . , l l à . . . . Iatum* Difilobotri- g, . _ cos ue odem estar na Evitarain estao de carne de eixe dores abdominais* alteraçoes p (tênia do peixe - ase no apetite_ anemú' carne de peixe ingerida crua crua ou malcozida, 10 m) ' ' ou malcozida. V l'- e , ln estão de ovos do ara- Beber somentea ua filtrada ou fer- Echmococcus g u . , Doredesconforto abdominais; sita, que são liberados no vida. Lavar bem verduraselegumes granulosus Hidatidose . _ . . . (3 a 6 mm) fraqueza; perda de peso. ambiente pelas fezes de caes crus antes de ingervlos. Higiene _I contaminados. ' pessoal e uso de sanitários. . , . . Por via oral: in estão de for« , , . n* Dores abdominais; vomitos; . g . Bebersomenteaguafiltrada ou fer- Fasciala hepatica . mas Iarvais do parasita, CUJOS , Fasciolose hepatomegalia (aumento do vidaLax' 'bem verduraselegumes crus antes de ingerrlos. TTlBTHÍfQTOS FUÍTHHZUEES. dade de São Paulo, entre 2004 e 2005. alguns poucos casos foram registrados, devido ao consumo xe importado do Chile, onde a doença tem maior prevalência. asil, esta infecção é pouco romum, sendo mais frequente no Rio Grande do Sul, onde há uma . a criação de ovinos. O ser humano é um hospedeiro acidental do verrne. tão pouco comum em humanos. No Brasil. é mais frequente nas regiões Sul e Sudeste, riações de espécies bovinas, caprinas, ovinas e equinas. wav-ll!
  26. 26. e? . ai” t¡ r q¡ r . j N Zlilíll . l37liÍkÍil'l; ›'«ílÍl - squistossomuse ou Barriga d'água: parasitose endêmica gra- ve, causada pelo verme Sch/ síasama mansa/ u. que ocupa pnn- cipalmente os vasos que ligam o intestino ao fígado. Ao irritar as veias do fígado do individuo, os vermes provocam hemorragias: dessa forma, grande quantidade de plasma extravasa para a cavidade abdominal, produzindo ascite (acúmulo de líquido no abdome). A contaminação é ves da pele, pela penetra ção de lan/ as. Nas fezes de u"? o contaminado podem ser encontrados milhares de do esses ovos entram em contato com a água, elirn , . lenta. o miracídio. que penetra em um caramuio que l e de hospedeiro. Os miracídios produzem as larvas cercá i: , que penetram no orga- r nismo humano ao entrar em contato c: nele, atingindo os vasos sangüíneos e prosseguindo com ~. O saneamento básico é uma medida indispensável para evit a contaminação. CICLO DA ESQUISTOSSOMOSE › . Verme: adultos nas veias do ñgado ' Os miracídios lransformanvsa V am camadas. que voltam no melo aquático a penetram na pela - Teníase: a tênia ou solitária é o maior parasita que pode habitar o intestino humano, chegando a vários metros de comprimento, ficando dobrado no intestino, É um parasita hermafrodita, fpr~ mado pela cabeça lescólexl, que fica presa às paredes intesti- nais através de ganchos, e corpo, constituído de inúmeros anéis. CICLO DA TENlASE malrjzgíãszitíãrftectfgtrigzrcos lnwsüno delgado _ _ Verme adulto Cistrcerco everte-se e o escólex se fixa ao intestino Proglótide grávida Elimlnação de d ' g1), pmglótides 60m) grávidas com as fezes Gfávídã¡ - Ovos dos vermes

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