Bullyng

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Bullyng

  1. 1. "Bullying na escola: recomendações e cuidados" <br />Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul <br />
  2. 2. “Bullying” - O que é ?<br />Bullying – bull – touro<br />Bullying quer dizer intimidar, atemorizar,tiranizar, maltratar, <br />ou seja, a pessoa age como um touro bravo, <br />raivoso.<br />
  3. 3. Pretendem chamar a atenção que não tem em casa <br />Descarregam sua raiva sobre as vitimas <br />Os alunos que Praticam o Bullyng têm, geralmente, mau ambiente familiar <br />Bullyng <br />A vigilância não e suficiente <br />São os alunos mas velhos que praticam o bullyng e os mas novos são as vitimas<br />Bullyng <br />
  4. 4. “Bullying” - O que é ?<br />O termo bullying compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas que ocorrem sem motivações evidentes, adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, executadas dentro de uma relação desigual de poder. Portanto, os atos repetidos entre iguais (estudantes) e o desequilíbrio de poder são as características essenciais que tornam possível a intimidação da vítima. (ABRAPIA, 2008).<br />
  5. 5. “Bullying” - O que é ?<br />
  6. 6. “Bullying” - O que é ?<br />
  7. 7. Cuidados<br /><ul><li>Constituição, vivências infantis, vivências atuais .
  8. 8. O desamparo e fragilidade mobilizam mecanismos de defesa.
  9. 9. Para Charlot(2005) não se pode esquecer que a sociedade atual marcada pela exclusão e pela desigualdade social prodiz uma intensa cultura da violência.
  10. 10. Escola como espaço de desigualdades.
  11. 11. estímulo à competição, não garantia dos direitos básicos.</li></li></ul><li>Família<br />Família – amparo, respeito,autonomia pessoal, <br />sensibilidadeàs relações interpessoais,<br />Valores culturais, regras de vida em sociedade,<br />pertença, comunicação, estratégias de <br />pensamento... <br />Fatores familiares: relacionamento afetivo pobre,<br /> o excesso de tolerância ou de permissividade<br />e a prática de maus-tratos físicos ou explosões<br />emocionais como forma de afirmação de poder dos<br />pais.<br />Escola- sujeito pertencente à humanidade.<br />Como ficam as relações na escola, <br />as relações de poder, as relações entre os<br />Iguais, as diferenças?<br />
  12. 12. Cuidados<br /><ul><li>Violência: explícita, implícita,
  13. 13. simbólica, institucional, física,psicológica.
  14. 14. Preconceito , intolerância com o diferente como forma compensatória para as fragilidades internas.</li></li></ul><li>
  15. 15. Em geral, não dispõe de recursos, status ou habilidade para reagir ou cessar o bullying. Geralmente, é pouco sociável, inseguro e desesperançado quanto à possibilidade de adequação ao grupo. Sua baixa auto-estima é agravada por críticas dos adultos sobre a sua vida ou comportamento, dificultando a possibilidade de ajuda. Tem poucos amigos, é passivo, retraído, infeliz e sofre com a vergonha, medo, depressão e ansiedade. Sua auto-estima pode estar tão comprometida que acredita ser merecedor dos maus-tratos sofridos. (Sociedade Brasileira de Pediatria)<br />
  16. 16. O autor da violência, ao contrário, é forte, tem tendência à liderança, acredita-se acima da lei, sentindo-se superior aos demais, impondo sua autoridade através da força física e/ou psicológica (FANTE, 2005). Em geral, são oriundos de famílias com dificuldades, violentas, com dificuldades no campo dos limites e da afetividade.<br />Além disso, pode existir um componente benefício em sua conduta, como ganhos sociais e materiais. São menos satisfeitos com a escola e a família, mais propensos ao absenteísmo e à evasão escolar e têm uma tendência maior para apresentarem comportamentos de risco (consumir tabaco, álcool ou outras drogas, portar armas, brigar, etc)(Bullying . aggressive behavior among students – J. Neto)<br />
  17. 17. Demonstra falta de vontade de ir para a e escola;<br /> Sente-se mal perto da hora de sair de casa; <br />Parece estar ansiosa, angustiada e deprimida;<br />Apresenta baixo rendimento escolar;<br />Volta para casa, freqüentemente, com roupas ou livros rasgados;<br />Leva merenda para a escola e volta com fome;<br />Tem pesadelos constantes, chegando a gritar por socorro durante o sono;<br />Aparece com ferimentos sem explicação;<br />Evita falar sobre o que está acontecendo;<br />“Perde” repetidas vezes seus pertences ou dinheiro;<br />
  18. 18. Cuidados<br /><ul><li>A violência é um</li></ul>problema de saúde pública,grave e complexo.<br /><ul><li>A violência pode ser</li></ul>evitada, seu impacto<br />minimizado e os fatores<br />que contribuem para<br />respostas violentas<br /> mudados<br />
  19. 19. Cuidados<br /><ul><li>As vítimas de Bullying sofrem de ansiedade e medo e os praticantes experimentam sensação de poder e êxito.
  20. 20. Consequências imediatas ou tardias.</li></li></ul><li>Recomendações<br /><ul><li>Trabalho em conjunto: alunos,funcionários, professores,família.
  21. 21. Dinâmicas de grupo,
  22. 22. Atividades de cooperação,amizade,
  23. 23. solidariedade.
  24. 24. Levar a sério as denúncias;
  25. 25. Desmontar a “luta de poder” do bullying oferecendo outras estratégias de empoderamento.
  26. 26. Escola é dinâmica e complexa.
  27. 27. Desenvolver estratégias de protagonismo juvenil.
  28. 28. Ampliação de políticas públicas.
  29. 29. Artes, esporte.
  30. 30. Ampliação da capacidade de discussão.</li></li></ul><li>Recomendações<br /><ul><li>Regras e sanções claras e exigidas.
  31. 31. Cultura de paz
  32. 32. Discussão sobre o tema
  33. 33. Filmes sugeridos:
  34. 34. Tiros em Columbine,
  35. 35. Escritores da Liberdade,
  36. 36. Bang bang bang você decide morrer.
  37. 37. Aos autores:</li></ul> habilitá-lo para que controle sua irritabilidade,<br /> expresse sua raiva e frustração de forma apropriada, seja<br /> responsável por suas ações e aceite as conseqüências de<br /> seus atos.<br />
  38. 38. Recomendações<br /><ul><li>Atividades de combate ao preconceito.
  39. 39. Atenção para que “panelinhas” ou grupos por afinidades não virem gangues.
  40. 40. Valorização de atitudes proativas e não destrutivas.
  41. 41. Atenção aos apelidos,à violência disfarçada.
  42. 42. Trabalhos que promovam a percepção do outro e
  43. 43. seus sentimentos.
  44. 44. Receber retorno dos
  45. 45. seus atos e ferramentas para pensar sobre os mesmos.</li></li></ul><li>Relatório da Sessão Especial da Assembleia Geral das Nações Unidas Sobre a Criança,2002 <br />

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