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Curso de nível Técnico integrado em agrimensura 
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A Sociologia de Durkheim
Émile Durkheim 
 Épinal, 1858-1917. 
 Metodologia cientifica. Objeto, método e aplicação. 
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 Coersão Social. 
 Idioma. 
 Família. 
 Leis. 
Fatos Sociais 
 Sanções legais e espontâneas. 
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 Exterior a consciência do individuo. 
 Costumes. 
 Leis. 
 Idioma. 
 Geral. Todo fato que é geral, é social. 
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 Exterior a consciência do individuo. 
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 Leis. 
 Idioma. 
 Geral. Todo fato que é geral, é social. 
 Comu...
 Distância. 
 Neutralidade. 
 Imparcialidade. 
 Estudar objetos. 
 Medidas, observações e comparações. 
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 Saudável e doentio. 
 Sociologia é a cura. 
Organismo 
• Normalidade: 
– Geral. 
– Função. 
– Consenso. 
– Ex: Crime. 
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Consciência Coletiva 
 Existência própria e independente. 
 Consciências Individuais. 
 Forma de vida padronizada. 
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Morfologia Social 
 Comparação de sociedades. 
 Sociedade ancestral comum. 
 Separação pela observação. 
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A Sociologia Alemã de Max Weber
Introdução 
 Weber foi um dos primeiros cientistas sociais a levar em conta a 
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Ação Social I 
 A ação social é um comportamento humano, mas só é ação social 
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 Quatro tipos de ação; 
Ação Social II 
1. Ação racional com relação a fins: atingir um objetivo pré 
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Poder e Dominação I 
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Conclusão 
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Referências 
COSTA, M. C. C.. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 2ª ed. São Paulo: Moderna, 
1977. 
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A Sociologia de Durkheim e a Sociologia alemã de Max Weber

  1. 1. Universidade Tecnológica Federal do Paraná Curso de nível Técnico integrado em agrimensura A Sociologia de Durkheim A Sociologia alemã de Max Weber Prof: Manoel dos Passos Alunos: Bruno Bohn dos Santos Naiara Rohling
  2. 2. A Sociologia de Durkheim
  3. 3. Émile Durkheim  Épinal, 1858-1917.  Metodologia cientifica. Objeto, método e aplicação.  Da divisão do trabalho Social;  Regras do método sociológico;  O Suicídio;  Fatos Sociais: Objeto da Sociologia
  4. 4.  Coersão Social.  Idioma.  Família.  Leis. Fatos Sociais  Sanções legais e espontâneas.  “Se sou industrial, nada me proíbe de trabalhar utilizando processos e técnicas do século passado; mas, se o fizer, terei a ruína como resultado inevitável” (Durkheim, 1895)  A educação como forma de familiarização.
  5. 5.  Exterior a consciência do individuo.  Costumes.  Leis.  Idioma.  Geral. Todo fato que é geral, é social.  Comunicação.  Habitação.  Sentimentos. Fatos Sociais
  6. 6.  Exterior a consciência do individuo.  Costumes.  Leis.  Idioma.  Geral. Todo fato que é geral, é social.  Comunicação.  Habitação.  Sentimentos. Fatos Sociais
  7. 7.  Distância.  Neutralidade.  Imparcialidade.  Estudar objetos.  Medidas, observações e comparações.  Exterioridade.  Generalidade. Metodologia
  8. 8.  Saudável e doentio.  Sociologia é a cura. Organismo • Normalidade: – Geral. – Função. – Consenso. – Ex: Crime. • Patologia: – Ameaça. – Excepcional. – Transitório. – Ex: Histeria Coletiva.
  9. 9. Consciência Coletiva  Existência própria e independente.  Consciências Individuais.  Forma de vida padronizada.  Vida própria.  Pode ser considerada como “a moral”.
  10. 10. Morfologia Social  Comparação de sociedades.  Sociedade ancestral comum.  Separação pela observação.  Solidariedade Mecânica: Identificação através dos costumes basicamente. A divisão social do trabalho era pouca.  Solidariedade Orgânica: União pelo trabalho, um depende do outro. A consciência coletiva fica enfraquecida.
  11. 11. A Sociologia Alemã de Max Weber
  12. 12. Introdução  Weber foi um dos primeiros cientistas sociais a levar em conta a importância da religião ou da mentalidade religiosa na configuração da economia;  Refutava a tese de Karl Marx, segundo o qual o capitalismo nascera somente da exploração do homem pelo homem;  Para Weber, o moderno sistema econômico teria sido impulsionado por uma comportamental provocada pela Reforma Luterana do século 16;  O conceito para entender a obra e teoria de Weber é a ação;
  13. 13. Ação Social I  A ação social é um comportamento humano, mas só é ação social quando o indivíduo atribui a sua conduta um significado ou sentido próprio, e esse sentido se relaciona com o comportamento de outras pessoas;  Cada sujeito age levado por um motivo, orientado por interesses racionais ou emotividade;  A sociedade pode ser compreendida a partir do conjunto de ações individuais reciprocamente referidas: o indivíduo orienta sua ação a partir do outro;  Para que haja ação, deve haver uma relação significativa;
  14. 14.  Quatro tipos de ação; Ação Social II 1. Ação racional com relação a fins: atingir um objetivo pré determinado (estudar para passar de ano); 2. Ação racional com relação a valores: orientada por princípios, agindo por suas convicções (não se alimentar de carne); 3. Ação tradicional: agir por costume (batismo); 4. Ação efetiva: orientada por emoções imediatas (ciúmes);
  15. 15.  Conduta plural, reciprocamente orientada, com conteúdo significativo;  Objetiva ter uma conduta com sentido compartilhado pelos membros de uma sociedade;  Exemplos: trocas comerciais, concorrência econômica e relações politicas; Relação Social
  16. 16. Poder e Dominação I  O conceito de poder é amorfo já que significa a probabilidade de impor a própria vontade dentro de uma relação social, mesmo contra toda a resistência e qualquer que seja o fundamento dessa probabilidade;  Dominação é a probabilidade de encontrar obediência dentro de um grupo a um certo mandato. PODER + LEGITIMIDADE = DOMINAÇÃO
  17. 17. Poder e Dominação II  As relações sociais se mantem então por conta da dominação, ou produção de legitimidade – submisão de um grupo a um mandato, aceitação de um autoridade. E temos então a questão do "poder“.  Poder é a probabilidade de impor sua vontade. Os meios para alcança-lo são muito variados: emprego de violência, palavra/oratória, sufrágio, sugestão, engano grosseiro, tática no parlamento, tradições…
  18. 18. Poder e Dominação III  A dominação pode ser por interesse ou por autoridade, e sempre o dominador influi na conduta dos dominados;  Segundo Weber a dominação que interfere em todas as relações sociais é a que mantém a ordem legítima e a coesão social;  A coesão social é pela força e não pelo consenso;
  19. 19. Tipos Puros de Dominação Legítima I  Dominação Legal: obedece-se não a pessoa em virtude de seu direito próprio, mas à regra estatuída, que estabelece ao mesmo tempo a quem e em que medida deve obedecer;  Autoridade vem das regras jurídicas ou leis racionalmente criadas. Seu tipo mais puro é a BUROCRACIA;  Exemplo: autoridade dos modernos servidores do Estado (presidentes, professores, juízes, prefeitos…)
  20. 20. Tipos Puros de Dominação Legítima II  Dominação Tradicional: se estabelece em virtude da crença na santidade das ordenações e dos poderes senhoriais de há muito existentes;  Autoridade do "ontem eterno", passado, tradição, costume… dá orientação habitual para o conformismo. Seu tipo mais puro é o da dominação patriarcal;  Exemplo: patriarcas antigos, príncipes patrimonialistas…
  21. 21. Tipos Puros de Dominação Legítima III  Dominação Carismática: se dá em virtude de devoção afetiva à pessoa do senhor e a seus dotes carismáticos, revelações ou heorísmo, poder intelectual ou de oratória.  Autoridade com base no dom pessoal de um líder. Seu tipo mais puro é a dominação do profeta, do heróis guerreiro…  Nao devemos esquecer que são tipos ideais de dominação. Um tipo ninca se apresenta puro;
  22. 22. Política e Estado  Política é: liderança ou influência sobre a gerência de uma associação política (Estado). Participação no poder ou luta para influir na distribuição do poder;  O estado é um instrumento de dominação do homeme pelo homem, e só o Estado pode fazer uso da força e violência. A violência é legítima, pois se apóia num conjunto de normas (constituição-racional legal);  Det;em o monopólio do uso legítimo da força física dentro de um determinado território. A força não é o meio normal nem o único quanto ao exercício do poder, mas trata-se de uma meio do Estado, que possui o monopólio da coerção;
  23. 23. Estado I  Não pode ser definido e termos de seus fins, uma vez que já se propôs a praticamente tudo;  fim: mínimo do Estado: sua conservação (manutenção da ordem interna e afirmação no plano externo de sua soberania);  Nas concepções idealistas que Wber critica, o Estado era difinido teologicamente, fosse seu fim a Justiça, o Bem comum, a Ordem, o Bem- Estar ou a Felicidade dos súditos;
  24. 24. Estado II  Para que o Estado exista é necessário que os dominados se submetam a quem está no poder;  Fica implícito que só um poder legítimo está destinado a perdurar no tempo, e só um poder duradouro pode construir um Estado;  O Estao pode renuncias:  Ao monopólio do poder ideológico (liberdade de religião e de opinião);  Ao monopólio do poder econômico (expresso no reconhecimento da liberdade da empresa econômica, como no caso do Estado liberal);  Porém jamais renuncia ao monopólio do uso da força;
  25. 25. Conclusão  O principal objetivo de Weber é compreender o sentido que cada pessoa dá a sua conduta.;  Weber criou certos instrumentos metodológicos, que possibilitam ao cientista uma investigação dos fenômenos particulares sem que ele se perca na infinidade disforme dos seus aspectos concretos;  O cientista é amante da verdade do conhecimento cientifico, não deve emitir opiniões e sim pensar segundo os padrões científicos;
  26. 26. Conclusão  Na concepção de Max não se podem dissociar ciência e ideologia , pois para ele ideologia faz parte da ciência;  A ciência weberiana se define como um esforço destinado a compreender e a explicar os valores aos quais os homens aderiram, e as obras que construíram;  Ele considera a sociologia como uma ciência da conduta humana, na medida em que essa conduta é social.
  27. 27. Referências COSTA, M. C. C.. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 2ª ed. São Paulo: Moderna, 1977. DELLA TORRE, M. B. L.. O Homem e a Sociedade. São Paulo, Nacional, 1994. GUARESCH, P. Sociologia crítica. 2ª ed. Porto Alegre: Edições Mundo Jovem, 1991. MEKSENAS, P. Sociologia. São Paulo: Cortez, 1993. OLIVEIRA, P. S.. Introdução à Sociologia. São Paulo: Ática, 2001. PIERSON D. Teoria e Pesquisa em Sociologia. São Paulo: Melhoramentos, s/d. QUINTANEIRO, T. et all. Um toque de clássico: Durkheim, Marx e Weber. Belo Horizonte; ed. Ufmg, 1996. TOMAZI, N. D. (coord.). Iniciação à sociologia. São Paulo; Atual, 1993. __________. Sociologia para o Ensino Médio. São Paulo: Atual, 2007. www.cmf.ensino.eb.br/sistemas/matDidatico Acesso: 21/08/2012 www.pet.sociais.ufu.br/weber.ppt Acesso: 21/8/2012

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