UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL        APLICAÇÃO DA PmaisL           EM GRÁFICAS
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UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL   Sensibilização • Esta é uma das medidas                           mais...
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UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL   Manutenção das Máquinas • É fundamental que a empresa possua   um cale...
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UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL   Papel  Para redução do desperdício na  etapa de corte, deve-se:       ...
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UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL   Papel  Para redução do desperdício na  etapa de impressão deve-se:  • ...
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UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Resíduos  • Os       Resíduos    Industriais    também         podem    ...
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UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Resíduos• E por fim, os resíduos  orgânicos e não-recicláveis  devem ser...
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Aplicação da P+L em Gráficas

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Apresentação usada no Seminário de Aplicação da P+L em Gráficas na disciplina de Engenharia Ambiental

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Aplicação da P+L em Gráficas

  1. 1. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL APLICAÇÃO DA PmaisL EM GRÁFICAS
  2. 2. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL APLICAÇÃO DA PmaisL EM GRÁFICAS
  3. 3. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Introdução • As tintas sempre acompanharam o desenvolvimento da humanidade, sendo responsáveis pela comunicação de ideias desde a pré-história até os dias atuais. • A área gráfica cumpre uma missão muito importante e gratificante que é o de registrar e perpetuar o conhecimento humano.
  4. 4. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Introdução • Uma sociedade mais sustentável está associada à capacidade das empresas em se preocupar com os processos de produção. • Entre 60% e 80% de todos os impactos ambientais causados ao longo da vida de um produto são determinados nas fases iniciais de seu projeto.
  5. 5. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Motivação
  6. 6. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Objetivos • Melhoria de eficiência e desempenho operacional; • Melhoria de produtividade e qualidade; • Otimização do uso dos insumos (água, papel, produtos químicos, etc.); • Redução da periculosidade dos insumos; • Redução da geração de resíduos e de poluição hídrica, aérea e sólida; • Melhoria nas aquisições de matérias primas; • Redução dos custos de produção e aumento de margens de contribuição;
  7. 7. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL PmaisL • Contínua aplicação de uma estratégia de prevenção ambiental para os processos, produtos e serviços, com o intuito de aumentar a ecoeficiência e reduzir o risco para os seres humanos e para o ambiente. • A Produção Mais Limpa requer uma mudança de atitude na gerência das empresas apoiada em políticas ambientais, para a escolha da melhor opção entre as tecnologias disponíveis.
  8. 8. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Ênfase O sucesso de um programa de P+L está na mudança de ênfase: sair do foco “controle e tratamento” e passar para o foco “prevenção e solução da poluição em sua raiz”.
  9. 9. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Diagrama
  10. 10. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL O Que É Uma Gráfica? Uma gráfica é uma entidade prestadora de serviços cuja função é transferir tinta para um substrato (papel, plásticos, etc..) através de um sistema de impressão.
  11. 11. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Um pouco da história da indústria gráfica...
  12. 12. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Como Funciona o Processo de Produção Projetação Pré - Impressão Pós - Impressão Impressão
  13. 13. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Conhecendo o Problema • Sujeiras deixadas pela manutenção após terminar o serviço; • Resíduos de papéis, estopas, panos, graxas sujando a área; • Desorganização generalizada nos depósitos de materiais e equipamentos; • Restos de material por toda a parte; • Pilhas de produtos e de matérias-primas mal cuidadas;. • Lixo desorganizado e contendo uma grande quantidade de desperdícios de matéria-prima; • Peças de reserva aguardando ao lado do equipamento, mas todas sujas, enferrujadas, empoeiradas, etc.; • Restos de tinta contaminando o ambiente de trabalho; • Sistemas de recuperação de perdas mais em estado de perdas do que de recuperação; • Recipientes de tintas e/ou solventes abertos; • Depósitos de resíduos sem demarcação, sem avisos de alertas, etc.
  14. 14. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Resultado do Processo de Produção
  15. 15. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Medidas Indicadas
  16. 16. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Sensibilização • Esta é uma das medidas mais importantes do projeto! • Sensibilização é uma palavra mágica que necessita ser energizada nas pessoas. • Usar a tecnologia é mais fácil do que mudar o comportamento dos funcionários da empresa.
  17. 17. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL
  18. 18. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Manutenção das Máquinas • É fundamental que a empresa possua um calendário com datas fixas para realizar a manutenção das máquinas usadas no processo de produção. • Máquinas com frequentes paradas e quebras sempre geram desperdício de matéria-prima, energia, tempo, dinheiro e ainda reduz a produção, o faturamento e o lucro.
  19. 19. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL
  20. 20. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Tinta Gráfica • Troque as tintas por outras isentas de produtos que degradam a camada de ozônio, bem como isentas de hidrocarbonetos aromáticos (sem chumbo e metais pesados) em sua formulação.
  21. 21. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL
  22. 22. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Água • O uso de água nas gráficas normalmente é baixo, devido ao uso restrito no processo produtivo. • O principal uso é sanitário e costuma ser proporcional ao número de funcionários. • Reduções drásticas no consumo sanitário podem ser obtidas com a instalação de equipamentos de baixo consumo nos banheiros.
  23. 23. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL
  24. 24. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Efluentes • Efluentes estritamente sanitários podem ser lançados na rede de esgoto sem tratamento prévio. • Efluentes industriais devem ser segregados dos efluentes sanitários. • Para estes casos as indústrias gráficas devem manter uma estação de tratamento de água para reutilizar parte ou toda água do processo. • Após tratá-la, ela pode ser utilizada para resfriamento de equipamentos e produção de vapor, bem como para lavagem de pátios ou ainda para regar jardins entre outros.
  25. 25. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL
  26. 26. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Estopas e Trapos Contaminados • Estopas e trapos contaminados podem ser substituídos por toalhas reutilizáveis, que são lavadas em empresas licenciadas.
  27. 27. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL
  28. 28. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Energia • A energia utilizada é a elétrica para iluminação e funcionamento das máquinas. • É aconselhável o uso de lâmpadas fluorescentes e a substituição de aparelhos antigos por aparelhos com selo PROCEL onde o consumo de energia é menor. • Além disso, estimular uma campanha entre os funcionários para que, quando não estiverem trabalhando com uma máquina/equipamento deixa-lo desligado e se não tiver ninguém em uma sala, desligar as lâmpadas.
  29. 29. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL
  30. 30. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Papel • O papel é o principal resíduo da produção destas empresas; • O corte e a impressão são as principais fontes geradoras deste resíduo. • Estima-se que são desperdiçados cerca de 10% dos papéis comprados.
  31. 31. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Papel Para redução do desperdício na etapa de corte, deve-se: • Melhorar o ajuste da dimensão do produto ao tamanho do papel padrão, estabelecendo alguns formatos padrões; • Conscientização de funcionário e clientes.
  32. 32. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL
  33. 33. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Papel Para redução do desperdício na etapa de impressão deve-se: • Utilizar os versos dos papéis para os testes; • Conferir frequentemente a qualidade do produto; • Implementar manutenção preventiva em todas as máquinas; • Conscientização dos funcionários.
  34. 34. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL
  35. 35. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Papel Visto que a eliminação total do resíduo de papel é improvável, pois, por mais que seja minimizado, o refilamento de papéis e os testes nas máquinas de impressão fazem parte do processo, então se sugere: • Organizar as sobras de papéis, possíveis de ser utilizado, por tamanho e em locais limpos, o que facilitará o seu reaproveitamento. • Separar os resíduos, pelo menos as sobras de papéis que podem ser vendidas para cooperativas.
  36. 36. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL
  37. 37. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Emissões • Medidas simples podem ser tomadas para reduzir as emissões de COVs, como nunca deixar recipientes de tintas ou solventes abertos.
  38. 38. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL
  39. 39. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Emissões • Mas muitas vezes medidas mais complexas precisam ser feitas e estas envolvem a recuperação das emissões com modernos sistemas para tratamento e controle das emissões atmosféricas, os equipamentos são instalados em todas as rotativas. • Neste caso os gases passam por um processo de pós- queima, assegurando que suas emissões atendam aos padrões legais.
  40. 40. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL
  41. 41. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Resíduos • Os Resíduos Industriais também podem ser reaproveitados. Eles podem ser separados para coleta realizada por uma empresa especializada em tratamento, os resíduos sólidos são preparados para utilização como combustível em fornos de clinquer ou ainda agregado a massa de cimento.
  42. 42. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Resíduos • Já os resíduos líquidos devem passam por um eficiente tratamento físico químico, que pode gerar materiais sólidos destinados ao co-processamento em fornos de alta temperatura.
  43. 43. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Resíduos• E por fim, os resíduos orgânicos e não-recicláveis devem ser coletados por uma empresa especializada e destinados para um moderno centro de disposição de resíduos, dotado de técnicas de proteção ao meio ambiente.
  44. 44. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Resíduos • Como medida adicional seria interessante que a empresa cria-se um Sistema de Coleta Seletiva, que consiste na separação e recolhimento de materiais recicláveis para serem encaminhados às indústrias recicladoras.
  45. 45. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL
  46. 46. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Medidas Interessantes
  47. 47. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL IMPRESSÃO ECOLÓGICA (Empresas de Pequeno Porte) • Não usa cartuchos como as máquinas convencionais de impressão a laser; • Utiliza bastões de cera que produzem impressões de alta qualidade com custos de página impressa que chegam a ser até dez vezes mais baratos em comparação à tecnologia laser e até 40 vezes mais baratos em comparação à tecnologia jato de tinta; • Reduz drasticamente os estoques de suprimentos, economizando até 62% dos custos envolvidos na rotina da organização ou produção de documentos e eliminando até 90% dos resíduos.
  48. 48. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL
  49. 49. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Uniforme Ecológico (Empresas de Médio à Grande Porte) • Os uniformes são confeccionados com tecido de poliéster com fibra reciclada de garrafas PET; • O produto é de alta qualidade e contribui para a responsabilidade socioambiental; • Para cada camiseta produzida são utilizadas 2,5 garrafas de 2 litros. Com a adoção do uniforme ecológico e empresa está evitando que cerca de 7.500 garrafas PET poluam o meio ambiente, por ano.
  50. 50. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL
  51. 51. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Pontos Relevantes • O objetivo da utilização da P+L é reduzir a poluição e a geração dos resíduos e detritos onde são gerados e não apenas trata-los em sofisticadas estações de tratamento, em usinas de reciclagem ou em fantásticos filtros de purificação. • O resultado é uma minimização de impactos ambientais, uma maior eficiência operacional e uma redução de custos. • Queremos fábricas mais saudáveis, mais eficientes e competitivas e uma forma de fazer isso é incluir a produção mais limpa em nossos programas de melhoria de qualidade da empresa como um todo.
  52. 52. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - ENGENHARIA AMBIENTAL Referências Bibliográficas [01] REVISTA PRONEWS. Site da revista de comunicação e marketing PRONEWS. Disponível em <http://www.revistapronews.com.br/edicoes/106/capa.html> Data de acesso: 05 nov 2012. [02] HLC CONSULTORIA. Engenharia Civil, Meio Ambiente e Qualidade. Disponível em < http://www.hlcconsultoria.com.br/?p=245> Data de Acesso: 05 nov 2012. [03] PLURAL. Site da Indústria Gráfica. Disponível em <http://www.plural.com.br/>. Acesso em: 05 nov 2012. [04] FOEKEL, C. Ecoeficiência e Produção Mais Limpa Para a Indústria de Celulosa e Papel Eucalipto. Eucalytus Online Book & Newsletter. Março, 2008. [05] LALANDE, T. Cartilha ABTG Boas Práticas Ambientais Para a Indústria Gráfica. São Paulo. Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica. Apostila. [06] BREIER, G. P. et al. 2011. Abordagens em Sustentabilidade: Uma Revisão Conceitual dos Métodos Utilizados na Indústria. In: I Congresso Brasileiro de Engenharia de Produção. Paraná, dez/2011. [07] SENAI. Como Implementar Produção Mais Limpa. Centro Nacional de Tecnologias Limpas, 2011. Apostila. [08] SENAI. O Que É Produção Mais Limpa?. Centro Nacional de Tecnologias Limpas, 2011. Apostila

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