Economia

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A história do Brasil desde a independência pode ser dividida em três grandes ciclos políticos, e, desde 1930, é possível distinguir cinco pactos políticos ou coalizões de classe. Desde 1930 esses pactos são nacionalistas.

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Economia

  1. 1. Economia do BrasilMateus Cozermtscozer@gmail.com2013
  2. 2. Celso Furtado• CEPAL.• Criou a SUDENE.• Ministro Extraordinário do Planejamento nogoverno Goulart.• Ministro da Cultura - governo Collor (?)• (FORMAÇÃO ECONÔMICA DO BRASIL)
  3. 3. Ciclos Econômicos de Portugal1500 1600Ouro naÁfricaEspeciarias na Ásia Açúcar no BrasilRotadescobertaUm século dehegemoniaPortuguesessuplantados pelosholandeses e Ingleses
  4. 4. Conceito econômico: Monopólio• O que é um monopólio?• Qual preço o monopolista vai escolher?preçoLucroP*
  5. 5. Ocupação holandesa do Brasil• Ocupação 1630 a 1650.• Pernambuco, Itamaracá, Paraíba, Sergipe,Rio Grande do Norte.• Absorção Portuguesa pela Espanha - 1580a 1655.• Guerra da Holanda com a Espanha - 1580 a1609.• Impedida de participar doempreendimento do açúcar no Brasil osHolandeses buscam ocupar parte do Brasilpara fazê-lo diretamente.
  6. 6. Arranjos institucionais diferentes.• Nova Iorque– originalmente assentada pelos holandeses– patroons, sistema holandês distribuição de terra
  7. 7. Evolução do Sistema Brasileiro1500 1600 1700 1800 1850 1889Açúcar1550-1650
  8. 8. Estatísticas do Açúcar.• Em 1600 - 120 engenhos.• £ 15.000 por engenho• £ 1.800.000 capitais aplicados na indústria do açúcar.• 20.000 escravos africanos.• £ 25 por escravo.• £375.000 investimento em escravos.• 20,8% parcela dos capitais relativos a escravos.
  9. 9. Nova classe de empresários• No açúcar os produtores eram separados dacomercialização.• No café atuavam no processo inteiro: compra deterra, recrutamento de mão de obra, organização edireção da produção, transporteinterno, comercialização nos portos, contatosoficiais, interferência na política financeira eeconômica.• Furtado: “…uma nova classe dirigente” que utilizou ocontrole sobre o governo para alcançar objetivosperfeitamente definidos de uma política.
  10. 10. Economia do Café• População = 40% da população do país• Taxa de crescimento populacional = 2,2 % ano.• Crescimento pop. no meio século = 196%• Crescimento da renda real gerada pelo setorexportador foi maior do que 803%.• Conclusão - renda per capita aumentou. (2,3% ano)
  11. 11. Quem eram os primeiros produtores demanufaturados?• Exportadores?• Firmas estrangeiras?• Governo?• Importadores.
  12. 12. Três períodos no processo deindustrialização• I. Até 1929• II. 1930 - 1956• III. 1957 - 1980• Quais os objetivos do governo e qual oresultado da política econômica em cadaperíodo.
  13. 13. Cartaz e cartão de visita da Fábrica de PregosPontas de Par
  14. 14. Fábrica de Pregos
  15. 15. (crise de 1929)1933• A ordem “getulista” & juscelinista:• A criação da moeda fiduciária no Brasil• A moeda passava a ser apenas um pedaço depapel, sem nenhuma conexão com a “Natureza”.
  16. 16. Fábrica B (1947)
  17. 17. LeonFeffer, Cônsul deIsrael em SãoPaulo (1964)
  18. 18. 1965• A ordem “desenvolvimentista” & inflacionista• O milagre de Delfim Netto: Hiperinflação• Geisel e Golbery, o Sacerdote e o Feiticeiro• A tortura foi o seu instrumento extremo decoerção e o extermínio, o último recurso darepressão política que o Ato Institucional no. 5libertou das amarras da legalidade.
  19. 19. Período III - 1957 - 1980• Objetivo - A política econômica passa a promover odesenvolvimento industrial prioritariamente.• Comentário - A economia se fecha e passa-se apraticar um protecionismo exagerado a certascategorias de bens.• Resultado - O desenvolvimento industrial se consolida.A taxa de crescimento da indústria se acelera e passa avariar menos no curto prazo.
  20. 20. 8 padrões monetários em 52anos
  21. 21. Período IV - 1985 - 2010
  22. 22. 1994• uma única moeda estável para TODOS• Liberalização cambial• Reordenamento “para-fiscal” e regulatório:– (i) Redução nos bancos públicos (PROES);– (iii) controle do “orçamento monetário”.• Banco Central de facto independente, aindaque não de jure.(http://www.economia.puc-rio.br/gfranco/)
  23. 23. Primeiro como tragédia, depois comofarsa• Capitalismo e seus críticos• FROM Seattle toSydney, protesters havetaken to the streets.• To the man-in-the-street, all this smacks of asystem that has failed.• o cinismo contemporâneodos pregadores epraticantes dademocracia liberal : Bush
  24. 24. RIO+20• CONVERGÊNCIA DASELITES• Linguagem financeira.– Palavras– Transações econômicas• Um dos diagnósticos maisfreqüentes a respeito docapitalismocontemporâneomundial, inclusive obrasileiro, é de que háprevalecência de seucomponente financeirosobre as demaisdimensões, principalmente a industrial.
  25. 25. Indicadores IBGE• O Produto Interno Bruto medido a preços demercado no ano de 2011 alcançou R$ 4.143bilhões.• População formada por 190.732.694 pessoas.
  26. 26. Instituições “fracas”• Regras do jogo – Douglass North• uma nova conta movimento usando o BNDESe novas formas de se emitir moeda.• Explosão dos mandatos: atuação coordenadade BC, BNDES, FGC, BB e CEF, e com intuito deatender prioridades governamentais.• Economia de mercado estilo chinês.• (http://www.nobelprize.org/nobel_prizes/economics/laureates/1993/north-autobio.html)
  27. 27. Leitura• Celso Furtado. Formação econômica do Brasil. Companhia dasLetras, 2009.• H. C. Binswanger. Dinheiro e magia: uma crítica da economiamoderna à luz do Fausto de Goethe. Rio de Janeiro. Jorge ZaharEditores, 2010.• Roberto Campos. Lanterna na Popa. Rio deJaneiro, Topbooks, 1994.• Mario H Simonsen. 30 Anos de Indexação Rio de Janeiro:Fundação Getúlio Vargas Editora, 1995.• Dornbusch, Rudiger e Fischer, Stanley – Macroeconomia, QuintaEdição ( Makron Books Editora, 1991).• MACEDO, Roberto. Antonio Delfim Netto. Estud. av. [online].2001, vol.15, n.43 [cited 2013-04-30], pp. 375-388.• Luiz Carlos Bresser-Pereira. Brasil, sociedade nacional-dependente. 2012. http://dx.doi.org/10.1590/S0101-33002012000200008

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