Q ue s tõ e sE s s e n c ia is       daPsicopatologia Atual
P rog ra m    a ocneimnomd oT oia ohc et éic- er dpiqiá ic. su t o      r.O d gótomd oe d góto    iansic éic o ians icpiqi...
T ít u lo d a A u laDiagnóstico Médico ePsiquiátrico
A epese diagnose e    s xrs s õdiagnóstico t oigm rg            ê re gea             mmit rm t( ia a aé +  u o e oad = t v...
Osobjetos p dm e materiais e           o e sr         conceituais. Propriedades s a f õs              ã se e,             ...
Arl ã et o t m s      e ço nr se o        a       e     rdiagnóstico emedicina é irte                       de a imd t h a...
O diagnóstico, como ato médico,  é e id pl D io áiod    df o e ic nr e       in      o  B ue ( 84 cm a at d   o il 18) o o...
O Diagnóstico Médico p d sr e id h j  o e e df o o            in      ecm rcneimnodo o eo hc et eu et od ef m aem s d e n ...
Ef m ae Ef m , n r idd e n r o  e         e D eç e one  ona D et.
D foaa ns cidd s     ea , nmee u aoa       t                 ,    o sraã a naea e     bevço t t xms                 e , m ...
O d góto   ian sicmd oe Cós e éic m  e Cnido.   m
O diagnóstico ea terapêutica cm             oom mno esnia o ets s c ise  d AoMd o   o t éic.
D fo sm     ea , e       t d gótonoh  ian sic ã á  md in. E e    eic a sm  deec çod   if niaã a     rcniçoptl ic nood ã a ...
O diagnóstico psiquiátrico é umdiagnóstico médico!
E piqia ia á us ae a dm s u t h da mnirs e           r     d gota. Apimir,       ian s r r e a             icinteligente, ...
N e et tris o ívis s uua d          rd gótomd o ian s   ic éic:      Sintoma,    Síndrome e   Enfermidade.
O d gótod u a   ian sic e mef m ae ersnan r idd rpeet  eocneimnoqe e  o hc et u st h sbe lnqee a o r e aul n        a   e ...
N CD1 s e pea  a I 0 e mrg transtorno pr inicr m o p r mno  aa d a u cmot et a    o u guod s tms     u m rp e ino aidnifáe...
N D MI- R o transtornos s o S -VT , s            ão u a lsicçoct oiano  m c s aã a grlã       a if    e ec dnebsaa m réio ...
D MI- R U transtorno é m S -VT . m            u  pdã cmot et o   aro o p r mna u             a     lpicl ic d snicçoc ic s...
D MI- R O transtorno é     S -VT .   cnidrd s tm qad    o s eao ino a unoaaee s c d a m a s r prc a oiao u ml t           ...
Eis u a if eç esniaet x t m de na s c lnr     e         r     e      eod gótomd ocm rp so   ian s   ic éic o po óitc ic, o...
N os dv eqee a  ã e ee sucr  ncs ae e ae   ees d d hvr        id  cnodnia nr o   o crâc et   epropósito d qe f o          ...
C m t bm ã s   o o a é no e         mp d eqee a if eço e sucr de na r  qa a a u eis   ul t qe x t     it iv      e et d go...
ACDe D M ã     I o S s   o d góto dsrivs ian s s ecito      iccj cit iod vraeu ré e edd e  o   r    u a o vnã     m cneço ...
O d gótos t ic o  ian s ic iné o u              t  ep a opr it   xl t em e     ic ivcmn aã peis sbeo uicço rca o r a ef m ...
O d gótoaa ic s    ian sic nl o e              ít  rsm a et a e   eu e idnif r             ic rcnee cd u d s  eo hcr aa m ...
C m ridd o ob ae
Diagnóstico: Problema LógicoEignia rl inr aa sl ã x êc pe a pr a o ço             im             ud u po l aóic é nedr e m...
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Construção das Hipóteses.  A h óee d góta s    s ip t s ian s s ã            s          ic o  p s ilae d sl ã qe    os idd...
C s nosj cmrvds s a ã e m o poaa a   o     a h óee d góta o t s  ip t s ian s s ur      s       ic , a dvm e e b rds sro  ...
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Acnt çods ip t e      o s uã a h óe s          r          s    ( c se a h óee     inl iv ds ip t s         u          sd g...
Diagnóstico: Técnica e Arte    D geotekhné     o rg         e    D lim arte     o a ars,       t
O d gótoca ao    ian s ic hmdintegral é d góto          o ian s ic   t n oc nífo    é ic- iet     c         ic     pr nlao...
O d gótoo jiv a    ian s ic b taeenfermidade no enfermo.•At aêta b ta   e puic o jiv o    r          e  enfermo com uma   ...
A d qe m n r o ina u u ef m           ep s t mis e m os e a d u a   a r   ef m ae    n r idd.     eM t o A sc ds ixa u s i...
O d gótopiqiá ic,     ian sic s u t o                 r cm qa ur ian s o  o o ul e d gót         q         icmd o cné , pl...
D gota cm poeimno  ian s r o o rcd et       ic    md o é e pe a qe     éic, smr mis u   idnifa u a n r idd.     et r m ef ...
O d gótot u a       ian sic e m                m   d es hmn, qe    imnã u aa u é          oet t n a prc nífaqexr é ic e aa...
Qunood gótodix d  ad      ian sic e a e    sr ees io t á     e ncs r , e             á    r  ds aeid a eic a   ea rc o md ...
Três Modelos-Tipo do      Diagnóstico Médico   D p nod vtpá o    o o t e is rt  a ic eis m rs o e sip d   x t t m dl - o e...
omodelo das doenças  infecciosas qe p a a               u iml n                     ic idnifaã d aet d    et ço o gne o   ...
O modelo do diagnóstico psiquiátrico crc raopl               aat izd e                  e        a oig a ae e e o jo o   r...
Bm if et é diagnóstico  e de ne o         r   psicológico ( c inoo               inl d                  u  d gótopicaa ic)...
O d gótopiqiá ic é    ian s ic s u t o                  r  vt cm u m dl   is o o m o e      o            oepcic d d gota, ...
Su b t, oao t imno e o jo cne et      e       cpicptl ic, p r if et so a ó o o de ne      og         rds is nõs op risf a ...
O d gótod u a       ian sic e mef m ae ee ersna o n r idd dv rpeet   e               rcneimnocne p rno  o hc et o t oâe   ...
O cneimnod qe x t o  o hc et o u eis ,   e vl roc nífo( c se  u a, iet   g        ic inl iv o                  u  cneimnom...
As e:           ar            bainic çoo eidniaã, ) d iaã u v ec çob cneuçodsriv ( u ) o citaã ecitao       dsr ã)        ...
O d góto cm qaur   ian s , o o uqe        ico t poeimnomd o ur rcd et éic,    o dv sr m xríc d  ee e u eec io o cneimnoc n...
N f e r- iet a a   aa pé níf d      s    c icmd in, a oR nsimno eic a té ea et,c od gótorpo uia   ian sic erdz a o in od s...
Asgirn Im is o o     eu , o l in m , s            u  s tms o d góto ds  ino a e s ian s s a                   ic  ef m ae ...
N séu s I e X   o scl XX X         osrirm users aa uga da t ia pr            o ep a a ef m ae  xl r s n r idds    ic     e...
D p isn sgna e d d    eo , a eud mt e o                    ascl X , pr op sivm , oéu X aa oitis o s      o    d góto d sin...
Osis ms ian s o   st a d gót s      e        ica a e us lsicçe t is sa c s aõs  u       a ifsnicm m mnoa aigifa o o et t l...
D u ins sAuis ot a Pi t   r       a Os oitis o,    P sivm so A toitis o e s n sivm s     ip  a T nêcs   s ednia  S t izd r...
Os oitis sã e p is s   p sivt s mirt .         a o       a1 ocneimnoé b toe s ) o hc et o jiv et               e     á   b...
2 o fo s a xeiêc  ) sa sã epr nia       t osnoiae u epes vraeesrl sa xrs o ebl              ãs l s ea u cntum m eh ng qe o...
3 aer é m dsr ã  ) t ia u a eciço      o gnrlaoa o fo e s eea d r d sa s et     iz      t    á    sb rind a l ;     uod aa...
4 po õm óa vs aã  ) rp e s inet ço                 ig    qata a u t n     unit iv qe e o         t      m  epr et saom mis...
5 op sivm , e su o j t,) oitis o m e cn no uepes u a oiçoc nifis xrs m p sã iet t     a             ic a( et d n c nia n m...
Os nip sivm s      at oitis o1 cnee qe cneimno ) o cbm u o o hc et etbsaon inepe çod  s a d a t rt ã o   á e       r asj o...
2 ngm u ocneimnosj ) ea qe o hc et e     au rfx o cp d ra ae  m eeo u ó ia a el d     l             id   o jiv qe x t f a ...
4 o tra seiape rnia) uog epc lrf êc e                 e  imot c à vs aã    p r nia inet ço        â       ig  qa a aa d qe...
5 o at oitis se grl  ) s nip sivt , m ea              a      ,   epes a p sõs o   xrs m s oiçe d        ahmn m ida tcnrd n...
Os nip siva iniv ult  at oitis d ida a            s     is smisíp o s o picaa t a t icsã s sonl a          o         is s ...
Osine aoe s t izm s  s t izd rsine a a     t        t crc rta e ma a  aat ís s a bs     e ic d   d ur a rlaa    ot se t s ...
Ob toe ujiv     jiv Sb to     e       e Qunit iv e a a o   ata o Qul t        t     it iv   E p ic e Rc nl   mír o o aio a...
O poes d gotao dv   rcs ian s d r ee        o       icinl u aer grlo r a  c ir m t ia easbe   u       o ef m ae m eae m  n...
Tmé dv et sb cne o a bm ee s r uj et a              a    a  poes d gotao u a   rcs ian s d r m         o      ict r sbe cn...
Esquema da Observação ClínicaD d s ednifaã; ao d I t ço        e icQuix Pinipl D rço  e a r c ae uaã;H tr d D eç Aul is ia...
A t eet Sc isE mn s ne dne oia. l et   c   s      e  o iorics Ta s a e oa d;B g fo e r o d Pr nlae   á      ç     s idEa e...
D góto: D S dô ic, D ian s s . inrm o .      icT p gá o D C ntuio a D o orf , . o s c nl .       ic     it    ,Eio g o D N...
Esquema do raciocínio diagnóstico em             psiquiatria  O d g ót op iq iá t ic , c m     ia n sic s u r o o oq a u r...
a E t b le im nod D g ót o ) sa e c e t o ia n sicG n r o(d c r çã g n r ad q e e éic e laa o e éic e u e iseu ac n içã p ...
c D g ót oE p c ic N slóic  )     ia n sic s e íf o o o g o  (id nif a ã d e p c p t lóic     e t ic ç o a s éie ao g a q ...
1   a a çã d sd d sd sriv sd     v lia o o a o e cit o a    e f r id d a rsna ap lo     nem a e pe e t d e   e a in d esa ...
2 v ric çã d c r t rpim r o . eif a o o aá e r á io u   s c n á r d c d u ad s   e u d io e a a m a      m n e t çõ e c ic...
4 d t r in çã d q a a ed . eem a o a u lid d a   p t lo ia(p t lo iap rd n     ao g ao g o a o  n g t o d n p siv o d n   ...
7 d g ót od ee c l; . ia n sic if rn ia8 e t b le im nod po n sic ; . sa e c e t o rg ót o3.eem a ã d ga d c nia ç  d t r ...
d P ro a a ã d D g ót o ) esn liz ç o o ia n sic ;e E q a r m noN sgá f o ) n u da e t o o r ic .
2   transtono (disorder) não é um conceito científico nem a cid é uma classificação científica
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2 transtono (disorder) não é um conceito científico nem a cid é uma classificação científica

  1. 1. Q ue s tõ e sE s s e n c ia is daPsicopatologia Atual
  2. 2. P rog ra m a ocneimnomd oT oia ohc et éic- er dpiqiá ic. su t o r.O d gótomd oe d góto iansic éic o ians icpiqiá ic. su t o rCa ifaã c n ic e ls aã ls ço iet a cs icço s ic íf a ifpiqiá ic. su t a rC nlõs oqeae oc se e u f r u z?
  3. 3. T ít u lo d a A u laDiagnóstico Médico ePsiquiátrico
  4. 4. A epese diagnose e s xrs s õdiagnóstico t oigm rg ê re gea mmit rm t( ia a aé + u o e oad = t vs r gois cneimno e n s = o hc et) snicm eo hcr igifa rcnee ercneimnod u o joeo hc et e m b t ea aé d sa po r dds t vs e us rpieae. r
  5. 5. Osobjetos p dm e materiais e o e sr conceituais. Propriedades s a f õs ã se e, o iç a ibtscrc rta o t uo, aat ís s u r e icet od u o jomt iao s d e m b t a rlu a e e cneul o cita .
  6. 6. Arl ã et o t m s e ço nr se o a e rdiagnóstico emedicina é irte de a imd t h a qe sp na eia , á t um uo h a é qe d gótosjt m u o ian s ic e e o a r md o P r s, é a rlu, éic. o is o nt aqeu ns cr , a e rnia et us rf êc a e o ed gótosniqe ian s o ian s ic igifu d gót ic md o éic.
  7. 7. O diagnóstico, como ato médico, é e id pl D io áiod df o e ic nr e in o B ue ( 84 cm a at d o il 18) o o pr a t e md in qe e cp d eic a u s oua adeec çods ona et s if niaã a d eçs nr i; r ecneimnoo t op r e d o hc et bid o mio ao sraã d cr sigo, p r bevço e et sn s o o is ms oca ao sn s t em hmd sigo o d góto. ian s sic
  8. 8. O Diagnóstico Médico p d sr e id h j o e e df o o in ecm rcneimnodo o eo hc et eu et od ef m aem s d e n r idd a e e u ef m . m m n ro e
  9. 9. Ef m ae Ef m , n r idd e n r o e e D eç e one ona D et.
  10. 10. D foaa ns cidd s ea , nmee u aoa t , o sraã a naea e bevço t t xms e , m uioo, d gótopeis e inc ss ian s ic rcoinevnã t aêta p r n e t eço e puic o ot a r r ue a s a crc rta ida e f z ã s aat ís s eis ic o e icf dmna d a md o dse u a et o t éic, ed n is o qe pá a éic l ao u a rt md ae f ic ig i cdicd n H l e e o ifaa a é d da H órt . ip ca s e
  11. 11. O d góto ian sicmd oe Cós e éic m e Cnido. m
  12. 12. O diagnóstico ea terapêutica cm oom mno esnia o ets s c ise d AoMd o o t éic.
  13. 13. D fo sm ea , e t d gótonoh ian sic ã á md in. E e eic a sm deec çod if niaã a rcniçoptl ic nood ã a ó a ã og h d góto á ian s . ic
  14. 14. O diagnóstico psiquiátrico é umdiagnóstico médico!
  15. 15. E piqia ia á us ae a dm s u t h da mnirs e r d gota. Apimir, ian s r r e a icinteligente, rsl d e b rço eu a a l oaã t a rc nlo dd s bid s o aio ad s ao o t o n etd d cs. s ooa u oAsgnamecânica e mnêmica, eud,rdz e cmaaã d qareu- à o prço o udo s c ic d pc ne o u l o o aiet cm m ín m dl pé e id . o e r- f o o d in
  16. 16. N e et tris o ívis s uua d rd gótomd o ian s ic éic: Sintoma, Síndrome e Enfermidade.
  17. 17. O d gótod u a ian sic e mef m ae ersnan r idd rpeet eocneimnoqe e o hc et u st h sbe lnqee a o r e aul n a e m mno o et.
  18. 18. N CD1 s e pea a I 0 e mrg transtorno pr inicr m o p r mno aa d a u cmot et a o u guod s tms u m rp e ino aidnifáe n pá a lic, qe et vis a rt c a u ic ic ín n mioia o csss a a r ds a , e o ao pna e aet qe cmah d mls r u ainef e a tidd d iniv u . t e n a ae o d ído rr iv Ec i cnitsoia. xl o fo sc is u l
  19. 19. N D MI- R o transtornos s o S -VT , s ão u a lsicçoct oiano m c s aã a grlã a if e ec dnebsaa m réio xl et a d e cit s u , e r dfitr sA m e u noh e óio. d it qe ã á in dfiçoqe seifu e ã u epciqe in aeudmne sim e d dqaa et o l it o s cneo crcnod u a o cit, aeed e m dfiçoo eaio acnis ne e ã prc nlo st t in eqe nl e o a a p s ilae. u eg b tds s os idds o ib
  20. 20. D MI- R U transtorno é m S -VT . m u pdã cmot et o aro o p r mna u a lpicl ic d snicçoc ic so g o e igifaã l a ó ínqeqa ur u sjsa as éu, ul e qe e u cua q a , u a aif t ã iniv ule m mne a o d idad sç u a is nã cmot et, m d f ço o p r mna u a l picl ic o b l ic. so g a u io g a ó ó
  21. 21. D MI- R O transtorno é S -VT . cnidrd s tm qad o s eao ino a unoaaee s c d a m a s r prc a oiao u ml t s ea( . e., d r a m d cpc ae p x o) u a isaaidd ,( . e., dt ioaã e u a rap x e r rço m m áe ed f c nm no o a m rç eu io a iet) u u t o n asnicta et amnaod igifa mne u et iv d e mr r u e o e dr or o d sf r o, e r d cpc ae u ed d isaaidd o pra a
  22. 22. Eis u a if eç esniaet x t m de na s c lnr e r e eod gótomd ocm rp so ian s ic éic o po óitc ic, od gótomd ol ae l o ian s ín ic éic e l g od gótomd ods aoà ian s ic éic et din inetaã ( o oo vs ço cm ig imrpia et ca ao po rmne hmdd gótoeidm l ic, qad ian s ic p e io g o uno ó s ra a m ian s omd o e el u d gót iz ic éiccm b tod cmo u etd o o jiv e o p r m s o e u
  23. 23. N os dv eqee a ã e ee sucr ncs ae e ae ees d d hvr id cnodnia nr o o crâc et epropósito d qe f o e umazd gótoe e um e ian s ic d qe s sb e a l( o oo umt e cm e e c ic e pr ia. l o o eic l ín )
  24. 24. C m t bm ã s o o a é no e mp d eqee a if eço e sucr de na r qa a a u eis ul t qe x t it iv e et d gota u nr ian s r m e ics tm, u a íno e ino a m s d m e u a n r idd. m ef m ae e
  25. 25. ACDe D M ã I o S s o d góto dsrivs ian s s ecito iccj cit iod vraeu ré e edd e o r u a o vnã m cneço et e c a o e s s bl id p r l a e e ms o. em s
  26. 26. O d gótos t ic o ian s ic iné o u t ep a opr it xl t em e ic ivcmn aã peis sbeo uicço rca o r a ef m aep s il o n r idd, os it e ib apon s oeudmna rgót ic f a eta n t aêta e puic r
  27. 27. O d gótoaa ic s ian sic nl o e ít rsm a et a e eu e idnif r ic rcnee cd u d s eo hcr aa m os tms s do e cmino a e ínrms o o e mno dsrivs l ets ecito. e
  28. 28. C m ridd o ob ae
  29. 29. Diagnóstico: Problema LógicoEignia rl inr aa sl ã x êc pe a pr a o ço im ud u po l aóic é nedr e m rb m l o et e e g n opo l a sr eo id , n rb m a e rsl o o e vsnid d t a e mis la et o e e idia a c r e r apeis p s esbe po l a rca os lo r o rb m, ív esa po oçe, sa re e eus rp rõs u oigm su a ac; l ne c
  30. 30. sge eh oet e c et dseu- l s e s bl imno a a e a oiaõscr l õs u s s c çe ( or a e qe e s eç et e cm nr o cned s s bl e et s o t o a e e ú peet n po l a m oo rsne o rb m e f s e c cm s o hc ets o o cneimno pex t t , bsad reis ne ucno e s et e cr o eõs nr a s bl e cnx e et a e esuçoa ae urs êta oitaã t l o t idnics u u a aá gsv ids u o hc a . nl a iv a o cneids o , )
  31. 31. Construção das Hipóteses. A h óee d góta s s ip t s ian s s ã s ic o p s ilae d sl ã qe os idds e o ço u ib up dm u ã sr o poaa o o e o no e cmrvds urcs a pl rc c ioo pl eua s e aioín u e d, o apá acmaaã cm m dl rt ( o prço o o o e ic o d gótov et ea e ian s ic igne xms , cml et e o o t o p mna s u ur e r o poes d poa ul e) rcs e rv qa ur o q .
  32. 32. C s nosj cmrvds s a ã e m o poaa a o a h óee d góta o t s ip t s ian s s ur s ic , a dvm e e b rds sro ee sr l oaa e eã apoes a ine et et a rcs ds tigne ne t a l m , é qe e no t sl ã u s ecnr o ço e u s is tr. a fóia taN cs, od gótoaeud .. oao ian s ic dqao
  33. 33. Et poes noé m scs o s rcs ã u a ues e o ãmcn a e t a isl a ms eâic d e ps o ds a a a , cm u poes et o o m rcs mno a s u âe e l aqe e ic imlno g blu s in ia t on preçod s ao snívis a ecpã o dd sesee oqainum o o o dmis n ul fe td s s e a l a ibts so g o d t uo picl ics o r ó iniv u a m a e óia d d ído l d mm r e a é ine êc . tignia l
  34. 34. Acnt çods ip t e o s uã a h óe s r s ( c se a h óee inl iv ds ip t s u sd góta é ae ine et ian s s t f tigne ic ) r a lmis l oaa sftaa u a a e b rd e o icd qe a is e içod h óee ort l ã a ip t cr a e s e. C m a idd ine et o o t ae tigne iv l , h óee pr et é a ip t s et ne mis s in s imot t qe eifa sa p r ne u vricr u a cr ço or ã. e
  35. 35. Diagnóstico: Técnica e Arte D geotekhné o rg e D lim arte o a ars, t
  36. 36. O d gótoca ao ian s ic hmdintegral é d góto o ian s ic t n oc nífo é ic- iet c ic pr nlao es a d o iz
  37. 37. O d gótoo jiv a ian s ic b taeenfermidade no enfermo.•At aêta b ta e puic o jiv o r e enfermo com uma enfermidade.
  38. 38. A d qe m n r o ina u u ef m ep s t mis e m os e a d u a a r ef m ae n r idd. eM t o A sc ds ixa u s iaa s o .
  39. 39. O d gótopiqiá ic, ian sic s u t o r cm qa ur ian s o o o ul e d gót q icmd o cné , pl mn s éic, o t m e eo, o t s imnõsau a r d ese: ) m ê et tr l ic, b u s uuaó a ) m r gpoeimnomd oe )u a rcd et éic c m inef e e e ço t a d rl ã rc a ineps ae e t aã t es l d ine ço r o r
  40. 40. D gota cm poeimno ian s r o o rcd et ic md o é e pe a qe éic, smr mis u idnifa u a n r idd. et r m ef m ae ic e P ru, eqat poeimno oqe nuno rcd etmd o ns snid mis ml éic, et et o a a p , e o od gótoé e pe a qe ian sic smr mis uu int mnot n oc nífo m s u et é ic- iet r c icd cmn aã e o hc et; é e o uicço cneimnodd f dmnaa t t et. ao u a et o r a no n l am
  41. 41. O d gótot u a ian sic e m m d es hmn, qe imnã u aa u é oet t n a prc nífaqexr é ic e aaiet , u ac ics rf e t cir d es de e r àe e a imnã o e r o snicd d a hmn d igifao o t u ao e o d gota qenop r ian s r u, ã o icds p r nia cr , ecp eimot c é et saa â o d s b to d peet o o jivs o rsne e
  42. 42. Qunood gótodix d ad ian sic e a e sr ees io t á e ncs r , e á r ds aeid a eic a ea rc o md in, pp ru l t áaaoo jo oqeh e ft e r ld b t. e Sm n r idd, noh e ef m ae ã á e d gótomd o Sm ian s ic éic. e d gótomd o noh ian s ic éic, ã á pá a éic rt md a ic
  43. 43. Três Modelos-Tipo do Diagnóstico Médico D p nod vtpá o o o t e is rt a ic eis m rs o e sip d x t t m dl - o e e ê ot d gótomd o ian s ic éic: omodelo anátomo-patológico( irh v n )rpeet oplv coiao ersna e d o d gótoaa m o ian s ic nt ic- ô
  44. 44. omodelo das doenças infecciosas qe p a a u iml n ic idnifaã d aet d et ço o gne o ic ,h see oe e us e çe opdir d sa rl õs aptgn a sbt c ds o a êics us niaa n s o , a s tms u urs ino a o o t a mnet õs lics aif a e c a sç ín ;
  45. 45. O modelo do diagnóstico psiquiátrico crc raopl aat izd e e a oig a ae e e o jo o rinl d d su b t, id ef ô eopicptl ic e ue mn so a ó o cj n og a ntrz h d dpne, a ea á e eedr upimir, d c s d ptl ia r e o a ls e a o a ae ogd gota ( e iêc , d eç ian s rdf nia ona ic ic o sf et ptl ic) u o imno a ó o. r og
  46. 46. Bm if et é diagnóstico e de ne o r psicológico ( c inoo inl d u d gótopicaa ic) ian s ic sonl o. ítEqat d gótomd oé nuno ian s ic éic a ibívl ef m ae e t u ea n r idds m r eps a ef msod góto es s n r a o e , ian s ic picl ic é t u ea so g o a ibívl ó r qa ur esa ul e ps . q o
  47. 47. O d gótopiqiá ic é ian s ic s u t o r vt cm u m dl is o o m o e o oepcic d d gota, n seífo e ian s r a ic n sl ia ea I l iv oo g grln u e o . cs p ru sa oo g é oqe u n sl iao pr u r et d es d at lmne ivr a ic a a croa op rl.
  48. 48. Su b t, oao t imno e o jo cne et e cpicptl ic, p r if et so a ó o o de ne og rds is nõs op risf a d f çe croa, a u z cm u nop s sr o qe ã os eacn nid cm d góto o f d o o o ian s u icmd ogrl e du onl éic ea nm il , íd e , ee b r dv cnevr us moa ea o sra sa crc rta creis aat ís s ada. e ic
  49. 49. O d gótod u a ian sic e mef m ae ee ersna o n r idd dv rpeet e rcneimnocne p rno o hc et o t oâe msbe l Pr t b a oã do r e . aae o n ço o a rd gótocm poeimno ian sic o o rcd etcgito dv- e ae cm é on iv, ee s r o o s b a s uua ocneimno et tr d o hc et r c nífo iet . ic
  50. 50. O cneimnod qe x t o o hc et o u eis , e vl roc nífo( c se u a, iet g ic inl iv o u cneimnomd o e o hc et éic) ocneimnof sforvl - eo hc et il ó o ic ee ms a e c c n e ecl ao d m ino ívis sa nd s e o s e, pors a et mis a r rges mne a b ive iet p ru mis rco e f ne oqe a peiss ic s mis xtsee t emis a ea ( , m e , a o s cn vis mis á o) o f e e a vl s iá id .
  51. 51. As e: ar bainic çoo eidniaã, ) d iaã u v ec çob cneuçodsriv ( u ) o citaã ecitao dsr ã) eciço,ccneuçon m a ao) o citaã o int ( u iv n m aã) o inço,d cneuçoep a ao ) o citaã xl t ( u ic iv ep aã)e xl ço ic e dfiço ) e ã. in
  52. 52. O d góto cm qaur ian s , o o uqe ico t poeimnomd o ur rcd et éic, o dv sr m xríc d ee e u eec io o cneimnoc nífon o hc et iet ic o rcneimnods eo hc et a ef m ae, e pead n r idds mrgno ecit io c nífo p s e . ré s iet s os is r ic ív
  53. 53. N f e r- iet a a aa pé níf d s c icmd in, a oR nsimno eic a té ea et,c od gótorpo uia ian sic erdz a o in od senso comum p iã o sbe m m l t. or u a o sé ia
  54. 54. Asgirn Im is o o eu , o l in m , s u s tms o d góto ds ino a e s ian s s a ic ef m ae rpeet a n r idds ersna m e ruicmne n a et nomes convencionados eqard s m ers nudao e t ia oepclivs inu a t rs e seu ta e tíds e ia d a , o n msoqe eu o e u o e, u rsl u m m tpoes d rtl ã ds u o rcs e ou ço et íd o a it d cn bidd e e a ae e o f ilae d vl d. ia id
  55. 55. N séu s I e X o scl XX X osrirm users aa uga da t ia pr o ep a a ef m ae xl r s n r idds ic e piqiá icsU a s u t a m, r .smtis ( ree iaaeo a t kapl n) ic a in o t , picl ict ur so g is a o a (ruiaa f d n) e .
  56. 56. D p isn sgna e d d eo , a eud mt e o ascl X , pr op sivm , oéu X aa oitis o s o d góto d sino a e ian s s o s tms ics do e rpeet ia fo ínrms ersna ma sr tc nifa et et e c o ( u iet mne s bl id so ic a e h óee c nifa dse u ip t s iet s ed qe s ic ) qe xl a ujiv ae u ec a sb tidd. u e
  57. 57. Osis ms ian s o st a d gót s e ica a e us lsicçe t is sa c s aõs u a ifsnicm m mnoa aigifa o o et t l ud p noa ad t dnia o o t t lae êc u n p sivtsb fêc s oitis o inunia a l eo ô ics cn m a .
  58. 58. D u ins sAuis ot a Pi t r a Os oitis o, P sivm so A toitis o e s n sivm s ip a T nêcs s ednia S t izd r in taoa e s
  59. 59. Os oitis sã e p is s p sivt s mirt . a o a1 ocneimnoé b toe s ) o hc et o jiv et e á bsaon sa s ao n a d o fo dd s a e t snoia aep rat é esrl d, o t o id nncs r eit td inepe ço ees io va o a t rt ã á r r a sb ta e s ujiv dl ; e e
  60. 60. 2 o fo s a xeiêc ) sa sã epr nia t osnoiae u epes vraeesrl sa xrs o ebl ãs l s ea u cntum m eh ng qe o s a u a e it ra ae b taoa a el d o jiv f d id e r cnc nia oinetao; o siêc d vs d r ig
  61. 61. 3 aer é m dsr ã ) t ia u a eciço o gnrlaoa o fo e s eea d r d sa s et iz t á sb rind a l ; uod aa e s eSod sr io isa , n g m a t oia ,ã e cic n t s e a s e r s a e p a õ e ea pe ise . s x lic ç s s rv õ s
  62. 62. 4 po õm óa vs aã ) rp e s inet ço ig qata a u t n unit iv qe e o t m epr et saom mis xeimno u f a a r aaaae cbd;Q a t a io isa en os d oc na u nit c n t s ã e ã o t ú eo ã o c it s e r o .q eon m rss oc n e o t óic s u
  63. 63. 5 op sivm , e su o j t,) oitis o m e cn no uepes u a oiçoc nifis xrs m p sã iet t a ic a( et d n c nia n mtd cnr a a iêc e o é o a o c nífo an s a ida t iet ) gót e el a ic ic is sb ta ujiv. e N g m ap sib a ed ea o s ilid d o c n e im noo j t o o h c e t beiv
  64. 64. Os nip sivm s at oitis o1 cnee qe cneimno ) o cbm u o o hc et etbsaon inepe çod s a d a t rt ã o á e r asj ocgocne iniv ul uu it on set ( d idao e e cliv) o to; e
  65. 65. 2 ngm u ocneimnosj ) ea qe o hc et e au rfx o cp d ra ae m eeo u ó ia a el d l id o jiv qe x t f a a b ta u eis o d e e r cnc nia o siêc ; 3 ss na qe e b rço ) ut t u a l oaã e m a t r a u t pe çoa at e ic o ine rt ã pr ó r a ird sa s eu audmnae o o fo rsl f a et é t t n l qe o f e et oa s s u cn r snid et e e ú im s l o; t
  66. 66. 4 o tra seiape rnia) uog epc lrf êc e e imot c à vs aã p r nia inet ço â ig qa a aa d qe l n ul t , ina u a us it iv g t r o sj pr áio d e icse m at r s e ó a idcmin-a o a unit iv; e o b á cm qata a l t
  67. 67. 5 o at oitis se grl ) s nip sivt , m ea a , epes a p sõs o xrs m s oiçe d ahmn m ida tcnrd n u ais o el a et o a is apo l á a sirul so g a rb mt ep ita picl ic e ic , ó e oiad sr u ao sc lo e hmn .
  68. 68. Os nip siva iniv ult at oitis d ida a s is smisíp o s o picaa t a t icsã s sonl a o is s e s o tis sã o o clivt s s e a o cnt c n t sc is o s uio is soia. r a
  69. 69. Osine aoe s t izm s s t izd rsine a a t t crc rta e ma a aat ís s a bs e ic d d ur a rlaa ot se t s in ad .
  70. 70. Ob toe ujiv jiv Sb to e e Qunit iv e a a o ata o Qul t t it iv E p ic e Rc nl mír o o aio a C gitoe Ae o on iv o f iv tA cis e us irus nia s o a sa c cnt c s s â
  71. 71. O poes d gotao dv rcs ian s d r ee o icinl u aer grlo r a c ir m t ia easbe u o ef m ae m eae m n r idd e grl u a ef ml ã t r a o r aulo u ço e ic sbe qe r a ó aef m ae seífa a esa n r idd epcic n ps e o e qe s e sno m u et r ed iv d gotaa ian s d. ic
  72. 72. Tmé dv et sb cne o a bm ee s r uj et a a a poes d gotao u a rcs ian s d r m o ict r sbe cneimnoe e ia o r o o hc et, m o grl u aer sbe ea e m t ia o r o , ocneimnods n r idds o hc et a ef m ae, ee pr u rTisers nã m at l. a t ia et ic a o opeet o sb cne e td rsne u uj et m o o s a s d góto( o mis u sj ian s ic p r a qe e m a ngds eaa . )
  73. 73. Esquema da Observação ClínicaD d s ednifaã; ao d I t ço e icQuix Pinipl D rço e a r c ae uaã;H tr d D eç Aul is ia a ona ta ó ;A t eet Fmiae; ne dne a ilrs c sA t eet Ps a (is l ics ne dne es isf ó o e c s o io g og ;ptl ics a ó o)
  74. 74. A t eet Sc isE mn s ne dne oia. l et c s e o iorics Ta s a e oa d;B g fo e r o d Pr nlae á ç s idEa e íso xm F ic;Ea e s u o( vlçod et o xm Píqic aa ã o s d ia a et a a;mn lt l a u)Ea e C ml et e; xms o p mna s e r
  75. 75. D góto: D S dô ic, D ian s s . inrm o . icT p gá o D C ntuio a D o orf , . o s c nl . ic it ,Eio g o D N sl ic, t l ic, . oo g o ó óD N sgá o( nuda et . oorf eqarmno icn sgá o; oorf ) icT rpuic e eaêtaEo ço vl ã. u
  76. 76. Esquema do raciocínio diagnóstico em psiquiatria O d g ót op iq iá t ic , c m ia n sic s u r o o oq a u rc n t uã lóic , p d f it u lq e o srç o g a o e e o ap rird n m rssc m h s at e u eo o a in o . E t ea t , p d m it b m sr nrt no o e u o e e e b r d sg in os asg ine la oa o e u d - e e u t c d iad po e im no : a e e rc d e t s
  77. 77. a E t b le im nod D g ót o ) sa e c e t o ia n sicG n r o(d c r çã g n r ad q e e éic e laa o e éic e u e iseu ac n içã p t lóic , d x t m o d o ao g a eq eoe a in d n oe t s d , n o u x m a o ã sá a io ã e t h id ); sá íg o b Id nif a ã d N e d ) e t ic ç o o ív l eC m le id d d F n m n M r id o p x a e o e ô e o ób oaD g o t a (s t m , s do eo ia n sic r ino a ín rm u e t a ec ic ); nid d lín a
  78. 78. c D g ót oE p c ic N slóic ) ia n sic s e íf o o o g o (id nif a ã d e p c p t lóic e t ic ç o a s éie ao g a q eaeaop c nee a in d ). A u ft a ie t x m a oid nif a ã d e p c p t lóic (o e t ic ç o a s éie ao g a ud g ót oe p c ic ) s f zsg in o ia n sic s e íf o e a e u d o sg ine p so : s e u t s a ss
  79. 79. 1 a a çã d sd d sd sriv sd v lia o o a o e cit o a e f r id d a rsna ap lo nem a e pe e t d e e a in d esa c r ceísic s x m a o u s aa t r t ap so is(s t m ss do e , c roe e sa ino a , ín rm s usine s a ee c nr d sn h t r d t n id d n o t a o a isóia a d e ç au l en se a e f ic e o na t a o x m s ís o m na d p c ne in lu iv o e t l o a ie t ), c s e d g ót oc n t u io a ea ia n sic o sit c n l s c r ceísic sp so is aa t r t a e s a ;
  80. 80. 2 v ric çã d c r t rpim r o . eif a o o aá e r á io u s c n á r d c d u ad s e u d io e a a m a m n e t çõ e c ic s a if sa s lín a ;3 p n ea ã d sp sív isf t rs . o d r ç o o o s e aoeb lóic sep ic so ia inev n ne io g o s o sc is t re ie t s n q e e t a ec ic (v ric d s a u la nid d lín a eif a o n a t c d ne en se a e , o ne e e t s o x m s in lu iv c m le e t rs c s e o p m nae );
  81. 81. 4 d t r in çã d q a a ed . eem a o a u lid d a p t lo ia(p t lo iap rd n ao g ao g o a o n g t o d n p siv o d n e aiv , a o o it o u a o snid ); et o5 rc n e im nod e p c o . e o h c e t a s éie u c n içã n slóic e p c ic ; o d o o o g a s e íf a6 id nif a ã d f r ac ic . e t ic ç o a om lín a(v r d d ) d e t a em r o a aie a e a nid d ob s ;
  82. 82. 7 d g ót od ee c l; . ia n sic if rn ia8 e t b le im nod po n sic ; . sa e c e t o rg ót o3.eem a ã d ga d c nia ç d t r in ç o o r u e o f naq ep d srar u oa d g ót o u o e e t ib íd o ia n sice p c ic o t o s e íf o bid . U av zra a aaid nif a ã d m e e liz d e t ic ç o a e p c p t lóic , v lt - ea po e s s éie ao g a o as o rc so d g o t a o m isa p . ia n sic d r a m lo
  83. 83. d P ro a a ã d D g ót o ) esn liz ç o o ia n sic ;e E q a r m noN sgá f o ) n u da e t o o r ic .

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