FEBRE REUMÁTICA
DISCENTES: Dilma, Lenilda e Marla.
DOCENTE: Luciana Aragão.
O QUE É FEBRE REUMÁTICA?
 A Febre Reumática é uma doença inflamatória que
pode comprometer as articulações, o coração, o
...
ATENÇÃO: UMA SIMPLES DOR DE GARGANTA PODE
COMPROMETER O FUTURO DO SEU FILHO.
E se retirar as
amígdalas?
INCIDÊNCIA
 Relacionada a diversos fatores socioeconômicos
como desnutrição crônica, más condições de
saneamento básico, ...
QUALQUER UM PODE DESENVOLVER A FEBRE
REUMÁTICA?
 Além da bactéria específica, a Streptococcus pyogenes
ß-hemolítico do gr...
MECANISMO IMUNOLÓGICO
 O organismo ataca células do coração, porque as confunde
com um aminoácido presente na bactéria es...
SINTOMAS
Surgem após 1 a 4 semana do inicio da infecção da
garganta por Streptococcus pyogenes
 Febre alta que vem acompa...
SINTOMAS
 Nódulos subcutâneos:
 Artrite migratória:
 Eritema marginato:
SINTOMAS
TRATAMENTO
 Primordialmente baseado na prevenção. Tratamento
das faringites/amigdalites bacterianas com antibiótico.
 An...
PREVENÇÃO SECUNDÁRIA
 Pacientes já tiveram um episódio de febre
reumática, recomenda-se o uso prolongado de
antibióticos ...
REFERÊNCIAS
 <http://www.reumatologia.com.br/pdfs/cartilha_febre_reumatica.pdf>
Acesso em 16 de maio de 2014.
 <https://...
Febre reumática
Febre reumática
Febre reumática
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Febre reumática

2.166 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.166
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
9
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
84
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Febre reumática

  1. 1. FEBRE REUMÁTICA DISCENTES: Dilma, Lenilda e Marla. DOCENTE: Luciana Aragão.
  2. 2. O QUE É FEBRE REUMÁTICA?  A Febre Reumática é uma doença inflamatória que pode comprometer as articulações, o coração, o cérebro e a pele. É resultado de uma complicação tardia de uma faringite causada pela bactéria Streptococcus.
  3. 3. ATENÇÃO: UMA SIMPLES DOR DE GARGANTA PODE COMPROMETER O FUTURO DO SEU FILHO. E se retirar as amígdalas?
  4. 4. INCIDÊNCIA  Relacionada a diversos fatores socioeconômicos como desnutrição crônica, más condições de saneamento básico, falta de assistência médica, o que favorece a disseminação do estreptococo.
  5. 5. QUALQUER UM PODE DESENVOLVER A FEBRE REUMÁTICA?  Além da bactéria específica, a Streptococcus pyogenes ß-hemolítico do grupo A , é necessária uma predisposição genética dos pacientes para se desenvolver febre reumática. É preciso também que o paciente não tenha recebido o tratamento adequado com antibióticos.
  6. 6. MECANISMO IMUNOLÓGICO  O organismo ataca células do coração, porque as confunde com um aminoácido presente na bactéria estreptococo.  Reação Cruzada: Proteína M e membrana do estepritococos possuem antígeno que reagem de forma cruzada e são encontrados em componentes do coração e no nucleo caudado do cérebro.  Resposta imune anormal a um ou mais antígenos extracelulares produzidos por alguns, estreptococos do grupo A.  Linfócitos de paciente com F.R aguda são citotóxico a células cardíacas
  7. 7. SINTOMAS Surgem após 1 a 4 semana do inicio da infecção da garganta por Streptococcus pyogenes  Febre alta que vem acompanhado de um ou mais dos seguintes sinais e sintomas:  Poliartrite migratória-> mais comum da doença e acomete 3 em cada 4 pacientes.  Cardite-> Desde o pericárdio, membrana que o envolve, até o próprio músculo cardíaco (miocárdio) e as válvulas do coração. 40 50% dos casos.  - Coréia de Sydenham:alteração neurológica que se manifesta com movimento involuntários dos braços, pernas e da cabeça, fraqueza muscular e alterações do discurso.
  8. 8. SINTOMAS  Nódulos subcutâneos:  Artrite migratória:  Eritema marginato:
  9. 9. SINTOMAS
  10. 10. TRATAMENTO  Primordialmente baseado na prevenção. Tratamento das faringites/amigdalites bacterianas com antibiótico.  Antibiótico praticamente elimina o risco do aparecimento da doença.  Se o episódio agudo de febre reumática já tiver aparecido, o tratamento torna-se basicamente paliativo.  Não existe terapêutica que impeça a destruição das válvulas cardíacas.  Administração de anti-inflamatórios e aspirina para alívio dos sintomas como artrite e dor torácica
  11. 11. PREVENÇÃO SECUNDÁRIA  Pacientes já tiveram um episódio de febre reumática, recomenda-se o uso prolongado de antibióticos até os 21 anos de idade ou até 5 a 10 anos após o último ataque.  Nos pacientes que apresentam sequelas cardíacas, com lesão valvular, a profilaxia está indicada até os 40 anos de idade.  Injeção de penicilina benzatina (benzetacil) a cada 3 ou 4 semanas.
  12. 12. REFERÊNCIAS  <http://www.reumatologia.com.br/pdfs/cartilha_febre_reumatica.pdf> Acesso em 16 de maio de 2014.  <https://jmarcosrs.wordpress.com/2011/03/page/10/>. Acesso em 16 de maio de 2014.  <http://www.ufrgs.br/ligadereumatologia/profsaude_FR.html> Acesso em 17 de maio de 2014.  <https://www.youtube.com/watch?v=RnxqqW_nH0k> Acesso em 17 de maio de 2014  <http://www.bibliomed.com.br/bibliomed/books/livro8/cap/cap10.htm> Acesso em 17 de maio de 2014.  <http://www.medicinanet.com.br/conteudos/revisoes/1238/febre_reum atica.htm> Acesso em 17 de maio de 2014.

×