Jornal nov13

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Jornal nov13

  1. 1. Jornal de Campanha - Eleições PED - Novembro 2013 Presidente: Beto Almeida 399 - Chapa: 499 Renato Araújo EDITORIAL Desafios do PT-DF No dia 10 de novembro milhares de filiados ao Partido dos Trabalhadores participarão do processo de eleição democrática – PED – que renovará as direções dos diretórios nacional, estaduais e municipais. É uma boa oportunidade para o PT refletir sobre que rumos deverá tomar diante das conjunturas que se apresentam nos planos federal e local. Trata-se de um enorme desafio que é defender nossas gestões, atacadas sem tréguas pela direita sedenta de retornar ao poder, mas reconhecer suas limitações – e como superá-las - diante das crescentes demandas de parcelas majoritárias da sociedade que reivindicam uma cidadania plena. A ascensão do PT ao governo federal provocou mudanças importantes na sociedade brasileira. Graças a políticas públicas inclusivas – crescimento real do salário mínimo, redução do desemprego, criação do bolsa família, distribuição de renda, ampliação do crédito etc – conseguimos retirar da miséria milhões de pessoas. Estas parcelas da população desejam agora desfrutar de outros direitos como saúde e educação públicas de qualidade universalizadas. Isso impõe uma redistribuição de renda e a destinação de recursos do fundo público para atender aos pleitos da maioria, o que contraria interesses privados cristalizados. Em que medida as alianças políticas que fizemos para assegurar a chamada governabilidade e que asseguraram a inclusão de milhões de brasileiros não se tornaram agora empecilhos para avanços mais profundos? Persistindo com coalizões conservadoras não nos afastaremos dos anseios populares, expressos nas manifes- tações de junho, que só podem ser materializados caso  haja mudanças estruturais? Sobretudo, se nas várias instâncias institucionais da região, não se fala em consulta popular, e Orçamento Participativo. Aqui no Distrito Federal vencemos as eleições em 2010 liderando uma ampla coligação partidária. Nesses três anos observa-se um esforço do nosso governo em melhorar as condições de vida e trabalho da população investindo em diversas obras nas áreas de saúde, educação, transporte, habitação etc e também valorizando as diversas categorias profissionais que compõem o funcionalismo do GDF. Entretanto, a despeito de tudo isso, é preocupante a enorme rejeição do governo captada nas pesquisas de opinião pública. A que se deve isso? A política de comunicação do governo é falha e não consegue demonstrar o que vem sendo feito? O esforço em ativar uma TV Pública de Brasília, com os alicerces já montados, deve ser uma das prioridades. As alianças partidárias locais que dão sustentação ao governo são amplas demais ao ponto de agregar partidos que fazem oposição ao governo Dilma – PPS – e deputados envolvidos em esquemas de corrupção como o caixa de pandora, fragilizando assim uma das principais bandeiras do partido que é a ética? As alianças pragmáticas – em detrimento das programáticas – não levam a um “vale tudo” eleitoral que depois, no governo, impedem a concretização de propostas históricas do partido? A diversidade ideológica de partidos da base aliada dificulta ações unificadas e articuladas das diversas secretarias, administrações, empresas e demais instâncias do governo? O jornalista Beto Almeida, candidato à presidência do PT-DF pela Chapa “Queremos de volta o PT de lutas”, pediu o fortalecimento democracia interna no partido e que a agremiação volte às ruas onde nasceu, crie um jornal próprio e assuma o  debate do futuro do Distrito Federal de cara a cara com o povo, sendo porta-voz de suas reivindicações mais legítimas e fundamentais junto ao poder público. O discurso foi no dia 1 de outubro, na Sede Nacional do PT, no Ato de Lançamento da Chapa que concorre às eleições diretas para o Diretório Regional do partido. Almeida também defendeu que o PT-DF faça campanha por um Plebiscito para que a população decida sobre a reativação da Ferrovia Luziânia -Brasília em apoio ao Governo Dilma que liberou recursos para a implantação de ferrovias no Centro-Oeste. Propôs que o PT assuma bandeiras populares como o fortalecimento da estatal Transportes Coletivos de Brasília (TCB), hoje esvaziada, multiplicando sua frota; a construção da TV Pública do Distrito Federal, com base na estrutura do já existente Canal E, da Secretaria de Educação; e o destravamento da reforma agrária do DF, com base na agroecologia e em aliança com o cooperativismo, a agricultura familiar, os movimentos sociais e a juventude. Segundo Beto Almeida, “para fazer jus ao título de Patrimônio Cultural da Humanidade, Brasília e o DF devem, também, construir um transporte coletivo público humanizado, baseado em trilhos; praticar a democracia na comunicação, fundando sua TV Pública, e partilhar a terra para esta não se transforme em trágico canteiro de veneno do agronegócio e sim, um jardim da agricultura familiar, fundada na agroecologia”. “Queremos de volta o PT de lutas” Chapa - 499 Beto Almeida, presidente do PT-DF - número 399 Debate com Emir Sader: “Os 10 anos do PT no Governo”  Dia 30 de outubro, às 18:30 horas, na  Sede do PT Nacional. SCS, Edifício Toufic.
  2. 2. de Lutas Constituinte exclusiva Por que não uma para a reforma política parceira GDF e o MST? dos, fortalecendo um modelo político programático baseado no projeto de cada partido e não na personalização das campanhas políticas. Dilma e Lula fizeram a sábia proposta do plebiscito sobre a Constituinte Exclusiva para a Reforma Política, e o silêncio do próprio PT foi seguido por sabotagens públicas como a de Cândido Vacarezza. O ataque da direita golpista, instrumentalizando segmentos das manifestações de junho, tem como um dos baluartes a guerra judicial e midiática, contra a “corrupção” enfocando o chamado “mensalão”, produto da ausência de uma Reforma Política no sistema político-eleitoral brasileiro. Os parlamentares do PT devem pressionar o Congresso a retomar este debate. Andrezza Xavier e Danielle Veloso Gilvaldo Barbosa/CB/D.A Press Vivemos em uma democracia, porém, é inegável que alguns setores sociais e econômicos resistem à reorganização do sistema político-eleitoral brasileiro, visando a perpetuação de práticas políticas que em nada beneficiam a cidadania. O sistema político-eleitoral brasileiro foi moldado para atender aos interesses do poder econômico, formando uma cultura política baseada no fisiologismo, na desigualdade das disputas eleitorais, em detrimento do conteúdo programático dos partidos. É fundamental a Reforma Política para: o financiamento público exclusivo das campanhas, o voto proporcional misto, a fidelidade partidária, o fim das coligações proporcionais e a ampliação da participação direta da população na política. Cada um destes pontos aprofunda a relação entre a população e os parti- Passados 25 anos, a Constituição já foi modificada 80 vezes por meio da aprovação e promulgação de 74 propostas de emenda à Constituição (PECs). 01/02/1987. Pessoas em frente ao Congresso Nacional durante a instalação da Assembleia Nacional Constituinte. PrOPOSTaS E aÇÕES Beto em visita ao Canal E da Secretaria de Educação-DF 1 – EDUCAÇÃO –  Propomos que o PT, com o apoio do SINPRO, da UNE e de  organizações populares, assuma o programa “ANALFABETISMO ZERO” e convoque a militância para apoiá-lo. Não é admissível que em um país que teve Paulo Freire e Anísio Teixeira, mundialmente respeitados, não tenhamos erradicado o analfabetismo, com a mesma simplicidade e contundência que países como a Venezuela, Bolívia e Nicarágua fizeram em poucos anos, com a ajuda de professores cubanos, com o método “Yo si puedo”. Esta deve ser a bandeira prioritária do PT. 2 – O PLEBISCITO DO TREM  –  A presidenta Dilma respondeu às manifestações liberando 1,4 bilhão de reais para obras de mobilidade no Centro -Oeste, incluindo a interligação A Prefeitura de São Paulo, dirigida pelo PT, assinou o primeiro contrato com o MST para a compra de 990 toneladas de arroz orgânico a ser consumidos na merenda escolar do município. Esta parceira Prefeitura SP e MST beneficia amplamente as cooperativas de semterras e também as crianças paulistanas, com alimentos saudáveis, sem agrotóxicos. Por que o PT-DF não propõe o mesmo em Brasília, onde o GDF poderia aplicar, de modo e xe m p l a r, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), Coordenado pela CONAB? O DF possui grande estoque de terras públicas aptas à Reforma Agrária e um grande contingente de trabalhadores sem terra, o que facilitaria a implantação de um sistema de assentamentos rurais, com base em cooperativas, produzindo diretamente para a merenda escolar. Na ausência de proje- tos assim, grandes extensões de terras estão sendo ocupadas pelo agronegócio, transformando o DF em monocultura de soja e com grande contaminação ambiental pelo uso intensivo de agrotóxicos. É urgente que o PT convoque o debate sobre nova politica distrital de abastecimento, impulsionando a reforma agrária no DF e necessária aliança cidadecampo!. Propomos, também, que o PT-DF debata a criação de Escolas de Agro-Ecologia, tal como existe no Paraná a Escola Latioamericana de Agro-ecologia, apoiada pela Venezuela, o MST, a UFPR e Governo paranaense, fundada numa educação libertadora sobre os problemas essenciais da agricultura, Esta seria uma maneira construtiva de estabelecer o diálogo entre o PT-DF e os movimentos sociais do campo. Helena Iono ferroviária entre Luziânia, Brasília, Anápolis e Goiânia. O PT-DF deve lavantar a bandeira da Volta do Trem, convocando um Plebiscito para que a população do DF e entorno possa se expressar e criar  uma força política capaz desta virada indispensável para um transporte humano, eficiente e seguro, de cara para o futuro. cação. Com recursos 100 vezes menor que o orçamento da Secretaria de Comunicação, os moradores do DF poderiam contar com uma emissora democrática e informativa, em contraponto ao jornalismo de demolição do PT feito pelas TVs comerciais, que recebem graúdas verbas do GDF. 4 –  JORNAL DO PT  –  Exis3 –  TV PÚBLICA DO DF –  tem dezenas de jornais comuniRealizado há um ano, o Comu- tários no DF hoje. Mas, nenhum nica-DF, convocado pelo Gover- deles é do PT. No primeiro ano nador Agnelo Queiroz, decidiu de governo, Agnelo Queiroz pela criação de uma TV Pública apontou por meses seguidos, acudo DF e pela instalação de um sado de irregularidades, jamais Conselho Distrital de Comuni- comprovadas. Até que se defencação. Apesar da ampla maioria deu na CPI do Cachoeira.  Ali que o GDF tem na CLDF, tais ficou clamarosa a ausência de decisões não foram encaminha- um jornal do PT, diário, massivo, das. Propomos que o PT levante democrático, popular, para inforestas duas bandeiras e viabilize a mar a população e desmontar este instalação de uma TV Pública do jornalismo de demolição ao GDF DF com base nas estruturas do e ao PT, partido da preferência Canal E da Secretaria de Edu- do povo brasileiro! Kako Gráfica e Editora - SIBS Qd. 3 - Cj C - Lt 23/25 2 Queremos de volta o PT de lutas! PT de Lutas
  3. 3. A dívida cultural do PT-DF A política cultural defendida pelo PT, historicamente, sempre se pautou pela descentralização, democratização do acesso e transparência na distribuição dos recursos públicos. Internamente, o partido não tem cumprido suas próprias orientações. O PT-DF não tem sequer um jornal regular capaz de fazer circular as ideias sobre a formação cultural de sua militância. O partido, que possui recursos do fundo partidário e da arrecadação de seus filiados, não potencializa seu orçamento para tarefas simples como manter um site atualizado. Não tem uma biblioteca para emprestar livros e contribuir para a formação política de seus associados. Esse descompromisso se reflete na ação descoordenada da militância, que se sente órfã de direção e sem espaço para se expressar. Aqueles que estão vinculados a um gabinete parlamentar têm acesso a algum debate, mas em geral confunde-se mandato com ação partidária. Resíduos sólidos e pessoas frágeis Contradições políticas do DF No mês de março de 1.993, durante o programa cultural “Na Boca do Caixa”, no SCS, com animação do mímico Miquéias Paz, começamos a discutir as propostas do Betinho no Sindicato dos Bancários do DF. Fundamos o primeiro Comitê da Ação da Cidadania Contra a Fome, a Miséria e Pela Vida no Brasil, antes do lançamento nacional, numa histórica caminhada entre a OAB e o Congresso Nacional, em junho do mesmo ano. Nas nossas discussões com a sociedade civil, naquele Sindicato Cidadão, elegemos o Lixão da Estrutural, para  a implantação do projeto Fortalecimento Comunitário. Conseguimos conhecer e compartilhar propostas relativas ao processo de trabalho e organização dos/das catadores/as que lá trabalhavam, suas aspirações, e entender onde e como destinávamos o lixo do DF. E, principalmente, propor e executar um conjunto de ações que culminaram no primeiro projeto de Coleta Seletiva de Lixo do DF. Envolvemos centenas de atores dentre estes: moradores do lixão, gente de embaixadas, empresários, pessoal de outras secretarias como a de meio ambiente. E pudemos assistir, atônitos, os primeiros choques de vaidades das fragilidades humanas abortar uma boa ideia. Passados 4 governos, dezenas de consultorias, uma biorremediação, diversas invasões orquestradas por pessoas das bases aliadas, muita propaganda e poucas resoluções; penso que é dada a conjuntura política para o PT discutir e modelar, conjuntamente, as estratégias para a organização da destinação dos resíduos sólidos e o fortalecimento das pessoas e comunidades envolvidas no último pólo da cadeia produtiva: a do lixo com a sua intrincada teia de relacionamentos. No governo, o PT-DF não faz autocrítica. A situação calamitosa dos equipamentos públicos e a falta de políticas culturais foram amplamente denunciadas ainda no período da transição do governo Arruda/ Rosso para o de Agnelo Queiroz. O governo do PT recuperou vários espaços (Catetinho, Panteão da Democracia, Cine Brasília), moralizou o Fundo de Apoio à Cultura (FAC) com os editais anuais, realizou o calendário oficial da cidade com eficiência, mas ainda faltam muitas ações previstas no programa de governo. O governo dinamizou o Museu da República, mas manteve-o exatamente como recebeu enquanto estrutura. A Rádio Cultura FM até hoje não possui um Conselho de Programação. O PT-DF não produziu nenhuma avaliação desse período, nem mesmo um elogio. A impressão que se tem é que o partido só se preocupa com a ocupação dos cargos. Por Romário Schettino, militante do PT do Plano Piloto DESPRIVATIZAR O SUS O SUS, nasceu de um movimento rebelde, contra-hegemônico, para cair no colo da promiscuidade público/privada. A ideia revolucionária de esquerda, construindo-o como um sistema público, universal, integral, igualitário e gratuito, deu lugar a um sistema com porta de entrada universal, obstruída no meio e privativamente afunilada em sua saída. A lógica do mercado, a visão do Especialista, fez prosperar os grandes empresários da Doença, coadjuvados e reforçados pelos Planos de Saúde; tudo isso intensificado no governo neoliberal do PSDB. Os governos do PT, colocaram e fortaleceram vários programas importantes, mas não conseguiram reverter a lógica, enraizada em todo o sistema. O papel da esquerda, em especial do PT, é lutar pela desprivatização do SUS. Reforçar o papel do Estado, exigir função social do setor privado e não estabelecer parcerias. Fortalecer, implantar e democratizar a participação popular, por meio dos conselhos paritários, nos níveis nacional, estadual, municipal e distrital; conselhos gestores em todas as unidades de saúde, com serviço de orientação aos usuários, humanizando o atendimento. Transformar os hospitais universitários, em centros de excelência, articulando-os com o sistema. Os movimentos sociais devem participar nos conselhos para reforçar os SUS em detrimento dos Planos Doença, lutar para o reforço, no financiamento e na implantação de um Plano de Carreira, Cargos e Salário, dos profissionais do SUS. O Programa Mais Médicos, precisa ser apoiado, pois resgata a lógica de "Saúde" e a descentralização, municipalização e compromisso social dos profissionais, já defendida na terceira conferência nacional de saúde, coordenada por Wilson Fadul, ministro da saúde do presidente João Goulart. José Ivan Mayer de Aquino  Carlos Saraiva e Saraiva.  “Precisa sacudir o PT debaixo para cima” (Extrato da entrevista de Flávia Bemfica com Olivio Dutra, publicada pelo jornal Correio do Povo, 31-08-2013) Olivio Dutra É possível ser governo e, ao mesmo tempo, reivindicar mudanças, criticar governantes? Precisamos de um partido que não se misture com as práticas tradicionais do toma lá da cá, do pragmatismo, do jeitinho, que fazem das política essa coisa que não transforma nada nas suas raízes, que acomoda fazendo de conta que muda, mexendo na superfície. O país precisa de uma reforma política, de uma reforma tributária que faça quem tem mais pagar mais e quem tem menos pagar menos, ao mesmo tempo em que o poder público não abdique de nenhum centavo de sua receita e, através de processos de controle público, como o orçamento participativo, destine cada centavo segundo as necessidades do povo, e não de acordo com a vaidade dos governantes ou da pressão de grupos econômicos. Precisa de uma reforma agrária de verdade e de uma reforma urbana. Estes desafios afetam a popularidade da presidente ou do governador? Nas últimas três décadas, o PT secundarizou a vinculação aos movimentos sociais. Há um processo de burucratização que faz este partido de transformação, aos poucos, entrar em acomodação, o que o coloca também como objeto das críticas das ruas. O povo quer mudanças muito mais profundas e amplas, para que o Estado funcione bem e melhor e não apenas para alguns. O PT precisa ser sacudido de baixo para cima. PT de Lutas 3 Queremos de volta o PT de lutas! PT de Lutas
  4. 4. de Lutas Por que um PT de Lutas? Laurindo Lalo Leal Filho Sociólogo, professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo “Estou no PT desde a sua fundação. O crescimento do partido e a sua chegada aos centros de poder não apagaram os compromissos com a transformação do país; sonho, bandeiras e ações dos seus fundadores que seguem presentes entre muitos dos nossos militantes. Um deles, desde sempre é o companheiro Beto Almeida, candidato a presidente do PT-DF. Meu apoio a sua candidatura representa a confiança de que com ele permanecem vivos os valores e os ideais que defendemos há mais de três décadas. Sua trajetória nos movimentos sociais e políticos, nacionais e latino-americanos, é uma prova incontestável desse compromisso”. Venicio Lima Jornalista, fundador e primeiro coordenador do Núcleo de Estudos sobre Mídia e Política da UnB “Conheço Beto Almeida desde os tempos da resistência ao autoritarismo militar na Universidade de Brasília nos idos da década de 70 do século passado. Ao longo do tempo Beto tem sido um batalhador incansável pelo internacionalismo, pela comunicação pública e por uma sociedade mais justa. Beto reúne todas as condições para liderar o necessário retorno do PT-DF aos compromissos e práticas históricas que justificaram sua criação em 1980”. Carlos Caridade PT Plano Piloto “Na minha militância desde 1981 sempre defendi um PT de lutas. Em alguns momentos até reconheço que fui um pouco radical, mas hoje compreendo que querer de volta um PT de Lutas é resgatar a nossa origem histórica. Beto Almeida para a presidência do PT-DF representa esse desejo e aponta para continuarmos a construir nossos sonhos de uma utopia possível, um Socialismo com a nossa cara”. Governar Educando “Saber o que é correto e não o fazer é falta de coragem”. Confúcio Os eleitores do DF se lembram de que o Governador Agnelo, no processo de sua campanha eleitoral, afirmou repetidas vezes: “Meu governo cuidará das pessoas”. Essa postura reacendeu na maioria a esperança e ele teve a maioria dos votos nas prévias do PT e, obviamente, nas eleições. Essas pessoas, crédulas, esperavam que após sua posse, ele, o Governador, imediatamente,  fizesse algo que mudasse, claramente, e para melhor, a vida de todas. Esperavam dele, por se mostrar fraterno e amorável, a promoção de uma mudança ética na política e outra, feita com muita vontade política e mobilização social, principalmente no que dissesse respeito a elevar o patamar de civilidade das relações sociais no DF, com autoridade, com firmeza, ao abrigo das leis.  Esperavam que o governo Agnelo transformasse o Distrito Federal em exemplo de civili- 4 dade para todo o País e que essa passasse a ser a marca do DF, de tal modo e de maneira tão forte, que todos os cidadãos brasileiros soubessem que, na sua capital, as pessoas são educadas e solidárias. Educação nas escolas e nas cidades sempre foi marca dos governos do PT. No entanto, a pouco mais de um ano para o término do mandato Agnelo – não é possível dizer mandato do PT - absolutamente nada foi feito nesse sentido.  O problema de algumas autoridades é que elas não sabem o que o povo passa e não transitam por onde transita o povo. Por isso, não veem necessidade de investir na educação da coletividade e, menos ainda, de  mediar as relações sociais, expondo os cidadãos a seus algozes no trânsito, na poluição sonora e ambiental, para dizer o mínimo, tornando ausente a proteção do Estado. Queremos de volta o PT de lutas! PT de Lutas Maria Lucia de Moura Iwanow Mauro di Deus Helena Iono Militante do Núcleo de Comunicação e Cultura (PT-DF), exmembro do Comitê de apoio ao PT na Itália “Participo com a esperança de que o PT dinamize a batalha de ideias, que tome consciência de que Comunicação é arma fatal de vitórias ou derrotas cruentas, que recupere o tempo perdido, que construa urgentemente sua própria mídia e não se renda na batalha pela democratização dos meios de comunicação. Apoio Beto Almeida por ser um socialista convicto, latino-americano e internacionalista”. Servidor Público – Núcleo do PT no Congresso Nacional “Esse PT que aí está não é o PT que era contra tudo isso aí. Não vejo mais a palavra SOCIALISTA na boca dos nossos governantes. Beto Almeida presidente do PT/DF pode mudar isso que aí está para melhor. Pela volta do velho PT de lutas.” Queremos de volta o PT de lutas! PRESIDENTE Carlos Alberto de Almeida Membros da Chapa Alisson Rafael de S. Lopes Ana Carolina Santos Santana Nascimento Andrea Pamella Medrado Araújo Andreza Silva Xavier Antonio Alves de Siqueira Júnior Antonio Carlos do Nascimento Antonio de Lisboa Amâncio Vale Antonio Souza dos Santos Bismarck Paiva Portuguez Felipe Camila Donato dos Santos Carlos Antonio Coutrim Caridade Carlos Cirane Nascimento Carlos Saraiva e Saraiva Caroline Nascimento Pussa da Silva Cláudia de Oliveira Bullos Cláudio Antunes Correia Coltilde Paiva de Souza Danielle dos Santos Camilo Veloso Dhara Cristiane de Souza Edson Bezerra de Souza Edvan Alves de Oliveira Elaine Amâncio Ribeiro Ernani Xavier de Almeida Fellipe Mendes Pereira Francisca Paiva de Souza Francisco Almir de Oliveira Barros Geni Chagas Ferreira Guilherme de Azevedo França Gustavo Henrique Marinho Helena Iono Inês Bettoni Iranita Cassimira Garcia Isabel Portuguez Souza Felipe João Domingos Paiva de Souza Joaquina Portuguez Marinho José Antônio de Oliveira José Aristóteles Felipe José Carlos da Silva Santos José Carlos das Neves José Ivan Mayer de Aquino José Vasconcelos Campos de Souza Josibel Rocha Soares Jucimeire Barbosa da Silva Leida dos Santos Camilo Veloso Leonardo Max Santos Nascimento Leovane Gregório Lindalva Souza Santos Luciana Custódio de Castro Luis Alberto Gomes Miguel Luis Domingos dos Santos Luis Guilherme Nascimento Pussa da Silva Luíza Rodrigues Pereira Marco Aurélio Braga Maria da Glória Bomfim Yung Maria do Carmo Souza dos Santos Maria Irene Lino de Carvalho Maria Lúcia de Moura Iwanow Maria Margarida Pinto Coelho Maria Tameme Soares Martha Guimarães Arantes Sampaio Mauro di Deus Mônica Lúcia Rique Fernandes Neide Nascimento da Silva Neuza Silveira da Costa Paulo Celso Maistro Spolidório Paulo Henrique Santana Nascimento Renata Marinho Renata Minora de Menezes Sousa Ricardo Gonçalves de Pacheco Roberto Liao Júnior Rodrigo Rodrigues Costa e Lima Rosilene Corrêa Lima Rosimeire Portuguez de Souza Braga Samanta Portuguez de Souza Gomes Sebastião Honório dos Reis Tiago de Oliveira Trindade Vanessa Garcia do Nascimento Willian Mendes do Nascimento

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