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Importância da Tipologia no PG
• A Tipografia transmite personalidade a uma peça
gráfica.
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Classificação por Família
Romana Antiga
• Inspirada na escrita monumental romana, produz um contraste
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Romana Moderna
• Inspirada na evolução dos romanos clássicos, em que os
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Egípcia
• Criada na evolução industrial, tem como caracter...
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BickhamScript, Lucida Blackletter
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Cursiva
• Caracteres que não se encaixam em ...
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Arial, Futura
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Lapidária
• Proporciona caracteres com poucas variações em suas ...
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Quanto à largura
• Uma letra pode ser normal, condensada ou estendida.
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Quanto à tonalidade
• Uma letra pode ser extralight, light, book, medium,
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Quanto à inclinação
• Uma letra pode ser redonda ou itálica.
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Classificação Onomástica
As fontes ou conjuntos de letras com a mesma
característica são conhecidos por...
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Estética
Apesar de subjetivo e pessoal. Não é aconselhável avalia...
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Estética
• Quantidade de tipologias
• Unidade do layout
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Legibilidade
• Maiúsculas X Minúsculas
• Condensada X Expandida
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Considerações na Escolha da tipologia
Adequação
• O que é o texto?
É um título, um texto ou uma legenda...
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Tamanho da letra – CORPO
O tamanho das letras é medido em pontos (1 ponto = 0,341mm)
e é chamado de COR...
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Entrelinha
• A entrelinha é o espaço existente entre a base de uma linha para
a base da próxima. Também...
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Entre-letra X Kerning
Há uma diferença entre
espaço entre-letra e o kerning.
• O espaço entre letra é a...
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Entre-parágrafo
• Quando um texto é muito longo, é comum dar um
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• Há, basicamente, quatro tipos de alinhamento. Cada um deles com suas
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Conceitos básicos sobre tipografia.

  1. 1. Prof. Mário CPG 1 TIPOGRAFIA
  2. 2. Prof. Mário CPG 2 Tipografia • Importância da Tipografia no Projeto Gráfico • Estrutura do caractere • Classificação por família • Características dos Tipos • Considerações na escolha da Tipologia
  3. 3. Prof. Mário CPG 3 Importância da Tipologia no PG • A Tipografia transmite personalidade a uma peça gráfica. • Cada família de fonte, cada tipo de letra transmite um conceito.
  4. 4. Prof. Mário CPG 4 Estrutura do Caractere
  5. 5. Prof. Mário CPG 5 Classificação por Família Romana Antiga • Inspirada na escrita monumental romana, produz um contraste entre as hastes e as suas serifas TRIANGULARES. • Proporciona ao leitor um inconsciente descanso visual, decorrente do contraste harmonioso da leveza dos desenhos das serifas. Utilização • área editorial com grandes volumes de texto, alcançando o maior grau de legibilidade entre as famílias. Times, Garamond
  6. 6. Prof. Mário CPG 6 Classificação por Família Romana Moderna • Inspirada na evolução dos romanos clássicos, em que os desenhistas acentuavam o contraste entre as hastes e substituíram as serifas de forma triangulares por aparas RETILÍNEAS nas extremidades, trazendo uma sensível melhora na legibilidade das letras, tornando-as mais belas e leves. Utilização • esteticamente agradáveis, mas frágeis pelas hastes muito finas.
  7. 7. Prof. Mário CPG 7 Rockwell, Blackcoak Classificação por Família Egípcia • Criada na evolução industrial, tem como característica principal, a uniformidade nas hastes e serifas retangulares. Utilização • Pela força causada por suas hastes, esta família pode ser usada onde é necessário transmiti vitalidade, principalmente em títulos. Desaconselhada para textos longos por tornálos pesados demais.
  8. 8. Prof. Mário CPG 8 BickhamScript, Lucida Blackletter Classificação por Família Cursiva • Caracteres que não se encaixam em nenhuma das estruturas anteriores, em letras sem parâmetros de classificação, com hastes e serifas livres, como caracteres góticos, manuscritos e com ornamentos em geral. Utilização • a interferência usada na construção das letras dificultam a sua legibilidade, deixando-as mais utilizadas em destaques e pontuações do material gráfico.
  9. 9. Prof. Mário CPG 9 Arial, Futura Classificação por Família Lapidária • Proporciona caracteres com poucas variações em suas hastes e não possue serifas, tornando textos mais visuais e mais legíveis. Utilização • recomendada para confecção da maioria dos textos publicitários e de embalagens. Não recomendada para textos longos, pois a falta de contraste entre suas hastes a torna cansativa.
  10. 10. Prof. Mário CPG 10 Classificação por Série Quanto à largura • Uma letra pode ser normal, condensada ou estendida.
  11. 11. Prof. Mário CPG 11 Classificação por Série Quanto à tonalidade • Uma letra pode ser extralight, light, book, medium, semi-bold, extra-bold.
  12. 12. Prof. Mário CPG 12 Classificação por Série Quanto à inclinação • Uma letra pode ser redonda ou itálica.
  13. 13. Prof. Mário CPG 13 Classificação Onomástica As fontes ou conjuntos de letras com a mesma característica são conhecidos por seus nomes e não por famílias. Garamond, Futura, GillSans, Palatino, Helvética
  14. 14. Prof. Mário CPG 14 Considerações na Escolha da tipologia Estética Apesar de subjetivo e pessoal. Não é aconselhável avaliar esse tópico fora de um contexto de layout. Ver adequação. Um estudo minucioso de tipologia normalmente elimina a chance de erro. Legibilidade Nível de leitura da tipologia. Também adequada ao projeto e ao público-alvo. Adequação Há fontes que se comportam melhor em determinado trabalho que em outros. O que vai ser determinado pela linguagem visual utilizada e por fatores como público-alvo e natureza da mensagem.
  15. 15. Prof. Mário CPG 15 Considerações na Escolha da tipologia Estética • Quantidade de tipologias • Unidade do layout • Conceito da peça Não serifadas: seriedade, clareza, concisão Serifadas: refinamento, classe, tradição
  16. 16. Prof. Mário CPG 16 Considerações na Escolha da tipologia Legibilidade • Maiúsculas X Minúsculas • Condensada X Expandida • Serifa X Sem serifa • Tamanho do corpo • Entrelinha • Alinhamento • Entreletras • Entre palavras • Massa de texto • Cor
  17. 17. Prof. Mário CPG 17 Considerações na Escolha da tipologia Adequação • O que é o texto? É um título, um texto ou uma legenda de rodapé? • Quem vai ler? São jovens audaciosos ou idosos cautelosos? • Qual a mídia? Jornal, revista, folheto, TV? • Onde se dá a ação da leitura? No carro, ônibus, trem, em casa, na rua?
  18. 18. Prof. Mário CPG 18 Tamanho da letra – CORPO O tamanho das letras é medido em pontos (1 ponto = 0,341mm) e é chamado de CORPO DA LETRA. Fonte Arial Black, corpo 12 O tamanho das letras é medido em pontos (1 ponto = 0,341mm) e é chamado de CORPO DA LETRA. Fonte Arial Black, corpo 16 O tamanho das letras é medido em pontos (1 ponto = 0,341mm) e é chamado de CORPO DA LETRA. Fonte Arial Black, corpo 24 O tamanho das letras é medido em pontos (1 ponto = 0,341mm) e é chamado de CORPO DA LETRA.
  19. 19. Prof. Mário CPG 19 Entrelinha • A entrelinha é o espaço existente entre a base de uma linha para a base da próxima. Também é medido em pontos. • Na teoria, a medida ideal para a entrelinha é 120% do corpo da fonte mas isso não impede a utilização de entrelinhas diferentes desse padrão. ENTRELINHA NORMAL A entrelinha é o espaço existente entre a base de uma linha para a base da próxima. Também é medido em pontos. Na teoria, a medida ideal para a entrelinha é 120% do corpo da fonte mas isso não impede a utilização de entrelinhas diferentes desse padrão. ENTRELINHA ABERTA A entrelinha é o espaço existente entre a base de uma linha para a base da próxima. Também é medido em pontos. ENTRELINHA FECHADA A entrelinha é o espaço existente entre a base de uma linha para a base da próxima. Também é medido em pontos. Na teoria, a medida ideal para a entrelinha é 120% do corpo da fonte mas isso não impede a utilização de entrelinhas diferentes desse padrão.
  20. 20. Prof. Mário CPG 20 Entre-letra X Kerning Há uma diferença entre espaço entre-letra e o kerning. • O espaço entre letra é a distância entre as letras de uma mesma palavra. No espaço entre-letras a distância entre as letras é igualmente distribuído. • Já o kerning é o encaixe de letras como o “A” e o “T” para evitar deixar espaços em branco entre as letras. A distância entre as letras pode ser diferente, seguindo uma lógica visual.
  21. 21. Prof. Mário CPG 21 Entre-parágrafo • Quando um texto é muito longo, é comum dar um respiro (espaço) entre dois parágrafos para arejar e facilitar a leitura. Quando um texto é muito longo, é comum dar um respiro (espaço) entre dois parágrafos para arejar e facilitar a leitura. Quando um texto é muito longo, é comum dar um respiro (espaço) entre dois parágrafos para arejar e facilitar a leitura. Quando um texto é muito longo, é comum dar um respiro (espaço) entre dois parágrafos para arejar e facilitar a leitura. Quando um texto é muito longo, é comum dar um respiro (espaço) entre dois parágrafos para arejar e facilitar a leitura. Quando um texto é muito longo, é comum dar um respiro (espaço) entre dois parágrafos para arejar e facilitar a leitura. Quando um texto é muito longo, é comum dar um respiro (espaço) entre dois parágrafos para arejar e facilitar a leitura.
  22. 22. Prof. Mário CPG 22 Alinhamento de textos • Há, basicamente, quatro tipos de alinhamento. Cada um deles com suas características quanto à legibilidade e à beleza em um layout. • Normalmente, o de melhor leitura é o alinhamento à esquerda. Alinhamentos como à direita e centralizado prejudicam a leitura, apesar de deixar um texto curto mais bonito. Já o texto blocado tem uma leitura um pouco melhor, mas pode acarretar em espaços muito grandes entre as palavras. ESQUERDA A entrelinha é o espaço existente entre a base de uma linha para a base da próxima. Também é medido em pontos. Na teoria, a medida ideal para a entrelinha é 120% do corpo da fonte mas isso não impede a utilização de entrelinhas diferentes desse padrão. CENTRALIZADO A entrelinha é o espaço existente entre a base de uma linha para a base da próxima. Também é medido em pontos. Na teoria, a medida ideal para a entrelinha é 120% do corpo da fonte mas isso não impede a utilização de entrelinhas diferentes desse padrão. DIREITA A entrelinha é o espaço existente entre a base de uma linha para a base da próxima. Também é medido em pontos. Na teoria, a medida ideal para a entrelinha é 120% do corpo da fonte mas isso não impede a utilização de entrelinhas diferentes desse padrão. BLOCADO A entrelinha é o espaço existente entre a base de uma linha para a base da próxima. Também é medido em pontos. Na teoria, a medida ideal para a entrelinha é 120% do corpo da fonte mas isso não impede a utilização de entrelinhas diferentes desse padrão.

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