Curso de CIPA 
(Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) 
Instrutora: Vívian Paula da Cunha Silva 
Técnica em Segurança...
Módulo I 
Introdução 
 Conhecendo sua Empresa 
 SESMT 
 Dimensionamento do SESMT 
 Objetivos da CIPA 
 Constituição d...
Módulo II 
Norma Regulamentadora Nº 5 
 Atribuições 
 Funcionamento 
 Processo Eleitoral
Módulo III 
Segurança do Trabalho 
 Acidentes do Trabalho 
 Doença Ocupacional 
 Investigação de Acidentes 
 Inspeção ...
Módulo IV 
Noções de Prevenção e Combate à Incêndios 
 Como Evitar um Incêndio 
 Recomendações para se Evitar o Fogo 
 ...
Módulo V 
Noções de Primeiros Socorros 
 Omissão de Socorro 
 Regras Básicas de Primeiros Socorros 
 SBV 
 Tipos de Fe...
Módulo VI 
Noções Sobre AIDS 
 O que é SINDROME? 
 O que é IMUNODEFICIÊNCIA? 
 O que é ADQUIRIDA ? 
 Como se Transmite...
Módulo I 
Introdução
Conhecendo sua Empresa 
NR-4 
(Quadro I) 
CNAE – Classificação Nacional de Atividades Econômicas 
Código Atividade Grau de...
SESMT - (NR 4) 
(Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho) 
Profissionais 
(Carga horá...
Dimensionamento do SESMT 
a
Objetivos da CIPA 
A CIPA tem como objetivo implementar 
atividades, sugestões e recomendações, 
visando melhorar as condi...
Constituição da CIPA 
A CIPA é obrigatória para 
as empresas públicas e 
privadas que possuam 
empregados com vínculo 
emp...
Dimensionamento da CIPA 
Quadro II – NR 5 
CNAE Descrição da Atividade Grupo 
25.11-0-00 Fabricação de Estruturas Metálica...
Dimensionamento da CIPA 
Quadro I – NR 5 
(Continuação) 
n
Dimensionamento da CIPA 
(Continuação) 
Não atingimos o número de 20 
funcionários/ empresa 
01 Designado por Empresa
Organização da CIPA 
 A CIPA será composta de representantes do empregador e dos 
empregados, de acordo com o dimensionam...
Organização da CIPA 
Responsabilidades Contratadas e Contratantes 
5.48 - A contratante e as contratadas, que atuem num 
m...
Organização da CIPA 
Estabilidade 
5.8 - É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa 
do empregado eleito para cargo...
Organização da CIPA 
Estabilidade 
E o suplente eleito tem estabilidade? 
SIM, segundo o Enunciado do TST nº 339 
“ O supl...
Organização da CIPA 
Mandato dos Eleitos 
5.7 - O mandato dos membros eleitos da CIPA terá a 
duração de um ano, permitida...
Módulo II 
Norma Regulamentadora Nº 5
Atribuições da CIPA 
 Elaborar Plano de Trabalho; 
 Realizar periodicamente verificação nos ambientes e 
condições de tr...
Atribuições da CIPA 
(Continuação) 
 Participar em conjunto com o SESMT da análise das causas das 
doenças e acidentes do...
Atribuições do Presidente 
 Convocar os membros para as reuniões da CIPA; 
 Coordenar as reuniões da CIPA, encaminhando ...
Atribuições do Vice-Presidente 
 Executar as atribuições que lhe forem 
delegadas pelo Presidente; 
 Substituir o Presid...
Atribuições do Presidente e 
Vice-Presidente em conjunto 
 Cuidar para que a CIPA disponha de condições necessárias 
para...
Atribuições da(o) Secretária(o) 
 Acompanhar as reuniões da CIPA, e redigir as atas 
apresentando-as para aprovação e ass...
Funcionamento da CIPA 
REUNIÕES 
 ORDINÁRIAS: 
Mensais, de acordo com o calendário preestabelecido, 
durante o expediente...
Funcionamento da CIPA 
REUNIÕES 
 EXTRAORDINÁRIAS: 
Podem ocorrer em qualquer período, não seguem um calendário deverão 
...
Funcionamento da CIPA 
Faltas 
 O membro titular perderá o mandato, sendo substituído pelo 
suplente, quando faltar a mai...
Processo Eleitoral 
Dias Ação Item da NR-5 
60 Convocação da eleição 5.38 
55 Constituição da C.E 5.39 
45 Publicação e 
d...
Processo Eleitoral 
Condições 
 Liberdade de inscrição para todos os empregados da empresa, 
com fornecimento de comprova...
Módulo III 
Segurança do Trabalho
Acidente de Trabalho 
AZAR? 
ACASO?
Acidente de Trabalho 
Conceito Legal: 
Decreto nº 611, de 21.07.92, que regulamenta a lei nº 
8213,de 24.07.91, plano de b...
Acidente de Trabalho 
Conceito Prevencionista: 
No aspecto prevencionista, o acidente de trabalho pode ser 
definido como ...
Acidente de Trabalho 
(Classificação) 
1 - Acidente sem Afastamento 
2 - Acidente com Afastamento 
3 - Incapacidade Tempor...
1 - Acidente sem Afastamento 
É todo o acidente que possibilita 
o acidentado a voltar para sua 
ocupação habitual no mesm...
2 - Acidente com Afastamento 
É todo acidente que impossibilita ao 
acidentado voltar à sua ocupação 
habitual no mesmo di...
3 - Incapacidade Temporária Parcial 
É a perda de parte da 
capacidade para o trabalho 
por um determinado 
período, não a...
4 - Incapacidade Temporária Total 
É a perda da capacidade para o 
trabalho por um período que 
varia do início da jornada...
5 - Incapacidade Permanente Parcial 
É a redução de parte da capacidade para o 
trabalho, impossibilidade e execução de 
a...
6 - Incapacidade Permanente Total 
É a perda total da capacidade de trabalho, em 
caráter permanente, exclusiva a morte.
Doença Ocupacional 
Entende-se por doença ocupacional, aquela inerente 
ou peculiar a determinado ramo de atividade, 
disp...
Ato Inseguro 
É o modo como o indivíduo 
expõe consciente ou 
inconsciente a riscos de 
acidentes. 
É a contribuição do pr...
Exemplos 
Deixar de tomar precauções 
Limpar máquinas em 
movimento 
Fumar em local proibido
Condição Insegura 
É uma falha ou irregularidade 
do meio ambiente ou dos 
meios do trabalho que 
comprometem a segurança.
Exemplos 
 Máquinas com dispositivos de segurança 
defeituosos ou desprovidos deles 
 Piso defeituoso ou impróprio 
 Fa...
Fator Pessoal de Segurança 
É o desajuste físico, 
emocional, mental, falta de 
conhecimento ou 
experiência, levando o 
i...
Exemplos 
 Falta de Conhecimento / 
Experiência; 
 Falta de Especialização; 
 Desajuste Físico, Emocional e 
Mental. 
-...
Análise dos Acidentes de Trabalho 
 Visão geral do ocorrido; 
 Reúne dados do acidentado; 
 Reúne dados da empresa. 
Pr...
Investigação dos Acidentes de Trabalho 
Definição 
De acordo com alínea “1” do item 
5.16, da Portaria 3214 do MTE, 
compe...
Conseqüência dos Acidentes para o Trabalhador 
Incapacitado 
para o Trabalho 
Desamparo 
à Família
Conseqüência dos Acidentes para o Trabalhador 
Sofrimento 
Físico 
Morte
Conseqüência dos Acidentes para a Empresa 
Atraso na entrega do 
produto e, 
como conseqüência, 
descontentamento do clien...
Conseqüência dos Acidentes para a Empresa 
Tempo perdido por 
outros empregados que 
param de trabalhar para 
comentar o o...
Conseqüência dos Acidentes para o 
País e a Sociedade 
Aumento de impostos 
Aumento do custo de vida
Conseqüência dos Acidentes para o 
País e a Sociedade 
Perda de um elemento 
produtivo 
Mais dependentes 
da coletividade
Comunicação dos Acidentes de Trabalho - CAT 
Aspecto Legal: 
Lei 8213/91 de 24/07/91. 
Definição: 
A empresa deverá comuni...
C A T 
Quem recebe cópia: 
 Acidentado ou seus dependentes; 
 Sindicato de Classe; 
 INSS. 
Na falta da comunicação (po...
Aspecto Prevencionista: 
C A T 
Todo e qualquer acidente com lesões e/ou 
danos materiais, após as providências de 
socorr...
Proteção do Trabalhador 
 Importância 
 Conscientização 
 Normas Internas das Empresas 
 Aspectos Legislativos Gerais ...
Inspeção de Segurança 
É a parte do controle de riscos que consiste em efetuar 
vistorias nas áreas e meios de trabalho, c...
Tipos de Inspeção 
 Inspeção geral: Realizada quando se quer ter uma visão 
panorâmica de todos os setores da empresa. Po...
Etapas da Inspeção 
 Observação do ambiente e dos meios de trabalho; 
 Coleta de informações; 
 Registro de dados e ela...
Campanhas de Segurança 
Campanhas de segurança são eventos voltados para a educação 
e sensibilização dos funcionários, tr...
Equipamentos de Proteção 
Individual - EPI’s 
É todo meio ou dispositivo de uso individual, destinado a 
proteger a saúde ...
Atribuições 
A recomendação ao empregador, quanto ao EPI adequado ao 
risco existente às diversas atividades será: 
 Do S...
Obrigações do empregador 
quanto ao EPI: 
 Adquirir o tipo adequado à atividade do empregado; 
 Fornecer ao empregado so...
Obrigações do empregado 
quanto ao EPI: 
 Usá-lo apenas para a finalidade a que se 
destina; 
 Responsabilizar-se por su...
Equipamentos de Proteção 
Coletivas - EPC’s 
São os equipamentos que neutralizam o risco na fonte, 
dispensando, em determ...
PPRA 
A Norma Regulamentadora no 9 (NR-9) estabelece a 
obrigatoriedade da elaboração e implementação, por parte de 
todos...
PCMSO 
A Norma Regulamentadora no 7 (NR-7) estabelece 
a obrigatoriedade da elaboração e implementação, 
por parte de todo...
Riscos Ambientais 
São agentes presentes nos ambientes de 
trabalho, capazes de afetar o trabalhador a 
curto, médio e lon...
Riscos Ambientais 
Uma das atribuições da CIPA, é a de identificar e 
relatar os riscos existentes nos setores e 
processo...
Riscos Ambientais 
Classificação
Prioridades no Controle de Risco 
 Eliminar o risco; 
 Neutralizar / isolar o risco, através do uso de 
Equipamento de P...
Mapa de Riscos 
O Mapa de Riscos é a 
representação gráfica do 
reconhecimento dos riscos 
existentes nos setores de 
trab...
Mapeamento de Riscos 
Objetivos 
 Reunir as informações necessárias 
para estabelecer o diagnóstico da 
situação; 
 Poss...
Mapeamento de Riscos 
Etapas de Elaboração 
 Conhecer o processo de trabalho no local analisado; 
 Identificar os riscos...
Módulo IV 
Noções de Prevenção e Combate à Incêndios
Como evitar um incêndio 
O primeiro passo para se prevenir um incêndio, é prevenir que 
surja o fogo. 
As substâncias que ...
Recomendações para se evitar 
o fogo 
 Armazenagem adequada de materiais 
combustíveis e inflamáveis 
 Cuidados com inst...
Classes de Fogo 
 CLASSE “A”: São materiais de fácil combustão, queimam 
tanto na superfície como em profundidade, deixan...
Tipos de Extintores 
 Dióxido de Carbono, mais conhecido como CO2, usado 
preferencialmente nos incêndios classe “B” e “C...
Inspeção de Extintores 
Todo extintor deverá ter uma ficha de controle 
de inspeção, devendo ser inspecionado no 
mínimo 1...
Localização e Sinalização 
dos Extintores 
 Os extintores deverão ser instalados em locais de fácil acesso 
e visualizaçã...
Módulo V 
Noções de Primeiros Socorros
OMISSÃO DE SOCORRO 
 Segundo o Código Penal Brasileiro, qualquer indivíduo, mesmo o leigo 
na área da saúde (pertencente ...
REGRAS BÁSICAS DE PRIMEIROS 
SOCORROS 
 1. Mantenha a calma. 
 2. Tenha em mente a seguinte ordem de segurança quando vo...
SUPORTE BÁSICO DE VIDA 
 Na primeira abordagem pesquise o ABC da vítima 
 Se a vítima ventila; 
 Se a ventilação é efic...
SUPORTE BÁSICO DE VIDA 
Circulação 
 Na primeira abordagem pesquise : 
 Se a vítima tem pulso; 
 Se existem hemorragias...
TIPOS DE FERIMENTOS 
FRATURA 
 É a quebra de um osso causada por uma pancada muito forte, uma queda ou esmagamento. 
Há d...
TIPOS DE FERIMENTOS 
CHOQUE ELÉTRICO 
 resista ao impulso de correr até seu colega 
 avalie a segurança do local 
 desl...
TIPOS DE FERIMENTOS 
QUEIMADURAS 
São divididas em três categorias: 
1º GRAU: lesão superficial, vermelhidão, dor local 
2...
TIPOS DE FERIMENTOS HEMORRAGIAS
MATERIAL NECESSÁRIO PARA KIT DE PRIMEIROS 
SOCORROS 
Ataduras de diversos tipos; 
Fita adesiva; 
Esparadrapo; 
Pacote de g...
Módulo VI 
Noções Sobre AIDS
O que é SINDROME? 
Um conjunto de sintomas e condições 
que não são suficientemente 
específicos, para ser denominada 
enf...
O que é IMUNODEFICIÊNCIA? 
Nosso organismo conta com um sistema 
de defesa (Sistema Imunológico) 
capacitado para combater...
Adquirida - O que é? 
Dizemos que a Imunodeficiência é 
ADQUIRIDA” quando não é congênita (ou seja 
de nascimento), nem de...
COMO SE TRANSMITE 
 Contato Sexual (homossexuais e 
heterossexuais). 
 Uso de agulhas e acessórios contaminados 
(drogas...
COMO NÃO SE TRANSMITE 
 Em reuniões com amigos 
 Cumprimentando 
 Em ônibus 
 Em bebedouros 
 Em sanitários 
 Em chu...
COMO NÃO SE TRANSMITE 
 Visitando hospitais 
 Em utensílios domésticos 
 Em provadores de roupas 
 Doando sangue 
 Em...
É possível prevenir a aids? 
 Sim, seguindo alguns conselhos: 
 Reduzir o número de parceiros sexuais 
 Não usar drogas...
É possível prevenir a aids? 
Se precauções forem tomadas estas situações não 
transmitem AIDS: 
 Consultas ao dentista 
...
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  1. 1. Curso de CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) Instrutora: Vívian Paula da Cunha Silva Técnica em Segurança do Trabalho Com especialização em Ergonomia e Prevenção de Lesões no Trabalho
  2. 2. Módulo I Introdução  Conhecendo sua Empresa  SESMT  Dimensionamento do SESMT  Objetivos da CIPA  Constituição da CIPA  Dimensionamento da CIPA  Organização da CIPA
  3. 3. Módulo II Norma Regulamentadora Nº 5  Atribuições  Funcionamento  Processo Eleitoral
  4. 4. Módulo III Segurança do Trabalho  Acidentes do Trabalho  Doença Ocupacional  Investigação de Acidentes  Inspeção de Segurança  Campanhas de Segurança  Equipamentos de Proteção Individual - EPI  Equipamentos de Proteção Coletiva - EPC  PPRA (NR9) e PCMSO (NR7)  Riscos Ambientais  Mapa de Riscos
  5. 5. Módulo IV Noções de Prevenção e Combate à Incêndios  Como Evitar um Incêndio  Recomendações para se Evitar o Fogo  Classes de Fogo  Tipos de Extintores  Localização e Sinalização dos Extintores
  6. 6. Módulo V Noções de Primeiros Socorros  Omissão de Socorro  Regras Básicas de Primeiros Socorros  SBV  Tipos de Ferimentos  Material Necessário para o Kit de Primeiros Socorros
  7. 7. Módulo VI Noções Sobre AIDS  O que é SINDROME?  O que é IMUNODEFICIÊNCIA?  O que é ADQUIRIDA ?  Como se Transmite?  Como não se Transmite?  É Possível Prevenir a AIDS?
  8. 8. Módulo I Introdução
  9. 9. Conhecendo sua Empresa NR-4 (Quadro I) CNAE – Classificação Nacional de Atividades Econômicas Código Atividade Grau de Risco 25.11-0-00 Fabricação de Estruturas Metálicas 4
  10. 10. SESMT - (NR 4) (Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho) Profissionais (Carga horária: Integral 6hs e Parcial 3hs)  Engenheiro de Segurança do Trabalho  Médico do Trabalho  Enfermeiro do Trabalho (Carga horária: Integral 8hs)  Técnico de Segurança do Trabalho  Auxiliar de Enfermagem do Trabalho
  11. 11. Dimensionamento do SESMT a
  12. 12. Objetivos da CIPA A CIPA tem como objetivo implementar atividades, sugestões e recomendações, visando melhorar as condições do meio ambiente de trabalho. Deverá observar e relatar condições de riscos e solicitar medidas para reduzir e/ou neutralizá-los. Deverá também, abordar as relações homem/trabalho objetivando a melhoria contínua das condições de trabalho para prevenção de doenças ocupacionais, acidentes do trabalho.
  13. 13. Constituição da CIPA A CIPA é obrigatória para as empresas públicas e privadas que possuam empregados com vínculo empregatício regido pela CLT.
  14. 14. Dimensionamento da CIPA Quadro II – NR 5 CNAE Descrição da Atividade Grupo 25.11-0-00 Fabricação de Estruturas Metálicas C-13
  15. 15. Dimensionamento da CIPA Quadro I – NR 5 (Continuação) n
  16. 16. Dimensionamento da CIPA (Continuação) Não atingimos o número de 20 funcionários/ empresa 01 Designado por Empresa
  17. 17. Organização da CIPA  A CIPA será composta de representantes do empregador e dos empregados, de acordo com o dimensionamento previsto no Quadro I desta NR.  Os representantes dos empregadores, titulares e suplentes serão por eles designados.  Os representantes dos empregados, titulares e suplentes, serão eleitos em VOTO secreto, do qual participem, independentemente de filiação sindical, exclusivamente os empregados interessados.  O empregador designará entre seus representantes o Presidente da CIPA, e os representantes dos empregados escolherão entre os titulares o vice-presidente.  Será indicado, de comum acordo com os membros da CIPA, um secretário e seu substituto, entre os componentes ou não da comissão, sendo neste caso necessária a concordância do empregador.
  18. 18. Organização da CIPA Responsabilidades Contratadas e Contratantes 5.48 - A contratante e as contratadas, que atuem num mesmo estabelecimento, deverão implementar, de forma integrada, medidas de prevenção de acidentes e doenças do trabalho, decorrentes da presente NR, de forma a garantir o mesmo nível de proteção em matéria de segurança e saúde a todos os trabalhadores do estabelecimento.
  19. 19. Organização da CIPA Estabilidade 5.8 - É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa do empregado eleito para cargo de direção de CIPA, desde o registro de sua candidatura até um ano após o final de seu mandato. Art. 482 (CLT) – Demissão por justa causa é aquela que se fundamenta em motivo disciplinar, técnico, econômico ou financeiro.
  20. 20. Organização da CIPA Estabilidade E o suplente eleito tem estabilidade? SIM, segundo o Enunciado do TST nº 339 “ O suplente de CIPA goza de garantia de emprego previsto no Art.10, incisivo II, alínea “a”, Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) - CF/88.”
  21. 21. Organização da CIPA Mandato dos Eleitos 5.7 - O mandato dos membros eleitos da CIPA terá a duração de um ano, permitida uma reeleição. Exemplo: Eleito 2007, reeleito 2008, não pode se candidatar em 2009, mas pode se candidatar em 2010 e se eleito, se reeleger em 2011, e em 2012 não!
  22. 22. Módulo II Norma Regulamentadora Nº 5
  23. 23. Atribuições da CIPA  Elaborar Plano de Trabalho;  Realizar periodicamente verificação nos ambientes e condições de trabalho;  Realizar após cada reunião, a verificação do cumprimento das metas fixadas;  Divulgar aos trabalhadores informações relativas à segurança e saúde no trabalho;  Colaborar no desenvolvimento e implementação do PCMSO, PPRA bem como de outros programas de segurança e saúde desenvolvidos pela empresa;  Divulgar e promover o cumprimento das Normas Regulamentadoras, bem como cláusulas de acordos e convenções coletivas de trabalho e normas internas de segurança relativas à segurança no trabalho;
  24. 24. Atribuições da CIPA (Continuação)  Participar em conjunto com o SESMT da análise das causas das doenças e acidentes do trabalho e propor medidas de solução dos problemas identificados;  Promover, anualmente, em conjunto com o SESMT, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho - SIPAT;  Participar, anualmente, em conjunto com a empresa, de Campanhas de Prevenção à AIDS e outros programas de saúde;  Identificar os riscos do processo de trabalho, e elaborar o Mapa de riscos, com a participação do maior número de trabalhadores, com assessoria do SESMT;  Requisitar à empresa as cópias das CAT emitidas.
  25. 25. Atribuições do Presidente  Convocar os membros para as reuniões da CIPA;  Coordenar as reuniões da CIPA, encaminhando ao empregador e ao SESMT, as decisões da comissão;  Manter o empregador informado sobre os trabalhos da CIPA;  Coordenar e supervisionar as atividades de secretária;  Delegar atribuições ao Vice-Presidente.
  26. 26. Atribuições do Vice-Presidente  Executar as atribuições que lhe forem delegadas pelo Presidente;  Substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais ou nos afastamentos temporários.
  27. 27. Atribuições do Presidente e Vice-Presidente em conjunto  Cuidar para que a CIPA disponha de condições necessárias para o desenvolvimento de seus trabalhos;  Coordenar e supervisionar as atividades da CIPA, zelando para que os objetivos propostos sejam alcançados;  Delegar atribuições aos membros da CIPA;  Promover o relacionamento da CIPA com o SESMT;  Divulgar as decisões da CIPA a todos os trabalhadores da empresa;  Constituir a Comissão Eleitoral.
  28. 28. Atribuições da(o) Secretária(o)  Acompanhar as reuniões da CIPA, e redigir as atas apresentando-as para aprovação e assinatura dos membros presentes;  Preparar as correspondências;  Executar as atribuições que lhe forem expedidas.
  29. 29. Funcionamento da CIPA REUNIÕES  ORDINÁRIAS: Mensais, de acordo com o calendário preestabelecido, durante o expediente normal e em local apropriado. No final da reunião elaborar a ATA, que deve ser assinada pelos presentes, com encaminhamento de cópias para todos os membros. 5.26 – As atas ficarão no estabelecimento à disposição dos Agentes da Inspeção do Trabalho.
  30. 30. Funcionamento da CIPA REUNIÕES  EXTRAORDINÁRIAS: Podem ocorrer em qualquer período, não seguem um calendário deverão ser realizadas quando: a) houver denúncia de situação de risco grave e iminente que determine aplicação de medidas corretivas de emergência; b) ocorrer acidente do trabalho grave ou fatal; c) houver solicitação expressa de uma das representações.
  31. 31. Funcionamento da CIPA Faltas  O membro titular perderá o mandato, sendo substituído pelo suplente, quando faltar a mais de 4 reuniões ordinárias sem justificativa;  No caso de afastamento definitivo do Presidente, o empregador indicará o substituto, em 2 dias úteis, preferencialmente entre seus membros;  No caso de afastamento definitivo do Vice-Presidente, os membros titulares da representação dos empregados escolherão o substituto, entre seus titulares, em 2 dias úteis.
  32. 32. Processo Eleitoral Dias Ação Item da NR-5 60 Convocação da eleição 5.38 55 Constituição da C.E 5.39 45 Publicação e divulgação do edital 5.40-a 30 Inscrição de candidatos 5.40-b 15 Início de eleição 5.40-e 00 Término do mandato ------- 1º dia útil Posse
  33. 33. Processo Eleitoral Condições  Liberdade de inscrição para todos os empregados da empresa, com fornecimento de comprovante;  Garantia de emprego até a eleição para todos os empregados que se inscreveram;  Realizar eleição em dia normal de trabalho, respeitando os horários dos turnos;  Voto secreto;  Apurar os votos em horário normal de trabalho, com acompanhamento de representantes do empregador, empregados e comissão eleitoral.
  34. 34. Módulo III Segurança do Trabalho
  35. 35. Acidente de Trabalho AZAR? ACASO?
  36. 36. Acidente de Trabalho Conceito Legal: Decreto nº 611, de 21.07.92, que regulamenta a lei nº 8213,de 24.07.91, plano de benefícios da Previdência. O acidente de trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, ou ainda pelo exercício do trabalho dos segurados especiais, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, a perda ou redução da capacidade para o trabalho, permanente ou temporário.
  37. 37. Acidente de Trabalho Conceito Prevencionista: No aspecto prevencionista, o acidente de trabalho pode ser definido como uma ocorrência não programada, inesperada e não desejada, que interfere no processo normal de uma atividade, ocasionando perda de tempo útil e/ou lesão nos trabalhadores.
  38. 38. Acidente de Trabalho (Classificação) 1 - Acidente sem Afastamento 2 - Acidente com Afastamento 3 - Incapacidade Temporária Parcial 4 - Incapacidade Temporária Total 5 - Incapacidade Permanente Parcial 6 - Incapacidade Permanente Total
  39. 39. 1 - Acidente sem Afastamento É todo o acidente que possibilita o acidentado a voltar para sua ocupação habitual no mesmo dia, ou então no dia imediato ao do acidente, no horário regulamentar, resultando incapacidade temporária parcial.
  40. 40. 2 - Acidente com Afastamento É todo acidente que impossibilita ao acidentado voltar à sua ocupação habitual no mesmo dia, ou então no dia imediato ao do acidente, no horário regulamentar, resultando incapacidade temporária parcial.
  41. 41. 3 - Incapacidade Temporária Parcial É a perda de parte da capacidade para o trabalho por um determinado período, não afastando o acidentado do trabalho.
  42. 42. 4 - Incapacidade Temporária Total É a perda da capacidade para o trabalho por um período que varia do início da jornada do dia subsequente ao do acidente ate 360 dias após o mesmo, excetuados a morte, incapacidade permanente parcial e total.
  43. 43. 5 - Incapacidade Permanente Parcial É a redução de parte da capacidade para o trabalho, impossibilidade e execução de algumas tarefa ou exigindo maior esforço para a sua realização, decorrente da perda de qualquer membro ou parte do corpo, ou qualquer redução permanente de função orgânica.
  44. 44. 6 - Incapacidade Permanente Total É a perda total da capacidade de trabalho, em caráter permanente, exclusiva a morte.
  45. 45. Doença Ocupacional Entende-se por doença ocupacional, aquela inerente ou peculiar a determinado ramo de atividade, dispensando a comprovação de nexo causal. Exemplo: Um trabalhador que trabalhe numa cerâmica onde é utilizada a sílica, vindo a adquirir silicose, bastará comprovar que trabalhou na cerâmica, para ficar comprovada a doença ocupacional, dispensando qualquer tipo de outra prova.
  46. 46. Ato Inseguro É o modo como o indivíduo expõe consciente ou inconsciente a riscos de acidentes. É a contribuição do próprio indivíduo ou de terceiros para a ocorrência do acidente.
  47. 47. Exemplos Deixar de tomar precauções Limpar máquinas em movimento Fumar em local proibido
  48. 48. Condição Insegura É uma falha ou irregularidade do meio ambiente ou dos meios do trabalho que comprometem a segurança.
  49. 49. Exemplos  Máquinas com dispositivos de segurança defeituosos ou desprovidos deles  Piso defeituoso ou impróprio  Falta de limpeza no ambiente de trabalho  Iluminação imprópria ou inadequada  Extintor descarregado ou com carga vencida
  50. 50. Fator Pessoal de Segurança É o desajuste físico, emocional, mental, falta de conhecimento ou experiência, levando o indivíduo a praticar ato inseguro e criar condições inseguras.
  51. 51. Exemplos  Falta de Conhecimento / Experiência;  Falta de Especialização;  Desajuste Físico, Emocional e Mental. - Deficiência Visual - Deficiência Auditiva - Fadiga
  52. 52. Análise dos Acidentes de Trabalho  Visão geral do ocorrido;  Reúne dados do acidentado;  Reúne dados da empresa. Propósito  Verificação de medidas a serem tomadas.
  53. 53. Investigação dos Acidentes de Trabalho Definição De acordo com alínea “1” do item 5.16, da Portaria 3214 do MTE, compete à CIPA investigar ou participar, com o SESMT, da investigação dos acidentes. Propósito /Objetivo: Chegar à (s) causa (s) real (is) do ocorrido.
  54. 54. Conseqüência dos Acidentes para o Trabalhador Incapacitado para o Trabalho Desamparo à Família
  55. 55. Conseqüência dos Acidentes para o Trabalhador Sofrimento Físico Morte
  56. 56. Conseqüência dos Acidentes para a Empresa Atraso na entrega do produto e, como conseqüência, descontentamento do cliente Gastos com primeiros socorros e transporte do acidentado
  57. 57. Conseqüência dos Acidentes para a Empresa Tempo perdido por outros empregados que param de trabalhar para comentar o ocorrido Dano ou perda do equipamento
  58. 58. Conseqüência dos Acidentes para o País e a Sociedade Aumento de impostos Aumento do custo de vida
  59. 59. Conseqüência dos Acidentes para o País e a Sociedade Perda de um elemento produtivo Mais dependentes da coletividade
  60. 60. Comunicação dos Acidentes de Trabalho - CAT Aspecto Legal: Lei 8213/91 de 24/07/91. Definição: A empresa deverá comunicar o acidente do trabalho à Previdência Social até 1º (primeiro)dia útil seguinte ao do acidente.
  61. 61. C A T Quem recebe cópia:  Acidentado ou seus dependentes;  Sindicato de Classe;  INSS. Na falta da comunicação (podem comunicar)  O empregado ou seus dependentes;  Médico que assistiu;  Entidade Sindical;  Autoridade Publica.
  62. 62. Aspecto Prevencionista: C A T Todo e qualquer acidente com lesões e/ou danos materiais, após as providências de socorros médicos, deve ser comunicado imediatamente pelo supervisor imediato do acidentado, ao SESMT (caso exista na empresa) e a CIPA, para que seja providenciada a investigação).
  63. 63. Proteção do Trabalhador  Importância  Conscientização  Normas Internas das Empresas  Aspectos Legislativos Gerais  Sinalização  Estudo para identificação e Análise do Ambiente Análise de Riscos
  64. 64. Inspeção de Segurança É a parte do controle de riscos que consiste em efetuar vistorias nas áreas e meios de trabalho, com o objetivo de descobrir e corrigir situações que comprometam a segurança dos trabalhadores. Uma inspeção para ser bem aproveitada precisa ser planejada, e o primeiro passo é definir o que se pretende com a inspeção e como fazê-la.
  65. 65. Tipos de Inspeção  Inspeção geral: Realizada quando se quer ter uma visão panorâmica de todos os setores da empresa. Pode ser realizada no início do mandato da CIPA.  Inspeção parcial:Realizada onde já se sabe da existência de problemas, seja por queixas dos trabalhadores ou ocorrência de doenças e acidentes do trabalho. Deve ser uma inspeção mais detalhada e criteriosa.  Inspeção específica: É uma inspeção em que se procura identificar problemas ou riscos determinados. Como exemplo podemos citar o manuseio de produtos químicos, postura de trabalho, esforço físico, etc.
  66. 66. Etapas da Inspeção  Observação do ambiente e dos meios de trabalho;  Coleta de informações;  Registro de dados e elaboração do relatório;  Apresentação nas reuniões da CIPA;  Encaminhamento do relatório através do Presidente da CIPA;  Acompanhamento da implantação das medidas recomendadas.
  67. 67. Campanhas de Segurança Campanhas de segurança são eventos voltados para a educação e sensibilização dos funcionários, transmitindo conhecimentos sobre segurança e saúde no trabalho. Os eventos mais comuns e que envolvem a CIPA são:  Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho - SIPAT;  Campanha Interna de Prevenção da AIDS - CIPAS;  Antitabagismo - cabe também à CIPA, recomendar que em todos os locais de trabalhos e adotem medidas restritivas ao hábito de fumar.
  68. 68. Equipamentos de Proteção Individual - EPI’s É todo meio ou dispositivo de uso individual, destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador. Quando não for possível eliminar o risco, ou neutralizá-lo através de medidas de proteção coletiva, implanta-se o Equipamento de Proteção Individual - EPI. Como exemplo temos a proteção contra quebra de agulha, instalada nas máquinas, quando não for possível adotar tal medida, ou durante a fase de implantação, adota-se o uso de óculos de proteção.
  69. 69. Atribuições A recomendação ao empregador, quanto ao EPI adequado ao risco existente às diversas atividades será:  Do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho - SESMT;  Da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA, nas empresas desobrigadas de manter o SESMT; Nas empresas desobrigadas de manter CIPA, cabe ao empregador, mediante orientação técnica, fornecer o EPI adequado à proteção da integridade física do trabalhador.
  70. 70. Obrigações do empregador quanto ao EPI:  Adquirir o tipo adequado à atividade do empregado;  Fornecer ao empregado somente EPI aprovado pelo Ministério do Trabalho;  Treinar o trabalhador sobre o seu uso adequado;  Tornar obrigatório o seu uso;  Substituí-lo, imediatamente, quando danificado ou extraviado;  Responsabilizar-se pela sua higienização e manutenção periódica.
  71. 71. Obrigações do empregado quanto ao EPI:  Usá-lo apenas para a finalidade a que se destina;  Responsabilizar-se por sua guarda e conservação;  Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso.
  72. 72. Equipamentos de Proteção Coletivas - EPC’s São os equipamentos que neutralizam o risco na fonte, dispensando, em determinados casos, o uso dos equipamentos de proteção individual. Quando instalamos, por exemplo, o protetor contra quebra de agulha, estamos atuando sobre o ambiente de trabalho, esta medida é chamada de proteção coletiva, pois protégé o conjunto de trabalhadores.
  73. 73. PPRA A Norma Regulamentadora no 9 (NR-9) estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação, por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados, do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), visando a preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.
  74. 74. PCMSO A Norma Regulamentadora no 7 (NR-7) estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação, por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados, do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), com o objetivo de promoção e preservação da saúde do conjunto dos seus trabalhadores.
  75. 75. Riscos Ambientais São agentes presentes nos ambientes de trabalho, capazes de afetar o trabalhador a curto, médio e longo prazo, provocando acidentes com lesões imediatas e/ou doenças chamadas profissionais ou do trabalho, que se equiparam a acidentes do trabalho.
  76. 76. Riscos Ambientais Uma das atribuições da CIPA, é a de identificar e relatar os riscos existentes nos setores e processos de trabalho. Para isso é necessário que se conheça os riscos que podem existir nesses setores, solicitando medidas para que os mesmos possam ser eliminados e/ou neutralizados. Identificados esses riscos, os mesmos deverão ser transcritos no Mapa de Riscos.
  77. 77. Riscos Ambientais Classificação
  78. 78. Prioridades no Controle de Risco  Eliminar o risco;  Neutralizar / isolar o risco, através do uso de Equipamento de Proteção Coletiva;  Proteger o trabalhador através do uso de Equipamentos de Proteção Individual.
  79. 79. Mapa de Riscos O Mapa de Riscos é a representação gráfica do reconhecimento dos riscos existentes nos setores de trabalho, por meio de círculos de diferentes cores e tamanhos. O Mapa de Riscos deve ser refeito a cada gestão da CIPA.
  80. 80. Mapeamento de Riscos Objetivos  Reunir as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação;  Possibilitar, durante a sua elaboração, a troca e divulgação de informações entre os funcionários.
  81. 81. Mapeamento de Riscos Etapas de Elaboração  Conhecer o processo de trabalho no local analisado;  Identificar os riscos existentes no local analisado;  Identificar as medidas preventivas existentes e sua eficácia;  Identificar os indicadores de saúde;  Conhecer os levantamentos ambientais já realizados no local;  Elaborar o Mapa de Riscos, sobre o lay-out da empresa, indicando através de círculos, colocando em seu interior o risco levantado (cor), agente especificado e número de trabalhadores expostos.
  82. 82. Módulo IV Noções de Prevenção e Combate à Incêndios
  83. 83. Como evitar um incêndio O primeiro passo para se prevenir um incêndio, é prevenir que surja o fogo. As substâncias que tem a propriedade de pegar fogo e queimar, são chamadas de combustíveis. Existem 3 tipos de combustíveis: sólidos, líquidos e gasosos. Além dos combustíveis, para que haja fogo, também é necessário uma fonte de calor, que em alguns casos, até o calor do sol é suficiente para combustão. Todo fogo é alimentado pelo oxigênio, portanto completando o triângulo do fogo, existe o comburente. Eliminando-se qualquer um desses elementos, não haverá fogo.
  84. 84. Recomendações para se evitar o fogo  Armazenagem adequada de materiais combustíveis e inflamáveis  Cuidados com instalações elétricas  Instalação de para-raios  Manter ordem e limpeza  Cuidado com fumantes  Riscos de faíscas e fagulhas
  85. 85. Classes de Fogo  CLASSE “A”: São materiais de fácil combustão, queimam tanto na superfície como em profundidade, deixando resíduos. Ex.: madeira, papel, etc.  CLASSE “B”: São os produtos que queimam somente na superfície. Ex.: gasolina, óleos, graxas, etc.  CLASSE “C”: Ocorre em equipamentos elétricos energizados. Ex.: motores, quadros de distribuição, etc.  CLASSE “D”: Ocorre em materiais pirofóricos como magnésio, zircônio, titânio, etc.
  86. 86. Tipos de Extintores  Dióxido de Carbono, mais conhecido como CO2, usado preferencialmente nos incêndios classe “B” e “C”.  Pó Químico Sêco, usado nos incêndios classe “B” e “C”. Em materiais pirofóricos (classe “D”), será utilizado um pó químico especial.  Água Pressurizada, usado principalmente em incêndios de classe “A”. Em incêndios de classe “C”, só deve ser utilizado sob forma de neblina. Nunca utilizar este tipo de extintor em incêndios de classe “B”.
  87. 87. Inspeção de Extintores Todo extintor deverá ter uma ficha de controle de inspeção, devendo ser inspecionado no mínimo 1 vez por mês, sendo observado seu aspecto externo, os lacres, manômetros e se os bicos e válvulas de alívio não estão entupidas. Cada extintor deverá ter em seu bojo, uma etiqueta contendo data de carga, teste hidrostático e número de identificação.
  88. 88. Localização e Sinalização dos Extintores  Os extintores deverão ser instalados em locais de fácil acesso e visualização;  Os locais destinados aos extintores devem ser sinalizados por um círculo vermelho ou uma seta larga vermelha com bordas amarelas;  Embaixo do extintor, no piso, deverá ser pintada uma área de no mínimo 1m x 1m, não podendo ser obstruída de forma nenhuma;  Sua parte superior não poderá estar a mais de 1,60 m acima do piso;  Extintores não poderão estar instalados em paredes de escadas e não poderão ser encobertos por pilhas de materiais.
  89. 89. Módulo V Noções de Primeiros Socorros
  90. 90. OMISSÃO DE SOCORRO  Segundo o Código Penal Brasileiro, qualquer indivíduo, mesmo o leigo na área da saúde (pertencente a qualquer outra área de trabalho, ocupação ou estudo), tem o dever de ajudar um necessitado ou acidentado ou simplesmente chamar ajuda para estes. Do contrário, sofrerá complicações penais. "Artigo 135.  Deixar de prestar assistência, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à criança abandonada ou extraviada, ou à pessoa inválida ou ferida, ao desamparo ou em grave e iminente perigo; ou não pedir, nesses casos, o socorro da autoridade pública: Pena. Detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa. Parágrafo único. A pena é aumentada de metade, se da omissão resulta lesão corporal de natureza grave, e triplicada, se resulta a morte."
  91. 91. REGRAS BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROS  1. Mantenha a calma.  2. Tenha em mente a seguinte ordem de segurança quando você estiver prestando socorro: · PRIMEIRO EU (o socorrista) · DEPOIS MINHA EQUIPE (Incluindo os transeuntes) · E POR ÚLTIMO A VÍTIMA Isto parece ser contraditório a primeira vista, mas tem o intuito básico de não gerar novas vítimas.  3. Ao prestar socorro, é fundamental ligar ao atendimento pré-hospital de imediato ao chegar no local do acidente. Podemos por exemplo discar 3 números: 193.  4. Sempre verifique se há riscos no local, para você e sua equipe, antes de agir no acidente.  5. Mantenha sempre o bom senso.  6. Mantenha o espírito de liderança, pedindo ajuda e afastando os curiosos.  7. Distribua tarefas, assim os transeuntes que poderiam atrapalhar lhe ajudarão e se sentirão mais úteis.  8. Evite manobras intempestivas (realizadas de forma imprudente, com pressa)  9. Em caso de múltiplas vítimas dê preferência àquelas que correm maior risco de vida como, por exemplo, vítimas em parada cárdio-respiratória ou que estejam sangrando muito.  10. Seja socorrista e não herói (lembre-se do 2o mandamento).
  92. 92. SUPORTE BÁSICO DE VIDA  Na primeira abordagem pesquise o ABC da vítima  Se a vítima ventila;  Se a ventilação é eficaz;  Se os movimentos torácicos são simétricos;  Se existem lesões abertas do tórax.  Faça isto aplicando o método: VER, OUVIR e SENTIR  Atuação:  Se a vítima não ventila efetue duas insuflações, e verifique a circulação;  Se a vítima estiver com pulso e não ventilar, efetue duas insuflação.
  93. 93. SUPORTE BÁSICO DE VIDA Circulação  Na primeira abordagem pesquise :  Se a vítima tem pulso;  Se existem hemorragias ativas;  Se existe alterações da cor, umidade e temperatura da pele; Atuação:  Se não tem pulso, inicie de imediato as manobras de R.C.P.  Se tiver alguma hemorragia, proceda ao seu controlo;  Se a vítima apresentar, palidez, sudorese, hipotermia, pulso rápido efetue a elevação dos membros inferiores, aqueça a vitima;  Administrar oxigênio: Recomendações:  Se estiver a executar as manobras de R.C.P. verifique a eficácia da compressões, palpando pulso carotídeo durante a sua execução;  Controle as hemorragias utilizando umas das técnicas ou em conjunto: Compressão direta, elevação do membro, compressão indireta, garrote/torniquete - a usar somente em amputados ou esmagamentos e quando todas as outras técnicas falharem  Ao efetuar a elevação dos membros inferiores não ultrapasse os 45º para não interferir com um possível traumatismo vertebro-medular
  94. 94. TIPOS DE FERIMENTOS FRATURA  É a quebra de um osso causada por uma pancada muito forte, uma queda ou esmagamento. Há dois tipos de fraturas: as fechadas, que, apesar do choque, deixam a pele intacta, e as expostas, quando o osso fere e atravessa a pele. As fraturas expostas exigem cuidados especiais, portanto, cubra o local com um pano limpo ou gaze e procure socorro imediato.  Fratura fechada - sinais indicadores Dor ou grande sensibilidade em um osso ou articulação. Incapacidade de movimentar a parte afetada, além do adormecimento ou formigamento da região. Inchaço e pele arroxeada, acompanhado de uma deformação aparente do membro machucado.  O que não fazer Não movimente a vítima até imobilizar o local atingido. Não dê qualquer alimento ao ferido, nem mesmo água.  O que fazer Solicite assistência médica, enquanto isso, mantenha a pessoa calma e aquecida. Verifique se o ferimento não interrompeu a circulação sanguínea. Imobilize o osso ou articulação atingido com uma tala. Mantenha o local afetado em nível mais elevado que o resto do corpo e aplique compressas de gelo para diminuir o inchaço, a dor e a progressão do hematoma.  Entorse É a torção de uma articulação, com lesão dos ligamentos (estrutura que sustenta as articulações). Os cuidados são semelhantes aos da fratura fechada.
  95. 95. TIPOS DE FERIMENTOS CHOQUE ELÉTRICO  resista ao impulso de correr até seu colega  avalie a segurança do local  desligue a corrente elétrica  se houver parada cardio-respiratória, posicione horizontalmente a vítima e inicie a massagem cardíaca e respiração artificial  proteja as queimaduras com curativo limpo
  96. 96. TIPOS DE FERIMENTOS QUEIMADURAS São divididas em três categorias: 1º GRAU: lesão superficial, vermelhidão, dor local 2º GRAU: lesão mais profunda, formação de bolhas, desprendimento da pele 3º GRAU: lesão de todas as camadas da pele, comprometimento de tecidos profundos até o osso
  97. 97. TIPOS DE FERIMENTOS HEMORRAGIAS
  98. 98. MATERIAL NECESSÁRIO PARA KIT DE PRIMEIROS SOCORROS Ataduras de diversos tipos; Fita adesiva; Esparadrapo; Pacote de gelo químico; Bolas de algodão; Luvas de Látex; Ataduras Plásticas; Máscara facial com válvula de não retorno; Lanterna Pequena e pilhas reservas; Gazes de diversos tamanhos e formas; Compressa Plástica e tesoura
  99. 99. Módulo VI Noções Sobre AIDS
  100. 100. O que é SINDROME? Um conjunto de sintomas e condições que não são suficientemente específicos, para ser denominada enfermidade (doença). Uma doença cuja causa se desconhece. Uma doença de causas múltiplas e manifestações variadas.
  101. 101. O que é IMUNODEFICIÊNCIA? Nosso organismo conta com um sistema de defesa (Sistema Imunológico) capacitado para combater germes e micróbios que causam doenças. É um estado de depressão imunológica que impede o organismo de manter-se livre da doença.
  102. 102. Adquirida - O que é? Dizemos que a Imunodeficiência é ADQUIRIDA” quando não é congênita (ou seja de nascimento), nem devida a um desenvolvimento defeituoso do indivíduo. No caso da AIDS (ou SIDA) se produz pela presença de um vírus.
  103. 103. COMO SE TRANSMITE  Contato Sexual (homossexuais e heterossexuais).  Uso de agulhas e acessórios contaminados (drogas injetáveis).  Transfusão sangüínea ou hemoderivados.  Mãe contaminada >> feto, recém-nascido, durante a gestação, parto e aleitamento.
  104. 104. COMO NÃO SE TRANSMITE  Em reuniões com amigos  Cumprimentando  Em ônibus  Em bebedouros  Em sanitários  Em chuveiros  Em salas de aulas  Em piscinas
  105. 105. COMO NÃO SE TRANSMITE  Visitando hospitais  Em utensílios domésticos  Em provadores de roupas  Doando sangue  Em telefones públicos  O risco de transmissão da AIDS pelo convívio no trabalho, na escola, no lar é INEXISTENTE!
  106. 106. É possível prevenir a aids?  Sim, seguindo alguns conselhos:  Reduzir o número de parceiros sexuais  Não usar drogas injetáveis  Usar preservativos  Para transfusão exigir sangue testado
  107. 107. É possível prevenir a aids? Se precauções forem tomadas estas situações não transmitem AIDS:  Consultas ao dentista  Acupuntura  Tatuagem, percing  Furar as Orelhas OBS.: Todo instrumento pérfuro-cortante deve ser esterilizado a cada utilização.
  108. 108. BOA SORTE

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