SIAB
2010
Sistema de Informação da
Atenção Básica
Sistema Único de Saúde
 Brasil, antes de 1988: a saúde não era considerada como um direito social.
 O modelo de saúde, a...
 Nova concepção, visando à consolidação desse novo
paradigma de promoção e educação em saúde, que
nasceram no Brasil dois...
• Criado em 1998.
• Instrumento de
monitoramento das
ações da Estratégia
Saúde da Família.
Diretriz Operacional do SIAB
• Qualificar os dados do Sistema da Atenção
Básica.
• Organizar o acompanhamento por meio dos...
Institucionalização da Avaliação na AB
• Incorporação da avaliação à rotina dos gestores e serviços
de saúde
• Desenvolvim...
Aux. Enf.
ACS Enfermeiro Médico Outros prof.
Ficha A
Ficha B - todas
Ficha C
Ficha D
REUNIÃO EQUIPE
SSA2 mensal / PMA2 / F...
Como utilizar dados do SIAB
no dia a dia?
Conhecer
Avaliar
Acompanhar
Traçar estratégias
Metas
Planejamento
Orientação
Socieconômica
Adoecimento Morte
Avaliar os se...
Relatório SIAB
INDICADORES DE CONDIÇÕES DE VIDA
DEMOGRÁFICOS
• Estrutura populacional por sexo e
idade.
• Número médio de pessoas por
fam...
SÓCIO-CULTURAIS:
• Proporção de famílias com
participação em grupos
comunitários.
AMBIENTAIS:
• Proporção de famílias com
...
O que fazer?
• Planejar estratégias.
Planilha de Avaliação da Intervenção
Problema Indicador
Utilzado
Diagnóstico
situacional
(onde
estamos?)
Objetivo
(onde
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Acompanhamento processo trabalho
• Todos, principalmente do ACS.
• Cadastramento, acompanhamento e produção
ACS.
Se o núm...
Domicílio
• A separação fica caracterizada quando o local de moradia é
limitado por paredes (muros ou cercas, entre outros...
Família
• Conjunto de pessoas ligadas por laços de
parentesco, dependência doméstica ou
normas de convivência que residem ...
Ficha A – Cadastro da Família
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Céu aberto
Céu abertoQueimado /
Enterrado
FossaColetado
Sistema de esgoto (rede
geral)
DESTINO DO LIXO
DESTINO DE FEZES E
...
Outros - Especificar:
Carroça
CarroOutros - Especificar:
CaminhãoTelevisão
ÔnibusRádio
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FICHA B-GES - Acompanhamento de gestantes
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FICHA B-HA - Acompanhamento de hipertensos
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FICHA B-HAN/Acompanhamento de hanseníase
Comunicantes que
receberão BCG
Comunicantes
examinados
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FICHA D- Registro de atividades, procedimentos e notificações
MÊS
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Ficha D - Continuação
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Internação Domiciliar 1
2Urgência/Emergência
1Internação HospitalarEncaminha...
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Internação Domiciliar 1
2Urgência/Emergência
1Internação HospitalarEncaminhamentos
médicos
3Atend....
Citologia Oncótica NIC III/Carcinoma in situ
Hanseníase incapacidade II e III
Meningite Tuberculosa em < 5
Fratura de colo...
RELATÓRIO SSA2 - Situação de saúde e acompanhamento da família
ÁREA/EQUIPE :
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UNIDADE:
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Continuação - RELATÓRIO SSA2
2< 20 anos cadastradas
13Com pré-natal iniciado no 1°TriT.
19Fez consulta de pré-natal no mês...
RELATÓRIO PMA2 - Situação de saúde e acompanhamento das famílias
RELATÓRIO DE PRODUÇÃO E DE MARCADORES PARA AVALIAÇÃO
ANO
...
Continuação - Relatório PMA2
Reuniões
Procedimentos Coletivos I (PC I)
Atend. Grupo - Educação em Saúde
Sutura
Terapia da ...
Referências
http://dab.saude.gov.br/portaldab/siab.php
http://www2.datasus.gov.br/SIAB/index.php?area=01
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  • Com a redemocratização do país e a promulgação da Constituição de 1988, tornou-se lei a prestação de serviços de saúde pelo Estado com equidade, universalidade e integralidade na atenção à saúde, direitos estes consolidados pela Lei Orgânica da Saúde 8.080 em todo o território nacional (BITTAR,2009).
  • 1987 inicia-se a implantação no Ceará, experiência piloto financiado pelo Programa de Emergência para o Combate aos Efeitos da Seca, 1988 é implantado definitivamente, 1991 - Ministério da Saúde - cria o Programa dos Agentes Comunitários da Saúde – PACS
  • Siab epidemiologia

    1. 1. SIAB 2010 Sistema de Informação da Atenção Básica
    2. 2. Sistema Único de Saúde  Brasil, antes de 1988: a saúde não era considerada como um direito social.  O modelo de saúde, adotado até então, dividia os brasileiros em três categorias:  os que podiam pagar por serviços de saúde privados;  os que tinham direito à saúde por serem segurados pela previdência (trabalhadores com carteira assinada);  e os que não possuíam direito algum.  1986 - I Conferência Mundial de Promoção à Saúde Definiu a visão e o conceito de promoção de saúde  1986 - VIII Conferência Nacional de Saúde Nova proposta de estrutura e de Política Nacional de Saúde  1988 - Constituição Federal – instituída a Política Pública de Saúde no Brasil.  1990 - Lei 8080/90 - lançaram as bases para a criação do Sistema Único de Saúde (SUS)
    3. 3.  Nova concepção, visando à consolidação desse novo paradigma de promoção e educação em saúde, que nasceram no Brasil dois programas voltados para a atenção básica em saúde:  Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS, 1991)  Programa Saúde da Família (PSF, 1994)  Ambos utilizando a Unidade Básica de Saúde (UBS) como lócus de atuação.  Objetivo levar mais equidade em saúde às regiões assistidas, minimizando a desigualdade em saúde, trabalhando políticas de educação e promoção da saúde em níveis locais. SUS
    4. 4. • Criado em 1998. • Instrumento de monitoramento das ações da Estratégia Saúde da Família.
    5. 5. Diretriz Operacional do SIAB • Qualificar os dados do Sistema da Atenção Básica. • Organizar o acompanhamento por meio dos envios dos relatórios pelas equipes de saúde. • Avaliar sistematicamente as atividades realizadas pela equipe de saúde.
    6. 6. Institucionalização da Avaliação na AB • Incorporação da avaliação à rotina dos gestores e serviços de saúde • Desenvolvimento de capacidade técnica para adotar as ações de monitoramento e avaliação como elementos essenciais da gestão em saúde • São essenciais para orientação dos processos: Implantação Consolidação Reformulação das práticas de saúde Na medida que permitem monitorar a situação de saúde da população, o trabalho em saúde e os resultados das ações.
    7. 7. Aux. Enf. ACS Enfermeiro Médico Outros prof. Ficha A Ficha B - todas Ficha C Ficha D REUNIÃO EQUIPE SSA2 mensal / PMA2 / Ficha A (modificação) SSA2 diária Ficha D FichaD FichaD FichaD SEMUS - SIAB Digitação, processo e emite Relatório MSSESA
    8. 8. Como utilizar dados do SIAB no dia a dia?
    9. 9. Conhecer Avaliar Acompanhar Traçar estratégias Metas Planejamento Orientação Socieconômica Adoecimento Morte Avaliar os serviços e ações de saúde
    10. 10. Relatório SIAB
    11. 11. INDICADORES DE CONDIÇÕES DE VIDA DEMOGRÁFICOS • Estrutura populacional por sexo e idade. • Número médio de pessoas por família. SOCIOECONÔMICOS: • Proporção de pessoas de 15 anos ou mais alfabetizadas. • Proporção de crianças de 7-14 anos inseridas na escola. • Proporção de pessoas de 15 anos ou mais desempregadas. • Proporção de menores de 14 anos que trabalham. • Proporção de pessoas com cobertura de Plano de Saúde Fonte: Ministério da Saúde – Roteiros para reflexão e ação, 2004
    12. 12. SÓCIO-CULTURAIS: • Proporção de famílias com participação em grupos comunitários. AMBIENTAIS: • Proporção de famílias com casas de tijolo/adobe. • Proporção de famílias com casas de material aproveitado. • Proporção de famílias com casas com piso de chão/barro. • Proporção de famílias com lixo a céu aberto. • Proporção de famílias sem acesso à rede geral de abastecimento de água. • Proporção de famílias com fezes e urina a céu aberto INDICADORES DE CONDIÇÕES DE VIDA
    13. 13. O que fazer? • Planejar estratégias.
    14. 14. Planilha de Avaliação da Intervenção Problema Indicador Utilzado Diagnóstico situacional (onde estamos?) Objetivo (onde vamos?) Meta Alcançada Não- alcançada Objetivo Atividade População Recursos Responsá veis Meta e Prazo Parcerias Planilha de Planejamento de Atividades
    15. 15. Acompanhamento processo trabalho • Todos, principalmente do ACS. • Cadastramento, acompanhamento e produção ACS. Se o número de famílias no mês atual estiver maior que o informado anteriormente – novas famílias – enviar Ficha A para digitação. Se o número de famílias no mês atual estiver menor que o informado anteriormente – exclusão famílias - enviar ficha A para digitação.
    16. 16. Domicílio • A separação fica caracterizada quando o local de moradia é limitado por paredes (muros ou cercas, entre outros) e coberto por um teto que permita que seus moradores se isolem. • Residentes arcam com parte ou todas as suas despesas de alimentação ou moradia. • Considera-se independente o local de moradia que tem acesso direto e que permite a entrada e a saída de seus moradores sem a passagem por local de moradia de outras pessoas. • Também são considerados domicílios: prédio em construção, embarcação, carroça, vagão, tenda, gruta e outros locais que estejam servindo de moradia para a família.
    17. 17. Família • Conjunto de pessoas ligadas por laços de parentesco, dependência doméstica ou normas de convivência que residem na mesma unidade domiciliar. • Inclui empregado (a) doméstico (a) que reside no domicílio, pensionistas e agregados.
    18. 18. Ficha A – Cadastro da Família DATA |__|__|-|__|__|-|__|__| FAMÍLIA |__|__|__| MICROÁREA |__|__| ÁREA |__|__|__| SEGMENTO |__|__| MUNICÍPIO |__|__|__|__|__|__|__| CEP |__|__|__|__|__| - |__|__|__| BAIRRONÚMERO |__|__|__|__| ENDEREÇO UF |__|__|SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE ATENÇÃO BÁSICA FICHA A nãosim DOENÇA OU CONDIÇÃO REFERIDA (sigla) OCUPAÇÃOALFABETIZADOSEXOIDADEDATA NASC.PESSOAS COM 15 ANOS E MAIS NOME CADASTRO DA FAMÍLIA Saber ler e escrever no mínimo bilhete ACS não deve solicitar comprov ação do diagnóst ico. TB / HAN , Malária e Esquistoss omose, não registrar aqueles que foram tratados e alcançara m cura.
    19. 19. (sigla)nãosim DOENÇA OU CONDIÇÃO REFERIDA OCUPAÇÃ O FREQÜENTA A ESCOLA SEX O IDAD E DATA NASC. PESSOAS DE 0 A 14 ANOS NOME FICHA A TB - TuberculoseDIA - Diabetes HA - Hipertensão ArterialDEF - Deficiência MAL - MaláriaGES - GestaçãoCHA - Chagas HAN - HanseníaseEPI - EpilepsiaALC - Alcoolismo Siglas para a indicação das doenças e/ou condições referidas Ficha A - Continuação FRA – Fraturas QUE - Quedas Freqüenta a escola: Pessoa matriculad a e freqüentan do regularme nte a escola.
    20. 20. Céu aberto Céu abertoQueimado / Enterrado FossaColetado Sistema de esgoto (rede geral) DESTINO DO LIXO DESTINO DE FEZES E URINA Energia elétrica OutrosNúmero de cômodos / peças Poço ou nascente Rede públicaOutro - Especificar: ABASTECIMENTO DE ÁGUA Material aproveitado Sem tratamentoMadeira CloraçãoTaipa não revestida FervuraTaipa revestida FiltraçãoTijolo/Adobe TRATAMENTO DA ÁGUA NO DOMICÍLIO TIPO DE CASA SITUAÇÃO DA MORADIA E SANEAMENTO Ficha A - Continuação adobe = bloco semelhante ao tijolo, preparado com argila crua, secada ao sol. •taipa revestida - parede de taipa com o interior do domicílio completamente revestido por reboco ou emboço (primeira camada de argamassa). •taipa não revestida - parede de taipa sem revestimento. •cômodos - “todos os compartimentos integrantes do domicílio, inclusive banheiro e cozinha, separados por paredes, e os existentes na parte externa do prédio, desde que constituam parte integrante do domicílio, com exceção de corredores, varandas abertas e outros compartimentos utilizados para fins não residenciais como garagens, depósitos.
    21. 21. Outros - Especificar: Carroça CarroOutros - Especificar: CaminhãoTelevisão ÔnibusRádio MEIOS DE TRANSPORTE QUE MAIS UTILIZA MEIOS DE COMUNICAÇÃO QUE MAIS UTILIZA Outros - Especificar: Outros - Especificar:Farmácia AssociaçõesBenzedeira Grupo religiosoUnidade de Saúde CooperativaHospital PARTICIPA DE GRUPOS COMUNITÁRIOS EM CASO DE DOENÇA PROCURA Nome do Plano de Saúde |__| __| __| __| __| __| __| __| __| __| __| __| __| __| __| __| __| __| __| Número de pessoas cobertas por Plano de Saúde Alguém da família possui Plano de Saúde? OUTRAS INFORMAÇÕES Ficha A - Continuação
    22. 22. FICHA B-GES - Acompanhamento de gestantes NOME DO ACS:MICROÁREA |__|__| ÁREA |__|__|__| UNIDADE |__|__|__|__| __|__|__| SEGMENTO |__|__| MUNICÍPIO |__|__|__|__|__|__|__| ANO |__|__|__|__|SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE ATENÇÃO BÁSICA FICHA B - GES ACOMPANHAMENTO DE GESTANTES Data da consulta de puerpério Resultado da gestação atualFatores de risco Data da consulta de pré-natal Mês de gestação Estado Nutricional : D - Desnutrida N -Nutrida Mês de gestaçãoData da Vacina Data provável do parto Data da última regraIdentificação da gestante Pressão Alta Diabetes Edema SangramentoData da visita do ACSOBS: Menos de 20 anosEndereço: 36 anos e mais Natimorto/Aborto 6 ou mais gestaçõesNome: 21ABNMNV987654321987654321R321 Família: --- Peso antes: --- VDRL:---------- * DATA * S-sim N-não 20semanascompletasou+oupeso>500gr. Até20semanasou<500gr. 1ºmês 2ºmês
    23. 23. FICHA B-HA - Acompanhamento de hipertensos NOME DO ACS:MICROÁREA |__|__| ÁREA |__|__|__| UNIDADE |__|__|__|__| __|__|__| SEGMENTO |__|__| MUNICÍPIO |__|__|__|__|__|__|__| ANO |__|__|__|__|SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE ATENÇÃO BÁSICA FICHA B - HA ACOMPANHAMENTO DE HIPERTENSOS data da última Cons. Pressão ArterialEndereço: faz exercícios físicos toma a medicação faz dieta data da visita do ACSNome: DezNovOutSetAgoJulJunMaiAbrMarFevJannãosim ObservaçõesMesesFumanteIdadeSexoIdentificação
    24. 24. FICHA B-DIA - Acompanhamento de diabéticos NOME DO ACS:MICROÁREA |__|__| ÁREA |__|__|__| UNIDADE |__|__|__|__| __|__|__| SEGMENTO |__|__| MUNICÍPIO |__|__|__|__|__|__|__| ANO |__|__|__|__|SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE ATENÇÃO BÁSICA FICHA B - DIA ACOMPANHAMENTO DE DIABÉTICOS data da última consulta toma hipoglicemiante oral usa insulinaEndereço: faz exercícios físicos faz dieta data da visita do ACSNome: data da última consulta toma hipoglicemiante oral usa insulinaEndereço: faz exercícios físicos faz dieta data da visita do ACSNome: ObservaçõesDezNovOutSetAgoJulJunMaiAbrMarFevJan MesesIdadeSexoIdentificação
    25. 25. FICHA B-TB/Acompanhamento de tuberculose NOME DO ACS:MICROÁREA |__|__| ÁREA |__|__|__| UNIDADE |__|__|__|__| __|__|__| SEGMENTO |__|__| MUNICÍPIO |__|__|__|__|__|__|__| ANO |__|__|__|__|SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE ATENÇÃO BÁSICA FICHA B - TB ACOMPANHAMENTO DE TUBERCULOSE < 5 anos com BCG Comunicantes examinados Exame de escarro Data da última consultaEndereço Reações indesejáveis Comunicantes < 5 anos Toma medicação diária Nº de Comunicantes Data da visita do ACS Nome DezNovOutSetAgoJulJunMaiAbrMarFevJan Outras InformaçõesMesesIdadeSexoIdentificação •desconforto gástrico, náuseas, vômitos, icterícia, alterações visuais, alterações auditivas, asma, urticária, sangramentos, • dores articulares, perda de equilíbrio e outros efeitos indesejáveis identificados, relacionados ao uso da medicação. •S – realizou exame no mês de referência •N – se não realizou número de comunicantes examinados até o mês de referência total de comunicantes residentes no domicílio
    26. 26. FICHA B-HAN/Acompanhamento de hanseníase Comunicantes que receberão BCG Comunicantes examinados Data da última consulta Faz auto-cuidadosEndereço Data da última dose supervisionada Toma medicação diária Nº de Comunicantes Data da visita do ACS Nome DezNovOutSetAgoJulJunMaiAbrMarFevJan Outras InformaçõesMesesIdadeSexoIdentificação ACOMPANHAMENTO DE PESSOAS COM HANSENÍASE NOME DO ACS:MICROÁREA |__|__| ÁREA |__|__|__| UNIDADE |__|__|__|__| __|__|__| SEGMENTO |__|__| MUNICÍPIO |__|__|__|__|__|__|__| ANO |__|__|__|__|SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE ATENÇÃO BÁSICA FICHA B - HAN o número total de comunicantes que receberam a 2ª dose de vacina BCG (com comprovante) nos meses anteriores e no mês de referência.
    27. 27. FICHA D- Registro de atividades, procedimentos e notificações MÊS | 0 | 1 | PROFISSIONAL |_7 |_7_| - |_0_|_1_| MICROÁREA |_0|_1| ÁREA |_0|_0|_1| UNIDADE |_0|_3|_5|_5|_6|_6|_6| SEGMENTO | 0 | 1 | MUNICÍPIO | | 3 | 5 | 7 | 8 | 9 | 4 | ANO | 1| 9 | 9 | 7|SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE ATENÇÃO BÁSICA FICHA D REGISTRO DE ATIVIDADES, PROCEDIMENTOS E NOTIFICAÇÕES Total geral de consultas residentes na área de abrangência da equipe 32 28Total 460 e mais 550 - 59 440 - 49 620 - 39 315 - 19 110 - 14 25 - 9 11 - 4 2< 1C O N S . M E D I C A 4Residentess fora da área de abrangência Total...14111009080704030201  DIAS  Residentes fora da área de abrangência - total de consultas médicas fora da área de abrangência de Equipe (PSF). • Todos profissionais • Registro diário total de consultas médicas de pessoas residentes em áreas fora da abrangência da Equipe (PSF), sem discriminação de idade
    28. 28. Ficha D - Continuação                         Internação Domiciliar 1 2Urgência/Emergência 1Internação HospitalarEncaminhamentos médicos 3Atend. Especializado 3Outros -Ultra-sonografia obstétrica 8Citopatológico-cérvico vaginal 1Radiodiagnóstico Solicitação médica de exames complementares 3Patologia clinica 2Tuberculose 3Hanseníase 9Hipertensão Arterial 3DST/AIDS 2Diabetes 8Prevenção do Câncer Cervico-Uterino Tipo de atendimento de Médico e de Enfermeiro 11Pré-natal 9Puericultura MÉDICO ENFERMEIRO Prevenção de Câncer Cérvico-uterino : coleta de Papanicolaou resultado de exames atividades com a temática
    29. 29.                         Internação Domiciliar 1 2Urgência/Emergência 1Internação HospitalarEncaminhamentos médicos 3Atend. Especializado 3Outros -Ultra-sonografia obstétrica 8Citopatológico-cérvico vaginal 1Radiodiagnóstico Solicitação médica de exames complementares 3Patologia clinica 2Tuberculose 3Hanseníase 9Hipertensão Arterial 3DST/AIDS 2Diabetes 8Prevenção do Câncer Cervico-Uterino Tipo de atendimento de Médico e de Enfermeiro 11Pré-natal 9Puericultura Solicitação Médica de Exames Complementares: Incluir os casos de encaminhamento para realização de exames complementares na própria unidade de saúde. Internação Domiciliar - registrar o número de indivíduos que iniciaram internamento domiciliar no dia de referência. Não confundir o número de internações domiciliares com o número de dias que o paciente permanece sob internação domiciliar.
    30. 30. Citologia Oncótica NIC III/Carcinoma in situ Hanseníase incapacidade II e III Meningite Tuberculosa em < 5 Fratura de colo de fêmur em >50 Doença Hemolítica Perinatal E N F DHEG (forma grave) Infarto Agudo do Miocárdio Acidente Vascular Cerebral Valvulopatias reumática em pessoas de 5a 14anos < 5 anos que tiveram pneumonia M E D 8< 2anos que tiveram Infecção Respiratória Aguda 10< 2 anos que tiveram diarréia e usaram TRO 12< 2 anos que tiveram diarréia A C S N O T I F I C A Ç Õ E S Hospital Pinel Santa Casa de Alta Vista Santa Casa de Alta Vista Alcoolismo Traumatismo Crânio-Encefálico Acidente Vascular Cerebral 36 21 68 F M M Rua Martins Fontes, 49 Fone: 574-2749 Rua das Palmeiras, 77 Rua Projetada, s/n Marta P. de Alencar Tales Machiori Pedro Padilha 20/09 14/10 21/10 NOME DO HOSPITALCAUSAIDADESEXOENDEREÇONOMEDATA HOSPITALIZAÇÕES Ficha D - Continuação
    31. 31. RELATÓRIO SSA2 - Situação de saúde e acompanhamento da família ÁREA/EQUIPE : |_0_|_0_|_1| UNIDADE: | 0 |3 | 5 | 5 | 6 | 6 | 6 | SEGMENTO: |_0_|_1_| MUNICÍPIO (código): |__|__|_1|_4|_2|_0|_6| MUNICÍPIO (nome) : SÃO JOSÉ DA LAGOA TAPADA ANO: |_1|_9|9|_7| MÊS: | 0|_3| SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE ATENÇÃO BÁSICA Relatório SSA2 9Que tiveram infecção respiratória aguda 6Que tiveram diarréia e usaram TRO 7Que tiveram diarréia 70Menores de 2 anos 2Desnutridas 20Pesadas 25Com as vacinas em diaS 38De 12 a 23 meses e 29 diasA 3DesnutridasÇ 22PesadasN 25Com as vacinas em diaA 32De 0 a 11 meses e 29 diasI 5Aleitamento mistoR 7Aleitamento exclusivoC 16De 0 a 3 meses e 29 dias 1RN pesados ao nascer, com peso < 2500g 4RN pesados ao nascer 5Nascidos vivos no mês TOTAL10987654321MICROÁREA ⇒ 1 2 3 4 5
    32. 32. Continuação - RELATÓRIO SSA2 2< 20 anos cadastradas 13Com pré-natal iniciado no 1°TriT. 19Fez consulta de pré-natal no mêsS 18Com vacina em diaE 26AcompanhadasG 28Cadastradas 8acompanhadasHanseníase 8cadastradasPessoas com 10acompanhadasTuberculose 10cadastradasPessoas com 40acompanhados 43cadastradosHipertensos 18acompanhados 20cadastradosDiabéticos Total cadastrada 1 visita/mês Somente as acompanhadas Total cadastrada Conta 1 vez Conta 1 vez Conta 1 vez Conta 1 vez
    33. 33. RELATÓRIO PMA2 - Situação de saúde e acompanhamento das famílias RELATÓRIO DE PRODUÇÃO E DE MARCADORES PARA AVALIAÇÃO ANO |__|__|__|__| MÊS |__|__| ÁREA |__|__|__| UNIDADE |__|__|__|__| __|__|__| SEGMENTO |__|__| MUNICÍPIO |__|__|__|__|__|__|__| SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE ATENÇÃO BÁSICA Relatório PMA2 Total geral de consultas Total 60 e mais 50 - 59 40 - 49 20 - 39 15 - 19 10 - 14 5 - 9 residentes na área de abrangência da equipe 1 - 4 < 1 residentes fora da área de abrangência C O N S M É D I C A ATIVIDADES/ PRODUÇÃO Outros Ultrassonografia obstétrica Citopalógico cérvico-vaginal Radiodiagnóstico Patologia Clínica Solicitação médica de exames complementa res Tuberculose Hanseníase Hipertensão Arterial Diabetes DST/AIDS Prevenção do Câncer Cérvico-UterinoTipo de Atendimento de Médico e de Enfermeiro Pré-Natal Puericultura
    34. 34. Continuação - Relatório PMA2 Reuniões Procedimentos Coletivos I (PC I) Atend. Grupo - Educação em Saúde Sutura Terapia da Reidratação Oral Retirada de pontos Injeções Inalações Curativos Atend. individual outros prof. nível superior Atend. individual Enfermeiro Visita de Inspeção Sanitária Atendimento específico para AT P R O C E D I M E N T O S Internação Domiciliar Urgência/Emergência Internação Hospitalar Atend. EspecializadoEncaminhamentos médicos Óbitos de adolescentes (10-19) por violência Óbitos de mulheres de 10 a 49 anos Óbitos em < 1 ano por infecção respiratória Óbitos em < 1 ano por diarréia Óbitos em < 1 ano por todas as causas Internações em Hospital Psiquiátrico Hospitalizações por qualquer causa Hospitalizações por complicações do Diabetes Hospitalizações por abuso de álcool Hospitalizações em < 5 anos por desidratação Hospitalizações em < 5 anos por pneumonia Gravidez em < 20 anos RN com peso < 2500g Citologia Oncótica NIC III (carcinoma in situ) Hanseníase com grau de incapacidade II e III Meningite tuberculosa em menores de 5 anos Fraturas de colo de fêmur em > 50 anos Doença Hemolítica Perinatal DHEG (forma grave) Infarto Agudo do Miocárdio Acidente Vascular Cerebral Valvulopatias reumáticas em pessoas de 5 a 14 anos MARCADORES Total ACS Profissionais de nível médio Outros profissionais de nível superior Enfermeiro Médico VISITAS DOMICILIARES ACS
    35. 35. Referências http://dab.saude.gov.br/portaldab/siab.php http://www2.datasus.gov.br/SIAB/index.php?area=01
    36. 36. Obrigado!

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