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NÚMEROS INDÍGENAS  <ul><li>NO BRASIL  </li></ul><ul><li>Existem e resistem 222 povos e 180 línguas </li></ul><ul><li>NA BA...
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GERAL  Evidenciar memórias, histórias, tradições, mitos, crenças, costumes, e valores dos povos, construindo a visão de ci...
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METODOLOGIA <ul><li>Nas comunidades indígenas, fazer levantamento dos mitos, músicas, artesanatos, culinária, medicina, pi...
RESULTADOS ESPERADOS <ul><li>Ampla divulgação dos saberes sobre os povos indígenas da Bahia e do Brasil; </li></ul><ul><li...
<ul><li>Tempo previsto para conclusão </li></ul><ul><li>novembro de 2010.  </li></ul>
Critérios de avaliação :  <ul><li>Capacidade de elaborar variados gêneros textuais e fazer revisão ortográfica; </li></ul>...
Forma de socialização das produções <ul><li>Site, jornais, divulgação dos resultados das pesquisas nas unidades escolares ...
PESQUISA <ul><li>BIBLIOGRÁFICA   </li></ul><ul><li>AZANHA, G. VALADÃO, V. M. Senhores dessas terras –  Os povos indígenas ...
DOCUMENTAL BRASIL. Lei n. 9394, de 20 de dezembro de 1996.  Estabelece Diretrizes e Bases para a Educação Nacional . Diári...
ELETRÔNICA <ul><li>Retratos da Saga indígena Fulni-ô e Kariri Xocó no Nordeste Brasileiro  – Vídeo assistido na disciplina...
SABERES INDÍGENAS <ul><li>“ Queremos uma escola em que o índio seja doutor sem deixar de ser índio” </li></ul><ul><li>Caci...
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  1. 1. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO EPROINFO: AMBIENTE COLABORATIVO DE APRENDIZAGEM UESB – FORMAÇÃO CONTINUADA MÍDIAS NA EDUCAÇÃO Professora: Suzana Amorim Orientanda: Valuza Maria Saraiva Saberes Indígenas
  2. 2. A SER DESENVOLVIDO Magistério Indígena (3º. ano do Ensino Médio) urma composta somente com Professores Indígenas que atuam nas suas respectivas aldeias, representantes da etnias Pataxó Hã Hã Hãe e Tupinambá
  3. 3. <ul><li>A Temática Indígena nas Escolas; </li></ul><ul><li>O Imaginário dos não índios sobre os povos indígenas; </li></ul><ul><li>Representações sociais dos povos indígenas no mundo dos profissionais da educação; </li></ul>TEMAS A ABORDAR
  4. 4. NÚMEROS INDÍGENAS <ul><li>NO BRASIL </li></ul><ul><li>Existem e resistem 222 povos e 180 línguas </li></ul><ul><li>NA BAHIA </li></ul><ul><li>14 e são: </li></ul><ul><li>Funiô e Kariri Xocó, Kaimbé, Kantaruré, Kiriri, Kiriri Barra, Pankararé, Pankaru, Pataxó, Pataxó Hã Hã Hãe, Tapuia, Tupinambá, Tuxá, Tumbalalá e Xucuru Kariri </li></ul>
  5. 5. Números Indígenas na Educação da Bahia 57 escolas (7 são estaduais e 50 são municipais) 308 professores 190 classes, 6.127 o total de estudantes.
  6. 6. <ul><li>Desconhecimento, por parte dos profissionais da educação, das variantes que determinam as etnias; </li></ul><ul><li>Pouca noção ou desconhecimento das etnias que existiram e existem na atualidade nesse Estado por parte dos vários segmentos educacionais; </li></ul><ul><li>Inexistência de formação continuada para professores que refaçam o jeito de ver as nossas heranças indígenas; </li></ul><ul><li>Profissionais atuando em várias áreas sem o devido conhecimento sobre os indígenas do nosso Estado, podendo perpetuar preconceitos que podem se expressar de variadas formas, dentre outros. </li></ul>Dificuldades das escolas dos “Brancos”
  7. 7. GERAL Evidenciar memórias, histórias, tradições, mitos, crenças, costumes, e valores dos povos, construindo a visão de cientificidade presente na vida indígena. OBJETIVOS
  8. 8. <ul><li>Reconhecer como professores de história e outras disciplinas percebem ou trabalham conteúdos sobre os povos indígenas. </li></ul><ul><li>Fazer levantamento dos aspectos do imaginário que fazem parte das práticas de sala de aula dos não índios quanto aos povos indígenas que o Brasil e a Bahia abrigam. </li></ul><ul><li>Assegurar o levantamento das memórias e histórias indígenas, sua análise e divulgação. </li></ul>OBJETIVOS ESPECÍFICOS
  9. 9. METODOLOGIA <ul><li>Nas comunidades indígenas, fazer levantamento dos mitos, músicas, artesanatos, culinária, medicina, pinturas, curiosidades e dados dos territórios de identidade - utilizando filmadora, máquina fotográfica e equipamentos em geral; </li></ul><ul><li>Fazer levantamento bibliográfico, documental e eletrônico de conteúdos sobre os povos da Bahia e do Brasil </li></ul><ul><li>Levantar as principais categorias de análise quanto a compreensão dos povos indígenas pelos não índios e aplicar questionários com professores de escolas da rede pública. Analisar resultados. </li></ul><ul><li>PRODUÇÃO E DIVULGAÇÃO DO PESQUISADO NO SITE E EM VARIADOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO; </li></ul>
  10. 10. RESULTADOS ESPERADOS <ul><li>Ampla divulgação dos saberes sobre os povos indígenas da Bahia e do Brasil; </li></ul><ul><li>Professores mais conscientes do seu papel político –social junto às comunidades indígenas; </li></ul><ul><li>Maior conhecimento para melhor reconhecimento da cientificidade dos povos indígenas; </li></ul><ul><li>Povos indígenas Tupinambá e Pataxó Hã Hã Hãe com profissionais da educação mais capazes de utilizar mídias para favorecer seu povo; </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Tempo previsto para conclusão </li></ul><ul><li>novembro de 2010. </li></ul>
  12. 12. Critérios de avaliação : <ul><li>Capacidade de elaborar variados gêneros textuais e fazer revisão ortográfica; </li></ul><ul><li>Aprofundamento da pesquisa: bibliográfica, eletrônica e documental; </li></ul><ul><li>Nível de discussão (diálogos e trocas) e apresentação das produções grupais e coletivamente; </li></ul><ul><li>Aptidão para sistematizar e analisar os dados das pesquisas; </li></ul><ul><li>Autonomia para utilizar referências e não plagiar em registros escritos, fotográficos e outros; </li></ul>
  13. 13. Forma de socialização das produções <ul><li>Site, jornais, divulgação dos resultados das pesquisas nas unidades escolares e na Secretaria da Educação. </li></ul>
  14. 14. PESQUISA <ul><li>BIBLIOGRÁFICA   </li></ul><ul><li>AZANHA, G. VALADÃO, V. M. Senhores dessas terras – Os povos indígenas no Brasil: da colônia aos nossos dias . Coleção História em Documentos. São Paulo: Atual Editora, 1991. </li></ul><ul><li>BARBIER, R. Pesquisa-ação na instituição educativa. Rio de Janeiro: Zahar, 1985 (Tradução de Estela Abreu). </li></ul><ul><li>BOURDIEU, P. O Poder Simbólico . Rio de Janeiro: Bertrand, 1989. (Tradução Tomaz Tadeu da Silva). </li></ul><ul><li>LÜDKE, M, A. M. E. D . Etnografia da prática escolar. 7 ed. São Paulo: Papirus,1986. </li></ul>
  15. 15. DOCUMENTAL BRASIL. Lei n. 9394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece Diretrizes e Bases para a Educação Nacional . Diário Oficial [da República Federativa do Brasil], Brasília, DF, 23 dez. 1996. Seção.   _______. As Leis e a Educação Escolar Indígena . Ministério da Educação. Brasília, 2005.   _______. CONSTITUIÇÃO FEDERAL : República Federativa do Brasil. Senado Federal. Brasília, Centro Gráfico, 1988.    ________, Presidência da República, Casa Civil, Subchefia para Assuntos Jurídicos. Lei No. 11.645 de 10 de março de 2008. _______ . Referencial curricular nacional para as escolas indígenas . MEC – Ministério da Educação. Brasília: MEC/ SEF, 1998.  
  16. 16. ELETRÔNICA <ul><li>Retratos da Saga indígena Fulni-ô e Kariri Xocó no Nordeste Brasileiro – Vídeo assistido na disciplina Tecnologia da Informação e Gestão do Conhecimento- UNEB, Salvador, 2008. </li></ul><ul><li>O Povo Brasileiro. Documentário sobre pesquisas de Darcy Ribeiro. </li></ul><ul><li>Site: www.lcsantos.com.br </li></ul><ul><li>www.mec.gov.br </li></ul><ul><li>www.indiosonline.com.br </li></ul><ul><li>www.eproinfo.mec.gov.br </li></ul>
  17. 17. SABERES INDÍGENAS <ul><li>“ Queremos uma escola em que o índio seja doutor sem deixar de ser índio” </li></ul><ul><li>Cacique Lázaro Kiriri </li></ul>

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