Pvbs122012 pps3

105 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
105
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
2
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Pvbs122012 pps3

  1. 1. Palavra de Vida Chiara Lubich – Dezembro de 2012
  2. 2. «A quantos O receberam, (…) deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus» (Jo 1,12).
  3. 3. Esta é a grande novidade que Jesus anunciou e ofereceu à humanidade: a filiação divina. Tornar-se filhos de Deus mediante a graça.
  4. 4. Mas como e a quem é dada esta graça? «A quantos O receberam» e a quantos O hão de receber ao longo dos séculos.
  5. 5. É preciso recebê-Lo na fé e no amor, acreditando em Jesus como nosso Salvador.
  6. 6. Mas tentemos compreender mais profundamente o que significa ser filhos de Deus.
  7. 7. Basta observar Jesus, o Filho de Deus, e a sua relação com o Pai: Jesus invocava o seu Pai como no “Pai-Nosso”. Para ele o Pai era “Abbá”, ou seja, o paizinho, o papai, a quem se dirigia com tons de infinita confidência e de extremo amor.
  8. 8. Mas, já que tinha vindo à Terra por nossa causa, não se limitou a estar só Ele nessa condição privilegiada.
  9. 9. Ao morrer por nós, redimindo-nos, tornou-nos filhos de Deus, seus irmãos e suas irmãs, e deu-nos, também a nós, mediante o Espírito Santo, a possibilidade de sermos introduzidos no seio da Trindade.
  10. 10. De maneira que também nós podemos usar essa Sua divina invocação: «Abbá, Pai!», ou seja, “papai, meu paizinho”, nosso paizinho, com tudo o que isso representa: certeza da sua proteção, segurança, abandono no seu amor, consolações divinas, força, ardor. O ardor que nasce no coração de quem tem a certeza de ser amado.
  11. 11. «A quantos O receberam, (…) deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus» .
  12. 12. Aquilo que nos une a Cristo e nos faz ser, com Ele, filhos no Filho, é o batismo e a vida da graça que recebemos com o batismo.
  13. 13. Nesta passagem do Evangelho está também referido o dinamismo profundo desta “filiação”, que se deve atuar dia após dia. Com efeito, é necessário «tornar-se filhos de Deus».
  14. 14. Tornamo-nos, crescemos como filhos de Deus, quando correspondemos à Sua oferta, vivendo a Sua vontade, que está toda concentrada no mandamento do amor: amor a Deus e amor ao próximo.
  15. 15. Receber Jesus significa, pois, reconhecê-Lo em todos os nossos próximos. E também eles poderão ter a oportunidade de reconhecer Jesus e de acreditar n’Ele se, no amor que lhes demonstrarmos, descobrirem uma parcela, uma centelha do amor infinito do Pai.
  16. 16. «A quantos O receberam, (…) deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus» .
  17. 17. Neste mês, em que recordamos, de modo especial, o nascimento de Jesus nesta Terra, procuremos aceitar-nos reciprocamente, vendo e servindo o próprio Cristo uns nos outros.
  18. 18. E então uma corrente de amor recíproco, de conhecimento e de vida, como a que liga o Filho ao Pai no Espírito, se instaurará também entre nós e o Pai, e sentiremos aflorar sempre e de novo nos nossos lábios a invocação de Jesus: «Abbá, Pai».
  19. 19. «A quantos O receberam, (…) deulhes o poder de se tornarem filhos de Deus» . “Palavra de Vida”, publicação mensal do Movimento dos Focolares. Texto de: Chiara Lubich, escrita em 1998 Gráfica Anna Lollo em colaboração com padre Placido D’Omina (Sicília, Itália) Este comentário sobre a Palavra de Vida é traduzido em 96 línguas e idiomas, e chega a vários milhões de pessoas no mundo através da imprensa, do rádio, TV e via internet. Para maiores informações www.focolare.org Este PPS, em várias línguas, é publicado em www.santuariosancalogero.org

×