O morcego

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Poema de um escritor paraibano.

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O morcego

  1. 1. O MORCEGO
  2. 2. MEIA NOITE . AO MEU QUARTO ME RECOLHO.
  3. 3. MEU DEUS! E ESTE MORCEGO! E, AGORA, VEDE: NA BRUTA ARDÊNCIA ORGÂNICA DA SEDE, MORDE-ME A GOELA ÍGNEO E ESCALDANTE MOLHO.
  4. 4. “ VOU MANDAR LEVANTAR OUTRA PAREDE...”
  5. 5. E OLHO O TETO. <ul><li>E VEJO-O AINDA, IGUAL A UM OLHO, CIRCURLARMENTE SOBRE MINHA REDE! </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Digo. Ergo-me a tremer. </li></ul><ul><li>Fecho o ferrolho. </li></ul>
  7. 7. PEGO DE UM PAU. ESFORÇOS FAÇO. CHEGO A TOCÁ-LO.
  8. 8. <ul><li>Minh’alma se concentra. Que ventre produziu tão feio parto?! </li></ul>
  9. 9. <ul><li>A CONSCIÊNCIA HUMANA É ESSE MORCEGO! </li></ul><ul><li>POR MAIS QUE A GENTE FAÇA, À NOITE ELE ENTRA, IMPERCEPTÍVEL EM NOSSO QUARTO. </li></ul>
  10. 10. AUGUSTO DOS ANJOS
  11. 11. FIM

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